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  <title>Comentários do blog Há Vida em Markl ao post Lágrimas à chuva.</title>
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  <description>Há Vida em Markl - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Fri, 02 May 2008 14:21:18 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Fri, 02 May 2008 14:21:18 GMT</pubDate>
  <author>PF</author>  <link>http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/337185.html?view=12288033#t12288033</link>
  <title>Comentário a Lágrimas à chuva.</title>
  <description>diacho...... mas vocês sabem mesmo o que são &quot;as especificidades do cinema&quot;! Espantoso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este estaminé está com um nível cultural muito acima das minhas possibilidades, vou-me retirar até ao Rambo V. Esse sim com certeza cheio de especificidades, o que quer que isso seja.</description>
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  <pubDate>Fri, 02 May 2008 14:14:33 GMT</pubDate>
  <author>PF</author>  <link>http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/337185.html?view=12287777#t12287777</link>
  <title>Comentário a Lágrimas à chuva.</title>
  <description>&quot;sem consciência das especificidades do cinema&quot; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;??????????????&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisa-se de tradução para pessoas que não viram o Herman Sic e não tiraram curso em/de/relacionado com cinema. Mas sei o que quer dizer &quot;especificidade&quot;. Vá lá... </description>
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  <pubDate>Thu, 01 May 2008 20:29:59 GMT</pubDate>
  <author>José Pedro Campeã</author>  <link>http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/337185.html?view=12278561#t12278561</link>
  <title>Comentário a Lágrimas à chuva.</title>
  <description>Só é pena que o &quot;Blade Runner&quot; esteja apenas em Lisboa (e apenas num cinema se não me engano)!!! Enfim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu queria muito ver o filme agora no cinema ainda mais porque nunca o vi (como é possível?! eu sei...). &lt;br /&gt;Sou grande fã de bom cinema, e gosto de bons filmes de ficção científica, o Ridley Scott é um dos grandes realizadores para mim, e falando particularmente de ficção científica, o &quot;Alien&quot; é um um grande filme desse género, infelizmente nunca cheguei a ver nenhuma versão do &quot;Blade Runner&quot;. Tenho amigos e professores que falam muito bem do filme... Já vi e li boas críticas. E agora saiu uma edição na FNAC com 5 versões!!! Parece-me ser uma boa edição, já pensei em comprar mas gostava de ver antes o filme, e agora que está no cinema fiquei todo entusiasmado, até ao momento em que fiquei muito desiludido ao perceber que só estava num cinema em Lisboa...!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já agora, também sou fã do seu trabalho! &lt;br /&gt;Ouço quando posso em directo de manhã na Antena 3 (mas ouço sobretudo em Podcast) o &quot;Há Vida em Markl&quot;, que é o que mais gosto! Mas Parabéns pelo resto também! (Um aparte: gosto bastante de todo o trabalho de pós-produção no &quot;Livro dos Porquês&quot;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Pedro Campeã, &lt;br /&gt;Porto&lt;br /&gt;estudante de Design de Comunicação, na FBAUP</description>
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  <pubDate>Wed, 30 Apr 2008 23:37:12 GMT</pubDate>
  <author>wappa</author>  <link>http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/337185.html?view=12270113#t12270113</link>
  <title>Comentário a Lágrimas à chuva.</title>
  <description>Eh, eh, eh... páginas que parecem ter sido pintadas com crayons amarelo-mostarda... eu tenho um do Nietzsche assim, o &quot;Assim Falou Zaratrusta&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tive uma edição em versão em inglês de &quot;Do Androids Dream of Electric Sheep?&quot; que dizia na capa: &quot;A KIND OF PULP-FICTION KAFKA, A PROPHET&quot;, Eric Nash, The New York Times.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosamente, ou não, a última vez que o vi o raio do livro estava na minha estante entre &quot;A Bíblia&quot;, e &quot;Manual de Direito Administrativo&quot; de Marcelo Caetano... ;-) Tem a sua piada...</description>
