publicado por Margarida às 2013-05-23 14:41:03
perfil público

Nome
Márcia
Apelido
Estela
Data Nascimento
17-05-1974
Sexo
F
Código Postal
4480-929
Localidade
Vila do Conde
publicado por Margarida às 2013-05-23 14:41:03
Os bilhetes para o concerto já cá cantam!
Até novembro espero não me esquecer de onde os guardei!
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-23 14:21:13
Se encontrar uma nota nova de cinco euros não vou colocar nenhuma foto no instagram, nem no facebook, nem em lado nenhum. Não vou tecer qualquer tipo de comentários. Não vou festejar com bolo e champanhe. Não vou reunir-me com os amigos. Não vou bajular uma nota de cinco euros, “tão linda,né?”. Não, não é. É uma nota. O dinheiro é cocó.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-23 14:20:12
Há alguns anos atrás, tantos anos que nem me lembro como era o meu rosto, uma amiga fez acusações fortes a meu respeito. A nossa amizade era unha e carne. Via-a como uma irmã, inseparáveis. Na altura, namorávamos, saímos os quatro juntos para jantar ou fosse lá o que fosse. Pensava que ela era minha amiga. Pensava, na verdade não era. Depois de uma ida à praia, uma outra amiga alertou-me para o facto de ela andar a dizer que eu “andava a tirar fotos ao seu namorado” no pior sentido que possa ter. Sempre achei que ela era ciumenta obsessiva. E era. Ninguém no seu perfeito juízo ia para a varanda espiar o namorado com uns binóculos. Não preciso de dizer mais nada, né? Ela tinha problemas gravíssimos e eu fui arrastada. Fui pedir-lhe satisfações e ela confirmou a história. Custou-me imenso cortar relações de amizade com ela mas depressa deixei de sentir saudades e perceber que esta história só podia ter surgido com o objectivo de me afastar. Talvez soubesse de mais. A vida continuou. O casal continua. Nunca a vi acompanhada por uma amiga, vejo-a sempre sozinha ou com a mãe. Pudera.
publicado por B. às 2013-05-23 11:54:48
...já não era suposto os collants não rasgarem no instante em que se calçam? Portanto, collants inrasgáveis? Anyone?
publicado por Mac às 2013-05-23 11:30:05
Sempre que falo nos meus filhos, fico a pensar sobre o que posso partilhar e o que de alguma forma poderá comprometer o futuro deles. Acho que sei onde está a linha, mas não tenho a certeza se consigo fazer um exercício de futurologia suficientemente bom, de forma a não deixar que se desenrole um filme de qualidade duvidosa. Sei que não ponho fotos deles com as caras visíveis (e como tantas vezes me apetece, pessoas, como me apetece, que eles são lindos). Sei que não conto nada de específico e fico-me por esta ou aquela característica comportamental. Raramente conto uma gracinha e ainda menos descrevo este ou aquele dialogo com o mais velho, porque do pequenino não há grande coisa a assinalar, nem me parece que quando houver, o faça.
Só que um dia posso estar distraída, ou não estar a ver como poderei vir a prejudica-los, e vai daí lanço para o cíber uma graçola que um filho disse, aparentemente é inocente, inócua, mas tem tanta gracinha. Agora vamos supor que um dia, esse filho já tem uma posição profissional e alguém vai buscar isto e aquilo que a mãe andou a espalhar por aí. Pois.
É que eu cá lembro-me bem como detestava quando mãe querida contava coisas minhas às amigas, ou lhes mostrava fotos minhas. E não era propriamente a net.
De uma coisa tenho a certeza, não temos o direito de expor a sua identidade e intimidade, principalmente porque eles não são vistos nem achados. Será que um dia vão gostar de se ver espalhados na net? Acho que vamos ter de estar preparados para isso. Ou não os espalhar.
[a propósito disto, via Quem sai aos Seus]
publicado por B. às 2013-05-23 10:59:12
Pela harmonia matrimonial, uma pessoa define tarefas. Eu passo a ferro, ele dobra a roupa não passavél, eu cozinho, ele arruma a cozinha, ele corta a relva, eu vou para a zumba, e por aí fora. Tudo feliz e contente sem aborrecimentos por causas sopeiras.
