<?xml version='1.0' encoding='utf-8' ?>

<rss version='2.0' xmlns:lj='http://www.livejournal.org/rss/lj/1.0/'>
<channel>
  <title>desemprego</title>
  <lastBuildDate>Wed, 22 May 2013 20:08:36 GMT</lastBuildDate>
  <generator>LiveJournal / SAPO Blogs</generator>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://correntes.blogs.sapo.pt/1748807.html</guid>
  <pubDate>Wed, 22 May 2013 20:08:36 GMT</pubDate>
  <title>na linha da frente</title>
  <author>paulo guilherme trilho prudêncio</author>  <link>http://correntes.blogs.sapo.pt/1748807.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;img style=&quot;border-color: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;&quot; src=&quot;http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B5013a62f/15013478_wjPdi.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;245&quot; height=&quot;382&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;O &lt;em&gt;Público&lt;/em&gt; de hoje retrata bem a condição de Nuno Crato.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;Maria de Lurdes Rodrigues iniciou o exercício ministerial com um corte na redução da&lt;/span&gt; componente lectiva dos professores. Conseguiu uma rápida eliminação de mais de dez mil docentes e transformou-se numa &quot;&lt;em&gt;estrela financeira&lt;/em&gt;&quot; por ser a única governante que conseguia cortar nas pessoas. Os professores foram colocados na linha da frente da enésima &quot;reforma&quot; da administração pública e animaram o ciúme social tão caro a quem espera por votos. Desenvolveram uma luta isolada e só não conseguiram mais vitórias porque foram traídos pelos seus sindicatos e pelos partidos políticos da actual maioria.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nuno Crato já é uma &quot;&lt;em&gt;estrela financeira&lt;/em&gt;&quot;. Executou um despedimento colectivo de cerca de quinze mil professores e empurrou mais uns milhares para reformas com forte penalização. Aumentou os alunos por turma e os horários dos professores. É também o governante mais &quot;premiado&quot; no corte de pessoas. Vai à frente e bem isolado. Torna insuportável o exercício dos professores com mais idade e ameaça o grupo profissional com uma mobilidade especial intolerável que se alarga a toda a função pública. Mais uma vez a &quot;festa&quot; da luta começou com os professores e com os seus sindicatos. Os outros grupos profissionais, a maioria com menos voz, esperam pelos resultados. Os professores esperam que os seus sindicatos não os voltem a trair e que quem aspira a governar diga ao que vem e sem mentir.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://portugalingovernavel.blogs.sapo.pt/58788.html</guid>
  <pubDate>Wed, 22 May 2013 09:32:42 GMT</pubDate>
  <title>UMA  PÁTRIA  SEM  PATRIOTAS</title>
  <author>petitprince</author>  <link>http://portugalingovernavel.blogs.sapo.pt/58788.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000; font-family: Georgia; font-size: medium;&quot;&gt;Em Portugal parece ter-se perdido por completo o interesse pela Pátria como um todo histórico que nos enobrece pelo passado e nos motiva para um futuro!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000; font-family: Georgia; font-size: medium;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000; font-family: Georgia; font-size: medium;&quot;&gt;Ter uma pátria parece nada significar para os portugueses, uns empenhados na &quot;democracia&quot;, outros empenhados - na verdadeira acepção da palavra...- no euro, visto este quase como uma entidade suprema com sede em Bruxelas (equivalente ao que é para os católicos o Vaticano) e espalhados pelas diversas paróquias europeias através de um constante programa de evangelização que comportam normas e penitências de uma rigidez que ultrapassam tudo &quot;o que a gesta antiga canta&quot; . (Peço perdão por citar Camões que nunca se bateu pela democracia apesar de, mt possivelmente, ter lido Platão, e para quem a Pátria não tinha preço).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000; font-family: Georgia; font-size: medium;&quot;&gt;Este desinteresse nacional, ofuscado pelo incomparável valor da &quot;democracia&quot; - conhecida apenas como uma garantia de direitos relativamente jovens e que tudo leva a crer que não terão condições para envelhecer - deve-se essencialmente ao deliberado apagamento das elites como perigosos confrontantes de mediocridade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000; font-family: Georgia; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000; font-family: Georgia; font-size: medium;&quot;&gt;Todos os que defendam valores intrísecos de uma consciência nacional, revelem dons acima da mediania, tenham a coragem de criar valor e prestígio para Portugal são rápida e estrategicamente cilindrados por toda a espécie de críticas e suspeitas. Nesta &quot;democracia&quot; partidária, pertencer a um partido político é, para jovens a quem nunca foi transmitido o valor secular de pertencer a uma pátria independente, a garantia de uma bolsa em qualquer universidade estrangeira, especialmente em países ideologicamente vocacionados para os orientarem para um fururo globalizante em que os países mais ricos e com propósitos bem definidos gerirão &quot;pacificamente&quot; os menos industriosos, mais pobre e desinteressados que nunca conseguem definir um rumo. Quando voltam sentem-se apetrechados para imporem as convicções adquiridas se sequer se darem ao trabalho de reflectir sobre quem somos, o que somos e como somos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000; font-family: Georgia; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000; font-family: Georgia; font-size: medium;&quot;&gt;Vitor Rabaça Gaspar é um produto acabado dessa corrente: aprendeu a teoria, aprendeu um modo dormente de explicar sem que seja concretamente compreendido e vinculado ao discurso e conseguiu, com a sua insignificância de mascote de porta-chaves e uns meneios de cavalo de cortesias, criar o próprio pedestal e um clima de medo que nada parece conseguir apear.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000; font-family: Georgia; font-size: medium;&quot;&gt;Curiosamente, Paulo Portas - o político mais inteligente e mais representativo do nosso percurso político - é, tal como no extremo oposto aconteceu com Cunhal, alguém a abater persistentemente. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000; font-family: Georgia; font-size: medium;&quot;&gt;A &quot;direita&quot; não lhe perdoa o Independente  , a &quot;esquerda&quot; prefere a ideias definidas e concretas o pântano indefinido do &quot;centrão&quot; onde socialistas e sociais democratas se entendem estrategicamente na perservação do dito &quot;centrão&quot;, tornando inviável qualquer reviravolta em qualquer dos sentidos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000; font-family: Georgia; font-size: medium;&quot;&gt;Entretanto Portugal, para além da mão estentida ao cheque da troyka - de que parece depender a sua sobrevivência - vai passando de país europeu a baldio da Europa onde à miséria resultante da falta meios, de senso, de coragem e de PATRIOTISMO, se espalham pelas ruas as franjas da pobreza de outros países que aqui, no fim da linha, ora estendem a mão à caridade, ora se organizam em temíveis máfias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000; font-family: Georgia; font-size: medium;&quot;&gt;A Caridade que o País revela na solução de problemas que são da competência do Estado tem tanto de benéfico como de desresponsabilizador. Havendo quem faça o Estado desobriga-se e apela recorrentemente ao que chama de &quot;solidariedade&quot;. Mas não é! A solidariedade resulta dos impostos, enquanto que a Caridade resulta do impulso cristão de ajudar o próximo. Não gostam da caridade - a que chamam depreciativamente &quot;caridadezinha&quot; - mas não se iludam: é disso mesmo que Portugal vai sobrevivendo enquanto o tal Estado que nos custa mais para não governar do que investiria no País se o governasse , exibe um forró de viagens, concelhos, discursos, comentários, ditos e desditos. Um estado de mentira que, de entre os vários chavões com que se veste, tem o despudor de falar de justiça e transparência.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000; font-family: Georgia; font-size: medium;&quot;&gt;Tudo visto é bem possível que não mereçamos ter uma Pátria com a expensão linguística e a dimensão histórica da nossa. Talvez alguém acabe de a comprar...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #800000; font-family: Georgia; font-size: medium;&quot;&gt;Cabe aos jovens traçar-lhe o destino.  PÁTRIA!    &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://senatus.blogs.sapo.pt/776553.html</guid>
  <pubDate>Tue, 21 May 2013 20:21:19 GMT</pubDate>
  <title>O Empreendedor e a Investigadora</title>
  <author>João Monge de Gouveia</author>  <link>http://senatus.blogs.sapo.pt/776553.html</link>
  <description>&lt;p&gt;O Francisco tem toda a razão no &lt;a href=&quot;http://senatus.blogs.sapo.pt/776128.html&quot;&gt;post dele aqui em baixo&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Eu, depois de ver o &lt;a href=&quot;http://senatus.blogs.sapo.pt/776128.html&quot;&gt;video &lt;/a&gt;que o Francisco colocou, fiquei profundamente chocado com o que esta &lt;a href=&quot;http://ihc.fcsh.unl.pt/pt/ihc/investigadores/item/1242-rcvarela&quot;&gt;senhora&lt;/a&gt; fez e disse. Sendo que já tinha ficado quando vi o video que agora coloco.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O rapaz que falou - julgo chamar-se Martim - tem apenas 16 anos, e com 15 criou uma marca de roupa.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Com esta sua criação, e o seu empreendorismo, o Martim dá trabalho a uma fábrica situada em Portugal e consequentemente contribui para a criação de emprego no nosso país e para o não aumentar de um desemprego cada vez mais preocupante.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Claro que pode ser o salário mínimo, mas ao menos há emprego e a fábrica tem mais um cliente e não é um caso para uma investigadora de uma qualquer universidade ir estudar.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Pelo contrário, a senhora que o interrompeu tentando colocar em causa o seu trabalho, primeiro perguntando se a roupa era feita na china e depois pelo salário dos trabalhadores, o que produz? que empregos cria?&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;No se curriculum tem apenas uns estudos sobre os partidos comunistas europeus e pouco mais.