publicado por Yohanan às 2013-05-24 01:09:01
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filipa.
Seguir Perfil »publicado por Yohanan às 2013-05-24 01:09:01
Porque ontem era velha, hoje ao envelhecer, amanhã acordarei mais nova, envelhecidamente nova.
publicado por raspberry às 2013-05-24 00:22:36
É aceitável que as pessoas se revoltem devido aos cortes nos ordenados, aumento das horas de trabalho e afins. É mais do que compreensível, atenção. Eu não percebo muito destas coisas, mas do pouco que percebo não se fala em mais nada nos jornais e noticiários, até mesmo nos cafés e durante as aulas este é o tema que mais se discute. Fazer um post sobre isto é meter o dedo na ferida, mas aqui fica a minha opinião. Como já referi aqui, sou apenas uma estudante e além disso também sou filha. Também oiço os meus familiares a queixarem-se e a fazerem contas á vida. No que tenho reparado mais é sem dúvida que o ambiente nas escolas e salas de aula vai de mal a pior. Os professores perderam a paciência e parece que descarregam em nós, alunos. Não são todos os professores, atenção. Mas chateia-me e já me anda a chatear há muito tempo. Porque é assim: se o aluno responde mal por ter problemas (por exemplo não ter comida em casa porque os pais não têm dinheiro/porque os pais estão em vias de perder o emprego), é um arruaceiro, um mal-educado que não tem respeito por ninguém. "está com problemas? que os tivesse deixado á porta da sala." mas se é o professor a falar mal com um aluno e a insultar um aluno - não estou a falar de insultos simples, mas sim de ofender um aluno de uma forma cruel "têm de compreender que os professores andam chateados devido á crise e tal, que isto é um assunto sério" . Não, não entendemos, os nossos pais acertam sempre nos números da lotaria e a crise não chega a eles. Epá, ninguém vê o nosso lado? Nós também ouvimos os nossos pais a fazerem contas e a discutirem no que vão ter de cortar, também vemos a quantidade de comida que vem do supermercado ser cada vez menor e mais cara, também vemos os nossos pais a temer pelos empregos. Não são só vocês. Lá por estarmos na adolescência não significa que os nossos problemas - que nos levam a estar desatentos nas aulas e com falta de concentração- sejam apenas o namorado que acabou connosco. Se vocês têm direito a ter problemas, nós também temos.
Não me venham para aqui dizer que "antigamente os alunos levavam reguadas e era muito melhor" e que "devia ser como antes do 25 de Abril " e que " havia respeito pelo professor" aqui é muito simples:
1) Antigamente a medicina também não estava desenvolvida, querem voltar a esses tempos? Antigamente conservavasse a comida em sal, e que tal voltarmos a esses tempos? Ou aos tempos em que as pessoas eram queimadas vivas por suspeita de serem bruxas?
2) Se devia ser como antes do 25 de Abril, porque é que fizeram o 25 de Abril? (Já falei com pessoas que viveram nesse tempo e que levam as mãos á cabeça sempre que ouvem alguém dizer que "antes do 25 de Abril é que estávamos bem" - ai estavam? sem liberdade de expressão? sem direitos? a viverem oprimidos? a terem de ir para a guerra obrigatoriamente? a terem a PIDE a invadir-vos a casa durante a madrugada só porque sim?
3) O que é que vos ensinam acerca do respeito? Ai não se lembram? Aqui fica aos mais esquecidos: para haver respeito temos de respeitar os outros.
publicado por Carolina às 2013-05-23 22:02:10
Eu falo muito, se calhar escrevo ainda mais, mas a ideia de que tenho a resposta sempre pronta e sei de tudo é totalmente errada. Eu passo boa parte do meu tempo a formular respostas para questões que me coloco todos os dias - eu revejo conversas que tive umas trinta mil vezes, irrito-me por me ter comprometido aqui e acolá, por ter sido ligeiramente incoerente numa certa afirmação. Discuto comigo mesma todos os dias, interiormente, e talvez seja por isso que muitas das minhas respostas parecem ser pensadas - e é também isso que me dá um certo conforto em certas conversas que tenho, nas quais, se fosse doutra forma, não saberia o que dizer.
