Ennio Morricone por Yo-Yo(...)
publicado por Torradaemeiadeleite às 2013-05-23 00:07:16
perfil público
http://tertuliadesabores.blogs.sapo.pt
Todos os homens se nutrem, mas poucos sabem distinguir os sabores. (Confúcio)
http://teoriadotudoedonada.blogs.sapo.pt
Aqui não se passa nada, mas podem entrar e ficar à vontade.
Nome
Manuela
Apelido
Cruz
Data Nascimento
07-09-1962
Sexo
F
Localidade
Lisboa
Artistas / Bandas Favoritas
Jan Garbareck
Músicas Favoritas
Neste momento When I grow up de Fever Ray do album com o mesmo nome
Programas TV Favoritos
Agora nenhum, mas há muitos, muitos anos atrás adorava ver Os Marretas (The Muppet Show)
Filmes Favoritos
O Fabuloso Destino de Amelie Poulant; Angel-A; Lendas de Paixão; O Piano
Livros Favoritos
Toda a Poesia de Eugénio de Andrade; O Principezinho de Saint Exupery; Como Água para Chocolate de Laura Esquível; Crónica de Uma Morte Anúnciada de Gabriel Garcia Marquez
Interesses
Gosto de cozinhar por isso sou maluca por colheres de pau de que tenho uma grande colecção, loiças regionais, biscoitos caseiros, doces e compotas, adoro livros de cozinha e utensílios de cozinha sejam eles antigos ou modernos, corta bolachas e moldes de lata, mas mais do que tudo, adoro surpresas.
Frase Favorita
Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje, como sou do contra só faço o que me apetece e odeio regras.
Ennio Morricone por Yo-Yo(...)
publicado por Torradaemeiadeleite às 2013-05-23 00:07:16
Os sacos de Verão estão d(...)
publicado por Teresa Nogueira às 2013-05-22 23:14:28
publicado por Maria às 2013-05-22 21:06:40
Como preparar:
Thermomix/Bimby:
Cortar a cebola em pedaços e deitar no copo juntamente com o dente de alho; marcar 5 seg na vel. 5. Juntar a cenoura e o pimento partidos e marcar 4, vel.4. Juntar o azeite e marcar 5 min. Temp varoma velo. colher inversa. Ao fim deste tempo juntar o tofu, o sal e pimenta e marcar 2 min. Temp varoma. vel. colher inversa.
À parte, levar a aquecer 2,5 chávenas de água temperada com sal. Numa tacinha, misturar o mel, o caril e o molho de soja. Juntar este preparado à água quente e verter tudo numa tala, sobre o cuscuz, Tapar e esperar 10 min. Ao fim deste tempo, mexer com um garfo para soltar os grãos. Misturar o preparado do tofu, mexendo envolvendo delicadamente. Partir a maçã descacada e descaroçada em cubinhos e deitar no preparado. Picar as folhinhas de hortelã e salpicar. Servir quente ou frio.
Método convencional:
Picar a cebola e levála ao lume com o azeite e o alho. Quando alourar, juntar o pimento e a cenoura partidos em pedacinhos pequeninos. Deixar cozinhar 5 min. Juntar o tofu, o sal e pimenta, mexer com cuidado e deixar cozinhar mais 2 min. mexendo de vez em quando para não queimar.
À parte, levar a aquecer 2,5 chávenas de água temperada com sal. Numa tacinha, misturar o mel, o caril e o molho de soja. Juntar este preparado à água quente e verter tudo numa tala, sobre o cuscuz, Tapar e esperar 10 min. Ao fim deste tempo, mexer com um garfo para soltar os grãos. Misturar o preparado do tofu, mexendo envolvendo delicadamente. Partir a maçã descacada e descaroçada em cubinhos e deitar no preparado. Picar as folhinhas de hortelã e salpicar. Servir quente ou frio.
Muito, muito bom.
Mãos à obra.
http://riscos_e_rabiscos.blogs.sapo.pt
publicado por Miss Pepper às 2013-05-22 12:36:38
...cá vos acolho nos meus braços para vos dar um Abraço do tamanho do mundo, cheio de carinho e amizade!
O meu Pimentinha abraçado ao seu peluche, mais conhecido por "pota", representa o meu abraço.
![]()
publicado por Maurício Barra às 2013-05-22 12:28:10
Ora vejamos . . .
. . .“equilíbrio entre disciplina financeira, solidariedade e estímulo à actividade económica" foi uma aparente decisão sensata do Conselho de Estado
O Presidente da Republica quer.
O Governo agora também quer, mas até ontem o Vítor Gaspar só queria disciplina financeira.
O PS não quer disciplina financeira à custa da solidariedade, e o estímulo económico que quer é só o público, o tal que só cria mais dívida pública.
O PC quer uma solidariedade social soviética e nacionalizar a actividade económica.
