publicado por Henrique Monteiro às 2013-05-21 15:00:28
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O homem das obras
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publicado por Henrique Monteiro às 2013-05-21 15:00:28
Nas manhãs submersas pela(...)
publicado por magnolia às 2013-05-21 14:18:22
Para relembrar os dias maravilhosos que passei a caminho de Santiago...
Nas manhãs submersas pela neblina, sou feliz
Ouço os meus passos, um depois do outro, cadenciados
Olho as paisagens que se descobrem aos poucos
As árvores acordam com os meus passos
Sinto o cheiro a terra húmida a impregnar o ar
Também o cheiro da resina perfuma a Terra
Percebo o silêncio a ser quebrado pelo chilrear dos pássaros
Ouço o som da água a cair por entre pedras e terra
Sinto a frescura da manhã azul na pele e na alma
Os meus passos levam-me para a frente, sempre para a frente
Depois o sol, tímido, a aparecer devagar lá ao alto
Sinto-o derramar a sua luz nas montanhas e nas pedras
E o seu calor em mim e em todos os homens da Terra
Caminho sem esforço mesmo carregando o peso da vida.
Sou feliz numa simbiose perfeita com a natureza pulsante
Sinto-me muito viva e o sangue a corre-me nas veias, célere
Impossível travar o sorriso que se me desenha nos lábios
Dentro de mim um lago sereno de sentimentos apaziguados
Mais um passo e outro e outro e depois outro.
Tantos passos e não sei quando chegarei ao destino.
Mas que importa o tempo? Nada. Não importa nada.
No Caminho o tempo não existe, nem precisa.
Não há pressa de chegar.
Dentro de mim vive a certeza de que chegarei. E basta-me.
Enquanto isso, em cada passo, sou feliz por pertencer à Terra.
cláudia moreira - escrevi estas letras quando cheguei do Caminho Central de Santiago em 2010
publicado por Life Inc às 2013-05-21 14:16:45
E com uma nova tragédia nos EUA, desta vez em Oklahoma, não consigo deixar de me perguntar porque raio continuam eles a insistir na construção em madeira? Coitadas das pessoas!
É óbvio que casas construídas através de paineis pré-fabricados, com estrutura de madeira não tem a mínima hipótese face a ventos ciclónicos, nem mesmo face a tempestades. Basta ver programas como o "Extreme Makeover Home Edition" para ver quanto eles demoram a construir e o modo de construção. Realmente é rápido mas de resistente não tem nada. Construção em tabique não é conhecida pela sua resistência. Vai tudo pelos ares!!!
Valha-nos o aço, o betão e o tijolo! Não sei porquê mas faz-me lembrar a história dos três porquinhos e das casinhas em palha, madeira e tijolo.
xoxo
cindy
Para ouvir com atenção e (...)
publicado por magnolia às 2013-05-21 14:03:26
publicado por criacoes_manuais às 2013-05-21 12:00:28
Começa amanhã a Feira Romana em Braga. É sempre uma festa para a cidade.
É uma recriação histórica que visa reconstituir o quotidiano da Bracara Augusta, nos primeiros séculos da nossa era, ao longo destes dias decorrerão um conjunto diversificado de actividades – um mercado com artesãos e mercadores, lojas de alimentação, cortejos, animação de rua, espetáculos, acampamento militar e atividades pedagógicas.
Durantes estes dias os bracarenses trajam-se, as lojas comerciais adornam as montras recriando um ambiente ainda mais de festa.
Decorrem muitos espetáculos, cortejos e muitos outros eventos.
Deixo aqui o link para verem o programa
http://bragaromana.cm-braga.pt/index.php/p
http://riscos_e_rabiscos.blogs.sapo.pt
publicado por Miss Pepper às 2013-05-21 11:23:48
publicado por magnolia às 2013-05-21 11:07:57
De 22 a 25 de Maio na Universidade Católica do Porto, decorre o Festival Internacional de Audiovisual Black & White.