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Aliás é tão curioso que até o vou transcrever tal como está:&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;right_col&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;expanded_info&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;post&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href=&quot;http://ihc.fcsh.unl.pt/pt/ihc/investigadores/item/1242-rcvarela&quot;&gt;&quot;Raquel Varela (1978) é investigadora do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, onde coordena o Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais e investigadora do Instituto Internacional de História Social, onde coordena o projecto internacional In the Same Boat?Shipbuilding and ship repair workers around the World (1950-2010). É coordenadora do projecto História das Relações Laborais no Mundo Lusófono. É doutora em História Política e Institucional (ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa). É, desde 2011, Presidente da International Association Strikes and Social Conflicts. É vice coordenadora da Rede de Estudos do Trabalho, do Movimento Operário e dos Movimentos Sociais em Portugal.&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href=&quot;http://ihc.fcsh.unl.pt/pt/ihc/investigadores/item/1242-rcvarela&quot;&gt;É coordenadora de Quem paga o Estado Social em Portugal? (Bertrand, 2012), autora de História da Política do PCP na Revolução dos Cravos (Bertrand, 2011), coordenadora de Revolução ou Transição? História e Memória da Revolução dos Cravos (Bertrand, 2012), co-coordenadora de  Greves e Conflitos Sociais no Portugal Contemporâneo (Colibri, 2012), co-coordenadora de O Fim das Ditaduras Ibéricas (1974-1978) (Centro de Estudios Andaluces/ Edições Pluma, 2010).&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href=&quot;http://ihc.fcsh.unl.pt/pt/ihc/investigadores/item/1242-rcvarela&quot;&gt;É membro do board of Trustees do ITH-International Conference of Labour and Social History (Viena, Áustria). É membro da Asociacíon Historiadores del Presente. Os seus artigos estão publicados em revistas nacionais e internacionais com arbitragem científica como Revista Brasileira de História, Hispania, XX Century Communism, Revolutionary Russia, Historia del Presente, Revista Espacio, Tiempo y Forma, Análise Social.&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href=&quot;http://ihc.fcsh.unl.pt/pt/ihc/investigadores/item/1242-rcvarela&quot;&gt;As suas áreas de investigação são História Global do Trabalho e História do Estado Social. História dos movimentos sociais na Península Ibérica. História do movimento operário português. História da Revolução de 25 de Abril de 1974. O papel do Partido Comunista Português na revolução portuguesa. Estudo comparativo dos Partidos Comunistas Europeus.&lt;/a&gt;&quot;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Como podem verificar a Dra. Raquel - salvo melhort opinião, pouco ou nada produz para a riqueza do nosso País e pouco ou nada contribui para a diminuição do desemprego.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Por mim gostava de ter em Portugal mais pessoas como o Martim que criam negócios e fomentam trabalho e exportações, ajudando com o seu empreendedorismo a criar emprego e consequentemente Portugal e menos pessoas que no seu curriculum têm pouco mais que estudos e investigações sobre comunismo e sobre o 25 de Abril de 74, e que pertencem e presidem a umas comissões e institutos com nomes pomposos e que no fundo somos nós que lhes pagamos o salário para produzir muito pouco.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;E agora que a venha a esquerdalha do costume, dizendo que eu, que sou a favor da criação de emprego e dos trabalhadores - o que se conclui na leitura deste post - dizer que estou errado.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Aqui fica o momento em que o Martim de 15 anos que anda na escola, calou a sra. Dra. com 34 que ainda invesiga umas coisas pela universidade.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/dpywNeT0ZQw&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://dontstopdreamingfic.blogs.sapo.pt/190428.html</guid>
  <pubDate>Tue, 21 May 2013 19:00:15 GMT</pubDate>
  <title>Merecia um aplauso de pé</title>
  <author>Annie</author>  <link>http://dontstopdreamingfic.blogs.sapo.pt/190428.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Geralmente não vejo este tipo de programas, mas gostava de ter visto a última edição visto o tema agradar-me profundamente pois discutiu-se &quot;empreendorismo&quot; e coisas que tais. O vídeo que vos deixo a seguir, é uma parte do programa onde um jovem de dezasseis anos, o Martim, apresenta a sua marca e dá uma lição de moral a muita gente. Mostra-se um jovem determinado e é um verdadeiro exemplo de que a sociedade de hoje em dia não está perdida. Nem todos os jovens são uns rufias, nem todos os jovens são uns bardinos. Existem jovens com ideias, e nesses jovens que os noticiários deveriam apostar e falar. Para quê? Para que as suas ideias fossem para a frente e para que pudessem ser mais desenvolvidas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Sinto-me orgulhosa por ser da mesma &quot;época&quot; que este Martim e de muitos &quot;Martins&quot; que existem por esse país fora e que, infelizmente não são falados tão regularmente como deveriam.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Se, alguma pessoa perto deste rapaz visita o blog, &lt;strong&gt;dêm-lhe os meus parabéns.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/M6ftVCjmn6c&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;375&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Se não quiserem ver a &quot;entrevista&quot; toda, passem logo para o minuto número 4. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://coitadinhodocrocodilo.blogs.sapo.pt/39667.html</guid>
  <pubDate>Tue, 21 May 2013 13:25:44 GMT</pubDate>
  <title>O sufoco da classe média</title>
  <author>coitadinhodocrocodilo</author>  <link>http://coitadinhodocrocodilo.blogs.sapo.pt/39667.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: comic sans ms,sans-serif; font-size: medium;&quot;&gt;Para a classe média (porque menor ou quase inexistente, ela ainda sobrevive), diminuir despesas de forma quase imediata é a tarefa mais árdua que existe. Durante alguns anos, trabalhei com famílias em situação de sobreendividamento e, para mim, era fácil dar conselhos sobre poupança e cortes que pareciam inevitáveis. Um dia parei. No dia em que uma mãe me disse que não arranjava os seus dentes para dar ao filho, bom aluno (apesar da carência e do pai alcoólico), o único luxo que lhe podia dar: tv por cabo e, de em vez em quando, um &lt;em&gt;happy meal&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: comic sans ms,sans-serif; font-size: medium;&quot;&gt;Foi a primeira e única vez na minha vida profissional que chorei ao telefone. A nossa vida muda assim, em segundos, e, muitas vezes, em consequência de gestos e pensamentos de pessoas que mal conhecemos. Eu já tinha um filho na altura, bebé, alheio à televisão, mas imaginei-me a ter que adiar o meu sonho todos os meses para poder dar ao único filho uma coisa, aparentemente, simples, mas que o faz tão feliz.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: comic sans ms,sans-serif; font-size: medium;&quot;&gt;Hoje em dia, esta situação é tão ou mais frequente quanto é repetida a palavra “troika” no nosso dia-a-dia. A classe média divide-se em sonhos por concretizar e realidades ajustadas e multiplica-se em dívidas e revoltas por falta de opções. Não existem ajudas sociais para a classe média, à excepção do subsídio de desemprego, que ainda é para todos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: comic sans ms,sans-serif; font-size: medium;&quot;&gt;Ter internet ou telemóvel deixou de ser um luxo para ser uma necessidade, sem a qual ninguém nos contacta. Também não há escolas, nem creches mais baratas. Para quem não sabe, um desempregado não tem prioridade em escolas IPSS. Para o Estado, quem está em casa pode ficar a tomar dos filhos. Depois admiram-se que haja famílias inteiras desempregadas a viver do RSI. Agora - só agora - percebo porquê.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: comic sans ms,sans-serif; font-size: medium;&quot;&gt;Sobra-nos a solidariedade, o apoio da família e das poucas instituições que não despedem e ainda ajudam.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://i-love-muuu.blogs.sapo.pt/466234.html</guid>
  <pubDate>Mon, 20 May 2013 07:49:38 GMT</pubDate>
  <title>Formação</title>
  <author>pati</author>  <link>http://i-love-muuu.blogs.sapo.pt/466234.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Amanhã começo uma formação do centro de emprego.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Instalação de redes.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Uma versão básica &lt;a href=&quot;http://i-love-muuu.blogs.sapo.pt/43827.html&quot;&gt;deste curso&lt;/a&gt;, que nunca cheguei a terminar, por ter arranjado trabalho a meio.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Uma formação para encher chouriços. Trabalhinho que é bom, é que nada...&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://sitesdeempregos.blogs.sapo.pt/10280.html</guid>
  <pubDate>Sun, 19 May 2013 23:01:23 GMT</pubDate>
  <title>7 Estratégias de procura de emprego para executivos</title>
