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  <title>Comentários do blog blogue atlântico ao post O Zyklon-B é bom, é bom, é</title>
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  <description>blogue atlântico - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Mon, 30 Jul 2007 11:54:09 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Mon, 30 Jul 2007 11:54:09 GMT</pubDate>
  <author>Euroliberal</author>  <link>http://atlantico.blogs.sapo.pt/1091626.html?view=2551082#t2551082</link>
  <title>Comentário a O Zyklon-B é bom, é bom, é</title>
  <description>P.S. Parabéns ao Miguel Madeira. Folgo em saber que não são o único (longe disso) a desmascarar a desinformação sionista e neo-coneira...</description>
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  <pubDate>Mon, 30 Jul 2007 11:51:40 GMT</pubDate>
  <author>Euroliberal</author>  <link>http://atlantico.blogs.sapo.pt/1091626.html?view=2544426#t2544426</link>
  <title>Comentário a O Zyklon-B é bom, é bom, é</title>
  <description>O massacre de Deir Yassin (1948) pelos nazi-sionistas (um entre muitos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deir Yassin, era uma típica vila palestina, com pouco mais de mil habitantes, por volta de 1948. Também foi dado como nome simbólico de uma das fases da guerra de ocupação sionista, com o objetivo específico de obter mais territórios e de expulsar os habitantes nativos do “Estado Judaico”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(…) Em abril, comandantes locais dos grupos terroristas Irgun e Stern procuraram o comandante da Haganah em Jerusalém, David Shaltiel, desejando tomar parte na operação destinada a abrir um corredor entre Jerusalém e Tel-Aviv. Embora receoso, Shaltiel acabou por autorizar o ataque, embora argumentasse que haveria outros motivos mais valiosos do ponto de vista militar. A operação foi chamada de Unidade, por reunir numa só ação os três setores das forças judaicas-Haganah, Stern, Irgun-, embora a primeira entrasse, a princípio, apenas com apoio “logístico” e armamentos, além de enviar um “observador”, o jovem oficial Meir Pa’il. Nos dias seguintes, os líderes dos dois grupos terroristas reuniram-se para planejar o ataque, que visava “quebrar” o moral árabe e criar pânico entre os árabes palestinos. Segundo um comandante da Irgun, a maioria dos comandantes presentes às reuniões “decidiu pela liquidação de todos os homens da aldeia e quaisquer outros que se opuséssem a nós, mesmo que fossem velhos, mulheres ou crianças”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na madrugada o dia 9 de abril de 1948, a força de assalto sionista, com 120 homens, aproximou-se da aldeia. Os sentinelas, armados com velhos rifles turcos, alertaram a população, que rapidamente começou a fugir para as aldeias vizinhas, enquanto alguns homens faziam frente aos invasores. No começo, os sionistas fizeram pouco progresso; segundo o observador da Haganah, Meir Pa’il: “Eles conseguiram ocupar apenas a metade oriental da aldeia, não conseguindo ocupar a parte ocidental. Dez ou doze árabes atiravam contra eles usando apenas rifles, não tinham armas automáticas, e seguraram-nos do lado oriental”. Percebendo a dificuldade dos invasores sionistas, o próprio Pa’il enviou um mensageiro a uma base próxima da Haganah, solicitando reforços. Logo, um pelotão da Palmach(a força principal da Haganah)chegou aldeia, ocupando-a em poucos minutos e sem nenhuma baixa. Com a vitória, o pelotão da Palmach retirou-se, deixando as ações sob responsabilidade dos comandantes terroristas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se seguiu na aldeia foi a mais brutal selvageria, e embora até hoje a literatura sionista e israelense divida-se quanto aos seus motivos e consequências, há unanimidade entre historiadores árabes e ocidentais, e entre observadores de organizações humanitárias. de que o que houve em Deir Yassin foi uma matança deliberada e cruel da população civil com o objetivo de atemorizar os habitantes de toda a região e provocar sua fuga. Anos depois, o jornal judaico-americano Jewish Newsletter relatou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;” Depois que os homens da Haganah se retiraram, membros da Irgun e do Grupo Stern perpetraram as mais revoltantes atrocidades: 254 homens, muilheres e crianças árabes foram massacrados a sangue frio e seus corpos mutilados foram atirados em um poço; mulheres e moças árabes capturadas e trazidas para Jerusalém em caminhões e conduzidas em parada pelas ruas, onde eram humilhadas e cuspidas. No mesmo dia, os irgunistas deram uma entrevista à imprensa na qual disseram que amatança coletiva era uma “vitória” na guerra de conquista da Palestina e da Transjordânia”.