publicado por Henrique Monteiro às 2013-06-19 19:07:40
perfil público
http://oh_gente_da_minha_terra.blogs.sapo.pt
Uma colecção de fotos de coisas que vou vendo, e me fazem dizer: oh! Gente da minha terra! Algumas fotos minhas, outras tantas de amigos, e sem complexos algumas mesmo da net. É um espaço para a boa disposição. Enjoy!
http://quotidianogay.blogs.sapo.pt
O meu nome é Ray,e sou gay. Este será um blog sobre “as coisas vulgares que há na vida”. Na minha vida! É um blog para maiores de 18 anos. Para todos aqueles que tem alguma curiosidade sobre a vida e pensamento gay.
Sexo
M
Localidade
Ribatejo
Programas TV Favoritos
The Simpsons
Livros Favoritos
Todos os do José Saramago
Frase Favorita
se a vida nos dá limões, façamos limonada!
publicado por Henrique Monteiro às 2013-06-19 19:07:40
publicado por Henrique Monteiro às 2013-06-19 05:19:44
Histórias & Historietas Eróticas
publicado por nelson camacho às 2013-06-18 17:05:08
Ontem ganhou Alfama as marchas de Santo António em Lisboa.
Hoje ganhei eu um Santo António em minha casa no Magoito.
Ontem foi noite de festa para milhares de pessoas pelos bairros típicos de Lisboa. Começámos na avenida da liberdade fomos para os nossos bairros comer sardinhas, bailar e embebedar-nos.
Foi este o percurso da maioria dos festejastes do Santo. Foi esquecida a crise e lá saíram muitos milhares de euros dos bolsos das gentes, mesmo com a sardinha a Euro e meio cada uma.
"O Coelho esqueceu-se de mandar a ASAE fiscalizar as condições de higiene e das facturas. AINDA BEM!"
Eu pela minha parte como andava só, Quando acabaram as marchas na avenida, percorri Alfama, Madragoa, Bica e Bairro Alto. Às seis ma manhã, meti-me na IC19 e vim para casa só, conforme tinha ido.
Dormi pouco! Acordei por volta das dez, tomei um duche e fui como a maioria do pessoal, aproveitando o feriado que o Coelho não cortou e fui até à praia. Estava uma seca. Nevoeiro e vento. Aqui no Magoito é sempre uma seca. Ainda me lembrei de ir até à Costa, mas como não tinha companhia voltei para casa.
Passei pelo super mercado, comprei sardinhas, salada e batatas para o repasto do almoço.
Fui até ao quintal acendi o fogão e pus as batatas a cozer. Acendi a churrasqueira e comecei a assar meia dúzia de sardinhas.
É preciso ter pachorra para fazer isto sozinho, mas como todos nós temos um pouco de loucura, mesmo só, de vez em quando faço isto.
Quando fui buscar vinagre para a salada, ele não estava lá, desci as escadas e fui até à mercearia comprar o néctar que faz sempre falta numa salada.
Vinha já da mercearia com o vinagre, quando dois moços - por acaso bem-apessoados - saiam de um carro, cumprimentaram-me e um deles que depois de olhar bem para ele vi ser cá do sítio me disse:
- Que cheirinho de sardinha assada vem do seu quintal.
- É verdade! Só tenho pena é de não ter companhia. – Queixei-me.
- Lá por isso nós fazemos companhia, a praia está uma seca e nós íamos à procura do almoço.
Não sou de meter em casa quem não conheço, mas pelo menos um, sabia quem era. Era meu vizinho e conhecia os pais por frequentarmos o mesmo café, convidei-os para a sardinhada que estava no lume e já deviam estar prontas.
O Mário e o Pedro (nomes fictícios) quando iam entrando o Pedro lembrou-se que tinham umas cervejas no carro e foi busca-las ao mesmo tempo que dizia. – Pelo menos levamos alguma coisa.
Assim que entramos no quintal já as sardinhas que tinha deixado assar, estavam boas, mas eram poucas para os três.
O Pedro que é o mais despachado perguntou: - Não tens mais?
- Sim, comprei duas dúzias, deve chegar, estão na cozinha.
Pedro logo as foi buscar. Na volta comentou:
- Tens uma casa gira. Desculpa lá mas dei uma olhada aos vídeos e vi que tens uns que podemos ver?
O que o Pedro tinha visto eram uns porno que estavam mesmo à mão. Concordei mas para depois das sardinhas.
Aquela almoçarada estava a correu às mil maravilhas. Sardinha, batata cozida, salada de pimentos vinho e cerveja.
Como o meu quintal está resguardado de olhares estranhos, pois está totalmente vedado e o sol estava abrasador os três fizemos uma festa com música à mistura. Até nos despirmos como se estivéssemos numa Boate livre de preconceitos.
Fizemos umas misturas de bebidas e nem mesmo assim, quando o sol começou a ficar mais baixo lá no horizonte o tempo começou a esfriar o Mário vestiu uma t-shirt e foi para a sala.
O Pedro comentou:
- O gajo é um tipo porreiro mas nunca alinhou nestas coisas.
- Mas que coisas? Comentei.
- Ele anda sempre a dizer que gosta muito de mulheres, mas não lhe conheço nenhuma namorada.
- E Tu?
- Eu gosto de curtir e ver uns filmes de gajos.
- Desculpa lá mas não entendi bem. Criticas o Mário de andar a dizer sempre que gosta muito de mulheres e tu gostas de ver filmes de gays. Qual é a tua? Já tiveste experiencias homossexuais?
- Não mas gostava de ter!
- Já agora diz-me porque desabafas isso comigo?
- Uma noite fui ao Finalmente com uns colegas e vi-te lá aos beijinhos com um gajo. Nunca disse a ninguém que te conhecia como vizinho, mas fiquei de olho em ti.
“Aquele Pedro afinal sabia-a toda, só lhe faltava experiência. Lembro-me de uma vez lhe ter dado boleia da praia até aqui ao sítio. Também eu fiquei com olho nele, mas como “Santos ao pé da porta não fazem milagres” nunca me tinha metido com ele. Naquele dia ia ter a minha oportunidade. De repente lembrei-me “Porra! Mas são dois! Que se foda! Ainda os vou por a mamar-nos”
- Fizeste bem. Hoje quero ver quem vai ser o Santo António, vamos atacar o Mário?
- Como tens mais experiencia, vamos ver um filme e tu ficas no meio. Tá bem? – retorqui o Pedro.
Encostei-o ao balcão do bar do quintal, segurei-o pelas ancas encostamos nossos corpos e beijei-o.
- Foi isto que viste no Finalmente? Gostaste?
- Ao vivo é muito melhor – disse ele, beijando-me sofregamente.
“ A coisa estava a andar bem, vestimos as t-shirts e fomos para a sala. Coloquei um DVD porno Gay no vídeo e sentámo-nos, comigo ao meio como o Pedro tinha pedido. “
Mal começo a rodar o filme e vendo do que se tratava o Mário, perguntou se não havia gajas.
- Tás a ver? O gajo só pensa em gajas. – atirou o Pedro
- Eu já vejo se é mesmo assim! Vamos lá ver! Mostra-me o teu aparelho. – disse eu metendo a mão nos boxers do Mário.
O chavalo já estava de pau feito e tirei-o cá para fora.
Posto isto só havia uma situação a fazer. Foi nos despirmos.
Afinal estavam os dois com vontade de experimentarem o meu e lá foram lampeiros direitos ao meu pau que já se encontrava pronto para a farra de santo António.
Como dono da casa e porque gosto de receber bem as visitas, ajudei a despirem-se e ficámos núzinhos como manda a tradição.
Comecei por beijar o corpo de um e fui até ao Mário que ainda não tinha beijado na boca. A reacção foi de total consentimento (outra coisa não seria de esperar pois eu sou o melhor beijoqueiro que se pode encontrar). Ao mesmo tempo o Pedro friccionava-me as costas com as pontas dos dedos. Ao mesmo tempo que largava os lábios do Mário iniciando o percurso até aquela gaita linda, de fava descoberta e mordendo o prepúcio, ia-me curvando para que o Pedro percebe-se que tinha o caminho aberto para me penetrar, mas ele coitado não sabia ainda como era. Virei-me e fiz o mesmo com ele ao mesmo tempo que tentei por os dois beijando-se.
Aquela porra não estava a dar nada a não ser umas brincadeiras de adolescentes e resolvi.
- Vamos para cama. Sempre estamos mais à vontade.
"Ali sim! Começámos por nos beijar reciprocamente"
Eles já se beijavam mutuamente enquanto eu ia-me dividindo em num e noutro pénis saborosos como quem chupa num “Corneto” (nisto também sou do melhor que há. Então em virgens ainda melhor) eles já ganiam de prazer e eu há rasca para não me vir.
A balbúrdia estava já de tal maneira que acabamos por ficar em pleno 69.
Para outras variantes, foi um passo
Um bom professor tem sempre que dar o exemplo! Então não tive outro remédio. Fiz tudo para o Pedro me penetrar. Enquanto penetrava o Mário que só falava de mulheres, depois de lubrificar o seu cuzinho, o meu aparelho lá foi delicadamente penetrando aquele cú virgem. Ao princípio ganiu um pouco mas quando comecei num vai e vem constante ao mesmo tempo que o Pedro me fazia o mesmo foi um delírio total. João estava tão louco que puxou minhas mãos até ao seu pénis para o masturbar. Quanto ao Pedro, não foi necessário levar suas mãos até ao meu. Fê-lo por sua alta recriação.
Estava-me movimentado tão rapidamente que o Pedro não aguentou o movimento e o seu pénis acabou por sair de dentro de mim. Foi a oportunidade para trocarmos de posições ficando o Pedro no meio e João imitando o lhe tinha feito, lubrificou o cú do Pedro penetrando-o enquanto eu levava mais uma vez com o do Pedro.
Desta vez foi o fim da macacada e viemo-nos ao mesmo tempo, uns dentro outros fora.
Afinal. O Pedro que andava morto por experimentar outras sexualidades, fez o gosto ao dedo, como quem diz, fez o gosto a uma nova forma de fazer sexo.
Quanto ao João que andava sempre a dizer gostar de mulheres, passou a gostar também de homens.
E Eu? Bem eu, mais uma vez fiz um Ménage à trois com virgens na sexualidade homo-erótico.
Eu não tive a culpa! Eles é que me dasafiaram
Voltamos a tomar uns copos, combinamos repetir a dose e guardar segredo, já que éramos vizinhos.
