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  <title>Blogs do SAPO - POSTS</title>
  <lastBuildDate>Wed, 22 May 2013 20:45:41 GMT</lastBuildDate>
  <description>Posts dos perfis que umcopodelimonada - SAPO Blogs segue</description>
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  <pubDate>Wed, 22 May 2013 20:45:41 GMT</pubDate>
  <title>Castelo do Sabugal</title>
  <author>Jorge Soares</author>  <link>http://conhecerportugal2.blogs.sapo.pt/30867.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 10px solid #FFFFFF;&quot; src=&quot;https://lh4.googleusercontent.com/-W9n1VtHr0DY/UO8WYimSBbI/AAAAAAAAsIY/l-eMmDcbNq8/s800/DSC09121.JPG&quot; alt=&quot;Castelo do Sabugal&quot; width=&quot;800&quot; height=&quot;533&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O &lt;strong&gt;Castelo do Sabugal&lt;/strong&gt;, também referido como &lt;strong&gt;Castelo das Cinco Quinas&lt;/strong&gt; devido ao formato incomum de sua torre de menagem, localiza-se na freguesia, cidade e concelho do Sabugal, no distrito da Guarda, em Portugal.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em posição dominante sobre a povoação, num pequeno planalto da serra da Malcata, controla a travessia do rio Côa em sua margem direita, donde a sua importância na antiguidade e na época medieval.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De acordo com evidências arqueológicas, supõe-se que a elevação em que se situa o atual castelo, dominando o curso do rio Côa, foi ocupada por seres humanos desde época pré-histórica, que aí teriam erguido um castro.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com a Invasão romana da Península Ibérica, foi implantada uma extensa rede de estradas cortando a península, uma delas cruzando o Côa neste trecho. Admite-se que este povo tenha mantido, neste mesmo sítio, uma pequena guarnição militar para a vigilância e defesa da travessia do rio. Séculos mais tarde, conheceu o domínio por povos germânicos e por Muçulmanos, dos quais não restaram maiores evidências.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;O_castelo_medieval&quot; class=&quot;mw-headline&quot;&gt;O castelo medieval&lt;/span&gt; &lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;À época da Reconquista cristã da península Ibérica, as terras do Sabugal foram inicialmente conquistadas possivelmente por D. Afonso Henriques (1112-1185) em 1160, vindo a ser perdidas logo após para o reino de Leão.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em 1190, Afonso IX de Leão criou o Concelho do Sabugal, tendo a vila sido fundada por volta de 1224, época em que foi principiado um reduto defensivo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Integrante do território de Ribacôa, conquistado a Leão por D. Dinis (1279-1325), recebeu Carta de Foral daquele soberano português em1296. Entretanto, a sua posse definitiva para Portugal só foi assegurada pelo Tratado de Alcanices em 1297. O soberano, a partir de então, procurou consolidar essas fronteiras, fazendo reedificar o Castelo de Alfaiates, o Castelo de Almeida, o Castelo Bom, o Castelo Melhor, oCastelo Mendo, o Castelo Rodrigo, o Castelo de Pinhel, o &lt;strong&gt;Castelo do Sabugal&lt;/strong&gt; e o Castelo de Vilar Maior.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Iniciam-se, nesse contexto, os trabalhos de ampliação e reforma da sua defesa casteleira, desimpedindo-se o espaço intramuros onde se erguiam algumas casas da povoação e reforçando-se as muralhas que ganharam por dois grandes torreões dominados por uma alta torre de Menagem. As obras, referidas por Rui de Pina (Crónica de D. Dinis), foram concluídas em 1303, sob a direção de Frei Pedro, do Mosteiro de Alcobaça. Credita-se ainda, a este soberano, o estabelecimento, nestes domínios, de um couto de homiziados, privilégio que visava atrair povoadores. Alguns documentos confirmam que este privilégio se encontrava em vigor ainda em fins do século XV.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No reinado de D. Manuel I (1495-1521), o &lt;strong&gt;Castelo do Sabugal&lt;/strong&gt; encontra-se figurado por Duarte de Armas (Livro das Fortalezas, c. 1509), tendo recebido obras de beneficiação, concluídas em1515, conforme inscrição epigráfica sobre o portão principal. Este soberano concedeu o &lt;em&gt;Foral Novo&lt;/em&gt; à vila em 1 de Junho de 1515.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;Da_Guerra_da_Restaura.C3.A7.C3.A3o_aos_nossos_dias&quot; class=&quot;mw-headline&quot;&gt;Da Guerra da Restauração aos nossos dias&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No contexto da Guerra da Restauração, foram procedidas obras de modernização em sua estrutura, bem como posteriormente edificada a chamada &lt;em&gt;Torre do Relógio&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No século XVII aí esteve detido o poeta e cavaleiro Brás Garcia de Mascarenhas, célebre pelas suas aventuras e pelo seu não menos famoso poema épico Viriato Trágico.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No início do século XIX, no contexto da Guerra Peninsular, aquartelou tropas inglesas e portuguesas que deram combate às tropas napoleônicas em retirada, sob o comando do general André Masséna (Abril de 1811). Posteriormente desguarnecido e abandonado, a sua praça de armas foi utilizada pela população da vila como cemitério, de 1846 a cerca de 1927. Os habitantes, nesse ínterim, passaram a retirar pedras das muralhas para reutilizá-las em suas construções.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No século XX, em 1911 procedeu-se a demolição da &lt;em&gt;Igreja de Nossa Senhora do Castelo&lt;/em&gt;. Mais tarde, na década de 1940, o processo de depredação do monumento foi detido graças à atuação da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN), que promoveu ampla campanha de obras de consolidação e reconstrução.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Entre 1993 e 1994 uma nova campanha de trabalhos de restauração, procurando devolver ao monumento as suas feições originais. Mais recentemente, comprovando-se a existência de fissuras nas paredes e a derrocada parcial de elementos de um dos torreões da barbacã e de algumas ameias (1999), no alvorecer do século XXI, a DGEMN lançou um concurso para o restauro e consolidação das muralhas e torres do castelo, assim como a construção de um anfiteatro ao ar livre e das respectivas instalações de apoio (2001). Os trabalhos desenvolviam-se entre 2003 e2005, quando se previa a reabertura do monumento ao público.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;Caracter.C3.ADsticas&quot; class=&quot;mw-headline&quot;&gt;Características&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em posição dominante na cota mais alta do terreno, ergue-se o castelo, que apresenta planta no formato quadrangular. O topo das muralhas, em aparelho misto de cantaria de granito e dealvenaria de xisto, é percorrido por um largo adarve, protegido por merlões, nos quais se rasgam troneiras cruzetadas. O adarve é acedido por quatro escadas internas. Os muros são reforçados por três sólidos torreões nos ângulos, e por um quarto, localizado no centro do pano de muralha pelo lado sudoeste. Estas torres são rematadas por ameias piramidais, assim como a Torre de Menagem, de invulgar planta pentagonal, defendendo o portão principal. O interior desta última, em estilo gótico, é dividido em três pavimentos, com tetos abobadados e fechos ornamentados por escudos com as quinas nacionais. O compartimento superior é iluminado pelas portas que dão acesso a balcões misulados, com matacães.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Entre a torre de menagem e o torreão do ângulo leste inscreve-se um balcão ameado, vigiando a entrada principal da praça de armas. Inferiormente, na zona exterior, corre a cerca da barbacã - dispositivo defensivo que une e reforça as muralhas do castelo, igualmente rematadas por maciços merlões com aberturas de troneiras cruzetadas. Apoiam as suas muralhas dois pequenoscubelos circulares, abrindo-se próximo de um deles um pequeno portal de arco em ogiva.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A cerca da vila apresentava conformação aproximadamente oval, dela restando, atualmente, apenas pequenos trechos. Nelas se abria a &lt;em&gt;Porta da Vila&lt;/em&gt;, próximo à chamada &lt;em&gt;Torre do Relógio&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;A_lenda_do_milagre_das_rosas&quot; class=&quot;mw-headline&quot;&gt;A lenda do milagre das rosas&lt;/span&gt; &lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Reza a tradição que foi no largo deste castelo que se deu o famoso milagre das rosas tendo como protagonistas a Rainha Santa Isabel e o rei D. Dinis.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fonte Wikipédia&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;noprint&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Sabugal, Dezembro de 2012&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Jorge Soares&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 22 May 2013 20:42:26 GMT</pubDate>