Revoluções à hora do tele(...)
publicado por Bruno Vieira Amaral às 2013-05-21 10:23:55
Ontem, uma jornalista da RTP entrevistou um dos seres humanos de nacionalidade portuguesa que se reuniram ao fim da tarde em Belém. Não me refiro aos que estavam dentro do Palácio, mas aos que batiam desconsolados tachos contra a Troika, o Coelho e o Gaspar, e que se encontravam sanitariamente impedidos de atravessar a rua para protestar, barreira que respeitaram com escrúpulo democrático e, quase diria, bovino. O "aparato" policial resumia-se à presença de alguns agentes da autoridade francamente desiludidos por não poderem "dispersar" os manifestantes à bastonada. Dizia eu que a jornalista da RTP entrevistou uma das pessoas que por ali andava. Não me recordo da pergunta - interessa pouco - mas a resposta foi inquietante. O senhor, munido de um potente bigode e de um cartaz, afirmou que investigara a vida do Gaspar até aos anos 60 e que estava em condições de garantir aos portugueses que o Gaspar era primo do Louçã. Posteriormente, enveredou por uma complicada explanação de cariz genealógico em que acabou por dizer - creio que foi isto - que aquela relação de parentesco tinha a ver com o facto de o pai de um ser irmão da mãe do outro, o que como tem sido observado por vários antropóogos faz com que os filhos dessas pessoas sejam primos. Ou talvez o senhor tenha dito que as mulheres de Gaspar e de Louçã é que eram primas. Infelizmente, a jornalista da RTP, ao serviço de forças obscuras, interrompeu este relevante testemunho e deixou o senhor a brandir quixotescamente o seu cartaz enquanto ruminava a ligação familiar entre personagens tão distintas. Minutos antes, uma outra manifestante, esta mais exaltada, asseverava que o povo ia pegar em armas porque não há outra solução. Quero aqui recordar que o povo português não pega em armas para aí há duzentos anos e que desde essa época a tecnologia militar registou algumas evoluções. Peguem em armas, claro, mas vejam lá se não se aleijam. Considerem a possibilidade de investigar as relações familiares entre os políticos, uma actividade lúdica de baixo risco físico.
publicado por tresgues às 2013-05-21 09:57:13
(Fevereiro 12, 1939 – Maio 20, 2013)
Ray Manzarek, teclista fundador dos Doors, já não está entre nós.
Gente do meu tempo gostava (e gosta-Helo, I love you) de Doors.
Gente estranha? Não. Gente com muito bom gosto.
Como alguém disse num dos comentários que li:
Talvez Deus necessitasse de umas aulas de teclado.
publicado por Life Inc às 2013-05-21 09:43:26
Na segunda feira da semana passada a minha avó sempre foi operada. Acabei por não escrever nada sobre isso porque estava de tal modo nervosa que nem me saía nada.
A operação correu bem e fiquei muito aliviada quando finalmente ela saiu da sala de operações. Esteve 1 dia nos cuidados intensivos e na terça já estava nos cuidados intermédios. Portanto, operação na segunda e quinta... ala para casa. Fiquei com a sensação que foi cedo demais. Uma pessoa de 87 anos, com vários problemas de saúde, dão alta tão rápido? Talvez por temerem uma infeção, não sei...
O que é certo é que desde que está em casa a minha avó tem estado muito queixosa. Ora lhe dói muito a cabeça, ora está agoniada, não come, não se quer levantar, enfim. Sente-se sem forças, para resumir.
Só espero que a recuperação corra bem eque daqui para a frente se comece a sentir melhor. Porque dói o coração vê-la assim. No domingo peguei nela e está tão magrinha... só pele e osso. Estou tentada a levar-lhe um boião de fruta da Pinypon, afinal aquilo é tudo passado, pode ser que ela goste...
xoxo
cindy
publicado por Henrique Monteiro às 2013-05-21 05:02:55
publicado por Closet às 2013-05-20 23:59:32
Há pessoas com quem falo no escuro.