&lt;br /&gt;Para completar a ocupação, os terroristas jogavam granadas pelas portas das casas e metralhavam indiscriminadamente a todos os que viessem pela frente. mulheres tiveram suas barrigas rasgadas por baionetas, e crianças foram mortas em frente a suas mães. Uma comissão inglesa que entrevistou sobreviventes alguns dias depois, conclui que “muitas atrocidades sexuais foram cometidas pelos atacantes judeus. muitas mulheres foram estupradas e depois trucidadas. Mulheres idosas também foram molestadas”. Alguns corpos foram encontrados com mais de 60 tiros, ou com membros amutados. Quinze casas foram dinamitadas, incluindo a casa do muktar, enquanto as demais foram saqueadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o médico da Cruz Vermelha, Dr. Jacques de Reynier: “A limpeza foi feita com metralhadoras e depois granadas de mão. Foi terminada com facas, qualquer um podia ver isso”. O médico suíço ficou particularmente chocado por uma das terroristas que segurava uma faca. “Uma bonita jovem israelense com olhos criminosos, mostrou-me uma faca com sangue ainda pingando, ela me mostrava aquilo como se fosse um troféu”. O comportamento dos terroristas sionistas lembrou o médico da Cruz Vermelha de seu serviço durante a segunda guerra mundial, quando lhe veio a mente uma cena em que viu “uma jovem nazista apunhalar um casal de velhos sentados em frente de sua cabana”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O saldo do massacre foi de 254 civis palestinos mortos, grande parte constituída por crianças, mulheres e idosos. Os sobreviventes fugiram aterrorizados, abandonando a aldeia e disseminando o pânico entre a população palestina. Entre os invasores, o número total de mortos foi de QUATRO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obtido em “&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Deir_Yassin&quot;&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Deir_Yass&lt;wbr /&gt;in&lt;/a&gt;”</description>
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  <pubDate>Mon, 30 Jul 2007 11:49:26 GMT</pubDate>
  <author>Euroliberal</author>  <link>http://atlantico.blogs.sapo.pt/1091626.html?view=2543658#t2543658</link>
  <title>Comentário a O Zyklon-B é bom, é bom, é</title>
  <description>O cristianismo e o judaísmo projectam visões políticas diferentes acerca do mundo. O cristianismo, como cisão do judaísmo, afirmou desde o início, como marca distintiva, o seu carácter universalista. O Deus da Nova Aliança era o Deus de todos os homens, não o do “povo eleito” da Aliança do Pentateuco - a matriz judaica. Daí o amor ao Próximo, ao Outro, como argumento moral primordial do cristianismo. Sendo Deus universal, de todos os povos - judeus, romanos e gentios - Ele está, assim, no Outro. Amar o Outro é, pois, amar a Deus. O cristianismo é, por isso, desde os seus primórdios, inclusivista - inclui o Outro - e pretende a sua Salvação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O judaísmo, pelo contrário, é exclusivista. Jeová é só seu - deles -, dá-lhes em exclusivo a Terra Prometida, e a afirmação identitária do povo eleito é alcançada pela exclusão do - e em conflito permanente com o - Outro, cuja salvação igualitária não é prevista, antes o seu aniquilamento.&lt;br /&gt;Não é por acaso que os principais teorizadores do neoconservadorismo americano são quase exclusivamente judeus. Judeus (e cristãos evangélicos) foram escolhidos por Deus para submeterem o mundo num Armageddon apocalíptico que abriria as portas ao mundo novo.”</description>
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  <pubDate>Mon, 30 Jul 2007 11:48:53 GMT</pubDate>
  <author>Euroliberal</author>  <link>http://atlantico.blogs.sapo.pt/1091626.html?view=2543402#t2543402</link>
  <title>Comentário a O Zyklon-B é bom, é bom, é</title>
  <description>Porque é que continua a haver cada vez mais refugiados palestinianos ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque os refugiados palestinianos desde 1948 NUNCA PERDEM ESSSE ESTATUTO , a não ser quando fimalmente regressarem à Patria após a libertação. Os estados em que estão abrigados proibem a sua naturalização (e dos seus descendentes), porque isso seria colaborar com os nazi-sionistas na sua miserável politica de limpeza étnica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estão à espera que os estados árabes branqueiam os crimes contra a humanidade cometidos por iSSrael desde 1948, pois não ?</description>
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  <pubDate>Mon, 30 Jul 2007 11:46:29 GMT</pubDate>
  <author>Euroliberal</author>  <link>http://atlantico.blogs.sapo.pt/1091626.html?view=2544682#t2544682</link>
  <title>Comentário a O Zyklon-B é bom, é bom, é</title>