Uma pessoa chega a casa depois da jornada, na mesa da sala dois cestos de roupa imaculadamente dobrada. WTF?! Só o adverbio já é causa para estranheza mas a memória de que aquela roupa foi estendida na noite anterior e a certeza de que, esta manhã, ainda estava na corda, não deixam dúvidas... "ela anda aí!".
Raispartira!, pelo menos passava a roupinha, ou preparava a janta, ou lavava o WC, mas não, sempre as tarefas do menino.
Sendo assim, não me resta alternativa: tudo a devolver as chaves cá de casa!
:)
publicado por B. às 2013-05-23 10:41:26
03 - HERE COMES THE SUN, (...)
publicado por Mac às 2013-05-23 10:30:27
publicado por Life Inc às 2013-05-23 09:31:27
Hoje venho-vos falar da Coobie, uma marca de roupa e acessórios de criança até aos 10 anos. A marca esteve presente na Vendinha das Mães em que eu participei e já aí tinha andado a namorar as roupinhas.
Gosto de ver a Pinypon com roupinhas fofas mas sem exageros de folhinhos e laçarotes. Afinal de contas, a roupa tem de ser cómoda para eles brincarem e não acho que froufrous em demasia sejam práticos. Gosto de a ver confortável e não tipo bibelôt.E se há peça de que eu gosto são os fofos. Super cómodos, giros de tão "fofos" que são, e ótimos para os dias mais quentes que hão-de chegar. Dá para usar com uma camisinha por baixo nos dias mais frios e por isso acaba por ser uma peça também versátil.
Aproveitando uma promoção do Dia da Mãe, encomendei então um fofo na loja online e a semana passada fui buscá-lo à loja que fica situada na Rua da Luz. E que perdição de loja, só coisas lindas! Tão bom gosto! E ainda vi uns vestidos e saiais lindos para Batizado, julgo que será lá mesmo que vou comprar. Lindos de tão simples que são, mesmo o que eu procurava. E as touquinhas? Uma perdição!
Deixo-vos aqui umas fotos da Pinypon e o seu fofo, de pernocas ao léu e pezinhos descalços. Já vos disse que ela adora andar descalça?
xoxo
cindy
promoção Minipreço de fim(...)
publicado por Monóloga às 2013-05-22 23:33:18
publicado por Monóloga às 2013-05-22 23:24:17
publicado por Monóloga às 2013-05-22 23:12:28
publicado por Jorge Soares às 2013-05-22 21:45:41
O Castelo do Sabugal, também referido como Castelo das Cinco Quinas devido ao formato incomum de sua torre de menagem, localiza-se na freguesia, cidade e concelho do Sabugal, no distrito da Guarda, em Portugal.
Em posição dominante sobre a povoação, num pequeno planalto da serra da Malcata, controla a travessia do rio Côa em sua margem direita, donde a sua importância na antiguidade e na época medieval.
De acordo com evidências arqueológicas, supõe-se que a elevação em que se situa o atual castelo, dominando o curso do rio Côa, foi ocupada por seres humanos desde época pré-histórica, que aí teriam erguido um castro.
Com a Invasão romana da Península Ibérica, foi implantada uma extensa rede de estradas cortando a península, uma delas cruzando o Côa neste trecho. Admite-se que este povo tenha mantido, neste mesmo sítio, uma pequena guarnição militar para a vigilância e defesa da travessia do rio. Séculos mais tarde, conheceu o domínio por povos germânicos e por Muçulmanos, dos quais não restaram maiores evidências.
À época da Reconquista cristã da península Ibérica, as terras do Sabugal foram inicialmente conquistadas possivelmente por D. Afonso Henriques (1112-1185) em 1160, vindo a ser perdidas logo após para o reino de Leão.
Em 1190, Afonso IX de Leão criou o Concelho do Sabugal, tendo a vila sido fundada por volta de 1224, época em que foi principiado um reduto defensivo.