Numa espécie de monólogo, entrego as minhas insónias, os meus medos e divagações. Jorro sonhos em palavras, de peito aberto, atropelada entre as histórias que vivo e as que invento, constantemente. Percorro vitórias sangrentas, enfrento as mais duras desilusões.
E nessa escuridão encontro o brilho de um sorriso que não vejo, o calor de uma mão que não toco, mas sinto. E nessa escuridão sei me escutam e abraçam, por vezes beijam e amam.
Encontro-as sem hora marcada, no escuro onde vivem. Pessoas que me encantam, cativam. Sem rosto.
Pudesse ser noite sempre, no meu planeta distante.
tema: alguém especial que nunca (mais) vi
A posta que o desculpo na(...)
publicado por shark às 2013-05-20 22:17:09
O Carlos Abreu Amorim, no que me respeita, é uma pessoa como outra qualquer das muitas que só entram no meu quotidiano através da Comunicação Social ou pelo computador. Não é um amigo, nem um conhecido sequer. E carrega a dupla cruz de ser laranjinha e portista, o que abre enormes perspectivas de antagonismo em qualquer tipo de contacto que algum dia pudéssemos manter.
Esse contacto, a acontecer, poderia resultar de uma troca mais ou menos azeda no Twitter, provavelmente acerca de política ou de futebol.
Foi este último o mote para uma tirada imprópria do CAA, um tweet onde apelidava os benfiquistas de magrebinos a quem mandava curvar perante o poder do Grande Dragão em pleno rescaldo de mais esse desgosto lampião.
Deu o corpo às balas, o Amorim. Errou no momento e ainda mais nos termos. Sobretudo por não ser um Carlos qualquer mas sim um cidadão com cargos políticos relevantes e prestes a enfrentar uma prova de fogo eleitoral.
No vespeiro em que as redes sociais se tornaram, implacáveis no triturar da imagem de quem meta o pé em falso, a tirada eufórica do CAA suscitou de imediato reacções coléricas que arrastaram outras reacções indignadas e a partir daí tornou-se no alvo fácil da turba.
Eu também manifestei a minha ira perante o insulto nortenho como o senti, benfiquista, agarrando-me à fragilidade da sua condição de figura pública que, como todos nas redes sociais bem sabemos, torna implacáveis os que pousem a vista num qualquer momento infeliz dessas pessoas com responsabilidades e com um estatuto que parecem (e se calhar até são) a todo o tempo obrigados por inerência a justificar.
Não tardei a hesitar nas minhas invectivas quando o tom das críticas começou a descambar para o deboche, o insulto fácil com base na característica física mais evidente do CAA. Da minha fúria lampiona fui recuando até quase à solidariedade para com alguém a quem a multidão perdeu o respeito ao ponto de enveredar pela baixeza, como a sinto, de pegar pelo ponto fraco como o entendem de forma cruel e imbecil, o gordo, o trinca-espinhas, o zarolho, a meia-leca.
E agora que o Carlos Abreu Amorim, laranjinha e portista, teve a dignidade suficiente para publicar um pedido de desculpa pelo seu impulso palerma mais uma justificação para o mesmo, gesto de que a esmagadora maioria das pessoas que acompanho nas redes sociais seria incapaz, já olho com desprezo para as hienas que se revelam demasiado estúpidas e insensíveis para pararem de tentar morder os calcanhares a um homem que não é meu amigo, nem meu conhecido, mas soube merecer de mim pelo mea culpa em causa um respeito que a canalha mesquinha e embirrenta jamais me conquistará.