  <title>Praia da Saúde 2</title>
  <author>Jorge Soares</author>  <link>http://momentoseolhares.blogs.sapo.pt/727289.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 10px solid #FFFFFF;&quot; src=&quot;https://lh6.googleusercontent.com/-NS6JgD12YmA/UZ0m7Wr3bMI/AAAAAAAAuj4/CwRdzYBalks/s800/2013%2520-%252003%2520P%25C3%25A1scoa2.jpg&quot; alt=&quot;Praia da Saúde&quot; width=&quot;800&quot; height=&quot;578&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Praia da Saúde 2&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Setúbal, Março de 2013&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Jorge Soares&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 22 May 2013 20:15:55 GMT</pubDate>
  <title>Adopção, ao cuidado de todos os candidatos</title>
  <author>Jorge Soares</author>  <link>http://oqueeojantar.blogs.sapo.pt/493621.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 10px solid #ffffff; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;https://lh6.googleusercontent.com/-U8G06F3xL9I/UZ0qVZSL6dI/AAAAAAAAukI/cQ4Xr0UPWcM/s720/DSC09342.JPG&quot; alt=&quot;Filhos&quot; width=&quot;420&quot; height=&quot;279&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A propósito do post de &lt;a href=&quot;http://oqueeojantar.blogs.sapo.pt/493121.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;há dois dias&lt;/a&gt; em que se falava da devolução de crianças, a Ana (muito obrigado) em resposta àquela mãe, deixou o seguinte comentário:&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Em 2009 chegaram os meus filhos, também pela via da adopção, na altura o meu filho tinha apenas 5,5 anos e a minha filha tinha 2 anos. O meu filho com apenas 5,5 anos, bateu-me a mim, a todas as professoras que encontrou pelo caminho durante os 6 meses seguintes, pintou o cão da escola, bateu em quase todos os colegas da escola, arrancou inúmeros cabelos ás professoras, arrancou-me cabelos a mim, partiu coisas em casa, disse várias vezes que queria era estar na instituição, que lá é que tinha os amigos/as dele, etc.etc . Podia contar muito mais, mas acho que estes exemplos chegam. Desistir do meu filho nunca! Ele era mau por fazer isto e não gostava de nós? Não!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O meu filho é e sempre foi um doce, ama-nos acima de tudo, lembra-se da outra mãe? Claro que sim, falamos disso sempre que ele precisa, mas eu sei que ele me ama muito e não é porque o diz mas porque eu o sinto. Ele fazia todas aquelas coisas para nos testar, para nos levar até aos limites, para ver se também esta nova família o iria deixar novamente a ele e á irmã.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cara Madalena, não corrigimos estes comportamentos dando todos os presentes que o meu filho queria, corrigimos aplicando regras desde o primeiro dia, aplicando castigos quer na escola quer em casa sempre que necessário, foi um primeiro ano de intensa luta entre nós, a escola e ele.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quantas vezes me apetecia abraça-lo e tinha que o castigar? Quantas vezes lhe disse que fizesse o que fizesse mal, nós agora éramos sempre a família dele e gostávamos sempre dele e ele tinha que acreditar nisso. Não lhe consigo dizer quantas vezes foram, mas uma coisa posso garantir que não passa em 3, 4 ou 6 meses! Levou um ano ou mais até que o meu filho melhorasse radicalmente o seu comportamento!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hoje (passaram apenas 4 anos), não temos uma queixa da escola, todos os dias ele tem que nos dizer que nos ama, que todo o coração dele é meu, que tem o melhor pai do mundo, que não se vai casar porque quer viver sempre nesta casa com os pais….(até já brincamos com ele, que se não sair para a casa dele até aos 30 anos saímos nós!!!!!!)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cara Madalena, nós não temos que pagar sessões de psicoterapia para que os nossos filhos gostem de nós, temos que pagar um pedopsiquiatra para ajudar os nossos filhos a lidarem com o sofrimento deles e também para nos ajudarem a nós. Estas crianças, os meus filhos e as suas filhas o que mais querem é ter a certeza que vocês (nós) vão estar sempre aí para as apoiarem e amarem.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agora deixo esta pergunta no ar : e se eu, durante os 6 meses do período de pré adopção tivesse desistido dos meus filhos? Acredite que também foi terrível! Nunca tal nos passou pela cabeça mas se tivesse acontecido, hoje não teria ao meu lado os Melhores Filhos do Mundo, com todas as preocupações que já nos deram e que sabemos que ainda vão dar! E o que teria sido dos meus Filhos com o peso de mais uma família a desistir deles?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Peço desculpa Jorge, por ocupar o seu espaço desta forma, mas não ficava bem comigo mesma se não apelasse à Madalena que deve procurar ajuda, existem pedopsiquiatras maravilhosos, mas não desista de amar estas duas crianças!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Ana&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um texto para reflectir,  um texto que deveriam ler todos os candidatos à adopção e todas as pessoas que alguma vez pensaram em adoptar, é claro que nem todos os casos são assim, mas acreditem em mim, não há casos fáceis. E não, adoptar bebés não minimiza os problemas, nós adoptamos um bebé com um ano e basta procurar neste blog a palavra &lt;a href=&quot;http://oqueeojantar.blogs.sapo.pt/tag/hiperactividade&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;hiperactividade&lt;/a&gt; para se perceber como nada é  fácil, mas não há a mínima dúvida, o amor pode sempre mais que qualquer tipo de problema.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ana, não tem que pedir desculpa, eu é que agradeço as suas palavras.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Jorge Soares&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 21 May 2013 21:30:00 GMT</pubDate>
  <title>Marina de Lagos</title>
  <author>Jorge Soares</author>  <link>http://conhecerportugal2.blogs.sapo.pt/30674.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 10px solid #FFFFFF;&quot; src=&quot;https://lh4.googleusercontent.com/-9CFeU599LVs/R-_6DOhM_II/AAAAAAAAC4M/DA-IX-F11vY/s800/P1010154.JPG&quot; alt=&quot;Marina de Lagos&quot; width=&quot;800&quot; height=&quot;600&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Marina de Lagos, Algarve&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Março de 2008&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Jorge Soares&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 21 May 2013 20:29:10 GMT</pubDate>
  <title>Raquel Varela perdeu uma excelente oportunidade para estar calada</title>
  <author>Jorge Soares</author>  <link>http://oqueeojantar.blogs.sapo.pt/493377.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/dpywNeT0ZQw&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Confesso a minha ignorância, não me lembro de até hoje ter ouvido falar de Raquel Varela, dei-me ao trabalho de ir ao google, onde podemos encontrar o seguinte:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;a href=&quot;http://ihc.fcsh.unl.pt/pt/ihc/investigadores/item/1242-rcvarela&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Raquel Varela (1978) é investigadora do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, onde coordena o Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais e investigadora do Instituto Internacional de História Social, onde coordena o projecto internacional In the Same Boat? Shipbuilding and ship repair workers around the World (1950-2010). É coordenadora do projecto História das Relações Laborais no Mundo Lusófono. É doutora em História Política e Institucional (ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa). É, desde 2011, Presidente da International Association Strikes and Social Conflicts. É vice coordenadora da Rede de Estudos do Trabalho, do Movimento Operário e dos Movimentos Sociais em Portugal.