Integrante do território de Ribacôa, conquistado a Leão por D. Dinis (1279-1325), recebeu Carta de Foral daquele soberano português em1296. Entretanto, a sua posse definitiva para Portugal só foi assegurada pelo Tratado de Alcanices em 1297. O soberano, a partir de então, procurou consolidar essas fronteiras, fazendo reedificar o Castelo de Alfaiates, o Castelo de Almeida, o Castelo Bom, o Castelo Melhor, oCastelo Mendo, o Castelo Rodrigo, o Castelo de Pinhel, o Castelo do Sabugal e o Castelo de Vilar Maior.
Iniciam-se, nesse contexto, os trabalhos de ampliação e reforma da sua defesa casteleira, desimpedindo-se o espaço intramuros onde se erguiam algumas casas da povoação e reforçando-se as muralhas que ganharam por dois grandes torreões dominados por uma alta torre de Menagem. As obras, referidas por Rui de Pina (Crónica de D. Dinis), foram concluídas em 1303, sob a direção de Frei Pedro, do Mosteiro de Alcobaça. Credita-se ainda, a este soberano, o estabelecimento, nestes domínios, de um couto de homiziados, privilégio que visava atrair povoadores. Alguns documentos confirmam que este privilégio se encontrava em vigor ainda em fins do século XV.
No reinado de D. Manuel I (1495-1521), o Castelo do Sabugal encontra-se figurado por Duarte de Armas (Livro das Fortalezas, c. 1509), tendo recebido obras de beneficiação, concluídas em1515, conforme inscrição epigráfica sobre o portão principal. Este soberano concedeu o Foral Novo à vila em 1 de Junho de 1515.
No contexto da Guerra da Restauração, foram procedidas obras de modernização em sua estrutura, bem como posteriormente edificada a chamada Torre do Relógio.
No século XVII aí esteve detido o poeta e cavaleiro Brás Garcia de Mascarenhas, célebre pelas suas aventuras e pelo seu não menos famoso poema épico Viriato Trágico.
No início do século XIX, no contexto da Guerra Peninsular, aquartelou tropas inglesas e portuguesas que deram combate às tropas napoleônicas em retirada, sob o comando do general André Masséna (Abril de 1811). Posteriormente desguarnecido e abandonado, a sua praça de armas foi utilizada pela população da vila como cemitério, de 1846 a cerca de 1927. Os habitantes, nesse ínterim, passaram a retirar pedras das muralhas para reutilizá-las em suas construções.
No século XX, em 1911 procedeu-se a demolição da Igreja de Nossa Senhora do Castelo. Mais tarde, na década de 1940, o processo de depredação do monumento foi detido graças à atuação da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN), que promoveu ampla campanha de obras de consolidação e reconstrução.
Entre 1993 e 1994 uma nova campanha de trabalhos de restauração, procurando devolver ao monumento as suas feições originais. Mais recentemente, comprovando-se a existência de fissuras nas paredes e a derrocada parcial de elementos de um dos torreões da barbacã e de algumas ameias (1999), no alvorecer do século XXI, a DGEMN lançou um concurso para o restauro e consolidação das muralhas e torres do castelo, assim como a construção de um anfiteatro ao ar livre e das respectivas instalações de apoio (2001). Os trabalhos desenvolviam-se entre 2003 e2005, quando se previa a reabertura do monumento ao público.
Em posição dominante na cota mais alta do terreno, ergue-se o castelo, que apresenta planta no formato quadrangular. O topo das muralhas, em aparelho misto de cantaria de granito e dealvenaria de xisto, é percorrido por um largo adarve, protegido por merlões, nos quais se rasgam troneiras cruzetadas. O adarve é acedido por quatro escadas internas. Os muros são reforçados por três sólidos torreões nos ângulos, e por um quarto, localizado no centro do pano de muralha pelo lado sudoeste. Estas torres são rematadas por ameias piramidais, assim como a Torre de Menagem, de invulgar planta pentagonal, defendendo o portão principal. O interior desta última, em estilo gótico, é dividido em três pavimentos, com tetos abobadados e fechos ornamentados por escudos com as quinas nacionais. O compartimento superior é iluminado pelas portas que dão acesso a balcões misulados, com matacães.
