publicado por `Na às 2013-05-18 09:44:46
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Encontro-me neste cantinho disposta a servir aqueles que me peçam ajuda. Experimentem pois a minha opinião é imparcial e vale o que vale, talvez conhecendo os vossos resolva os meus problemas. Façam boas escolhas! Põe-me à PROVA!!!
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publicado por `Na às 2013-05-18 09:44:46
publicado por Pâmelli às 2013-05-18 09:35:30
Ontem fui assistir ao show "Billie Holliday" com minha amiga americana e seu namorado no teatro Rive Gauche.
Simplesmente fantástico!!
A cantora tem um nome esquisito : Viktor Laslo (o mesmo do personagem de Casablanca...) e incarnou a grande Billie de maneira impressionante.
Francesa, canta em inglês, com uma voz belíssima e praticamente sem sotaque.
O grupo, que toca com ela, (incluindo um sax, um piano, um baixo e bateria) também é excelente. Adorei em especial o pianista!
O teatro, pequeno e charmoso, fica bem no centro do animado bairro de Montparnasse.
O espetáculo está em cartaz desde abril e já está perto de terminar , mas o sucesso tem sido tão grande que eles fizeram uma "prolongation" por mais alguns dias.
Então aí vai a dica: Se você estiver em Paris por estes dias e adora jazz, este é simplesmente imperdível! Em "Billie Holliday" você vai poder ouvir todos os seus grandes sucessos, intercalados com bits and pieces de sua estória.
Sugestão final: Antes do show, vá comer uma crêpe em uma das várias crêperies ao longo da rue de la gaité, a mesma do teatro.
P.S. Este post é dedicado à D. Isolda, que teria AMADO o show e , com certeza, conhecia TODAS as músicas !! ![]()
Teatro Rive Gauche, pouco antes do espetáculo. SHOW!
"Les Cormorans" - uma das várias crêperies ao longo da Rue de la gaité, a poucos metros do teatro.
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Há pessoas que só merecem(...)
publicado por Miss Pepper às 2013-05-17 13:44:37
Há coisas que me transcendem, a sério. Isto porque eu não sou assim e jamais seria capaz de o ser. Continuo sem compreender como é que há pessoas de tão má índole, tão rancorosas, tão vis que não sabem fazer mais nada na vida senão tramar os outros? Sentirem gáudio por falarem mal dos outros, por quererm minar a vida dos outros? A estas pessoas desejo apenas duas coisas: primeira, que mordam a própria língua e provem do seu próprio veneno; segunda, que arranjem uma vida para viver ou na impossibilidade disto, uma micose para se coçar!
publicado por Gaja às 2013-05-17 12:07:17
Momento zen da noite:
Ver o Extra Big Brother Vip à 1h da manhã enquanto enfardo um Magnum amêndoas.
Depois passa-me e vou ler um livro absolutamente intelectual.
publicado por Pâmelli às 2013-05-17 09:43:08
Ontem a programação foi ir ao Musée D’Orsay para assistir a duas expos : uma sobre o “romântico gótico - de Goya à Max Ernst" e a outra de uma coleção particular com quadros de Vuillard, Bonnard, Matisse e outros grandes do começo do Século XX.
O Orsay é o museu que abriga a mais famosa coleção impressionista em Paris, mas como tanto minha amiga (que mora na França metade do ano) quanto eu já conhecíamos seu acervo permanente, decidimos usar nosso tempo lá apenas para ver as duas exposições temporárias. E é claro, aproveitar o museu em si! - que é , ao meu ver, o mais bonito e charmoso de Paris já que faz parte de uma antiga estação de trem da Belle Époque parisiense.
À noite fui me encontrar com outra amiga que mora em Paris e que me levou para jantar em um restaurante especializado na comida da região central da França , o Auvergne. Pra falar a verdade, achei a coisa muito parecida com a comida alemã: muita salsicha e com acompanhamento de batata. Mas, como estamos na França, é claro que a salsicha estava ótima e a truffade ( espécie de puré de batata com queijo) idem.
Já hoje minha escapulida foi no Museu do Louvre , principalmente para ver a parte de arte da Grécia e Roma antiga. (Como já conheço bem o acervo de pinturas do museu, desta vez me concentrei na parte da Antiguidade Clássica e o período Hellenístico, que têm a ver com o curso que acabei de fazer na Universidade do Texas).
