Tags : poema

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    A elegância dos tempos

    David Marinho, em domingoatarde20/10/2017 às 10:30

    Ao longe vejo chegar o comboio da alegria Vem apressado o rapazote apita e esfumaça, coitado de linho vestido e um laçarote.   Os carris gritam a cada passagem a madeira range, o horizonte desaparece e o apito que era de longe, aproxima-se ao chegar nem sei o que se parece.   As (...)

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    Fim-de-semana (poema)

    Podenga, em podengaportuguesa20/10/2017 às 10:09

    Fico à tua espera tantos dias que dependendo das alturas me parecem uma eternidade porque é muita a vontade que chegues.   Fico à tua espera como se já não tivesse os dias contados ao invés de celebrados são passados a ansiar.   Fico à tua espero como quem espera a cura (...)

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    À Sombra da Nossa Macieira...

    Cristina Sá Bragança, em pinceladagridoce19/10/2017 às 16:47

    Na recatada sombra duma macieira, Cruzaste na brisa teu olhar com o meu, O dia estava gracioso, a tarde soalheira, Teu coração zelou para sempre o meu.   Naquele cantinho onde só lá estavam, Deus, eu, tu, e nosso perpétuo amor, Os pálidos dentes de leão esvoaçavam, Um conto (...)

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    Beautiful Disaster

    Jack Daniels, em jackdaniels19/10/2017 às 14:58

     There she is Silhouette in the night Lights glimmer, as fame simmers She is all of my desires She is all of my fires Here I am wet Flooded with pain There she is dry As a desert rain Her beauty rouge bleeding into my soul I wash my hands I wash my meaningless life Of sins and woes (...)

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    Chuva em mim...

    Xana, em letitbe119/10/2017 às 13:30

            Sinto-me renascer! O calor dos últimos tempos toldava-me o pensamento, abafava-me o discernimento, atrofiava-me o coração, dificultava-me a respiração. A chuva trouxe-me um novo alento! Sinto-o! O frio da manhã deixou-me finalmente respirar, esse frio que tanta (...)

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    Recordando... António de Sousa

    cateespero, em cateespero19/10/2017 às 00:00

    FADO DO NAVEGANTE   Meu lugre "Vento de Maio", todo pintado de azul, comprei-o nos mares do Sul a um pirata malaio.   Lá onde o céu é maior trafiquei pérola e copra; a todo o vento que sopra soube o caminho de cor.   Um dia, não sei porquê, (frágeis que são as (...)

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    Disputarás o ocaso das mãos...

    Folhasdeluar, em folhasdeluar16/10/2017 às 13:58

      Quando sentires que dentro do trigo há um itinerário de vida a desfilar pelos olhos Quando os teus passos cautelosos se escaparem por entre os nós dos teus pés Quando reclinares a cabeça sobre a velocidade do mundo Quando das casas se erguerem fontes onde cantam estrelas (...)

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    Morro-te

    Rita PN, em contame-historias16/10/2017 às 08:30

    Morro-te. Não te cumpri. Passaste por mim e eu não te vi amar à sombra da m'nha madrugada de negro pintada, envergando uma tela de um amor à janela que nunca vivi. Emoldurada, escureci numa entrega às mãos erradas que por estradas cortadas, me desviaram de ti.   Morres-me. (...)

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    Chove. Há Silêncio

    Rita PN, em atequeossentidostransbordem16/10/2017 às 08:25

      Chove. Há silêncio, porque a mesma chuva Não faz ruído senão com sossego. Chove. O céu dorme. Quando a alma é viúva Do que não sabe, o sentimento é cego. Chove. Meu ser (quem sou) renego...   Tão calma é a chuva que se solta no ar (Nem parece de nuvens) que parece Que (...)

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    Ragnarok

    Sr NeKro, em rimasipoesia11/10/2017 às 20:01

    Saudações senhores e senhoras! Por favor, aprocheguem-se bem perto! Hoje contarei uma história que é passada de geração em geração. Mas, pode ser terrível e horrorosa, atenção! Por isso, não são obrigados a ficar... !!!MAS!!! É a pura verdade dolorosa. Pois conta e (...)

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