  <description>Intolerância islâmica ? Venham factos: Um só país islâmico (tirando a Arabia Saudita, onde nunca existiram) onde tenham sido fechadas igrejas e sinagogas e isto desde 632 ? Factos, venham ! O que se sabe é que a Igreja de Santo Sepulcro de Jerusalém, o Mosteiro de Santa Caterina do Sinai (entre milhares de outros) estão ininterruptamente abertos e ocupados por monges cristãos desde os tempos bizantinos (pré-islâmicos), mesmo nos tempos mais recuados da alta idade Média. Os cristãos e judeus eram e são quase sempre uma minoria protegida e priviligiada Ainda hoje no Egipto e Líbano assim acontece com os cristãos. As profissões liberais, por exemplo são maioriotariamente cristãs (coptas, maronitas, etc) !!! Há ministros cristãos nos governos egípcio, palestiniano, libanês, iraquiano, etc. Não há fundamentalismo. Todas as religiões têm direito à cidadania, ao voto e ao respeito da propriedade (ao contrário do que acontece na entidade nazi-sionista !).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em iSSrael até entre judeus há racismo. Os judeus de primeira são os askhenazins (NÂO SEMITAS), toda a classe política é askenazin (a execpção , Peretz, é ridicularizado todos os dias pelos jornais, dado que os sefarditas (2ª classe) são considerados “burros” pelo establishment…Depois vêm os “russos” (3ª classe) e finalmente os “pretos”, os falachas etíopes, cujo sangue dado em recolhas publicas é secretamente lançado fora por “impuro”. No fundo da sociedade RACISTA-APARTHEIDESCA ISRAELITA, estão os não judeus, os Untermenschen, os arabes israelitas, que não pertencem ao “povo eleito” e por isso não pode entrar no exercito nem morar nos quarteirões judeus, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Israel mete nojo. É um “estado” pária, racista, fundamentalista, apartheidesco, terrorista, genocidário. A escória da humanidade. Um regime a aniquilar e a substituir por uma democracia de todos os cidadãos, independentemente da sua religião, como são todos os países europeus.</description>
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  <pubDate>Mon, 30 Jul 2007 11:45:17 GMT</pubDate>
  <author>Euroliberal</author>  <link>http://atlantico.blogs.sapo.pt/1091626.html?view=2550826#t2550826</link>
  <title>Comentário a O Zyklon-B é bom, é bom, é</title>
  <description>Pequena lição de História do Médio Oriente para ignorantes nazi-sionistas e neo-coneiros…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os palestinianos são a população autóctone da Palestina, pelo menos há 4.000 anos. A sua religião maioritária até aos finais do séc. I foi o judaísmo, passando depois a ser o cristianismo (em todo o Médio Oriente e norte de Africa). Houve um fenómeno duplo de conversão religiosa (cristã) e de aculturação (helenística) que se repetiu seis séculos mais tarde, passando então a religião maioritária a ser o islão e a cultura a árabe. MAS O POVO É E FOI SEMPRE O MESMO. Só os ignorantes é que desconhecem o fenómeno da aculturação e imaginam que os “árabes” vieram todos de Meca !!! Meca era uma aldeia com umas centenas de beduínos… que não podiam povoar o vastíssimo império árabe do Indo aos Pirinéus. Os povos desses territórios não mudaram. Só que se converteram ao islão e assimilaram a cultura e lingua árabes. Também não foram os cidadãos de Roma que povoaram o também vastíssimo império Romano, mas os autóctones que se romanizaram a adoptaram o latim como lingua…Elementar…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas há mais… É que a maioria (90%) dos judeus de hoje, os askenazis nem sequer são semitas e oriundos, mesmo longinquamente da Palestina !!! Só a minoria sefardita pode invocar esse parentesco longinquo: são os descendentes dos poucos judeus do séc I que não se converteram ao cristianismo e foram expulsos por Tito no ano 70. Mas os palestinianos de hoje é que são os descendentes directos dos habitantes da Palestina do tempo de Cristo. O povo é ETNICAMENTE o mesmo. É semita. Só a religião dominante mudou duas vezes em 2.000 anos. E não perdem o parentesco de sangue pelo facto de os seus antepassados se terem convertido sucessivamente ao cristianismo e ao islão. Foram judeus (que é religião e não comunidade étnica) mas já não são. Mas continuam a ser semitas palestinianos. Sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os askenazins de pele e olhos claros são descendentes dos turcos khazares do antigo império Khazar, convertido ao judaísmo (séc VII-X) na região do Cáucaso, Ucrânia e Casaquistão (hoje), que foram depois empurrados pelos mongóis para a Polónia e Lituânia, berço dos askenazins medievais e dos quais descendem 90% dos judeus actuais e dos israelitas judeus. Não são semitas e NADA têm a ver com a Palestina. Também os filipinos são católicos e nem por isso têm a ver etnicamente com a terra de Jesus. Elementar…</description>
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  <pubDate>Mon, 30 Jul 2007 11:44:28 GMT</pubDate>
  <author>Euroliberal</author>  <link>http://atlantico.blogs.sapo.pt/1091626.html?view=2550570#t2550570</link>