O BE quer ver se dá a volta ao PS para Portugal sair do Euro, afastando o país da Europa e das suas regras.
Enquanto uns querem procurar soluções e resolver os problemas estruturais da nossa economia, outros querem continuar a fazer de conta que, se não estamos em bancarrota, é porque os nossos credores nos estão a financiar, e, se não sairmos da bancarrota, é porque, apesar de ajudados, queremos continuar a gastar o que não temos em vez de reformarmos os custos sobre-dimensionados do Estado.
Fazer o que se faz em qualquer outro pais europeu ( como recentemente a Itália ), sentarem-se à volta de uma mesa , analisarem o que podem acordar em comum e colocarem os interesses nacionais acima dos interesses do seu grupo, isso não.
Isto é Portugal. À custa uns dos outros, uns vão bem outros mal.
publicado por Torradaemeiadeleite às 2013-05-22 00:17:43
Nos primórdios da minha peregrinação como leitora, quando não ia em demanda de algo pré-definido, a capa era o primeiro factor de atracção na hora de escolher o livro. Contudo, reconhecia-lhe a mera qualidade de isco porque logo passava ao título, o elemento mais decisivo. Achava eu que o título seria a mini-amostra do que estava no interior e dele aventurava-me a aferir o género e até o enredo principal quando era mais composto. Se continuasse em dúvida, atentava no nome do autor que carregava então o ónus de desempatar a mente baralhada. De nomes nada sabia, acreditava sim que as palavras e os nomes encerravam a verdade, o que estava à vista era o que era, sem jogos ou subterfúgios. Na minha crença, um bom escritor tinha por força que ter um nome bem soante e inteligente. Deveria parecer importante se a sua reputação também o fosse, às vezes seria familiar, ah parece que já ouvi falar deste, tinha sido pronunciado ou escrito algures e isso garantia que era mesmo bom. Nomes estrangeiros ou com pronúncia estrangeira ganhavam pontos logo à partida e nem me vou demorar aqui porque ainda hoje não tenho argumentos que validem esta arcaica preferência, resolvida entretanto ao longo da caminhada. As afinidades ainda não estavam estabelecidas mas também não procurava iluminar um pouquinho as salas escuras da minha ignorância perguntando a alguém mais experiente nas leituras o que achava deste ou daquele autor. Longínquas eram ainda as terras "googlianas".
Raras vezes o desempate precisou de prolongamento mas este vinha nas badanas ou na contracapa . O único factor que não entrava nas apreciações era o volume do livro. Muitas ou poucas páginas não tinham significado particular para mim.
A esta distância, condescendo. Passo a mão pela minha cabecinha de antanho e sorrio, "trenga, isso passa". E aqui apercebo-me da minha arrogância. O que é que legitima este ar de superioridade?
Posso munir-me de revistas literárias e recensões críticas tantas vezes injustas e outras tantas pessoais, politizadas ou belicosas, posso estar atenta ao que se diz na televisão e na rádio, frequentar feiras ou festivais literários, aceitar sugestões dos amigos, posso agora "googlar" e navegar mas, na verdade, é impossível que algo ou alguém esteja a par de todos os talentos e de todas as obras meritórias que andam por cá longe de holofotes e pareceres públicos. E ainda bem. Seria castrador limitarmo-nos ao que se conhece.
Portanto, ponho-me num contexto onde não tenho acesso a outra informação que não a que eu própria posso sentir e intuir, não há livreiro informado nem acesso à net, não vim com a amiga sabichona e não procuro nada em concreto, escolherei livros e autores de que nunca ouvi falar, aqueles sobre os quais nunca e nada se escreveu, os que não foram traduzidos, estreias literárias que passaram invisíveis, os géneros que ainda não conheço, enfim, eis-me num confronto acanhado de escalas, a da minha pequenez com a da infinitude da arte escrita. E pergunto-me: como escolho? Até agora já concluí que no momento de comprar não é o título que revela a qualidade do que vai escrito nas folhas, que o nome do escritor não tem que ter luzes e foguetes e que o que vem na contracapa e nas badanas só me serve se se tratar da breve biografia do autor ou excertos do livro que tenho na mão. Qualquer outra informação pode ser ornamental, é relativa e pode manipular-nos. Parecem conclusões tontinhas mas só o são porque reconheço a longa peregrinação que me falta ainda cumprir.
Como escolho, então? No primeiro coup d'oeil pelo título e pela informação útil que possam generosamente ter escrito na capa mas, logo em seguida e sobretudo, pela leitura de alguns parágrafos ou versos em folhas sorteadas. É a bagagem que entretanto vou acumulando como leitora de textos e da vida que me dá armas para escolher com mais critério e reduzir um pouquinho a percentagem de falhanços.