Entre a torre de menagem e o torreão do ângulo leste inscreve-se um balcão ameado, vigiando a entrada principal da praça de armas. Inferiormente, na zona exterior, corre a cerca da barbacã - dispositivo defensivo que une e reforça as muralhas do castelo, igualmente rematadas por maciços merlões com aberturas de troneiras cruzetadas. Apoiam as suas muralhas dois pequenoscubelos circulares, abrindo-se próximo de um deles um pequeno portal de arco em ogiva.
A cerca da vila apresentava conformação aproximadamente oval, dela restando, atualmente, apenas pequenos trechos. Nelas se abria a Porta da Vila, próximo à chamada Torre do Relógio.
Reza a tradição que foi no largo deste castelo que se deu o famoso milagre das rosas tendo como protagonistas a Rainha Santa Isabel e o rei D. Dinis.
Fonte Wikipédia
Sabugal, Dezembro de 2012
Jorge Soares
publicado por Jorge Soares às 2013-05-22 21:42:26
Adopção, ao cuidado de to(...)
publicado por Jorge Soares às 2013-05-22 21:15:55
A propósito do post de há dois dias em que se falava da devolução de crianças, a Ana (muito obrigado) em resposta àquela mãe, deixou o seguinte comentário:
Em 2009 chegaram os meus filhos, também pela via da adopção, na altura o meu filho tinha apenas 5,5 anos e a minha filha tinha 2 anos. O meu filho com apenas 5,5 anos, bateu-me a mim, a todas as professoras que encontrou pelo caminho durante os 6 meses seguintes, pintou o cão da escola, bateu em quase todos os colegas da escola, arrancou inúmeros cabelos ás professoras, arrancou-me cabelos a mim, partiu coisas em casa, disse várias vezes que queria era estar na instituição, que lá é que tinha os amigos/as dele, etc.etc . Podia contar muito mais, mas acho que estes exemplos chegam. Desistir do meu filho nunca! Ele era mau por fazer isto e não gostava de nós? Não!
O meu filho é e sempre foi um doce, ama-nos acima de tudo, lembra-se da outra mãe? Claro que sim, falamos disso sempre que ele precisa, mas eu sei que ele me ama muito e não é porque o diz mas porque eu o sinto. Ele fazia todas aquelas coisas para nos testar, para nos levar até aos limites, para ver se também esta nova família o iria deixar novamente a ele e á irmã.
Cara Madalena, não corrigimos estes comportamentos dando todos os presentes que o meu filho queria, corrigimos aplicando regras desde o primeiro dia, aplicando castigos quer na escola quer em casa sempre que necessário, foi um primeiro ano de intensa luta entre nós, a escola e ele.
Quantas vezes me apetecia abraça-lo e tinha que o castigar? Quantas vezes lhe disse que fizesse o que fizesse mal, nós agora éramos sempre a família dele e gostávamos sempre dele e ele tinha que acreditar nisso. Não lhe consigo dizer quantas vezes foram, mas uma coisa posso garantir que não passa em 3, 4 ou 6 meses! Levou um ano ou mais até que o meu filho melhorasse radicalmente o seu comportamento!
Hoje (passaram apenas 4 anos), não temos uma queixa da escola, todos os dias ele tem que nos dizer que nos ama, que todo o coração dele é meu, que tem o melhor pai do mundo, que não se vai casar porque quer viver sempre nesta casa com os pais….(até já brincamos com ele, que se não sair para a casa dele até aos 30 anos saímos nós!!!!!!)
Cara Madalena, nós não temos que pagar sessões de psicoterapia para que os nossos filhos gostem de nós, temos que pagar um pedopsiquiatra para ajudar os nossos filhos a lidarem com o sofrimento deles e também para nos ajudarem a nós. Estas crianças, os meus filhos e as suas filhas o que mais querem é ter a certeza que vocês (nós) vão estar sempre aí para as apoiarem e amarem.
Agora deixo esta pergunta no ar : e se eu, durante os 6 meses do período de pré adopção tivesse desistido dos meus filhos? Acredite que também foi terrível! Nunca tal nos passou pela cabeça mas se tivesse acontecido, hoje não teria ao meu lado os Melhores Filhos do Mundo, com todas as preocupações que já nos deram e que sabemos que ainda vão dar! E o que teria sido dos meus Filhos com o peso de mais uma família a desistir deles?
