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  <title>Blogs do SAPO - POSTS</title>
  <lastBuildDate>Sat, 25 May 2013 06:57:20 GMT</lastBuildDate>
  <description>Posts dos perfis que El Comandante - SAPO Blogs segue</description>
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  <pubDate>Sat, 25 May 2013 06:57:20 GMT</pubDate>
  <title>Jindungo</title>
  <author>Maurício Barra</author>  <link>http://saladejantar.blogs.sapo.pt/47342.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/mauriciob/fotos/?uid=ZZM7PuScgpTIqQMAWnos&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-color: initial; border-image: initial; float: right; border-width: 0px; border-style: none;&quot; src=&quot;http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bf9088c2f/10640834_p808S.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;450&quot; height=&quot;349&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;JINDUNGO, GINDUNGO, DEFINITIVAMENTE PIRI-PIRI&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como provavelmente já repararam, eu frequente refiro que condimento os meus cozinhados com piri-piri sêco. Em vez de pimenta. Mas nunca para substituir apimenta onde ela deverá estar acolitada, tais como, por exemplo, no Steak au Poivre ou bo Bacalhau à Gomes de Sá.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O uso do piri-piri, usado com a parcimónia que o vosso palato aconselha, tem a vantagem de, tal como o sal, &quot;abrir&quot; os sabores, não lhes somando mais um gosto, como o que a pimenta , por muito agradável que seja, lhes sempre adiciona ( e por isso é que é imprescindível em algumas confecções )&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Hoje trago-vos esta sugestão: comecem a usar o piri-piri. O qual, tal como muitos outros ingredientes ( gengibre, salsa, cebola, azeite ), tem inúmeras propriedades terapêuticas. Mas antes de vos descrever as mesmas, deixo-lhes uma receita, que obtive numa das acções de formação e planeamento que me levaram a Angola. A receita é original de uma &quot;mãe&quot; africana.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;JINDUNGO PREPARADO&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Deitar o piri.piri ( no caso, malagueta vermelha de Angola, fresca ou sêca ) em água fria, ferver e triturar.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Num tacho, estufar em óleo a malagueta com cebola e alho picado, juntando uma porção de caldo de carne.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Reduzir. Deixar arrefecer e colocar em frasco.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;« Quem usa o jindungo no dia-a-dia está levando, além de tempero, uma série de medicamentos naturais: analgésico, anti-inflamatório, xarope, vitaminas, benefícios que os povos primitivos descobriram há milhares de anos e que agora estão sendo comprovados pela ciência.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O jindungo faz bem à saúde e o seu consumo é essencial para quem tem enxaqueca. Essa afirmação pode cair como uma surpresa para muitas pessoas que, até hoje, acham que o condimento ardido deve ser evitado. O jindungo traz consigo alguns mitos, como por exemplo o de que provoca gastrite, úlcera, pressão alta e até hemorróidas... Nada disso é verdade.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Por incrível que pareça, as pesquisas científicas mostram justamente o oposto! A substância química que dá ao jindungo o seu carácter ardido é exactamente aquela que possui as propriedades benéficas à saúde.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No caso da pimenta-do-reino, o nome da substância é piperina. No jindungo, é a capsaicina. Surpresa! Elas provocam a liberação de endorfinas - verdadeiras morfinas internas, analgésicos naturais extremamente potentes que o nosso cérebro fabrica!&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O mecanismo é simples:&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- Assim que você ingere um alimento apimentado, a capsaicina ou a piperina activam receptores sensíveis na língua e na boca. Esses receptores transmitem ao cérebro uma mensagem primitiva e genérica, de que a sua boca estaria pegando fogo. Tal informação, gera, imediatamente, uma resposta do cérebro no sentido de salvá-lo desse fogo: você começa a salivar, sua face transpira e seu nariz fica húmido, tudo isso no intuito de refrescá-lo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Além disso, embora a pimenta não tenha provocado nenhum dano físico real, seu cérebro, enganado pela informação que sua boca estava pegando fogo, inicia, de pronto, a fabricação de endorfinas, que permanecem um bom tempo no seu organismo, provocando uma sensação de bem-estar, uma euforia, um tipo de barato, um estado alterado de consciência muito agradável, causado pelo verdadeiro banho de morfina interna do cérebro. E tudo isso sem nenhuma gota de álcool!&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quanto mais arder o jindungo, mais endorfina é produzida! E quanto mais endorfina, menos dor e menos enxaqueca. E tem mais: as substâncias picantes do jindungo (capsaicina e piperina) melhoram a digestão, estimulando as secreções do estômago. Possuem efeito carminativo (anti flatulência). Estimulam a circulação no estômago, favorecendo a cicatrização de feridas (úlceras), desde que, é claro, outras medidas alimentares e de estilo de vida sejam aplicadas conjuntamente.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Existem cada vez mais estudos demonstrando a potente acção antioxidante (anti envelhecimento) da capsaicina e piperina. Pesquisadores do mundo todo não param de descobrir que o jindungo, tanto do género piper (pimenta-do-reino) como do capsicum (jindungo), tem qualidades farmacológicas importantes.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Além dos princípios activos capsaicina e piperina, o condimento é muito rico em vitaminas A, E e C, ácido fólico, zinco e potássio. Tem, por isso, fortes propriedades antioxidantes e protectores do DNA celular. Também contém bioflavonóides, pigmentos vegetais que previnem o câncer.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Graças a essas vantagens, a planta já está classificada como alimento funcional, o que significa que, além de seus nutrientes, possui componentes que promovem e preservam a saúde.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Hoje ela é usada como matéria-prima para vários remédios que aliviam dores musculares e reumatismo, desordens gastrintestinais e na prevenção de arteriosclerose. Apesar disso, muitas pessoas ainda têm receio de consumi-la, pois acreditam que possa causar mais mal do que bem. Se você é uma delas, saiba que diversos estudos recentes têm revelado que o jindungo não é um veneno nem mesmo para quem tem hemorróidas, gastrite ou hipertensão.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;DOENÇAS QUE O JINDUNGO CURA E PREVINE&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Cancro - Pesquisas nos Estados Unidos apontam a capacidade da capsaicina de inibir o crescimento de células de tumor maligno na próstata, sem causar toxicidade. Outro grupo de cientistas tratou seres humanos portadores de tumores pancreáticos malignos com doses desse mesmo princípio activo. Depois de algum tempo constataram que houve redução de 50% dos tumores, sem afectação das células pancreáticas saudáveis ou efeitos colaterais. Já em Taiwan os médicos observaram a morte de células cancerosas do esófago.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Depressão - A ingestão da iguaria aumenta a liberação de noradrenalina e adrenalina, responsáveis pelo nosso estado de alerta, que está associado tb à melhoria do ânimo em pessoas deprimidas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Enxaqueca - Provoca a liberação de endorfinas, analgésicos naturais potentes, que atenuam a dor.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Esquistossomose - A cubebina, extraída de um tipo de pimenta asiática, foi usada em uma substância semi-sintética por cientistas da Universidade de Franca e da Universidade de São Paulo. Depois do tratamento (que tem baixa toxicidade e, por isso, é mais seguro), a doença em cobaias foi eliminada.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Feridas abertas - É anti-séptica, analgésica, cicatrizante e anti-hemorrágica quando o seu pó é colocado directamente sobre a pele machucada. Gripes e resfriados - Tanto para o tratamento quanto para a prevenção dessas doenças, é comum recomendar a ingestão de um pequeno jindungo por dia, como se fosse uma pílula. Hemorróidas - A capsaicina tem poder cicatrizante e já existem remédios com jindungo para uso tópico.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Infecções - O alimento combate as bactérias, já que tem poder bacteriostático e bactericida, e não prejudica o sistema de defesa. Pelo contrário, até estimula a recuperação imunológica.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Males do coração - O jindungo caiena tem sido apontada como capaz de interromper um ataque cardíaco em 30 segundos.. Ela contém componentes anticoagulantes que ajudam na desobstrução dos vasos sanguíneos e ativam a circulação arterial.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Obesidade - Consumida nas refeições, ela estimula o organismo a diminuir o apetite nas seguintes. Um estudo revelou que o jindungo derrete os estoques de energia acumulados em forma de gordura corporal. Além disso, aumenta a temperatura (termogénese) e, para dissipá-la, o organismo gasta mais calorias. As pesquisas indicam que cada grama queima 45 calorias.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Pressão alta - Como tem propriedades vaso-dilatadoras, ajuda a regularizar a pressão arterial.»&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;J Paula Matos via Georgina C.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 25 May 2013 01:42:32 GMT</pubDate>