A viagem para Mafra foi interessante nesse ponto de vista - até porque não podia fugir para fora do autocarro para me desviar da conversa, o que me obrigou a responder de alguma forma àquilo que me perguntavam. O assunto era dos poucos em que a minha resposta nunca está preparada e eu plisso sem fim: a minha vida amorosa. Podem-me pôr a falar de política, de religião, dos processadores dos computadores (assunto sobre a qual eu não sei nada, mas nem me importo de inventar) ou até do sexo dos anjos. Mas da minha vida, não, por favor! E a explicação é bastante simples: primeiro porque não sou pessoa de grande partilhas. Confesso algumas coisas a meia dúzia de pessoas em que confio em grande escala e fica por aí. Por outro lado, por muito que me perguntem, eu nunca sei responder - acredito que achem improvável, mas as questões que vocês próprios se colocam sobre mim, também eu faço.
A pergunta mais flagrante e da qual eu já falei aqui é: "mas porquê que tu, não sendo uma aberração da natureza e até tendo alguma graça, sendo inteligente e outras coisas que tais, nunca tens namorado?". Questão interessante, de facto, mas à qual eu não tenho resposta. Passa-me pela cabeça a palavra "predisposição" e o facto de eu ser uma chata do pior. (Chega?)
publicado por - Sáa ♥ às 2013-05-23 21:14:34

Esta frase não me sai da cabeça.
Alguma pessoa fofa que me queira fazer um layout? ou saiba quem faça?
publicado por jessica matthews às 2013-05-23 21:12:43

Peço tanta desculpa pela desatualização do meu cantinho! A sério, não tenho tido tempo mesmo. A escola anda a dar comigo em doida, principalmente professores. Estou farta de estar sempre a ouvi-los aos berros quando nem fazemos nada. E ainda começam a falar da vida deles e depois somos nós que destabilizamos. Sem comentários para isto.
Admito também que, como tenho estado pouco tempo com ele, o tempo que estou tento aproveitar bem e, por isso é que fico muito tempo longe do computador pois, mal ele se vai embora, liga-me ou manda-me mensagem a dizer que já tem saudades minhas. É excelente ter uma pessoa assim do nosso lado.
Ora, o dia do meu 17º aniversário aproxima-se e eu e as minhas amigas (se bem que acho que elas me andam a tramar alguma, no bom sentido) andamos a planear o que vamos fazer e será... Paint Party. Nesse mesmo dia vai haver uma na Alfândega do Porto e nós vamos aproveitar com um grupo de amigos. Vai ser perfeito!
Tenho a péssima notícia que desci imenso a Filosofia neste teste, mas não é algo que me preocupe neste momento. O meu professor não me pode descer assim tanto no final deste período. A ver vamos.
Vou continuar a ler, vejo-vos amanhã ou depois :)
xoxo,
Jessie
publicado por sacha hart às 2013-05-23 18:09:13
Querida Isabella,
Já faz imenso tempo desde a última vez que me foi dirigida uma carta. Acredita que fiquei imensamente feliz por o fazeres comigo, a troca de correspondência. E ainda mais deliciada por poder responder à tua carta.
Realmente a escola tem sido uma valente dor de cabeça. Imagino que para ti seja pior, já que estás no décimo segundo, tão perto do fim. Antes de mais, desejo-te a maior das sortes. Infelizmente não escrevi mais nada. O tempo passa sem que eu dê por ele e leva a inspiração atrás. Espero que tal mude assim que a escola acabar. Desde que a escrita nos toque a nós, nada mais importa. Sei o que isso é e não podia concordar mais. A escrita tem realmente o seu “quê” de mistério, drama e suspense que a torna magnifica.
Espero ter retribuído decentemente à tua carta. Dá-me um desconto, é a primeira que escrevo para alguém que realmente existe. Escrever para ti é fácil e divertido. Mal posso esperar para ler a tua resposta.