Convocatória para dia 22,(...)
publicado por trilhosemfim às 2013-05-20 20:15:33
publicado por A-lupa-de-alguem às 2013-05-20 20:00:05
Certo dia, decidi ir comprar um iogurte para comer antes de começar o turno, porque o turno seria longo e sem pausas! Entrei no supermercado com um casaco meu que tapava a farda e levava a minha mala. Dava para ver perfeitamente que estava ali como cliente, mas mesmo assim, e porque os clientes já me conhecem, se me apanham aproveitam para fazer perguntas. Perguntas do que tipo em que corredor é que está isto ou aquilo, depois ainda me pedem para eu lá ir. Muitas vezes eu nem sei onde é que as coisas estão, porque passo todo o tempo na caixa. O que aconteceu foi que para não dizer, não às pessoas, acabei por perder o tempo que tinha para a minha compra e para comer. O tempo passou e tive de ir embora e deixar lá aquilo que ia comprar. Será que é pedir muito que respeitem o nosso direito a ser cliente.
publicado por espaço da raquel às 2013-05-20 17:34:24
publicado por Henrique Monteiro às 2013-05-20 16:20:56
http://riscos_e_rabiscos.blogs.sapo.pt
publicado por Miss Pepper às 2013-05-20 13:51:36
Mais uma segunda-feira, mais uma semana a começar...
Esta segunda-feira vai ser assim uma espécie de última em que eu vou dar aulas à pior turma que tive desde que me lembro! Na próxima segunda-feira haverá teste, na semana seguinte será a ultima aula mesmo pois na última semana de aulas já estou livre deles uma vez que segunda-feiraé feriado!
Hoje vou dar uma última parte da matéria, de seguida vou dizer o que vai sair para o teste e eles vão escrever no caderno. Não estou para me chatear muito, já que nem coordenadora e nem professora titular o estão. Afinal não sou apenas uma professora de AECs mal tratada e mal paga?
Não me posso enervar para não estragar a cútis. Hoje até pintei as unhas de laranja para enfrentar os "diabos", e dar alegria ao dia e à semana. Que tal? :)
Fnac sim, Fnac não, Fnac (...)
publicado por magnolia às 2013-05-20 13:43:21
...e depois de auscultar o meu publico no Facebook parece que será Fnac sim! :)) Regulamento aqui. Participa tu também:)
http://asmontanhasqueosratosvaoparindo.blogs.sapo.pt
O MEU ABRAÇO! - Em treze (...)
publicado por poetaporkedeusker às 2013-05-20 13:17:20
Poemas, em clandestino,
Irão ter um bom destino
Que não a velha gaveta
E eu vou tendo bons motivos
Para os conservar bem vivos
Pois não são coisa obsoleta…
Sei que os devo partilhar
Por isso não vão ficar
A enfeitar-me a mesinha
Ou a servir de suporte
Pr`a caneta ou pr`ó desnorte
Que de nós já se avizinha,
Mas, assuntos pessoais
Ou questões menos banais
Ficam pr`ó espaço concreto
Da conversa pessoal,
Olhos nos olhos, falando,
Esclarecendo e questionando
Como faz qualquer mortal…
Se a ligação se mantém
E caso eu me sinta bem
Porque a saúde melhora,
Decerto vos deixarei
Uns poemas que criei
Como o que publico agora
Mas, de momento, o que faço
É deixar um grande abraço
E o meu agradecimento
Neste Horizontes da paz
Que tanta falta me faz
E que aind`hoje sustento
Meu sorriso, persistente,
Mostra bem que estou consciente
Da decisão que tomei,
Mas a minha gratidão
Não se esgota nesta acção
De dizer o que pensei
E friso; só a presença
Pode fazer a diferença
E garantir que isto mude
Pois mantenho, com firmeza,
Que tenho toda a certeza
Das razões desta atitude
Mas não estando bem segura
De que a “coisa” tenha cura
Sem nenhuma explicação,
Dir-vos-ei que, inversamente,
Só me darei por contente
Se descoberta a razão
“Do outro lado da estória”!
Tenho paciência e memória
E aguardo, muito serena,
Sem guardar qualquer rancor
As presenças que melhor
Mostrem que valeu a pena
Invadir privacidades,
Sugerir prioridades,
Impedir publicações
Sem perguntar-me, sequer;
- Amiga, pretende, ou quer,
ouvir as minhas razões?
Não conheço, à “estória”, a fonte
Mas tendo um largo horizonte
De suspeitos desta “acção”,
Decidi que, desta forma,
Tendo o silêncio por norma,
Não entro em contradição
E mantenho o meu juízo
Porque dele muito preciso!