Finalmente , duas coisas que tenho notado em especial desde que cheguei aqui: 1) Todo lugar em Paris , seja nas ruas, nos cafés, nos museus está INFESTADO de brasileiros! Arre. O que é isso?? Qualquer hora dessas eles vão bater os turistas japoneses em concentração por metro quadrado!
E, 2) Como os garçons estão gentis e sorridentes em todos os restaurantes e cafés da cidade!! lol Isso mesmo, pasmem. Aliás , as pessoas de um modo geral, (até aquelas que trabalham nos guichés das estações de metro e que costumam ser as mais insuportáveis...) estão todas muito mais afáveis e até sorridentes! É que parece que o governo francês anda fazendo uma campanha pedindo aos franceses para tratarem melhor os turistas and guess what... a ideia pegou!
Então, se você é daquelas pessoas que diz que não gosta de vir à França porque os franceses são podres ( digo, de personalidade...) e tratam os turistas mal, pense novamente.
E agora, algumas fotos que tirei nestes dois últimos dias na Ville des Lumières:
O lindíssimo Musée D'Orsay visto de uma ponte sobre o rio Sena...
Coleção Impressionista impressionante em uma antiga estação de trem da Belle Époque.
O restaurante Belle Epoque do museu. (Recomendo este ao invés do outro , mais moderno - principalmente para aqueles com o espírito romântico, lol .
Vista de dentro do museu com o seu belo relógio... Outra coisa boa do Orsay é que ele é bem menos tumultuado que o Louvre!
As duas exposições temporárias que assistimos no Musée D'Orsay.
Desta vez não vimos nossos quadros impressionistas preferidos.
Na estrada do Louvre, debaixo da pirâmide, formigueiro total. Tem gente DEMAIS neste planeta! ![]()
Gente saindo, entrando e cruzando por todos os lados. É preciso ter MUITA paciência e determinação para visitar o museu mais famoso do mundo.
Estas moedas são da época de Alexandre o Grande e seu pai , Phillipe II. Adorei por causa do meu recente curso na U.T. !
Esta amphore , da Grécia Antiga, tem pelo menos 2500 anos.
A famosíssima Venus de Milo, descoberta em 1820 na ilha grega de Melos, data de 120 A.C. Pra variar, formigeiro humano total em volta.
Quando sai do Louvre estava começando a chover. Então, aproveitei para entrar num café ao longo do Sena e tomar uma soupe à l'oignon ( a clássica sopa de cebolas francesa) . Mas antes, tirei esta foto da Pont Neuf com a Torre Eiffel ao fundo. ![]()
Por que as tartarugas viv(...)
publicado por tresgues às 2013-05-17 08:38:13
Por que as tartarugas vivem tanto?
Eu cá acho que é porque andam devagarinho.
E, devagarinho, não se cansam.
E, eu, agora, tenho andado como elas.
Talvez viva mais uns anitos. Que bom.
Aquela coisa das pessoas andarem a correr por aí, não deve fazer nada bem.
Ainda hão-de vir estudos nesse sentido. E que concluam que devagarinho é que é.
É que as tartarugas, pelos vistos, até são geneticamente mais parecidas connosco do que se supunha.
E, devagarinho, se vão apreciando as coisas boas da vida. Melhor, até.
E as más. Pronto. Não se pode fazer nada.
Mas tão devagarinho, tão devagarinho tenho andado, que hoje nem há escolhas. De novo.
Muito bom dia.
PS: O tempo está um espectáculo para andarem devagarinho.
Aproveitem. Sim?
publicado por `Na às 2013-05-16 21:29:40
O Sr. F. nos seus quase 80 anos tem o hobbie de fazer réplicas dos barcos onde tanto navegou enquanto pescador de profissão. Este barco vi-o nascer e crescer até se tornar neste belo barco feito pelo Sr. F. especialmente para mim.
Tenho ou não tenho o melhor emprego do mundo?
Mais um ano, mais um jant(...)
publicado por `Na às 2013-05-16 19:08:07
É já de hoje a uma semana que tenho mais um jatnar de beneficiência da instituição onde trabalho. E a velha questão é: e vestido já tens?