Sacha
publicado por Carolina às 2013-05-23 15:44:43
Quatro horas para lá, quatro horas para cá. Porquê o Porto parece ficar longe de tudo o que nos importa ver? A parte boa é que se põe a conversa em dia, brinca-se e ri-se com fartura... porque verdade seja dita que fazer oito horas num autocarro é de ficar de rastos...
Uma das melhores partes da viagem foi a visita guiada. Fomos divididos em vários grupos e eu tive imensa sorte no guia que apanhei - era excelente (em todos os campos, que carinha laroca tinha ele): expressivo, cativador, brincalhão e sabia muito daquilo. Visitamos a igreja, parte do palácio e uma ínfima parte do convento em si. As coisas estão muito bem conservadas e com a ajuda do guia conseguimos quase reconstruir na nossa cabeça aquilo que se vivia lá, a par das descrições que temos no livro do Memorial. Por fora, é um enorme monumento. Lembra-me um pouco Madrid: muita pedra, muito pesado, muito grande, mas sem uma beleza estonteante. Aquilo que chama à atenção é mesmo a grandiosidade e nem tanto os pormenores - que os tem, mas sem grande destaque.
Da parte da tarde vimos um teatro (um bocado maçador, mas pronto) e depois de uma curtíssima visita à parte do convento que está agora reservada à escola de infantaria, voltamos para casa, já completamente de rastos. Mais conversa, mais brincadeiras, mais risota. Depois, quando chegamos, aposto que corremos todos para as nossas camas, tal era a forma como estávamos. Mas valeu a pena o cansaço.

(o convento lá atrás)
Biblioteca. Com livros lindos, com capas maravilhosas. E onde vivem morcegos, só a título de curiosidade.

Sala de Cinema (20) – Int(...)
publicado por Miguel Alexandre Pereira às 2013-05-23 09:50:45
Into the Wild, considerado um dos melhores filmes do ano de 2007, é o destaque da vigésima edição d’ Sala de Cinema. Dirigido por Sean Penn este é um drama biográfico baseado na viagem de Christopher McCandless até ao Alasca.
Baseado numa história verídica, de um americano recentemente saído da Universidade e com um brilhante futuro à sua frente. Aos 22 anos, Christopher McCandless (Emile Hirsch) opta por prescindir da sua vida privilegiada e partir em busca de uma aventura. O que lhe acontece durante este percurso transforma este viajante num símbolo de resistência para inúmeras pessoas. A forte performance de Emile Hursch no papel principal traz uma maior profundidade a esta longa-metragem. É impressionante como ficamos ligados a esta aventura e aos problemas que a personagem vai enfrentando ao longo do caminho. De realçar que o actor norte-americano teve de perder 40 (!) quilos para interpretar este papel.
Um hino à coragem e resistência, esta é uma película inspiradora de um sonho que retrata uma realidade forte com uma subtileza incrível. De uma enorme sensibilidade, Into the Wild é a celebração da liberdade em toda a sua radicalidade. As belas paisagens gravadas são um cartão de visita a este fabuloso local. Este filme é, sem dúvida, um elogio à beleza da natureza, em detrimento do cinismo e hipocrisia de uma sociedade sem valores.
Há uma forte mensagem implícita nesta história e que merece várias visualizações. É um claro exemplo do melhor que o cinema tem para dar. Com um orçamento de 15 milhões de dólares, Into the Wild arrecadou cerca de 56 milhões. Premiado em diversas ocasiões, recebeu duas nomeações para Óscar para melhor actor secundário para Hal Holbrook e melhor edição.
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Um dos melhores filmes do século XXI? O que mais surpreende em Into The Wild? Eram capazes de partir à aventura para o desconhecido?
Tens a loucura que a manhã ainda te traz
publicado por Watson. Catarina Watson. às 2013-05-23 00:58:14
"O céu gira, a terra está parada. E mais não digo, porque não sei de mais nada. "
publicado por nobody tavares às 2013-05-22 22:32:23
A visita de estudo correu muito bem e estou satisfeita pelo convívio que pode ter com os meus amigos, afinal é sempre bom passar um dia sem aulas e apenas a conviver.