Faz-me falta, dá me jeito
E produz, naturalmente,
Sonetos e sono justo
Que outros tantos só a custo
Alcançam, mesmo à tangente…
Doente - mas bem-disposta! –
Sei bem que ninguém desgosta
De conhecer a razão
Que levou esta poeta
A tornar-se tão… “secreta”
Por auto preservação!
Maria João Brito de Sousa – 18.05.2013 – 21.26h
publicado por magnolia às 2013-05-20 11:50:19
imagem retirada da net
como sei que é amor?
simples.
o que sinto por ti
já não me cabe no peito.
transborda,
galga estradas,
leva tudo à frente até ser rio,
depois, um gigantesco oceano azul.
isso e a tremura indisfarçável nos meus lábios
no segundo exacto que antecede o nosso beijo.
cláudia moreira
publicado por Alvaro Faustino às 2013-05-20 11:40:06
Uma Burqa Por Amor de Reyes Monforte, conta-nos a história real de Maria, uma espanhola a viver em Londres e que casa por amor louco com um afegão. O decorrer da vida leva-a ao Afeganistão por três vezes onde tem os dois filhos, num país sem sistema de saúde e onde a mulher não pode recorrer aos médicos, nem sequer praticar a medicina ou a enfermagem. Uma história verídica onde a mim me mostra que as decisões tomadas com o coração nem sempre são as melhores. Embora não tenha sofrido directamente com o regime talibã na altura, excepto a aceitação das leis e da burqa, conheceu a sogra e uma vida miserável na aldeia do marido. Pior que os talibãs, talvez mesmo uma sogra que nunca a aceitou totalmente e de tudo fez para lhe dificultar a vida e a dos filhos.
Não sairia do país sem a companhia do seu marido e nem o podiam fazer mesmo que o quisessem pois numa das viagens ao país foram-lhes roubados os passaportes e o dinheiro na fronteira com o Paquistão, impedindo assim Maria de voltar a Espanha. Passou assim dois anos presa no país, ás mãos de uma sogra cruel, sem dinheiro e documentos, na miséria e trabalhos pesados. Passou pela guerra na aldeia e pelo regime apertado dos talibã em Cabul, onde conseguiu a muito custo e com a ajuda de uma irmã e de um polícia espanhol na Embaixada os tão desejados documentos para ela e para os filhos... apenas para eles, tendo de deixar o marido para trás por ser afegão. O seu regresso a Palma de Maiorca apenas durou dois meses, regressando de novo ao Afeganistão com os dois filhos para estar ao pé do seu marido de quem não conseguia estar separada e para o tentar ajudar, mas as dificuldades voltaram e depois de um ano de novo nesta vida miserável,de novo sem dinheiro para voltar e grávida do terceiro filho, não conseguia ajudar o seu marido e então, com a ajuda de uma ONG e de um empresário de Palma, conseguiu de novo regressar a Espanha onde acabou por abortar aos 5 meses de gestação devido a complicações e uma grave infecção. Mais tarde e com a mesma ajuda da ONG, reencontrou o seu marido em Espanha.
Todas as decisões tomadas por Maria foram tomadas com o coração, o que a levou por três vezes a cometer o mesmo erro. Sim, o amor é importante e deve ser tomado em conta numa relação, mas o nosso bem-estar e principalmente dos nossos filhos também devem entrar na ponderação das nossas decisões. Sim, erros cometem-se e desculpam-se, mas a insistência no mesmo erro, com prejuízo para a nossa saúde e vida e também pelo dos outros que sem culpa, sofrem também com as nossas decisões, tornam-nos provavelmente loucos e sem discernimento.
Amar é importante, mas viver também.
E assim, acabo mais um livro, do qual retiro uma importante lição. As decisões devem ser ponderadas entrea razão e o coração, não apenas para o nosso bem, mas também pelos que nos rodeiam. Este é o verdadeiro sacrifício do amar.
A todos, boas leituras.

