<?xml version='1.0' encoding='utf-8' ?>

<rss version='2.0' xmlns:lj='http://www.livejournal.org/rss/lj/1.0/'>
<channel>
  <title>Comentários do blog Horas Extraordinárias</title>
  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt</link>
  <description>Horas Extraordinárias - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Wed, 22 May 2013 19:45:06 GMT</lastBuildDate>
  <generator>LiveJournal / SAPO Blogs</generator>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2869969#t2869969</guid>
  <pubDate>Wed, 22 May 2013 19:45:06 GMT</pubDate>
  <author>Anónimo</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2869969#t2869969</link>
  <title>Comentário a O génio infantil</title>
  <description>Um belíssimo post e interessantes comentários, passando pela hipótese de as crianças talvez terem ouvido algo no género e sairem-se com definições encantadoras. De uma maneira ou de outra, o mérito é delas, pois, pelo menos, revelam capacidade de fixar algo que acham interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero tirar o mérito à menina da belíssima definição de vento: o «ar cheio de pressa». Tenho a certeza de que é de sua autoria. Mas acabou por me inspirar uma pequena história.&lt;br /&gt;(Desculpem não me identificar, mas morro de medo de que não gostem):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era uma vez um avô, cujos trabalhos e agruras da vida não haviam destruído a poesia que lhe ia na alma e que ele guardava para si, pois não aprendera a ler nem a escrever.&lt;br /&gt;Um dia, ia a sair de casa com a neta, de dois anos. Era um dia de ventania, as árvores pareciam zangadas, agitavam-se em todas as direcções, em silvos ameaçadores. A neta encolheu-se.&lt;br /&gt;- Que tens?&lt;br /&gt;Começou a chorar. E o avô percebeu:&lt;br /&gt;- Tens medo do vento? Não precisas. – Chegando o seu rosto ao dela, acrescentou: - Não sabias que o vento é o ar cheio de pressa?&lt;br /&gt;A neta lançou-lhe dois olhos escancarados, ainda brilhantes das lágrimas. O avô sorria-lhe e aquele assombro fê-la esquecer o choro.&lt;br /&gt;Passados dois ou três anos, o avô e a neta tornaram a sair, num dia de ventania. A neta riu-se:&lt;br /&gt;- Olha, avô, o ar hoje está outra vez cheio de pressa.&lt;br /&gt;O avô olhou-a, emocionado, por aquela sua inspiração não ter caído no esquecimento, como tantas outras.&lt;br /&gt;A neta entrou para a escola, aprendeu a ler e a escrever e o avô pedia-lhe que ela lhe lesse as legendas dos filmes, realizando um velho sonho. Finalmente entendia-os na sua plenitude! &lt;br /&gt;Um dia, a professora pediu aos alunos que escrevessem uma definição de vento. Enquanto os colegas se esforçavam a pensar, a neta não perdeu tempo e escreveu: «o vento é o ar cheio de pressa». E sorriu, ao lembrar-se do avô, que lhe ensinava coisas tão bonitas, apesar de não saber ler as legendas da televisão.&lt;br /&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2869713#t2869713</guid>
  <pubDate>Wed, 22 May 2013 14:55:13 GMT</pubDate>
  <author>titi</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2869713#t2869713</link>
  <title>Comentário a O génio infantil</title>
  <description>O tema &apos;&apos;criatividade infantil&apos;&apos; remete-me sempre para estas maravilhas que uma criança próxima produz em série. Vejam se tenho ou não razão:&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://demaneirasqueeassim.blogs.sapo.pt/117856.html&quot;&gt;http://demaneirasqueeassim.blogs.sapo.p&lt;wbr /&gt;t/117856.html&lt;/a&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2869457#t2869457</guid>
  <pubDate>Wed, 22 May 2013 13:55:37 GMT</pubDate>
  <author>Filipa Fonseca Silva</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2869457#t2869457</link>
  <title>Comentário a O génio infantil</title>