  <author>superdicas</author>  <link>http://sitesdeempregos.blogs.sapo.pt/10280.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: left;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o2d136acb/15002567_fEpzC.jpeg&quot; alt=&quot;Executivos&quot; width=&quot;230&quot; height=&quot;153&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0in; font-family: Calibri; font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Já tem mais de 10 anos desde a altura em que você lançou uma campanha exaustiva para procurar por um emprego? Se você é um dos executivos que tem aproveitado durante vários anos para continuar na mesma empresa, no mesmo cargo, uma mudança na sua carreira, como o desemprego ou transição entre outra empresa, pode realmente colocar o seu mundo ao contrário. Mesmo que você seja um geek na Internet, você pode ficar realmente chateado com os sites de empregos, bolsas de empregos, e redes sociais de recrutamento ao menos que você tenha um plano estratégico para uma procura sólida. É essencial perceber que enquanto é necessário investir algum do seu tempo neste tipo de atividades, deve ser apenas uma parte da sua estratégia de procura de emprego.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0in; font-family: Calibri; font-size: 11.0pt;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name=&quot;cutid1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;ljcut&quot; text=&quot;Ver mais...&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0in; font-family: Calibri; font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Existem várias estratégias de procura de emprego que você pode seguir agora para renovar a sua marca, melhorar a sua rede de contactos profissionais e pessoais, e reposicionar-lhe para oportunidades de emprego que ofereçam um bom salário.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0in; font-family: Calibri; font-size: 11.0pt;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol style=&quot;margin-left: .375in; direction: ltr; unicode-bidi: embed; margin-top: 0in; margin-bottom: 0in; font-family: Calibri; font-size: 11.0pt; font-weight: normal; font-style: normal;&quot; type=&quot;1&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;li style=&quot;margin-top: 0; margin-bottom: 0; vertical-align: middle;&quot; value=&quot;1&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri; font-size: 11.0pt; font-weight: normal; font-style: normal;&quot;&gt;Identifique o seu alvo - Antes de perder tempo a escrever um resumo, determine qual é o seu emprego alvo ideal. Você quer continuar na mesma área, você está a seguir o seu emprego dos sonhos ou está interessado apenas em continuar em frente e aceitar novas oportunidades até reformar-se.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li style=&quot;margin-top: 0; margin-bottom: 0; vertical-align: middle;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri; font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Defina e Promova a sua marca - A pesquisa por um emprego não vale a pena ao menos que você tenha identificado claramente a sua marca pessoal e tenha um estratégia única de valor para potenciais empregadores. Você deve ser capaz de responder porque uma empresa deve recrutar-lhe.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li style=&quot;margin-top: 0; margin-bottom: 0; vertical-align: middle;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri; font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Desenvolva um Resumo focado na sua carreira - Concentre-se em conteúdo relevante suportado por atingir diversos objetivos através do seu currículo. Use a fórmula de Situação-Tarefa-Ação-Resultados para desenvolver várias frases de alcance de objetivos para o seu currículo, com o objetivo de ter pelo menos alguns dos seus sucesso listados no CV.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li style=&quot;margin-top: 0; margin-bottom: 0; vertical-align: middle;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri; font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Crie um Portfolio baseado no Retorno e na Marca - De forma a gerar sucesso no mercado laboral, você tem que ir muito além do currículo de executivo padrão. Invista algum do seu tempo a criar um portfolio da sua carreira, incluindo um resumo de networking, biografia da carreira, sumário de sucessos, e recomendações de antigos empregadores. O resumo do networking para uma rápida introdução para recrutadores de executivos e contactos pessoais.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li style=&quot;margin-top: 0; margin-bottom: 0; vertical-align: middle;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri; font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Tenha um anúncio memorável de 30 segundos - Assim que você chegar à parte de networking na procura de emprego, você precisa de mostrar a sua confiança e valor na apresentação. Construa uma apresentação da sua marca pessoal para criar um anúncio de 30 segundos que fala sobre o que você pode oferecer à empresa.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li style=&quot;margin-top: 0; margin-bottom: 0; vertical-align: middle;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri; font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Construa e Expanda a sua rede - Entre em associações profissionais e ligadas com a sua indústria, grupos de antigos alunos, entre outras associações. Identifique pessoas líderes na sua indústria que você queira conhecer, organize entrevistas e encontros, e comece a construir as suas próprias alianças. Não se esqueça de utilizar as redes sociais, como o LinkedIn, o Facebook e outros sites.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li style=&quot;margin-top: 0; margin-bottom: 0; vertical-align: middle;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri; font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Limite a sua pesquisa a Sites específicos e Bolsas de Emprego - Vários sites possuem milhares de ofertas de empregos e candidatos disponíveis para começar logo a trabalhar. Para evitar sentir-se desencorajado e frustrado, subscreva várias bolsas de emprego online relacionadas com a sua indústria e concentre-se em procurar por um emprego numa área em específico.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ol&gt;&lt;/div&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://trabalho-pt.blogs.sapo.pt/125900.html</guid>
  <pubDate>Sat, 18 May 2013 18:03:24 GMT</pubDate>
  <title>Mais de 72 mil desempregados até abril</title>
  <author>adm</author>  <link>http://trabalho-pt.blogs.sapo.pt/125900.html</link>
  <description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O número de desempregados no final de abril aumentou 11 por cento em relação ao período homólogo, num total de 728.512 pessoas. Os centros de emprego receberam mais 72.614 novas inscrições do que o total de abril de 2012, segundo dados mensais do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Ao longo do mês de abril, inscreveram-se nos centros de emprego mais 5.032 do que no mesmo mês de 2012. Os aumentos mais significativos notaram-se nos Açores (mais 20,5 por cento) e na região Norte do País (mais 12,7 por cento).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Assim, no final de abril, os centros de emprego do Continente e Ilhas contabilizavam 901.441 pedidos de emprego (mais 14,9 por cento do que em 2012), tendo o número de inscritos diminuído 0,8 por cento face a Março.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;No entanto, os desempregados há mais de um ano aumentaram 31,4 por cento em termos homólogos, totalizando 319.541 inscritos, enquanto aqueles que tinham um tempo de inscrição inferir a um ano diminuiram 0,9 por cento, ou seja, para 408.971 inscritos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Já o número de jovens à procura do primeiro emprego apresentou uma variação homóloga de 24,8 por cento (são agora 60.631), enquanto o número de pessoas a querer um novo emprego aumentou 10 por cento.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O fim do trabalho &apos;não permanente&apos; continua a ser o principal motivo para a afluência aos centros de emprego, seguindo-se o despedimento (16,6 por cento).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Em contrapartida, as ofertas de trabalho aumentaram 37,6 por cento comparativamente a abril de 2012 e 13.271 vagas estavam por preencher.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;fonte:&lt;a href=&quot;http://www.cmjornal.xl.pt/n&quot;&gt;http://www.cmjornal.xl.pt/n&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://ocastendo.blogs.sapo.pt/1578233.html</guid>
  <pubDate>Sat, 18 May 2013 07:49:48 GMT</pubDate>
  <title>A Crise do Sistema Capitalista: os números de Portugal (13)</title>
  <author>António Vilarigues</author>  <link>http://ocastendo.blogs.sapo.pt/1578233.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://fotos.sapo.pt/vilarigues/fotos/?uid=Dq8t2OZvCh17w4ZceqfY&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/oc1043918/6725807_iIsMU.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;539&quot; height=&quot;760&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small; color: #ffffff;&quot;&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;Em &lt;strong&gt;2013&lt;/strong&gt;, o nível de &lt;span style=&quot;color: #0000ff;&quot;&gt;&lt;strong&gt;emprego&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; estará ao nível de &lt;strong&gt;1988&lt;/strong&gt;, o que quer dizer que desde &lt;strong&gt;2011&lt;/strong&gt; se destruíram &lt;strong&gt;332 mil&lt;/strong&gt; postos de trabalho, &lt;strong&gt;592 mil&lt;/strong&gt; desde a introdução do Euro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;O outro lado da «&lt;em&gt;moeda&lt;/em&gt;», para além do crescimento dos inactivos, do subemprego e da economia paralela, é o aumento brutal do &lt;span style=&quot;color: #0000ff;&quot;&gt;&lt;strong&gt;desemprego&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, cujo volume e taxa em &lt;strong&gt;2013&lt;/strong&gt; estará ao nível mais elevado de sempre. Teremos mais &lt;strong&gt;227 mil&lt;/strong&gt; desempregados face a &lt;strong&gt;2011&lt;/strong&gt; e um número de desempregados &lt;strong&gt;2,3 vezes&lt;/strong&gt; superior ao que tínhamos quando da adesão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;O caminho de consolidação do mercado interno europeu e da convergência nominal de Maastricht custou ao país mais &lt;strong&gt;47 mil&lt;/strong&gt; desempregados. O caminho pós-euro custou ao país &lt;strong&gt;692 mil&lt;/strong&gt; desempregados. Considerando aqui apenas o desemprego oficial, uma vez que o desemprego real pode ser quase o &lt;strong&gt;dobro&lt;/strong&gt; destes valores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;Em &lt;strong&gt;2013&lt;/strong&gt;, a compensação salarial real por empregado (&lt;span style=&quot;color: #0000ff;&quot;&gt;&lt;strong&gt;salários reais&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;) estará ao nível de &lt;strong&gt;2008&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;O peso dos salários no produto, ou seja a quota-parte do produto que renumera o trabalho, estará ao nível de &lt;strong&gt;1990&lt;/strong&gt; e é inferior ao que se verificava a quando da adesão. Isto significa que o nível dos custos unitários do trabalho reais se encontram também ao nível de &lt;strong&gt;1990&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;Desde que o governo entrou em funções, o peso dos salários no produto evidenciou uma descida &lt;strong&gt;2,3&lt;/strong&gt; pontos percentuais (p.p.), ou seja, indicativo de um dos maiores aumentos da &lt;span style=&quot;color: #0000ff;&quot;&gt;&lt;strong&gt;taxa de exploração&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; do trabalho nos últimos anos, só comparável aquela que se verificou em &lt;strong&gt;2005-2007&lt;/strong&gt;, durante o Governo PS/Sócrates.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;O peso dos salários no produto teve uma descida de &lt;strong&gt;3,8&lt;/strong&gt; p.p. desde a introdução do &lt;span style=&quot;color: #0000ff;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Euro&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. Percebe-se assim a quem serviu a moeda única, quando desde o Euro os &lt;span style=&quot;color: #0000ff;&quot;&gt;&lt;strong&gt;lucros líquidos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; cresceram mais de &lt;strong&gt;8 vezes&lt;/strong&gt; mais que os salários em Portugal (que tiveram um crescimento médio de &lt;strong&gt;0,3%&lt;/strong&gt;, quase nulo) e quase &lt;strong&gt;4 vezes&lt;/strong&gt; mais na zona Euro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small; color: #ffffff;&quot;&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://diariojuridico.blogs.sapo.pt/1105321.html</guid>
