Pormenores sem a mínima importância
publicado por Cátia às 2013-05-22 22:21:22
perfil público
Dreamer
Seguir Perfil »Nome
Rita Garcia
Data Nascimento
03-10-1988
Sexo
F
Localidade
Lisboa
Pormenores sem a mínima importância
publicado por Cátia às 2013-05-22 22:21:22
Que eu trabalho nas aulas para depois ter um 20 à cadeira.
Ok, já me gabei, end of the story!
Aquelas coisas que me ati(...)
publicado por Bê às 2013-05-22 18:06:23
Há apenas três números com a capacidade de se exibir quatro vezes ao mesmo tempo num relógio e que se vêem no direito de se achar mais que os restantes números só por isso. 0. 1. 2. Depois de pensar nisso, achei fantástico. Não se sintam mal se acharem o post - ou eu - esquisito(a). (In)Felizmente, andar a matutar sobre coisas relacionadas com mente, e a nossa visão sobre o mundo e os mais variados assuntos, há anos, tem os seus frutos e dá nisto.
Get out Mickey, I need sp(...)
publicado por Bê às 2013-05-21 23:33:01
Ultimamente, a minha mãe anda interessada num programa do Odisseia que faz recriações de mortes que não lembram a ninguém - vi um relato de dois rapazes que morreram num jardim de cactos, ambos completamente bêbados ao ponto de começarem a ter alucinações; um morreu com um espetado no coração, outro foi contra outro que lhe perfurou os olhos e o cérebro (?) whatever, foi uma coisa esquisita. Em contra partida, o meu pai anda interessado num programa do História - que por acaso é giro - em que as pessoas vão a uma loja com pertences antigos para vender o que quer que tenham antigo. Pelo que eu entendi, são feitas licitações sobre os objectos que as pessoas vendem, e após os proprietários da loja comprarem, levam a leilão mais tarde. Na última vez que vi o programa havia um rapaz moreno com uns caracóis engraçados. Foi à loja para vender uns quatro telefones antigos do Mickey. Coleccionador. O que o levava a livrar-se dos telefones mais antigos que os meus avós era a mudança da namorada. Ele disse que os queria vender porque a namorada ia viver com ele e ele precisava de espaço para os sapatos. Oh-meu-deus. O que eu sei, é que temos aqui um namorado e pêras. É assim mesmo.
Pormenores sem a mínima importância
publicado por Cátia às 2013-05-21 20:15:30
Eis a música que vai tocar no meu despertador todos os dias neste último mês de aulas/avaliações. Prometi que ia estudar a sério nestes últimos dias. Estudar a sério não consigo, por isso vou estudar o suficiente para que saia qualquer coisa acima do razoável. Está prometido!
publicado por Bê às 2013-05-21 15:04:00
Eu disse que ia começar a arranjar o capítulo depois de três shots feitas e de acabar uma segunda parte numa outra coisa em que estou a escrever. Bem, não foi bem assim porque eu fiz uma shot apenas - acho eu - e apenas tratei da primeira parte da segunda parte do que eu queria. Também tinha dito que este capítulo não era nada de especial...Bem, ele não era. Não prestava para nada antes de o arranjar. No entanto, o arranjo mudou as coisas e com as coisas que acrescentei acabei por gostar dele e tudo. Obrigada pelas marcas, sim? E obrigada por ainda estarem a seguir isto. Não se preocupem que já falta menos de 40 caps para terminar ;)
» Capítulo 22 «
Se o esforço e trabalho não tivessem dado as mãos ninguém poderia afirmar que dois rapazes tinham enfrentado uma confusão danada para pôr as coisas em ordem de novo. Eram duas da manhã e eles sabiam que poderiam ter despachado e acabado com as arrumações e limpezas se todos tivessem colaborado. No entanto, Audrey estava demasiado alterada para ser deixada por Tom e dado o estado de Mel - e o receio que ainda persistia pelo seu bem-estar - fora decisão deles deixar Gustav ao lado da morena, deixando Georg e Bill encarregues das limpezas.