  <title>Os palmarés da Semana da Crítica de Cannes</title>
  <author>Hugo Gomes</author>  <link>http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/1022650.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=WpnL0ImuQU1vtC3L3jwj&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B83141885/15020488_y5zau.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;333&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Semana da Crítica em Cannes&lt;/strong&gt;, outra mostra paralela do glamoroso &lt;strong&gt;Festival de Cinema de Cannes&lt;/strong&gt;, já divulgou os seus palmarés, entre os quais conta-se com o novo filme de&lt;strong&gt; Fabio Grassadonia e Antonio Piazza&lt;/strong&gt;,&lt;strong&gt; Salvo&lt;/strong&gt;, como o grande vencedor. A história sobre um assassino contratado pela&lt;strong&gt; Máfia &lt;/strong&gt;com uma estranha cumplicidade para com a irmã do homem que acabou por assassinar, venceu o &lt;strong&gt;Grande Prémio Nespresso &lt;/strong&gt;e o &lt;strong&gt;Prémio Revelação France 4. Le Démantèlement &lt;/strong&gt;de &lt;strong&gt;Sébastien Pilote &lt;/strong&gt;é distinguido com o &lt;strong&gt;Prémio SACD, Pleasure de Ninja Thyberg &lt;/strong&gt;com o &lt;strong&gt;Prémio Canal +, &lt;/strong&gt;o argentino &lt;strong&gt;Los Dueños de Agustín Toscano &amp;amp; Ezequiel Radusky &lt;/strong&gt;arrecadam a menção honrosa e por fim o alemão &lt;strong&gt;Come and Play de Daria Belova &lt;/strong&gt;com o&lt;strong&gt; Prémio Discovery &lt;/strong&gt;de melhor curta-metragem em competição.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Neste ano o júri da &lt;strong&gt;Semana da Critica em Cannes &lt;/strong&gt;foi presidido por &lt;strong&gt;Miguel Gomes, &lt;/strong&gt;o realizador do filme português sensação &lt;strong&gt;Tabu.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 25 May 2013 01:19:33 GMT</pubDate>
  <title>Train de Vie (1998)</title>
  <author>Hugo Gomes</author>  <link>http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/1022454.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=J6KDM9794M43M3yz7W8N&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/P73136fd3/15020408_slRv0.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;178&quot; height=&quot;260&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Uma comédia trágica!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando &lt;strong&gt;Radu Mihaileanu &lt;/strong&gt;terminou a escrita do guião de &lt;strong&gt;Train de Vie, &lt;/strong&gt;em 1995, recebeu uma proposta de um estúdio de cinema italiano interessado no argumento que de certa forma insere um tom humorístico a uma tema tão forte que é o &lt;strong&gt;Holocausto&lt;/strong&gt;. Porém o estúdio aceitava apenas a produção da fita se esta fosse rodada em italiano e que apresentasse uma estrela do cinema local, no caso foi sugerido o actor &lt;strong&gt;Roberto Benigni &lt;/strong&gt;que havia ganho notoriedade em obras como &lt;strong&gt;Johnny Stecchino (1991) e Il Mostro (1994), &lt;/strong&gt;ambos da sua autoria. &lt;strong&gt;Mihaileanu &lt;/strong&gt;recusou então a proposta e decidiu esperar mais um ano para que fosse possível rodar o filme desejado desde sempre, enquanto em Itália a solução foi &lt;strong&gt;La Vita è Bella (1997), &lt;/strong&gt;que utilizou os mesmos parâmetros cómico-trágicos dos escritos do realizador.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=ROc3F1Zno6ig27FAtjFP&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B031427f3/15020412_PABTl.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;307&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Custando cerca de 23 milhões de francos franceses, o equivalente a 4 milhões de euros, &lt;strong&gt;Radu&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Mihaileanu&lt;/strong&gt; foi capaz de reproduzir uma antiga aldeia judaica, idêntica aos povoados que o seu pai havia vivido antes da guerra. Um cenário de memórias onde o realizador explorou para recriar esta aventura fora de parâmetros e recorrer a um simples comboio como um amontoado de metáforas e simbolismos da sociedade judaica e das suas relações com a &lt;strong&gt;Segunda Guerra Mundial&lt;/strong&gt;. Este &lt;strong&gt;Train de Vie &lt;/strong&gt;é uma fita que nos deixará hilários ao mesmo tempo enternecidos com uma melancolia nostálgica face ao destino dos seus personagens, que apesar de serem peças fictícias são todos frutos de um conjunto memorial, almas há muito abandonados face ao idealismo de um regime megalómano e acima de tudo desumano.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=Va0ZpsWsodr4ZMkkZl23&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bba149ba0/15020417_zTNwU.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;323&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Train de Vie &lt;/strong&gt;remete-nos a um incrível êxodos humorístico por parte de um vilarejo judaico algures na &lt;strong&gt;Europa Central&lt;/strong&gt;, que sob aviso de uma iminente chegada das forças nazis decidem encenar um comboio de deportação idêntico aos que alemães possuem para deportar os prisioneiros judeus para os campos de concentração, contudo a locomotiva está destinada a chegar a &lt;strong&gt;Israel, a Terra Prometida. &lt;/strong&gt;Vencedor do&lt;strong&gt; Prémio de Critica Internacional &lt;/strong&gt;do &lt;strong&gt;Festival de Cinema de Veneza, Train de Vie &lt;/strong&gt;é uma epopeia de ironia, metáforas e criticismo, tudo a um jeito de humor burlesco (bem descritivo no cinema de &lt;strong&gt;Emir Kusturica, &lt;/strong&gt;que poderá suscitar comparações) que facilmente recorre e satiriza os estereótipos judaicos, um desses evidentes casos é a sempre presente “&lt;em&gt;forretice&lt;/em&gt;” pelo qual os judeus são preconceituosamente famosos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=jjVlVEfjLkQmc1QKh5Kw&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Be0147c3b/15020423_BdMj9.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;270&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tal como indica o título aquele comboio fumegante transporta vida, um símbolo de esperança sob a pele do terror materializado, o realizador franco-romeno convida a embarcar nesta viagem inesgotável de criatividade cómica ao mesmo tempo que em cada &lt;em&gt;gag&lt;/em&gt; transporta o espectador ao encontro dos tempos negros que se viveram naquela época, sem nunca apelar ao esquecimento nem ao sentimentalismo barato. &lt;strong&gt;Radu Mihaileanu &lt;/strong&gt;foge ao habitual rótulo do cinema judaico, reconstrói os lugares-comuns dessa evasão, implanta a sua memória nas personagens (os actores são formidáveis em adquirir o tom necessário da fita) e as levas para um rumo de sentido único mas sem saída historial. O final é repentino, inserido num plano fechado que nos remete a um desfecho desgostoso onde o &lt;strong&gt;Shoah&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Holocausto&lt;/strong&gt;) encontra-se presente não em termos físicos, mas em metafísicos, uma aura dificilmente esquecida. Segundo o realizador, por vezes a tragédia também é conta por vias do humor.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;strong&gt;Filme visualizado na 1ª Mostra do Cinema Judaico (Sessão de Abertura)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Real.: Radu Mihaileanu / Int.: Lionel Abelanski, Rufus, Clément Harari, Michel Muller, Agathe de La Fontaine, Gad Elmaleh&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1 align=&quot;center&quot;&gt; &lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=DfricHu2HUduCqiubbyR&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B63148518/15020424_fqS4E.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;315&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 25 May 2013 00:09:52 GMT</pubDate>
  <title>Filme de Guillaume Gallienne vence Grande Prêmio na Quinzena de Realizadores</title>