&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E a coisa continua, o currículo é impressionante, mas efectivamente há algo que não consta por lá, bom senso. É claro que eu também sou contra os salários de miséria que se pagam por cá ou noutros países, ainda um destes dias aqui falei sobre o Bangladesch e a forma como as grandes multinacionais se aproveitam dos salários de miséria e do trabalho quase escravo para nos fazerem chegar a última moda a preços de saldo. Mas será que a pergunta mais inteligente que se pode fazer a um jovem de 16 anos que acaba de criar o seu emprego e ser produtivo para o país é sobre isto?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Qual era  finalidade da pergunta?, dizer ao jovem que ele tem que acabar com o negócio porque quem cose as t-shirts ganha o salário mínimo?, uma coisa é pedir a uma multinacional que ganhe uns milhões a menos e se preocupe mais com a situação social dos locais para onde desloca a produção, outra coisa  é tentar fazer passar por irresponsável a um jovem que tem iniciativa e a garra suficiente para fazer pela vida apesar da situação do país e dos seus 16 anos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;Não era de esperar que o Martim, um jovem do Secundário conseguisse entrar num debate sociológico. Ele teve uma ideia e colocou-a em prática... e tem vontade de continuar, e isto é ser empreendedor, para que tentar cortar ou minimizar o sonho?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E não, não queremos um país nivelado por baixo, não queremos ser o Bangladesch da Europa, todos queremos um país com salários, condições de vida e de trabalho, justas, mas há que ter a noção do momento e da realidade e está à vista que apesar dos muitos títulos e do longo currículo na área, esta senhora não tem nem uma coisa nem a outra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Jorge Soares&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 21 May 2013 20:15:17 GMT</pubDate>
  <title>Novas regras</title>
  <author>Hernani de J. Pereira</author>  <link>http://omeupontodevista.blogs.sapo.pt/356531.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Hoje em dia possuir uma licenciatura, um mestrado ou mesmo um doutoramento já não tem, necessariamente, o impacto directo na questão da empregabilidade que tinha há meia dúzia anos. Atenção que, com isto, não quero dizer que os estudos, o progresso académico, não sejam importantes, bem pelo contrário, uma vez continuar a ser adepto incondicional de que o saber nunca ocupou lugar, para além de ser uma mais-valia. Contudo, em tempos de despedimentos, nenhum cargo está a salvo e são cada vez mais os profissionais que procuram no mercado um curso que lhes abra novas portas ou reforce as suas competências profissionais.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para os que estão numa situação de desemprego e procuram regressar ao mercado de trabalho, a aposta vai sobretudo para a reconversão profissional apostando em formações de curta ou média duração em idiomas, tecnologias, liderança, gestão ou técnicas comerciais. Áreas, porém, que podem de facto abrir portas, mas que não garantem, por si só, uma reconversão profissional com empregabilidade assegurada. Se para os menos jovens novas formações é aconselhável, para os jovens pode não ser bem assim. Para estes é absolutamente necessário que decidam muito bem qual a formação na qual vão investir. Aliás, o conselho dos especialistas é prudência.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Se é um dado adquirido que a licenciatura actualmente já não é suficiente – salvo os &lt;em&gt;boys&lt;/em&gt; das “jotas” – para conseguir emprego, somar pós-graduações, mestrados e doutoramentos em áreas diversas pode ter até um efeito negativo, i.e., o que se designa por “excesso de qualificações” aos olhos dos empregadores. O segredo, como salientam as principais agências de recrutamento e selecção, é saber identificar as reais necessidades do mercado e antecipar aquilo que as empresas vão necessitar no futuro.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Sabendo, de antemão, que não existem receitas milagrosas, há, todavia, cursos em que é fácil perceber que o país tem excesso de oferta, como, por exemplo, nas áreas ligadas ao ensino, ao direito e ao marketing, entre outras.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 21 May 2013 20:04:42 GMT</pubDate>
  <title>A arte de ler...</title>
  <author>numadeletra</author>  <link>http://numadeletra1.blogs.sapo.pt/30879.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/numadeletra/fotos/?uid=jRpa1ik0aQIthcKmjgpC&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B9013c903/15010755_Amj5a.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;700&quot; height=&quot;316&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/numadeletra/fotos/?uid=e2b6CNlWLWknz5zF9IdL&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B4f13cfff/15010757_3Nq9c.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;700&quot; height=&quot;312&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;                                        &lt;wbr /&gt;                                        &lt;wbr /&gt;                                                                 &lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/numadeletra/fotos/?uid=ziW7zcc3m39Io6V6tJy3&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B24137af2/15010786_CJb2W.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;280&quot; height=&quot;65&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana,geneva; font-size: small;&quot;&gt;Exposição &quot;Noites Brancas&quot;, de Julião Sarmento - Fundação Serralves, Museu de Arte Contemporânea&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;  &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 21 May 2013 18:57:04 GMT</pubDate>
  <title>Praia da Saúde</title>
  <author>Jorge Soares</author>  <link>http://momentoseolhares.blogs.sapo.pt/726801.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 10px solid #FFFFFF;&quot; src=&quot;https://lh3.googleusercontent.com/-wrWaW5ha26s/UZvDJZu-meI/AAAAAAAAuio/lNjOY10kdvI/s800/2013%2520-%252003%2520P%25C3%25A1scoa1.jpg&quot; alt=&quot;Praia da Saúde&quot; width=&quot;800&quot; height=&quot;578&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Praia da Saúde&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Setúbal, Março de 2013&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Jorge Soares&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 21 May 2013 12:00:06 GMT</pubDate>
  <title>Técnicas de migração inovadoras</title>
  <author>Universo de Paralelos</author>  <link>http://universodeparalelos.blogs.sapo.pt/26975.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Já alguma vez tiveram uma vizinho/a convencida? Por acaso, já viveram porta-a-porta com um vizinho/a que se preocupa convosco? Será que há vizinhos/as que, realmente, não querem morar perto de vocês? Ou já ouviram ecos falsos sobre vocês provenientes da casa ao lado?&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para mim, os vizinhos são o melhor e o pior que podemos ter, muitas vezes são vistos como factor decisvo quando, por alguma razão, se impõe uma escolha entre assentar arraiais num meio citadino ou num meio rural. Porque, diz-se - eu próprio partilho dessa impressão - que num ambiente mais citadino há mais barreiras no contacto com aquele que mora na porta do lado. Muitas vezes porque os horários não coincidem, demasiadas vezes porque o stresse diário não permite e porque normalmente a campaínha está avariada.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não obstante estas razões serem válidas, não posso afirmar com completa certeza que esta distância é apresentada como a razão de todos os males socio-urbanos. Isto porque me estou a recordar de uma anedota que ouvi há umas semanas atrás e que relatava a história de uma canção – só é anedota por ter sido amplamente divulgado pelos meios de comunicação social.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Além da vizinha se sentir mal com tamanha indiscrição, ninguém me tira a ideia que a senhora gostaria, na realidade, que os versos da canção lhe dissessem respeito. Ora se, na altura, as injúrias e a difamação das quais a vizinha se queixava não passavam de um mero apontamento local, é bem possível que a senhora se sinta muito mais desrespeitada depois de ter tornado esta música num fenómeno “pimba” nacional.