Se a bagagem é importante nisto de escolher livros é-o para podermos reconhecer uma escrita promissora para os gostos de cada um em dado momento, que parece ir de encontro às nossas peculiaridades como leitores. E isto não se pode saber antes de ler, muito e errar, muito mais, porque é nestes erros que cabe também a surpresa, a curiosidade, o virar caminho, a experimentação, a remissão, a paciência, a procura e o encontro.
A esta distância, passo de novo a mão pela minha cabecinha de antanho e sorrio, "não deixes nunca de errar, trenguinha, é tão chato termos tantas certezas".
publicado por Maria às 2013-05-21 18:43:47
Como preparar:
Descascar a beterraba, parti-la em fatias gorssa e cozer em água temperada com sal e um golpe de vinagre. Deixar arrefecer e reservar a beterraba e o caldo.
Thermomix/Bimby:
Colocar no copo a cebola, o alho e o azeite e marcar 5 seg vel. 5. Marcar depois 5 min, temp 90 vel. 2. Juntar a beterraba e o vinho branco e marcar 3 seg vel. 5. Juntar o caldo onde a beterraba foi cozida até completar 450g. Se necessário, juntar um pouco de água. Juntar também o arroz, temperar com sal e pimenta e marcar 10 min, temp 100ºC na vel. colher inversa. Destapar o copo, mexer o arroz com a espátula e marcar mais 8 min, temp. 100ºC na vel. colher inversa. Ao fim deste tempo, juntar a manteiga e o queijo e marcar mais 2 min, temp. 100ºC na vel. colher inversa. Deixar descansar 2 min e servir de imediato.
Modo convencional:
Picar a cebola e o alho e levar a estalar no azeite. Juntar o arroz e, sem mexer, abanando apenas a panela, e deixar fritar um pouco. Juntar o vinho branco e a beterraba esmagada com um garfo. Deixar o arroz absorver os líquidos e ir juntando 1 concha de sopa de cada vez, de caldo de cozer a beterraba, adicionando o seguinte somente quando o anterior tiver quase absorvido na totalidade.. Este processo demora cerca de 20 min até o arroz estar "no ponto". Atenção que o caldo tem de estar a fervilhar numa panela à parte para ser adicionado bastante quente. Só assim resulta. Juntar, finalmente, a manteiga e o queijo ralado, mexer muito delicadamente, só para envolver e deixar descansar 2 min. Servir de imediato.
Este maravilhoso risotto acompanhou estes bolinhos de milho com salmão fumado.
E esta receita de risotto confecionado com arroz carolino Bom Sucesso é a minha participação no passatempo " Prato com Arroz" ,promovido pelo fatástico blog Receitas de Sedução em parceria com a Orivárzea, o meu arroz de eleição.
Mãos à obra.
publicado por Torradaemeiadeleite às 2013-05-21 13:06:11
"Cósimo, arúspice decrépito e manhoso, levantou a cabeça enrugada e fez-me um meneio, desconsolado, indicando que aquelas entranhas nada prenunciavam de bom. Não era a primeira vez. Nunca me recordo de o velho Cósimo ter extraído das vísceras dum animal prognósticos de tempos felizes. Que será isto nos homens que se prezam tanto de ser portadores de más notícias? Por que é que o anúncio da desgraça lhes vai mais natural e lhes confere maior gáudio? Talvez porque as infelicidades sejam mais facilmente confirmáveis pela vida e perduráveis na memória... No entnto, pensando bem, tudo isto, em si, não tinha grande importância. Tratava-se apenas dum rito, dum simulacro, de gestos consagrados."
Mário de Carvalho, Um Deus Passeando Pela Brisa da Tarde - Edit. Caminho, 12ª ed. (Fev. 2008).

publicado por belitaarainhadoscouratos às 2013-05-21 13:00:50
A aproveitar as promoções que agora se veem em todos os supermercados, comprei espargos a 1,99€ (molhinho com 15 espargos).
Embora seja caro, que é, é muito mais barato do que 3,59€ que é o que tenho visto em alguns sítios.
Se encontrarem aproveitem e se nunca provaram espargos frescos, deviam ter que prestar contas a alguém!
É um crime não comer uma coisa tão boa ![]()
Tarte de Curgete e Espargos
1 embalagem de massa folhada
1 curgete
1 alho francês
6 espargos
2 colheres de sopa de azeite
1 dl de natas (usei de soja)
1 dl de iogurte grego natural
3 ovos
Sal
Pimenta
Amêndoas laminadas
Cortar o alho francês em rodelas fininhas, a curgete em rodelas e os espargos em pedaços com cerca de 2 cms, deixando os topos maiores, cerca de 5 cms.
Alourar o alho francês no azeite juntamente com as curgetes e os espargos por cerca de 5 minutos e salpicar com uma pitada de sal. Reservar.