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  <pubDate>Wed, 30 Apr 2008 23:21:50 GMT</pubDate>
  <author>wappa</author>  <link>http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/337185.html?view=12269857#t12269857</link>
  <title>Comentário a Lágrimas à chuva.</title>
  <description>Se o Markl não me contratar para a PF, a tua mãe podia arranjar-me lugar lá no bordel, hem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fala com ela, se ela não estiver muito ocupada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: e agora, achaste piada?</description>
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  <pubDate>Wed, 30 Apr 2008 21:44:04 GMT</pubDate>
  <author>gente ordinaria sem pinta para ofender</author>  <link>http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/337185.html?view=12268833#t12268833</link>
  <title>Comentário a Lágrimas à chuva.</title>
  <description>Afinal não vou comentar...</description>
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  <pubDate>Wed, 30 Apr 2008 11:05:20 GMT</pubDate>
  <author>NigMa</author>  <link>http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/337185.html?view=12263457#t12263457</link>
  <title>Comentário a Lágrimas à chuva.</title>
  <description>Normalmente não costumo deixar a minha marca na caixinha de comentários de nenhum blog, embora os frequente razoavelmente, mas não podia deixar de referir a infantil, irritante e deverás estranha prestação deste tal de &quot;José Miguel Oliveira&quot; neste espaço do blog XD&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vieste a procura de alguém para chatear a cabeça ou é mesmo por seres um individuo triste com necessidade constante de estar mal com o resto do mundo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hehehe enfim! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Markl, quanto ao blade runner se assim pudesse de momento, iria a correr para o cinema assistir esse grande filme, pk é sem duvida digno de se ver no grande ecran outra vez, como não há possibilidade para tal, por enquanto, vou afogar as magoas no DVD caseiro mwahaha &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.L.U.R.</description>
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  <pubDate>Wed, 30 Apr 2008 10:23:23 GMT</pubDate>
  <author>Hussard</author>  <link>http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/337185.html?view=12262945#t12262945</link>
  <title>Comentário a Lágrimas à chuva.</title>
  <description>O cinema continuou a interessar-se pelas obras de Philip K. Dick. Vários filmes, com resultados desiguais (nas bilheteiras e na qualidade).&lt;br /&gt;Entre as melhores estão “Total Recall” de Paul Verhoeven com Arnold Schwarzenegger. Sob a mascara de um action thriller (alguém lhe chamou “Os Salteadores da Arca Perdida em Marte”), o filme mantém traços que são marca da obra de Dick (a identidade do indivíduo – aqui, um agente cria uma nova identidade, levando-o ao encontro de pistas sobre a sua primeira identidade, a fim de localizar um grupo de resistentes ao regime, para no final descobrir que prefere a identidade “alternativa” à “real”), sendo também uma parábola sobre o colonialismo e o capitalismo. Verhoeven confirma o seu estilo de cinema (brutal, violento, crítico) e Schwarzie mostra ser o rei neste género.&lt;br /&gt;“Minority Report” de Steven Spielberg com Tom Cruise, coloca questões muito interessantes sobre o sistema judicial e penal (somos culpados depois de cometer o crime ou no momento em que o pensamos?), mas o filme alterna entre a acção vertiginosa (alguém falava que era um “Salteadores da Arca Perdida em formato sci-fi”) e o melodrama com lamechices sentimentais que fragilizam a premissa. Cruise não ajuda ao mostra-se desajustado a este género de cinema.