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pode-se descrever a vizinha como uma pessoa extra-sensível e algo egocêntrica processou o cantor, Pandim da Graça viveu momentos cómicos, a desgraça caiu sobre o artista e nas boas graças dos média nacionais. E nem a boa convivência tão característica de zonas rurais, safou o “cantor” de tamanha publicidade. Uma coisa agressiva, de facto.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Até o Quim Barreiros deve ter pena por não ter nasvido num meio rural do género, bem perto de uma vizinhança tão reacionária, com cabritinhas e gelados de framboesa, brioches feitos com arte e saber e tesouras para aparar o bigode.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ouro sobre azul para o homem que, num misto entre golpe de sorte e de génio (se assim foi, devia conhecer bem a vizinha e esperava tal reação, pois não havia ninguém com o mesmo nome nas redondezas), se tornou no rouxinol da música popular portuguesa. Neste momento deve doer o cotovelo a muitas produtoras nacionais que nunca se lembrariam de tamanho golpe de génio na promoção de um activo seu.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Neste caso, a amizade entre vizinhos desfez-se entre o romantismo inveterado do artista e a egocentricidade púdica da vizinha, sem nunca esquecer a malícia que ambos viram numa música que é tão pura e inocente como o Carlos Silvino no processo “Casa Pia”. Mas percebe-se que todo o processo foi uma diversão. Pelos vistos, os movimentos internos de migração recomendam-se, à imagem do que acontece com técnicos agrários e cantores populares nacionais. Tendo em conta os recentes êxitos, ainda há vida nas regiões mais remotas do nosso país.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;Paulo Jorge Rocha&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 21 May 2013 11:58:55 GMT</pubDate>
  <title>A primeira vez que morri</title>
  <author>Universo de Paralelos</author>  <link>http://universodeparalelos.blogs.sapo.pt/26658.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Dizem que as primeiras vezes são especiais e esta não foi excepção. Corria o ano da graça D’el Rei que não existe, porque vivíamos numa república e eu estava, como nos outros dias todos, a comer uma tangerina em cima de um touro no cio. Como era de prever morri com tuberculose.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No início não compreendi o que se passava e as perguntas levantaram-se com rapidez e repetição matemática. Onde estou? Como vim aqui parar? Porque é que estou a usar umas calças amarelas?&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ouvi música agradável e como qualquer homem inteligente decidi segui-la na esperança de encontrar mulheres quase nuas e parcialmente bêbadas. Em vez disso, caminhava sob um tapete feito de ramos de alecrim e folhas de oliveira que me traziam à memória o aroma agradável de um paraíso mediterrânico ao despertar do sol. Ao meu lado surgiam corredores de mulheres em tronco nu, que tocavam em harpa o Hino da Alegria, num tom sério. Vestindo um smoking do qual os vincos nem sonhavam aproximar-se, um mordomo distribuía por mim, e só por mim, rissóis de leitão e cerveja fresca. Naquele enorme corredor fez-me companhia um indivíduo ao qual comecei por apelidar de maricas, mas que depois acabei por perceber que era o António Variações. Diz-me ele “Tenho que ir comprar comida para o peixe.” Disse-lhe “Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje.” Rimos os dois como que se tivéssemos fumado uma tonelada de haxixe.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A viagem estava a ser agradável. Nem tive que fazer check-in, porque a funerária tratou de tudo, e caminhava na companhia de uma figura distinta. Apareceu Deus a comer Donuts e a chupar o açúcar dos dedos. Eu sabia que ele era guloso ao ponto de fabricar seres humanos como a Rosie Jones ou a Joana Duarte, mas não o imaginava tanto. Mostrou-me os cantos à casa. Só duas reclamações: A piscina tinha um gafanhoto morto a boiar e no céu, os alemães também usam meias e sandálias de praia. O quarto era espectacular. Era num edifício central, com jacuzzi e minibar recheado e grátis. O único senão é que cada vez que o queria abrir tinha de rezar um Pai Nosso.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este pessoal cá no paraíso tem um ego que valha-me deus, não dá uma sem pedir logo duas. “Eu deixo-te beber um copo de Jack Daniel’s, mas antes tens de dizer uma lengalenga para mostrar que me adoras”. Gente picuinhas…&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Voltei à Terra quatro dias depois porque disseram que eu era um génio e que fazia lá falta. Para mim, foi por ter feito quatro vezes cocó na recepção do hotel, mas toda a gente sabe que um gajo quando está apertado parece que deixa de pensar e qualquer lugar serve. E ninguém lhes manda ter uma recepção com azulejo espelhado.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Acordei, em pé, confuso, em frente a um balcão de café, onde um homem me perguntava “O seu café é curto, cheio, normal ou com um pingo de mijo?” e logo se levantaram as questões que me pareceram apropriadas. Onde estou? Como vim aqui parar? Porque estou a usar umas calças amarelas?&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;Johnny Almeida&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 20 May 2013 21:55:16 GMT</pubDate>
  <title>Adopção: de novo as crianças devolvidas</title>
  <author>Jorge Soares</author>  <link>http://oqueeojantar.blogs.sapo.pt/493121.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 10px solid #ffffff; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;https://lh4.googleusercontent.com/-W4yUO__ZlgI/TxdNfw-VCTI/AAAAAAAAjpM/FaQdjfk9I5Q/s720/_DSC1716a.jpg&quot; alt=&quot;adopção&quot; width=&quot;420&quot; height=&quot;280&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Alguém me deixou o seguinte comentário &lt;a href=&quot;http://nosadoptamos.blogs.sapo.pt/20897.html?view=142753#t142753&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;neste post&lt;/a&gt; do &lt;a href=&quot;http://nosadoptamos.blogs.sapo.pt/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Nós adoptamos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;&quot;Aprecio que tenha corrido tudo bem ao autor do blog, no entanto comigo não se passou assim...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Recebi dois irmãos de braços abertos para quem preparei tudo e dediquei muito tempo da minha vida á espera.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;No entanto um dos irmãos (menina de 9 anos), cujo passado não era dos melhores e eu até já sabia, pois tinha suspeitas de abusos sexuais por parte dos pais), revelo-se se ainda pior.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Com o tempo soube que a menina não só tinha sido abusada pelo pai mas também pelo tio, ( com a indiferença dos pais), pois também soube que a sua irmã mais velha que vivia com a avó era filha do avô.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Isto tudo descobri á posteriorí, pois quando me foi apresentado o processo só me disseram que havia suspeitas, (no entanto estava tudo nos registos do tribunal que mais tarde tive acesso).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Acontece que a menina que esteve numa instituição cercade dois anos não teve qualquer apoio psicológico e que a sua preparação para a nova família foi apenas a psicóloga dizer-lhe que não precisava gostar dos pais novos tinha só de pensar que ia receber muitas prendas.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Escusado será dizer que a menina nunca gostou de nós e que desde que entrou na nossa casa só pedia que lhe dessemos tudo e fazia exigências tendo tornado-se até um bocadinho mal educada e pedindo coisas com alguma soberba.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Pois a resposta da segurança social foi que tinhamos que colocar a menina em apoio psicológico e psicoterapia.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Agora pergunto-me, sabendo a instituição de tudo isto e recebendo os subsidios do estado que como sabemos não são poucos, não deveria ter sido esta a colocar a criança em psicoterapia.... será legitimo pedir aos candidatos em pré-adoção que se querem ter uma menina que goste deles terão de lhe pagar sessões de psicoterapia...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Digo-lhe que estou prestes a devolver a menina pois esta de dia para dia vai estando pior&lt;/strong&gt;, e como não lhe damos a prendas prometidas pela psicologa da instituição cada dia nos trata pior e como seus criados. ainda não a devolvemos só por causa da irmã mais nova que se adaptou bem a nós e que está muito bem integrada, e que sabemos que iremos perder se entregar-mos a mais velha.... e neste caso a culpa é de quêm? dos pais que esperam pelo menos uma criança que os trate bem e que não parta televisões de propósito e depois ainda se ria?