Já não havia vestígios de comida ou de garrafas pela sala, o chão e os móveis haviam sido limpos; e quando os dois empregados das limpezas se deixaram cair num sofá, já toda a casa se encontrava em silêncio. Audrey tinha começado a sossegar há uns minutos e Mel, até então, mostrava-se embriagada mas bem, ao ponto de não cometer mais nenhuma idiotice. Eles podiam, por fim, respirar e descansar porque bem mereciam.
publicado por Bê às 2013-05-20 00:42:09
Encho o papo. Ando tão virada para a Nora que não quero outra coisa. Este era o último e único livro que tinha comprado dela e que me faltava ler e agora...acabou! Não tenho mais nada da dona Nora para ler e eu não gosto disso. Estou em plena depressão porque gosto cada vez mais dos seus livros e do sentimento que põe neles e...não tenho mais nenhum para ler. Está quase a fazer um ano desde que o comprei e a piada está no facto de o ter levado por...levar. Sabia que o queria ler mas na altura de o escolher foi completamente ao acaso porque não me lembrava da sinopse nem daquilo que eu poderia contar com o livro. Escolhi e decidi trazê-lo para casa porque sabia que constava na minha lista de futuras compras e no meio de tanta indecisão, decidi arriscar. Eu não poderia ter escolhido melhor.
Para mim, os livros desta senhora seguem sempre a mesma ordem. Temos sempre um homem fantástico, uma mulher d'armas que sabe o que quer e um romance de nos deixar a suspirar pelos cantos por tempo indefinido. Pensei que este fosse seguir o mesmo estilo mas que seria engraçado pela particularidade da protagonista ser mãe solteira. A verdade é que me enganei e foi por isso que me rendi por completo a este livro. Notei logo diferença no início. Ela não é uma expert nas palavras mas tem jeito para elas e deixa-as fluir livremente e eu gosto disso. Desta vez mostrou-se mais crua e houve muita gíria pelo meio. Não considero a Nora uma mulher que fuja de determinado tipo de palavreado; quando tem de usar, usa. No entanto, nos diálogos e na narrativa do livro estava imposta tamanha descontracção que me fez prender ainda mais à história. Pensei também que ela não se dedicasse a romances policiais enquanto Nora Roberts e que era por esse mesmo motivo que havia criado a J.D. Roob. Portanto, encarar uma negociadora policial e os seus casos foi uma surpresa...agradável porque conhecer e tornar-me melhor amiga da Phoebe por 410 páginas por semanas foi um máximo. Também não posso deixar de dizer que apesar do protagonista ser o homem de sonho que eu esperava encontrar, ele deliciou-me pelo cavalheiro que era. Era de ideias fixas e isso atraiu-me tanto que se ele existisse mesmo, eu não responderia por mim. A forma como ele lidou com a família dela, principalmente a filha, foi demasiado encantadora e...enfim, estou rendida. Tenho pena por ter terminado mas ainda tenho o filme que fizeram baseado nele para ver. As minhas expectativas não estão muito altas porque, infelizmente, não parece haver alguém com competências para fazer um filme BOM baseado nos livros dela. Esses ficam todos para os livros do senhor Sparks, pelos vistos.
Enfim, resumindo, a trama foi fantástica, o romance também, a relação entre os personagens idem idem, aspas aspas. Não li muitos livros da Nora mas este sem dúvida que se tornou um dos meus preferidos...e tudo por um acaso. Resta-me ver se arranjo depressa mais livros dela para ler. Portanto, Dona Feira-do-Livro e Universo, espero que estejam alinhados a meu favor, pelo amor da santa. Estou a rezar por estes num futuro próximo...
Com uma graaaaaave e profunda inclinação para os "Escândalos Privados".
publicado por Dady às 2013-05-19 19:58:11
E como se volta aos bíquinis e às praias, ao sol escaldante e ao enregelado mar, assim voltei eu. (assim espero) Mais uma vez, tive a ideia de regressar, quiçá arruinada daqui a um curtíssimo período de tempo (como tem acontecido...), por falta de fé ou de tempo, de coragem ou de inspiração, de críticas ou elogios.
Porém, o sonho ainda não morreu. Ainda sonho e trabalho para que as minhas palavras inspirem quem mais precisa. Ainda sonho mexer com as emoções condicionadas de alguém. Ainda trabalho para que isto se concretize num mundo escuro e egoísta.