Numa taça bater as natas, o iogurte e os ovos. Temperar a gosto com sal e pimenta.
Estender a massa folhada numa forma de tarte, pode ser redonda ou rectangular.
Deitar a mistura de alho francês, curgetes e espargos (os pedacinhos menores) na tarteira e por cima verter a mistura de ovos, natas e iogurte. Enfeitar com os pedaços maiores de espargos e por cima polvilhar com as amêndoas laminadas.
Levar ao forno até alourar e a massa estar bem cozida, cerca de 25 minutos.
Retirar do forno e deixar arrefecer um pouco.
Servir com uma salada.
http://riscos_e_rabiscos.blogs.sapo.pt
publicado por Miss Pepper às 2013-05-21 11:23:48
publicado por Torradaemeiadeleite às 2013-05-20 20:57:55
Indesculpável é o facto de eu ainda não ter torrado algo sobre este senhor, Chris Hadfield e o seu blogue que só agora conheci.
Dá um apertozinho no peito ver estas imagens e ouvir estas palavras tão bem cantadas.
Como em tudo que é bom, mais vale tarde que nunca.
E há sempre boas razões para voltar também a David Bowie.
COELHO À CAÇADOR À MINHA (...)
publicado por Tina às 2013-05-20 15:06:37

http://riscos_e_rabiscos.blogs.sapo.pt
publicado por Miss Pepper às 2013-05-20 13:51:36
Mais uma segunda-feira, mais uma semana a começar...
Esta segunda-feira vai ser assim uma espécie de última em que eu vou dar aulas à pior turma que tive desde que me lembro! Na próxima segunda-feira haverá teste, na semana seguinte será a ultima aula mesmo pois na última semana de aulas já estou livre deles uma vez que segunda-feiraé feriado!
Hoje vou dar uma última parte da matéria, de seguida vou dizer o que vai sair para o teste e eles vão escrever no caderno. Não estou para me chatear muito, já que nem coordenadora e nem professora titular o estão. Afinal não sou apenas uma professora de AECs mal tratada e mal paga?
Não me posso enervar para não estragar a cútis. Hoje até pintei as unhas de laranja para enfrentar os "diabos", e dar alegria ao dia e à semana. Que tal? :)
publicado por belitaarainhadoscouratos às 2013-05-20 13:00:54
Esta pasta de barrar é para audazes porque tem um sabor bem vincado. Eu gostei!
Pasta de Queijo Feta
100 grs de queijo feta
1 colher de chá de raspa de limão
1 colher de sopa de sumo de limão
Pimenta preta
Azeite q.b.
Misturar todos os ingredientes excepto o azeite com um garfo e esmagar bem para ficar uma pasta macia. Transferir para uma taça e deitar um pouquinho de azeite por cima.
Servir fresco com fatias de pão ou tostas ou gressinos.
publicado por Maurício Barra às 2013-05-20 08:49:13
Ordem de Trabalhos do Conselho de Estado
1. o risco da política de ajustamento seguida por este Governo não prosseguir no próximo.
2. fomentar o crescimento económico e a criação de emprego.
3. preparar a renegociação do período pós-troika.
Ordem de Trabalhos do PS
“ O país não deveria discutir o além” José Sócrates
“ Crise de regime no horizonte de Portugal “ A.J Seguro
publicado por Torradaemeiadeleite às 2013-05-20 08:34:30
publicado por Maurício Barra às 2013-05-19 20:18:23
publicado por Maurício Barra às 2013-05-19 20:12:20
Buddy Turns Down Howlin' Wolf
Buddy Guy reflects on his reasons for turning down a gig with the legendary Howlin' Wolf in an interview segment cut into a performance of his song "I've Got News For You." The fact is that even young blues men as talented as Buddy, were sometimes intimated by their legendary predecessors.
Bolachas de manteiga de a(...)
publicado por Ameixinha às 2013-05-19 14:51:43
Embora a temperatura nos leve a pensar que não estamos na Primavera, a verdade é que as frutas, flores e animaizinhos dão-nos a certeza que o Verão está próximo. Por isso, só podemos estar mesmo na Primavera, e temos que fazer de tudo para convencer o cérebro disso. É isso mesmo que tenho visto, apesar da sensação térmica de cinco graus centígrados não faltam pessoas descapotadas, de unhaca de fora - e outras coisas à mostra - a dar azo à sua coragem ao enfrentar ventos ciclónicos e chuvas geladas, sem guarda-chuva e pensando que são só umas pinguinhas. "Está calor, tenho calor, viva o calor!", devem repeti-lo como uma espécie de mantra para se convencerem disso e eu, que sou uma ovelha negra e que insisto em não andar atrás da maioria, passo de capote até às orelhas e meias opacas até ao pescoço; e ainda tenho a lata de avisar uma beata zelosa, que está agachada a preparar o tapete da procissão, que o fio dental está à mostra. Há gente que não se sente, e ainda bem que a imagem no altar tem olhos mas não vê, porque senão havia de ser bonito :)
Ingredientes:
1 chávena de açúcar
1 ovo
1 colher (chá) bicarbonato de soda
1/2 colher (chá) extrato de baunilha
1 chávena de manteiga de amendoim
1 chávena de amendoins partidos (opcional)
Preparação:
Pré-aqueça o forno a 180ºC.