  <pubDate>Thu, 16 May 2013 11:32:06 GMT</pubDate>
  <title>Acórdão STA - Uniformização jurisprudência - situação de desemprego - sócio gerente</title>
  <author>Paulo Alexandre Rodrigues</author>  <link>http://diariojuridico.blogs.sapo.pt/1105321.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;Ver Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo n.º 4/2013&quot; href=&quot;http://dre.pt/util/getpdf.asp?s=diad&amp;amp;serie=1&amp;amp;iddr=2013.93&amp;amp;iddip=20130877&quot;&gt;Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo n.º 4/2013. &lt;acronym title=&quot;Diário da República&quot;&gt;D.R.&lt;/acronym&gt; n.º 93, Série I de 2013-05-15&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;bold&quot;&gt;Supremo Tribunal Administrativo&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Uniformiza a jurisprudência nos seguintes termos: A condição de sócio gerente de uma sociedade comercial, sem direito a qualquer remuneração, de um trabalhador por conta de outrem, cujo contrato de trabalho cessou, não obsta à caracterização da respetiva situação como de desemprego, nos termos e para os efeitos do disposto nos artigos 6.º, n.º 1, do &lt;a title=&quot;Decreto-Lei n.º 119/99&quot; href=&quot;http://dre.pt/util/getdiplomas.asp?s=sug&amp;amp;iddip=19991117&quot;&gt;Decreto-Lei n.º 119/99&lt;/a&gt;, de 14 de Abril, e 2.º, n.º 1, do &lt;a title=&quot;Decreto-Lei n.º 220/2006&quot; href=&quot;http://dre.pt/util/getdiplomas.asp?s=sug&amp;amp;iddip=20063490&quot;&gt;Decreto-Lei n.º 220/2006&lt;/a&gt;, de 3 de Novembro, respetivamente&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://luminaria.blogs.sapo.pt/870948.html</guid>
  <pubDate>Tue, 14 May 2013 12:37:41 GMT</pubDate>
  <title>Desgoverno fantoche em guerra civil não declarada faz milhares de vítimas</title>
  <author>Xa2</author>  <link>http://luminaria.blogs.sapo.pt/870948.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;                     &lt;a href=&quot;http://jumento.blogspot.pt/2013/05/guerra-civil-nao-declarada.html&quot;&gt;Guerra  civil  não  declarada&lt;/a&gt;       &lt;/strong&gt;(-por OJumento, 13/5/2013)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;img src=&quot;http://img.photobucket.com/albums/v85/jumento/25/Goya_zps31c7a636.jpg&quot; alt=&quot; photo Goya_zps31c7a636.jpg&quot; width=&quot;360&quot; height=&quot;251&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;   Ainda que sem assumir a forma de conflito armado o país já foi lançado numa guerra civil, ainda que não declarada e sem que as barricadas estejam totalmente definidas. O governo, ou alguns ministros &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;do governo decidiram actuar como se em democracia a maioria pudesse &lt;strong&gt;governar sem respeitar regras&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, como se a legitimidade do governo viesse de três fulanos com ar de parvos que de vez em quando aparecem por cá, como se o Gaspar em vez de ter de responder perante o parlamento para o qual não foi eleito, tivesse de prestar contas ao ministro das Finanças (da Alemanha) que é quem o mantém.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;post hentry uncustomized-post-template&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;post-body entry-content&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;     Os &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;extremistas do governo declararam que o &lt;strong&gt;país deixou de ter regras&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; e que &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;a Constituição apenas está em vigor se for para ajudar a violar a lei&lt;/span&gt; e permitir a candidatura dos autarcas do PSD que querem desrespeitar a lei candidatando-se a mais mandatos do que os permitidos. Para tudo o resto, principalmente &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;para a defesa dos mais elementares &lt;strong&gt;direitos dos cidadãos&lt;/strong&gt; o Tribunal Constitucional está a mais&lt;/span&gt; e se ousar questionar as decisões do Vítor Gaspar o ministro das Finanças leva o primeiro-ministro a Belém para que Cavaco meta o país na (sua) ordem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;     Como em todas as guerras há inimigos e no caso das guerras civis os inimigos não merecem qualquer respeito ou a protecção de quaisquer regras. E os &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;inimigos do Gaspar e do Passos Coelho&lt;/span&gt; estão claramente identificados, são aqueles que eles não se cansam de acusar de terem delapidado o país, os  funcionários públicos. Depois há &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;outros inimigos perigosos, os que ganham mais do que o ordenado mínimo, os &lt;strong&gt;desempregados&lt;/strong&gt; e os &lt;strong&gt;jovens&lt;/strong&gt;, a esses é permitido &lt;strong&gt;emigrar e fugir&lt;/strong&gt; enquanto tiverem tempo, os &lt;strong&gt;idosos&lt;/strong&gt; que já não poderão fugir serão &lt;strong&gt;economicamente chacinados&lt;/strong&gt; e os &lt;strong&gt;funcionários públicos&lt;/strong&gt; ficarão prisioneiros do Estado&lt;strong&gt; sem receber vencimento&lt;/strong&gt;, o país será o seu &lt;strong&gt;campo de concentração&lt;/strong&gt; e de &lt;strong&gt;extermínio&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;     [... Os &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;ditadores, corruptos e incompetentes&lt;/span&gt;, os canalhas &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;governam dividindo&lt;/span&gt;, espalhando o ódio, ignorando que somos uma nação. Há quem os apoie e quem os critique, entre os que os apoiam &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;aparecem os ideólogos de circunstância, os pequenos Goebelzinhos&lt;/span&gt; que com um suposto dom da escrita ou da palavra  tornam tudo evidente. ... (-em: O ódio e a vingança)]&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;     Como em todas as guerras civis &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;há oportunistas a apoiar&lt;/span&gt; uma das partes e em Portugal &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;os que odeiam o Estado e a Função Pública&lt;/span&gt;, &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;como o&lt;strong&gt; jornalista&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; José Gomes Ferreira, da SIC Notícias que esteve bem perto do orgasmo enquanto o Rosalino ia explicando &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;as &lt;strong&gt;sacanices&lt;/strong&gt; que iria fazer aos funcionários públicos e pensionistas&lt;/span&gt;, um jornalista tão crítico umas vezes e tão concordante ao ouvir cortes retroactivos de pensões ou o envio de funcionários para casa com vínculo, deveres profissionais e sem direitos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;     Outros &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;grandes apoiantes deste governo&lt;/span&gt; são os que já festejaram milhares de &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;milhões com champanhe, os &lt;strong&gt;banqueiros&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; que governam bancos à beira da falência e esperam pela &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;transfusão da riqueza dos mais pobres para as suas contas&lt;/span&gt; através das reduções de impostos compensadas por aumentos dos aplicados aos trabalhadores, ou &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;&lt;strong&gt;dirigentes&lt;/strong&gt; do Estado que pedem a pele dos outros funcionários&lt;/span&gt; públicos para que os seus tenham 15 meses de vencimentos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;     O &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;país já está &lt;strong&gt;em guerra civil&lt;/strong&gt;, já há centenas de &lt;strong&gt;milhares de vítimas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, já houve batalhas ganhas e perdidas para os dois lados, ainda não se percebeu muito bem de que lado estão algumas personalidades, algumas até desaparecem para não terem de dizer qual o lado que apoiam, ainda não se ouviram tiros, mas já estamos em guerra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 17px;&quot;&gt;         Apenas despedimentos&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;     &lt;/em&gt;&lt;em&gt;«&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Vinte mil, trinta mil, cinquenta mil. Não passa um dia sem que apareça uma &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;nova versão sobre quantos serão os funcionários públicos &lt;strong&gt;a despedir&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. E não vale a pena lembrar as palavras enfaticamente proferidas pelo ministro Portas sobre &quot;as rescisões serem de mútuo acordo&quot;. São pura e simplesmente &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;despedimentos&lt;/span&gt;, como todos sabemos, inclusive o líder do CDS. Não há necessidade de &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;lhes chamar &lt;strong&gt;requalificações&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; e convinha mesmo não insultar a inteligência das pessoas dizendo que essas pessoas &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;não receberão salário mas mantêm o vínculo&lt;/span&gt; ao Estado, logo não são despedidas - esta mania governamental da &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;mentirinha, da meia verdade, dos&lt;strong&gt; eufemismos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, chega a causar quase tanta indignação como as políticas propriamente ditas.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;     Porém, ninguém do Governo foi ainda capaz de &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;explicar qual a razão&lt;/span&gt; para estarmos a falar de vinte ou cinquenta mil despedimentos na função pública.