Este ano decidi nem procurar pelo dito cujo. Durante as mudanças fui revendo algumas fotos e descobri uma de um casamento de há 2 anos em que aminha mãe levou um vestido giro. Vai daí fui ter com ela e" mãezinha do meu coração, sabes aquele vestidinho azul que levaste ao casamento da S. e que nunca mais vais usar? Estava aqui a pensar com os meus sapatos que podeira levá-lo à costureira, adaptá-lo ao meu corpo, subi-lo um pouquito mas dentro da decência que a presença do Sr. Bispo do Porto exige e levá-lo ao jantar, que ficaria assim quase a custo zero...que achas?". E não é que ela achou uma excelente ideia?
E pronto, o vestido está na costureira e eu estou a contar com todo o seu profissionalismo para o pôr simpático de se ver. Sapatinhos é que vinham mesmo a calhar ser adquiridos, afinal nos últimos dois anos levei os mesmos e começa a parecer mal repeti-los uma terceira vez.
E assim poupamos uns euritos que poderão ser aplicados noutras utilidades, até porque em Julho tenho o baptizado do meu afilhado e no próximo mês terei, aí sim, de escolher indumentária adequada ao evento.
publicado por Gaja às 2013-05-16 12:14:03
publicado por tresgues às 2013-05-16 10:38:29
(In Rosangela Calza):
Recomeçar
avançar
lutar
acreditar
ganhar... ou perder...
não importa: agradecer!
Obrigada a JJesus e a todos os jogadores.
♦•♦
Não seja tão perfeito...
Já percebi que se a gente olhar direito
todo mundo tem um defeito.
Então você também deve ter,
não precisa esconder, eu vou entender.
Ah! e vou continuar a amar você de qualquer jeito...
♦•♦
PS: Pena as botas não terem dado aquela sorte.
«Sonhos Proibidos», Lesle(...)
publicado por `Na às 2013-05-15 19:14:26
Londres, 1910. Belle tem quinze anos e uma vida protegida. Graças aos cuidados da ama, ela nunca se apercebeu de que a casa onde vive é um bordel, regido com mão de ferro pela sua mãe. Porém, a verdade encontra sempre maneira de se revelar… Para Belle, será no trágico dia em que assiste ao assassinato de uma das raparigas da casa. Ingénua e indefesa, ela fica à mercê do criminoso, que a rapta e leva para Paris, onde se inicia como cortesã.
Afastada do único lar que conheceu, a jovem refugia-se nas memórias de infância e acalenta o sonho de voltar aos braços do seu primeiro amor, Jimmy. Mas Belle já não é senhora do seu destino. Prisioneira da sua própria beleza, é alvo do desejo dos homens e da inveja das mulheres.
Longe vão os anos da inocência e, quando é levada para a exótica e decadente cidade de Nova Orleães, ela acaba por apreciar o estilo de vida que o Novo Mundo tem para lhe oferecer. Mas o luxo e a voluptuosidade que a rodeiam não mitigam as saudades que sente de casa, e Belle está decidida a tomar as rédeas da sua vida. Um sonho que pode ser-lhe fatal pois há quem esteja disposto a tudo para não a perder. No seu caminho, como barreiras fatais, erguem-se um continente selvagem e um oceano impiedoso. Conseguirá o poder da memória dar-lhe forças para sobreviver a uma viagem impossível?________________________________________
__________________
Gostei de todos os livros que li da Lesley Pearse (este é já o quarto). As suas histórias têm sempre um ponto comum: a personagem principal é ma mulher, que normalmente passa por uma série de provações, mas que sai sempre vencedora porque é uma lutadora. Mas mesmo do que este denominador comum, os seus livros agradam-me por serem romances históricos, que, mais uma vez, nos dão a conhecer outros tempos.
publicado por `Na às 2013-05-15 18:51:57
"O que comeu ontem todo o dia?"
"Uma gelatina."
"E hoje?"
"Uma rodela de pêssego em calda."
"E porquê?"
"Se quero dar de comer às minhas filhas, não posso comer eu. Mas eu estou bem! Não sinto fome. Nunca sinto."
Ter alguém à nossa frente dizer que não come porque não tem dinheiro é, talvez, das experiências mais duras da nossa vida, quando, felizmente e graças a todos os santinhos e mais alguns, nunca passamos necessidades na nossa vida. Há muita dor neste mundo, e eu tenho lidado com algum sofrimento humano difícil de tolerar e aguentar, mas confrontar-mo-nos com uma realidade que sabemos que existe mas que esquecemos todos os dias muda um pouquito a perspetiva das coisas.
Sentimo-nos estupidamente impotentes e tremendamente revoltados por estarmos de mãos atadas e por confirmarmos que estas coisas não vêm só nos jornais; existem à nossa volta, em pleno século XXI.