Ás escodidas do Pedro combinei uma noite com o Mário, pois tinha umas contas a ajustar com ele. Detesto gajos que dizem gostar muito de mulheres e na volta são os piores.
Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.
As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.
Nelson Camacho D’Magoito
“Contos ao sabor da imaginação”
de Nelson Camacho
publicado por Henrique Monteiro às 2013-06-18 05:23:39
publicado por Henrique Monteiro às 2013-06-17 16:29:44
publicado por RUIM às 2013-06-17 11:27:54
....qd vejo o olavo bilac.
E digo "olha vi o olavo bilac"
E ela "onde?"
E eu "ali na zona da concessão nas palhotas"
E ela "lá tás tu com bocas racistas"
E eu "hã???"
publicado por Henrique Monteiro às 2013-06-17 05:28:34
publicado por Henrique Monteiro às 2013-06-16 19:28:23
publicado por Henrique Monteiro às 2013-06-16 08:49:44
My Love (It could happen (...)
publicado por nelson camacho às 2013-06-15 11:32:39
Uma história de amor que podia ser a sua
(um conto longo)
V Capítulo
Férias em Paris
Aquele pequeno-almoço em casa dos Marques iria ser a confirmação de um grande amor entre aqueles rapazes que se conheciam desde as suas nascenças. Na mente deles enquanto era feita a proposta para o João acompanhar o Pedro a Paris pelos pais deste último, iam fazendo uma retrospectiva como tinham chegado até àquele momento.
Afinal de contas o casal Marques, talvez por serem advogados e oriundos da grande capital, eram pessoas com as mentes mais abertas e nunca se preocuparam com aquela amizade. Moravam casas meias, andavam nos mesmos colégios e praticavam os mesmos desportos.
Já o casal França, médicos mas principalmente D. Gertrudes, oriunda de gente humilde e muito apegada à religião não eram bem assim. Para além de serem bastante contidos nas despesas olhavam para o João como coisa de sua posse. Aceitavam de bom grado aquela amizade porque era gente de dinheiro mas quando o rapazola fez dezanove anos logo começou por lhe tratar de noiva. Segundo ela dizia “queria ter netos o mais cedo possível e que fossem de uma união (a seu ver) pelo casamento católico. Único conceito que tinha sobre o casamento. Homem/Mulher a abençoados pelo padre que frequentava permanentemente.
Depois de ficar tudo combinado, só restava um pouco de conversa da treta com algumas anedotas pelo meio até à hora de cada um partir para os seus afazeres e o João ir para casa e contar aos pais do convite dos pais do Carlos para a ida a Paris.
Ainda fizeram um jantar em casa dos Marques para confirmar e combinar a ida do João com eles a Paris.
No dia aprazado lá foram todos de avião com escala directa a Paris
Já sobrevoando aquela cidade de encanto, sonho e amor os jovens espreitando pela janela do avião já se iam deslumbrando com tanta luz e com o que iriam fazer.
Como estava tudo pago pela empresa que tinha contratado o advogado Manuel Marques, instalaram-se num dos melhores hotéis de Paris. O casal ficou numa suite e os rapazes noutra.
Durante o dia a Sociedade contratante mandava um carro para o Dr., e D. Eugénia ia fazendo o que melhor e queria fazer naquela terra de glamour. Visitar museus e lojas de compras.
Os rapazes ficavam à solta, tentando visitar os locais de boémia e desaforos de Paris.
Em uma noite e enquanto os pais ficaram a descansar, deram “corda aos sapatos” e aconselho e segundo indicações de um jovem empregado do hotel que não era parvo (Os franceses empregados dos hotéis estão sempre atentos aos hospedes e sempre prontos a canaliza-los para os locais de acordo com a percepção que têm deles. Alguns até chegam a ser garotos de programa) lá foram eles até à rua Montorgueil e jantaram no Au Tibourg umas saborosas salsichas Toulousain, especialidades da casa. Foram tomar um copo ao Le Gai Moulin, um dos mais famosos restaurantes gay que derivado à característica das mesas ficarem juntas, o convívio torna-se mais fácil aos tímidos.
As casas estavam cheias de gente colorida e quando notaram que os nossos rapazes eram portugueses logo lhes indicaram outros bares existentes rua abaixo. Foi assim que acabaram por curtir uma noite cheia de animação e glamour como nunca tinham visto em Portugal. Foram até ao Marais e passaram pelos bares Cox e Quatzel.
Acabaram a noite perto do hotel que ficava no Camps Élysées no Queen a maior discoteca gay de Paris e provavelmente a que apresenta a maior variedade de sons, shows e go-go boys.
Foi uma noite inesquecível. Chegaram ao hotel já o sol brilhava lá o fundo do Sena.
Porque o sol já entrava janela dentro e a vista de Paris ao amanhecer convidada à paixão e talvez por um copo a mais, abraçaram-se e se beijaram fervorosamente. (A amor andava no ar).
Desde aquele beijo frenético até o começarem a despir-se foi um apci até se esqueceram que mais adiante havia uma cama. Foi mesmo ali no sofá encostado há janelas que o sol depois de ultrapassar os vidros da janela se foi esbatendo em seus corpos luzidios e musculados próprios da sua juventude.
Amaram-se, tornaram a amar-se e nem o cansaço da noite os fez parar até ao Clímax final.
Quando de manhã D. Eugénia lhes bateu na porta do quarto, eles nem responderam. Dormiam a sono ferrado. Quiçá envoltos em seus sonhos de amor.
O Sr. Marques que acompanhava a mulher ao verificar que ninguém atendia e sabendo que eles tinham ido para a borga e com medo que ela abrir-se aporta, (pois ele não era parvo) logo lhe segurou num braço e a encaminhou corredor fora ao mesmo tempo que os desculpava:
– Deviam estar estoirados pela noitada.
Naquele dia e porque a noite tinha sido de grande alvoroço, nem desceram para o almoço.
O Pai Marques saiu de manhã mas antes avisou a mulher que tinha conseguido bilhetes para a noite irem todos ao Lido jantar e assistir ao espectáculo.
"O Lido é o mais sumptuoso cabaré do mundo com 7500 m2 e com seis andares desde o palco até ao teto, albergando 1150 lugares. Os jantares são servidos numa plateia gigante que se eleva 80 cm do chão para uma melhor apreciação dos espectáculos únicos e símbolos das noites de Paris".
Porque se tratava de uma noite de gala. D. Eugénia não esteve com meias medidas e depois do almoço e em colaboração com um empregado do hotel arranjou dois smokings para os rapazes. Para o marido não seria necessário pois para qualquer viagem era sempre um dos fatos que viajava com ele.
Na hora do lanche eles lá apareceram felizes e contentes e mais ficaram quando souberam dos bilhetes para o Lido e do que a mãe Eugénia tinha aprontado.
Na hora aprazada lá cegou o Dr. Marques numa limusina do patrão e com ele mesmo acompanhado da mulher. D. Eugénia não se tinha enganado com o que iria acontecer naquela noite. Os patrões do marido também vinham com traje de gala.
Depois do jantar/espectáculo no Lido ainda foram todos tomar um copo Ao Restaurantes 58 da Torre Eiffel de onde se desfruta uma panorâmica nocturna sobre Paris que dá emanações especiais sobre as pessoas com direito a chegarem ao hotel o mais rapidamente possível para fazerem amor.
Durante aqueles quinze dias, tiveram tempo para tudo umas vezes sós outras acompanhados por D. Eugénia.
Desceram o Rio Sena, fizeram uma visita ao museu do Louvre, o Castelo de Versailles.
À noite já na companhia do Dr. Marques foram até Crazy Horse que é o local de Paris para espectáculos muito sensuais!
"Porque é difícil arranjar bilhetes para os Moulin Rouge (O mais famoso cabaret do mundo) só o conseguiram para a véspera de abalarem para Portugal Tinham de estar no aeroporto de Charles de Gaulle, também conhecido como Aeroporto Roissy. Porque se distancia do centro da cidade cerca de 23 km e tomando em atenção o transito na cidade que é impressionante e terem de lá estar pelo menos uma hora antes. O fazer as malas, acordar os rapazes teria de ser tarefa a tomar em conta".
Depois daquela noite de glamour e estafados daqueles quinze dias, O casal Marques recolheu-se, mas os nossos rapazes ainda foram até ao Bar do Hotel beber uns copos e fazerem uma retrospectiva do que tinha sido a sua vida até àquele momento. Estavam prestes chegarem à vidinha do costume mas com mais conflitos pessoais e sobre a sociedade para resolver.
J á um pouco entornados subiram para a suite. Amaram-se como nunca até de madrugada mas acabaram por adormecer como anjos.
Dia da Partida
Naquela noite, tanto com o casal Marques como com os rapazes pouco dormiram mas como já era habito o Marque foi ao primeiro a levantar-se, tomou um duche acabou por recolher os seus bens e caminhou-se até ao quarto do filho e do amigo, esperando que ainda dormissem a sono solto. Primeiro bateu à porta uma, duas vezes. Como não obteve resposta, abriu-a. Não sei se ficou muito admirado ou não. Só sei que o que estava a ver, nada mais era para ele a coisa mais natural do mundo.
Eram dois seres enroscados e dormindo como anjos onde se verificava haver um grande amor.
Aproximou-se deles, sentiu-lhes a respiração e tocou no ombro de um deles. Não obteve resposta. Puxou de um cadeirão e como se encontra-se num hospital perante um filho doente, ali ficou durante algum tempo admirando-os e dando voltas à cabeça do que iria acontecer a seguir.
Eles nem deram pela sua presença. De vez em quando remexiam-se e se apertavam cada vês mais.
Entretanto Carlos acordou e ainda pestanejando viu o pai ali sentado olhando com olhar terno para ambos.
Deu um salto com tanta força que o João também acordou, olhou e viu o que nunca esperaria ver na vida.
Marques vendo a atrapalhação de ambos, colocou um dedo frente aos lábios em sinal de “Não digam nada” e perguntou:
- Vocês são felizes?
(Ir para a VII Parte)
Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.
As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.
Nelson Camacho D’Magoito
“Contos ao sabor da imaginação”
de Nelson Camacho
publicado por Henrique Monteiro às 2013-06-14 15:44:13
publicado por Henrique Monteiro às 2013-06-14 05:34:48
publicado por Alice às 2013-06-13 16:47:17
Há uns 3/4meses que não vejo telejornal, leio os meios de comunicação online, a maior parte das vezes fico-me pelos títulos porque eu não tenho mais paciência para más notícias, para ouvir falar de impostos que sobem e que descem, de greves, de meninos de tenra idade nos já velhinhos jobs for the boys, para presidentes que se sentem insultados, para ministros que culpam a chuva e mau tempo, enfim, para a palhaçada que é a nossa vida politica e económica.