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;    &lt;/em&gt;&lt;em&gt;Salvo melhor opinião, despede-se esta gente toda &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;porque há necessidade de fazer cortes&lt;/span&gt;. Como agora já sabemos que a &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;história dos custos intermédios&lt;/span&gt; era uma versão da da carochinha e os ditos serão em salários e pensões, saca-se da máquina calculadora e zás: têm de ir estes para a rua. Depois põe-se um ar sério &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;e diz-se que é uma reforma&lt;/span&gt;.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;    &lt;/em&gt;&lt;em&gt;Eu também sou daqueles que instintivamente diriam que há funcionários públicos a mais, mas antes gostava de &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;saber que tipo de &lt;strong&gt;funções se quer&lt;/strong&gt; para o Estado&lt;/span&gt;, que tipo de &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;organização e métodos&lt;/span&gt; existem e que soluções se defendem &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;para os melhorar&lt;/span&gt;. Até aí estes milhares de despedimentos não passam de &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;medidas avulsas, sem racionalidade&lt;/span&gt;, sem estratégia e em que se corre o sério risco de &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;estar a fragilizar ainda mais o já &lt;strong&gt;fraco Estado&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;     &lt;/em&gt;&lt;em&gt;Em primeiro lugar, que Estado se quer? Quais as funções, qual o papel que deve desempenhar na comunidade? Só a partir deste ponto é que podemos saber se há funcionários públicos a mais ou a menos. E é preciso dizê-lo com clareza: &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;este Governo ou não sabe o que quer do Estado ou &quot;esqueceu-se&quot; de nos explicar&lt;/span&gt;.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;     &lt;/em&gt;&lt;em&gt;O Estado, ao mesmo ritmo que foi crescendo, foi esquecendo as suas funções essenciais. &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;A justiça&lt;/span&gt; é um excelente exemplo dessa realidade, bem como a outro nível &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;a regulação&lt;/span&gt; - que pouco mais é do que uma emanação das empresas que dominam o mercado - e outras funções se poderiam acrescentar. Tanto a dispersão de verbas como a de enfoque fez que as funções-chave se deteriorassem tanto ao nível dos profissionais que conseguem muito melhores compensações no sector privado, como no investimento em meios.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;     &lt;/em&gt;&lt;em&gt;Em segundo lugar, é fundamental olhar para o actual funcionamento do Estado. Não é possível aos serviços do Estado funcionarem de forma aceitável quando &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;há um &lt;strong&gt;emaranhado de leis e regulamentos&lt;/strong&gt; que entopem qualquer tipo de processo&lt;/span&gt;. O Estado funciona demasiadas vezes como se o seu papel fosse &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;dificultar a vida às pessoas e às empresas&lt;/span&gt; de modo que sejam precisos ainda mais funcionários para tentar desenrolar o novelo. E nesta situação tanto há &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;&lt;strong&gt;responsabilidades&lt;/strong&gt; dos que foram entupindo o Estado em legislação&lt;/span&gt; como dos que &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;não modernizam a sua estrutura&lt;/span&gt;, quer &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;simplificando a organização e os métodos&lt;/span&gt; de gestão quer ao nível da formação.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;     &lt;/em&gt;&lt;em&gt;E importa fazer uma nota. Ouve-se muito a comparação dos métodos de gestão e organização entre o Estado e as empresas: digamos apenas que a &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;&lt;strong&gt;falta de organização&lt;/strong&gt; e de competências de gestão&lt;/span&gt; em Portugal está longe de ser monopólio do Estado, basta ver os nossos índices de produtividade.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;    &lt;/em&gt;&lt;em&gt;Não será baixando sistematicamente os &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;salários dos funcionários&lt;/span&gt; públicos ou tratá-los como se eles fossem os culpados de todos os males no funcionamento do Estado que se vai melhorar o desempenho da máquina estatal. Longe disso. Esse tipo de medidas e de atitude perante os funcionários públicos afasta os melhores quadros da órbita do Estado prejudicando toda a comunidade.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;     &lt;/em&gt;&lt;em&gt;Reformar exige que se saiba exactamente o caminho que se quer tomar, impõe uma enorme dose de negociação e outra igual de firmeza, obriga a uma preparação aturada de todos os passos, a uma permanente avaliação dos sucessos e insucessos e, já agora, que &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;não se destrua o que os nossos antecessores foram fazendo&lt;/span&gt;. Exige sobretudo tempo. E, aí sim, são precisos consensos que ultrapassem legislaturas.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;     &lt;/em&gt;&lt;em&gt;Grande ou pequeno, independentemente da opção política e ideológica, &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;um &lt;strong&gt;Estado fraco não é opção&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. Mas despedindo indiscriminadamente e cortando cegamente é isso que irá acontecer. Só que há um problema: &lt;span style=&quot;background-color: #ffff99;&quot;&gt;a&lt;strong&gt; democracia&lt;/strong&gt; e o Estado de direito não se dão bem com Estados fracos&lt;/span&gt;.&lt;/em&gt;&lt;em&gt;»&lt;/em&gt; [&lt;a href=&quot;http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3214326&amp;amp;seccao=Pedro%20Marques%20Lopes&amp;amp;tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco&amp;amp;page=-1&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;DN&lt;/a&gt;]-Pedro M. Lopes.   &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://ultimoministro.blogs.sapo.pt/5934.html</guid>
  <pubDate>Tue, 14 May 2013 11:17:26 GMT</pubDate>
  <title>O EMPREGO</title>
  <author>ultimoministro</author>  <link>http://ultimoministro.blogs.sapo.pt/5934.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;courier new&amp;#39;, courier; font-size: small;&quot;&gt;Em vez do desemprego, o emprego!...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;courier new&amp;#39;, courier; font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;courier new&amp;#39;, courier; font-size: small;&quot;&gt;População residente: 10,5 milhões; população ativa: 5,5; população que está realmente a trabalhar: 4,5.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;courier new&amp;#39;, courier; font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;courier new&amp;#39;, courier; font-size: small;&quot;&gt;Números “gordos” e sem grande elaboração: trabalhos temporários, parciais, economia “informal”, etc. Só assim “de repente”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;courier new&amp;#39;, courier; font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;courier new&amp;#39;, courier; font-size: small;&quot;&gt;4,5 milhões trabalham num universo de 10,5 – bem menos de metade das pessoas! Não é impressionante?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;courier new&amp;#39;, courier; font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;courier new&amp;#39;, courier; font-size: small;&quot;&gt;Uma parte destas pessoas até trabalhavam à borla (ou pelo valor do subsídio de desemprego que, de qualquer forma, recebem! Como é o meu caso. Será que não se arranja nada para pelo menos uma parte destas pessoas fazerem?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;courier new&amp;#39;, courier; font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;courier new&amp;#39;, courier; font-size: small;&quot;&gt;Impressionante! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://alicealfazema.blogs.sapo.pt/318771.html</guid>
  <pubDate>Tue, 14 May 2013 08:38:15 GMT</pubDate>
  <title>Resort </title>
  <author>Alice Alfazema</author>  <link>http://alicealfazema.blogs.sapo.pt/318771.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://www.troiaresort.pt/fotos/ambiente/8a4e6d8aa58c1d2feb02c7ea5c9df4eavilla.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os remendos dos pobres não se vêm, já passámos esse tempo. Li por aí, e há quem pense que os pobres são apenas  aqueles que não sabem falar, que não têm como se vestir, mendigam ou vivem de subsídios. Quem vive do salário mínimo em Portugal sabe o que é ser pobre e depender dos outros. A grande maioria são mulheres que trabalham em empregos duros. É natural que a miséria ganha não dê para espairecer. Pode haver quem diga que é melhor ter esse dinheiro que dinheiro nenhum. Sendo assim, enquanto fizermos a nossa felicidade em cima das misérias dos outros não chegaremos a lado nenhum. E é assim Portugal.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não há muito tempo, este país era de gente do mar e da terra, agora somos, grande parte de nós, descendentes de gente ilustre, que trabalha em cargos e carguinhos, que veste desta e daquela marca, que não sorri a este e àquele  porque tal não interessa para enriquecer a sua rede social.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Todos os dias vejo mulheres sem dentes, mulheres novas em idade, mas velhas de aspecto, trazem os filhos a rasto. Quiseram elas ser assim? que oportunidades têm?&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As propagandas de férias, daquelas em que se fala em resorts, fazem-me lembrar este país. Onde a paisagem é bela, o sol e mar, mas depois fora do resort há um outro mundo por descobrir. Cada um fala do que sabe. No entanto, isso não quer dizer que saiba tudo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Alice Alfazema&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://alvitrando.blogs.sapo.pt/2438605.html</guid>
  <pubDate>Mon, 13 May 2013 23:38:37 GMT</pubDate>
  <title>Beja vai ter um Contrato Local de Desenvolvimento Social </title>