Saímos da escola já com quinze minutos de atraso devido às normas de segurança que a professora fez questão de verificar todas ma mesmo assim a viagem até Rates que é uma freguesia do concelho da Póvoa de Varzim foi rápida.
A nossa primeira paragem foi essa, para visitar a Igreja de São Pedro de Rates que é um dos mais importantes monumentos românicos portugueses. É uma igreja muito antiga. Visitamos de seguida o Ecomuseu que é mesmo ao lado da igreja. Vi muitos peregrinos a passarem, maior parte idosos. A peregrinação é um ato de liberdade e cada um sabe de si, sabe das promessas que faz e quer cumprir ou simplesmente quer testar os seus limites. Os motivos que levam cada peregrino a iniciar uma caminhada são muito diferentes uns dos outros.
Seguimos entretanto para Ponte de Lima, como eu gosto desta cidade... é uma com uma arquitectura medieval perfeita, uma cidade tranquila, romântica, recheada de peregrinos, um ponto de passagem para São Tiago de Compostela. Almoçamos com bastante tempo, convivemos com os professores, pode parecer estranho mas os professores do meu curso que acompanharam-nos mostraram-se completamente diferentes deixando de lado a parte formal e passando a conviver como se fossem também alunos. O melhor do meu curso é mesmo as visitas de estudo, proporcionam momentos mesmo fantásticos.
Depois do almoço fomos visitar o albergue de peregrinos de Ponte de Lima que fica mesmo junto ao Rio Lima. É um espaço grande e bem decorado, com jardins lindos e vistas maravilhosas. Na parede do hall de entrada estão afixadas estatísticas dos povos que mais pernoitam lá e os alemães quase ganham aos portugueses, são imensos. O albergue abre às 16h mas às 16h30 já não há camas quase, existem mesmo muitos peregrinos.
Tivemos o resto da tarde para nós assim que acabamos a visita ao Albergue. Subimos as ruelas e vimos tasquinhas típicas, lojas de souvenirs e eu não pode deixar de comprar um postal para a minha colecção de souvenirs. Aproveitei para fazer das minhas com os meus amigos e desta vez quem sofreu foram os polícias... passo a explicar, o L. teve a ideia de fazermo-nos passar por alemães e irmos pedir informações a dois policias e lá fui. Comecei por falar alemão mas eles não pescavam nada até que perguntei se falavam inglês, olharam-me com uns olhos de susto e a mulher acenou que sim, perguntei pelo bar mais perto e ela nada disse. Resolvi apenas utilizar as palavras bar e near e ela resolveu raciocinar e o que saiu da boca dela foi "frente, mas sempre frente, green janela, virar right, bar near" ora bem nada mal que acham? x))
Foi um dia bem passado com certeza, deixo-vos aqui algumas fotos...
http://um-lugar-de-amor.blogs.sapo.pt
publicado por um-lugar-de-amor às 2013-05-22 21:23:17
Acho muitas vezes injusta a forma como as pessoas vêm o nosso país. Nós estamos em crise, é verdade, mas ultimamente isso passou a ser desculpa para tudo e Portugal perdeu aos olhos de quem aqui vive o encanto que realmente tem. Eu acho que as pessoas já nem vêm bem paisagens bonitas que temos de Norte a Sul, nem sentem o quão cheira bem a nossa Lisboa. Porque estão submersas nas profundezas de uma tristeza que se pinta de cinzento. E vemos tudo em cinzento. Nunca vi dizerem tanto mal do país em que vivemos. Parece que tudo é levado para um extremo lado negativista. Não há reconhecimento em nada do que é nosso. Até no futebol isto se nota... No futebol que sempre fez a alegria do povo. Estamos mal economicamente, socialmente e isso reflecte-se na mentalidade das pessoas. De um momento para o outro, tudo o que tem a ver com o nosso país é mau. Temos pessoas a dar cartas na música, mas o estrangeiro é sempre melhor. Ai de mim que me lembre de mostrar a alguém jovem, pessoas da minha idade, uma música portuguesa; "Mas tu ouves isso?"... É triste, é realmente triste. Temos Sara Sampaio nos palcos da moda internacionais e temos Gonçalo Teixeira. Temos formatos novos na televisão, como o Vale Tudo, que aposta numa forma saudável de fazer rir as pessoas. Um programa que só é criticado, por pessoas da minha idade, mais uma vez, que dizem que é o típico programa português em que tentam fazer as pessoas rir sem sucesso. Temos pessoas no nosso país que conseguem esgotar plateias em São Paulo, no Brasil, a fazer comédia de improviso. Não é preciso talento para isso? Não teremos então pessoas talentosas em Portugal?