A escrita ainda me supera (ou serei eu que me supero com a ajuda da minha velha amiga?). A caneta ainda ouve os meus suspiros interiores. A folha ainda me dá abrigo fora da minha cabana.
Ainda sou eu. Ainda sou diferente. Ainda sou excluída e incompreendida. Mas quem não é, ou foi, que não seja, ou tenha sido, bem sucedido?
Mas é tudo isto que eu sou. É para tudo isto que luto e que acordo todos os dias. É para tudo isto que ainda tenho força e racionalidade de me aceitar como sou... não: de aceitar os outros como são e como me vêem a mim.
Nunca nos encontramos verdadeiramente, não é? Acho que todos sentimos isso. No entanto, não é impossível que te vás conhecendo melhor e aceitando que és perfeito/a da maneira que és. A diferença tem os seus contras no início, mas no fim... o mundo está aos teus pés, o mundo quer-te, deseja-te e agradece-te. No fim, tu és o mundo e quem te denegriu, venera-te.
Não deixes de ser quem és. Não deixes de ser quem não és.
Nunca te deixes levar pela maioria. Nunca te deixes levar pelo bonito. Nunca te deixes levar pelo fácil.
Escolhe o caminho com curvas, com obstáculos, com becos sem saída.
E com uma mensagem de quem sabe do que fala, assim começo uma nova memória deste cantinho poeirento e esquecido.
publicado por Bê às 2013-05-18 21:55:27

*morta de riso* A tua carapuça foi descoberta, hein, Gustav? ahahaha
Agora, andem com isso. Quer ver-vos a falar mal do Bill! Isso vai ser interessante...
publicado por Bê às 2013-05-18 00:29:26
Um novo ar. Não é nada de novo mas dá para o gasto e sempre há uma mudança que é o que eu queria. Se eu estava muito farta do outro? Nem por isso mas o meu estaminé precisava de alguma cor. Ainda são capazes de ver um vestígio do que o outro tinha por estes lados também. O que posso dizer? Não me consegui livrar daqueles Power Rangers alemães. Como eu calculo que não haja mais nada por estes lados que requeira um balde, babem-se perante a caixa de comentários.
Changing times... changin(...)
publicado por angelasoeiro às 2013-05-17 09:52:39
Então mas afinal aquilo que eram jardineiras em 1997 agora em 2013 são alvarozes!?
É como as madalenas que agora afinal são cupcakes!!
publicado por Bê às 2013-05-17 02:52:14
É só por dizer que tenho irmãs mais atenciosas que a Branca de Neve ou que os ratinhos da Cinderela. Isto não é para lhes chamar de bichos. Isto é para dizer que ainda nem amanheceu, ainda nem dormi para voltar a acordar, e elas antes de irem para a cama deixaram-me leite com chocolate e bolachas de maçã e canela sobre a minha secretária alegando que o faziam para me deixarem com o pequeno-almoço à mão. Apesar de ainda ter o gosto do jantar ainda aqui entalado, já estou a salivar pelo gosto das bolachas.
Boa noite e palmas para mim.
Nem três da manhã e já me vou render a sonhos.
publicado por Bê às 2013-05-16 22:07:06
O pai uma vez chegou a dizer-me que se eu era manhosa. Que eu percebia tão bem as coisas que fazer cadeiras de filosofia - a.k.a.aprofundar conhecimentos e conhecer a mente humana - só piorava isso de uma maneira demasiado positiva. E para finalizar isso, disse que se eu tirasse um curso de psicologia eu ficaria demasiado rica/poderosa. É. Eu estúpida não sou e boa a apanhar coxos e mentirosos sou eu. Eu acho que se combinasse o caos em que a filosofia me deixa com o caos da psicologia eu seria...um Darth Vader ambulante, praticamente. So, vamos deixar as coisas como estão por enquanto. Mas verdade seja dita que nunca se sabe o que pode acontecer amanhã.
publicado por angelasoeiro às 2013-05-16 14:53:56
... sim, foi lindo o gesto da Angelina Jolie. Mesmo!!!
Foi importante a comunicação social fazer a cobertura da acção dela e salientar que a mastectomia nestes casos já se faz em Portugal há muito tempo, talvez como forma de encorajar outras mulheres a faze-lo. Mas dei comigo a pensar e a falar com uma amiga: Aqui as reconstruções mamárias não são comparticipadas e são extremamente caras, nem todos a podem fazer.