  <title>Comentário a O Zyklon-B é bom, é bom, é</title>
  <description>A solução “um estado” que defendo (e que é cada vez mais defendida no mundo, como pelos académicos britânicos que boicotam contactos com universidades sionistas, por Edward Said passando por judeus como Ilan Pappe, Stazewsky, Chomsy, Finkelstein e tutti quanti) é democrática e multicultural: serão cidadãos da Palestina libertada do regime nazi-sionista-apartheidesco todos os palestinianos independentemente da sua religião (muçulmana, cristã ou JUDAICA), como é próprio de uma Terra Santa das 3 religiões do Livro e como sempre aí aconteceu desde há 2 mil anos, onde apesar da sucessão de religiões dominantes (judaica, cristã e finalmenmte, muçulmana) o povo manteve a sua unidade étnica e a tradicional tolerância religiosa para com as minorias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NUNCA, desde 632 (data da conquista árabe pelo califa Omar), aí se fecharam igrejas e sinagogas. Construiram-se mesquitas ao lado, não em cima dos templos preexistentes (enquanto que na Europa cristã…nem vale a pena falar).</description>
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  <pubDate>Mon, 30 Jul 2007 11:43:50 GMT</pubDate>
  <author>Euroliberal</author>  <link>http://atlantico.blogs.sapo.pt/1091626.html?view=2543914#t2543914</link>
  <title>Comentário a O Zyklon-B é bom, é bom, é</title>
  <description>Tudo está condicionado desde 1948 pela ilegalidade da colonização-invasão da Palestina por nazi-sionistas que ai estabeleceram um Estado judeu, isto é, só para crentes da religião judaica, com expulsão de 80% dos não-judeus aí residentes desde tempos imemoriais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É obvio que issso violou frontalmente a Carta das Nações Unidas e os principios gerais do direito internacional. Nomeadamente o de que a descolonização (auto-determinação) deve sempre ser efectuada mantendo as fronteiras coloniais (sem divisões de território) e a favor da população então residente no território colonial, seja qual for a religião de uns e outros (o que proibe re-colonizações por terceiros vindos do exterior em substituição do colonizador de saída).&lt;br /&gt;Como foi este escândalo jurídico aprovado por uma resolução da ONU (de hierarquia inferior à Carta e principios gerais) ? Bom, o ambiente de complexo de culpa pelo holocausto judeu dos europeus (que então formavam quase exclusivamente a ONU) jogou aí sem dúvida, até porque se tratava de fazer pagar por terceiros (os palestinianos, sem NUNHUMA responsabilidade no holocausto) os crimes de alguns europeus. Santa hipocrisia ! Dr qualquer modo resolução ilegal por violação de normas superiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas mesmo essa resolução que reconheceu a Nakba (o início da Shoa palestiniana) poderia ser uma base de solução aceitável se compreendida em conjunto com A CONDIÇÃO SINE QUA NON que enunciava: A OBRIGAÇÃO DE RESPEITAR O DIREITO DE RETORNO DE TODOS OS EXPULSOS PELOS TERROR SIONISTA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque através desse sagrado direito de retorno (a que nenhum árabe, mesmo o mais “moderado” ainda renunciou), permanentemente violado pelos nazi-sionistas (para quem os palestinianos são subhomens, ou Untermenschen) poder-se-ia chegar á solução plenamente legal: ONE LAND, ONE MAN, ONE VOTE. E ao consequente governo de maioria (islâmica), segundo o princípio democrático. Foi a solução que o mundo impôs aos racistas sul-africanos (foram totalmente embargados até aceitarem demantelar o apartheid…) e que terá também de impôr aos racistas sionistas-apartheidescos de israel, de preferência antes que a Nação árabo-islâmica se levante de vez e esmague essa escória da humanidade, esse tumor que ameaça a Paz Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A existência de uma entidade racista-apartheidesca- teocrática-fundamentalista-militarista-n&lt;wbr /&gt;uclear-sionista na Palestina é pois completamente ilegal desde 1948, e qualquer ataque a esses foras-da-lei internacional é legítimo.&lt;br /&gt;O ladrão de terras, o “limpador” étnico e religioso, o genocida, o ditador fundamentalista que exclui do voto 60% dos residentes de jure, mantem na cadeia 12.000 presos políticos sem julgamento, alguns há 30 anos, e executa sumariamente centenas de oposicionistas ao regime por ano, NÃO PODE INVOCAR QUALQUER NORMA LEGAL EM SEU FAVOR, a não ser as que impõem um julgamento justo.&lt;br /&gt;Deixemo-nos de brincar aos juristas de má-fé. O direito é uma coisa muito séria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdadeira pergunta/questão (que Ahmedinejad repetidamente formula e a que nenhum sionista ainda conseguiu responder), é a seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas que é que o povo palestiniano tem a ver com o holocausto judeu para ser ele a pagar a factura de crimes alheios ?</description>
