publicado por Tay ✿ às 2013-05-23 23:36:20
perfil público
DreamCatcher
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Where imagination takes shape and starts a story.
Data Nascimento
09-09-0000
Sexo
F
Localidade
Moon
publicado por Tay ✿ às 2013-05-23 23:36:20
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-23 18:08:00
Porquê aquela infeliz está sempre a colocá-lo em comentários, mencioná-lo em estados e sempre...sempre incentivando "a retoma" dele com a ex? Está certo que ela é tipo best friend lá da outra mas porra...abusa um pouco.
Mas o problema realmente é ELE. Porquê?
Porque é confuso, não está totalmente dedicado a mim...é uma cena complicada. Eu sei. Mas pów....iria custar tanto assim ele não deixar que a amiga lá da outra se extendesse tanto nas conversas?
Será tão complicado assim? T-T
Por algum motivo distanciei-me e tornei-me muito fria com possiveis relacionamentos. Nunca trazem tudo de bom.
...e talvez eu não devia ter permitido a mim mesma voltar a encantar-me por alguém. De inicio não lhe dava importancia porque existem muitos contras, é um facto veridico mas...uma pessoa não consegue impedir tudo.
Agora nem sei o que fazer.
Parece que estou perdida. =/
Kisu <3
Words with soul. Soul with love.
publicado por • Smartie às 2013-05-23 17:23:18

Nome: "Love Lust Faith + Dreams" Artista: 30 Seconds To Mars Editora: Virgin, EMI & Universal Ano: 2013
Tracklist: 01. Birth, 02. Conquistador, 03. Up in the Air, 04. City of Angels, 05. The Race, 06. End of All Days, 07. Pyres of Varanasi, 08. Bright Lights, 09. Do or Die, 10. Convergence, 11. Northern Lights, 12. Depuis Le Début.
Apreciação geral: Desde que os descobri, há já vários anos, que gosto imenso dos 30 Seconds To Mars e, como tal, estava bastante curiosa para ouvir o novo CD que acabaram de lançar - infelizmente, depois de o ter ouvido devo dizer que o mesmo ficou um pouco aquém das minhas expectativas. Acho que este é um álbum em que nada se destaca verdadeiramente, pois não existem aqueles refrões fantásticos e melodias cativantes como era costume ouvir nas músicas da banda - basicamente sinto que é um CD sem energia, sem força e sem vida. Esperava realmente algo diferente vindo deles, principalmente após o excelente álbum lançado em 2009 que é, sem dúvida alguma, o meu preferido, mas isso não quer dizer que não existam algumas que considero ser boas músicas neste CD - aliás, o meu top 3, como podem ver abaixo, é um exemplo disso. Tive o prazer de os ver em 2011 neste concerto e de ouvir algumas fantásticas músicas ao vivo mas, infelizmente, de certeza absoluta que não vou ter a mesma sorte este ano - apesar da minha opinião acerca deste álbum, eles são uma excelente banda ao vivo e sem dúvida que iria gostar de os ver novamente. No geral não fiquei muito impressionada com este CD mas aconselho-vos a ouvirem-no na mesma, pois podem ter uma opinião bem diferente da minha - já li críticas muito negativas e opiniões muito positivas, pelo que parece que consenso é algo que este álbum não reúne.
Top 3: Up in the Air, Conquistador e City of Angels.
publicado por ruiva às 2013-05-23 13:11:55
Pormenores sem a mínima importância
publicado por Cátia às 2013-05-22 22:21:22
Que eu trabalho nas aulas para depois ter um 20 à cadeira.
Ok, já me gabei, end of the story!
Inocência da Maldade - 11(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-22 16:06:44
Para quem não tiver conta ou blog sapo e utilizar o "não tem blog sapo" para desejar comentar e o tal "Publicar Comentário" não surgir...não se preocupe. No canto superior direito da tua tela de pc deves ter algo que indique para "diminuir o zoom" da pagina (normalmente isto está a 100%) e basta reduzir para 90% ou menos (caso o desejes) para que a "linha" que te permite publicar apareça logo por debaixo da area de comentário.
Fica só a dica. =)
O
11º
Nami continuava a não saber se aquela era a residência oficial de Reita, mas para já…estava na sala de jantar, um empregado havia-os servido e por fim se despedira; agora o casal estava sozinho naquela luxuosa cobertura, frente a frente à mesa e a morena aguardava saber um pouco mais da vida do seu…namorado yakuza.