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publicado por Miss Pepper às 2013-05-15 13:36:29
Coloca um lembrete no espelho, um recado na porta da geladeira, um aviso por dentro, que é para a menina dos olhos não permitir que se esqueça de ser feliz antes que termine o dia.
Gabriela Castro
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publicado por Miss Pepper às 2013-05-14 21:45:37
Quando ouvi a notícia fiquei muito surpreendida mas compreendi a atitude de Angelina Jolie.
Já por duas vezes senti caroços no peito que me assustaram bastante mas não passaram de uma qualquer revolução hormonla, felizmente. Mas enquanto não soube ao certo o que era, sob a minha cabeça pairava a palavra "cancro". Penso que e uma palavra que nos vem logo à ideia em casos destes. Infelizmente para muitas pessoas o diagnóstico não será o melhor.
Não consigo sequer imaginar o abanão forte que Angelina Jolie sentiu ao ouvir dizer que teria 87% de hipóteses de vir a ter cancro de mama. Além de que assistiu à morte prematura da mãe com este mesmo problema.
A sua decisão é de uma complexidade enorme e quantas mulheres teriam a mesma coragem para a tomar? Afinal as mamas são o símbolo da nossa feminilidade, da maternidade.
Convivi de perto com alguém que fez uma mastectomia dupla mas neste caso já tinha sido diagnosticado cancro. Sei que não foi nada fácil todo o processo. Muito para além do peso da palavra cancro, do sofrimento implícito e das incertezas que dai advém, é preciso ter-se muita coragem, ser-se guerreira e enfrentar o "monstro" com todo o heroísmo.
Para quem está a passar ou passou por este processo, só posso dizer que vos admiro e respeito muito e que, mesmo aqui deste lado do computador, estou solidária e a torcer para que tudo vos corra bem.
http://daisy_daisy.blogs.sapo.pt
publicado por daisy_daisy às 2013-05-14 19:02:36
Um dia mais tarde, vou ficar a pensar o porque de ter sido tão boa, tão doce, atenciosa e amiga para algumas pessoas...
Vou questionar o porque de ter sido tão , de ter sempre uma palavra, quando eu precisava recebi sil~encio, vou continuar a questionar porque o meu sorriso se manteve mesmo a chorar por dentro... Salientar as coisas booas das pessoas, quando a parte má me desvastou...
Esse dia chegou...
Não tenho explicação, mas acho mesmo que não é defeito é feitio, continuo a agir da mesma forma, mas sentir, sinto tudo diferente, não há volta a dar, uma vez magoa 3 vezes mais fria e não consigo mudar... por isso agora é assim comigo existe sempre uma oportunidade, a segunda é uma rara excepção!!!
publicado por Maria Alfacinha às 2013-05-14 16:58:43

Diz quem sabe que, para se escrever bem é preciso escrever muito. Escrever, escrever sempre, quase não importa o quê, desde que se escreva, desde que se escreva muito, que se escreva sempre. E quem quer escrever bem, desata a escrever. Escreve aos amigos, à família, histórias para crianças – toda a gente pensa que escrever para crianças é simples... – histórias para a gaveta, inicia diários, cadernos de memórias, qualquer pretexto é bom para escrever, qualquer assunto serve como tema. Se não os esgotarmos tudo corre bem. Isto é, corre bem até ao dia em que relemos o que escrevemos. “Jesus, Senhor... tanto disparate junto. Nada disto tem ponta por onde se lhe pegue. Onde é que eu tinha a cabeça quando escrevi tais enormidades?”
Diz quem sabe que, para se escrever bem é preciso ler muito. Ler, ler sempre, quase não importa o quê, desde que se leia, desde que se leia muito, que se leia sempre. E quem quer escrever bem, desata a ler. Lê os clássicos, lê poesia, lê ficção. Lê tudo o que se escreve sobre as obras, sobre os autores, sobre a família dos autores. Lê as entrevistas, lê as críticas, lê as contracapas, lê pequenas frases em páginas abertas ao acaso, lê desde o título até à ficha técnica, lê as sinopses, lê tão sofregamente que nem dorme, lê tão depressa que quando o livro acaba tem que voltar ao início para ter a certeza que leu tudo ou tão devagar que cada palavra parece um doce que se saboreia sem pressas. Haja livros e tudo corre bem. Isto é, corre bem até ao dia em que fechamos um livro que nos faz sentir pequeninos: “Jesus, Senhor... nunca conseguirei escrever assim. Era assim que eu queria escrever. Onde é que eu tinha a cabeça quando pensei que o podia fazer?”