Faz mal ao espírito, à paz interior levar todos os dias com as mesmas más noticias.
É a terceira vez que temos o FMI em Portugal desde o fim da ditadura. Ora um jovem país livre e democrático, com 39 anos já levou com 3 estados de coma profundo. A cada 13 anos (média) o país vai-se abaixo e lá vem gente de fora ensinar a gerir, emprestar dinheiro e sugar-nos até ao tutano em juros. Depois lá se vão embora, deixando para trás o caos, a miséria, os apontamentos e espera-se que o senhor que se segue (PS ou PSD com umas coligaçõezitas com o CDS pelo meio) estude a lição, passe no exame e conduza este pequeno país ao auge.
A mim parece-me que está na hora de acordar. E também me parece que somos nós, o povo que tem que puxar a rédea ao cavalo para ele não voltar a cair no precipício. Como? Isso não sei, mas acredito que há ainda muita gente de bem, muita gente íntegra que com apoios conseguiria o que os partidos, está mais que visto, não conseguem.
Aliás a política não é mais que um meio fácil de subir na vida à custa do povo, esse sim nobre, que trabalha, paga impostos e no fim ainda é entalado e obrigado a pagar bancos onde nunca sequer tiveram contas, a pagar auto-estradas onde nunca irão passar, a deixar de ter médicos, escolas, postos de correio perto de casa. A verem as taxas a aumentarem e os serviços a baixarem de qualidade, a deixarem de ter transportes para hospitais, a deixarem de poder pagar tratamentos e consultas, a deixarem de comer.
O que mata este país é a corrupção. É o suborno. É obter vantagens em negócios milionários. É tirar proveito do poder atribuído para ajudar amigos. É favorecer empresas em detrimentos de outras em troca de favores ou dinheiro. É isto que mata Portugal. Paralelamente a esta situação e num país justo, a solução seria ter um ministério da justiça a combater a fraude e a corrupção. O se vê, o que eu vejo, é que a estes nada lhes acontece. Temos agora um Isaltino na cadeia e ele nem deve perceber bem o porquê, afinal de contas ele fez o que muitos fizeram e fazem e só ele é que lá está. A imagem que passa é que a justiça não funciona e que a corrupção é premiada. Andam aí todos na rua com a cabeça levantada como se não devessem nada a ninguém.
Isto não é justiça.
Bem como não é justo eu ver criminosos nas cadeias com cama, comida, roupa lavada, visitas conjugais, tabaco, cuidados médicos e por aí fora e ter cá fora gente honrada e honesta que trabalhou toda a vida e que agora se vêm privados de tudo. Mais uma vez isto não é justiça.
Pergunto-me muitas vezes onde andará o dinheiro roubado, dado, emprestado. Andei à procura e não encontro resposta. Saber quanto dinheiro entrou neste país desde 1974 (seja do FMI, seja das ajudas da CEE na década de 80) é um mistério. Só sei que desta vez foram 78 mil milhões, se alguém souber, por favor, diga-me. E isto era para concluir que é importante meter essa malta atrás das grades, mas tão importante quanto essa medida seria restituir todo o dinheiro ao erário público e não permitir que eles andem a gozar com o que é de todos.
Acho que é preciso uma classe nova. Não vou chamar uma classe politica porque é nome malfadado. É preciso uma classe de gente que queira arregaçar as mangas e pôr isto a mexer, mas a mexer bem, o ideal até seria deitar abaixo e reconstruir. Expurgar os demónios. Os que estão em Belém, os que estão na assembleia, os que estão nos cargos de poder. Fazer uma oxigenação aos cargos públicos, deitar as toxinas ao lixo. E podem contar comigo. Comigo e com toda a gente que como eu está farta de levar no rabo e de ainda ter que pagar a vaselina. Gente que como eu está farta deste fartar vilanagem, deste roubo sistemático, desta desculpabilização, desta inércia da justiça, desta falácia a que chamam democracia e país democrático, destas múmias que ocupam palácios e nada fazem para bem deste país.
Sou uma jovem de 37 anos que trabalha, paga impostos e muitas vezes, no fim do mês vai pedir comida e dinheiro emprestado à família, não tenho vergonha de o assumir e sei que não sou caso único. Sou uma portuguesa, portuense, sem orgulho nenhum neste país. Sou uma jovem que vê a cada ano que passa os sonhos me serem adiados, sou uma jovem que não prevê que nos próximos anos isto mude, aliás até acho que o pior ainda está para vir quando a troika se for para o ano. Isto não é viver. Isto é sobreviver e sofrer pelo que todos os dias vejo à minha volta. Há mesmo muita gente que não tem o que comer. Há mesmo muita gente que está a morrer aos bocados porque não pode pagar medicamentos. Não são títulos de jornais.
publicado por Henrique Monteiro às 2013-06-13 08:35:52
My Love (It could happen (...)
publicado por nelson camacho às 2013-06-12 20:57:05
Uma história de amor que podia ser a sua
(um conto longo)
IV Capítulo
De volta a Lisboa
Voltaram a Lisboa e a vida destes rapazes nunca mais foi a mesmo. Continuaram a frequentar a mesma escola e o mesmo ginásio.
D. Gertrudes começou a convidar mais assiduamente a Isabel e a mãe a irem lá a casa, normalmente para jantarem e a conversa era sempre a mesma. Tentar que o filho namora-se a Isabel.
João não ligava e já estava farto. O seu amor era o Carlos e ninguém os iria separar. Encontravam-se às escondidas na cave lá da casa, mas aquilo não era o ideal nem se sentiam confortáveis.
Um dia combinaram fazerem uma proposta aos pais de ambos. Com a desculpa que tinham de estudar juntos e quem tinha um computador ligado à internet era o Carlos combinaram estudar no quarto deste depois dos jantares.
Os pais do Carlos não se opuseram, somente D. Gertrudes não gostou muito da ideia mas como o marido não colocou qualquer obstáculo não teve outro remédio se não, aceitar.
João e Carlos começaram a estudar em casa deste e com as desculpas mais esfarrapadas, por exemplo, que tinham muitos pontos lá na escola, às vezes até lá ficava.
"Aquele sistema durou até ao fim de ano lectivo até que acabada a escola não encontraram qualquer desculpa para o João ficasse em casa do Carlos."
Entretanto a mãe do João não deixava o filho em paz com a ideia de ele namorar a Isabel, conjuntamente com a mãe desta já falavam em casamento.
(QUANDO A COISA COMEÇA A DAR A VOLTA)
Um dia o Marques chegou a casa e contou que iria quinze dias fazer um trabalho em Paris e podia levar a família.
O Pedro contou ao João o acontecimento que o aconselhou a aceitar pois Paris era uma cidade maravilhosa que ele já conhecia e era uma boa oportunidade para ele. Como a escola iria entrar no período das grandes férias seria uma boa oportunidade.
- Sim! E tu ficas por cá à solta. – Argumentou o Carlos.
- São só quinze dias e não me vou portar mal. A única chatice é a minha mãe que não pára de me atirar à cara a Isabel. Lá tenho de aguentar uns jantares e uns cinemas chatos.
- Mas isso não vai acontecer. Hoje jantas e ficas cá em casa e vou encontrar uma solução.
Como já era hábito o João jantou em casa do Carlos.
Seria mais um jantar normal se o Carlos não tivesse algo em mente.
Quando veio à baila o trabalho que o Marques iria fazer em Paris, que não conhecia, logo o Carlos disse que o João já lá tinha estado.
- Sim efectivamente já lá passei oito dias quando acompanhei os meus pais a uma convenção entre médicos. É uma cidade muito bonita com grandes museus, salas de espectáculo e lojas de roupa onde normalmente as senhoras se perdem.
- Podias ser nosso cicerone! – Atirou o Carlos
- Vocês de facto são como “O Roque e a amiga” – comentou a Eugénia.
- Espero que sejam antes “O Roque e o Roque” – atirou à laia de graça o Marques. O que deu gargalhada geral.
A conversa seguiu normalmente. Falou-se dos estudos. O que cada um queria ser profissionalmente chegando ao ponto do João dizer que não ia para medicina como os pais mas para advocacia. Seria assim uma oportunidade da mais tarde criarem os quatro uma sociedade já que o Carlos ia para advogado.
- E os teus pais não se vão chatear com essa ideia? – Perguntou D. Eugénia.
- O meu pai está-se nas tintas, o pior é a minha mãe, que tem umas ideias muito próprias. Até me quer arranjar uma namorada ao jeito dela, mas eu dou-lhe a volta. Primeiro estão os meus gostos e a minha felicidade.
- E quem fala assim não é gago – atirou o Carlos. Todos se riram.
Depois do jantar foram até ao salão para tomarem os cafés. Eugénia foi até à cozinha e ficaram os rapazes com o pai Marques que lhes ofereceu um conhaque.
O marque quando entregou a bebida ao filho a modos de surdina perguntou-lhe:
- Tu gostas muito do João! Não gostas?
- O João é o meu melhor amigo! É melhor do que se fosse meu irmão. Já agora pergunte-lhe se não é da mesma opinião.
Como esta última declaração foi feita em voz alta o João ouviu e perguntou:
- Mas perguntar-me o quê! – Balbuciou ao mesmo tempo que a tês ficava avermelhada.
- Não é nada de mais! Estava a perguntar ao meu filho se ele não era o teu melhor amigo.
- Sr. Doutor! Sabe daquele expressão “Era capaz de morrer por ele?”
- É pá! Também não é preciso tanto! Mas isso é natural pois foram criados juntos e as amizades quando são sãs e perduram no tempo fazem-se sacrifícios que nem todos entendem. Eu também tenho um amigo de longos anos com que desabafo coisas que não faço nem com a minha mulher.
"Para a relação escondida que aqueles rapazes tinham aquela conversa do Sr Marques, para ambos foi como um bálsamo. Havia qualquer coisa de estranho naquela declaração e mais ainda quando notaram que Marques ao mesmo tempo que o fazia, enchia novamente o copo de conhaque e de um sofro só o bebeu todo ao mesmo tempo que serrava os olhos."
João notou e observou ao amigo:
- O que se passa com o teu Pai?
