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  <title>Comentários do blog Horas Extraordinárias ao post O país de poetas ameaçado</title>
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  <description>Horas Extraordinárias - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Wed, 02 Feb 2011 22:53:31 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Wed, 02 Feb 2011 22:53:31 GMT</pubDate>
  <author>Anónimo</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/44167.html?view=449671#t449671</link>
  <title>Comentário a O país de poetas ameaçado</title>
  <description>Desenganem-se! E descansem. &lt;br&gt;Este é - ainda e sempre -um país de poetas. &lt;br&gt;O meu trabalho é (ou ressume-se a pouco mais que) receber originais numa... digamos, vanity publisher , e poesia é o que não falta. É vê-la chegar! Todos os dias, às carradas. &lt;br&gt;&lt;br&gt;E se, ainda outro dia, por aqui se falava de autores e de seus feitios, aproveito para partilhar que estes, os poetas, que me chegam todos os dias, são mesmo, mesmo poetas, cheios de autoria, de talento latejante: abusam das reticências, ou do amor suspirante ou do desespero existencialista, alguns escrevem odes ao desapego zen, e decidem o espaçamento entre os seus versos, acreditam na liberdade poética da vírgula, e insistem em misturar palavras para criar outras, num atrevimento linguístico de fazer corar. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Não sei se acredito neles, nos poetas, mas que existem, existem! &lt;br&gt;&lt;br&gt;E lá, onde eu trabalho, eles são publicados. Todos. &lt;br&gt;Todinhos. &lt;br&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 23 Jan 2011 15:57:23 GMT</pubDate>
  <author>Nilson Barcelli</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/44167.html?view=430471#t430471</link>
  <title>Comentário a O país de poetas ameaçado</title>
  <description>O problema é que a poesia não vende.&lt;br /&gt;E não vende por falta de uma estratégia de marketing das editoras.&lt;br /&gt;Beijo.</description>
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  <pubDate>Thu, 13 Jan 2011 23:16:33 GMT</pubDate>
  <author>António Luiz Pacheco</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/44167.html?view=411783#t411783</link>
  <title>Comentário a O país de poetas ameaçado</title>
  <description> António Aleixo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O excerto que deixei... o melro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A quem possa interessar (acho que poucos).</description>
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  <pubDate>Wed, 12 Jan 2011 19:38:35 GMT</pubDate>
  <author>Daniel Ferreira</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/44167.html?view=407943#t407943</link>
  <title>Comentário a O país de poetas ameaçado</title>
  <description>Deste texto e desta problemática levanto uma questão (e responderei por mim) que me parece pertinente e construtiva: será que é assim tão mau, os grandes grupos editoriais ignorarem a poesia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A meu ver, se quer que lhe diga, parece-me óptimo. Se tivermos em conta que o grosso das publicações dessas “massas disformes e sem carácter” pautam pela crescente falta de exigência e qualidade, pelo mediano como garantia, podemos, penso eu, aritmeticamente concluir que esse hiato – o do desleixo do mercado pela poesia – deve ser preenchido por pequenas editoras que garantam a mínima qualidade, mesmo que feita pelo gosto. Aliás, não é preciso ir muito longe (como em muitas outras coisas) para perceber que, mesmo aqui ao lado, em Espanha, a poesia vive desse circuito &quot;secreto&quot; de editoras viradas exclusivamente para a poesia. E se aqui, em Portugal, nessas proporções já se vê alguns casos de crescente sucesso, o nosso problema, parece-me, vem da cultura editorial que ainda vinga apoiada nos sucessos numéricos de outros tempos – quais sebastianistas perdidos no deserto até que encontram oásis maravilhosos para iludir a sua sede. Se calhar sou eu a sonhar alto, mas só ao fomentar um mercado editorial de risco pela quantidade podemos atingir a qualidade e reeducar os leitores perdidos. É preciso, claro, haver pessoas com coragem e dinheiro para isso, mas isso já são outros quinhentos paus.&lt;br /&gt;Já agora e finalizando: isto tanto se aplica ao mundo editorial como ao universo livreiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os mais sinceros cumprimentos  &lt;br /&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 12 Jan 2011 16:06:56 GMT</pubDate>
  <author>josé luís</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/44167.html?view=407175#t407175</link>
  <title>Comentário a O país de poetas ameaçado</title>
  <description>não sei por que razão leio poesia, mas sei que a vida seria pior se não lesse. também não sei se esta é uma razão necessária, mas parece-me mais que suficiente...&lt;br /&gt;e o que aconselhar a quem quer publicar?</description>
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  <pubDate>Tue, 11 Jan 2011 11:48:19 GMT</pubDate>
  <author>António Luiz Pacheco</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/44167.html?view=402055#t402055</link>
  <title>Comentário a O país de poetas ameaçado</title>