No lugar da Angelina, estando eu financeiramente impossibilidada de reconstruir posteriormente o peito, faria a mesma coisa?! Teria a mesma ''coragem''? E ela própria? Retiraria o peito mesmo assim?!
Pensei na M. uma amiga que retirou o peito e vive até hoje com a esperança de um dia o vir a reconstruir. Esperança essa que vai decrescendo de dia para dia com o avançar da idade, com o fantasma do desemprego, com as prestações da casa vencidas... A M. retirou o peito porque teve que ser. Não foi opção. Vive assim, mutilada porque não teve escolha. Assim como a Ana.
Pensei no que elas sentiram quando viram a Angelina Jolie fazer do sacrificio delas uma escolha tão fácil (pelo menos foi isso que aparentou: ser fácil).
Desculpem lá, mas heroínas, para mim, são estas mulheres.
publicado por angelasoeiro às 2013-05-16 14:47:15
Mas não me venham com a história dos nacionalismos porque no ano passado eram DUAS equipas PORTUGUESAS que estavam na final da liga europa e eu não vi tanta cobertura na comunicação nacional ou mesmo na voz do povo como vi este ano.
Fiquei com pena de terem perdido assumo, perder dois jogos seguidos da mesma forma é dose e eu imaginei o que sentiria se se tratasse do meu clube, mas não, não torci por nenhuma das equipas nem antes, nem durante o jogo que mal vi.
publicado por Bê às 2013-05-15 18:40:32
Acontece que...acabei por gostar deste capítulo mais do que esperava. Não é nada de especial mas está melhor que antes, sem dúvida. Obrigada pelas marcas, gosto de ver que mesmo dando capítulos chatos e blablabla vocês gostam. Portanto, estou autorizada a fazer a segunda parte de uma escrita e acabar umas duas/três shots antes de arranjar o próximo cap? Acho que sim ;)
» Capítulo 21 «
Gustav esticou-se até os assentos da frente e debruçou-se, levando Tom a olhar para si e Bill a fitá-lo momentaneamente de lado, atento à condução enquanto a sua cabeça parecia que ia explodir - Sempre vamos beber um copo? - Indagou, observando tanto Bill como Tom - Tivemos trabalho que sobra pelas confusões que aconteceram. Nós merecemos.
- Além do mais, elas ainda devem estar ocupadas com o programa de miúdas. - Comentou Georg - Não quero dormir já. - Bill suspirou e olhou para Tom pelo canto do olho para saber a sua opinião. Tom não retribuiu o gesto. Limitou-se a suspirar e a encolher-se no assento, colocando as mãos dentro dos bolsos do casaco.
- Por mim tudo bem. - Disse Tom.
- Três contra um. Mesmo que não queiras, vamos à mesma Bill! - Disse Georg, rindo-se e batendo com a mão na de Gustav quando ele se voltou a sentar correctamente. A única coisa que Bill fez foi apertar o volante do carro e mudar a direcção do veículo, tomando caminho para o bar que costumavam ir que não ficava longe de casa. Estava cansado e frustrado mas iria arranjar disposição para um copo.
publicado por Bê às 2013-05-14 22:01:00







[Springfield]
Com especial destaque à primeira camisa e as duas t-shirts.
Espero sinceramente que hajam em saldos porque eu PRECISO de tê-las.
publicado por Bê às 2013-05-14 17:37:42
*a mãe para mim depois de trezentas mil perguntas e afirmações ao qual eu só sorria ou respondia com mono sílabas*
"Na próxima vez que alguém me telefonar eu vou dizer que estou sozinha. 'Estás sozinha?' Sim, estou só com a fotografia da minha filha. Vão dizer que pensavam que estavas em casa e eu vou dizer ai e tal, eu também, mas não. Estou sozinha com a fotografia da minha filha sentada ao computador. Porque tu não abres a boca nem dizes nada, fruta."