  <description>Nem de propósito: antes ainda de ler o seu post , li este, acerca do lançamento de um livro infantil que inclui um dicionário feito por crianças, com definições igualmente deliciosas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http:/ catracalivre.com.br /geral/cidadania indicacao dicionario-feito-por-criancas-revela-a-a&lt;wbr /&gt;dultos-um-mundo-que-ja-esqueceram /&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha preferida é esta - Adulto: Pessoa que em toda coisa que fala, fala primeiro dela mesma (Andrés Felipe Bedoya , 8 anos)&lt;br /&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2869201#t2869201</guid>
  <pubDate>Wed, 22 May 2013 13:42:57 GMT</pubDate>
  <author>Daniel Serrano</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2869201#t2869201</link>
  <title>Comentário a O génio infantil</title>
  <description>Lembra-me um glossário do já quase centenário Manoel de Barros em que apresenta, para &apos;lesma&apos;, por exemplo, a seguinte definição: &quot;semente molhada de caracol que se arrasta&quot;.</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2868945#t2868945</guid>
  <pubDate>Wed, 22 May 2013 12:40:59 GMT</pubDate>
  <author>António Luiz Pacheco</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2868945#t2868945</link>
  <title>Comentário a O génio infantil</title>
  <description> Uma delícia este post!!! &lt;br /&gt; A minha mulher que é educadora, conta-me muitas destas... e há de facto um manancial de definições fabulosas.  &lt;br /&gt; Mas serão só as crianças? Na nossa sociedade urbana e dita evoluída sim... mas e nas outras? &lt;br /&gt; Faço a pergunta, pois lido diariamente com pessoas cuja ingenuidade cabe nesta descrição infantil e neste post Extraordinário. Ainda há umas duas semanas, na recôndita aldeia de M&apos;banjo perdida no planalto do Bailundo do soba Fernando Dirito, tirei uma foto fantástica a um velho muito velho e expressivo. Ele desconhecia as máquinas digitais... e como faço sempre, mostrei-lhe a sua face gravada na parte de trás do visor da minha Pentax. &lt;br /&gt; Exclamação imediata e genuína: &quot;Óh! Como fui parar aí?&quot;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Saudações do Planalto Central&lt;br /&gt; </description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2868689#t2868689</guid>
  <pubDate>Wed, 22 May 2013 12:20:24 GMT</pubDate>
  <author>magnolia</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2868689#t2868689</link>
  <title>Comentário a O génio infantil</title>
  <description>Eu tinha sempre a pontuação máximas nas redacções da primária, mas foi no 5º ano que tive uma professora que me disse que poderia ter futuro nas letras por causa de um resumo que fiz da &quot;Raposa salta-pocinhas&quot; Nunca esqueci este comentário da professora de português, mas também até agora não consegui descortinar grande talento em mim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ver se o talento ainda virá com a idade e a minha professora do 5º ano mostre finalmente que tinha razão:))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijinhos&lt;br /&gt;Cláudia </description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2868433#t2868433</guid>
  <pubDate>Wed, 22 May 2013 11:58:04 GMT</pubDate>
  <author>Beatriz Santos</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2868433#t2868433</link>
  <title>Comentário a O génio infantil</title>
  <description>Estão tão infantis que comovem, essas definições. Obrigada, Rosário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Há tempos disseram-me que tinha morrido num acidente de mota um miúdo a quem me liguei na infância por ser de natureza miúda e meio diferente de todos os outros. Vieram-me então à memória algumas das suas pequenas diferenças. Um dia dei com ele chorando mansamente, sem uma palavra. Estás doente? alguma coisa te fez triste? e ele, olhos vidrados, as lágrimas cara abaixo, não, hoje acordei triste. Abafei o riso dos outros. Tens razão, a gente se está triste chora; queres chorar aqui ou lá fora? e ele, aqui. E deitou a cabeça nos braços, ficou ali a chorar de apetite. Daí a um bocado agarrou no lápis e continuou. Adulta chata, inquiri,  melhoraste? Ele, estou bom, já não tenho a tristeza cá dentro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez em que uma demonstradora de produtos de beleza nos visitou, por motivos que desinteressam, experimentei uns batons. Ele entrou entretanto e perguntei, gostas? estou bonita?  