  <author>Hugo Gomes</author>  <link>http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/1022097.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=Oc4QFPoZfJZAoey3jNWy&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B5b141487/15020314_ZDmMS.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;351&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Les Garçons et Guillaumen, à table! de Guillaume Gallienne&lt;/strong&gt; foi o grande vencedor da &lt;strong&gt;Quinzena de Realizadores&lt;/strong&gt; em &lt;strong&gt;Cannes&lt;/strong&gt;, uma mostra paralela ao mediático &lt;strong&gt;Festival de Cannes&lt;/strong&gt;, a comédia francesa  foi premiada com o grande prémio do certame e ainda o &lt;strong&gt;Prémio SACD&lt;/strong&gt;. Os outros vencedores foram &lt;strong&gt;The Selfish Giant, de Clio Barnard&lt;/strong&gt; com a distinção &lt;strong&gt;Europa Cinemas&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Gambozinos de João Nicolau&lt;/strong&gt;, o vencedor do prémio de &lt;strong&gt;Melhor Curta.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 24 May 2013 17:14:24 GMT</pubDate>
  <title>Prémios EM Curtas - Dia 27 de Maio</title>
  <author>Hugo Gomes</author>  <link>http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/1021813.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=04KwCbnyh2GC9KTPHIZB&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B39135bd3/15019477_MMz5s.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;312&quot; height=&quot;435&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em âmbito dos &lt;strong&gt;Prémios EM Curtas&lt;/strong&gt;, lançado com a parceria da &lt;strong&gt;Novartis&lt;/strong&gt;, uma iniciativa que incentiva os pequenos autores a elaborar curtas-metragens sob a luta e convivência com a doença da &lt;strong&gt;Esclerose Múltipla&lt;/strong&gt;, um pesadelo que atinge 5.000 portugueses, serão divulgados no dia &lt;strong&gt;27 de Maio&lt;/strong&gt; nos complexos do &lt;strong&gt;Cinema City&lt;/strong&gt; em&lt;strong&gt; Alvalade&lt;/strong&gt;, pelas 18:30, as três curtas elegidas entre sete trabalhos. Para além de um prémio monetário, os três vencedores poderão ver o seu trabalho em exibição nesses mesmos cinemas, na semana que se assinala o &lt;strong&gt;Dia Mundial da Esclerose Múltipla&lt;/strong&gt; (29 de Maio).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Uma iniciativa corajosa a não perder, a descoberta de novos autores como também novos meios de coabitar com a temível doença.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Para mais informação sobre a iniciativa ver &lt;a href=&quot;http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/984967.html&quot;&gt;aqui  &lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 24 May 2013 17:10:48 GMT</pubDate>
  <title>Maria João Bastos será gangster em O Bairro!</title>
  <author>Hugo Gomes</author>  <link>http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/1021652.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=zZPzHS3LZfzPnqQzZYOk&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bd11423c0/15019466_3H4rN.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;333&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Maria João Bastos (Mistérios de Lisboa)&lt;/strong&gt; vai ser a protagonista do novo thriller português, &lt;strong&gt;Bairro&lt;/strong&gt; de &lt;strong&gt;Jorge Cardoso, Lourenço Mello, José Manuel Fernandes e Ricardo Inácio,&lt;/strong&gt; com o argumento de &lt;strong&gt;Francisco Moita Flores.&lt;/strong&gt; O filme nos centra sobre a personagem de &lt;strong&gt;Maria João Bastos, Diana,&lt;/strong&gt; a líder de uma gang especializada em assaltos e trafico. &lt;strong&gt;Bairro&lt;/strong&gt; terá data de estreia para 27 de &lt;strong&gt;Julho&lt;/strong&gt; e contará com &lt;strong&gt;Carloto Cotta (Tabu), Paulo Pires (Quarta Divisão), João Lagarto (4 Copas), Afonso Pimentel (Coisa Ruim), Rui Unas (Sorte Nula), Rita Pereira (Morangos com Açúcar - O Filme), Marco Costa (curta Claro Escuro) e Virgílio Castelo (Bela e o Paparazzo&lt;/strong&gt;). &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/L-X0qHZ0GRQ&quot; width=&quot;560&quot; height=&quot;315&quot; frameborder=&quot;0&quot; style=&quot;display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 24 May 2013 16:23:19 GMT</pubDate>
  <title>MEO Kanal: Como criar o seu próprio canal de TV</title>
  <author>Blogs PT</author>  <link>http://meo.blogs.sapo.pt/91536.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://kanal.pt/home&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/N0d13a94d/15016153_aMloB.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;400&quot; height=&quot;182&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O MEO Kanal permite criar, gratuitamente, canais privados, com acesso através de PIN apenas partilhado entre familiares, amigos ou qualquer outro grupo pretendido, e canais públicos, acessíveis a toda a comunidade MEO.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name=&quot;cutid1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;ljcut&quot; text=&quot;Ler mais...&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A criação de um canal próprio no MEO é rápida, simples e intuitiva. Basta, para tal, aceder a &lt;a href=&quot;http://kanal.pt/&quot;&gt;http://kanal.pt/&lt;/a&gt;, seguindo depois estas indicações:&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;criação do canal&lt;/span&gt;: escolher o nome, atribuir um novo número, conhecer e aceitar os termos de utilização;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;disponibilização de conteúdos&lt;/span&gt;: transferir vídeos e criar slideshows de fotos;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;agendamento dos conteúdos&lt;/span&gt;: selecionar conteúdos e arrastá-los para o espaço de programação do canal, podendo mesmo ser escolhidas a data e a hora pretendidas e, por fim, guardar programação e colocar o canal “no ar”.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/sur/fotos/?uid=swfhuBWkCe17Ti4aSkEg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/P8314eba0/15016145_Aej4f.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;139&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A forma mais fácil e direta de aceder aos canais privados ou públicos é através do botão verde do comando MEO. Após premir este botão deverá, de seguida, digitar o número do canal (a cada canal está associado um número). Nesta aplicação sobressaem os canais em destaque, os favoritos, o top dos mais vistos, o catálogo de canais organizado por categorias e a possibilidade de pesquisa de canais.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 5px 5px; float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/sur/fotos/?uid=uePPMuVY4Vjd01gQ0tZ8&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B031317e7/15016113_Ll7Ei.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;168&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Sobre o MEO Kanal: &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Lançado em fevereiro de 2012, o MEO Kanal integra uma comunidade responsável pela criação de mais de 30 mil canais, com mais de 32 mil horas de conteúdos disponíveis, o equivalente a um período de tempo de sensivelmente 3 anos e 4 meses.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Rivalizando com os níveis de audiência da grelha tradicional do MEO, o MEO Kanal já esteve no Top 10 dos canais mais vistos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 24 May 2013 15:21:00 GMT</pubDate>
  <title>Chat Perf envia cheiros através smartphones</title>
  <author>Blogs PT</author>  <link>http://tmn.blogs.sapo.pt/261957.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/sur/fotos/?uid=pWFRNDZDqzDHVf3gUiGa&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bfc14fdbb/15019357_unwdT.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;452&quot; height=&quot;160&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Muito em breve será possível enviar cheiros via smartphones.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A invenção, da autoria da empresa japonesa Chaku Perfume, tem por objetivo fazer partilhar todo o tipo de cheiros através de um iPhone, e do Chat Perf, uma aplicação e um pequeno dispositivo, com um atomizador, acoplado na base do smartphone, que envia e recebe cheiros.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name=&quot;cutid1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;ljcut&quot; text=&quot;Ler mais...&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 5px 5px; float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/sur/fotos/?uid=bZycuV9rjZ5vR0tgIgJD&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/P65136466/15019358_KrbZ1.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;200&quot; height=&quot;112&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O dispositivo, conforme se envie um SMS ou receba um email no iPhone, emite um aroma específico para cada ação ao gosto do utilizador, como se fosse uma assinatura especial.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O Chat Perf também pode ser aplicado a consolas de jogos, para fazer lançar, por exemplo, cheiro a pólvora quando se faz um disparo num jogo de ação.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A comercialização deste gadget deverá acontecer ainda este ano, e será posto à venda a um preço de cerca de 48,00€.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Visto &lt;a href=&quot;http://www.tokyotimes.com/2013/chat-perf-transforms-regular-phones-into-smelly-ones/&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.t3.com.pt/noticias/envie-cheiros-com-esta-aplicacao-para-smartphones&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 24 May 2013 06:53:03 GMT</pubDate>