Peço desculpa Jorge, por ocupar o seu espaço desta forma, mas não ficava bem comigo mesma se não apelasse à Madalena que deve procurar ajuda, existem pedopsiquiatras maravilhosos, mas não desista de amar estas duas crianças!
Ana
Um texto para reflectir, um texto que deveriam ler todos os candidatos à adopção e todas as pessoas que alguma vez pensaram em adoptar, é claro que nem todos os casos são assim, mas acreditem em mim, não há casos fáceis. E não, adoptar bebés não minimiza os problemas, nós adoptamos um bebé com um ano e basta procurar neste blog a palavra hiperactividade para se perceber como nada é fácil, mas não há a mínima dúvida, o amor pode sempre mais que qualquer tipo de problema.
Ana, não tem que pedir desculpa, eu é que agradeço as suas palavras.
Jorge Soares
Impressões às primeiras c(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-22 19:59:53

Ando a ler "Inferno" de Dan Brown. O único livro que li dele chama-se "Código da Vinci", toda a gente conhece. Toda a gente. Excepto quem vive debaixo de uma pedra. Ando a ler o livro no Kobo, o livro vai demorar para estrear em Portugal. Já saiu a versão inglesa. Portugal é o último, é quase sempre o último a editar os livros que todos querem. Não li os outros livros do Dan mas tenho ali um ou dois, nem sei bem. Este teve a minha atenção porque já passaram anos suficientes para o autor aprender e amadurecer, fiquei com a sensação que será o seu segundo grande sucesso. Para além disso, todo o mistério à volta da obra só dá mais vontade de querer ler.
O prólogo começa muito bem. Dinâmico, misterioso e dramático. Os primeiros capítulos estão cheios de acção. Robert Langdon encontra-se num hospital com amnésia, logo depois está a fugir de um assassino ao lado de uma médica com um QI de 208. Ao fim de cinquenta páginas, começo a juntar peças na minha cabeça e acho que já sei o que vai acontecer com esta médica. Espero que não, espero ser surpreendida. Existe um objecto muito perigoso no meio desta trama mas ainda não sei o que é. Muitas perguntas em pouco tempo, espero que não fiquem pontas soltas. Para já, estou super entusiasmada e a gostar muito.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-22 19:53:11
Existe um actor português com uma página no facebook bastante ácida. Prefiro nem sequer dizer o nome dele para depois não receber comentários da treta a defender o querido-amado. Ele costuma, diariamente, gozar com tudo e todos. Acha tudo mal, acha-se superior a todos, mais intelectual, mais esperto, mais sábio. Pode ser, talvez seja mais inteligente que a maioria das pessoas. Para além disso, parece que gasta mais tempo na internet que propriamente a fazer coisas mais produtivas. Cada um sabe de si. Acho piada, ele criou um perfil ácido, arrogante e sem papas na língua mas quando confrontado com as citações recolhe-se, pede desculpa e chega até a confessar que não queria dizer aquilo que na verdade disse. Para mim, um ser humano só é inteligente se for humilde. Ainda não percebi se ele tem ou não. Mas também não me interessa. Quando me avisaram que ele gozou comigo, não gostei mas pus-me a pensar: "quantas vezes faço eu o mesmo?". Tantas. Aceitei sem sentir mágoa, aliás fui a correr subscrever o seu canal. Também soube que dois actores mais maduros defenderam aquilo que eu fazia em relação à literatura. Um abraço ao ego. Também soube que ele concordou com eles e apagou todos os comentários em relação à minha pessoa. Outro abraço ao ego. E pronto, a vida é um garfo. Ou comes, ou és comido.
3 músicas que ando a ouvi(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-22 19:39:07
publicado por Mac às 2013-05-22 17:00:09

E como sou dada ao ajuntamento de pulseiras sem ordem, resolvi junta-las numa só, aliás como já tinha feito no passado Verão, é prático, em vez de estar para ali a por pulseira a pulseira muito devagarinho, zás, pego numa, enfio-a no braço e já está. É uma grande poupança de tempo (not).