Normalmente, a primeira reacção é rasgar tudo o que se escreveu, pegar nos milhentos papelinhos que escondemos por todo o lado e lançá-los ao lume. É difícil não o fazer. Há textos que até nos assustam. Porque estão notoriamente mal escritos, porque revelam pensamentos, gestos, emoções que preferimos esquecer, porque mudámos de ideias, porque não somos originais, porque (“quase de certeza absoluta, era capaz de jurar...”) já lemos isto em qualquer outro lado. Mas os mais assustadores são os que nos desnudam, revelam o que escondemos de todos, os que nos deixam frágeis e indefesos sem as máscaras com que, mesmo inconscientemente, cobrimos a nossa existência. Olhamos a nossa obra e desesperamos, sentimo-nos infelizes, ignorantes, incapazes. E no pior dos cenários desistimos do que queremos.
Valeu-me em tempos - numa outra vida com certeza, pois já nem me lembro quando foi - alguém que sabia o que dizia, e que, exibindo um sorriso que só quem entende o que sentimos nos consegue sorrir, me garantiu que todas as palavras que usámos, inspiradas ou pirosas, todos os temas que explorámos, todos os motes que esbanjámos, todas as personagens que esgotámos, um dia revelar-se-iam importantes, até mesmo essenciais, como se fossem as sebentas das aulas que nunca tivemos, os antepassados das nossas escritas futuras, as fundações de uma casa que queremos erguer e que desejamos sólida e duradoura: “Só quem não faz, não erra. É preciso apenas Coragem, como em tudo na Vida”. Hoje sorrio, porque (quase, quase) me acobardo todos os dias... numa página em branco.
tema semanal: sem ideias
publicado por Pâmelli às 2013-05-14 15:19:08
Ah, Paris!
Afinal, após o término de meus cursos na U.T. , eis que me encontro aqui na Ville des Lumières!
Boa escapulida depois de tanto trabalho chato e penoso, principalmente naquele curso de latim. Urgh, como eu penei! Mas pelo menos acho que fiz bem nas provas finais...
Pois então. Esta semana estou em Paris. Vim sozinha, uma semana antes de meu marido, já que ele teve que ficar trabalhando na Dell Hell, coitado.
Cheguei ontem, morta e acabada, após um vôo de mais de nove horas em slum class. Needless to say, dormi menos de 2 horas, até porque 90% do tempo tivemos turbulência. Mas tudo bem. Agora a recompensa está aqui e se chama: PARIS. ![]()
Hoje, meu dia foi só para matar a saudade, depois de 2 anos!
Foram 4 horas de caminhada praticamente ininterrupta pelo Quartier Latin, passando pelos Boulevards St. Germain, St. Michel, fazendo um pit-stop em Notre-Dame e finalmente seguindo até o Jardin du Luxembourg onde está havendo uma exposição do Chagall . Ufa!
Agora estou aqui no meu apart-hotel em Montparnasse, esticando as pernas após um almocinho de salade de mâches , baguette e queijo brie. Tem coisa mais francesa?? lol
Enfim, voilà algumas fotos que tirei hoje durante minha excursão a pé por um dos bairros mais charmosos de Paris:
Vista de Notre-Dame à beira do Sena. Imbatível!
O dia estava nublado e a temperatura por volta dos 15 C. , na verdade bem agradável...
Jardin du Luxembourg, onde assisti à exposição de Marc Chagall no Musée.
Este chamoso jardim fica bem ao lado de Notre-Dame. Vejam como as flores já estão chegando pois a primavera está logo ali!
Ainda era cedo quando sai, então muitos lugares ainda estavam abrindo. Mas vejam que charme este "Salon de Thé" ( Casa de Chá) no meio do Quartier Latin.
Vista do Sena da Ponte dos Cadeados. Não sei direito , mas parece que os turistas deixam os cadeados lá e fazem um pedido. Alguem sabe qual é a estória? Há MILHARES deles, dos dois lados da ponte!!
Meu quadro preferido na Expo do Chagall. Como ele gostava de cabras!!( Isto é uma cabra??) lol
Como diz minha mãe... "Em Paris , até a banca de jornal é chique!"