  <title>Ponto de viragem na queda da economia portuguesa.</title>
  <author>Maurício Barra</author>  <link>http://forteapache.blogs.sapo.pt/1013205.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Apesar da maioria da opinião publicada e comentada em Portugal, por ser controlada e formatada à esquerda (repetindo até à exaustão, todos os dias, variações das teses do PC, BE e dos amigos do Mário Soares), criar e divulgar narrativas antidemocráticas de derrube do Governo com  o objectivo de impedir o ajustamento orçamental e a reforma do Estado que lhes retirará acesso ao Estado sobredimensionado que têm ocupado ao longo desta IIIª República, a verdade é que o tempo não pára e a realidade desmente os seus desejos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ontem, Vítor Gaspar decretou o fim do primado da consolidação orçamental. Realizado o ajustamento externo e conquistado o regresso aos mercados, o Governo quer iniciar uma nova fase de investimento, crescimento e criação de emprego.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E como é no sector privado que está a solução para sairmos das dificuldade económicas em que estamos, para começar, a estrela do pacote de medida é um &quot;supercrédito fiscal&quot;, um novo passo da nova fase que irá caracterizar os próximos dois anos da legislatura: relançamento do investimento e à criação de emprego, sobretudo para os jovens.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As medidas aprovadas incluem incentivos fiscais ao investimento, o Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento (CFEI) que poderá, no limite, reduzir a taxa efectiva de IRC para 7,5% face aos atuais 25% a que são tributadas as empresas. O ministro anunciou ainda um novo Reforço do Regime Fiscal de Apoio ao Investimento, o Alargamento dos Benefícios Fiscais ao Investimento de Natureza Contratual, Redução do Prazo de Resposta de Informações Vinculativas e a Criação do Gabinete Fiscal do Investidor Internacional, tudo medidas que faziam parte do plano apresentado há um mês por Álvaro Santos Pereira e que representam &quot;um incentivo fiscal ao investimento sem precedentes em Portugal&quot;.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Depois de depois anos de austeridade, aproximam-se dois anos de investimento e criação de emprego, mantendo o défice controlado.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De facto, para a nossa imprensa conservadora de esquerda, a realidade é reaccionária.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 23 May 2013 15:37:16 GMT</pubDate>
  <title>Será The Conjuring o filme de terror do ano?</title>
  <author>Hugo Gomes</author>  <link>http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/1021418.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=ghq6wn8vCcj7D9Fp8aeC&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bd01353c5/15016079_CzHFD.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;338&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
</item>
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  <pubDate>Thu, 23 May 2013 15:35:50 GMT</pubDate>
  <title>Joseph Gordon-Levitt estreia na realização!</title>
  <author>Hugo Gomes</author>  <link>http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/1020978.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=ZgHmJA4jJv773ZpP74ZJ&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bd51460c1/15016069_nZTOo.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;279&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Don Jon&lt;/strong&gt; é o filme protagonizado, escrito e realizado por &lt;strong&gt;Joseph Gordon-Levitt (The Dark Knight&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Rises),&lt;/strong&gt; uma comédia dramática apresentada no passado &lt;strong&gt;Festival de Sundance&lt;/strong&gt;, onde arrecadou alguns elogios. Alusão moderna ao &lt;strong&gt;Don Juan&lt;/strong&gt;, a história centra num homem que tenta tornar-se numa melhor pessoa quando conhece o amor da sua vida. Com &lt;strong&gt;Scarlett Johansson (Match Point, The Avengers), Julianne Moore (Hannibal), Brie Larson (21 Jump Street) e Tony Danza (Crash&lt;/strong&gt;) no elenco. &lt;strong&gt;Don Jon&lt;/strong&gt; ainda não tem data de estreia em &lt;strong&gt;Portugal!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;transparent&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowfullscreen&quot; value=&quot;true&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;src&quot; value=&quot;http://www.traileraddict.com/emd/74780&quot; /&gt;&lt;embed style=&quot;display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; width=&quot;450&quot; height=&quot;251&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://www.traileraddict.com/emd/74780&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; wmode=&quot;transparent&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 23 May 2013 15:05:02 GMT</pubDate>
  <title>MEO lança MEO Kanal de Educação na Madeira</title>
  <author>Blogs PT</author>  <link>http://meo.blogs.sapo.pt/91218.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/sur/fotos/?uid=j3C7I5z3hT7oHMg4l6Ay&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bad137302/15016165_ICMaO.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;400&quot; height=&quot;216&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Para dinamizar a comunidade escolar da Madeira, o MEO acaba de lançar o MEO Kanal de Educação, como forma de promover e divulgar as instituições escolares e o sucesso escolar, conciliando, assim, as perspetivas institucional e pedagógica numa só ferramenta de comunicação com o poder da TV.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name=&quot;cutid1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;ljcut&quot; text=&quot;Ler mais...&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O protocolo celebrado com a Escola Secundária Jaime Moniz, no Funchal, foi o pontapé de saída para arranque do projeto e, a partir de hoje, todas as instituições escolares da Madeira podem utilizar esta nova forma de comunicar, após fazerem adesão gratuita ao MEO Kanal de Educação.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Dotado de funcionalidades únicas, conteúdos exclusivos e inovadores, e interatividade, o MEO Kanal permite que os utilizadores tenham total controlo sobre a sua experiência de TV. A comunidade escolar madeirense pode, assim, beneficiar de todas as vantagens deste serviço no MEO Kanal de Educação, nomeadamente produzir, editar e partilhar conteúdos multimédia na televisão, bastando para tal aceder a uma aplicação disponível para todos os clientes MEO IPTV (ADSL e Fibra com MEOBox).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Através do MEO Kanal de Educação, a escola pode ainda impulsionar e promover um maior envolvimento e proximidade com os encarregados de educação, promover e desenvolver uma maior criatividade e apetência para as tecnologias de informação e comunicação, ou fazer a partilha diária da realidade escolar. Pode ainda transmitir uma imagem de inovação e tecnologia através da partilha rápida e o acesso em tempo real aos conteúdos disponibilizados, bem como divulgar na TV as suas atividades escolares, desportivas e culturais.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Ou seja, com o um canal próprio de TV, público ou privado, a escola passa a ter à sua disposição uma ferramenta que potencia a comunicação interna e externa, a partilha de conteúdos programáticos e até a aprendizagem.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Notícias relacionadas:&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://meo.blogs.sapo.pt/91536.html&quot;&gt;MEO Kanal: Como criar o seu próprio canal de TV&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 22 May 2013 15:29:05 GMT</pubDate>
  <title>Se fosse o Crepúsculo ou algo com Stephenie Meyer, já tinha obviamente data de estreia (Byzantium, o novo trailer)</title>
  <author>Hugo Gomes</author>  <link>http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/1020689.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;transparent&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowfullscreen&quot; value=&quot;true&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;src&quot; value=&quot;http://www.traileraddict.com/emd/74741&quot; /&gt;&lt;embed style=&quot;display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; width=&quot;450&quot; height=&quot;252&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://www.traileraddict.com/emd/74741&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; wmode=&quot;transparent&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 22 May 2013 15:19:37 GMT</pubDate>
  <title>Um filme fundamental?</title>
