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  <title>Comentários do blog Sem Pénis Nem Inveja ao post RETORNOS A FEITIÇOS</title>
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  <description>Sem Pénis Nem Inveja - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Wed, 31 Aug 2011 23:10:14 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Wed, 31 Aug 2011 23:10:14 GMT</pubDate>
  <author>António</author>  <link>http://sempenisneminveja.blogs.sapo.pt/1044662.html?view=5055414#t5055414</link>
  <title>Comentário a RETORNOS A FEITIÇOS</title>
  <description>ups... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o comentário acima era para outro post, de vetustas glórias!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;aqui ficaria bem, talvez, uma sugestão musical: &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=NPylDFoE1lU&quot;&gt;http://www.youtube.com/watch?v=NPylDFoE&lt;wbr /&gt;1lU&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;porque há mais que um talvez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por vezes, talvez demasiados talvez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;na crónica, o último talvez é de propósito e efeito assertivo, talvez poético também, mas de todo o jeito derrama biletes de certeza depois de bem fazer pensar, em meandros e camadas sucessivas para assentar, no leitor/interlocutor, a chama de algo em risco, senão perda, por contraponto a um mundo guardado na perfumada gaveta das memórias matriciais, sempre à espreita de ideiais oníricos a que E. Lourenço chama saudades do futuro, na verdade um futuro melhor, porventura ideal, mas ai de quem perca o sentido crítico, a lucidez de desejar (e reivindicar! e empreender!!) um mundo melhor, lugares de sonho, afinal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o que representa e pode aquele último talvez...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;;_)))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://blogs.sapo.pt/images/mood/EMOTICON_ANGEL.png&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 31 Aug 2011 20:22:15 GMT</pubDate>
  <author>c</author>  <link>http://sempenisneminveja.blogs.sapo.pt/1044662.html?view=5055158#t5055158</link>
  <title>Comentário a RETORNOS A FEITIÇOS</title>
  <description>quem diz isto sabe da poda...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;agradecimentos pela divulgação do bacalhau... a pedir bacalhoas na mesma terra ;-))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=nKNJMxzlics&amp;NR=1&quot;&gt;http://www.youtube.com/watch?v=nKNJMxzl&lt;wbr /&gt;ics&amp;NR=1&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Bacalhau_%C3%A0_Gomes_de_S%C3%A1&quot;&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Bacalh&lt;wbr /&gt;au_%C3%A0_Gomes_de_S%C3%A1&lt;/a&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 30 Aug 2011 20:20:13 GMT</pubDate>
  <author>António</author>  <link>http://sempenisneminveja.blogs.sapo.pt/1044662.html?view=5053878#t5053878</link>
  <title>Comentário a RETORNOS A FEITIÇOS</title>
  <description>cima - de telhados, arquitecturas, ruínas, lajedos e seus remendos de zinco, alumínio e lusalite, projectos de recuperação e outros arremedos de repovoamento, estamos bem aviados!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;loja - e na arca desferrada, havia cartas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;;_)))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://blogs.sapo.pt/images/mood/LOCAL_CASTELO_BRANCO.png&quot;&gt; &lt;img src=&quot;http://blogs.sapo.pt/images/mood/LOCAL_LISBOA.png&quot;&gt; &lt;img src=&quot;http://blogs.sapo.pt/images/mood/LOCAL_COIMBRA.png&quot;&gt;&lt;br /&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 30 Aug 2011 14:08:38 GMT</pubDate>
  <author>j</author>  <link>http://sempenisneminveja.blogs.sapo.pt/1044662.html?view=5053622#t5053622</link>
  <title>Comentário a RETORNOS A FEITIÇOS</title>
  <description>&quot;Nossa&quot; querida beira Alta!&lt;br /&gt;Que saudades!&lt;br /&gt;De cada vez que lá vou (e agora tenho ido pouco), as saudades começam logo no dia da chegada...</description>
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  <pubDate>Tue, 30 Aug 2011 11:08:06 GMT</pubDate>
  <author>Cão de Sernancelhe</author>  <link>http://sempenisneminveja.blogs.sapo.pt/1044662.html?view=5053366#t5053366</link>
  <title>Comentário a RETORNOS A FEITIÇOS</title>
  <description>E viva a Beira e o bacalhau à Aquilino de quem Salazar dizia :não gosta de mim , mas não faz mal...é um grande escritor....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A linguagem de Aquilino Ribeiro caracteriza-se fundamentalmente por uma excepcional riqueza lexicológica e pelo uso de construções frásicas de raiz popular, cheias de provincianismos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquilino foi sobretudo um estilista e, por isso, a sua linguagem vernácula e sem estrangeirismos é arejada, frequentemente condimentada nos diálogos com expressões entre grotescas e satíricas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ter optado por uma literatura de tradição, Aquilino procurou ao longo da sua vida uma renovação contínua de temas e processos, tornando-se assim muito difícil sistematizar a temática da sua vastíssima obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num número considerável de obras, Aquilino reflecte, ainda que distorcidas pela imaginação, cenas da sua vida: o convívio com as gentes do campo, a educação ministrada pelos sacerdotes, as conspirações políticas, as fugas rocambolescas, os exílios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até 1932, ano em que fixa residência na Cruz Quebrada, todos os ambientes, contextos e personagens que Aquilino cria, remetem para a sua querida Beira natal. O Malhadinhas, Andam Faunos pelos Bosques e Terras do Demo constituem o melhor exemplo desta situação. De facto, ver-nos-emos, com uma extrema facilidade, envolvidos com as suas personagens beiroas, os seus costumes, tradições e modos de falar típico. É certo que este processo tem as suas vantagens e interesse, mas limita em demasia os horizontes enquanto escritor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquilino Ribeiro como escritor não pode ser enquadrado em nenhuma das escolas e tendências da sua época. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://youtu.be/v0ZHK0oyMeg&quot;&gt;http://youtu.be/v0ZHK0oyMeg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 30 Aug 2011 09:32:29 GMT</pubDate>
  <author>Veneno C.</author>  <link>http://sempenisneminveja.blogs.sapo.pt/1044662.html?view=5053110#t5053110</link>
  <title>Comentário a RETORNOS A FEITIÇOS</title>
  <description>Uma estória tão velha que exige cabelos brancos para ser levada a sério, dita e redita, cantada, pintada, sonhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cidades não são belas nem inspiram amor: ilusão, negócio, paraíso de cada hora, pão nosso de cada dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pesadelo quase êxtase, talvez psicose?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda há dias não havia azul nem horizonte...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=i2zqHuEIx9s&quot;&gt;http://www.youtube.com/watch?v=i2zqHuEI&lt;wbr /&gt;x9s&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=xR1_Gq-59kI&quot;&gt;http://www.youtube.com/watch?v=xR1_Gq-5&lt;wbr /&gt;9kI&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
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