Bom, não deixa de ser um ponto de vista interessante.
publicado por Bê às 2013-05-14 01:51:24
Foi o típico teen movie mas...foi tão perfeitinho! Alguma vez viram isto? Eu nem sabia da existência dele até há uns meses em que o encontrei por acaso e o deixei em lista de espera para ver quando tivesse paciência. Bem, agora estou arrependida de não ter visto mais cedo! Estou em vias de afirmar que se tornou um dos meus filmes preferidos e para isso acontecer é porque é grande. Tal como referi, é o típico teen movie. Portanto a história não tem magia nenhuma nem nenhuma inovação. É a simplicidade e realidade da situação. Fez-me rir, concordar com muita coisa dita, fiquei com os calores em certas partes e pelo beicinho por outras. Gostei muito mesmo. Muito muito mesmo. Estava a planear ver outro filme mas esta pérola deixou-me inspirada. Se ainda não foi percebido...RE-CO-MEN-DA-DO! Estou deliciada com a ideia de que ainda podem haver rapazes decentes por aí e que eles são assim. No que toca a mim já tratei de guardar no pc a banda sonora completa do filme porque as músicas também são fantásticas. Vejam, really.
publicado por angelasoeiro às 2013-05-13 16:13:04
É. Às vezes este nome poderia muito bem ser o meu nome do meio!! A sério que sim.
Hoje, por exemplo é um desses dias, e o pior é que não me dá mesmo jeitinho nenhum!!
publicado por Bê às 2013-05-13 04:44:51
Saber que esta história foi real comove-me. Estava mortinha para ver este filme e, apesar de o ter achado bem simples, gostei. Não tenho muito a dizer sobre ele apesar de o considerar uma boa sugestão porque acho que é sempre bom relembrar que há quem se encontre pior que nós mas que sabe ser feliz e aproveitar a vida da forma que lhe foi dada, da melhor forma possível. Ele foi muito forte, sem dúvida.
publicado por Bê às 2013-05-12 22:16:38
Hoje percebi que há mais a alimentar a minha não relação com séries fora a não paciência para elas. Não me vão querer pôr a falar enquanto estão a tentar ver uma porque pertenço àquele tipo que percebe tudo no início e já sabe o que vai acontecer. Por uma simples casualidade, estive a ver os últimos 5 episódios que saíram da última temporada das Mentes Criminosas e nem 5 minutos do início dos episódios já me viam a dizer quem era o criminoso e os motivos dos crimes; fora num em que demorei 13 minutos, vá. Estou aberta a convites para ir trabalhar neste tipo de coisas, já agora. Obrigada.
publicado por Bê às 2013-05-12 15:01:35
Ontem meti-me a ver vídeos do Bruno porque ando muito virada para ele por motivos óbvios. Encontrei isto e mais uns sketches engraçados que me fizeram rir imenso. Este deixou-me completamente rendida. Entretanto, ando ocupada a interiorizar que não vou ver de forma alguma em Novembro e apesar de tudo até está a ser um bocado complicado. Era algo que eu queria mesmo, tendo vindo a afirmar que quando ele viesse cá eu não iria perder por nada. Pelos vistos as coisas não são bem assim. Onde estava eu com a cabeça para pensar que os bilhetes para Novembro iriam vender-se todos mas lentamente e não em poucos dias? Pois. Anyway, coisas destas à parte, os sketches são mesmos engraçados e valem a pena ser vistos.
publicado por Bê às 2013-05-11 01:38:39
Curta metragem.
Por norma não sou muito amiga de filmes com política e acho que é escusado dizer que o que me moveu a ver este foi o título e ler uma pequena e rápida sinopse sobre o que iria encontrar. A base era o caso amoroso da rainha de Dinamarca com o médico do rei, basicamente. Estava à espera de uma coisa bem conturbada. Tenho de dizer que me agradou bastante o facto de ela não ser uma rainha queque mas sim das que tinha ideias inovadoras e fixas. Fiquei um pouco chateada pela mentalidade retrógrada de muita gente mas satisfeita com o que foi dito no final. O filme em si é bom. Ganhou pontos para mim pela imagem e pelo romance também, ainda que tenha havido coisas que me partiram o coração. O principal para o ver é ultrapassar o facto de ser em dinamarquês e que têm pela frente duas horas e dezassete minutos. Se estiverem dispostos a ultrapassar isso, acho que fazem bem em ver.