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  <pubDate>Mon, 30 Jul 2007 08:30:29 GMT</pubDate>
  <author>Miguel Madeira</author>  <link>http://atlantico.blogs.sapo.pt/1091626.html?view=2545706#t2545706</link>
  <title>Comentário a O Zyklon-B é bom, é bom, é</title>
  <description>Mas, vamos mais longe - vamos mesmo admitir que os árabes da Palestina fugiram (durante uma guerra, diga-se de passagem) de sua livre vontade. De qualquer maneira, Israel não autorizou o regresso a grande parte deles após a guerra de 47/49.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se argumentar que não podia autorizar o regresso a todos já que isso poria em causa o carácter judeu do novo Estado, mas isso só comprova que não era possivel criar um Estado judeu, de dimensão viável e respeitando os direitos das populações locais (uma destas 3 condições teria que ser sacrificada). No fundo, como o RA diz, &quot;a História não se rebobina…não é possível voltar atrás e fazer com que o Marquês de Pombal não decapite os Távoras&quot; - a partir do momento em que a Palestina (ou lá o que lhe queiramos chamar) deixou de ser judia (há muitos séculos atrás) era impossivel voltar a torná-la judia de forma indolor, como se quase 2 mil anos de história nunca tivesse existido pelo meio.</description>
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  <pubDate>Sun, 29 Jul 2007 22:47:21 GMT</pubDate>
  <author>Miguel Madeira</author>  <link>http://atlantico.blogs.sapo.pt/1091626.html?view=2545450#t2545450</link>
  <title>Comentário a O Zyklon-B é bom, é bom, é</title>
  <description>A citação de Nuri Said foi em &quot;discurso directo&quot; (i.e., há mesmo uma citação comprovada dele dizendo isso, como me parecem serem as citações de Mazem e outros) ou é alguém que diz que ele disse isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No artigo da wikipedia sobre as causas do exodo diz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Iraqi Prime Minister Nouri Said was later quoted as saying: &quot;We will smash the country with our guns and obliterate every place the Jews shelter in. The Arabs should conduct their wives and children to safe areas until the fighting has died down.&quot;», o que me parece indicar que é polémico se ele tenha disse mesmo isso (a única referencia que encontro a isso é um livro de um Myron Kaufman, publicado em 1970 - 22 anos após os acontecimentos e 12 após a morte de Nuri Said).</description>
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  <pubDate>Sun, 29 Jul 2007 13:11:52 GMT</pubDate>
  <author>RA</author>  <link>http://atlantico.blogs.sapo.pt/1091626.html?view=2545962#t2545962</link>
  <title>Comentário a O Zyklon-B é bom, é bom, é</title>
  <description>Estava eu a dizer que o seu problema não parece ser de incapacidade de leitura, uma vez que escreve benzinho e até leu livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De modo que , ou se recusa a ler aquilo que não lhe acaricia as convicções, (voto nesta...a dissonância cognitiva é um fenómeno bem estudado), ou sofre de iliteracia, como muito boa gente por aí. Não creio que seja o seu caso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que acha da frase do então 1º ministro iraquiano?&lt;br /&gt;E das frases de outros figurões que coloquei no meu 1º comentário?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não as leu?&lt;br /&gt;Devia ter lido! Evitaria assim resvalar para o absurdo.</description>
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  <pubDate>Sun, 29 Jul 2007 13:00:31 GMT</pubDate>
  <author>RA</author>  <link>http://atlantico.blogs.sapo.pt/1091626.html?view=2546218#t2546218</link>
  <title>Comentário a O Zyklon-B é bom, é bom, é</title>
  <description>[Não consigo ler nada a dizer que essas noticias tenham sido postas a circular com o objectivo de fazer os árabes fugir.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E contudo, entre as várias citações do meu comentário, vinha esta, por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os árabes conduzirão as suas mulheres e crianças para locais seguros até a luta ter terminado”&lt;br /&gt;(Nuri Said, 1º Ministro iraquiano)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelos vistos, MM, o seu problema não é</description>
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  <pubDate>Fri, 27 Jul 2007 22:33:20 GMT</pubDate>
  <author>Miguel Madeira</author>  <link>http://atlantico.blogs.sapo.pt/1091626.html?view=2546474#t2546474</link>
  <title>Comentário a O Zyklon-B é bom, é bom, é</title>