&lt;br /&gt;“Paycheck” de John Woo com Ben Affleck, volta a focar a identidade. Um homem consegue viajar no tempo, ver o futuro, regressa ao passado e deixa pistas ao seu “eu do passado” a fim de impedir um evento trágico no futuro. Não cumpre todas as possibilidades, mas o filme é honesto no seu objectivo de entretenimento de luxo. Affleck não tem grande à vontade, mas não se sai mal.&lt;br /&gt;Como pérola suprema está “A Scanner Darkly” de Richard Linklater com Keanu Reeves. Uso da técnica motion capture (como foi visto em “Polar Express” e “Beowulf”), intriga labiríntica sobre um polícia que procura um dealer que afinal é ele próprio. Mas qual é o seu verdadeiro eu? Para muitos, a melhor adaptação de uma obra de Dick.&lt;br /&gt;As adaptações mais modestas foram “Screamer” de Christian Duguay com Peter Weller, e “Impostor” de Gary Fleder com Gary Sinise. O primeiro volta a colocar a tecnologia a revoltar-se contra o Homem, mas tal premissa serve apenas para um discreto, eficaz, mas modesto filme de terror em ambiente sci-fi. O segundo é como alguém disse “´O Fugitvo`do Futuro”, onde um homem descobre que há a possibilidade de não ser quem pensa, mas um perigoso terrorista extra-terrestre; no final descobre uma verdade que não é a que pensava. Novamente o tema da identidade, mas tratada de forma simples não explorando todas as possibilidades, resultando num entretenimento simpático e eficaz, mas menor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há “amor” com o primeiro.</description>
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  <pubDate>Wed, 30 Apr 2008 10:21:41 GMT</pubDate>
  <author>Hussard</author>  <link>http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/337185.html?view=12262689#t12262689</link>
  <title>Comentário a Lágrimas à chuva.</title>
  <description>O “Director`s Cut” de 1992 surpreendeu-me. Se por um lado a omissão da voz off de Harrrison Ford leva o espectador a pensar e a reflectir naquilo que está a ver, por um lado a sua presença dava ao filme uma filiação com o film noir clássico (que tem na voz off uma das suas “regras”). A cena do unicórnio parece-me saída de “Legend” (o filme seguinte de Scott) o que me leva a questionar quando é que esse cut foi feito (depois de “Legend”? então os Director`s Cut não são feitos logo quando se faz a montagem, acabadas as filmagens? estúdios e produtores podem depois interferir e fazer a sua montagem, regra geral mais comercial). Por outro lado o final “infeliz” cria a sua ambiguidade, mas nunca desprezei o final “feliz” da montagem vista nas salas – acho que se insere bem na história (Declkard, um caçador de replicants que pretende retirar-se, consegue o sossego ao apaixonar-se precisamente por uma replicant) e na estética (é o único momento do filme onde vemos luz de dia e paisagens naturais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O futuro de alguns nomes envolvidos no filme não foi igual para todos e aqueles que interpretaram replicants viram a realidade a imitar a ficção – tal como os personagens que interpretaram, a suas carreiras viram-se com curto “tempo de antena” e quase “eliminados” do meio.&lt;br /&gt;Scott nada mais teve a este nível (fosse no género ou enquanto objecto de cinema). O seu filme seguinte “Legend” é uma brilhante fantasia, mas (muito) marcada por problemas de produção (rodagem longa, orçamento ultrapassado, montagens várias) que resulta num flop. Nos USA, saiu recentemente uma (muito boa) edição em DVD que inclui o definitivo “Director`s Cut” que repõe a (magnífica) banda sonora de Jerry Goldsmith (a versão vista nos USA tinha música dos Tangerine Dream). Depois perdeu-se (talvez para manter ou ter posição no meio) em projectos típicos de indústria, entre o correcto (“Someone to Watch Over Me”, “Black Rain”, “Black Hawk Down”), o banal (“Thelma &amp; Louise”, “G.I. Jane”, “Hannibal”, “Matchstick Men”, “A Good Year”) e o grandioso (“Gladiator – Gladiador”, “Kingdom of Heaven – Reino dos Céus”). O recente “American Gangster” é frouxo e muito indigno de Scott (era bem mais adequado a Martin Scorsese que faria uma obra-prima, de certeza).