- Não ligues! O gajo é um tipo porreiro, mas quando fala de certas coisas fica assim!
- Terá ele tido um amor escondido como nós?
- Não sei nem me interessa. Tem sido um pai espectacular e isso é que importa.
Porque entretanto já tinha chegado a meia-noite resolveram irem-se deitar.
Como era normal os rapazes foram para o quarto do Pedro e o Marques, depois de beber mais um copo, também se foi deitar.
O quarto do Pedro para além de um pequeno sofá e uma secretária com o computador tinha uma só cama, coisa que nunca ninguém se preocupou como eles dormiam pois sempre os tinham tratado como irmãos.
- Qualquer dia isto vai dar bronca. Já andamos nisto à mais de um ano. – Comentou o João depois de fecharem a porta.
- Estás preocupado? A minha mãe nunca se meteu na nossa vida e o meu pai pela conversa que teve depois do jantar se já não tem, teve um amigo colorido como nós somos.
- Pois!!! - Retorqui o João ao mesmo tempo que começava a beija-lo começando a despir-se no caminho a cama – O pior é a minha mãe! Mas como ela nunca veio a este quarto não sabe como nós dormimos.
Pedro agarrado ao amigo imitou-o começando também a despir-se.
Quando chegaram à cama já se encontravam despidos a agarrados como um só e atiraram-se como se fosse para uma piscina. Com aquele salto fizeram um pouco de barulho. Notaram o efeito e deram umas sonantes gargalhadas. O Marques que na altura passava pelo corredor a caminho do seu quarto ouviu as gargalhadas, bateu à porta recomendando que não eram horas para brincadeiras. Os rapazes ficaram atónitos e meteram-se dentro dos lençóis sôfregos pelas suas rizadas e pela situação. Acabaram quase se sufocando com as rizadas debaixo dos lençóis e o beijo prolongou-se com sofreguidão. Eles não sabiam se era pelo stress causado pela dica do Marques quando passou pela porta ou porque tinham chegado à conclusão ao fim de uma no de relacionamento que estavam apaixonados. Aquela noite não seria igual a tantas outras passadas onde o sexo estava à frente de todos os seus desejos. Naquela noite estava a acontecer qualquer coisa que não entendia. Sexo? Sim! Ouve mas com mais paixão com mais sofreguidão penetrando-se mutuamente até que adormeceram somente enrolados no edredão.
De manhã acordaram ao bater na porta de D. Eugénia informando que o pequeno-almoço estava na mesa.
Tomaram um duche a correr, vestiram-se, deram um jeito na cama – como já era hábito e desceram com o ar mais alegre deste mundo.
O casal Marques já se encontrava à mesa também com ar de que também eles tinham passado uma boa noite e o Marques com um sorriso nos lábios atirou.
- Então ontem à noite foi galhofa até as tantas!
- É verdade! Estivemos a ver umas anedotas na internet, espero que não tenha incomodado!
João aproveitou a deixa e a satisfação dos pais para de repente e segurando nas mãos do pai:
- Então pagas a viagem do João para nosso cicerone em Paris?
Ele não precisa que lhe paguem a viagem, tem uma boa mesada.
- Isso é o que vocês pensam. Os pais dele, são uns semíticos do caraças. Ainda nem lhe pagaram a carta de condução nem lhe compraram um carrito.
- Bem isso é lá com eles, mas se não houver obstáculos, eu arco com as despesas só para o teres o tal cicerone (e riu-se)
O cicerone não vai ser só para mim. – Retorquiu o Carlos todo contente.
- Pois! É assim! Eu vou estar a trabalhar, a tua mãe vai andar nas compras a gastar o que lá vou ganhar. Ficam vocês para se divertirem nas ruas de Paris.
D. Eugénia que acusou o toque de gastadora foi-se logo queixando que ela não tinha sido convidada para esse trabalho. E todos se riram.
- Agora só falta convencer os teus pais a ires connosco.
- Como passei o ano com boas notas e não me deram qualquer prenda, não têm outro remédio se não aceitarem o vosso convite.
Efectivamente da parte do Dr. França não foi difícil a autorização. (mandava o filho de férias para Paris e não gastava peva).
Quanto a D. Gertrudes, foi um pouco mais complicado pois já tinha combinado com a amiga e com a filha irem passar uns dias à Figueira da foz com o filho, mas este insistiu tanto, assim como os pais do Carlos que ela não teve outro remédio que aceitar.
Mesmo depois de os Marques terem convidado os França para um jantar lá em casa a fim de confirmar a ida do João com eles a Paris e ao mesmo tempo pressionar D. Gertrudes nesse sentido – o que a custo aceitou – Nem no dia da partida ajudou o filho a fazer as malas.
Dizia ela: Se ele é para umas coisas, também é para outras.
Foi ao ponto não só não acompanhar o filho ao aeroporto como levar a casal amigo de tantos anos ao mesmo.
Tiveram de ir de Táxi. Mas foram!
Atenção que a coisa vai esquentar-----»»»
Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.
As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.
Nelson Camacho D’Magoito
“Contos ao sabor da imaginação”
de Nelson Camacho
publicado por Henrique Monteiro às 2013-06-12 17:42:37
http://daisy_daisy.blogs.sapo.pt
publicado por daisy_daisy às 2013-06-12 17:35:03
No mês passado o médico decidiu tirar-me o aparelho de baixo, fiquei imensamente feliz, mas por pouco tempo, porque reparei que afinal não tenho o dente do tratamento correctamente direito...
Nesta consulta disse logo ao médico que se desfez em explicações da gengiva e que o dente isto e que o dente aquilo, ao qual eu respondi, que não queria saber se ele tinha de ir comprar gengiva ou dentes mas que queria isto tudo certinho e direitinho. Então lá começou ele a analisa bem a situação e passou a dizer-me que me tinha de me dar anestesia. Até ai tudo bem até ficar sem sentir nadinha. A consulta acabou e eu estava desesperada porque não conseguia falar sem me babar, (ihihihi), limitei-me a acenar na despedida.
O pior foi passado umas três horas que me comecei a sentir muito esquesita, fiquei sem reacção mal consegui a reagir ao que me diziam. Nisto chega uma amiga minha e eu pedi desculpa mas que hoje não era mesmo um bom dia e estivemos a falar do nosso dia... Até que ela me disse Daisy tu estás assim com uma "moca" desgraçada por causa do efeito secundário da anestesia... e só nos riamos porque eu estava num situação mesmo ausente para o mundo.
Então digam lá, então o médico deu-me tantas recomendações de dores e afins e não me disse do efeito secundário da anestesia,isto só a mim...
publicado por Henrique Monteiro às 2013-06-12 07:11:21
http://daisy_daisy.blogs.sapo.pt
publicado por daisy_daisy às 2013-06-11 18:09:33
Hoje foi dia de ir ao veterinario com a Minie, a primeira ida comigo...
A sala de espera estava cheia e tivemos de esperar, esperar, esperar, coitadinha a menina já estava tão saturada que nem o colinho que lhe dava a sossegava. De tantos e variados cães que estavam na sala a Minie era a mais pequenina e a que se portou melhor, tavez pela novidade de todo o ambiente envolvente e de não se sentir á vontade.
Quando finalmente chegou a vez dela o médico, fez todos os procedimentos vacinou-a e esteve a explicar-me quando devia dar-lhe os comprimidos de desparazitação e o resto do tempo esteve a consolar o meu desgosto das minhas patudas que ele tão bem conhecia, claro que as lágrimas foram inevitáveis mas as palavras dele foram sábias e reconfortantes...
Próxima consulta 10 de Julho...
Eu a Minie e o sofá... (foto by daisy_daisy)
publicado por Henrique Monteiro às 2013-06-11 17:54:25
publicado por Henrique Monteiro às 2013-06-11 04:53:07
My Love (It could happen (...)
publicado por nelson camacho às 2013-06-11 01:59:49
Uma história de amor que podia ser a sua
(um conto longo)
Primeira noite de amor.
Já no quarto, João foi até ao mini-bar retirou dois copos e uma garrafa de whisky, encheu os copos. Carlos já se tinha despido e metido no vale dos lençóis. João entregou-lhe um copo e também se preparou para se deitar.
Depois de tudo o que tinha acontecido nenhum dos dois tinha balbuciado qualquer palavra até que o Carlos já com um copo na mão perguntou:
- Isto é para acalmar as nossas mágoas?
- Onde encontras as mágoa? – perguntou o João.
- Já te esqueceste?
- Mas achas que são mágoas? Não gostaste?
A quando deste última dica do João, ainda de boxers vestidos, meteu-se na cama e beijou o Carlos.
“Se há amor e paixão verdadeira entre dois seres, este era o momento que estava a acontecer.
Estes dois jovens viris e prontos a enfrentar a vida sexual tinham-se encontrado ao fim de dezoito anos sem saberem bem porquê? Tinha acontecido simplesmente!
Aquela noite foi a sequência do que tinha acontecido quando o Carlos ao colocar o creme no corpo do João, na espreguiçadeira da piscina tinha tocado sem querer com os dedos no pénis hirto do amigo”.
- Então! Gostaste ou não? - Continuou o João
- Mas ainda não disse o contrário. Eu só pergunto! E agora?
- Agora vamos dormir sobre o assunto. - Disse o João.
- Como posso dormir sobre o assunto se ficas aqui na minha cama?
- Mas não me queres aqui? – Perguntou o João
- Não é bem isso! Mas ainda não estou em mim. De qualquer das formas talvez se estiveres mais junto a mim resolva o que me vai na cabeça.
- E o que te vai na cabeça?
- Ainda não sei bem, mas com o calor da noite e do teu corpo talvez resolva o problema.
“No final de contas o problema do Carlos era um conflito pessoal e geracional pois em casa sempre tinha ouvido seus pais serem conta a homossexualidade e agora?
Não sabia bem o que estava a acontecer com ele. Sempre tinha tido uma amizade bem forte pelo João mas nunca calculou que se envolvessem sexualmente, no entanto, estava a sentir algo estranho pelo amigo. Seria homossexual?
Se ele o era e o amigo? Não seria também? O que se estava a passar?”
Entrando nos pensamentos do Carlos o João também estava com problemas de consciência. Nunca tinha tido tanto atracão sexual por ninguém como naquele dia pelo amigo de infância. Ao fim de tantos anos tinha descoberto que gostava dele como parceiro sexual ou tinha sido somente uma experiência e então aceitou o repto do amigo para dormirem na mesma cama”
- Queres que fique contigo?