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Será que as nossas instituições estão a funcionar devidamente ou só se interessam mesmo com os subsidios não se preocupando nada com as crianças que albergam nem as avaliando devidamente nem preparando para ter uma familia?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de descriminar-mos quem devolve crianças deveremos pensar mesmo nas razões..... e não nos podemos esquecer que também existem crianças crueis e algo más.&quot;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Deixe lá ver se eu percebi:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tivesse sabido dos abusos sexuais não tinha aceite a criança, é isso? Ou seja, para a criança o facto de ter passado por uma experiência traumática como essa, torna-se um castigo, um motivo para ser retirada à família e um motivo para não voltar a ter família, é isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É evidente que também acho que a criança deveria ter sido acompanhada durante a institucionalização, mas isso não pode ser motivo nem para não ser adoptada nem para ser devolvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repare, é de uma criança de 9 anos que estamos a falar, a senhora é uma adulta não é ela que tem que se esforçar para lhe agradar, é a senhora que se tem que esforçar para a conseguir cativar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podemos exigir a uma criança de 9 anos que sofreu de maus tratos e abandono que não tenha problemas, nós adultos é que temos que aprender a amar essa criança apesar dos seus problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz que a menina nunca gostou de si, e a senhora, dispôs-se a gostar dela apesar dos problemas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho dois filhos que estão a entrar na adolescência, naquela fase em que se acham donos do mundo e da verdade, há dias em que perco a paciência e já não sei que fazer, um é adoptado e hiperactivo, a outra é biológica e cheia de personalidade, há dias em que me sinto mesmo farto, em que também acho que eles são uns mal agradecidos e que não dão valor à família e ao esforço que fazemos por eles, acha que também os devo devolver?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já disse isto e volto a dizer, não há motivo nenhum para se devolver uma criança, e quando isso acontece a culpa NUNCA é da criança, é sempre de quem a devolve e  da equipa da segurança social que a entregou a quem não devia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devolver uma criança é desistir de ser pai, é abandonar de novo e maltratar alguém que já foi abandonado e/ou maltratado, é dizer à criança que ela não serve para ser amada... e não há criança nenhuma que não mereça ser amada, há é pessoas que não sabem amar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que todos nós sonhamos com ter os filhos perfeitos, sei que muita gente que se propõe a adoptar idealiza os filhos perfeitos, amorosos e agradecidos porque alguém os aceitou, mas sabe uma coisa?, isso não existe.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;Não há crianças perfeitas, e não as há entre as adoptadas ou entre as biológicas, cada criança é uma criança e cada caso é um caso, mas os adultos somos nós..e somos nós que temos que aprender a viver com os nossos filhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se quer o filho perfeito, o melhor é desistir de tentar ter filhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Soares&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 20 May 2013 20:38:56 GMT</pubDate>
  <title>Jóias</title>
  <author>Hernani de J. Pereira</author>  <link>http://omeupontodevista.blogs.sapo.pt/356316.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Todos o sabemos. Existem no âmbito material, mas também no campo afectivo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As primeiras, geralmente apreciadas por mulheres com formação elevada, profissionalmente activas, sensíveis ao design, cosmopolitas, que gostam de viajar, usualmente com idade acima dos trinta e que utilizam habitualmente os novos meios digitais – internet, redes sociais e comércio on-line.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;São ainda admiradas pelos homens que, para além do poder de compra que possuem, amam estas mulheres, já que a jóia é frequentemente adquirida para uma oferta especial. Neste campo de acção, por diversas vezes, já obsequiei alguém por quem nutria um carinho muito peculiar. E como é frequente nestes casos, na maior parte fui devidamente reconhecido e, sobretudo, apreciado, outras, porém, nem por isso. Mas não é para falar destas últimas que serve esta crónica.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As jóias, como se pode ver, apesar de serem algo material, servem ou melhor, podem servir para fins afectivos, sem, todavia, olvidar que existem pessoas que são autênticas jóias, não necessitando, claro está, de qualquer adorno para serem prezadas e, já agora, encantadas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Jóias com significado, i.e., peças oferecidas com um conceito específico consoante a relação afectiva e o intuito, as quais podem ter um valor pessoal extraordinário, independentemente do seu intrínseco valor, reflectindo pensamentos ou consciências sociais.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Podem ser criadas apenas com ouro, prata, com ou sem pedras preciosas ou um misto de todos os materiais. O importante é a intenção de quem dá e a percepção de quem recebe.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Faço-me entender?&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 20 May 2013 19:16:28 GMT</pubDate>
  <title>Lá vai Lisboa</title>
  <author>Jorge Soares</author>  <link>http://conhecerportugal2.blogs.sapo.pt/30336.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 10px solid #ffffff; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;https://lh5.googleusercontent.com/-6ScnQZCxyjc/TynSb2ZAB7I/AAAAAAAAkUg/8GFEGX79biA/s800/DSC03138.JPG&quot; alt=&quot;Lisboa&quot; width=&quot;532&quot; height=&quot;800&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Fim de tarde em Lisboa&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Janeiro de 2012&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Jorge Soares&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 20 May 2013 19:11:52 GMT</pubDate>
  <title>Albarquel</title>
  <author>Jorge Soares</author>  <link>http://momentoseolhares.blogs.sapo.pt/726568.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 10px solid #FFFFFF;&quot; src=&quot;https://lh6.googleusercontent.com/-hh6CJ2qOs_k/UX62kyvYH6I/AAAAAAAAuIw/iKatCNbUZKU/s800/DSC00558.JPG&quot; alt=&quot;Praia de Albarquel&quot; width=&quot;800&quot; height=&quot;532&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;fr&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;Há um ponto elevado em que a arte, a natureza e a moral se confundem e são simplesmente uma só coisa.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;em class=&quot;aut&quot;&gt;Charles Saint-Beuve&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;em class=&quot;aut&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Praia de Albarquel, Setúbal&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Abril de 2013&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Jorge Soares&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 20 May 2013 13:36:37 GMT</pubDate>
  <title>Falar sobre sexo com as crianças...</title>
  <author>Sara</author>  <link>http://desabafosagridoces.blogs.sapo.pt/112750.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B3b14d173/14997989_IubAl.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;363&quot; /&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Acho que tudo neste mundo pode ser explicado através das canetas BIC...&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 19 May 2013 21:14:19 GMT</pubDate>
  <title>Lagoa de Albufeira</title>