&lt;br /&gt;Ford converteu-se na lenda que todos conhecem. Terminou a saga “Star Wars” no ano seguinte, continuou com a saga “Indiana Jones” (não esquecer que a 22 deste mês vem o quarto episódio), mostrou (imensos) dotes dramáticos (“Witness”, “Mosquito Coast”, “Frantic”, “Presumed Innocent”, “Regarding Henry”, “Devil`s Own”, “The Fugitive”, que bem lhe merecia o Óscar) e cómicos (“Working Girl”, “Six Days, Seven Nights”), nunca abandonando o perfil de action hero (“Air Force One”, “Firewall”), mas mostrando também o seu lado maléfico (“What Lies Beneath”). Este ano ainda o veremos em “Crossing Over” (onde volta a mostrar as sua enormes capacidades dramáticas num filme que foca um dos maiores problemas mundiais da actualidade – a imigração clandestina para os USA).&lt;br /&gt;Rutger Hauer vinha de uma excelente colaboração com Paul Verhoeven na Holanda. Hollywood “usou-o” apenas como vilão e ao serviço de filmes de acção B. A excepção foi mesmo o fabuloso “The Hitcher”.&lt;br /&gt;Sean Young viu-se vítima de má-língua devido ao seu feitio algo conflituoso e relações sentimentais conturbadas. Continuou com trabalho, mas com pouca coisa digna de relevo.&lt;br /&gt;Joanna Cassidy tem uma carreira regular mas com pouca coisa digna de destaque (excepção com “Who Framed Roger Rabbit?”).&lt;br /&gt;Daryl Hannah seria uma bela sereia em “Splash” (ao lado de Tom Hanks), mostrar-se-ia à vontade em comédias, thrillers e policiais, tendo uma carreira muito regular (vimo-la recentemente nos dois “Kill BIll” de Tarantino).&lt;br /&gt;Quem teve melhor destino foi mesmo Edward James Olmos. Andou pela televisão (“Miami Vice”) e por um cinema mais independente. Foi várias vezes premiado e neste momento está em alta ao protagonizar uma nova adaptação televisiva da série “Battlestar Galáctica”.</description>
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  <pubDate>Wed, 30 Apr 2008 10:20:21 GMT</pubDate>
  <author>Hussard</author>  <link>http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/337185.html?view=12262433#t12262433</link>
  <title>Comentário a Lágrimas à chuva.</title>
  <description>“Blade Runner” ficou como o título máximo do género, nos 80`s. A seu lado estão “The Terminator” de James Cameron, e “Robocop” de Paul Verhoeven. Três retratos (ou visões?) sobre o futuro da Humanidade e da sua relação (dependência?) com a tecnologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os anos seguintes tiveram alguns títulos que rivalizaram em impacto e mérito. Os 90`s tiveram os gloriosos “Total Recall” (o pujante aspecto visual do filme impressionou muita gente) e “Strange Days” (que levou muita gente a considerá-lo “O ´Blade Runner`dos anos 90”) de Kathryn Bigelow. “Strange Days” andou perto (em termos de impacto) mas tinha objectivos e temáticas diferentes. Em comum, o flop nas bilheteiras e o culto crescente com a passagem do tempo.&lt;br /&gt;Os primeiros anos deste novo século tiveram dois títulos com alguma filiação, mas com resultados díspares – “Artificial Intelligence” de Steven Spielberg, e “I, Robot” de Alex Proyas. O título de Spielberg volta a focar o futuro da Humanidade face à tecnologia (desta vez, a possibilidade de se criarem crianças artificiais, com notáveis capacidades de se humanizarem, para “adopção” a casais que não podem ter filhos) e o “toque Spielberg” dá-lhe um ar de “Pinóquio de ficção científica” (a criança-humanóide tem como sonho ser uma criança verdadeira). O filme também coloca a questão sobre o que é ser humano (no filme, acabam por ser mais humanos os humanóides que os membros da raça homo sapiens). É, talvez, o título que mais se aproxima do de Scott. “I, Robot” mostra a humanização dos robots e como estes, ao descobrirem a evolução da sua inteligência e a dependência do Homem face a eles, decidem tomar o mundo nas suas mãos. O argumento baseia-se (muito ligeiramente) num livro Isaac Asimov (outro importante escritor do género, que muito focou este tema na sua obra), brilha pelo (impecável) aspecto visual, mas peca pela ligeireza do argumento (fica-se como um mero whodunit com robôs) e pela prestação de Will Smith (cujas tiradas humorísticas fiéis ao seu estilo não estão de acordo com a história).