Carlos olhou-o bem nos olhos, beijou-lhe os lábios e segurando-lhe a cabeça confirmou desta maneira:
- Mas só dormir!
- Que querias mais? – respondeu prontamente o João que se deitou-se de lado.
Ambos se aconchegaram de conchinha ficando o Carlos que estava todo nu por trás do João e assim ficaram durante algum tempo. Tempo para as suas mentes voarem até alguns filmes porno que já tinham visto os dois juntos na internet.
Com o calor dos corpos debaixo dos lençóis e pelo ambiente do quarto ou porque a cabeça do pau do Pedro roçava nos boxers do João, este começou a levantar-se.
João que não conseguia dormir e sentindo aquele pau rijo roçar nos seus boxers retirou-os e levantado uma perna.
- Queres experimentar penetrar-me? Já vimos como se faz nos filmes.
- Queres mesmo?
- Mete devagar para não me doer. Mas depois eu também quero!
Pedro não esteve com meias medidas e fez como já tinha visto nos tais filmes. Besuntou com um pouco de saliva o seu pénis e pouco a pouco começou penetrando o seu amigo. Primeiro entrou a cabecita. João fez pressão no sentido de entrar mais até que sentiu a penetração total daquele pau dentro de si. Fê-lo com tanta fúria que até doeu um pouco. Ambos se movimentaram no sentido da penetração. Ambos guincharam. Um de prazer e outro de pequena dor e prazer.
Aquele vai e vem descontrolado pela pouca experiência durou algum tempo até o João dizer que também queria. Pedro retirou o seu pau daquele local tão aconchegado e colocaram-se frente a frente.
Pedro começou por beijar o João desde os lábios até ao pau que o lubrificou com a sua saliva encolheu-se colocando os joelhos à volta do corpo do João apontou o pénis dele ao seu cuzinho virgem e foi-se sentando naquela piroca que já tinha mamado dentro de si. Naquela posição foi melhor para ele não doendo tanto como tinha acontecido ao amigo. Cavalgou lentamente e por vária vezes até que sentiu dentro de si aquele mangalho que até era um pouco maior que o seu.
João que até era um pouco atlético elevou o corpo não retirando de dentro de si o pau do amigo conseguiu beijar-lhe nos lábios segurando-lhe a cabeça.
"Aqueles rapazes para uma primeira experiencia não estavam mal. Já tinham feito tudo menos o prazer de se virem o que seria difícil pois nos seus subconscientes ainda pairavam certos conflitos."
Seus corpos estavam totalmente molhados de transpiração e acabaram deitados frente a frente, mas no sentido contrário olhando mutuamente suas pirócas que estavam semi-hirtas mesmo ali à mão de serem beijadas. Seguraram-nas e tentaram a última experiência naquela noite meteram-nas em suas bocas que pouco a pouco foram aumentando de volume e rijas. Estavam no perfeito 69.
Depois de estarem num mamanço fervoroso em cada piroca do outro sentiram nas suas bocas aqueles deliciosos sémenes espessos com um certo sabor acre.
Foi o clímax total.
Acabaram por adormecer assim mesmo.
No outro dia de manhã
Conforme adormeceram assim estavam envolvidos não só em seus corpos como em seus sonhos. Sonhos do que lhes tinha acontecido e quais os projectos para o futuro. – Só quem nunca dormiu num hotel e em circunstância idêntica é que sabe o que custa acordar quando nos batem à porta interrompendo nossos sonhos.
Foi o que aconteceu quando pelas dez da manhã quando bateram à porta. Como não tinham colocado no puxador o cartão “Não incomodar”, era a empregada de quartos dizendo que eram horas de limpeza.
Assustaram-se e em uníssono, foram desfazer a outra cama com medo que a empregada entrasse por ali dentro e os encontrasse naquele estado.
Parecia que era de propósito, D. Gertrudes também batia à porta e sem mais aquelas, entrou, ao mesmo tempo que perguntava se não iam tomar o pequeno-almoço.
Felizmente que já o Pedro se encontrava no chuveiro e o João deitado em uma das camas para onde se tinha atirado quando bateram à porta.
D. Gertrudes, continuo na sua prelecção:
- Estava a ver que os meninos ainda estavam na cama. João anda! Levanta-te! Já é tarde para o pequeno-almoço e queremos ir até à praia. Hoje vocês não se safam da praia, tens que fazer companhia à Isabel que coitada está descorçoada. Então não te levantas? Não vais tomar banho?
- Já lá está o Carlos a tomar duche e só cabe um de cada vez. – Respondeu o João com ar de zangado - A gente já desce.
Aquele fim-de-semana foi um martírio para os rapazes.
D. Gertrudes constantemente a atirar a Isabel à cara do João que tentava permanentemente fugir às investidas da mãe.
O Pai França e o Marques passeando pelo areal.
As mulheres de Bikini, juntas apanhando banhos de sol e criticando este ou aquele veraneante pela forma de andar ou de vestir. Tudo servia para criticar. As barrigas, as banhas os fatos de banho e as mamas ao léu.
O João e o Carlos tentavam o mais possível ficarem longe no mar aos saltos e nas brincadeiras próprias das suas idades que ia também servindo para limparem suas mentes sobre o que tinha acontecido.
A Isabel metida consigo mesma, lá se ia bronzeando ao lado das “cuscas” mas não se metendo nas suas conversas. De vez em quando ia dando um mergulho junto aos rapazes mas como eles também não lhe ligavam, voltava para a toalha.
Tanto o França como o Marques nas suas voltinhas no areal quando passavam junto aos rapares que se banhavam também lá iam tentando entrar nas brincadeiras dos filhos mas estes não davam muito troco e nadavam lá para mais longe.
À noite depois do jantar lá se juntavam todos dando uma volta pelo passeio marítimo e entrando num ou outro café para tomarem um copo.
Ainda tiveram tempo para visitarem uma das maiores maravilhas do mundo:
Las cuevas del Drach em Manacor
"Las cuevas del Drach"É uma imensa cratera que depois de descermos encontramos um anfiteatro com bancos corridos (em madeira). Temos como fundo um enorme lago. As luzes apagam-se e lá do fundo vão aparecendo uns barquinhos iluminados com tochas e dentro deles vêm músicos tocando seus violinos e um piano tocando uma música maravilhosa”.
Se algo de extraordinário se tinha passado entre eles naquele curto fim-de-semana aquela visita de sonho mais tinha despertado o grande amor descoberto naqueles jovens.
Naquelas duas noites que restaram da mini férias Carlos e João continuaram a dormir na mesma cama e a praticarem todas as variantes sexuais possíveis.
Durante o dia trocavam olhares discretamente com medo que houvesse algo que os denunciasse.
Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.
As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.
Nelson Camacho D’Magoito
“Contos ao sabor da imaginação”
de Nelson Camacho
publicado por diariodeumfrustrado às 2013-06-10 22:25:11
Apanhei assim de raspão a publicidade à Visão que traz a entrevista com o Pedro Caldeira. Diz ele que Deus o ajudou sempre e até o fez ganhar o totoloto. No outro dia li uma entrevista ao bruxo de Fafe, que ganhou vários prémios nestes jogos. Outros há que não precisam de correr e as oportunidades vêm ter com eles. Eu esmifro-me, dou tudo de mim e, na melhor das hipóteses, recebo migalhas. Tudo tem de ser conseguido a pulso por estes lados e mesmo assim recebo apenas uma amostra para não tomar muito o gosto.
Há quem diga que é o plano de Deus ou que Deus não nos deixa ter acesso a certas oportunidades por algum motivo específico. Há até uma "oração de um atleta americano" que reza assim:
Não Recebi nada do que pedi
Pedi a Deus para ser forte
a fim de executar projetos grandiosos,
E Ele me fez fraco
para conservar-me humilde.
Pedi a Deus que me desse saúde
para realizar grandes
empreendimentos,
E Ele deu-me a doença,
para compreendê-Lo melhor.
Pedi a Deus a riqueza, para tudo possuir,
E Ele deixou-me pobre para não ser egoísta.
Pedi a Deus poder,
para que os homens precisassem de mim,
E Ele deu-me humildade
para que d’Ele precisasse.
Ora, a esta oração eu digo: foda-se! Porque é que muitos não precisam de pedir saúde que a têm e muito menos riqueza se ela vem ter com eles? E porque é que quem pouco tem e pede, não recebe? Que raio de "benção" é pedir riqueza e acabar pobre? E que benção é querer ser forte e acabar fraco? Para "compreender" melhor? Quero lá saber da compreensão! Foda-se a compreensão e a humildade! Quero viver bem e ter qualidade de vida! Quero ter acesso às mesmas oportunidades que alguns privilegiados têm sem precisar de fazerem nada para isso! Não acredito que isto esteja relacionado com Deus! E se estiver, deixo de acreditar que existe sequer algo superior a mim, porque o que existe, a existir assim, é macabro e sádico! Que prazer pode alguém ter em ver os outros no sofrimento? Ai é o plano de Deus? Então que se foda o plano! Eu trato do meu plano, não preciso da ajuda de ninguém! Há gente que fuma, bebe, leva uma vida absurdamente perigosa e mantém-se de saúde intacta! Há gente que não precisa de estudar, nem de ter horários ou de se esforçar e imploram a essas pessoas para fazerem parte de 1001 projectos a troco de milhões. E eu, que dou no duro, ando aqui a sentir-me um falhado porque por mais que faça tenho muito pouco e espero oportunidades praticamente desde que nasci! Eu trabalhei para elas! Procurei-as! Mas elas fugiram!
"Um dia vais entender": eu não quero entender nada, eu quero viver!
"Tudo tem um fundamento": eu não quero justificações, eu quero retribuição por tudo o que fiz e faço!
Não quero este plano! E muito menos quero sentir-me um inútil que nunca será nada na vida porque "Deus sabe o que faz"!
publicado por Henrique Monteiro às 2013-06-10 20:37:30
My Love (It could happen (...)
publicado por nelson camacho às 2013-06-10 14:55:46
Uma história de amor que podia ser a sua
(um conto longo)
III Capítulo
Estadia em Palma de Maiorca
Como já tinham chegado tarde, desfizeram as malas e foram todas deitar-se.
Na manhã seguinte encontraram-se todos ao pequeno-almoço e a D. Gertrudes não parou elogiar a filha da amiga indo ao ponto de subtilmente dizer por várias vezes que seria um bom partido para o seu rebento mas este não ligava peda.