Falei com amigos para irmos dia 4 de Julho ao cinema São Jorge, ver precisamente Commedia a la Carte com César Mourão, Carlos M. Cunha e Ricardo Peres e o que é que me responderam? "Vais gastar dinheiro nisso? Vamos mas é ver Bruno Mars." Bruno Mars vem cá em Novembro, é estrangeiro e não estamos em crise? Os bilhetes são caros. Commedia a la Carte têm um preço não tão puxado assim, e acima de tudo são portugueses! Talento nacional. É a nossa cultura! Vamos apostar nisso. Neste momento o espectáculo está esgotado [e eu vou, sem amigos!] e os Commedia têm alcançado ao longo dos últimos anos um enorme sucesso, mas continuamos com uma mentalidade tão pequenina. Sempre apostámos pouco na nossa cultura, é verdade, mas o país também está como está pela forma de pensar das pessoas. Portugal não tem só coisas más. Vamos ter orgulho neste que é o nosso país.
publicado por Charlotte Streep às 2013-05-22 20:04:58
publicado por Isabella às 2013-05-22 19:39:13
Querida Sacha,
Não sei bem como começar esta carta, não pensei realmente no que teria para te dizer, na verdade queria tanto que os blogs voltassem ao activo (queria interagir mais com os meus seguidores), que de uma forma louca e irracional me dispus a fazer isto, perdoa-me por a coisa sem jeito que daqui sairá.
Não me ocorre nada para te dizer e não sei se falar da escola será o mais adequado, pelo menos a mim essa tem me dado cabo da cabeço, suponho que não sejas exepção, ela consegue ser má para todos. Hum, talvez me ocorra algo, já escreveste mais daquelas tuas one shots? Sim, porque eu lembro-me de teres dito que querias começar a escrever algo e depois chegaste a postar algumas, não me recordo se as li todas, terei de tratar disso brevemente. Outro dia escrevi uma especie de monologo, acho que até ficou engraçado, no entanto só eu consigo perceber o seu significado - essa é a piada, torna tudo mais misterioso; Adoro o poder que a escrita tem...
Fico-me por aqui, não tenhas medo de me retribuir sim? Ficarei à espera anciosa e desculpa mais um vez por não te poder escrever algo com melhor qualidade e melhor conteúdo, passa-se é que a matemática me distrai e me deixa sem imaginação e a primeira vez é a que custa sempre mais.
Isabella
publicado por raspberry às 2013-05-22 18:56:12
publicado por Carolina às 2013-05-22 15:56:31
Quando for grande quero perceber a "abertura fácil" dos pacotes de leite.
publicado por Miguel Alexandre Pereira às 2013-05-22 09:31:39
O imagem espontânea está de regresso, após uma longa ausência para a sua décima oitava edição. O local desta foto é, naturalmente, o Palácio da Pena, situado em Sintra. Um local mágico que foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal. Edificada a cerca de 500 metros de altitude, remonta a 1839 e representa o expoente máximo do Romantismo arquitectónico do século XIX. Quase todo o palácio assenta em enormes rochedos, o que lhe dá uma imagem extraordinariamente bela. A autoria da obra coube ao Barão Eschwege que se inspirou nos palácios da Baviera para construir este icónico edifício. Um pedaço de riqueza histórica situado na Serra de Sintra, classificado pela UNESCO como Paisagem Cultural, Património da Humanidade. Situado a 4,5 km do centro histórico é um local indispensável de visitar, mesmo apesar do seu elevado preço (11,00 € por bilhete em época baixa).