Numa tigela, bata o açúcar com o ovo, o bicarbonato e baunilha. Adicione a manteiga de amendoim e os amendoins partidos. Envolva até ficar homogéneo. Coloque colheradas de massa em tabuleiros untados, deixando-as distanciadas umas das outras. Leve ao forno por cerca de 10 minutos. Retire e deixe arrefecer.
Notas:
Não usei amendoins partidos, a minha manteiga de amendoim é suave e obtive biscoitos com uma massa mole, perfeita para comer com frutas vermelhas e até um pouco de chantily, para quem gostar.
Receita retirada daqui
Bom Domingo!
publicado por Maria às 2013-05-19 11:38:26
Como preparar:
Separar as gemas das claras dos ovos. Misturar as gemas com a açúcar sem bater. Misturar o leite com a farinha mexendo bem até deixar de haver grumos. Juntar esta mistura à das gemas com o açúcar, juntar ainda os paus de canela e as cascas de limão e levar ao lume brando, mexendo sempre, até engrossar. Atenção para não deixar ferver pois os ovos ficarão com aspecto de ovos mexidos. Bater as claras em castelo e juntá-las ao preparado das gemas quando este tiver arrefecido. Retirar os paus de canela e as cascas de limão e verter a mistura para um tabuleiro ( 12x15) untado de manteiga. Polvilhar com canela e levar ao forno pré aquecido a 180ºC durante certa de 25 min.
Servir frio acompanhado com frutos vermelhos.
Também pode ser servido com uma calda de 100g de açúcar com 0,5 dl de água, 1 pau de canela e uma casquinha de limão.Ferve 5 minutos exactos, coa-se, e já está.
Quanto a mim, gostei imenso do resultado. Ojectivo alcançado, missão cumprida.
Quanto a si, já foi para a cozinha fazer o seu bolo?
Mãos à obra.
publicado por Maurício Barra às 2013-05-19 09:15:07
Texas blues guitar great Mance Lipscomb performs "Take Me Back" and "Goin' Down Slow" in 1969.
Mance Lipscomb was born April 9, 1895 to an ex-slave father from Alabama and a half Native American Choctaw mother. Lipscomb spent most of his life working as a tenant farmer in Texas and was "discovered" and recorded by Mack McCormick and Chris Strachwitz in 1960 during the country blues revival. He released many albums of blues, ragtime, Tin Pan Alley and folk music (most of them on Strachwitz' Arhoolie label), singing and accompanying himself on acoustic guitar. He had a fine finger-picking guitar technique, and an expressive voice well suited to his material. Lipscomb often honed his skills by playing in nearby Brenham, Texas, with a blind musician, Sam Porter Norman. His debut release, Texas Songster (1960) revealed how broad his repertoire was, and further sets for Arhoolie made that point in greater detail. Lipscomb happily performed old songs like "Sugar Babe," the first song he ever learned, to pop numbers like "Shine On, Harvest Moon" and "It's a Long Way to Tipperary".
Trouble in Mind was recorded in 1961, and released on a major label, Reprise. In May 1963, Lipscombe appeared at the first Monterey Folk Festival in California. Also on the bill were Bob Dylan, Joan Baez, Pete Seeger, Peter, Paul & Mary and The Weavers.
Unlike many of his contemporaries, he did not record in the early blues era, but his life is well documented thanks to his autobiography, I Say Me for a Parable: The Oral Autobiography of Mance Lipscomb, Texas Bluesman, narrated to Glen Alyn, which was published posthumously, and also a short 1971 documentary by Les Blank, A Well Spent Life.
He died on January 30, 1976 in his hometown of Navasota, two years after suffering a stroke.
publicado por Maurício Barra às 2013-05-19 09:13:18
Mississippi John Hurt plays his song "Spike Drivers Blues" for Pete Seeger and his wife on "Pete Seeger's Rainbow Quest" television show in the mid-1960's.
Raised in Avalon, Mississippi, Hurt taught himself how to play the guitar around age nine. Singing in a loud whisper, to a melodious finger-picked accompaniment, he began to play local dances and parties while working as a sharecropper. He first recorded for Okeh Records in 1928, but these were commercial failures. Hurt then drifted out of the recording scene, and he continued his work as a farmer. A copy of one of his recordings, "Avalon Blues," was later discovered. The title of which gave the location of his hometown and inspired a growth of interest in Hurt's whereabouts. Tom Hoskins, a blues enthusiast, would be the first to locate Hurt in 1963. He convinced Hurt to relocate to Washington, D.C., where he was recorded by the Library of Congress in 1964.