Acabado o repasto, combinaram irem todos até à praia mas os rapazes desculpando-se que para o primeiro dia preferiam ficar por ali a fim de experimentarem a piscina do hotel e dar uns mergulhos.
E assim foi! Uns para a praia e os outros para a piscina.
A conversa da D. Gertrudes enquanto na praia resumiu-se a elogiar a filha da amiga que estava com a ideia de vir a estudar para médica já que a mãe era enfermeira e embora divorciada, cuidava da Isabel como princesa, nunca lhe faltando com os seus desejos. Para que tudo ficasse bem esclarecido na sua mente também quis saber a causa do divórcio da amiga. Nos intermédios das suas indagações subjectivas lá ia dizendo que a miúda seria um bom partido para o filho, rapaz estudioso e bastante atinado. Até já fazia tenções de manda-lo tirar a carta e comprar um carrito para não ficar atrás do amigo que os pais já lhe tinham dado um carro.
Dizia ela que o filhote com um carrito já podia levar uma namorada a passear.
Já a D. Eugénia não estava nada interessada na vida da Helena e quanto ao filho João, comentava que ele tinha tempo de resolver a sua vida quando e com quem quisesse.
D. Helena por sua vez contava a sua vida, não de grandes dificuldades financeiras mas da forma como o marido a tinha abandonado. Um dia disse que ia comprar tabaco e nunca mais voltou ficando com a filha quando tinha três anos. Com o ordenado do hospital e o de uma clínica privada onde fazia umas horas, conjuntamente com um apartamento que tinha herdado dos pais e alguma verba que os mesmos lhe deixaram quando faleceram, a coisa lá ia andando com a filha a estudar com a possibilidade de vir a ser médica. Era uma menina prendada não amiga de muitas colegas e ainda não namorava portanto talvez fosse um bom partido para o João.
D. Gertrudes cada vez estava mais satisfeita com o que ouvia e via o seu querido rebento de braço dado com a Isabel.
João e Carlos na piscina do hotel
Entretanto, João e Carlos como quando desceram para o pequeno-almoço já vinham de calções de banho e toalha nem foram ao quarto, dirigiram-se logo para a piscina após a refeição.
O João subiu pelas escadas do trampolim de meia altura e fez em mergulho acrobático enquanto o Carlos na beira da piscina fez um salto à retaguarda para a água.
Deram logo nas vistas e foram aplaudidos pelos veraneantes que por ali se bronzeavam. O João voltou a subir mais alto e mais um salto acrobático com salto em pranchado. Carlos não esteve com maias medidas e foi imitar o amigo e mais uma vez receberam fortes aplausos dos que os estava a ver.
Se havia alguém feliz naquele espaço! Aqueles rapazes eram a prova evidente que a amizade pode tornar as pessoas felizes. Ainda deram mais nas vistas pelos seus corpos delineados pela força do ginásio que frequentavam assim como o desporto que praticavam. Fora de água brincaram à apanhada até que se deitaram nas cadeiras que rodeavam a piscina.
- Fora de água está um sol das caraças. – disse o João – Pena não termos trazido um bronzeador.
- Lá por causa disso, vou buscar um!
Palavras não eram ditas e o Carlos levantou-se e lá foi à recepção comprar um tubo de bronzeador e voltou todo contente por satisfazer o amigo que estava deitado de costas e o começou a bronzear com o produto que tinha comprado.
O João remexeu-se no cadeirão como quem está a ter prazer e passado um bocado, virou-se.
- Já agora! Também no peitinho! - E riu-se
- Já que tanto insistes! Eu depois também quero.
Aquela besuntadela do creme pelo bíceps feita pelo Carlos começou a dar algum bem-estar desconhecido até então a ambos. Carlos notou que algo se estava a levantar nos calções do João e sem querer ou não, colocou mais um pouco de creme nas mãos e começou massajando-lhe a barriga até seus dedos caminharem por entre os calções do João, até um pau que ele nunca tinha tocado a não ser o seu. João estremeceu e poucos segundos depois levantou-se.
- Agora e a minha vez. E pegando no Carlos trocaram de posições começando o João a besuntar as costas do Carlos que ao contrario deste, as mãos foram descendo até ao interior dos calções daquele indo parar um dos dedos ao rego do cu e massajando-o.
O que estava a acontecer entre ambos, não sabiam bem, nem que estavam a dar nas vistas tão alheados estavam com o prazer que sentiam como nunca tinha acontecido, até que notaram uma sensação estranha nos seus paus que já estavam hirtos e prontos a saltarem cá para fora. Olharam em redor e notaram em outros dois rapazes que sorriam com caras de malandrecos.
Sentiram-se um pouco envergonhados, deram umas gargalhadas, levantaram-se e atiraram-se para a água.
Fizeram um pouco de natação e quando olharam para os tais rapazes, estes levantaram os dedos como a dizerem ok.
Passado para aí meia hora bem contada, resolveram sair. Passaram belo bar pediram uns sumos e subiram até ao quarto.
As corujas na praia
Na praia os casais maravilha continuavam nos seus banhos de sol e de mar.
- A sua filha parece ser uma menina muito atinada – dizia a D. Gertrudes.
- Felizmente é uma menina muito prendada e estudiosa. Não calcula o que são os rapazes lá da escola atrás dela mas graças a Deus que ainda não se embeiçou por nenhum.
- Mas não a quer para freira, certamente!
D. Eugénia que estava deitada na areia a ouvir a conversa não aguentou mais:.
- Seja Freira ou não o que se lhe deve pedir é juízo quando encontrar um namorado e procurar a felicidade pois tem o exemplo em casa.
- Mas D. Eugénia lá em casa não há maus exemplos e quem saio de casa não fui eu mas o meu marido. – atirou D. Helena um pouco irritada.
- Mas é isso mesmo que quero dizer! De forma alguma a queria ofender. Olhe para o meu filho Carlos só quero que encontre o caminho certo com quem e quando quiser. Para casamenteira já basta a nossa amiga Gertrudes.
- Essa de casamenteira certamente não é comigo, mas que dava um bom casal entre o meu João e a Isabel, lá isso é verdade.
As três como velhas gaiteiras ficaram um pouco amuadas com os dexotes e deitaram-se se papo para o ar sem mais conversa.
Entretanto os homens nada se aperceberam daquelas conversas entre mulheres pois tinham ido dar uma volta pelo areal a fim de ver as vista.
Já a Isabel um pouco afastada das mães corujas lá ia trabalhando para o bronze também sem se meter nas tricas.
Quando os machos lá da casa se aproximaram das suas corujas perguntaram:
- Então os nossos rapazes ainda não apareceram?
Toda irritada, Gertrudes respondeu:
- Ficaram lá na piscina aos saltos como os macacos e nem se lembraram que temos visitas (referia-se à Isabel)
- Deixem lá os rapazes que foram criados como irmãos e sabem bem o que fazem. – disse o Marques sempre complacente.
OS DOIS NO QUARTO
(Há sempre uma primeira vez)
Assim que entraram no quarto o João dirigiu-se de imediato para o chuveiro e perguntou: - Não vens?
Carlos embora durante toda a sua vida tivesse andado com o João nas mesmas escolas, ginásios e desporto, nunca se tinham visto nus como nunca tinha tomado banhos juntos. Mesmo assim, como a coisa mais natural do mundo, tirou os calções e entrou no chuveiro.
Entretanto o resto da família já tinha chegado ao hotel e uma das senhoras foi-lhes bater à porta informando que já tinham chegados, iam tomar banho e prepararem-se para o jantar.
Quando bateram à porta ainda eles se estavam mirando e analisando seus corpos musculados como ainda não tinham estado tão perto. A água que caia em seus músculos e pela proximidade dos corpos vinha saltando de um para o outro indo parar às partes mais salientes dos corpos, ou seja seus pénis.
Então algo de estranho para o Carlos começou a ver o pénis do João começar a levantar-se e observou:
- É pá! Isso levanta-se assim com tanta facilidade?
- Não sei! Se calhar é por estaremos juntos!
- És um tretas! Já há pouco na piscina quando te besuntei com o creme solar notei que ele se levantou.
- Não sei o que é mas quando me tocas fazes-me tesão. Posso ensaboar-te as costas?
Então o Carlos virou-se ficando de costas para o João que começou a ensaboar-lhe as costas.
O seu pénis começou a levantar-se cada vez mais e encostando-se cada vez mais ao Carlos que também o seu instrumento começava a dar ar da sua graça, foi direito às entre nádegas do Carlos que o sentindo encostou-se mais ao amigo que de imediato foi com as mãos até ao pénis do Carlos que também já estava hirto dizendo:
- Parece que estamos a gostar! - Ao mesmo tempo que começava a beijar o lóbulo de uma das orelha do Carlos que virando a cabeça olhou fixamente para o amigo. Estiveram naquilo escassos minutos até que se viraram e ficando frente a frente entrelaçando suas gaitas, começaram-se beijando sofregamente ao mesmo tempo que se abraçavam.
João deixou de o abraçar e segurou com ambas as mãos a cabeça do Carlos. Olharam-se olhos nos olhos mais uma vez mas com ar de interrogação e o João desligou a torneira do chuveiro e começou baixando-se ao mesmo tempo que ia beijando o corpo do Carlos até às zonas digitais metendo em sua boca aquele pau hirto e firme, como diz o outro, mamando-o sofregamente num vai e vem constante e apertando com seus lábios aquela glande lustrosa e escarapuçada.
Carlos gemia de prazer e movimentava-se freneticamente como estivesse a foder uma vagina. De repente! Afastou-se e como louco só disse:
- Também quero experimentar!..
Baixou-se e foi ao encontro do pau do amigo e tal como ele meteu na boca chupando aquele néctar que já saia em grande perfusão. Deu duas bombadas no seu e também se veio rapidamente.
Sem dizerem quaisquer palavras, ambos sem darem por isso ligaram a torneira do chuveiro e acabaram por se banhar.
Do lado de lá da porta D. Gertrudes – a casamenteira - não parava de bater á porta perguntando se estavam a dormir e que dentro de uma hora hera o jantar
Os rapazes nada ouviram e mesmo que ouvissem não estavam em condições de responder.
Saíram do duche ambos com ar comprometido mas sem comentarem o que tinha acontecido. Eram amigos de infância e quase irmãos e respeitavam-se tanto que nada disseram e se algo lhes passasse pelo pensamento teria sido uma experiência própria da sua puberdade. Já tinam dezoito anos, eram descomplexados e já tinham ouvido história de colegas que faziam o que eles tinham feito, portanto, aquilo nada mais era que uma experiência própria da idade.
