publicado por Shiniia ♡ às 2013-05-19 23:05:19
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CREPÚSCULO!!!!!!!!!!!!!!!!!
publicado por Shiniia ♡ às 2013-05-19 23:05:19
Amanhã começo no meu novo serviço, ligado à minha área. Espero que corra bem, mas confesso que nem tive muito tempo para ficar demasiado assustada nestas últimas horas porque a constipação ainda não passou. Começar em grande sem dúvida, a espirrar como uma desgraçada xDD
Além disso, esta é a semana em que terminam as avaliações finais às disciplinas. A partir desta semana, é só entregar trabalhos e fica feito.
Ai ai ai... x)
publicado por Shiniia ♡ às 2013-05-19 00:54:00
Antes de mais, começo por dizer que existe um novo capítulo da minha fic postado, quem ainda não foi lá, está à vontade!
Agora, passo para o desafio que me foi passado pela Bruna e que eu achei bastante interessante, mesmo! Gostei :D
Regras: É bastante simples, e ao contrário de muitos desafios, este puxa pela nossa criatividade e capacidade de passar o que estamos a pensar para o leitor. Temos então de descrever como será a nossa margem (rio, lago... tem de ter a ver com água), não esquecendo de referir todo o contexto que envolve a margem, levando o leitor a 'vê-la' na sua mente, e sobretudo, a senti-la.
«O sabor do vento chuvoso inunda e preenche os meus medos, as minhas ânsias, os meus receios, deixando um rasto de dúvida dolorosa que não permite que se construam bases fortes junto a um rio fértil mas tempestuoso. Risos maldosos fazem-se ouvir, e o frio do Inverno impiedoso obriga-me a encolher-me o mais possível em busca de protecção.
Então uma breve luz escapa pelas núvens, atingindo os meus cabelos, a minha pele, mostrando-me que só olhando para cima é que poderei ver de onde ela vem. Sigo com os olhos doridos a sua presença, e percebo que se me erguer, consigo ver mais dela.
Lentamente levanto-me do chão, recolhendo os pedaços que de mim se havia desprendido, e respiro fundo. A brisa mudara agora que já não estava recolhida no chão onde todos pisam, e a força daquela luz tornara-se mais intensa que nunca. O vento abrandara, o cheiro da erva selvagem era agora mais perfumado e a água atingira uma cor menos escura, onde as pedras do leito se viam agora.
Limpando as lágrimas da minha face, dei um passo em frente para a luz que me inundava, e pontapeei as pedras que me tinham sido arremessadas durante a tempestade.
Iria reerguer-me, com mais força que a própria tempestade que me atirara para o abismo. Sem olhar para trás, e sob os sons da Natureza, sorri. Estava viva.»
Dramática? Um bocadito, talvez.
Passo o desafio a quem quiser fazê-lo, porque confesso que estou exausta devido à gripe que apanhei. Nada agradável, especialmente porque o trabalho que vos falara há dois posts atrás, começa já esta Segunda!
Estou ansiosa e receosa. Não estou habituada a ter demasiadas coisas boas, por isso, espero sempre o pior xDD
Vou curar a gripe :)
publicado por Shiniia ♡ às 2013-05-18 20:18:16
Era só mesmo para avisar que há capítulo novo na fic «Entre a diferença e a Igualdade».
Mais tarde passo aqui para dar mais noticias :D
Por agora, tou sem luz, e a bateria tá a morrer --'
Capítulo 3 - Entre a dife(...)
publicado por Shiniia ♡ às 2013-05-18 20:01:45
Olá pessoal!
Bem, há algum tempo que não posto nesta fic, e a culpa vem da minha óbvia falta de tempo, e também da minha indecisão! Tudo por causa deste mesmo capítulo intermédio que pouco mais posso acrescentar, por isso, resolvi postá-lo de uma vez.
É mais pequeno, mas tem de ser assim para dar inicio ao que aí vem.
Espero que estejam a gostar, e agradeço a quem está a acompanhar, especialmente, a quem comenta :)
________________________________________
*A luz dos meus olhos, podia ser um arco-íris de felicidade só meu!*
Naquela manhã tinha-me sentido um pouco mal disposto, no entanto, para impedir preocupações alheias decidi-me a não revelar essa parte. Estava a fazer tratamentos de quimioterapia, e estava a ser acompanhado com os cuidados que eram necessários. O meu quadro clínico podia ser um pouco melhor, embora em termos de sintomas eu não sentisse grande coisa. Basicamente, estava tudo centrado nos sintomas que vinham com a quimioterapia e que me conseguiam pôr de rastos, quase como se corresse vários quilómetros sem parar, e as forças estivessem a ser lentamente sugadas com o tempo. Era doloroso sim, mas precisava de continuar. Estava cansado, com dores e algumas manchas aqui e ali, mas nada que explicasse a gravidade daquele problema. Também não compreendia como tinha apanhado semelhante coisa, se é que existe uma explicação para se conseguir arranjar esta doença, mas isso também já nem me ocupava a cabeça. Sabia que podia morrer, sabia o risco que corria, mas não podia virar costas a tudo o que criara.