  <description> Hum... então e se bem entendo, posso concluir que é daquelas respostas que temos de procurar &lt;br /&gt;nós mesmos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Peço desculpa pela forma como insisti!&lt;br /&gt; De qualquer modo já achei uma resposta nestes dois comentários anteriores, que agradeço.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; E sabem que mais? Pois vou pôr um livro de poemas na mesa de cabeceira e vou começar&lt;br /&gt;por um dos meus preferidos: Júlio Diniz!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Obrigado pela Vossa paciência! </description>
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  <pubDate>Tue, 11 Jan 2011 10:52:13 GMT</pubDate>
  <author>Maria do Rosário Pedreira</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/44167.html?view=400775#t400775</link>
  <title>Comentário a O país de poetas ameaçado</title>
  <description>Caríssimo,&lt;br /&gt;Há perguntas que não têm simplesmente resposta...</description>
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  <pubDate>Tue, 11 Jan 2011 10:48:20 GMT</pubDate>
  <author>luis eme</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/44167.html?view=400519#t400519</link>
  <title>Comentário a O país de poetas ameaçado</title>
  <description>não sabia que queria uma resposta taxativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;cada um de nós que lê poesia, terá mil e uma razões diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu quando leio poesia, procuro (e encontro) a beleza e a liberdade das palavras, que se sentem e soltam de uma forma muito diferente da prosa, são mais profundas e oferecem-nos diversos caminhos para &quot;vaguearmos&quot;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não é por acaso que no mesmo poema, é possível que duas pessoas encontram sentidos e espaços diferentes...</description>
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  <pubDate>Tue, 11 Jan 2011 02:28:49 GMT</pubDate>
  <author>António Luiz Pacheco</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/44167.html?view=400263#t400263</link>
  <title>Comentário a O país de poetas ameaçado</title>
  <description> Espantoso, me desculpem, pois sou um ignaro!&lt;br /&gt; Confesso e assumo... logo excusam de o repetir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Lamento, sinceramente... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Fiz a pergunta... num blog (seja lá isso o que for e o que quer que signifique... o meu computador  é a petróleo!) que parece que devia (de?) ser de gente sabedora... que esbanja sabedoria...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Porque é que se lê poesia?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  E ninguém me explicou... nem sequer tentou...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Se calhar é por isso mesmo... ninguém sabe, mas parece bem... e deve dizer-se que sim e &lt;br /&gt;essas coisas todas... e eu fico na mesma!&lt;br /&gt; Pobre, inculto e obstruso...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Olhem tomem lá esta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O danado do melro, &lt;br /&gt; onde foi fazer o ninho?&lt;br /&gt; Entre as pernas duma moça...&lt;br /&gt; no mais alto cabelinho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Claro que é versão minha, com pontuação que eu achei devia ser...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Sabem de quem é???? &lt;br /&gt; Calhando, não...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    </description>
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  <pubDate>Tue, 11 Jan 2011 00:24:37 GMT</pubDate>
  <author>Jose Duarte</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/44167.html?view=400007#t400007</link>
  <title>Comentário a O país de poetas ameaçado</title>
  <description>Eu gosto muito de poesia porque me delicia a depuração da palavra, da imagem, da emoção.&lt;br /&gt;Diz-se que o primeiro verso é uma oferta divina; os restantes serão sangue, suor e lágrimas do autor.&lt;br /&gt;Estaria disposto a este sacrifício se tivesse alguma vez recebido a Sua benção, benignidade, o que for... Rsrs.&lt;br /&gt;Apesar do que escreve -- A Rosário trabalha no meio -- parece-me que se edita bastante poesia em Portugal.&lt;br /&gt;Mesmo que o número de leitores não seja alargado, os que compram obras de poesia são fiéis e bons acolhedores do que vai sendo editado... Digo eu.&lt;br /&gt;Não há prémios para a poesia. Nem em Portugal, nem sequer o Nobel.&lt;br /&gt;Se bem me lembro, apenas Octávio Paz terá recebido o Nobel. (Estarei a errar?)&lt;br /&gt;A Sophia merecia; o Nuno Júdice, o Al Berto, tantos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A propósito: para quando o seu próximo livro de poemas? Já reservei um espaço para ele na minha estante, Rosário.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa noite.</description>
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  <pubDate>Tue, 11 Jan 2011 00:21:26 GMT</pubDate>
  <author>luis eme</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/44167.html?view=399751#t399751</link>
  <title>Comentário a O país de poetas ameaçado</title>
  <description>mas a Rosário não publica poesia na &quot;Leya&quot;, porque não quer ou porque não pode?</description>
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  <pubDate>Mon, 10 Jan 2011 22:04:41 GMT</pubDate>
  <author>vítor</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/44167.html?view=399495#t399495</link>
  <title>Comentário a O país de poetas ameaçado</title>
  <description>Portugal é um país de poetas como o são a Indonésia, o Canadá, o Burkina Faso, a Roménia ou o Botão. Mitos que o império teceu...</description>
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  <pubDate>Mon, 10 Jan 2011 17:49:16 GMT</pubDate>