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Auxiliares vitais para o fantástico resultado final do filme e para o (fascinante) ambiente criado são Lawrence G. Paull (o designer de produção), Jordan Cronenweth (director de fotografia) e Vangelis (autor da envolvente banda sonora). Vangelis fez mais trabalhos para cinema (“Chariots of Fire – Momentos de Glória”, pelo qual ganhou um Óscar) e para a Scott (“1492 – Conquest of Paradise - 1492 – A Conquista do Paraíso”, cujo tema principal é muitas vezes usado nos congressos do PS(???)).</description>
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  <pubDate>Wed, 30 Apr 2008 10:12:21 GMT</pubDate>
  <author>Hussard</author>  <link>http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/337185.html?view=12261921#t12261921</link>
  <title>Comentário a Lágrimas à chuva.</title>
  <description>Esta “estreia” de “Blade Runner” só mostra as imensas “inteligências” e “competências” que existem nas nossas distribuidoras de cinema.&lt;br /&gt;Por um lado temos apenas uma cópia a circular no nosso país. Para Este Filme, apenas uma cópia? Se fosse uma idiota comédia sexual adolescente, já teríamos uma “avalanche” de cópias.&lt;br /&gt;Por outro lado, o distribuidor não aprendeu nada com a lição dada em países (mais cinéfilos – seja pela atitude do público, dos distribuidores e editores) como os USA e UK. É que aí, “Blade Runner – Final Cut” foi estreado antes da chegada às prateleiras das lojas vídeo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Blade Runner” é um momento marcante na História do Cinema, no género sci-fi, nas carreiras de Ford, Scott, dos restantes actores e membros da equipa técnica, bem como de todo os 80`s.&lt;br /&gt;Flop enorme no seu tempo (viviam-se euforias de ficção científica com “Star Wars” e “E.T.”), “Blade Runner” apostava por uma aproximação mais adulta e até filosófica (sobre Deus, a relação entre criação e criador, o lugar no mundo por parte do ser criado, para quê, por quanto tempo) que se esperava. “The Thing” de John Carpenter (“por acaso”, do mesmo ano) também sofreu do mesmo efeito – público não queria ficção científica que não fosse para entreter, nem criaturas do espaço que não fossem ternurentas. Felizmente que o tempo se encarregou de lhes dar a importância que merecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Blade Runner” merece tudo o culto que tem e o que mais vier. O culto manter-se-á até ao fim dos tempos, vai ser um daqueles títulos em permanente (re)descoberta por gerações sucessivas de cinéfilos.  Em 2019, ou mais tarde, saberemos se o filme foi profético ou apenas “filme”. O visual do filme em nada foi ultrapassado (reflexo do enorme perfeccionismo que Scott tem nesta área – pena que já esteja “diluído” desde há uns anos). O trabalho de Ford e de todos os restantes actores é puro ouro (e mesmo assim, é consensual que Scott deu-lhes pouca atenção). O argumento usa elementos do film noir (o anti-herói relutante na sua nova missão, passado algo obscuro, uma sociedade com regras nas quais ele não se insere), da ficção científica clássica (futuro negro, o “lado negro” da tecnologia, a desumanização da sociedade, os desastres ecológicos) bem como uma série questões filosóficas sobre o Homem, a criação, a existência (os replicants tentam encontrar o seu criador, que se pode ver como uma parábola sobre a relação do Homem com Deus e a busca de resposta sobre a sua condição no mundo). Um daqueles momentos raros no Cinema que em série de elementos se combinam de forma perfeita.