O pior é que é verdade.
publicado por espaço da raquel às 2013-05-14 15:17:26
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publicado por Miss Pepper às 2013-05-14 12:51:25
Há dias em que somos presenteados com pequenas surpresas agradáveis. a semana passada tive uma dessas surpresas que foi mais uma espécie de rencontro, e ontem tive mais duas supresas destas.
Num dia da outra semana, mal entro na escola, a senhora que está ao portão, pergunta-me se sou a professora Miss Pepper. Ela não sabia o meu nome, nem eu sei o dela, pois as nossas conversas são praticamente casuais. Depois explicou-me que uma senhora, de cujo o filho fui professora, andava à minha procura e que nesse dia iria lá ter comigo. Fiquei tão contente!
O filho dela era e é um miúdo fora de série e a turma dele a que dei aulas, tmbem era excelente. Posso dizer com orgulho que consegui que vários desses alunos fossem alunos de 100% , ainda hoje, ou de 5. E isto para mim, é encher-me o coração, pois marquei-os positivamente para a vida e contribui para a sua excelência.
A senhora foi ter comigo à minha sala e tivémos a matar um bocadinho as saudades e a por as novidades em dia.
Ontem ao ir para a escola, voltei a encontrar a tal senhora. Um ano inteiro a fazermos o mesmo percurso e nunca nos tínhamos encontrado e agora, em menos de uma semana, ja nos encontrámos duas vezes.
Como sabem, a segunda-feira é o meu pior dia com a minha pior turma, em que eu tenho de usar rédea curta e vestir a capa de má.e isto custa-me imenso. Mas ontem foi diferente. Para iniciar um novo tema, levei de novo uma história. enquanto explorava o tema e a história, houve alunos que acalmaram de tal maneira que pareciam ter adormecido. O que mais gostei foi alguns alunos terem-me pedido para falar sempre em inglês, e eu assim fiz. Costumo falar 90% das minhas aulas em inglês mas aqui não posso porque os miúdos têm uma grande deficiência de aprendizagem, infelizmente. É geral.
A aula correu bastante bem e como podem calcular saí de lá muito feliz. Será que agora no fim vão entrar nos eixos, finalmente? :)
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publicado por daisy_daisy às 2013-05-13 20:45:09
Esta história é real, passou-se na semana passada.
Tivemos a visita do HST, e nisto o Senhor perguntou se o meu sócio já tinha ido fazer as análises, ao qual ele respondeu que não, mas não se esqueça que tem mesmo de vir fazer, disse-lhe o Sr.º, continuou dizendo, olhe veja lá se não me faz o que me fizeram na semana passada, todos curiosos quisemos saber, então foi assim... Existe uma empresário que suspeita que os funcionários andam a fumar substâncias ilícitas e obriga-os a fazer análises de três em três meses, nisto o Sr.º Manuel lá nos fui levar o respectivo copo para fazer-mos as análises quando curiosamente chega o resultado, mandamos chamar o Sr.º Manuel, este todo indignado perguntou o porque de ter de repetir as análises se ele era diferente dos outros, aparentemente é muito diferente dos outros, é que o Sr.º Manuel está grávido... Não foi o espanto do Sr.º quando descobriram que a urina para as análises era a da esposa dele e que por sinal desta vez descobriram que estava grávida...
Na verdade nunca mais se vão esquecer desta caricata história e o Sr.º Manuel vai certamente deixar de enganar o patrão com líquidos alheios...
publicado por Miss G às 2013-05-13 17:31:09
No dia de Nossa Senhora de Fátima, revelo mais uma vez o meu lado crente. Acredito nela, já fiz e paguei promessas, sinto a mesma emoção daqueles que as reportagens mostram e um dia gostaria de ser caminheira.
publicado por `Na às 2013-05-12 20:45:18

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publicado por Miss Pepper às 2013-05-11 22:20:35
Sou uma pessoa que tem poucos amigos verdadeiros. É um facto. E é verdade que estou muito poucas vezes com eles pois não tenho nenhum que viva perto de mim. compreendo que aqueles que têm filhos e que têm empregos que são demasiado exigentes tenham pouco tempo para se lembrarem de mim.
Agora não compreendo isto de quem não tem ocupação e que tem tempo para outros amigos. Fico realmente triste e magoada. Desde que passou a ter uma pessoa na sua vida, esqueceu a amiga de ha tantos anos e que sempre esteve ao seu lado nos bons e maus momentos.