  <description>Reparei agora nisto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Bem os muçulmanos são bons nisso….têm aquela fantástica técnica da decapitação e pode-se dizer que tentaram essa solução em 1948, &lt;b&gt;1956&lt;/b&gt;, 1967, 1973 e continuam a tentar.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se em 1967 até há alguns argumentos para sustentar que foram os árabes que originaram a guerra, embora as primeiras operações tenham sido feitas pelos israelitas, para 1956 (em que Israel, o Reino Unido e a França atacaram em conjunto o Egipto) parece-me muita imaginação.</description>
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  <pubDate>Fri, 27 Jul 2007 22:28:33 GMT</pubDate>
  <author>Miguel Madeira</author>  <link>http://atlantico.blogs.sapo.pt/1091626.html?view=2550314#t2550314</link>
  <title>Comentário a O Zyklon-B é bom, é bom, é</title>
  <description>&quot;Li no início “nazi-sionismo”… brincadeira, certo?&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O euroliberal usa a expressão &quot;nazi-sionismo&quot; de maneira um bocado... liberal. No entanto, existiram autênticos &quot;nazis-sionistas&quot;, como Abraham Stern, que defendia uma aliança entre os judeus da Palestina e a Alemanha de Hitler contra a Inglaterra para estabelecer uma ordem em que os arianos puros e os judeus puros vivessem cada qual no seu território, sem se contaminarem uns aos outros.</description>
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  <pubDate>Fri, 27 Jul 2007 22:23:22 GMT</pubDate>
  <author>Miguel Madeira</author>  <link>http://atlantico.blogs.sapo.pt/1091626.html?view=2546986#t2546986</link>
  <title>Comentário a O Zyklon-B é bom, é bom, é</title>
  <description>&quot;O mundo real não é um infantário, onde se pode voltar atrás…ai e tal, agora não vale, vamos começar outra vez.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;A História não se rebobina…não é possível voltar atrás e fazer com que o Marquês de Pombal não decapite os Távoras.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lógica subjacente à criação de Israel foi exactamente essa - rebobinar a História.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Bem, se quer reduzir a coisa ao absurdo, Israel tb não existia…&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E também não estava disposto a aceitar uma resolução contrária da ONU (afinal, porque é que havemos de aceitar as decisões de um clube de que não somos sócios?) - segundo o livro &quot;Oh, Jerusalem&quot;, quando da votação na ONU, o comandante do Palmach disse para os seus homens &quot;Se a Assembleia votar &quot;sim&quot;, os árabes declarão-nos guerra. Caso contrário, seremos nós a declar guerra aos árabes&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Ora aí tem…e como faria então para impor os seus critérios de “legitimidade”?»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escreveria comentários em blogues.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Não as consegue ler?&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não consigo ler nada a dizer que essas noticias tenham sido postas a circular com o objectivo de fazer os árabes fugir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Quanto aos (...) refugiados judeus expulsos dos países muçulmanos, o que não falta para aí são referências. (...) A internet serve tb para isso&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi na internet que eu encontrei os dados a partir do qual calculei o valor de 300 mil - e não acho que a questão de quantos foram seja irrelevante (o argumento de muitos pró-israelitas é que foi uma simples troca de populações, o que não faz sentido se os refugiados de um lado tenham sido o dobro dos do outro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Como sabe, os àrabes ( não os “palestinianos) recusaram a ONU e optaram pela guerra.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que os árabes de fora de Palestina nem se lembrariam que esse território existia se os árabes da Palestina não se tivessem oposto à criação de Israel-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Já agora, não sei se reparou que se chama ao conflito “israelo-árabe” e não “israelo-palestiniano”.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambas as expressões são usadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Porque razão estando Gaza e a Margem Ocidental completamente nas mãos dos árabes durante 20 anos ( 1948 a 1967), não declararam o Estado Palestiniano?&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que Gaza e a Margem Ocidental nunca estiveram nas mãos dos árabes da Palestina (aliás, durante a ocupação egipcia e jordana, a Fatah e outros grupos até estavam na clandestinidade; o primeiro morto da Fatah foi morto pelos jordanos).</description>
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  <pubDate>Fri, 27 Jul 2007 21:46:38 GMT</pubDate>
  <author>David Silva</author>  <link>http://atlantico.blogs.sapo.pt/1091626.html?view=2546730#t2546730</link>
  <title>Comentário a O Zyklon-B é bom, é bom, é</title>