  <author>madrigal</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/44167.html?view=399239#t399239</link>
  <title>Comentário a O país de poetas ameaçado</title>
  <description>e de que forma devia ser ensinada a poesia na escola?o modelo actual ou do meu tempo ( tenho cerca de 30 anos) não funciona, não vejo os jovens da minha idade muito interessados em poesia e os mais jovens também não.&lt;br /&gt;lembre-se que muitos não têm livros em casa e a escola, nesses casos, devia funcionar como um veículo para conhecer poetas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 10 Jan 2011 16:38:44 GMT</pubDate>
  <author>Areia às Ondas</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/44167.html?view=398983#t398983</link>
  <title>Comentário a O país de poetas ameaçado</title>
  <description>De facto, não se vende poesia no país dos poetas, não se ensina a gostar de ler poesia nem se incentiva a sua audição através de sessões de leitura e, pior ainda, não se fomenta a sua criação nas camadas jovens que, como disseram num comentário, na escola a poesia é anexa a este ou aquele estilo, com estas ou aquelas características, num processo frio e distante, quase matemático, quando a poesia é quente e interior. &lt;br /&gt;Na adolescência dá-nos aquele rebate e desatamos a escrever como se tivéssemos o mundo inteiro dentro de nós; mas é uma descoberta de nós próprios, por nós próprios, feita sem azimutes, e assim nasce mais um poeta que não morrerá nunca, cada um deles a querer ser Pessoa, quantas vezes antes da sua pessoa se apessoar e apossar de ser gente. Mas como parece ser o destino dos nascidos neste país, é quase uma obrigação sermos poetas, um fado, uma sina. &lt;br /&gt;Curiosamente o post de hoje do blog da Pó dos Livros é sobre um ladrão de poesia, ao que parece, de gosto refinado e sabedor, de onde se podia concluir que se publica pouco, se vende ainda menos e ainda por cima, há quem roube os livros. </description>
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  <pubDate>Mon, 10 Jan 2011 16:32:07 GMT</pubDate>
  <author>Maria do Rosário Pedreira</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/44167.html?view=398727#t398727</link>
  <title>Comentário a O país de poetas ameaçado</title>
  <description>Obrigada, Anabela.</description>
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  <pubDate>Mon, 10 Jan 2011 16:13:50 GMT</pubDate>
  <author>jose-catarino</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/44167.html?view=398471#t398471</link>
  <title>Comentário a O país de poetas ameaçado</title>
  <description>Discordo. A escola tem costas largas, paga por todos os males da sociedade. Só falta aparecer um homossexual a dizer que a escola o não ensinou a gostar de mulheres.</description>
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  <pubDate>Mon, 10 Jan 2011 16:11:19 GMT</pubDate>
  <author>jose-catarino</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/44167.html?view=398215#t398215</link>
  <title>Comentário a O país de poetas ameaçado</title>
  <description>E -- não é piada -- a poesia combina muito bem com a pintura, com a música, com amigos, com bom vinho. A arte de a dizer pode valorizar os textos. Falta gente de visão. capaz de ganhar e de dar a ganhar dinheiro aos nossos poetas. De notar que adoro poesia, mas não escrevo poemas. Com muita pena minha.</description>
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  <pubDate>Mon, 10 Jan 2011 16:02:22 GMT</pubDate>
  <author>Gertrudes Oliveira</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/44167.html?view=397703#t397703</link>
  <title>Comentário a O país de poetas ameaçado</title>
  <description>Prezada Maria do Rosário, os livros de poesia sempre tiveram tiragem reduzida e tal não impediu a afirmação dos nossos poetas.&lt;br /&gt;E por falar em poetas, agora há quem critique o Manuel Alegre por presidir ao Prémio LeYa. Já não bastava o prémio não ter sido atribuído e as dúvidas que isso levantou. Enfim.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://quintoimperiodomundo.blogspot.com/2011/01/o-premio-leya-e-manuel-alegre.html&quot;&gt;http://quintoimperiodomundo.blogspot.co&lt;wbr /&gt;m/2011/01/o-premio-leya-e-manuel-alegre.h&lt;wbr /&gt;tml&lt;/a&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 10 Jan 2011 15:31:00 GMT</pubDate>
  <author>jose-catarino</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/44167.html?view=397447#t397447</link>
  <title>Comentário a O país de poetas ameaçado</title>
  <description>Errata: Luciana Stegagno Picchio. As minhas desculpas.&lt;br /&gt;JCC</description>
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  <pubDate>Mon, 10 Jan 2011 15:29:29 GMT</pubDate>
  <author>jose-catarino</author>  <link>http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/44167.html?view=397191#t397191</link>
  <title>Comentário a O país de poetas ameaçado</title>
  <description>Creio que só esporadicamente alguns poetas portugueses conseguiram vasto público: Guerra Junqueiro, Florbela Espanca, talvez José Régio e José Gomes Ferreira, e pouco mais. A projecção internacional da lírica medieval deve-se sobretudo a italianos (Luciana Stegnano Picchio, Tavani, etc.), a lírica de Camões só foi publicada postumamente e muito deve a espanhóis como Faria e Sousa, Pessoa não nos deixou um único livro de lírica, Torga publicou em edições de autor, creio eu... País de poetas sem leitores.</description>
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