Os médicos proibiram-me de fazer concertos e esforços excessivos ao fim de algum tempo, algo que não aceitei. Eu não estava preparado para largar tudo desta forma, e por isso tive de levar um novo susto para me convencer do risco que me rodeava. Os nossos fãs aceitaram o problema com grande preocupação e maior naturalidade que eu, e era sem dúvida um bom apoio.
Revira Heidi nos tempos que se seguiram, e conhecia-a melhor agora. Já não frequentávamos o mesmo hospital, ou melhor, a mesma ala, porque Heidi não sofria de nenhum problema cancerígeno que levasse a frequentar as mesmas consultas e tratamentos que eu, por isso, encontrava-a de vez em quando, à saída.
Ela estava em fase de transferência de processos médicos, mas isso foi só no início do meu tratamento. Meses depois, voltei a cruza-me com ela por mero acaso, e mantivemos uma relação de amizade que sabia bem manter em tempos difíceis.
Ela nunca me encarara com pena. Muito pelo contrário, de todas as pessoas com quem convivia, ela era talvez a única que sabia o que era ter o hospital como rotina. Estava à espera de um transplante de córneas há alguns anos, e por isso já era familiar com a dor de ter uma um problema. Heidi ficara cega num acidente que envolvera uma dezena de erros cometidos num tempo em que julgamos que o mundo é só nosso, e que ninguém percebe nada!
Tal como todos nós cometemos erros na adolescência, Heidi achou que o que tinha não era suficiente, e para contrariar as regras, decidiu fugir de casa com um namorado que tinha na altura. Com 16 anos e uma mota com pouca cilindrada, eles abandonaram as casas onde viviam para poder participar num festival que tinham sido proibidos de ir pelos seus familiares. Queriam ver combinações de luz num dos maiores festivais internacionais, e que na altura, estava concentrado na Alemanha, por isso fizeram-se à estrada juntos e sem medo, e também sem conhecimento nenhum acerca do estado em que se encontrava a mota que conduziam.
Sem travões, a mota ficou descontrolada numa descida, e o acidente contra uma pequena carrinha de vegetais foi brutal, roubando a vida do rapaz e tirando a luz dos olhos de Heidi…
Aos 20 anos, Heidi passara pela experiência de um transplante, mas o corpo não aceitou, e por isso, Heidi regressou à escuridão.
‘- Mas sabes o que mais sinto falta? – Disse-me ela, numa das várias conversas que tivéramos. – Das cores maravilhosas do arco-íris. Eu amava olhar para o céu e ver aquelas cores tão puras lá, inalcançáveis. Gostava de voltar a ver nem que fosse apenas por um bocadinho, sabes? E ver aquelas cores, que ninguém consegue na totalidade compreender, os feixes de luz que só a Natureza consegue atingir…’
Sorri, perante o desejo tão inocente que ela tinha desde que perdera a visão, e suspirei quando me apercebi que também tinha um desejo simples e modesto: queria viver um pouco mais…
Mas o tempo passava e a cura parecia cada vez mais distante. Após algum tempo, e vendo o quão fraco o meu cabelo estava agora, decidira finalmente cortar todo o meu cabelo para evitar vê-lo cair como já começara a cair. Era doloroso para mim e para quem me rodeava, mas era melhor que se fizesse de uma vez, do que caísse lentamente. Quebrava assim mais uma etapa do sofrimento lento.
Saí do cabeleireiro com um gorro na cabeça, recusando-me a tocar no que restava da minha imagem, agora completamente estragada. Estava zonzo só de imaginar, e as lágrimas inundavam a minha face sem parar, por muito que desejasse que parassem.
E o tempo passava, mas os planos para um futuro mais longo estavam cada vez mais longe…
publicado por Shiniia ♡ às 2013-05-12 22:41:33
Depois de saciar a fome com um belo jantar, conto-vos a verdadeira razão que me leva a desejar comer incansavelmente tudo quanto é porcarias, tal como descrevi no post anterior, postado minutos antes deste.
Estou aterrorizada!
Passo a explicar: eu fui escolhida na empresa para desenvolver o arquivo e estudo dos novos produtos que foram inseridos nos últimos meses, em termos de impacto na qualidade e ambiente.