&lt;br /&gt;Com as permanentes (re)descobertas que o filme tem tido, as discussões sobre este e aquele aspecto não fazem mais do que continuar e reflectir aquilo que o filme é. Um filme sobre perguntas e a procura de respostas. É também tudo isto que o filme tem gerado entre os cinéfilos. É esta também a Magia do Cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Long live”Blade Runner”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S.: Mas, por favor, não se esqueçam de comprar a (fantástica) edição de coleccionador, que já foi aqui recomendada (&lt;a href=&quot;http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/209506.html&quot;&gt;http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/209&lt;wbr /&gt;506.html&lt;/a&gt;).</description>
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  <pubDate>Wed, 30 Apr 2008 10:06:51 GMT</pubDate>
  <author>Ziggy</author>  <link>http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/337185.html?view=12261665#t12261665</link>
  <title>Comentário a Lágrimas à chuva.</title>
  <description>Eu bem que gostava de levantar o cú da cadeira e ir ver esse grande filme.&lt;br /&gt;Mas como já disseram anteriormente, o filme só está em Lisboa numa sala!&lt;br /&gt;Se o filme chegar a estrear no Porto, Aveiro ou Viseu, espero poder ir vê-lo. Porque neste caso, mesmo que não quisesse (mas quero), tenho de concordar com o Markl. Será um crime se eu não for ver este filme ao cinema...&lt;br /&gt;Em relação aos que falam mal do filme, tenho umas perguntinhas a fazer-vos:&lt;br /&gt;1. Já viram o filme?&lt;br /&gt;2. Existe algum filme de Ficção Cientifica de que gostem? Se sim qual?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Markl, vê lá se fazes usos dos teus contactos e ajudas o resto do povo (ou como alguns dizem: a Paisagem) a ter a oportunidade de ver este filme no cinema...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado.</description>
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  <pubDate>Tue, 29 Apr 2008 21:48:08 GMT</pubDate>
  <author>É à esquerda ou à direita?</author>  <link>http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/337185.html?view=12257825#t12257825</link>
  <title>Comentário a Lágrimas à chuva.</title>
  <description>Que interlocutor tão fraquinho...</description>
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  <pubDate>Tue, 29 Apr 2008 18:53:50 GMT</pubDate>
  <author>Nuno Markl</author>  <link>http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/337185.html?view=12255521#t12255521</link>
  <title>Comentário a Lágrimas à chuva.</title>
  <description>Bom, para mim é merda.</description>
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  <pubDate>Tue, 29 Apr 2008 18:24:52 GMT</pubDate>
  <author>É à esquerda ou à direita?</author>  <link>http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/337185.html?view=12254753#t12254753</link>
  <title>Comentário a Lágrimas à chuva.</title>
  <description>...quase dois dias depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Markl, Markl...Markl...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com que então o Pearl Harbor é uma merda. Corroboro da ideia que não é grande &quot;coisa&quot; mas chamar merda a um filme que teve 34 nomeações para prémios, 9 ganhos e um deles chama-se Óscar, vindo de uma &quot;autoridade&quot; cinematográfica e ainda por cima em directo na rádio, não abona a favor do teu simpático e eloquente conhecimento desta arte. Reparaste que não te chamei crítico? - Não sou homem para ofensas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saliento que prémio não é propriamente sinónimo de qualidade mas significa no mínimo reconhecimento e agrado por parte de alguém, e para esses não é merda, ou baldes de merda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E fico por aqui, pois... já estavas à espera desta interlocução, não?&lt;br /&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 29 Apr 2008 08:51:26 GMT</pubDate>
  <author>morfose</author>  <link>http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/337185.html?view=12250145#t12250145</link>
  <title>Comentário a Lágrimas à chuva.</title>