“As mais belas descobertas ocorrem quando as mesmas coisas são vistas com um novo olhar” (Malu Schneider)
Qual é o vosso local preferido em Sintra? Qual é a melhor recordação dessa visita?
publicado por nobody tavares às 2013-05-21 23:02:55



















publicado por Carolina às 2013-05-21 21:35:13
Amanhã é minha a última grande visita de estudo. E a primeira deste ano, que a minha turma ainda não tinha posto um pé fora da escola no que toca a actividades de exterior!
Como não há senão sem bela, isto de nos obrigarem a ler Saramago tinha de ter alguma coisa de positivo: vamos ao convento de Mafra! No meio de tanta descrição chata, de tanta desgraça, de tanta história e tantos, tantos homens, o convento lá se ergueu e vamos poder vê-lo com os nossos próprios olhinhos amanhã! E a famosa pedra gigante, que tem quase um capítulo inteiro naquele livro em sua honra (e sim, já nos prepararam para a desilusão: a pedra, no fim de contas, não é assim tão grande).
Já fiz rissóis e patinhas de caranguejo (coisa que faço uma vez ao ano, que nesta casa não se comem fritos), sandes e essas comidas anti-dieta que se costuma levar nestas visitas. Devo confessar que me sinto um bocado miúda com isto tudo, como se fosse a minha primeira vez nestas andanças; na verdade, é o contrário: estou assim por ser a última. Nestes últimos dias, apesar da carga de stress e exaustão, quero ser como uma esponja e absorver tudo o que possa. E conviver e desfrutar da companhia de tudo e de todos os que me rodeiam naquela escola. Sei que vou ter saudades. Há que aproveitar.
Depois conto como foi e, se for caso, mostro fotos. Me esperem!
publicado por - Sáa ♥ às 2013-05-21 21:10:59
Sabes o que é estúpido? Chamares-me melhor amiga.
" -- Preciso de falar contigo.
-- Mas eu e Dulce temos uma coisa para falar.
-- Mas é importante.
-- Para alguma coisa serve o telemóvel, falamos depois por sms's. "
sorry, mas não aguento isto.
publicado por raspberry às 2013-05-21 18:56:32
Homens só de longe (ou de(...)
publicado por Carolina às 2013-05-21 18:05:33
Infelizmente, já não sou da época dos meus irmãos - nunca brinquei na rua com os meus amigos, nunca fui para casa somente ao cair da noite, nunca andei livremente pela rua aos 7, 8 anos de idade. Eu sou da época das televisões - da Madeleine McCann, da Natacha Kampusch, das três mulheres presas num sótão em Cleveland... Sou da altura das Mentes Criminosas e do CSI, tudo óptimo para dar ideias para quem precisa delas. E isso, quer queiramos quer não, influencia-nos.
Não que antes não houvesse loucos, sádicos e assassinos - simplesmente não havia a projecção que há agora. E isso deve ter criado um medo inconsciente em mim de que só dou conta em algumas situações. Da mesma forma que tenho fobia de médicos sem ter tido um episódio dramático, tenho uma desconfiança imensa (em alguns casos mesmo medo) nos homens em geral. Eu sou mesmo menina para não entrar numa loja quando vejo que só há um lojista e este é homem; odeio quando entram homens no elevador quando eu estou lá dentro; e sempre me fez aflição pensar em ter um homem como instrutor. Basicamente, estar sozinha com pessoas do sexo masculino em sítios fechados e preferencialmente pequenos deixa-me tudo menos confortável.