  <author>Jorge Soares</author>  <link>http://conhecerportugal2.blogs.sapo.pt/30067.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 10px solid #FFFFFF;&quot; src=&quot;https://lh5.googleusercontent.com/-ky06H3dmbqI/T3h75imOHmI/AAAAAAAAlmw/Po4N4CML01c/s800/DSC04089.JPG&quot; alt=&quot;Lagoa de Albufeira&quot; width=&quot;800&quot; height=&quot;532&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Lagoa de Albufeira&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Sesimbra&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Março de 2012&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 19 May 2013 20:29:47 GMT</pubDate>
  <title>Porto campeão, o segundo titulo de Vitor Pereira</title>
  <author>Jorge Soares</author>  <link>http://oqueeojantar.blogs.sapo.pt/492934.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/jorgesoares2/fotos/?uid=KLBrhR4ObqiElIF7S0vb&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 10px solid #ffffff; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B06147c13/15001944_C12VB.jpeg&quot; alt=&quot;Vitor Pereira Bi-Campeão&quot; width=&quot;420&quot; height=&quot;315&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/desporto/noticia/fc-porto-campeao-estoril-na-europa-olhanense-e-beiramar-descem-1594890&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;O porto ganhou hoje&lt;/a&gt; o seu vigésimo sétimo titulo de campeão nacional, o terceiro consecutivo e o segundo de &lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/desporto/noticia/vitor-pereira-somos-campeoes-com-todo-o-merito-1594898&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Victor Pereira&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tal como &lt;a href=&quot;Porto campeão, o titulo de Vitor Pereira&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;o ano passado&lt;/a&gt;, acho que há muito do trabalho e do saber do treinador do Porto neste titulo, custa-me entender como um treinador que ganha dois títulos seguidos, um treinador que ganha um campeonato &lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/desporto/noticia/fc-porto-campeao-estoril-na-europa-olhanense-e-beiramar-descem-1594890&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;sem derrotas&lt;/a&gt;, que apesar de ter um plantel curto, muito curto, consegue ganhar o campeonato, chegar à final da Taça da liga e aos oitavos de final da Liga dos campeões, e mesmo assim ser tão mal amado.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Vitor Pereira é um excelente treinador, acaba de ser bicampeão nacional  e mesmo assim, tal como no ano passado, há muita gente que o quer ver pelas costas, que o acha mau treinador. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Haverá muita gente a dizer que o Porto foi &lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/desporto/noticia/fc-porto-campeao-estoril-na-europa-moreirense-e-beiramar-descem-1594895&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;campeão&lt;/a&gt; apesar do seu treinador, para mim fomos campeões graças ao treinador, sou um admirador dos jogadores e dos treinadores portugueses e é claro que a minha opinião vale o que vale, mas quantos treinadores seriam campeões depois de em dois anos seguidos terem de reconstruir a equipa depois da saída dos seus melhores e mais influentes jogadores?&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Há que recordar que o Porto iniciou a época com a saída do Hulk no fim do período de transferências, e que em Janeiro os reforços foram o Liedson e o Ismaylov, que finalmente conseguiram ser campeões em Portugal mas que a nível de mais valia para equipa foram pouco mais que zero. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Digam o que digam e apesar do que se possa pensar sobre o penalti do primeiro golo do Porto de hoje, acho que temos um justo campeão, porque um campeonato não se decide num jogo, decide-se em trinta jornadas e a verdade é que apesar das manias de grandeza de muita gente, o Porto foi consistente, não perdeu nenhum jogo e sobretudo, ao contrário dos outros, não falhou nos momentos cruciais.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Era bom que quem tanto fala do penalti de hoje se lembrasse do jogo do Benfica contra o Sporting, dos lances que prejudicaram o Sporting e da arbitragem completamente infeliz do Capela&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Parabéns a Vitor Pereira, parabéns aos jogadores, parabéns a todos os portistas.. somos campeões.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Jorge Soares&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 19 May 2013 19:45:19 GMT</pubDate>
  <title>Somos os maiores, carago. Carago, não, carago!!!</title>
  <author>Hernani de J. Pereira</author>  <link>http://omeupontodevista.blogs.sapo.pt/355911.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/hernanipereira/fotos/?uid=J20ugC42zCK6jOujoj7I&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B9a132027/15001640_qbcTh.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;120&quot; height=&quot;163&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Somos os maiores. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Campeões! Campeoooooões! Campeoooooooooooooões!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;P.S.&lt;/strong&gt; - Como me apetecia falar dos &quot;mouros&quot;, mas recuso-me a dar &quot;porrada&quot; em quem está, neste momento, tão fragilizado, apesar de saber que se o contrário acontecesse o que não ouviria!&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 19 May 2013 16:30:44 GMT</pubDate>
  <title>Navegar é preciso</title>
  <author>Jorge Soares</author>  <link>http://momentoseolhares.blogs.sapo.pt/726348.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 10px solid #FFFFFF;&quot; src=&quot;https://lh4.googleusercontent.com/-JaSPYnuPY_k/UMj3envdCoI/AAAAAAAArx8/-nGu38GpLa0/s800/DSC05463.JPG&quot; alt=&quot;Navegar navegar&quot; width=&quot;800&quot; height=&quot;534&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;fr&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;Navegar é preciso.&lt;br /&gt;Viver não.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;em class=&quot;aut&quot;&gt;Fernando Pessoa&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;em class=&quot;aut&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Fim de tarde no rio Sado&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Setúbal, Maio de 2012&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Jorge Soares&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 18 May 2013 20:34:12 GMT</pubDate>
  <title>Os ninguéns de Eduardo Galeano</title>
  <author>Jorge Soares</author>  <link>http://oqueeojantar.blogs.sapo.pt/492712.html</link>
  <description>&lt;p class=&quot;separator&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 10px solid #ffffff; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-9SLw5thYSj0/UYPOms3O75I/AAAAAAAAFXY/_eD_fQdfgBA/s400/xfig+Nikolai+Kasatkin-385246.jpg&quot; alt=&quot;Os ninguéns&quot; width=&quot;301&quot; height=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As pulgas sonham em comprar um cão, e os ninguéns em deixar a pobreza; que em algum dia mágico a sorte chova de repente, que chova a boa sorte a cântaros; mas a boa sorte não chove ontem, nem hoje, nem amanhã, nem nunca, nem uma chuvinha cai do céu da boa sorte, por mais que os ninguéns a chamem e mesmo que a mão esquerda coce ou se levantem com o pé direito, ou comecem o ano mudando de vassoura.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os ninguéns: os filhos de ninguéns, os donos de nada.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os ninguéns: os nenhuns, correndo soltos, morrendo a vida, fodidos e mal pagos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Que não são, embora sejam.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Que não falam idioma, falam dialetos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Que não praticam religiões, praticam superstições.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Que não fazem arte, fazem artesanato.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Que não são seres humanos, são recursos humanos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Que não têm cultura, têm folclore.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Que não têm cara, têm braços.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Que não têm nome, têm número.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Que não aparecem na História Universal, aparecem nas páginas policiais da imprensa local.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os ninguéns, que custam menos do que a bala que os mata.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eduardo Galeano&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;(O livro dos abraços, tradução de Eric Nepomuceno)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Retirado de &lt;a href=&quot;http://trapichedosoutros.blogspot.pt/2013/05/os-ninguens-de-eduardo-galeano.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Trapiche dos outros&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 18 May 2013 19:40:25 GMT</pubDate>