[e já deito missangas, míni contas e isso pelos olhos, portanto além de estarem em bico, também estão nauseados, agora há mais daqui a um ano, ou quando não me lembrar como isto é coiso]

Cinematograficamente Falando ...
Se fosse o Crepúsculo ou (...)
publicado por Hugo Gomes às 2013-05-22 16:29:05
Cinematograficamente Falando ...
publicado por Hugo Gomes às 2013-05-22 16:19:37
Estreia esta semana, dia 23 de Maio, The Reluctant Fundamentalist, a nova obra da realizadora indiana Mira Nair (Amelia, Vanity Fair). Baseado num livro de Mohsin Hamid, O Fundamentalista Relutante (titulo traduzido), nos remete à intensa busca por um refém norte-americano em Lahore, Paquistão. Um jornalista americano, Bobby Lincoln (Liev Schreiber, X-Men Origins: Wolverine), interroga um professor universitário, Changez Khan (Riz Ahmed, Four Lions), acusado de ser um fundamentalista religioso e talvez o cabecilha do acto de sequestro. Durante a conversa entre ambos, varias verdades serão reveladas sobre o conflito que paira as ruas de Lahore, contudo só uma será aceite, uma corrida contra-o-tempo que interlaça com ideais e valores. Kiefer Sutherland (da série 24), Kate Hudson (Almost Famous) e Om Puri (Gandhi) completam o elenco.
publicado por Mac às 2013-05-22 14:00:11

Em adolescente adorava ir à Casa Batalha da Baixa comprar missangas e contas para fazer colares e pulseiras. Gostava imenso daqueles armários cheios de frascos e eu sempre com vontade de trazer tudo. Nessa época não precisava de agulhas especiais, nem de óculos, era só enfiar conta atrás de conta e fazer coisas para me enfeitar, agora é uma miséria, mesmo pondo os óculos, mas pronto, lá se vai acertando com o fio de nylon naquele micro furo. Concluo que aqueles hippies, ou lá o que são, que aparecem no Verão a vender coisas destas, têm muito boas vistinhas.
[estou com os olhos em bico. Literalmente. PDA]
publicado por magnolia às 2013-05-22 13:05:37
A propósito disto devo dizer que apesar do assunto ser delicado e apesar de eu estar absolutamente a favor da luta de todos os que ganham o nosso vergonhoso ordenado mínimo, não posso deixar de louvar a atitude empreendedora do Martim e de achar que a Raquel Varela, não deve saber o que é não ganhar NENHUM dinheiro. Quem tem bocas para sustentar tem que ser muito ponderado na sua luta. É injusto, mas é o que temos no momento. Lutar sim e sempre, mas com assertividade.
Além disso, que culpa tem o Martim do estado do país? Ela nasceu há 16 anos, não contribuiu em nada para o estado caótico em que nos encontramos, e, pelo que está a fazer, está a ajudar a fomentar a economia. Muito melhor atitude do que o resto dos miúdos (e graúdos) que mesmo desempregados e contas para pagar se sentam no café a tarde toda ou andam a pedinchar carimbos, nunca perguntando por trabalho.
Estou com o Martim.
publicado por magnolia às 2013-05-22 11:55:13
Começa hoje o Black & White - Festival Internaciona de Audiovisual, na UCP - Escola das Artes e eu vou lá estar! :)
Assim, deixo aqui a programação do dia 1.
Competição vídeo 1
(Hoje às 22:00)
“WARMTH” – Victor Asliuk - ESTREIA NACIONAL
(Bielorrússia, documentário – 20:00)
“THE FEAST” - Boris Seewald - ESTREIA NACIONAL
(Alemanha, experimental – 3:24)
“FOR THOSE WHO STAY” – Vasco Mendes
(Portugal, experimental – 3:26)
“NEST” - Tornike Bziava - ESTREIA NACIONAL
(Geórgia, ficção – 19:00)
“FROM DAD TO SON” - Nils Knoblich
(Alemanha, animação – 5:16)
“LOOKING FOR SOMETHING (PART ONE: A WINTER VISIT)” - Fjodor Donderer - ESTREIA NACIONAL
(Alemanha, experimental – 12:30)
(ENTRADA LIVRE)
Ver mais aqui.