Para quem não sabe, eu comecei a trabalhar nesta empresa japonesa há 10 meses (quase 11), e aceitei, por necessidade absoluta de emprego, ir para a produção e inspecção visual de produtos na fase de inserção das máquinas. Não é um mau trabalho, de modo algum. Cansa, porque afinal de contas trata-se de um trabalho que exige uma produção e qualidade ao mesmo tempo, pondo o trabalhador sob pressão. O salário não era um espectáculo, era superior ao mínimo e se trabalhasse Sábados conseguia aproximar-se muito dos 600€ (isto, montante recebido, por causa dos que descontos dão cabo de mim!), o que para quem não tem nada, é óptimo! Era crucial para mim, precisava dele para poder terminar a minha licenciatura. Sem ele, tinha de desistir de tudo e emigrar, por isso nem pensei duas vezes!
Ora, há uns tempos eu tirei um curso de especialização tecnológica em qualidade ambiental, que me abriu imensas portas e me ajudou a escolher o que queria seguir, mas concordo quando digo que ‘arrumei o meu curso na gaveta’ ao aceitar estes termos de trabalho, mas teve de ser.
Nos últimos dias têm havido mudanças: pessoas que são promovidas pelas suas habilitações ou anos de casa, mas confesso que não esperava que um dia se virassem para mim, que não se fossem propriamente lembrar do curso que eu já tenho, até porque ainda sou recente na empresa e muita gente nem sequer me conhece!
Mas parece que me enganei… :|
O engenheiro industrial, que exerce funções de chefia muito próximas do presidente, veio falar comigo para exercer este controlo burocrático, através da utilização de ferramentas de qualidade que estou a aprofundar na faculdade, e extremamente interessado nas evoluções do curso que estou a tirar. Precisando de alguém com habilitações para este cargo, ele escolheu-me para isso mesmo, e eu aceitei.
É claro que não conto com aumentos nem nada do género, porque só o facto de ir exercer funções na minha área, considero-me uma pessoa de sorte, porque fui das poucas que conseguiu um emprego depois de terminar.
Ainda não sei o dia em que começo, mas estou ansiosa como o raio… :|
Parece que afinal, ainda há alguns milagres neste país…
Tambem não contei isto a ninguém a não ser aos pais, irmãos, a poucas colegas de faculdade, e agora estou aqui. A verdade é que tenho receio da reacção de algumas colegas de trabalho. Sei que algumas ficarão felizes, mas noutras, isso não vai acontecer.
Para ser sincera, tenho mais receio de como vai correr, do que das bocas de quem tem inveja!!!
«I've got just one chance to make it right, so it seems...»
publicado por Shiniia ♡ às 2013-05-12 21:10:19
Ando com uma terrivel vontade de comer tudo, especialmente, porcarias!! O que não pode ser!
Mas a verdade é que já há algum tempo que não como goluseimas, e a vontade tem crescido significativamente. E depois, para cúmulo, ainda fiz uma pesquisa pequenina com coisas como...
Fonte: Google/sweets
Felizmente, não passa da vontade, porque eu recuso-me a ir a um supermercado!!!
publicado por Shiniia ♡ às 2013-05-11 23:31:40
''- Oh mocinha, tu és Sara, Soraia ou Sandra?
- É Sónia, mesmo...
- Pois, eu sabia que era um desses três!
- Tá...''
É... nem sei que diga ao certo, mas por vezes acontecem-me umas destas.
Independentemente do vosso clube, e respeitando os benfiquistas, o Porto ganhou!!!!! muhahahahahahahahahahahaha yes!
publicado por Shiniia ♡ às 2013-05-09 23:48:00
«Eu - Ah eu gosto imenso de crianças sabes?
D - Sério?! Eu também! Amo crianças! Especialmente quando elas sentam e rebolam, é fantástico!E quando apanham as bolas com a boca, é super divertido... [ri-se estupidamente]
Eu - Mas isso não são os cães?!
D - Há diferenças?!
H - Pode não parecer, mas há! Se mandares calar um cão, ele obedece em principio, e não te leva a comprar brinquedos a toda a hora!
Eu - Depende, pode haver cães hiperactivos! [+.+]
D - Também há disso nas crianças, ne? Ouvi dizer! Até há quem confunda isso com a má educação delas, ou qualquer coisa assim...
H - Modernices!!»
Tipo... fora a confusão com os cães, esta conversa até foi produtiva em relação a crianças, ne...
É assim, passo a explicar, eu gosto de crianças, mas é quando existe um tempo limite para cuidar delas, sabem?
Este meu colega parece nem sequer conseguir distinguir crianças de animais de estimação, por isso a salvação da especie da minha familia não está assim tão mal, pois parece haver piores casos que o meu...
PS: Cortei de novo o cabelo. Curto atras, comprido na frente... ^^