  <title>Maio maduro Maio</title>
  <author>Jorge Soares</author>  <link>http://conhecerportugal2.blogs.sapo.pt/29844.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 10px solid #FFFFFF;&quot; src=&quot;https://lh3.googleusercontent.com/-VjcE9BKBYbo/S-Vo9r4rnXI/AAAAAAAAOLc/UvSzKD95xvY/s800/DSC03466.JPG&quot; alt=&quot;Dias de Maio&quot; width=&quot;800&quot; height=&quot;533&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Maio maduro Maio, quem te pintou? &lt;br /&gt;Quem te quebrou o encanto, nunca te amou. &lt;br /&gt;Raiava o sol já no Sul. &lt;br /&gt;E uma falua vinha lá de Istambul.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sempre depois da sesta chamando as flores. &lt;br /&gt;Era o dia da festa Maio de amores. &lt;br /&gt;Era o dia de cantar. &lt;br /&gt;E uma falua andava ao longe a varar.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Maio com meu amigo quem dera já. &lt;br /&gt;Sempre no mês do trigo se cantará. &lt;br /&gt;Qu&apos;importa a fúria do mar. &lt;br /&gt;Que a voz não te esmoreça vamos lutar.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Numa rua comprida El-rei pastor. &lt;br /&gt;Vende o soro da vida que mata a dor. &lt;br /&gt;Anda ver, Maio nasceu. &lt;br /&gt;Que a voz não te esmoreça a turba rompeu.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://amusicaportuguesa.blogs.sapo.pt/tag/zeca+afonso&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;José afonso&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Dias de Maio em Setúbal&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Maio de 2012&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Jorge Soares&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 18 May 2013 15:11:10 GMT</pubDate>
  <title>aprendi a temer monstros, fantasmas e demônio</title>
  <author>Jorge Soares</author>  <link>http://momentoseolhares.blogs.sapo.pt/726083.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 10px solid #FFFFFF;&quot; src=&quot;https://lh6.googleusercontent.com/-DWfhWEdpkK4/UKqYnS3qrxI/AAAAAAAArck/5KV5Ojga21A/s800/DSC08938.JPG&quot; alt=&quot;Cabo Verde&quot; width=&quot;800&quot; height=&quot;533&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;O medo foi um dos meus primeiros mestres.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Antes de ganhar confiança em celestiais criaturas, aprendi a temer monstros, fantasmas e demônios. Os anjos, quando chegaram, já era para me guardarem, servindo como agentes da segurança privada das almas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;MIA COUTO&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Praia do Tarrafal,&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Cabo verde, Novembro de 2012&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Jorge Soares&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 17 May 2013 21:31:14 GMT</pubDate>
  <title>Viseu - Igreja da Misericórdia</title>
  <author>Jorge Soares</author>  <link>http://conhecerportugal2.blogs.sapo.pt/29451.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 10px solid #FFFFFF;&quot; src=&quot;https://lh6.googleusercontent.com/-Lj2qYBJSS4E/TwtYb7EHVVI/AAAAAAAAjdU/ty-CIOYJHIA/s800/DSC02279.JPG&quot; alt=&quot;Igreja da Misericórdia, Viseu&quot; width=&quot;800&quot; height=&quot;532&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A Igreja da Misericórdia começou a ser edificada em 1775, sendo o mestre pedreiro António da Costa Faro o responsável pela obra e talvez também o autor do desenho da fachada, que apresenta muitas semelhanças com o da Igreja dos Terceiros (Viseu). O corpo central da fachada prolonga-se por mais dois corpos laterais, dando à igreja ares de solar, nos últimos dos quais assentam, de forma incaracterística, as duas torres sineiras.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A igreja tem três retábulos de estilo Neoclássico, no trono do retábulo-mor repousa a imagem da Nossa Senhora da Misericórdia.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Na igreja destaca-se: o grupo escultórico a &lt;strong&gt;Visitação&lt;/strong&gt;, do escultor viseense José Monteiro Nelas (1875), e as telas &lt;strong&gt;Visitação&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Nossa Senhora das Dores&lt;/strong&gt; (1885), do pintor também da mesma cidade, António José Pereira (1821-1895).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fonte Wikipédia&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Viseu, Dezembro de 2011&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Jorge Soares&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 17 May 2013 21:27:18 GMT</pubDate>
  <title>Caminhar</title>
  <author>Jorge Soares</author>  <link>http://momentoseolhares.blogs.sapo.pt/726005.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 10px solid #FFFFFF;&quot; src=&quot;https://lh4.googleusercontent.com/-_J8UMaV9HkY/UZPrYzHR4VI/AAAAAAAAuhI/NKGRdh4ruSI/s800/DSC00025.JPG&quot; alt=&quot;Passeio&quot; width=&quot;800&quot; height=&quot;532&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;fr&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;em class=&quot;aut&quot;&gt;Cora Coralina&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;em class=&quot;aut&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Setúbal, Março de 2013&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Jorge Soares&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 17 May 2013 21:22:12 GMT</pubDate>
  <title>Brincar com o fogo</title>
  <author>Hernani de J. Pereira</author>  <link>http://omeupontodevista.blogs.sapo.pt/355652.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Temos assistido, nos últimos tempos, a permanentes manifestações, um pouco por todo o país. Algumas, sem margem para dúvidas, muito grandiosas e para ouvirmos, vermos e, sobretudo, não ficarmos mudos, i.e., reflectirmos; outras, porém, manifestamente industrializadas e cujo pêndulo advêm de uma agenda oculta, vulgo sindicalismo radical, cuja tónica pressupõe, nem mais nem menos, correias de transmissão de ideologias que o povo português livremente, ao longo de trinta e nove anos, rejeitou de forma inequívoca.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As primeiras, apartidárias e cujos organizadores não possuem rosto, não podem ser apropriadas por quem que sejam. Vão muito para além da política de contestação governamental e elevam os seus protestos contra todos os políticos e forças partidárias. Basta, para justificar tal, recordarmo-nos dos muitos cartazes que diziam “abaixo os partidos”, “estamos fartos de todos os políticos, pois são uns ladrões”, “os políticos são todos a mesma coisa, pois o que querem é o tacho”, “os políticos querem é poleiro e quando lá se encontram rapidamente esquecem as promessas”, entre tantos outros “mimos”.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ora, os políticos a que tais cartazes aludiam não diziam apenas aos que exercem funções governamentais. Por isso, é lamentável ver os dirigentes do PC, BE e, por vezes, também o PS, para além de integrarem as ditas manifestações, ver como enviesadamente leem aquelas legítimas manifestações. Mas pior, bem pior, é acharem que tais manifestações lhes dão inteira razão. Aliás, não é por acaso que, as aludidas forças partidárias, sobretudo as primeiras, dias após as eleições, senão no próprio dia, aí estão a pedir novas eleições e a proclamar, aos quatro ventos, que o governo legitimado nas urnas no próprio dia ou dias antes já não tem as mínimas condições para governar.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 17 May 2013 18:43:21 GMT</pubDate>
  <title>Algures no meu caderno...</title>
  <author>Sara</author>  <link>http://desabafosagridoces.blogs.sapo.pt/112529.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;...ou quando as aulas se tornam demasiado chatas e preciso de fazer qualquer coisa para não adormecer. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B8e13482b/14994791_NVlS4.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;377&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B89136e19/14994796_Jggpc.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;376&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B43143576/14994801_PGpgd.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;376&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 17 May 2013 12:23:07 GMT</pubDate>
