Tags : fernando pessoa

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    Pelos passos de Fernando Pessoa em Lisboa

    Ana Clara, em portugalalupahá 5 horas

      Com Costa Brochado, no Martinho da Arcada   «Falaram-me os homens em humanidade, Mas eu nunca vi homens nem vi humanidade. Vi vários homens assombrosamente diferentes entre si. Cada um separado do outro por um espaço sem homens». Alberto Caeiro   Texto e Fotos: Ana Clara (...)

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    Pelo Tejo, vai se para o mundo!

    Anita in Wonderland, em amariabolacha11/02/2017 às 15:22

    [Não há dia que não abrace o rio Tejo. Como se fosse parte da minha essência, parte de mim. E quem está ao pé dele, não pensa em nada, está só ao pé dele.] O Tejo tem Lisboa. Almada, tem os dois. Como se as duas margens namorassem um só amor. Se o Tejo fosse um homem, (...)

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    FERNANDO PESSOA

    Carlos Lameirão, em pausasemibreve09/02/2017 às 17:30

    Fernando Pessoa Nasceu em 13/06/1988 e faleceu em 30/11/1935. Poeta, escritor, publicitário, astrólogo, crítico literário, inventor, empresário, tradutor, correspondente comercial, filósofo e comentador político.   De todas as suas atividades destaco as frases e a poesia.   (...)

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    Fernando Pessoa (p/ Sr. Moitinho)

    AMR, em anabelamotaribeiro09/02/2017 às 15:30

    Vestia-se nos melhores alfaiates de Lisboa. No entanto, metia vales à caixa ou vendia livros para pagar as despesas. A Mensagem permitiu-lhe pagar todas as dívidas. No escritório tratavam-no por Senhor Pessoa. Ali era o seu lar. Ali escreveu, à noite, Tabacaria e parte da sua (...)

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    15.1.2007

    RAA, em diario-raa11/01/2017 às 19:50

    Ainda os "Grandes Portugueses".  Se daqui a umas dezenas de anos voltarem a fazer um concurso idêntico, não creio que o Salazar, o Cunhal ou até o Sousa Mendes venham a estar nos 10+. Já o mesmo não digo quanto ao Pessoa.

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    Tão Cedo Passa Tudo quanto Passa

    Cecília, em narizdecera10/01/2017 às 15:00

    Tão cedo passa tudo quanto passa! Morre tão jovem ante os deuses quanto Morre! Tudo é tão pouco! Nada se sabe, tudo se imagina. Circunda-te de rosas, ama, bebe E cala. O mais é nada.   Ricardo Reis, in "Odes"     O tempo é um relógio sem ponteiros, só DEUS sabe a hora (...)

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