His rediscovery helped further the American folk music revival, which had led to the rediscovery of many other bluesmen of Hurt's era. Hurt entered the same university and coffeehouse concert circuit as his contemporaries, as well as other Delta blues musicians brought out of retirement. As well as playing concerts, he recorded several studio albums for Vanguard Records.
publicado por Maurício Barra às 2013-05-19 09:11:50
Skip James performs in the company of other legendary blues men including Howlin' wolf at the Newport Folk Festival in 1966.
In early 1931, Skip James auditioned for H. C. Speir a Jackson, Mississippi, record shop owner and talent scout who placed blues performers with a variety of record labels including Paramount. On the strength of this audition, James traveled to Grafton, Wisconsin to record for Paramount. James's 1931 work is considered unique among pre-war blues recordings, and formed the basis of his reputation as a musician.
For the next thirty years, he recorded nothing drifting in and out of music and was virtually unknown to listeners until about 1960. In 1964 blues enthusiasts John Fahey, Bill Barth, and Henry Vestine located Skip James in a hospital in Tunica, Mississippi. According to Calt, the "rediscovery" of both James and of Son House at virtually the same moment was the start of the "blues revival" in the US. In July 1964 James, along with other rediscovered performers, appeared at the Newport Folk Festival. Several photographs by Dick Waterman captured this first performance in over 30 years. Throughout the remainder of the decade, he recorded for the Takoma, Melodeon, and Vanguard labels and played various engagements until his death in Philadelphia from cancer in 1969.
publicado por Maurício Barra às 2013-05-19 09:09:45
"Father of the Delta Blues," Charley Patton made this recording in Richmond, Indiana on June 14, 1929 accompanying himself on guitar.
Charley Patton was born in Hinds County, Mississippi near the town of Edwards between April 1887 and 1891. He is considered the "Father of the Delta Blues", and is credited with creating an enduring body of American music and personally inspiring just about every Delta blues man (Palmer, 1995). Musicologist Robert Palmer considers him among the most important musicians that America produced in the twentieth century.
In 1900, his family moved 100 miles north to the legendary 10,000-acre Dockery Plantation sawmill and cotton farm near Ruleville, Mississippi. It was here that both John Lee Hooker and Howlin' Wolf fell under the Patton spell as well as Willie Brown, Tommy Johnson, and Fiddlin' Joe Martin. It was also here that Robert Johnson played and was given his first guitar. At Dockery, Charley fell under the tutelage of Henry Sloan, who had a new, unusual style of playing music which today would be considered very early blues. Charley followed Henry Sloan around and by the time he was about 19 had become an accomplished performer and songwriter in his own right, having already composed the seminal "Pony Blues."
Biographer John Fahey describes Patton as having "light skin and Caucasian features." Though Patton was considered African-American, because of his light complexion there have been rumors that he was Mexican, or possibly a full-blood Cherokee, a theory endorsed by Howlin' Wolf. In actuality, Patton was a mix of white, black, and Cherokee
Patton was a "jack-of all-trades bluesman" who played "deep blues, white hillbilly songs, nineteenth-century ballads, and other varieties of black and white country dance music with equal facility," according to Robert Palmer. He was extremely popular across the Southern United States and also performed annually in Chicago, Illinois and, in 1934, New York City. In contrast to the itinerant wandering of most blues musicians of his time, Patton played scheduled engagements at plantations and taverns. Long before Jimi Hendrix impressed audiences with flashy guitar playing, Patton gained notoriety for his showmanship, often playing with the guitar down on his knees, behind his head, or behind his back. Although Patton was a small man at about 5 foot 5, his gravelly voice was rumored to have been loud enough to carry 500 yards without amplification. Patton's gritty bellowing was a major influence on the singing style of his young friend Chester Burnett, who went on to gain fame in Chicago as Howlin' Wolf.
Patton settled in Holly Ridge, Mississippi with his common-law wife and recording partner Bertha Lee in 1933. He died on the Heathman-Dedham plantation near Indianola on April 28, 1934 and is buried in Holly Ridge (both towns are located in Sunflower County). Patton's death certificate states that he died of a mitral valve disorder. His death was not reported in the newspapers. A memorial headstone was erected on Patton's grave in July, 1990 paid for by musician John Fogerty through the Mt. Zion Memorial Fund.
publicado por Maurício Barra às 2013-05-19 09:08:12
Stevie Ray Vaughan (guitar and vocals) performances "Pride And Joy" with his band "Double Trouble" consisting of Tommy Shannon (bass), and Chris Layton (drums) live at Montreux 1982.