fez um olho apreciador, mirou durante um momento e, gosto, mas era mais bonito se fosse azulinho claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha uma mãe que se chamava Violeta e um pai que lhe fazia versos ao pequeno almoço. Vejo ainda a sua carita redonda numa doçura infinita a abeirar-se, quer ouvir o que o meu pai disse hoje  à minha mãe?e a voz desvanecia-lhe de orgulho no poema.&lt;br /&gt;Como é que uma vida em toda a sua complexidade pode caber nuns tão curtos 18 anos. E me continua a parecer que não cabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2868177#t2868177</guid>
  <pubDate>Wed, 22 May 2013 11:45:19 GMT</pubDate>
  <author>Cristina Torrão</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2868177#t2868177</link>
  <title>Comentário a O génio infantil</title>
  <description>Nesta segunda leitura, descobri algumas gralhas/erros no meu comentário. Mas, pronto, é apenas um comentário de blogue, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;;)</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2867921#t2867921</guid>
  <pubDate>Wed, 22 May 2013 11:39:16 GMT</pubDate>
  <author>José Catarino</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2867921#t2867921</link>
  <title>Comentário a O génio infantil</title>
  <description>Lá diz o poeta, &quot;grande é a poesia, a bondade e as danças / mas o melhor do mundo são as crianças...&quot;&lt;br /&gt;Por causa dele, de Lorca e de outros que tais, abandonei no final da adolescência a produção poética. Como um espelho, mostravam-me que só escrevia lixo...</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2867665#t2867665</guid>
  <pubDate>Wed, 22 May 2013 11:38:34 GMT</pubDate>
  <author>Cristina Torrão</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2867665#t2867665</link>
  <title>Comentário a O génio infantil</title>
  <description>São coisas deliciosas, sem dúvida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é preciso ter muito cuidado quando se lida com crianças, para não incorrer em erros que, por um lado, nos podem iludir, por outro, as podem prejudicar grandemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As crianças tendem a repetir muito aquilo que se diz em casa. Longe de mim concluir que as expressões aqui apresentadas não sejam da autoria das crianças em questão, mas temos de pôr sempre essa hipótese: terá a criança essa veia criativa e poética, ou terá alguém que viva com ela? Claro que também, neste último caso, pode ser uma grande ajuda para que a criança desenvolva a sua criatividade. Mas atenção: nem tudo é espontâneo. Claro que, perante o petiz, não devemos mostrar essa desconfiança, apenas registá-la na nossa mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo aspeto é que cada criança tem o seu ritmo de aprendizagem e revelação das suas aptidões. O facto de uma criança ser muito imaginativa, no infantário ou durante o ensino básico, pode não significar que assim fique pela vida fora. E uma criança apagada nessa altura da sua infância, mesmo que não revele imaginação e poesia nenhuma, pode, mais tarde, revelar-se num poço de talento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde está aqui o perigo? Os adultos tendem a tipificar as crianças muito cedo, do estilo: &quot;este vai ser um grande escritor&quot;, ou &quot;esta não tem jeitinho nenhum para a escrita (ou para o desenho, ou para a ginástica, etc.). É que isso pode mesmo não ser verdade! E, por mais que nos pareça o contrário, as crianças interiorizam aquilo que os adultos lhe dizem, convencendo-se de que realmente não têm talento nenhum, quando, no fundo, estão cheio dele. Conforme o temperamento da criança e a convicção com que os adultos lhes dizem certas coisas, pode-se dar o caso de nunca conseguirem revelar o seu talento.</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2867409#t2867409</guid>
  <pubDate>Wed, 22 May 2013 10:19:08 GMT</pubDate>