  <author>Hugo Gomes</author>  <link>http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/1020522.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=w73YQZzM8GywTVwp7vi0&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B95130c06/15012886_B1OqI.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;337&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Estreia esta semana, dia 23 de Maio, &lt;strong&gt;The Reluctant Fundamentalist&lt;/strong&gt;, a nova obra da realizadora indiana &lt;strong&gt;Mira Nair (Amelia, Vanity Fair). &lt;/strong&gt;Baseado num livro de &lt;strong&gt;Mohsin Hamid, O Fundamentalista Relutante&lt;/strong&gt; (titulo traduzido), nos remete à intensa busca por um refém norte-americano em &lt;strong&gt;Lahore, Paquistão.&lt;/strong&gt; Um jornalista americano, &lt;strong&gt;Bobby Lincoln (Liev Schreiber, X-Men Origins: Wolverine&lt;/strong&gt;), interroga um professor universitário, &lt;strong&gt;Changez Khan (Riz Ahmed, Four Lions),&lt;/strong&gt; acusado de ser um fundamentalista religioso e talvez o cabecilha do acto de sequestro. Durante a conversa entre ambos, varias verdades serão reveladas sobre o conflito que paira as ruas de Lahore, contudo só uma será aceite, uma corrida contra-o-tempo que interlaça com ideais e valores. &lt;strong&gt;Kiefer Sutherland (da série 24), Kate Hudson (Almost Famous) e Om Puri (Gandhi)&lt;/strong&gt; completam o elenco.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;transparent&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowfullscreen&quot; value=&quot;true&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;src&quot; value=&quot;http://www.traileraddict.com/emd/70354&quot; /&gt;&lt;embed style=&quot;display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; width=&quot;450&quot; height=&quot;244&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://www.traileraddict.com/emd/70354&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; wmode=&quot;transparent&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 22 May 2013 11:28:10 GMT</pubDate>
  <title>Isto é Portugal</title>
  <author>Maurício Barra</author>  <link>http://forteapache.blogs.sapo.pt/1010641.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ora vejamos . . . &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;. . .“equilíbrio entre disciplina financeira, solidariedade e estímulo à actividade económica&quot; foi uma aparente decisão sensata do Conselho de Estado&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O Presidente da Republica quer.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O Governo agora também quer, mas até ontem o Vítor Gaspar só queria disciplina financeira.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O PS não quer disciplina financeira à custa da solidariedade, e o estímulo económico que quer é só o público, o tal que só cria mais dívida pública.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O PC quer uma solidariedade social soviética e nacionalizar a actividade económica.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O BE quer ver se dá a volta ao PS para Portugal sair do Euro, afastando o país da Europa e das suas regras.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Enquanto uns querem procurar soluções e resolver os problemas estruturais da nossa economia, outros querem continuar a fazer de conta que, se não estamos em bancarrota, é porque os nossos credores nos estão a financiar, e, se não sairmos da bancarrota, é porque, apesar de ajudados, queremos continuar a gastar o que não temos em vez de reformarmos os custos sobre-dimensionados do Estado.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fazer o que se faz em qualquer outro pais europeu ( como recentemente a Itália ), sentarem-se à volta de uma mesa , analisarem o que podem acordar em comum e colocarem os interesses nacionais acima dos interesses do seu grupo, isso não. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Isto é Portugal. À custa uns dos outros, uns vão bem outros mal.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 21 May 2013 16:38:43 GMT</pubDate>
  <title>Grandes Esperanças regressa ao grande ecrã!</title>
  <author>Hugo Gomes</author>  <link>http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/1020241.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=2C2YvZByVKYLkpzc9KJ4&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B1e14d33b/15010151_YQg8Q.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;376&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A obra por excelência de &lt;strong&gt;Charles Dickens, The Great Expectations&lt;/strong&gt;, voltará a ser readaptada para o grande ecrã, desta sob o cunho de &lt;strong&gt;Mike Newell (Four Weddings and a Funeral, Harry Potter and the Goblet of Fire&lt;/strong&gt;). Esta produção britânica de luxo irá marcar presença nos nossos cinemas já na próxima &lt;strong&gt;Quinta-Feira,&lt;/strong&gt; dia 23 de&lt;strong&gt; Maio&lt;/strong&gt;, e contará com um elenco de luxo que vai desde &lt;strong&gt;Jeremy Irvine (War Horse), Ralph Fiennes (Harry Potter and the Deathly Hallows), Helena Bonham Carter (Dark Shadows, Charlie and the Chocolate Factory), Robbie Coltrane (Harry Potter and the Sorcerer’s Stone), Jason Flemying (Clash of the Titans), Holliday Grainger (Jane Eyre), Sally Hawkins (Happy-Go-Lucky) e Ben Lloyd-Hughes (Tormented).&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;transparent&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowfullscreen&quot; value=&quot;true&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;src&quot; value=&quot;http://www.traileraddict.com/emd/62496&quot; /&gt;&lt;embed style=&quot;display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; width=&quot;450&quot; height=&quot;252&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://www.traileraddict.com/emd/62496&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; wmode=&quot;transparent&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 21 May 2013 16:28:57 GMT</pubDate>
  <title>Acto de Primavera (1963)</title>
  <author>Hugo Gomes</author>  <link>http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/1019977.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=7jiOzC4lWQWZToaZb4nT&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/P801446da/15009947_6StQQ.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;178&quot; height=&quot;260&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Um acto de pura devoção!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;center&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Segundo o próprio, numa manhã chuvosa de&lt;strong&gt; Março &lt;/strong&gt;durante a rodagem de &lt;strong&gt;O Pão (1959), Manoel de Oliveira &lt;/strong&gt;procurava cenários para a sua obra quando deparou com um ritual estranho mas envolventemente religioso. O realizador ferverosamente crente sentiu uma aura divinal na representação de &lt;strong&gt;Paixão de Cristo&lt;/strong&gt;, interpretada pela população da aldeia transmontana da &lt;strong&gt;Curalha. &lt;/strong&gt;A partir daquele vislumbre, &lt;strong&gt;de Oliveira &lt;/strong&gt;decide registrar a sua descoberta para a posteridade, num filme que cruza documentário com ficção (apelidado de docuficção, um área experiente do cinema português) que se tornou num dos marcos da sua carreira, o modelo que definiria o homem que seria conhecido e aclamado como o “&lt;em&gt;mestre do cinema português&lt;/em&gt;”.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=iqWUoBHlADcNyC7zzrga&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bf6132800/15009975_iZMUw.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;366&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As citações, proferidas do &lt;strong&gt;Auto da Paixão&lt;/strong&gt;, derivado dos textos escrito por &lt;strong&gt;Francisco Vaz de Guimarães&lt;/strong&gt; do seculo XVI, transmitiam uma emocionante jornada de um povo crente que dedicava com fé, amor e devoção aquela cerimónia pascoal, à figura divina crucificada na representação e acima de tudo à cooperação de um povoado para gerar este simbólico gesto de comprovação religiosa. &lt;strong&gt;Manoel de Oliveira&lt;/strong&gt; sentia-se então comprometido aquele festim de poemas e cantorias, ao rigor popular das personagens, à encarnação que cada uma delas representava para aqueles habitantes, mais do que o Mundo em desenvolvimento e em pleno progresso à sua volta. O realizador filma assim um espectáculo rural, raro e artesanalmente belo onde se funde com um das suas duradouras paixões, o teatro, e é com essa teatralidade que &lt;strong&gt;Manoel de Oliveira&lt;/strong&gt; iria estampar como sua imagem de marca perante uma filmografia extensa e sempre no activo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=AG1VBhOnWZElh0DlQN47&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B161339e0/15009987_wN3ig.