Já se estavam a vestir quando o telefone tocou – como não podia deixar de ser era a casamenteira (mãe do João) perguntando se estava, a dormir e que iam descer para o jantar e que a Isabel já tinha perguntado por ele. (mentira! Gertrudes já estava era a atirar e Isabel ao seu querido filho pois via ali um bom partido).
Aquele jantar ficaria na memória daqueles rapazes para toda a eternidade.
D. Gertrudes não se cansava de atirar a Isabel a seu filho independentemente de este não ligar muito e seu marido por certas vezes tocar com os pés nas pernas da mulher como quem diz – Oh mulher cala-te com isso.
Quanto a Isabel. Esta coitada via-se um pouco constrangida com tantos ataques e elogios.
A Helena compartilhava da mesma opinião da amiga, pois via ali um bom partido.
Quanto aos país do Carlos durante todo o jantar tentaram sempre levar a conversa para outros caminhos, dizendo por vezes que eles ainda eram novos para pensarem em casamentos. Primeiro tinham de gozar a vida e encontrar uma estabilidade económica.
Quanto a João e Carlos lá iam aguentando toda aquela trama sem comentários. Como estavam ainda com o efeito do que tinha acontecido no chuveiro ainda estavam mais incomodados. E depois do jantar nem sequer foram até ao bar tomar o café do costume. Pediram desculpas dizendo que estavam cansados e recolheram ao quarto.
Você aí que me está lendo pare um pouco e volte mais tarde porque a coisa vai esquentar.
Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.
As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.
Nelson Camacho D’Magoito
“Contos ao sabor da imaginação”
de Nelson Camacho
Histórias & Historietas Eróticas
My Love (It could happen (...)
publicado por nelson camacho às 2013-06-10 10:46:38
Uma história de amor que podia ser a sua
(um conto longo)
I Capítulo
O sol estava radioso e cada vez mais próximo da terra, nem uma nuvem a intercepta-lo. A temperatura estaria ai pelos 29 º centigrados. Quando ele abriu a porta do carro saio dentro dele um bafo ainda mais quente mas naquele dia nada mais importava. Sentou-se e mesmo queimando a as mãos ao segurar no volante ligou a misymarcha e arrancou.
E agora para onde iria?
O carro deslizou como por encanto. Quando deu por ele estava a entrar na marginal do Estoril.
Há muito que não vinha por aquele caminho. Embora absorto nos seus pensamentos Aida deu por vária rotundas que existiam ao longo do caminho até que parou na baia de Cascais.
Estava mesmo ali um lugar para a máquina. Parou, despiu o casaco e ficando em mangas de camisa foi até à esplanada da Marina de Cascais.
“A esplanada da Marina é um espaço exterior de um requintado restaurante com bar, tendo como vista as embarcações de recreio que por ali param assim como a entrada e saída de grades cruzeiros que se movimentam Tejo a dentro e com vista ao Farol de Santa Marta.
Como complemento esta esplanada ainda nos brinda com música ambiente o que se estivermos sós nos faz relembrar momentos do nosso passado. Depois de gozar toda aquela vista deslumbrante, basta fechar os olhos.”
Foi o que aconteceu ao Carlos. Fechou os olhos e como um sonho, relembrou aquele fim-de-semana em Palma de Maiorca.
Chegaram a Palma perto da 22 h Não estava uma noite cerrada mas um lusco-fusco. A primeira impressão ao sair das portas do avião foi surpreendente... um bafo de calor que os obrigou a retirar os casacos que traziam vestidos. João e Carlos lamentaram não saberem o que vinham encontrar, caso contrário fariam o mesmo que uns putos ingleses mais ou menos da idade deles mal entraram na gare tiraram as calças e ficaram de calções. Eles certamente já sabiam o que iriam encontrar mas eles! Nem sonhavam!
Quando se meteram no autocarro que os levaria ao hotel e recordando o que se tinha passado no aeroporto em Lisboa Carlos comentou baixinho ao ouvido do pai o que seria que a Gertrudes prepararia para aquele dias e ambos se riram relembrando a cena.
D. Gertrudes quando chegaram ao Aeroporto em Lisboa foi direita ao balcão da TAP antes de fazer o Check-in com uma desculpa um pouco esfarrapada pedir a alteração dos lugares do João e da Isabel colocando-os lado a lado.
Quando entraram no avião e porque o João já tinha visto em casa os bilhetes que cada um corresponde sempre a um lugar certo, notando a alteração foi ter com o Carlos e conto-lhe a jogada da mãe. Este não esteve com meias medidas e foi junto da hospedeira chefe a dizer-lhe que certamente tinha havido engano nos lugares e que seria conveniente que a Isabel ficasse junto com a mãe pois esta tinha medo de andar de avião. A hospedeira, simpática aceitou o pedido daquele jovem que até não era nada de se deitar fora e os lugares foram distribuídos de acordo com as marcações iniciais.
Quem não ficou lá muito satisfeita foi a casamenteira. Tinha perdido a segunda batalha mas não ia perder a guerra.
Em Espanha foram todos para um hotel de 5 estrelas. Cada casal ficou num quarto, Helena e Isabel ficaram noutro assim como os dois rapazes num só.
Mas afinal quem é esta gente que o nosso Carlos se está lembrando?
II Capítulo
D. Gertrudes nascida nas berças deste país é filha de lavradores e muito beata. Não passa um Domingo sem ir à missa e dar os bons dias ao padre lá da freguesia (como minha avó dizia “Uma Beata caralhuda”
Os pais também beatos por uma questão de statos pois eram os mais ricos lá da terra queriam que a filha fosse doutora. Na altura certa, mandaram-na para Lisboa para casa de uma irmã.
Gertrudes ainda na universidade enamorou-se com o Eduardo França de origem de gente rica da sociedade de Lisboa mas também não muito aberto a modernices.
Ambos se formaram e criaram o seu consultório e riqueza.
Gertrudes, derivado à sua educação familiar, embora médica, entendia os valores da sociedade à sua maneira, sempre refugiada na doutrina cristã. Chegou a ter um problema no Hospital onde prestava serviço por se recusar a atender uma mulher, porque era lésbica e tinha-se apresentado à consulta com a sua namorada.
Gertrudes quando se casou com o Eduardo França procurou uma casa numa zona de abastança, pelo menos aparentemente e encontraram uma que estava nos seus planos mesmo ao lado de uma outra que ainda estava nos finais da sua construção. Antes de fazerem a escritura procuraram saber quem seria os seus futuros vizinhos (pois não queriam qualquer gente ao lado deles). Informaram que era um casal de advogados. Ficaram satisfeitos e fizeram a escritura.
Como aquele condomínio fechado era tudo gente da alta finança – até tinha lá uma capelinha onde havia um padre que lá ia dar missa semanalmente nem pensaram duas vezes.
Assim que lhes entregaram a casa de imediato a mobilaram e para lá foram.
Quando construção da casa ao lado foi finalizada já D. Gertrudes se tinha metido à conversa com o casal proprietário afim de, (como dizia a minha avó – tirar nabos da púcara) e como lhe cheirava a gente de dinheiro e bem formada logo tentou criar-se de amizades.
Os Casais médicos Eduardo França e advogados Manuel Marques a tornarem-se amigos de tal forma que se começaram a visitar.
Era gente nova e descomplexada, talvez pelas sua profissões, embora o casal de médios fossem um pouco complexados em relação aos contactos humanos, escolhiam muito à sua maneira de ser com quem conviviam. Para eles o casamento só havia lugar pela Igreja que frequentavam com assiduidade. Nada de amancebamentos, casamentos de união de facto e muito menos dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo.
Os Casal de advogados embora sendo um casal tradicional, também casados pela Igreja, já viam o mundo de outra forma. Eram mais liberais e diziam que cada um deve procurar a felicidade onde ela estiver embora por vezes o preço a pagar seja muito caro. Estão de acordo com todas as situações de acasalamento.
Estas pequenas divergências (talvez porque nunca lhes tinha batido à porta qualquer situação que colidisse com a forma de ver as coisas) de pressa se tornaram amigos derivado a aproximação das habitações.
O tempo foi andando. As casas foram-se finalizando as decorações de interior até foram feitas com opiniões de ambos os casais, principalmente as senhoras pois os homens dedicavam-se mais aos exteriores, jardins e piscinas. Chegaram no verão a fazerem férias juntas. Durante o ano iam frequentemente à Ópera, ao cinema e jantar fora. Nos seus quintais com piscinas era frequente passarem grandes períodos de lazer com churrascos pelo meio.
Eram dois casais que conviviam numa saudável vizinhança.
Quando um tinha um problema de saúde, aí estava o casal de médicos assim quando havia qualquer problema jurídico lá estavam os advogados.
Quase por milagres ambas as senhoras engravidaram ao mesmo tempo, situação com que eles brincavam e até diziam que era giro, uma ter um filho e a outra, uma filha, e assim passaram mais nove meses.
Porque o Destino a Deus pertence, o que saiu daquelas barrigas não foi um casal mas sim dois rapazes.
A partir daquele momento os moçoilos foram criados juntos. Um fazia anos num dia e o outro passados oito dias de maneira que todos os anos era uma festa pegada durante uma semana. Até havia coleguinhas de escola que ficavam lá durante aquela semana.
A educação de ambos foi muito idêntica tanto nos valores como na instrução.
Frequentavam a mesma escola, o mesmo ginásio, os trabalhos de casa eram feitos umas vezes em casa de um, outras em casa do outro.
Até atingirem a maior idade até férias grandes e pequenas eram feitas todas em conjunto.
Os anos foram passando e numa noite de convívio (já os rapazes tinham feito dezoito anos) somente entre os pais de ambos veio à baila que os seus filhos ainda não tinham falado em namoradas e como estavam perto de umas pequenas férias em que todos iriam para Espanha, resolveram puxar a questão a ambos perguntando-lhes se não tinham namoradas inclusive se as apresentavam e até podiam ser convidadas para aqueles dias em Palma de Maiorca.
Foi com aquelas ideias em mente que num dia de churrasco em que todos estavam presentes, a conversa veio à baila.
Os rapazes ouviram as ideias e propostas dos pais e quase em uníssono responderam que esses assuntos eram com eles e ainda eram muito novos para se prenderem.