  <description>Li no início &quot;nazi-sionismo&quot;... brincadeira, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, não sei como é que Israel pode ser potência ocupante se não é reconhecido como estado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos a falar de fanáticos - se quisessem viver em paz na zona já o teriam feito - logo, é melhor nem encetar conversas sobre isso. Como a que decorreu aqui. (apesar de eu ter aprendido várias coisas)</description>
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  <pubDate>Fri, 27 Jul 2007 16:18:22 GMT</pubDate>
  <author>RA</author>  <link>http://atlantico.blogs.sapo.pt/1091626.html?view=2547242#t2547242</link>
  <title>Comentário a O Zyklon-B é bom, é bom, é</title>
  <description>[Se 5.999.999 habitantes da terra achassem que uma dada situação era legitima e o RA achasse que era ilegítima, iria mudar de opinião por causa disso?]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem..eu acho ilegítimo que o Benfica perca. E contudo perde às vezes...que quer que faça? &lt;br /&gt;Agarro na Kalash?&lt;br /&gt;Faço manifes pela &quot;causa&quot;?&lt;br /&gt;Diabolizo os outros?&lt;br /&gt;Suicido-me?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[qual é o seu critério de legitimidade - não será a ONU porque há montes de resoluções da ONU exigindo o direito a regresso dos refugiados e a retirada de Israel dos “territórios ocupados”.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que há...há resoluções para todos os gostos. Há até um organismo dos &quot;direitos humanos&quot; da ONU que apenas faz &quot;resoluções&quot; a condenar Israel. Há muitos  émulos de MM por aí...o antisemitismo é milenar..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos refugiados, já lhe expliquei a temática. Se não leu foi porque não lhe deu geito...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas sim...a resolução da ONU estabeleceu uma Partilha, e  é essa a legitimidade de onde há que partir.&lt;br /&gt;Se não for essa, só resta a História  que,  como disse justifica o que se quiser.&lt;br /&gt;E a guerra!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sabe, os àrabes ( não os &quot;palestinianos) recusaram a ONU e optaram pela guerra.&lt;br /&gt;Mas perderam.&lt;br /&gt;E agora?&lt;br /&gt;O mundo real não é um infantário, onde se pode voltar atrás...ai e tal, agora não vale, vamos começar outra vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que garantiu a existência de Israel foi a vitória na guerra. &lt;br /&gt;Sem ela, a legitimidade da ONU ou outra, não serviria para nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas caramba...foram os árabes que optaram pela guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perderam e perderam terras. Vae victis...os alemães ainda hoje choram Danzig...e então?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A História não se rebobina...não é possível voltar atrás e fazer com que o Marquês de Pombal não decapite os Távoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[E, de qualquer forma, porque é que os árabes da Palestina haveriam de estar obrigados por uma decisão da ONU se eles - que, como o RA bem diz, nem tinha um Estado - não eram membros da ONU?]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, se quer reduzir a coisa ao absurdo, Israel tb não existia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O MM já não está a carburar lá muito bem....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[A solução é minimizar o numero de cabeças descontentes]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem os muçulmanos são bons nisso....têm aquela fantástica técnica da decapitação e pode-se dizer que tentaram essa solução em 1948, 1956, 1967, 1973 e continuam a tentar.&lt;br /&gt;Parece todavia que os israelitas não colaboram. De resto o Zyclon deu bons resultados mas não foi a solução final que se pretendia.&lt;br /&gt;Esperemos que o MM assuma o poder um dia destes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provavelmente os árabes também não aceitariam um partilha da Palestina ]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora aí tem...e como faria então para impor os seus critérios de &quot;legitimidade&quot;?&lt;br /&gt;Manifes?&lt;br /&gt;Porretes?&lt;br /&gt;Artilharia?&lt;br /&gt;Diminuir cabeças?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Nenhuma das citações de Arafat, etc. que transcreveu dizem que os árabes sairam da Palestina a pedido dos seus lideres, que é o que está em causa.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arafat, na sua biografia autorizada da autoria de Alan Hart, confessada que as notícias sobre os “massacres”, espalhadas pelos egípcios, funcionaram “como uma bandeira vermelha agitada em frente de um toiro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mamhud Abbas refere-o explicitamente. As citações que lhe dei são claras como a água. Não as consegue ler?