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;343&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Podemos esperar uma representação dedicada por parte do autor a esta manifestação religiosa, um acto devoto rural que esboça o próprio cinema de &lt;strong&gt;Oliveira. &lt;/strong&gt;Contudo o realizador não se contém com as suas fervorosas crenças e ao chegar ao seu desfecho, “&lt;em&gt;atira-se de cabeça&lt;/em&gt;” aos problemas sociais da época, à desumanidade vivida, ao cenário bélico que deixa para trás uma fantasmagórica aura de morte e caos, imagens de arquivo que se reúnem ao simbolismo desta &lt;strong&gt;Paixão de Cristo&lt;/strong&gt;, uma forçada ligação entre um acto religioso aos males mundiais. Mesmo sabendo do foro teológico, do símbolo de esperança e paz que o conto transcrito pela representação de &lt;strong&gt;Curalha &lt;/strong&gt;emana, capaz de emocionar até mesmo o mais descrente, a verdade é que a imperatividade de fé transposta por &lt;strong&gt;Manoel de Oliveira&lt;/strong&gt; deixa tudo a perder (aliás o realizador tem essa tendência de criar finais exagerados).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=gFFFQ98SlaZBGISGs3zO&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bf413ba00/15010039_EbMUl.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;358&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Contudo, &lt;strong&gt;Acto de Primavera&lt;/strong&gt; se fomenta como um dos proeminentes obras do autor, um importante retrato de criatividade e prosperidade da docuficção. Sejam religiosos ou não, este é um filme que merece sempre a visualização, rituais perdidos e fé na representação e ilustração dos ícones de esperança e amor em plena &lt;strong&gt;Pascoa&lt;/strong&gt;! A força popular no seu melhor e a padronização do cinema de &lt;strong&gt;Oliveira&lt;/strong&gt;!&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;strong&gt;Filme visualizado no PANORAMA – 7ª Mostra do Documentário Português&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Real.: Manoel de Oliveira / Int.: Nicolau Nunes Da Silva, Ermelinda Pires, Maria Madalena&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=2SpgR4WhE8nAPzJCff8S&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B5613ffd1/15010035_0u641.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;363&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ver Também&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/297842.html&quot;&gt;Belle Toujours (2006)&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/566121.html&quot;&gt;Cristóvão Colombo: O Enigma (2007)&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/433951.html&quot;&gt;Singularidades de uma Rapariga Loura (2009)&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/673359.html&quot;&gt;Estranho Caso de Angélica (2010)&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 21 May 2013 14:05:25 GMT</pubDate>
  <title>Novo trailer de Wolverine!</title>
  <author>Hugo Gomes</author>  <link>http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/1019887.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;transparent&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowfullscreen&quot; value=&quot;true&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;src&quot; value=&quot;http://www.traileraddict.com/emd/74707&quot; /&gt;&lt;embed style=&quot;display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; width=&quot;450&quot; height=&quot;247&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://www.traileraddict.com/emd/74707&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; wmode=&quot;transparent&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 20 May 2013 18:36:34 GMT</pubDate>
  <title>Blue Jasmine, o primeiro poster do novo de Woody Allen</title>
  <author>Hugo Gomes</author>  <link>http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/1019439.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=tF8LMuO0UZqVGoDz3mVu&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bc614063f/15006115_SZa1b.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;338&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 20 May 2013 13:16:18 GMT</pubDate>
  <title>Novo álbum dos Thirty Seconds to Mars no Music Box</title>
  <author>Blogs PT</author>  <link>http://tmn.blogs.sapo.pt/261710.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 5px 5px; float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/sur/fotos/?uid=OK33eo26jUI31kbDFpIk&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B1713ca9f/14983132_rMzWg.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;200&quot; height=&quot;100&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Entre 20 e 26 de Maio o Music Box antecipa o mais recente álbum dos Thirty Seconds to Mars, Love Lust Faith + Dreams, que conta com a participação de Steve Lillywhite, que já trabalhou nomes conhecidos como os U2 e Jim Morrissey e é vencedor de vários Grammy Awards.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name=&quot;cutid1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;ljcut&quot; text=&quot;Ler mais...&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/sur/fotos/?uid=TmFuRnj6zW9HK9jbkVun&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/P181441cf/15004381_upBLC.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;170&quot; height=&quot;170&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Os Thirty Seconds to Mars regressam a Portugal este ano, a 20 de julho, para o festival &lt;a href=&quot;https://www.facebook.com/FestivalMaresVivas&quot;&gt;MEO Marés Vivas&lt;/a&gt;, em Gaia.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;As 12 faixas do novo álbum desta banda americana já estão disponíveis no &lt;a href=&quot;http://musicbox.pt/&quot;&gt;Music Box&lt;/a&gt;, um serviço PT através do qual é possível ouvir mais de 15 milhões de músicas, guardar e partilhá-las a qualquer hora e em qualquer lugar, no PC, tablet, smartphone ou TV. O Music Box é também a única plataforma de &lt;em&gt;streaming&lt;/em&gt; em todo o mundo a oferecer o 10 &lt;em&gt;downloads&lt;/em&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;mensais em MP3.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/sur/fotos/?uid=CJQ5AewQcZwAdtGIvLh5&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/P6e13486e/15004311_c4nyc.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;260&quot; height=&quot;173&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 20 May 2013 07:49:13 GMT</pubDate>
  <title>Ordens de Trabalho</title>
  <author>Maurício Barra</author>  <link>http://forteapache.blogs.sapo.pt/1008162.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ordem de Trabalhos do Conselho de Estado&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;1. o risco da política de ajustamento seguida por este Governo não prosseguir no próximo.  &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;2.  fomentar o crescimento económico e a criação de emprego.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;3. preparar a renegociação do período pós-troika.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ordem de Trabalhos do PS&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“ O país não deveria discutir o além” José Sócrates&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“ Crise de regime no horizonte de Portugal “ A.J Seguro&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 19 May 2013 22:52:06 GMT</pubDate>
  <title>DVD / The Last Stand</title>
  <author>Hugo Gomes</author>  <link>http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/1019296.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=qjZaEUeZNjz0YFf3ZyfT&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; float: left;&quot; src=&quot;http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/P4e1460e4/15002596_yKQoc.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;192&quot; height=&quot;260&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Real.: Kim Jee-Woon / Int.: Arnold Schwarzenegger, Forest Whitaker, Johnny Knoxville&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Filme –&lt;/strong&gt; O regresso de &lt;strong&gt;Arnold Schwarzenegger&lt;/strong&gt; como herói a solo sob a alçada do primeiro trabalho do coreano cineasta, &lt;strong&gt;Kim Jee-Woon&lt;/strong&gt;, que já nos havia oferecido delirantes obras como &lt;strong&gt;The Good, The Bad and the The Weird e I Saw the Devil.&lt;/strong&gt; Os dois “&lt;em&gt;ingredientes&lt;/em&gt;” explosivos resultam nesta espécie variação moderna de &lt;strong&gt;High Noon,&lt;/strong&gt; um velho xerife pronto a defender a sua pequena cidade dos malfeitores, um filme de acção com genialidade ocasional mas pobre em termos de personagens e situações. A verdade é que &lt;strong&gt;Schwarzenegger&lt;/strong&gt; não desilude no seu regresso á acção, não envergonha mesmo como factor da idade e a sombra do físico de outrora, mas &lt;strong&gt;Kim Jee-Woon&lt;/strong&gt; sim, esperava-se mais identidade por parte do cineasta do que simplesmente um entretenimento passageiro e pouco dinâmico.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;AUDIO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Inglês Dolby Digital 5.1&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;LEGENDAS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Português&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;EXTRAS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Entrevistas&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Em Filmagens&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Trailers&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Tv Spot&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Distribuidora – PRIS Audiovisuais, SA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ver Também&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/950571.html&quot;&gt;The Last Stand (2013)&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=SFHZV6Pmu4RrTKU1S5rS&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B9013955d/15002594_ZWAjP.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;313&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;FILME –&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=hTyvFJ1bvygbpYMFkau3&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bb214f8db/15002597_ScZPS.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;145&quot; height=&quot;28&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;DVD -&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=9ud4arjfL8LVyDQeeknP&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B32143593/15002598_pHgOn.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;145&quot; height=&quot;28&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 19 May 2013 22:42:17 GMT</pubDate>