  <description>Lindo, lindo, lindo.&lt;br /&gt;Um dos meus filmes favoritos de sempre.&lt;br /&gt;Li o livro há muitos anos (Do Androids Dream of Electric Sheep?) e fiquei maravilhada. Philip K. Dick foi um visionário e criou ambientes e diálogos fabulosos nos seus livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mestria de Ridley Scott é inconfundível, até no filme Legend isso é evidente, outro filme de culto para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;We are all animals, my lady&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=sA0Vyird8d0&amp;feature=related&quot;&gt;http://www.youtube.com/watch?v=sA0Vyird&lt;wbr /&gt;8d0&amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 28 Apr 2008 23:42:47 GMT</pubDate>
  <author>energy_power</author>  <link>http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/337185.html?view=12248097#t12248097</link>
  <title>Comentário a Lágrimas à chuva.</title>
  <description>Grande Filme, denoto ai um bom gosto em ti Markl.&lt;br /&gt;Talvez um dos filmes que me marcou a par de 2001, filmes como este já não se fazem, hoje em dia.... porra já pareço um velho a falar! </description>
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  <pubDate>Mon, 28 Apr 2008 20:29:22 GMT</pubDate>
  <author>Jorge</author>  <link>http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/337185.html?view=12244769#t12244769</link>
  <title>Comentário a Lágrimas à chuva.</title>
  <description>Uau! Que génio do humor sofisticado! Estou assombrado, sem palavras. &quot;The author is a dick!&quot; Epá... tou... tipo... epá...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Markl, tu contrata-me este homem prás PF, pá, antes que mais alguém lhe deite a mão!&lt;br /&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 28 Apr 2008 16:44:47 GMT</pubDate>
  <author>Loff</author>  <link>http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/337185.html?view=12241953#t12241953</link>
  <title>Comentário a Lágrimas à chuva.</title>
  <description>Fui em silenciosa oração para a sala render-me perante aquele ecrã gigantesco. Há muito, muito tempo que não me arrepiava desta maneira perante um objecto de cinema. Venham lá dizer o que quiserem, mas a qualidade de imagem da cópia e do som, o modo como aquela música e aqueles efeitos sonoros brotam das colunas, toda a experiência é de ir às lágrimas. Aquela intro nestas condições é qualquer coisa do outro mundo. O mundo permanece muito tempo depois de sairmos. É daqueles filmes que nos ocupam a vida inteira, para sempre, e que se lixe o resto. Life-changing to say the least.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora só falta escrever plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. </description>
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  <pubDate>Mon, 28 Apr 2008 16:22:52 GMT</pubDate>
  <author>Carlos Jesus</author>  <link>http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/337185.html?view=12241697#t12241697</link>
  <title>Comentário a Lágrimas à chuva.</title>
  <description> Olá Markl,&lt;br /&gt;na minha mais ingénua e melíflua fuga sagaz para temas cinéfilos, a única coisa que me ocorre é nada mais, nada menos do que: BLADE RUNNER (ainda por cima escrito num pc toshiba à prova de água e de choque e sem utilizar o capslock, não é fantástico e digno de coisa que se diga?). Então pronto, deixem-se de autocomiserações e de devaneios pseudo-intelectuais e corram todos ao El Corte Inglès de Lisboa, de modo a que quando eu lá for no dia do trabalhador na sessão das 16h00 horas ir acompanhado de indivíduos que por que não mais queiram admitir frequentam assiduamente e são fãs do NM, senão somente do blog dele. Desculpem lá a pressa mas tenho de me ir apanhar a camionete. Vamos lá fazer com que a sala da UCI em Lisboa fique de tal maneira cheia, que tenham de colocar o Blade Runner em exibição No Londres, no pa´s inteiro, sim, porque apesar de tudo: eu vá lá que moro em Alvalade... </description>
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