In 1982, Vaughan and Double Trouble performed at the Montreux Jazz Festival in Switzerland, catching the attention of musicians David Bowie and Jackson Browne. Bowie asked Vaughan to play on his upcoming studio album Let's Dance, while Browne offered the band free use of his personal studio in Los Angeles to record an album.
In March 1983, Vaughan and Double Trouble were signed to Epic Records by veteran record producer John Hammond Sr. and released their debut album, "Texas Flood" in June of that year.
publicado por Maurício Barra às 2013-05-19 09:06:07
Father of the Memphis Blues
Recorded February 1928 in Memphis, Tennessee with Frank Stokes (guitar, vocals) and Dan Sane (guitar).
Frank Stokes was born January 1, 1888 in Shelby County, Tennessee, in the largest Southern vicinity of Whitehaven, located two miles north of the Mississippi line. He was raised by his stepfather in Tutwiler, Mississippi, after the death of his parents. Stokes first learned to play guitar as a youth in Tutwiler and after 1895, in Hernando, Mississippi, which was home to such guitarists as Jim Jackson, Dan Sane, Elijah Avery (of Cannon's Jug Stompers), and Robert Wilkins. By the turn of the century, at the age of 12, Stokes worked as a blacksmith, traveling the 25 miles to Memphis on the weekends to sing and play guitar with Sane, with whom he developed a long-term musical partnership. Together, they busked on the streets and in Church's Park (now W. C. Handy Park) on Memphis' Beale Street.
In the mid 1910s, Stokes joined forces with fellow Mississippian Garfield Akers as a blackface songster, comedian, and buck dancer in the Doc Watts Medicine Show, a tent show that toured the South. During this period of touring, Stokes developed a sense of show business professionalism that set him apart from many of the more rural, less polished blues musicians of that time and place. It is said that his performances on the southern minstrel and vaudeville circuit around this time influenced Jimmie Rodgers, who played the same circuit. Rodgers borrowed songs and song fragments from Stokes and was influenced stylistically as well.
Around 1920, Stokes settled in Oakville, Tennessee, where he went back to work as a blacksmith. Stokes teamed up again with Sane and went to work playing dances, picnics, fish fries, saloons, and parties in his free time. Stokes and Sane joined Jack Kelly's Jug Busters to play white country clubs, parties and dances, and to play Beale Street together as the "Beale Street Sheiks," first recording under that name for Paramount Records in August 1927. All told, Stokes was to cut 38 sides for Paramount and Victor Records. "The fluid guitar interplay between Stokes and Sane, combined with a propulsive beat, witty lyrics, and Stokes's stentorian voice, make their recordings irresistible." Their duet style influenced the young Memphis Minnie in her duets with husband Kansas Joe McCoy.
The Sheiks next recorded at a session for Victor Records, in February 1928 with an emphasis was on blues, rather than the older songs that were also part of Stokes' repertoire. In 1929, Stokes and Sane recorded again for Paramount, resuming their "Beale Street Sheiks" billing for a few cuts. In September Stokes was back on Victor to make what were to be his last recordings, this time without Sane, but with Will Batts on fiddle. Stokes and Batts were a team as evidenced by these records, which are both traditional and wildly original, but their style had fallen out of favor with the blues record buying public. Stokes was still a popular live performer, however, appearing in medicine shows, the Ringling Brothers Circus, and other tent shows and similar venues during the 1930s and 1940s. During the 1940s, Stokes moved to Clarksdale, where he occasionally worked in local juke joints with Bukka White.
Frank Stokes died of a stroke in Memphis on September 12, 1955 and was buried there at the Hollywood Cemetery. He is now considered by many musicologists to be the father of the Memphis blues guitar style.
publicado por Maurício Barra às 2013-05-19 09:03:49
Jessie Mae Hemphill is captured on film during a 1991 performance.
Hemphill was born near Como and Senatobia, Mississippi, in northern Mississippi just east of the Mississippi Delta. She began playing the guitar at the age of seven and also played drums in various local Mississippi fife and drum bands. Her musical background began with playing snare drum and bass drum in the fife-and-drum band led by her grandfather, Sid Hemphill. Aside from sitting in at Memphis bars a few times in the 1950s, most of her playing was done in family and informal settings such as picnics with fife and drum music until her 1979 recordings.
The first field recordings of her work were made by blues researcher George Mitchell in 1967 and ethnomusicologist Dr. David Evans in 1973 when she was known as Jessie Mae Brooks, using the surname from a brief early marriage, but the recordings were not released. In 1978, Dr. Evans came to Memphis to teach at Memphis State University (now University of Memphis). The school founded the High Water label in 1979 to promote interest in the indigenous music of the South. Evans made the first high-quality field recordings of Hemphill in that year and soon after produced her first sessions for the High Water label.