  <author>Zé LG</author>  <link>http://alvitrando.blogs.sapo.pt/2438605.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/lopesguerreiro/fotos/?uid=nGmU5ZiMvC40aolQR01a&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px;&quot; src=&quot;http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/P3f14fc0f/14982299_cDFkM.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;260&quot; height=&quot;156&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A Câmara de Beja, a convite da Segurança Social, vai integrar o CLDS+.  “Os CLDS+ têm o objectivo de contribuir para o aumento da empregabilidade, para um combate articulado contra a pobreza crítica, em especial garantindo uma maior protecção às crianças, aos jovens e aos idosos, fornecendo instrumentos adequados nas respostas às calamidades, sempre tendo em mente a aposta num superior desenvolvimento local e especial atenção na concretização de medidas que promovam a inclusão activa das  pessoas com deficiência e incapacidade”, lê-se na portaria publicada em Diário da República.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;&quot;&gt;&lt;em&gt;Durante dois anos vão ser desenvolvidas acções mais aprofundadas, revelou (&lt;a href=&quot;http://www.radiopax.com/index.php?go=noticias&amp;amp;id=807&quot;&gt;http://www.radiopax.com/index.php?go=not&lt;wbr /&gt;icias&amp;amp;id=807&lt;/a&gt;) Jorge Pulido Valente. O presidente da Câmara de Beja considera que o Contrato Local vai reforçar o trabalho feito pela rede social e pelo gabinete de desenvolvimento social.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://psedpren-porto.blogs.sapo.pt/58036.html</guid>
  <pubDate>Sat, 11 May 2013 08:18:07 GMT</pubDate>
  <title>JÁ HÁ UM MILHÃO DE PORTUGUESES À PROCURA DE EMPREGO. BASTA!</title>
  <author>psedpren-porto</author>  <link>http://psedpren-porto.blogs.sapo.pt/58036.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O PS registou que já há um milhão de portugueses à procura de emprego e questionou o Governo sobre o que espera ainda para alterar de vez uma política que “destrói a economia e a sociedade”.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O Instituto Nacional de Estatística divulgou hoje que a taxa de desemprego subiu em Portugal para os 17,7% no primeiro trimestre, face aos 16,9% observados no trimestre anterior, com o número de desempregados no país a ultrapassar os 950 mil.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Perante estes dados, o deputado Nuno Sá disse que o PS concluiu que a taxa de desemprego “voltou a disparar”, indiciando que há “um milhão de portugueses que procuram emprego”.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“Estes números deviam sensibilizar o Governo, deviam fazê-lo alterar o rumo das suas políticas. Em Portugal, o sistema de segurança social só tem um risco: As políticas de destruição da economia e do emprego”, alertou.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Segundo Nuno Sá, a atual política seguida pelo Governo está a gerar “um ciclo vicioso de diminuição das contribuições para a segurança social por contraponto a um constante aumento das despesas sociais, designadamente com o subsídio de desemprego”.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“É preciso que os portugueses saibam que esta política do Governo PSD/CDS-PP é a única ameaça à sustentabilidade do sistema de segurança social”, acusou, antes de colocar ao Governo algumas questões: “Com estes números do desemprego, com esta destruição económica e social em Portugal do que está o Governo à espera para alterar a orientação política que tem prosseguido em todos os domínios? Que razões levam a que o Governo não mude a sua política?”.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://mobilemonitoring.blogs.sapo.pt/150640.html</guid>
  <pubDate>Sat, 11 May 2013 07:20:07 GMT</pubDate>
  <title>Blackberry Spy Uk</title>
  <author>mobilemonitoring</author>  <link>http://mobilemonitoring.blogs.sapo.pt/150640.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mbpspy.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.spycash.biz/skin/site/main/img/banner_05.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mbpspy.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.spycash.biz/skin/site/main/img/promo/kids_sq.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href=&quot;http://www.mbpspy.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.spycash.biz/skin/site/main/img/promo/business_sq.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mbpspy.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://mbpspy.com/img/mybnr.png&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nokia 6720 classic There&apos;s never been a better time to add ISDN to your home lab. Spy Cell Phone Call Recorder&lt;br /&gt;Cell Phone Call Spy Software&lt;br /&gt;Blackberry Messenger Spyware&lt;br /&gt;Samsung Secret Spyware&lt;br /&gt;Can You Spy On Iphone&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href=&quot;http://mobilemonitoring.blogs.sapo.pt/150299.html&quot;&gt;Phone Spy For Samsung&lt;/a&gt; &lt;a href=&quot;http://mobilemonitoring.blogs.sapo.pt/42608.html&quot;&gt;Spyware For Iphone 4 Reviews&lt;/a&gt; Spy Cell Phone No Access Eliza &lt;a href=&quot;http://socialbookmarkingindonesia.com/&quot;&gt;socialbookmarkingindonesia.com&lt;/a&gt; Spy Uk &lt;a href=&quot;http://mobilemonitoring.blogs.sapo.pt/150060.html&quot;&gt;Spy On Cell Phones From My Computer&lt;/a&gt; Samsung Galaxy Ace Advance S6800 &lt;a href=&quot;http://parentalcontroloncellphone.blogsuperapp.com/2013/05/17/spy-on-your-iphone/&quot;&gt;Spy On Your Iphone&lt;/a&gt; from the address book&apos;s menu. Law makers are striving to find regulations for these spyware privacy invasions but until then users must protect themselves. &lt;a href=&quot;http://www.mbpspy.com/how-to-monitor-my-childs-text-messages.php&quot;&gt;How To Monitor My Childs Text Messages&lt;/a&gt; &lt;a href=&quot;http://bloggs.co/spyoncellphoneactivity/2013/05/20/cell-phone-spyware-htc/&quot;&gt;Cell Phone Spyware Htc&lt;/a&gt; • Average camera Samsung Galaxy Pop i559 Blackberry Blackberry Spy Uk Log your email Palm�s debut of the Pre at the 2009 Consumer Electronics Show was a spectacular.&lt;/div&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://risco-continuo.blogs.sapo.pt/540381.html</guid>
  <pubDate>Fri, 10 May 2013 15:32:32 GMT</pubDate>
  <title>O Sheriff de Nottingham</title>
  <author>João Ferreira Dias</author>  <link>http://risco-continuo.blogs.sapo.pt/540381.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;http://www.tvi24.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13430912/877x658&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;540&quot; height=&quot;405&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O executivo de Pedro Passos Coelho tem aberto uma guerra sem precedentes à classe média, à sustentabilidade do país, à sustentabilidade das famílias, aos jovens, e agora aos pensionistas. Manuela Ferreira Leite, que no seu tempo foi uma ministra sem sensibilidade social, é hoje uma das líderes da oposição, &lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/politica/noticia/ferreira-leite-acusa-passos-de-perseguicao-fixacao-e-crueldade-com-os-pensionistas-1593941&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;condenando veemente o plano do governo e a inércia dos portugueses&lt;/a&gt;. A deterioração do sistema social e do tecido empresarial português é gritante, e o único emprego gerado roça já a exploração:&lt;a href=&quot;http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/interior.aspx?content_id=3211315&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt; salários até 310€&lt;/a&gt;. Os xerifes de Nottingham estão cegos de ódio e não há Robin dos Bosques que altere a situação.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;[também &lt;a href=&quot;http://joaoferreiradias.blogs.sapo.pt/9958.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ali&lt;/a&gt;]&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://domingosamaral.blogs.sapo.pt/82462.html</guid>
  <pubDate>Fri, 10 May 2013 15:28:00 GMT</pubDate>
  <title>A Europa e a Sra. Merkel deviam pagar os nossos subsídios de desemprego</title>
  <author>Domingos Amaral</author>  <link>http://domingosamaral.blogs.sapo.pt/82462.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;padding: 2px 2px; float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/domingosamaral/fotos/?uid=5i4pTN1d6Lta2pRPRwww&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/P8e13e159/14967090_1riQD.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;260&quot; height=&quot;173&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Já é evidente para todos que a Europa se espetou ao comprido no combate à crise económica e financeira que a invadiu.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O desemprego europeu é avassalador, há cinco países a serem resgatados (Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha e Chipre) e as más notícias não param.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Quase cinco anos depois do início da Grande Crise Financeira de 2008, são por demais evidentes os graves erros cometidos pelos europeus, na resposta àquela que era apenas uma crise financeira e bancária, entre 2008 e meados de 2010.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O primeiro erro foi precisamente esse: os europeus não compreenderam que uma crise financeira devia ser resolvida com medidas financeiras, e não com a economia. Ao obrigarem as economias a sofrer, os europeus transformaram uma crise financeira grave numa crise económica gravíssima.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Em 2009, bastaria o Banco Central Europeu ter dito o que disse três anos mais tarde, em 2012 - que faria o que fosse preciso para &quot;salvar o euro&quot; - e as coisas teriam sido bem mais fáceis para todos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Contudo, os europeus preferiram um caminho diferente. Liderada pela Alemanha, a Europa decidiu dar sermões e pregar moralidade e aplicar &quot;um castigo&quot; aos países com dívidas excessivas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O ajustamento teria de ser feito exclusivamente pelos &quot;devedores&quot;, esses irresponsáveis que viveram &quot;acima das suas possibilidades&quot;! Esta moralidade durona, típica de Merkel e Schauble, esquecia uma verdade essencial: para existirem devedores &quot;irresponsáveis&quot; também têm de existir credores &quot;irresponsáveis&quot;, e os ajustamentos devem ser feitos por ambos, e não apenas pelos &quot;devedores&quot;.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Mas, a fúria punitiva e castigadora dos alemães levou a vitória, e os programas de ajustamento aplicaram-se somente aos devedores. E à bruta. As &quot;troikas&quot; dedicaram-se à violência e à rapidez. A austeridade tinha de ser depressa e muita, para funcionar.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Vários anos depois, os resultados desta &quot;Cruzada Austeritária&quot; estão à vista de todos: desemprego brutal, recessão económica profunda nos países intervencionados, e recessão económica geral no resto da Europa.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;É claro que, em certos casos, como o de Portugal, os efeitos nefastos foram amplificados por um Governo mais &quot;troikista&quot; do que a própria &quot;troika&quot;, e agora ninguém vê forma de Portugal sair deste buraco negro. Mas, a culpa principal é da Europa, e não nossa.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;É por todas estas razões que faz cada vez mais sentido a proposta de ser a Europa a pagar os subsídios de desemprego dos países que estão sob intervenção. Se a política europeia foi um erro de proporções gigantescas, o fardo das consequências devia ser suportado sobretudo pela Europa, e não pelos países.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Uma importante parte do desemprego criado em Portugal, na Grécia, na Irlanda, em Chipre e até em Espanha ou Itália, resulta directamente das erradíssimas políticas que os alemães nos impuseram a todos. Ora, porque não mandar-lhes a conta?&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Era assim que devia ser. Merkel impôs uma política brutal, essa política falhou e gerou um desemprego brutal, pois então que seja a causadora disto tudo a suportar o preço, pagando os nossos subsídios de desemprego. Talvez assim a senhora aprendesse...&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;   &lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://derterrorist.blogs.sapo.pt/2302862.html</guid>