Ambos os pais depois daquelas respostas não falaram mais no assunto, no entanto, o casal França (pais do João) talvez por força das suas profissões e os rapazes já tinham chegado aos 18 anos, nas sua intimidade falaram sobre o assunto e a mãe alvitrou convidar para o passeio a Espanha uma amiga de ambos. A Helena que era enfermeira no hospital onde trabalhavam, divorciada e vivia com a filha Isabel também com 18 anos, podia ser que o rebento se enamorasse da dita. Assim ficou combinado.
Depois de D. França ter no hospital contado a amiga o que tinha deliberado com o marido, aquela aceitou o convite ao mesmo tempo que aceitou o convite para um jantar onde estariam todos para ser apresentada com a filha ao resto da trupe.
D. França organizou o jantar em sua casa, com a presença dos Marques para lhes dar conta do que tinha combinado com o marido e apresentar a convidada dizendo logo que as despesas com elas seriam de sua conta.
A Helena com a filha foi apresentada ao grupo. Durante os aperitivos antes do jantar D. França fez sempre questão de tentar juntar em conversa seu filho João com a Isabel.
Quando seguiam para a sala de jantar depois das entradas o casal Marques com o filho Pedro estes foram cochichando pelo caminho.
- Dizia a mãe do Pedro: Parece-me que a D. França está a tentar arranjar namoro com a miúda.
- Cá para mim! Dizia o Pedro que ia entre os pais e com ar descarado e um grande sorriso, balbuciava – O raio da velha está armada em casamenteira mas não tem sorte!
- Que queres dizer com isso do não tem sorte. - Perguntou o pai também em surdina.
- É que nós combinamos arranjar namoradas só quando estivermos fartos da boa-vai-ela.
- Vocês é que sabem! – comentou a mãe . Se vocês fossem raparigas ainda podíamos ter cuidado não nos aparecessem pranhas.
- A tua Mãe tem razão. Nós só nos casámos depois de eu ter gozado a vida.
- Pois! E não gozaste nada mal, pelo que me contam
O trio deu uma gargalhada e acabaram por entrar na sala.
O João notando que ali havia gato, atirou:
- Mas que satisfeitos vocês estão. O Carlos deve estar com as suas dicas de humor!
- Por acaso não! Estávamos a falar da casamenteira disse o Carlos com ar de gozo.
- Mas quem é a casamenteira?
- Eu depois digo-te.
Agora já não eram os três que se riam mas os quatro, embora o João não entendesse bem do que se tratava.
Naquele repasto de apresentação da Helena e sua filha Isabel e os planos de tentar juntar estas á família mas que o total intuito da Gertrudes era acasalar o filho foi um sucesso.
“ Isabel chegou a comentar com a mãe quando foram à casa de banho (é lá que as mulheres ratam das outras que as rodeiam em festas) que a Gertrudes tinha passado a noite a atirar-lhe o filho. Comentando a mãe que não fosse estúpida pois era um bom partido. Que conhecia bem o Dr. e seria bom para elas”
Quando voltaram para o salão onde seria servido o café ficou assentes todos preliminares da viagem. Partiriam numa sexta-feira de avião para Palma de Maiorca e as despesas com elas ficariam a cargo dos pais do João.
Na sexta-feira aprazada não era “Sexta-feira Santa” mas seria a sexta-feira que iria mudar a vida de toda aquela gente que se apresentaram no aeroporto na hora aprazada a fim de embarcarem com destino a Palma de Maiorca.
Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.
As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.
Nelson Camacho D’Magoito
“Contos ao sabor da imaginação”
de Nelson Camacho
My Love (It could happen (...)
publicado por nelson camacho às 2013-06-10 09:08:31
Uma história de amor que podia ser a sua
Preâmbulo
De Um Conto Longo
Permanentemente recebo E-mails de amigos leitores dos meus blogues na blogosfera. Alguns encontram-me aqui e ali fazendo os seus comentários outros mandam-me e-mails uns com opiniões e solicitações de ajuda particularmente outros ainda, talvez pelo meu estilo de escrita (literariamente romanceadas) mandam-me solicitações sobre um ou outro vídeo que encontraram no Youtube e porque não têm tempo ou porque o poder da escrita não chegou a eles, solicitam-me para escrever uma história com determinado teor. Não sou um ex-expert mas sim um escrevinhador de histórias. Foi assim que surgiu nos meus dedos esta história para divulgar o vídeo aqui apresentado entre Shane e Tom (uma história entre tantas outras que até te podia acontecer) e que já se tornou viral na internet.
Antes de entrar na história propriamente dita, vou dar alguns esclarecimentos sobre a união de facto e de casamento entre homossexuais.
Dizem ainda alguns que há casamentos normais e outros anormais ou naturais
Os normais ou naturais serão entre homem e mulher para que haja procriação
Os Anormais são os entre pessoas do mesmo sexo porque não podem procriar.
MENTIRA!
Com a evolução dos tempos a coisa já não é bem assim! Já vai no 14.º País que admite por Lei o casamento entre pessoas do mesmo sexo e entre estes 14 existem 10 que a quando a lei foi homologada também foi com o direito ao adoptar crianças.
Poderão dizer os do contra que este tipo de casamento é anti-natura e nesta classe estão os padres e homofóbicos.
ANALISEMOS;
Entre os padres existe a pedofilia e para eles esse crime não é anti-natura.
Para os heterossexuais. Há mães e pais que abandonam os filhos em qualquer instituição, vão de escada ou contentor de lixo, abusam deles sexualmente e até os matam à nascença. Para estes não há anti-natura.
Só para rematar este ciclo de contradições e contrapor as suas opiniões, está provado por psicólogos abalizados que um casal de gays é tão ou mais competente para criar e educar um jovem, igual ou melhor que alguns casais hetro.
Não sendo a homossexualidade uma doença mas sim uma tendência diferente nos seus relacionamentos sexuais e não são atitude que se pegue, não há história que filhos adoptados por gays se tornem gays.
Vamos á lei:
Em Portugal os casais homossexuais podem casar mas não podes adoptar crianças. Mais uma vez o governo meteu a pata na poça. E porquê?
Mesmo que eu seja Gay solteiro ou divorciado e solicite a adopção numa instituição oficial, eles só se vão preocupar se tenho condições económicas.
Existe em Portugal muitos gays que adoptaram crianças têm cuidado delas como filhos e estes não viraram gay, somente porque não são casados embora vivam em comunhão de facto (oficialmente ou não). Se quiserem eu digo o nome de alguns.
Também um casal gay não casado não lhe dá o direito de visitar o amigo num hospital se esse for acometido por qualquer doença grave desde que este esteja sujeito a visitas somente de familiares, assim como mesmo vivendo em comunhão de bens não tem direitos sobre o património do falecido, mesmo depois de ser provado que esses bens foram adquiridos pelos dois com o esforço do seu trabalho.
São as contradições das nossas leis quanto ao tratamento do seu povo em que somos todos iguais, segundo a Constituição da Republica, mas não tanto.
Se eu for bissexual, ou seja. Casado com uma mulher em casa e lá fora em vez de te uma mulher como amante tiver um homem. (E há milhares). Tenho todos os direitos do mundo inclusive direito à adopção.
Se uma lésbica casada quiser adoptar uma criança também não pode, no entanto pode ter um filho por inseminação artificial.
Os direitos às crianças estão contaminados.
Segundo este e outros governos que mal nos tem dirigido preferem que uma criança seja institucionalizada toda a vida, em alguns casos até aos 18 anos e sofra na pele a falta do afago, carinho, compreensão e aprendizagem dos valores sociais. Em algumas instituições há promiscuidades sexuais entre criança e adolescentes. A Casa Pia é um exemplo.
No dia 17 de Maio próximo (Dia contra a Homofobia) vai novamente e pelas mãos do PS e do Bloco de Esquerda debater no Parlamento os Projectos de lei sobre a adopção de crianças por casais homossexuais. Espero que em abono da saúde mental das crianças (Os homens do amanhã) reconheçam que efectivamente é melhor serem criados junto de quem os ama que dentro de uma instituição.
Infelizmente quando acabei esta história de vida já tinha acontecido o tal 17 de Maio onde iria ser debatido novamente a adopção de crianças por casais homossexuais, que mais uma vez foi chumbada no entanto, conseguiu passar o Projecto de co-adopção aprovado com 99 votos a favor, 94 contra e 9 abstenções agora. Agora um casal do mesmo sexo já pode morrer descansado pois os filhos adoptantes já ficam salvaguardados pela sua parentalidade ficando assim salvaguardados os seus direitos legais iguais aos dos filhos reais.
A história que conto a seguir nada tem a ver com o Shane e Tom apresentado no vídeo mas uma história de vida entre jovens homossexuais que ainda vivem estes traumas, derivado à incompreensão dos adultos, contada à minha maneira.
Espero que gostem.
Mas vamos à história. (Ir para parte II)
Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.
As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.
Nelson Camacho D’Magoito
“Contos ao sabor da imaginação”
de Nelson Camacho
publicado por Henrique Monteiro às 2013-06-10 07:28:35
publicado por diariodeumfrustrado às 2013-06-09 12:56:00
A ideia de criação deste meu diário não foi (de todo) a de criar um espaço onde as pessoas me mimem e digam palavras bonitas que me afaguem o ego ou preencham um qualquer vazio existente. A definição de frustrado deixo-a assente no subtítulo do diário. Por vezes sinto-me mal com tantas palavras agradáveis que me dizem por aqui ou com as tentativas que fazem de me tentar animar ou levar para um rumo mais positivo e colorido. E sinto-me mal porque não acredito nas velhas teorias de "pensamento positivo" ou "pensar nas coisas boas" ou ainda no "obrigar-me a fazer e a pensar positivo para mudar tudo à volta". Não acredito em nada disto, lamento. E não espero que os "empurrões" que me dão para tentar "arrebitar" continuem como forma de reunir atenções. Sou extrovertido, mas não gosto de concentrar atenções, nem mesmo para sentir que sou acarinhado. É por saber que não consigo corresponder aos pensamentos mais simplistas que por vezes me tentam animar por aqui que peço desculpa a quem o faz. E peço desculpa por não me conseguir sentir minimamente contagiado apesar do esforço que fazem. Desculpem.
Também não quero ser deitado para baixo ou desprezado, ninguém gosta. Mas acredito que me faz sentir melhor trocar ideias sobre coisas banais, da vida, sentimentos em comum, do que tentarem injectar-me teorias da positividade. Não funciona, acreditem. Imunizei-me, nem sei bem como. O que me faz sentir melhor são as coisas que descrevo.
publicado por Henrique Monteiro às 2013-06-09 03:47:22