  <title>Adopção - Mais um passo foi dado, falta o resto</title>
  <author>Jorge Soares</author>  <link>http://oqueeojantar.blogs.sapo.pt/492452.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B38114a06/14033001_IJhOT.jpeg&quot; alt=&quot;Co-adopção&quot; width=&quot;334&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Imagem do &lt;a href=&quot;http://perguntasparvas.blogs.sapo.pt/tag/adop%C3%A7%C3%A3o&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Pontos de Vista&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/politica/noticia/parlamento-aprova-coadopcao-homossexual-1594705&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Contra todas as expectativas&lt;/a&gt;, o parlamento aprovou a proposta de lei apresentada pel&lt;span&gt;os deputados socialistas Isabel Moreira e Pedro Delgado Alves que legaliza a&lt;span&gt; co-adopção por casais ou unidos de facto do mesmo sexo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A lei, que foi aprovada por 5 votos, 99 a favor e 94 contra, fica aquém da situação ideal em que não deveria haver nenhum tipo de discriminação, mas representa mais um pequeno passo. Falta a discussão e a votação dos projectos de lei dos verdes e do Bloco esquerda que prevêem a adopção plena em todos os casos, mas acho que não há duvidas sobre o chumbo mais que certo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Jorge Soares&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 17 May 2013 06:16:24 GMT</pubDate>
  <title>Alguém, algures... Numa de Leitura (V)</title>
  <author>numadeletra</author>  <link>http://numadeletra1.blogs.sapo.pt/30653.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana,geneva; font-size: small;&quot;&gt;Ainda no Museu Nacional Soares dos Reis (Porto) cruzei-me com outro leitor atento.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana,geneva; font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small; font-family: verdana,geneva;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://img255.imageshack.us/img255/9854/290320133080.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;681&quot; height=&quot;509&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;                                        &lt;wbr /&gt;              &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px none; float: right;&quot; src=&quot;http://img819.imageshack.us/img819/263/290320133082.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;208&quot; height=&quot;278&quot; /&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 16 May 2013 21:53:39 GMT</pubDate>
  <title>Há deputados que teimam em esquecer o que é a Democracia</title>
  <author>Jorge Soares</author>  <link>http://oqueeojantar.blogs.sapo.pt/492137.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img style=&quot;border: 10px solid #ffffff; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bd71286aa/13457050_zvapc.jpeg&quot; alt=&quot;Democracy not Found&quot; width=&quot;420&quot; height=&quot;285&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Imagem do &lt;a href=&quot;http://perguntasparvas.blogs.sapo.pt/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Pontos de Vista&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Foi hoje apresentada pela bancada do partido os Verdes uma &lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/politica/noticia/oposicao-acusa-maioria-de-nao-querer-jovens-conscientes-da-constituicao-1594653&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;proposta&lt;/a&gt; para que a constituição nacional passe a ser matéria de estudo para os alunos entre o 7 e o 12 ano, como já vem sendo habitual esta proposta foi rejeitada pela maioria PSD-CDS.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A mim também não me parece que os alunos devam sair do 12 ano a saber a constituição de cor e salteado, isso deve ser deixado para quem vai estudar leis, mas entendo que no mínimo se deve sair da escolaridade obrigatória com uma ideia geral do que é a constituição, para que serve e quais os seus princípios. O que a julgar pela reportagem que vi hoje no telejornal (&lt;a href=&quot;http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=652047&amp;amp;tm=9&amp;amp;layout=122&amp;amp;visual=61&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Ver aqui&lt;/a&gt;) actualmente não acontece, há alunos do 12 ano que nem sequer sabem o que é a constituição.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;Para Eloisa Apolónia, &lt;strong&gt;&quot;A consciência dos direitos torna as pessoas mais reivindicativas desses direitos&quot; &lt;/strong&gt;, que será talvez o que esta maioria tenta evitar ao rejeitar propostas como esta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;Já Fernando Negrão, deputado do PSD, &lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/politica/noticia/fernando-negrao-considera-que-a-proposta-de-ensino-da-constituicao-nas-escolas-deve-ser-rejeitada-1594593&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;veio defender que “os alunos não devem ter nenhum contacto com esta Constituição” e que, por isso, o projecto de resolução deverá ser rejeitado.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Está à vista que há deputados que teimam em esquecer o que é a democracia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Jorge Soares&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 16 May 2013 21:10:22 GMT</pubDate>
  <title>Quinta da Regaleira - Sintra</title>
  <author>Jorge Soares</author>  <link>http://conhecerportugal2.blogs.sapo.pt/29298.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 10px solid #FFFFFF;&quot; src=&quot;https://lh6.googleusercontent.com/-xkKTkQHc0vY/StOnZaVF_nI/AAAAAAAAF5c/wtKUqJmlHms/s800/DSC09150.JPG&quot; alt=&quot;Quinta da Regaleira, Sintra&quot; width=&quot;800&quot; height=&quot;532&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;A documentação histórica relativa à Quinta da Regaleira é escassa para os tempos anteriores à sua compra por Carvalho Monteiro. Sabe-se todavia que, em 1697, José Leite adquiriu uma vasta propriedade no termo da vila de Sintra que corresponderia, aproximadamente, ao terreno que hoje integra a dita Quinta - a esta data parecem remontar, pois, as origens da quinta em questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francisco Alberto Guimarães de Castro comprou a propriedade - conhecida como Quinta da Torre ou do Castro - em 1715, em hasta pública e, após as licenças necessárias, canalizou a água da serra a fim de alimentar uma fonte ai existente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1800, a quinta é cedida a João António Lopes Fernandes estando logo, em 1830, na posse de Manual Bernardo, data em que tomou a designação que actualmente possui. Em 1840, a Quinta da Regaleira foi adquirida pela filha de uma grande negociante do Porto, Allen, que mais tarde foi agraciada com o título de Baronesa da Regaleira. Data provavelmente deste período a construção de uma casa de campo que é visível em algumas representações iconográficas de finais do século XIX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história cia Regaleira actual principia, todavia, em 1892, alio em que os barões da Regaleira vendem a propriedade ao Dr. António Augusto Carvalho Monteiro por 25 contos de réis (Anacleto, 1994: 241).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O célebre “Monteiro dos Milhões” nasceu no Rio de Janeiro em 1848, filho de pais portugueses, que cedo o trouxeram para Portugal. Licenciado em Leis pela Universidade de Coimbra, Monteiro foi um distinto coleccionador e bibliófilo, detentor de uma das mais raras camonianas portuguesas, homem de cultura que decerto influenciou, se não determinou mesmo, parte bastante razoável do misterioso programa iconográfico do palácio que construiu para si, nas faldas da serra de Sintra&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;In &quot;Sintra Património da Humanidade&quot;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Retirado de &lt;a href=&quot;http://www.cm-sintra.pt/Artigo.aspx?ID=3392&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Câmara Municipal de Sintra&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Sintra, Outubro de 2010&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Jorge Soares&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;</description>
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