O pior é que, estas duas semanas, a minha instrutora vai de férias. E, lamento, há uma verdade quase indiscutível: as mulheres são umas cabras umas para as outras, más como as cobras... mas entre isso e estar num habitáculo com um homem que não conheço de lado nenhum, prefiro estar com as da minha espécie. A questão é que, à falta dela, não tenho escolha e vou mesmo ter meia dúzia de aulas com um instrutor, o que me tem andado a apoquentar, tenho de admitir. No fim, até devo gostar, mas até lá sofro por antecipação, especialidade aqui da casa.
(E sim, já sei, sou uma pessoa estranha... mas que raio querem que eu faça?!).
publicado por mudadelinha às 2013-05-21 15:16:41
publicado por mudadelinha às 2013-05-21 15:03:51
Infelizmente, sou aquele tipo de pessoa que não consegue estudar sempre em casa. Ou é o computador, ou é a televisão, ou é o telémovel, depois é a minha irmã que me chama, depois é a minha mãe que fala muito alto ao telémovel, são mil e uma coisas. Desta forma, decido pelo menos umas horas á tarde, estudar nalgum café, ou bar, com um ambiente agradável e, de preferência com esplanada. Por norma, vou até ao café/bar onde trabalho ao fim-de-semana e, estou lá umas horas a estudar sossegada, ao fundo da esplanada, para não dar conta da chegada e saída de clientes.
Ontem, enquanto lá estava a estudar, um cliente senta-se na mesa atrás da minha e, eu ouvi qualquer coisa do género: "Isto de estudar a ver o mar não é para qualquer um!" E, eu ri-me, só não pude tirar uma fotografia, porque não tinha a minha foto. Mas deixo aqui uma fotografia, que não é da minha autoria, é tirada do google, mas não deixa de ser linda.
Quem é que com uma paisagem destas e, uma tranquilidade destas, tão perto de casa, quer ficar fechada no quarto a estudar?
It's complicate!
publicado por Yohanan às 2013-05-21 01:26:42
Vestuário não determina quem somos, somos nós que transparecemos com ele, é só um mero e tão inconscientemente importante instrumento que mostra parte de nós, ou todas elas, se soubermos quem somos e não formos tolos levados por meras tendências ditas, o que por hábito, costuma ser arduamente difícil, nem nós sabemos o quanto. acabando assim por ser fútil quem dita como moda coisa fútil, é claro que estamos perante alguém ignorante na matéria, e isto, para quem deste mundo não está dentro, eu compreendo que seja difícil de compreender, também o foi para mim, deixa lá, é preciso muito séculos lidos para compreender, muito séculos - deixa lá.
publicado por mudadelinha às 2013-05-20 22:43:40

é irredutivelmente a minha cidade! Á noite é completamente maravilhosa, o cheiro do mar, as luzes e, toda a magia que a envolve.
"Home sweet home"
publicado por mudadelinha às 2013-05-20 22:35:55
Nada que eu já não soubesse, não é a primeira vez que me acontece, mas sempre que acontece é chapada de luva branca e, mais uma lição para acrescentar ás já muitas que aprendi.
Não se pode confiar em ninguém, não podemos esperar que todos tenham um coração do tamanho do mundo, que todos gostem de nós e nos amem incondicionalmente e, nos queiram tudo de bom. É pena, mas é a vida.
http://justanordinarygirl.blogs.sapo.pt
Mal posso esperar pela 5ª(...)
publicado por DemiJonasFan às 2013-05-20 20:38:29
Hello queridos leitores. Que tal andam?
Passando ao título do post, estou a referir-me ao Diário do Vampiro. Estive a ver o último episódio da quarta temporada e gostei tanto. Não estava a espera de algumas coisas, mas de outras já estava mais ou menos. Não quero entrar em pormenores pois pode haver pessoas que ainda não virão. Mal posso esperar pela quinta temporada. Nunca mais chega, fogo! Aconselho a verem, se forem fãs pois vale a pena. E depois digam-me se gostaram do fim :D
Eu AMEI esta parte! Klaus e Caroline <3