  <title>Rabbit Hole (2010)</title>
  <author>Hugo Gomes</author>  <link>http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/1019112.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=9ylPWuDnVHQsMopiWAds&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Pfc145b3a/15002557_y8oyf.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;180&quot; height=&quot;260&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Um atraso dramático!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um atraso descomunal de três anos a chegar ao nosso país, um título traduzido ridículo que transmite uma ideia completamente errada da temática do filme (&lt;strong&gt;O Outro Lado do Coração),&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Rabbit Hole&lt;/strong&gt;, o ultimo filme de &lt;strong&gt;John Cameron Mitchell (Shortbus),&lt;/strong&gt; um drama seco mas competente, está condenado a passar despercebido em Portugal. Datado do ano 2010,&lt;strong&gt; Rabbit&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Hole&lt;/strong&gt; integrou nos seleccionados aos &lt;strong&gt;Óscares&lt;/strong&gt; de 2011 na categoria de &lt;strong&gt;Melhor Actriz Principal&lt;/strong&gt; em 2011 graças a um desempenho sofrido por parte de &lt;strong&gt;Nicole Kidman.&lt;/strong&gt; Todavia mesmo tendo sido o filme com menor receita domestica entre os envolvidos nos prémios da &lt;strong&gt;Academia&lt;/strong&gt; daquele ano (com um orçamento de cinco milhões de dólares, apenas rendeu dois), ninguém nega que com o seu devido tempo a obra poderia funcionar dentro do nosso panorama cinematográfico. A começar pela actriz, &lt;strong&gt;Kidman&lt;/strong&gt; não é uma desconhecida e sou crente em afirmar que exista por aí legião de fãs que veneram esta estrela de&lt;strong&gt; Hollywood&lt;/strong&gt; e por fim a marca registada dos &lt;strong&gt;Óscares&lt;/strong&gt;, prémio cinematográfico mais conceituado e respeitado serviria como um atractivo para o grande público consumido pela publicidade que a estatueta dourada emana. Enfim, com os três anos de atraso, um período difícil para o cinema que Portugal atravessa, e uma estimativa de 7 a 8 estreias por semana, &lt;strong&gt;Rabbit Hole&lt;/strong&gt; perdera o seu impacto que poderia ter obtido há tempos atrás.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=UhDS47zAzGYyrWKaZLdw&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B4c1491cb/15002563_MBi3O.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;270&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Contudo não devemos desfazer as qualidades desta mudança de registo de &lt;strong&gt;John Cameron&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Mitchell,&lt;/strong&gt; que invoca memórias do seu passado (a perda do seu irmão) para adaptar a homónima peça de &lt;strong&gt;David Lindsay-Abaire&lt;/strong&gt;. Assim sendo temos a nosso dispor uma obra igualmente padecida em termos emotivos, que não acarreta uma enfase dramática digna de melodrama o que torna &lt;strong&gt;Rabbit Hole&lt;/strong&gt;, pesado, deprimente, mas nunca exagerado nem sob influências &lt;em&gt;telenovelescas&lt;/em&gt;. A realização por parte de &lt;strong&gt;Cameron Mitchell&lt;/strong&gt; é segura e experiente na recriação desta história de luto de um casal perdeu tragicamente o seu único filho. O autor consegue em todos os campos conceber uma partitura para os seus actores expressarem interpretativamente. Ou seja, temos a nosso dispor uma &lt;strong&gt;Nicole Kidman&lt;/strong&gt; friamente forte, paranóica e de uma beleza emoldurada que nos remete um dos seus melhores empenhos dos últimos anos e um &lt;strong&gt;Aaron Eckhart&lt;/strong&gt;, subtil mas por vezes explosivamente emotivo, dois desempenhos que lideram um leque de actores profissionais e todos eles demostrados as suas facetas frágeis, invocando o melhor da “&lt;em&gt;escola de actores norte-americana&lt;/em&gt;”.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=HBnUCN5msR8pBeIER5CB&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B70133d85/15002565_aiIur.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;333&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Rabbit Hole&lt;/strong&gt; é contudo um drama forte, mas prejudicado pelo desleixo da distribuidora. A fita de &lt;strong&gt;John Cameron Mitchell&lt;/strong&gt; chega demasiado tarde aos nossos cinemas, perdendo o impacto que poderia culminar. Bom, mas não surpreendente.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;em&gt;“And so this is just the sad version of us...”&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Real.: John Cameron Mitchell / Int.: Nicole Kidman, Aaron Eckhart, Dianne Wiest, Sandra Oh&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/deathboy/fotos/?uid=L0bFOuMzwSZAdN5A2Hc6&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Be814c059/15002566_1LsOL.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;357&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 19 May 2013 19:18:23 GMT</pubDate>
  <title>&quot;Mississippi Beat Part I&quot;</title>
  <author>Maurício Barra</author>  <link>http://iamblue.blogs.sapo.pt/17625.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/ALU5g6Qqi08&quot; width=&quot;420&quot; height=&quot;315&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 19 May 2013 19:12:20 GMT</pubDate>
  <title>I&apos;ve Got News For You</title>
  <author>Maurício Barra</author>  <link>http://iamblue.blogs.sapo.pt/17272.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/FPgd1YAfaoA&quot; width=&quot;420&quot; height=&quot;315&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Buddy Turns Down Howlin&apos; Wolf&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana; font-size: small;&quot;&gt;Buddy Guy reflects on his reasons for turning down a gig with the legendary Howlin&apos; Wolf in an interview segment cut into a performance of his song &quot;I&apos;ve Got News For You.&quot; The fact is that even young blues men as talented as Buddy, were sometimes intimated by their legendary predecessors.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 19 May 2013 08:15:07 GMT</pubDate>
  <title>Two Songs</title>
  <author>Maurício Barra</author>  <link>http://iamblue.blogs.sapo.pt/17095.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/xfDriUyKkro&quot; width=&quot;420&quot; height=&quot;315&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;Texas blues guitar great Mance Lipscomb performs &quot;Take Me Back&quot; and &quot;Goin&apos; Down Slow&quot; in 1969. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Mance Lipscomb was born April 9, 1895 to an ex-slave father from Alabama and a half Native American Choctaw mother. Lipscomb spent most of his life working as a tenant farmer in Texas and was &quot;discovered&quot; and recorded by Mack McCormick and Chris Strachwitz in 1960 during the country blues revival. He released many albums of blues, ragtime, Tin Pan Alley and folk music (most of them on Strachwitz&apos; Arhoolie label), singing and accompanying himself on acoustic guitar. He had a fine finger-picking guitar technique, and an expressive voice well suited to his material. Lipscomb often honed his skills by playing in nearby Brenham, Texas, with a blind musician, Sam Porter Norman. His debut release, Texas Songster (1960) revealed how broad his repertoire was, and further sets for Arhoolie made that point in greater detail. Lipscomb happily performed old songs like &quot;Sugar Babe,&quot; the first song he ever learned, to pop numbers like &quot;Shine On, Harvest Moon&quot; and &quot;It&apos;s a Long Way to Tipperary&quot;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Trouble in Mind was recorded in 1961, and released on a major label, Reprise. In May 1963, Lipscombe appeared at the first Monterey Folk Festival in California. Also on the bill were Bob Dylan, Joan Baez, Pete Seeger, Peter, Paul &amp;amp; Mary and The Weavers.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Unlike many of his contemporaries, he did not record in the early blues era, but his life is well documented thanks to his autobiography, I Say Me for a Parable: The Oral Autobiography of Mance Lipscomb, Texas Bluesman, narrated to Glen Alyn, which was published posthumously, and also a short 1971 documentary by Les Blank, A Well Spent Life.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;He died on January 30, 1976 in his hometown of Navasota, two years after suffering a stroke.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 19 May 2013 08:13:18 GMT</pubDate>
