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  <title>Comentários do blog Pedro Rolo Duarte ao post A máscara e o problema</title>
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  <description>Pedro Rolo Duarte - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Wed, 17 Feb 2010 22:01:05 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Wed, 17 Feb 2010 22:01:05 GMT</pubDate>
  <author>Francisco Castelo Branco</author>  <link>http://pedroroloduarte.blogs.sapo.pt/135503.html?view=1103439#t1103439</link>
  <title>Comentário a A máscara e o problema</title>
  <description>Nunca o Carnaval fez tanto sentido como este ano....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas as mascaras estão a cair</description>
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  <pubDate>Mon, 15 Feb 2010 11:22:44 GMT</pubDate>
  <author>Proxima Jornada Liga Sagres</author>  <link>http://pedroroloduarte.blogs.sapo.pt/135503.html?view=1101391#t1101391</link>
  <title>Comentário a A máscara e o problema</title>
  <description>Como disse um dia, o nosso primeiro ministro... Esta crise é diferente das outras... pra quem tem emprego (aka fonte de rendimentos), a situação está bem melhor... taxa de juro baixa, deflação, oportunidades de compra, ... Isso justifica de certa forma que metade do país ande para aí a encher hoteis, ou a melhorar o parque automovel... enquanto a outra parte anda com o coração nas maos, a pensar se vai ter dinheiro para por o pão na mesa para a sua familia, durante muito mais tempo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 14 Feb 2010 10:16:55 GMT</pubDate>
  <author>isabel mota</author>  <link>http://pedroroloduarte.blogs.sapo.pt/135503.html?view=1100623#t1100623</link>
  <title>Comentário a A máscara e o problema</title>
  <description>Vivemos num país em que o individualismos está a cima de tudo. Onde apetece desistir, embora isso também não faça parte da nossa condição humana. É talvez seja isso que nos mantêmos , ainda, atentos embora muitas vezes até nós mesmos sejamos individualistas na ajuda aos outros. Para quê tentar juntar um grande grupo quando depois não aparece ninguém. Para quê preparar um &quot;corso&quot; quando os animadores são sempre os mesmos e estão cansados. Parece-me que vamos sorrindo, porque ainda há quem conte apenas consigo próprio, nas suas estratégias para ser responsável, integro e altruísta. Quanto aos outros, aos que mandam, aos que nos decepcionam quando o poder lhes muda os valores, quando a tentação de uma grande conta bancária é enorme, esses... esses são os que elegemos, ou pelo menos aqueles que as pessoas que votam elegem. Cobardemente, assumo, fico-me pelo dia a dia, fazendo o meu melhor sem criar expectativas . Abstraindo-me, pois não faço parte dos que enchem shoppings nem me encho de dívidas. O equilíbrio um dia terá que resolver o problema insustentável de todos, dos pseudo e dos poderosos. Até porque já tive oportunidade de sentir na pele um alerta que nos mostra como basta um minuto para que tudo mude na nossa vida. Ainda que não tenha sido isso que mudou a minha maneira de agir, ensinou-me muitas coisas.&lt;br /&gt; Hoje estou viva porque sobrevivi a uma situação que durou menos que um minuto , caso contrário já não estaria aqui. E penso que é o que basta, um minuto destes para resolver o grande problema. Quem paga os seus impostos correctamente não pode ter um minuto para descansar. No caso das empresas, que se atrasam nos impostos, às vezes porque o Estado é o seu fornecedor e não lhes paga, basta um minuto e já têm as finanças em cima. Ou aqueles empresários, que não fazem parte da maioria que declara o salário mínimo e recebe o triplo , e não declaram a realidade, para pagarem o menos possível, basta um minuto para já lhes terem encontrado uma solução para se manterem assim. Há também as empresas que assumem as suas dificuldades, mas basta um minuto e já estão em tribunal e ainda houvem um juiz dizer-lhes que têm é que pagar o trabalho porque já está feito, sem que ninguém assuma a responsabilidade dos que vão utiliza-lo. E quando a empresa descobre que foi feito por técnicos desqualificados e pede responsabilidades ouve-se (e está registado nas gravações da audiência) o juiz dizer que o que conta é que o trabalho está feito, tanto faz que tenha sido feito por engenheiros da Nasa ou por trabalhadores ucranianos, o trabalho está feito. Ninguém se responsabiliza se algo correr mal, nem quando são casos que envolvem vidas humanas... Quando vivermos nesta política de prognósticos no fim do jogo, de nunca responsabilizar ninguém, enquanto assim for, eu, pessoalmente, viro-me para o que faço e para a maneira como posso contribuir para a minha comunidade e para criar os meus filhos de forma a que sejam adultos íntegros e menos individualistas. resto.... deixa-me nervosa, por isso opto pelo lado bom. Sou dos que ousam expor-me nas pequenas coisas onde vejo que a minha intervenção muda algo para melhor. Desculpa alongar-me tanto mas as últimas edições dos jornais e os telejornais têm-me enojado a tantos níveis... Assim como a