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos 800 000 refugiados judeus expulsos dos países muçulmanos, o que não falta para aí são referências.&lt;br /&gt;Não lhe garanto que sejam exactamente 800 000, ou 800 001, ou 799 999, mas acredito que o MM não terá dificuldade em encontrar. A internet serve tb para isso. E livros...tenho aqui um de um tal Daniel Horowitz que refere esse número.&lt;br /&gt;Outro de David Meir, professor de História do Médio Oriente em várias universidades, etc,etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, faça como quiser e acredite no que quiser.&lt;br /&gt;Mas abandone a sua hemiplegia..a realidade é bastante mais complexa que as soluções que brotam abundantemente da sua privilegiada cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já agora, não sei se reparou que se chama ao conflito &quot;israelo-árabe&quot; e não &quot;israelo-palestiniano&quot;.&lt;br /&gt;Porque será?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E uma última pergunta que  e intriga:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque razão estando Gaza e a Margem Ocidental completamente nas mãos dos árabes durante 20 anos ( 1948 a 1967), não declararam o Estado Palestiniano?&lt;br /&gt;Quem os impediu?&lt;br /&gt;Que queriam afinal?</description>
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  <pubDate>Fri, 27 Jul 2007 15:29:05 GMT</pubDate>
  <author>Miguel Madeira</author>  <link>http://atlantico.blogs.sapo.pt/1091626.html?view=2542890#t2542890</link>
  <title>Comentário a O Zyklon-B é bom, é bom, é</title>
  <description>&quot;Ah, a propósito, sabe quem mais armas enviou para Israel em 1948, através da Checoslováquia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem mais…a URSS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As voltas que a história dá, hem?&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não vejo grande volta. Moscovo e os seus lacaios dos &quot;Partidos Comunistas&quot; sempre estiveram (abertamente ou de forma disfarçada) contra as lutas dos povos oprimidos - veja-se a guerra de Espanha, em que o PC passou o tempo a &quot;apunhalar pelas costas&quot;  os trabalhadores revolucionários da CNT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque é que haveria de ser diferente na questão palestiniana?</description>
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  <pubDate>Fri, 27 Jul 2007 15:23:17 GMT</pubDate>
  <author>Miguel Madeira</author>  <link>http://atlantico.blogs.sapo.pt/1091626.html?view=2547498#t2547498</link>
  <title>Comentário a O Zyklon-B é bom, é bom, é</title>
  <description>&quot;Quanto aos refugiados e à História, se não acredita nas palavras do próprio Abu Mazen, de Yasser Arafat, do Rei da Jordânia, etc, então não sei que lhe diga.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma das citações de Arafat, etc. que transcreveu dizem que os árabes sairam da Palestina a pedido dos seus lideres, que é o que está em causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«“800 000 judeus refugiados”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre 1949 e 1954, foram expulsos do Iraque, Marrocos, Tunísia, Jordânia , Irão, Síria, Egipto, Líbano e outros países muçulmanos.&lt;br /&gt;Viviam lá há gerações e foram expulsos apenas por vingança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não figuram no seu radar, pois não?»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;como já disse, o meu radar só conta, no máximo 300.000 judeus refugiados. Se acha que as minhas contas estão erradas, diga aonde acha que estão (por outro lado, o meu radar - neste caso, o sitemeter - indica que você nem foi ver as minhas contas, logo é natural que tenha alguma dificuldade em descobrir eventuais erros.&lt;br /&gt;&quot;Na Jordânia, o Setembro Negro resultou na morte de milhares deles.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;O seu radar não estava activo, pois não?&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://ventosueste.blogspot.com/2006/05/os-palestinianos-e-os-irmos-rabes.html&quot;&gt;http://ventosueste.blogspot.com/200&lt;wbr /&gt;6/05/os-palestinianos-e-os-irmos-rabes.h&lt;wbr /&gt;tml&lt;/a&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 27 Jul 2007 15:13:13 GMT</pubDate>
  <author>Miguel Madeira</author>  <link>http://atlantico.blogs.sapo.pt/1091626.html?view=2544170#t2544170</link>
  <title>Comentário a O Zyklon-B é bom, é bom, é</title>
  <description>[Provavelmente os árabes também não aceitariam um partilha da Palestina como eu propus acima, mas seria mais justa de acordo com os &lt;b&gt;meus&lt;/b&gt; critérios de legitimidade]</description>
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