Sinto-me tão triste ao perceber que estou completamente à parte da sua vida, uqe desconheço coisas tão básicas e simples do dia a dia. Coisas que se fosse outrora, saberia. Sinto-me triste ao perceber que as sms que ainda trocamos são vazias de conteúdo e dizem sempre o mesmo. Prevejo que esta amizade de tantos anos tenha o desfecho de outra: o agendamento de irmos tomar um café que nunca acontecerá. É que sempre que combino, a outra parte tem sempre algo para fazer.
Não consigo deixar de ficar triste ao pensar nisto. Talvez eu não tenha a importância que pensava que tinha. Pra mim uma amizade de tantos anos não é uma brincadeira. Daqui a pouco faz um ano que não nos vemos.
Será que o seu novo companheiro não gostou de mim ou do meu N.? É possível. Mas foi-nos dada uma segunda chance para ver se afinal somos assim tão detestáveis? Não.
E não me digam que tem a ver com aquela fase "cor de rosa" que vivemos quando temos um novo amor. Eu também a tive e vivi mas o meu amor era tão grande que eu quis compartilhá-lo com tudo e com todos, e principalmente com os meus amigos. E esta amiga foi uma delas.
Fico mesmo triste e magoada.
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publicado por daisy_daisy às 2013-05-11 19:57:43
As piores notícias de sempre chegaram do nada, sem avisar, do silêncio da rua um gosto amargo que me partiu o coração em mil pedaços...
Uma manhã como tantas outras, uma manhã serena e calma como todos os dias, a minha rua é serena, e nisto quando venho á garagem nem queria acreditar, a minha pequena Mimi estava estendida a ter convulsões a aflicação foi tanta que me deixou sem pensar durante segundos. Peguei num toalhão de banho estendi-a no chão e transportei a pequena para o carro onde rapidamente telefonei á veterinária que me pediu para ser o mais rápida possível. Ela já estava a prever este desfeche, mas eu ainda em choque nem me passava pela cabeça o que iria acontecer.
a Mimi acabaou por morrer, coitadinha e a minha preocupação passava para a Pipa, que por mais que a tivesse chamado já não a encontrei em lado nenhum nem espondeu aos meus chamamentos. Telefonema aós telefonema consegui ajuda para procurar a Pipa, sem sucesso a minha pequena Pipa não apareceu em lado nenhum...
Ao fim da tarde depois de tanta busca sem sucesso, fui sepultar a pequena Mimi na quinta dos meus pais, a veterinária nem sabia como me dizer, mas tinha sido envenenada, suponho que a Pipa ainda desaparecida também tenha morrido, longe de casa por envenenamento. Bastou um dos seus vários e breves passeios para que a minha família ficasse destruída, não consigo digerir bem este sentimento, não consigo perceber como existe pessoas assim, não consigo....
Adeus minha pequeninas do meu coração...
a última foto que tirei ás minhas patudinhas... AMO_VOS PARA SEMPRE!!!
publicado por Teresa às 2013-05-11 11:43:06
publicado por `Na às 2013-05-11 09:16:03
«O conto da Ilha Desconhe(...)
publicado por `Na às 2013-05-10 21:19:00
O Conto da Ilha Desconhecida é um livro do escritor português José Saramago, lançado em 1997. É uma história na qual, em poucas páginas, o autor descreve metaforicamente o mundo, referindo também aspectos do ser humano, suas ambições e, em especial, as suas frustrações. Através desse texto o autor realiza também uma critica à burocracia, logo no inicio de seu texto.
A obra retoma um mote caro a Fernando Pessoa: "Para viajar, basta existir". É quando o sonho e a imaginação tornam a aventura possível e a ficção é capaz de levar o homem daqui para ali, saindo ele do lugar ou não.
Trata-se de um homem que, depois de insistir muito, consegue do rei uma embarcação para procurar uma ilha que, segundo ele, ainda não tinha sido descoberta por viajantes e geógrafos.
"O homem nem sonha que, não tendo ainda sequer começado a recrutar os tripulantes, já leva atrás de si a futura encarregada das baldeações e outros asseios, também é deste modo que o destino costuma comportar-se connosco, já está mesmo atrás de nós, já estendeu a mão para tocar-nos o ombro, e nós ainda vamos a murmurar, Acabou-se, não há mais que ver, é tudo igual."
(retirado da wikipedia)