postura de um Estado que me diz, a propósito de uma cirurgia, que aguardo, através do médico que me esclarece acerca dos procedimentos e me diz que o equipamento que vão pôr na minha cabeça &quot;vem do estrangeiro&quot; e &quot;nem imagina o quanto custa... repare que é muito valioso, vamos colocar-lhe uma peça, nas veias do cérebro, que custa milhares de contos, não euros, milhares de ontos. Ao que eu perguntei &quot;e acha que isso corresponde a quanto... metade, três terços ou apenas 5% do valor de uma vida humana? É que se for mais caro manter-me viva talvez seja melhor pouparmos esses recuros para outras coisas&quot;. Não gosto de ser mal educada mas não consegui deixar de indignar-me. Entretanto continuo com duas bombas relógio no cérebro, à espera da tal peça. Talvez porque o país ainda não teve dinheiro para a comprar. Talvez por isso a minha cirurgia já tenha sido adiada duas vezes... e talvez por isso aqui continue a escrever porque ainda não chegou o meu minuto. &lt;br /&gt;Desejo que chegue rapidamente o minuto do país acordar! </description>
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  <pubDate>Sat, 13 Feb 2010 21:25:21 GMT</pubDate>
  <author>mariahenriques</author>  <link>http://pedroroloduarte.blogs.sapo.pt/135503.html?view=1100367#t1100367</link>
  <title>Comentário a A máscara e o problema</title>
  <description>ora então vamos lá à análise da entrevista à tvi do pedro passos coelho e de caminho tocamos no jardim: &lt;a href=&quot;http://bit.ly/cw1osr&quot;&gt;http://bit.ly/cw1osr&lt;/a&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 13 Feb 2010 18:45:35 GMT</pubDate>
  <author>Paulo Gorjão</author>  <link>http://pedroroloduarte.blogs.sapo.pt/135503.html?view=1100111#t1100111</link>
  <title>Comentário a A máscara e o problema</title>
  <description>Pois é amigo Pedro, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convém então não esquecer as especiais responsabilidades de quem escreve e publica. Na verdade, a tua descrição de um país comatoso, serviria os intentos de um qualquer espanhol, inglês, francês, sueco, islandês, grego, estadunidense, etc. Aquilo que vês e descreves como sendo algo nosso, hoje, é global. A solução está no equilibrio mundial a fazer com os BRIC&apos;s: a China, a India, A Rússia e o brazil; e outros como Angola. A depressão hoje, está em todo o hemisfério norte e setentrional, não é apanágio de portugueses. Agora, existe uma coisa importante, de alguma forma, teremos que enfrentar o golpe de estado que parece fazer escola neste país, com a utilização de meios poderosos para depor à força um governante eleito por maioria e que é incoveniente. Diz-me, que podes tu fazer, quando também estás económicamente dependente desse poder tentacular que hoje domina as televisões, os jornais, as rádios e, pelos vistos, alguns sectores da justiça, que a denegam, quando emitem para fora o que deveria estar dentro em investigação? Que podes tu fazer, quando a verdade é todos os dias adaptada para vender e salvar jornais? Como povo, vamos sair vitoriosos e mais experientes disto tudo. Tenho a certeza, que mais tarde ou mais cedo, como aconteceu recentemente em França, tudo se vai saber. Este tipo de estratégias e campanhas de assassínio de caracter não vão longe... o povo é sábio.</description>
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  <pubDate>Sat, 13 Feb 2010 15:38:39 GMT</pubDate>
  <author>laura</author>  <link>http://pedroroloduarte.blogs.sapo.pt/135503.html?view=1099855#t1099855</link>
  <title>Comentário a A máscara e o problema</title>
  <description>Alegoria por alegoria. Daí que o problema resida em sermos um país de meras alegorias que já poucos decifram.</description>
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  <pubDate>Sat, 13 Feb 2010 14:32:43 GMT</pubDate>
  <author>Amêijoa Fresca</author>  <link>http://pedroroloduarte.blogs.sapo.pt/135503.html?view=1099599#t1099599</link>
  <title>Comentário a A máscara e o problema</title>
  <description>Mascarados de intrepidez,&lt;br /&gt;tapando males disfarçados,&lt;br /&gt;daqui emerge a acidez&lt;br /&gt;de muitos feitos esforçados!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num país de touradas&lt;br /&gt;tão bravas e populares&lt;br /&gt;há figuras mascaradas&lt;br /&gt;de expressões singulares...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanta vã glória encornada&lt;br /&gt;por tão falsas ingenuidades,&lt;br /&gt;mostrando a testa enganada&lt;br /&gt;com proeminentes vacuidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impunidade visível&lt;br /&gt;crava-se de benignidade&lt;br /&gt;num desassombro tão risível&lt;br /&gt;perante a comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o múnus violado&lt;br /&gt;num festim prostituído&lt;br /&gt;o móbil é revelado&lt;br /&gt;como um bem corroído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São tantas palavras cansadas&lt;br /&gt;sobre problemas por resolver,&lt;br /&gt;as esperanças reforçadas&lt;br /&gt;de alegrias por devolver.</description>
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