Hemphill then launched a recording career in the early 1980s, a period which was her heyday. In 1981 her first full-length album, "She-Wolf," was licensed from High Water and released on France's Vogue Records. She received the W. C. Handy Award for best traditional female blues artist in 1987 and 1988.
In 1990, her first American full length album, "Feelin' Good," was released and also won a Handy Award for best acoustic album. Hemphill suffered a stroke that paralyzed her left side in 1993, preventing her from playing guitar, resulting in her retiring at that time from her blues career. However, she did continue to play, accompanying her band on the tambourine.
On July 22, 2006, Jessie Mae Hemphill died at The Regional Medical Center in Memphis, after experiencing complications from an ulcer.
publicado por Maurício Barra às 2013-05-19 09:01:32
In a live performance from Jazz à Vienne Festival 2009 Lucky Peterson (guitar and vocals), with Noel Johnston (2nd guitar) play "Dead Cat On The Line."
Lucky Peterson's father, bluesman James Peterson, owned a nightclub in Buffalo called The Governor's Inn. The club was a regular stop for fellow bluesman Willie Dixon. Dixon saw a five-year-old Lucky Peterson performing at the club and, in Peterson's words, "Took me under his wing." Months later, Peterson performed on The Tonight Show, The Ed Sullivan Show and What's My Line?. Millions of people watched Peterson sing "1-2-3-4", a cover version of "Please, Please, Please" by James Brown. At the time, Peterson said "his father wrote it". Soon he recorded his first album, "Our Future: 5 Year Old Lucky Peterson," for Today/Perception Records and had an appearance on the show "Soul!" on public television.
As a teen, Peterson studied at the Buffalo Academy for Visual and Performing Arts, where he played the French horn with the school symphony. Soon, he was playing backup guitar and keyboards for Etta James, Bobby "Blue" Bland, and Little Milton.
Today, Peterson lives in Dallas, Texas. He still tours, but says he spends an increasing amount of time playing music for his church
publicado por Maurício Barra às 2013-05-19 08:59:19
This recording was produced in Chicago on December 12, 1940 with Tommy McClennan (vocal and guitar).
Tommy McClennan who was originally from Durant, Mississippi made his way to Chicago sometime during the late 30's, making a series of recordings for Bluebird Records from 1939 through 1942. He regularly performed with his friend Robert Petway and can be heard shouting in the background on Petway's 1942 recording "Boogie Woogie Woman". McClennan made an immediate impact in 1940 with his recordings "Shake 'Em on Down", "Bottle It Up and Go", "Whiskey Head Woman" and "New Highway No.51".
He left a powerful legacy that included "Bottle It Up and Go," "Cross Cut Saw Blues" later covered by Albert King, "My baby's gone" (covered and adapted by Moon Mullican), "Deep Blue Sea Blues" (aka "Catfish Blues"), and others whose lasting power has been evidenced through the repertoires and re-recordings of other artists.
In John Fahey's "Screaming and Hollerin' the Blues" there is an interview conducted with Booker Miller, who was a contemporary of Charlie Patton, he makes mention of someone who is most likely Tommy McClennan, though he does not know his name: "... and I saw another fella he put some records out, they (him and Willie Brown) be together, but he be by himself when I see him, they called him "Sugar"... I ain't never known him as nothing but Sugar, he put out a record called Bottle Up and Go... I sold him my guitar."
"He had a different style of playing a guitar" Big Bill Broonzy remarked drily. "You just make the chords and change when you feel like changing"
Although nothing is known of what happened to Petway, Tommy McClennan was occasionally seen in Chicago with Elmore James and Little Walter, two other artists from the Delta. McClennan is reported to have died from alcoholism in poverty in Chicago, Illinois, in 1962.
publicado por Maurício Barra às 2013-05-19 08:56:47
Arthur Crudup performs his famous "Grayhound Bus Blues" with the Crudup Brothers Blues Band consisting of his sons Jonas (guitar), Charles (keyboards), George (bass), and James (drums), near his home in Virginia during the mid-1970s.
From the mid-1960s, Crudup returned to bootlegging and working as an agricultural laborer, chiefly in Virginia, where he lived with his family including three sons and several of his own siblings. On the Eastern Shore of Virginia, while he lived in relative poverty as a field laborer, he occasionally sang and supplied moonshine to a number of drinking establishments, including one called The Dew-Drop Inn, in Northampton County, for some time prior to his death from complications of heart disease and diabetes. He died of a heart attack in the Nassawadox hospital in Northampton County, Virginia on March 28, 1974. There was some confusion in regards to his actual date of death because he used several names.
Arthur "Big Boy" Crudup was honored with a marker on the Mississippi Blues Trail placed at Forest, Mississippi his place of birth.