  <author>Blondewithaphd</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2867409#t2867409</link>
  <title>Comentário a O génio infantil</title>
  <description>Que coisas deliciosas!</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2867153#t2867153</guid>
  <pubDate>Wed, 22 May 2013 10:07:02 GMT</pubDate>
  <author>Pedro Almeida Sande</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2867153#t2867153</link>
  <title>Comentário a O génio infantil</title>
  <description>Quando comecei a ler este magnífico post da Rosário tinha acabado de «ler» o pó de arroz do «pequeno/grande» Carlos Paião de que me permito reproduzir excertos: é como enfeitar um embrulho, arroz com gorgulho do teu arrozal… arroz integral, infernal… esse pó que é fatal, és a tal que me encanta… quando chegas com todo o teu arroz…» O Carlos era pois, e é que o Carlos é imortal na sua inocência, um miúdo criativo cujo arrozal era embrulhado de uma forma natural. &lt;br /&gt;A maturação e o olhar atento permitem perceber que a criatividade, que não é apenas uma caraterística de uma face ainda límpida sem pó de arroz, é apenas um elemento, um parco elemento da criação de um autor. Ao pó teremos de acrescentar base, rimmel e outros artefactos que me eximo de enumerar, já que não são propriamente elementos que me sejam assim tão próximos…para além de excelentes maquilhadores.&lt;br /&gt;Uma das grandes virtudes destas “horas extraordinárias” é mesmo a aprendizagem rápida e certeira nas conclusões que não basta a um criador que queira expor a sua criatividade a possuir. E que há um mundo inventivo, limitado por barreiras muitas vezes fatais, algo formatado, naquilo que a programação neuro linguística trata da diferença entre o mundo real e o mundo percebido. Um berbere percebe a areia e o deserto de forma bem diferente do que um camionista, mesmo um daqueles que já divisa a proximidade da cidade através do aquecimento do asfalto. Ontem o criativo Afonso Cruz (que aprecio como pessoa e criador de imagens escritas e visuais; um claro visual em termos da PNL) definia o sentido de urgência de cães e gatos, em linhas retas e quebradas (gostaria de ter-lhe apresentado o meu cão, que se revela na locomoção com um sentido felino, um verdadeiro flanqueador de obstáculos e locomotor em ziguezague). Muitos outros fatores são necessários, muitos deles mesmo aqueles que gostaríamos de afastar do nosso quadro referente e que vão acomodando modelos que vão exaurindo a diversidade e impondo, modelando, a regularidade. Afinal somos todos humanos e gostamos pouco de nos aventurar a outros mundos diferenciados, pelo que: &lt;br /&gt;«Jovenzinho, se te voltarem a perguntar pós infância, nesse período onde à cor sucede o cinzentismo e em que a inocência já não é tolerada, entrado num mundo criativamente idêntico, o que é uma avestruz, não te atrevas a responder: «uma girafa dos passarinhos». &lt;br /&gt;Responde antes: “uma ave não voadora, da família Struthionidae, do género Struthio e da ordem dos Struthioniformes”»&lt;br /&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2866897#t2866897</guid>
  <pubDate>Wed, 22 May 2013 09:03:48 GMT</pubDate>
  <author>Carla Pais</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2866897#t2866897</link>
  <title>Comentário a O génio infantil</title>
  <description>Fica mais uma vez provado que o mundo visto pelos olhos de uma criança tem outra cor... Mas depois vêm a sociedade cheia de certezas e designações de verdades únicas e estraga tudo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A professora do meu filho mais novo dizia-nos sempre: &quot; Vá lá, deixem os miúdos descobrir do que é feita a terra&quot; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta deliciosa: &quot;Avestruz é a girafa dos passarinhos&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço.</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2866641#t2866641</guid>
  <pubDate>Wed, 22 May 2013 08:26:44 GMT</pubDate>
  <author>ASeverino</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183761.html?view=2866641#t2866641</link>