03 - DAS BOAS DESCOBERTAS(...)
publicado por Mac às 2013-05-22 11:00:15

A minha túnica já chegou. É da Cool, Soft & Chic da minha muito querida Teresa. É linda, é boa e tem uma cor fantástica. Amo-a. E, pronto, claro que já estão debaixo de olho mais umas coisas de lá.
publicado por Life Inc às 2013-05-22 10:30:31
E passa com distinção! Ontem foi dia de Pediatra, consulta dos 11 meses e lá fomos nós.
Inicialmente até estava a correr bem, com Miss Pinypon a dar sorrisinhos e tal mas mal a deitámos na marquesa, começou o show. Berra para ali, esperneia para acolá, fica vermelha, fica roxa, tenta fugir, enfim, uma canseira! Segundo o Pediatra está ótima :)
Temos portanto 75 cm de gente com o modesto peso de 9.4g, continua no percentil 50 e está muito boa, como diria a vóvó.
Ordens para começar com o leite de vaca gordo, marca branca ou xpto, já que é a mesma coisa, introduzir lentamente a nossa alimentação ( ela é que se vai importar!), apenas não dar morangos, marisco, chocolate ( OUVISTE MÃEZINHA?) e refrigerantes. E tudo o que seja préfabricado e com muito açucar!
E eu que já ia lançada a comprar uns sapatos todos xpto da Chicco, tive a boa notícia que sapatos, sapatos, só quando começar a andar mesmo sozinha e que para já bastam sapatos que não derrapem. Maravilha, sempre se poupam uns tostões.
Em compensação fui gastar os tostões para a farmácia graças ao eczema que a Pinpypon tem na cara e que requer um creme diário - ui que chique - para usar a longo termo.
E como é que estamos quase nos 12 meses? COMOOOOOOOOOOOOOOOO?
xoxo
cindy
34 - CROCHÉ, COLAGENS, TR(...)
publicado por Mac às 2013-05-22 10:00:02


Refiz um colar de bolas de prata indiana, portanto daquela que não vale nada, que não tinha piadinha nenhuma, era só uma fiada de bolas que ficava justa ao pescoço, portanto só o enfiei de uma forma diferente. Depois já que tinha rolos e rolos de fio encerado, resolvi aproveitar umas contas que não tinham aplicação que se visse.
E refiz os outros dois de baixo, que já os tinha feito aí há uns três anos, mas algumas aplicações estavam estragadas do uso, vai daí, renovei-as.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-22 09:33:41
Ontem, uma amiga falou-me do blog novo da Cristina do Goucha. Já tinha lido boquinhas parvas no facebook sobre uma apresentadora que tinha um blog. Não sabia quem era, até me contarem no chat. Achei muito bem. O blog chama-se Daily Cristina (www.dailycristina.com), um nome pouco original mas fácil de memorizar. Estive a ver o blog esta manhã, por curiosidade e porque gosto da Cristina. A Cristina tem o nome da minha mãe, parece ser super acessível, humilde e simpática. A ideia do blog foi boa. Aproxima, mostra e chama a atenção. O blog está giro, gosto das cores, das fotografias profissionais, dos textos simples, das roupas caríssimas. Uma Cristina menos popular, mais chic e atenta. Vão reparar que o blog é regido por fotografias, como se tratasse de um álbum e publicidade disfarçada (como é o caso do detergente para passar a ferro). Mais do mesmo, mas a Cristina é a Cristina e não é à toa que já tem 22700 seguidores na página do blog no facebook.
publicado por Life Inc às 2013-05-22 09:14:15
Já devem saber que o Google Reader, essa ferramenta que já me acompanha há anos, vai acabar. Uma seca. Como raio vou conseguir ler os milhares de blogs que sigo? Pronto, ok, não são milhares mas são muitos. Impossíveld e andar a clicar uma a um.
Como alternativa sugiro o BlogLovin' que até é parecido e que pode importar a lista de blogs que seguem do Google Reader. O Google Friends Connect também vai (ou foi) à vida, por isso, quem quiser começar a seguir aqui o estaminé a partir do BlogLovin', é só ir ali à barra lateral direita e clicar no ícone sff.
Muito agradecida!
xoxo
cindy