  <title>Spike driver blues</title>
  <author>Maurício Barra</author>  <link>http://iamblue.blogs.sapo.pt/16886.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/nKkw4nkifa8&quot; width=&quot;420&quot; height=&quot;315&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;Mississippi John Hurt plays his song &quot;Spike Drivers Blues&quot; for Pete Seeger and his wife on &quot;Pete Seeger&apos;s Rainbow Quest&quot; television show in the mid-1960&apos;s.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Raised in Avalon, Mississippi, Hurt taught himself how to play the guitar around age nine. Singing in a loud whisper, to a melodious finger-picked accompaniment, he began to play local dances and parties while working as a sharecropper. He first recorded for Okeh Records in 1928, but these were commercial failures. Hurt then drifted out of the recording scene, and he continued his work as a farmer. A copy of one of his recordings, &quot;Avalon Blues,&quot; was later discovered. The title of which gave the location of his hometown and inspired a growth of interest in Hurt&apos;s whereabouts. Tom Hoskins, a blues enthusiast, would be the first to locate Hurt in 1963. He convinced Hurt to relocate to Washington, D.C., where he was recorded by the Library of Congress in 1964.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;His rediscovery helped further the American folk music revival, which had led to the rediscovery of many other bluesmen of Hurt&apos;s era. Hurt entered the same university and coffeehouse concert circuit as his contemporaries, as well as other Delta blues musicians brought out of retirement. As well as playing concerts, he recorded several studio albums for Vanguard Records.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 19 May 2013 08:11:50 GMT</pubDate>
  <title>Skip&apos;s Worried Blues</title>
  <author>Maurício Barra</author>  <link>http://iamblue.blogs.sapo.pt/16617.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/KhrqBOSazzA&quot; width=&quot;420&quot; height=&quot;315&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;Skip James performs in the company of other legendary blues men including Howlin&apos; wolf at the Newport Folk Festival in 1966.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;In early 1931, Skip James auditioned for H. C. Speir a Jackson, Mississippi, record shop owner and talent scout who placed blues performers with a variety of record labels including Paramount. On the strength of this audition, James traveled to Grafton, Wisconsin to record for Paramount. James&apos;s 1931 work is considered unique among pre-war blues recordings, and formed the basis of his reputation as a musician.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;For the next thirty years, he recorded nothing drifting in and out of music and was virtually unknown to listeners until about 1960. In 1964 blues enthusiasts John Fahey, Bill Barth, and Henry Vestine located Skip James in a hospital in Tunica, Mississippi. According to Calt, the &quot;rediscovery&quot; of both James and of Son House at virtually the same moment was the start of the &quot;blues revival&quot; in the US. In July 1964 James, along with other rediscovered performers, appeared at the Newport Folk Festival. Several photographs by Dick Waterman captured this first performance in over 30 years. Throughout the remainder of the decade, he recorded for the Takoma, Melodeon, and Vanguard labels and played various engagements until his death in Philadelphia from cancer in 1969.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 19 May 2013 08:09:45 GMT</pubDate>
  <title>Pony Blues</title>
  <author>Maurício Barra</author>  <link>http://iamblue.blogs.sapo.pt/16298.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/zoKKJjf-oQA&quot; width=&quot;420&quot; height=&quot;315&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;&quot;Father of the Delta Blues,&quot; Charley Patton made this recording in Richmond, Indiana on June 14, 1929 accompanying himself on guitar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Charley Patton was born in Hinds County, Mississippi near the town of Edwards between April 1887 and 1891. He is considered the &quot;Father of the Delta Blues&quot;, and is credited with creating an enduring body of American music and personally inspiring just about every Delta blues man (Palmer, 1995). Musicologist Robert Palmer considers him among the most important musicians that America produced in the twentieth century.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;In 1900, his family moved 100 miles north to the legendary 10,000-acre Dockery Plantation sawmill and cotton farm near Ruleville, Mississippi. It was here that both John Lee Hooker and Howlin&apos; Wolf fell under the Patton spell as well as Willie Brown, Tommy Johnson, and Fiddlin&apos; Joe Martin. It was also here that Robert Johnson played and was given his first guitar. At Dockery, Charley fell under the tutelage of Henry Sloan, who had a new, unusual style of playing music which today would be considered very early blues. Charley followed Henry Sloan around and by the time he was about 19 had become an accomplished performer and songwriter in his own right, having already composed the seminal &quot;Pony Blues.&quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Biographer John Fahey describes Patton as having &quot;light skin and Caucasian features.&quot; Though Patton was considered African-American, because of his light complexion there have been rumors that he was Mexican, or possibly a full-blood Cherokee, a theory endorsed by Howlin&apos; Wolf. In actuality, Patton was a mix of white, black, and Cherokee &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Patton was a &quot;jack-of all-trades bluesman&quot; who played &quot;deep blues, white hillbilly songs, nineteenth-century ballads, and other varieties of black and white country dance music with equal facility,&quot; according to Robert Palmer. He was extremely popular across the Southern United States and also performed annually in Chicago, Illinois and, in 1934, New York City. In contrast to the itinerant wandering of most blues musicians of his time, Patton played scheduled engagements at plantations and taverns. Long before Jimi Hendrix impressed audiences with flashy guitar playing, Patton gained notoriety for his showmanship, often playing with the guitar down on his knees, behind his head, or behind his back. Although Patton was a small man at about 5 foot 5, his gravelly voice was rumored to have been loud enough to carry 500 yards without amplification. Patton&apos;s gritty bellowing was a major influence on the singing style of his young friend Chester Burnett, who went on to gain fame in Chicago as Howlin&apos; Wolf.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Patton settled in Holly Ridge, Mississippi with his common-law wife and recording partner Bertha Lee in 1933. He died on the Heathman-Dedham plantation near Indianola on April 28, 1934 and is buried in Holly Ridge (both towns are located in Sunflower County). Patton&apos;s death certificate states that he died of a mitral valve disorder. His death was not reported in the newspapers. A memorial headstone was erected on Patton&apos;s grave in July, 1990 paid for by musician John Fogerty through the Mt. Zion Memorial Fund.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 19 May 2013 08:08:12 GMT</pubDate>
  <title>Pride And Joy</title>
  <author>Maurício Barra</author>  <link>http://iamblue.blogs.sapo.pt/16067.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/kfjXp4KTTY8&quot; width=&quot;420&quot; height=&quot;315&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;Stevie Ray Vaughan (guitar and vocals) performances &quot;Pride And Joy&quot; with his band &quot;Double Trouble&quot; consisting of Tommy Shannon (bass), and Chris Layton (drums) live at Montreux 1982.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;In 1982, Vaughan and Double Trouble performed at the Montreux Jazz Festival in Switzerland, catching the attention of musicians David Bowie and Jackson Browne. Bowie asked Vaughan to play on his upcoming studio album Let&apos;s Dance, while Browne offered the band free use of his personal studio in Los Angeles to record an album.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;In March 1983, Vaughan and Double Trouble were signed to Epic Records by veteran record producer John Hammond Sr. and released their debut album, &quot;Texas Flood&quot; in June of that year.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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