  <pubDate>Fri, 10 May 2013 11:50:14 GMT</pubDate>
  <title>|| Isto é tudo muito estranho</title>
  <author>josé simões</author>  <link>http://derterrorist.blogs.sapo.pt/2302862.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/zequim/fotos/?uid=95wqLqujo4hCc4YNSUmE&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B24137605/14966119_LRzqQ.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;480&quot; height=&quot;480&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De uma penada foi, não só a bandeira, mas também o mastro que segurava a bandeira do segundo maior partido da oposição, liderado pelo herói Viriato da luta contra a ocupação estrangeira. Não é só o desemprego que vai a caminho do milhão mas também o &quot;elevador social&quot; de Paulo Portas na campanha eleitoral que &lt;a href=&quot;http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=3211315&quot;&gt;vai a caminho da sub-cave&lt;/a&gt;. O regresso à lavoura, pura e dura, não a lavoura de estrear bonés e chapéus em feiras de gado e mostras de produtos regionais, o grande salto em frente que ia [re]colocar Portugal no trilho da auto-suficiência alimentar [e até exportar!] como já não se via desde… desde… desde… parece que afinal é &lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/economia/noticia/ministra-da-agricultura-estranha-aumento-de-531-do-desemprego-no-sector-1593933&quot;&gt;o grande salto para o estrangeiro, ou para o fundo de desemprego&lt;/a&gt; enquanto durar o subsídio.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E isto é tudo muito estranho, a conjuntura europeia e o PSD no Governo, é só o que lhes ocorre dizer.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;[Imagem de autor desconhecido]&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p id=&quot;SAPORTECursorMarker9546&quot;&gt; &lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://abrasivo.blogs.sapo.pt/265879.html</guid>
  <pubDate>Fri, 10 May 2013 10:38:43 GMT</pubDate>
  <title>foi um grande sucesso.</title>
  <author>abrasivo</author>  <link>http://abrasivo.blogs.sapo.pt/265879.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/abrasivo/fotos/?uid=sjAOMatqgNHmpB8wzyEe&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o1714424d/14965955_EZN4L.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;508&quot; height=&quot;374&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Foi assim que Vítor Gonçalves considerou a recente emissão de dívida a 10 anos. Uma emissão efectuada com juros que, apesar de ter a mão do BCE por baixo, rondam os 5,7 por cento, uma taxa completamente insuportável para a economia portuguesa. Uma economia de sucesso como muito bem o demonstram os últimos números divulgados pelo INE: um milhão ou milhão e meio de desempregados conforme o critério que se utilizar. Um desemprego que não pára de crescer e que antecipa todas as previsões governamentais. Antecipa-se a ida aos mercados e o desemprego também. A taxa de juro está um ponto percentual abaixo das últimas emissões comparáveis (antes do programa). Que sucesso! O desemprego está cinco ou oito pontos percentuais (conforme o critério) acima dos valores anteriores ao programa. Que grande, grande, muito grande, enorme sucesso!&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Só no primeiro trimestre de 2013 voaram 98 mil empregos, mas o desemprego aumentou apenas 29 mil (27,7 mil no critério mais alargado). A população activa diminuiu 69 mil, mas a população inactiva diminuiu 3 mil. O sucesso voou, foi a pé, de carro, de comboio, a nado, ou de caravela?&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;á de moura pina&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://desabafosmudos.blogs.sapo.pt/89482.html</guid>
  <pubDate>Thu, 09 May 2013 20:18:02 GMT</pubDate>
  <title>Geração da esperança, não geração à rasca</title>
  <author>Picoult</author>  <link>http://desabafosmudos.blogs.sapo.pt/89482.html</link>
  <description>&lt;p&gt;   Esse é o nome que deveriam dar à nossa geração. Somos um grupo de jovens que têm a televisão, a rádio e os jornais a recordar-nos de que não há trabalho. E quando há, somos mal pagos por todo o esforço. Mas nem é preciso ligar os aparelhos ou olhar para as capas dos jornais. As expressões dos corpos vazios que vagueiam pelas ruas é suficiente.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;   Apesar disso, nós sonhamos. Não, não sonhamos. Nós fazemos &lt;strong&gt;planos&lt;/strong&gt; para o nosso futuro. E o plano do meu futuro é desenhado bem longe daqui, da terra de que tanto tenho orgulho, de Portugal...&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;   Apesar do panorama não desistimos, arregaçamos as mangas e continuamos com esperança de que o nosso trabalho possa vir a ser reconhecido. Temos esperança de uma vida melhor do que aquela que os media nos querem vender.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;  Eu vou agarrar na minha licenciatura, nele e na gata. E por-me a milhas à primeira hipótese.&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://imprensafalsa.blogs.sapo.pt/649918.html</guid>
  <pubDate>Thu, 09 May 2013 16:02:25 GMT</pubDate>
  <title>Desemprego continua a subir a bom ritmo mas Governo lembra que ainda há muita gente empregada</title>
  <author>Zé Pedro (@zepiter)</author>  <link>http://imprensafalsa.blogs.sapo.pt/649918.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: left;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o3213db6e/14962350_VTPPO.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;180&quot; height=&quot;134&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p id=&quot;docs-internal-guid-7f09d5f0-8a07-8d55-126e-656dd8b69322&quot; style=&quot;line-height: 1.15; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 15px; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;«Calma, calma, não vamos entrar em euforias, primeiro foi a ida aos mercados, agora isto do desemprego, são boas notícias, mas eu gostaria de lembrar que ainda há muito por fazer», afirmou esta manhã o primeiro-ministro, depois de conhecer os números do desemprego. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;line-height: 1.15; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 15px; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;«Portugal tem ainda muita gente empregada, estamos a falar de pessoas que têm emprego e, como se não bastasse, ainda auferem um salário, colocando as empresas em situações muito difíceis», recordou o chefe de Governo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 15px; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Passos Coelho falava à margem de uma cerimónia de despedimento de 200 trabalhadores de uma fábrica de componentes. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://orenascer.blogs.sapo.pt/1156707.html</guid>
  <pubDate>Thu, 09 May 2013 14:19:36 GMT</pubDate>
  <title>O abismo do desemprego geral e da juventude!</title>
  <author>albertino</author>  <link>http://orenascer.blogs.sapo.pt/1156707.html</link>
  <description>&lt;table style=&quot;width: 500px;&quot; border=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;5&quot; cellpadding=&quot;5&quot; align=&quot;center&quot;&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a title=&quot;Clique para aumentar&quot; href=&quot;https://fbcdn-sphotos-d-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/p480x480/943497_4292305840521_824052220_n.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fbcdn-sphotos-d-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/p480x480/943497_4292305840521_824052220_n.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;152&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Comentários:&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt;Primeiro: Desculpem, mas isto é criminoso. Não encontro outra palavra para descrever esta situação e os responsáveis (do governo, do presidente, dos comentadores convenientes, da troika e de outros que, na prática, deixam andar): &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt;&quot;A taxa de desemprego estimada para o 1º trimestre de 2013 foi de 17,7%. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt;Este valor é superior em 2,8 pontos percentuais ao do trimestre homólogo de 2012 e em 0,8 pontos percentuais ao do trimestre anterior. A população desempregada foi de 952,2 mil pessoas, o que representa um aumento homólogo de 16,2% e trimestral de 3,1% (mais 132,9 mil e 29,0 mil pessoas, respetivamente).&quot; INE.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[14].[1][4][1]{comment4291893710218_3841826}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2]&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[14].[1][4][1]{comment4291893710218_3841826}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[14].[1][4][1]{comment4291893710218_3841826}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[0]&quot;&gt;Segundo: Isto é uma calamidade. Quantas pessoas não estão em desespero, sem saber o que fazer à vida, sem possibilidades de responder aos compromissos que assumiram, e que até aqui era capazes de o fazer perfeitamente. Muitos o que dirão aos filhos, que não têm dinheiro para lhes dar para saírem com os amigos, que não lhes podem pagar os estudos, que não há comida em casa... &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[14].