  <title>Comentário a O génio infantil</title>
  <description>O AR CHEIO DE PRESSA - que criatividade.&lt;br /&gt;Não sei se Millôr Fernandes, que tão bem definiu um especialista (UM ESPECIALISTA É ALGUÉM IGNORANTE EM TUDO MENOS NUMA COISA) seria tão criativo!</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183478.html?view=2866358#t2866358</guid>
  <pubDate>Tue, 21 May 2013 22:15:30 GMT</pubDate>
  <author>Beatriz Santos</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183478.html?view=2866358#t2866358</link>
  <title>Comentário a Tanto mar</title>
  <description>Correu bem de certeza. Fui à FNAC ler uns bocaditos, tomar-lhe o peso...mas já tinha resolvido não resistir à obra completa de António Gedeão. E dado que a minha lista de espera é nas compras, &quot;Ana Margarida,não perdes pela demora&quot;.</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183478.html?view=2866102#t2866102</guid>
  <pubDate>Tue, 21 May 2013 17:56:34 GMT</pubDate>
  <author>sandra p</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183478.html?view=2866102#t2866102</link>
  <title>Comentário a Tanto mar</title>
  <description>Exacto. E há uma certa pose... (talvez proposta pelo fotógrafo).&lt;br /&gt;Mas a escrita será seguramente diferente.</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183478.html?view=2865846#t2865846</guid>
  <pubDate>Tue, 21 May 2013 13:07:19 GMT</pubDate>
  <author>Jocamartinho</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183478.html?view=2865846#t2865846</link>
  <title>Comentário a Tanto mar</title>
  <description>Ó Rui&lt;br /&gt;A Sandra não comparou o texto, apenas o retrato, na sequência da minha visão sobre ambas as pessoas mencionadas: Rosário e Ana, ambas bonitas.&lt;br /&gt;O que a Sandra quis dizer foi que a Ana Margarida faz-lhe lembrar a margarida Rebelo, mas no aspecto facial.</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183478.html?view=2865590#t2865590</guid>
  <pubDate>Tue, 21 May 2013 12:08:03 GMT</pubDate>
  <author>Pedro Almeida Sande</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183478.html?view=2865590#t2865590</link>
  <title>Comentário a Tanto mar</title>
  <description>«Passei-lhe os olhos por cima um dia destes, quando fui respirar livros à hora de almoço. Deu para ver que é uma escrita muito segura e bem trabalhada, embora me tenha parecido um texto exigente, muito acima do normal de mercado.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concordo! E hoje não vai ser fácil optar entre o lançamento da Ana Margarida e o Dona Maria com a Maria T Horta. </description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183478.html?view=2865334#t2865334</guid>
  <pubDate>Tue, 21 May 2013 12:00:35 GMT</pubDate>
  <author>Anónimo</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183478.html?view=2865334#t2865334</link>
  <title>Comentário a Tanto mar</title>
  <description>Passei-lhe os olhos por cima um dia destes, quando fui respirar livros à hora de almoço. Deu para ver que é uma escrita muito segura e bem trabalhada, embora me tenha parecido um texto exigente, muito acima do normal de mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei com muita vontade de lhe dar uma oportunidade a sério. Está na lista de compras futuras, provavelmente com os vales que me hão-de oferecer no meu aniversário... :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sandra, não há qualquer semelhança com a Margarida Rebelo Pinto a nível de texto, posso garantir-lhe. Basta que leia um ou dois parágrafos ao calha e com certeza concordará comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rui Miguel Almeida</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183478.html?view=2865078#t2865078</guid>
  <pubDate>Tue, 21 May 2013 11:21:57 GMT</pubDate>
  <author>sandra p</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/183478.html?view=2865078#t2865078</link>
  <title>Comentário a Tanto mar</title>
  <description>Pois a mim, o retrato da autora lembra-me a Margarida Rebelo Pinto.</description>
</item>
</channel>
</rss>