[1][4][1]{comment4291893710218_3841826}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2]&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[14].[1][4][1]{comment4291893710218_3841826}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[14].[1][4][1]{comment4291893710218_3841826}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[0]&quot;&gt;Ninguém tem de se sujeitar a um tal calvário!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[14].[1][4][1]{comment4291893710218_3841826}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2]&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[14].[1][4][1]{comment4291893710218_3841826}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[14].[1][4][1]{comment4291893710218_3841826}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[0]&quot;&gt;Isto não pode ficar assim...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Terceiro: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt;Esses são os secos e frios números da hecatombe social, do desespero, de vidas em dificuldade e sem saber o que fazer, do constante procurar e nunca encontrar. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt;Uma tragédia para as pessoas já atingidas, o tremer da terra para todas as outras.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt;De uma &lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt;forma ou de outra, todos são atingidos por este tsunami social. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt;O desemprego jovem já ultrapassou tudo o que seria imaginável. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt;Enquanto deputados do PSD, profundamente deformados e sem escrúpulos, procuram envenenar a juventude com ideias de natureza nazi, como essa da &quot;peste grisalha&quot;, o governo do PSD/CDS-PP rouba aos jovens o direito que têm de construir o seu futuro e ser felizes no seu país. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt;Se fossem homens e mulheres decentes os governantes demitiam-se e os respetivos deputados faziam o mesmo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt;Mas não são. A sua intenção é injetar maiores doses do veneno com que estão a matar o país. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt;Para o presidente da República, Cavaco Silva está tudo bem e recomenda-se, é a estabilidade política, justifica-se ele, que se revela como tendo um grande gosto pela paz dos cemitérios. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt;Quarto: Não pode haver dúvidas já. A verdade penosa é que os governantes estão empenhados em tudo piorar e não em encontrar soluções.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;userContent&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt;Quinto: Resta o povo. O Povo soberano que tem de se afirmar e fazer respeitar. Sair à rua é uma das formas de o fazer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081552}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2]&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081552}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0&quot; class=&quot;UFICommentBody&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081552}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[0]&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081552}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[0].[0]&quot;&gt;Sexto, sobre a juventude: &quot;A população desempregada, estimada em 952,2 mil pessoas, aumentou 16,2% em relação ao trimestre homólogo de 2012 (132,9 mil pessoas) e 3,1% em relação ao trimestre anterior (29,0 mil). Para o aumento homólogo referido contribuíram os seguintes resultad&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081552}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[3]&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081552}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[3].0&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081552}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[3].0.[0]&quot;&gt;os:&lt;/span&gt;&lt;br id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081552}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[3].0.[1]&quot; /&gt;&lt;br id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081552}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[3].0.[2]&quot; /&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081552}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[3].0.[3]&quot;&gt; - O aumento de 69,8 mil pessoas desempregadas com um nível de escolaridade completo correspondente, no máximo, ao 3º ciclo do ensino básico, &lt;/span&gt;&lt;br id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081552}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[3].0.[4]&quot; /&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081552}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[3].0.[5]&quot;&gt; - de 32,3 mil pessoas desempregadas com ensino superior e de 30,7 mil pessoas desempregadas com ensino secundário e pós-secundário.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &quot; INE&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2]&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0&quot; class=&quot;UFICommentBody&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[0]&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[0].[0]&quot;&gt;Não tem de ser assim. Os jovens não têm que estudar para o desemprego . &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span class=&quot;UFICommentBody&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2]&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0&quot; class=&quot;UFICommentBody&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[0]&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[0].[0]&quot;&gt;Podem e devem influenciar a construção do seu futuro. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span class=&quot;UFICommentBody&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2]&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0&quot; class=&quot;UFICommentBody&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[0]&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[0].[0]&quot;&gt;Não têm de emigrar. Podem e devem exigir o lugar a que têm direito no seu país, que precisa da juventude. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span class=&quot;UFICommentBody&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2]&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0&quot; class=&quot;UFICommentBody&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[0]&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[0].[0]&quot;&gt;O grande capital, a es&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[3]&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[3].0&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[3].0.[0]&quot;&gt;peculação financeira, as troikas é que não, só pensam nos lucros deles. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span class=&quot;UFICommentBody&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2]&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0&quot; class=&quot;UFICommentBody&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[3]&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[3].0&quot;&gt;&lt;span id=&quot;.reactRoot[7].[1][4][1]{comment4292305840521_2081559}.0.[1].0.[1].0.[0].[0][2].0.[3].0.[0]&quot;&gt;O 25 de Abril de 1974 foi, em grande parte, assegurado por jovens, que podem contribuir muito para fazer um 25 de Abril de novo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://estadosentido.blogs.sapo.pt/2776176.html</guid>
  <pubDate>Thu, 09 May 2013 14:15:34 GMT</pubDate>
  <title>Da destruição do país </title>
  <author>Samuel de Paiva Pires</author>  <link>http://estadosentido.blogs.sapo.pt/2776176.html</link>
  <description>&lt;p&gt;17,7 % de desempregados, fora os que não fazem parte das estatísticas oficiais. Acrescente-se a emigração em massa que se tem verificado de há uns anos a esta parte. Citando Vitor Gaspar, &quot;é muito bonito&quot;.&lt;/p&gt;</description>
</item>
<item>
  <guid isPermaLink='true'>http://suspeitas.blogs.sapo.pt/289111.html</guid>
  <pubDate>Wed, 08 May 2013 21:40:13 GMT</pubDate>
  <title>Eu, desempregada, me confesso</title>
  <author>Suspeita</author>  <link>http://suspeitas.blogs.sapo.pt/289111.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E depois de quase 13 anos de trabalho intermitente, eis que estou pela segunda vez na minha vida numa situação de desemprego. Era uma gordura do Estado e fui eliminada. Acho bem! Em tempos de crise há que avaliar o que realmente faz falta e o que é supérfluo. E a educação está longe de ser um bem essencial...&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Sinceramente, não me assusta esta minha condição. Eu própria sinto necessidade de mudar de ares ao fim de 3 ou 4 anos no mesmo sítio! Não me vejo a fazer a mesma coisa uma vida inteira. Gosto de mudar. Gosto de aprender. Gosto de novas experiências. Gosto de conhecer novas pessoas. Sempre assim foi, desde que saí da universidade, e estava (e estou) preparada para assim continuar. Sou menina para bater punho as vezes que forem precisas, com a mais valia de o fazer numa zona do interior e não numa Braga repleta de oportunidades, ouviste Miguel Gonçalves?!! ...&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O problema não sou eu. Não é a minha formação de base. Não é a minha formação contínua. Não é a minha capacidade de adaptação a novas situações. Não é o não querer trabalhar... O problema é aquilo em que Portugal se tornou. E a minha geração, e as que se seguem, são as que mais sentem esta dificuldade.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Cheguei a um ponto em que já pouco me interessa onde se vai cortar agora: se nos reformados, se nos funcionários públicos, se nos privados ... Por estúpido que pareça, é me indiferente. Não sei se chegarei à idade da reforma mas se chegar não a terei. Duvido que volte a trabalhar para o Estado e se arranjar um emprego no privado será, certamente, precário e mal remunerado. Esta é a minha projecção do futuro. Do dia de amanhã.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não acredito neste país. Não com estes políticos, não com este povo que não aprende...&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Estar desempregado é uma janela de oportunidade, diz o homem que se licenciou com 37 anos, altura em que lhe deram emprego de gestor numa empresa de um amigo! O pior é que é esta criatura que gere o presente de Portugal. E escurece o meu futuro...&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
</item>
</channel>
</rss>