- O meu trisavó era um yakuza….individual mas trabalhava para a Yamaguchi-gumi como recruta. – Nami reconhecia aquele nome, era a maior família, conhecida da Yakuza Japonesa. – Com o tempo e experiencia, ele ganhou o comando de um dos clãs…até por indicação do oyabun da Yamaguchi-gumi…ele criou uma nova família, afastando-se e entrando em total segredo. – suspirou – Daí foi crescendo por conta própria mas indiretamente…pertencemos à…
- Yamaguchi-gumi. – Nami completou-o
- Então a segunda maior família Yakuza descobriu a artimanha secreta. E do nada clãs descendentes da …
- Sumiyoshi-rengo. – a mulher deixou escapar e logo ficou pálida. Estava a interromper Reita…demasiado. Mas o loiro/moreno apenas gargalhou e mostrou-se satisfeito pelo vago conhecimento dela sobre o tema.
- Hai. A Sumiyoshi-rengo destacou um clã para nos matar. – anunciou – À três anos atrás… - silenciou-se por breves momentos e Nami imaginou que ele iria falar algo bem sério, então bebeu um pouco só para não ficar demasiado ansiosa. – criaram uma armadilha. – encarou Nami – Os meus pais e nii-chan foram mortos. – a mulher engoliu em seco e bebeu mais um pouco – O meu pai era um homem demasiado rígido e nunca fui o exemplar de filho para ele…não era ausente de sentimentos como ele, posso dizer que amava mais minha okaa do que meu otou. – aproveitou para dar uma pequena golada no seu saké – Meu nii-chan era o herdeiro do meu pai…sendo ele o mais velho e o mais dedicado à Yakuza. Em questão de arte marcial, manejo de armas e tudo o que ser Yakuza representa…eu fui sempre o melhor por mero acaso, mas liderança…era com o nii-chan. – sorriu vagamente. – Com a morte dos três…fiquei eu e vi-me obrigado a me tornar oyabun. O líder de clã mais forte que o meu pai tinha tomou posse da minha aprendizagem de liderança e exigiu-me resultados altos. Desde aí…sou dado como… - mordiscou levemente seu lábio inferior – o oyabun mais jovem de sempre, dos mais mortíferos e o mais estranho de todos.
- Sogoy. – Nami deixou escapar e ouvir aquelas palavras de Reita…excitaram-na. A adrenalina era imensa no seu interior, a vontade de ficar ao lado de um homem como Reita era extremamente perigosa mas de completa satisfação.
- Neste momento….Tonaco Takechi é o meu maior inimigo. Ele é o líder do clã da família inimiga de morte dos Yamaguchi-gumi e o responsável pela morte da minha família. – anunciou pesadamente – Takechi é mais velho que eu, inveja meu poder e inveja…a força da nossa área. Acho que é tudo isto que precisavas saber. Lamento não poder falar mais, Nami. – sorriu de canto – A não ser que te cases comigo, aí serás informada de tudo e serás Yakuza. – a mulher ficou boquiaberta.
- Reita… - corou imenso – assim deixas-me realmente incomodada. – fungou – Kuso. Como consegues deixar-me tão inquieta… - desviou o seu olhar do dele. – Bom, aprender a defender-me fisicamente e usar nunchaku… - abriu um sorriso traquina – deve ser porreiro. – falou num tom bem divertido que a fazia lembrar uma menina extremamente encantada.
Reita gargalhou e até baixou o olhar, mostrando-se tão divertido como orgulhoso. – Eu uso Sai. – informou-a. Os olhos cor de avelã de Nami ganhavam um novo brilho. Era tudo arriscado mas sentia-se feliz.
Por seu lado, o loiro/moreno sentia-se estranhamente motivado, pois Nami não se negara à conversa do “se casares comigo”, ela simplesmente desviara a atenção para a aprendizagem necessária para estar incluída na sua família. – Ano…não imaginei que a família Suzuki estivesse tão bem…posicionada. – a mulher comentou enquanto dava uma nova “vista de olhos” por aquela sala de estar.
- Aqui é onde encontro os meus kobun, basicamente aqui é onde os negócios são…apresentados. Claro que estou aqui maior parte do tempo. – suspirou – A casa da minha família…parece-me demasiado…grande, só vivo lá eu. Tenho empregados mas não estão 24h sobre 24h lá. – terminou de beber o seu saké e só aí Nami reparou que Reita também já havia terminado de jantar. – Porque te informas-te tanto sobre Yakuza, Nami? – ele perguntou então
- Como disse, assim que me mudei para o meu apartamento fui avisada e achei interessante saber exatamente o que era Yakuza. Sou mestiça. – indicou-se – Venho de uma pequena aldeia do sul e… - sorriu – até aos 12anos vivi em outro pais. – Depois, sendo eu uma…pessoa tímida demais e…frágil…a minha curiosidade sobre algo totalmente diferente do meu mundo…simplesmente atraí-me. – admitiu-lhe
- Não imaginas como me sinto…satisfeito por te ter conhecido. – ele confessou – Bem que digo e posso afirmar que tu és especial, Nami.
*
Inesperadamente, aquela noite de terça-feira tornara-se abafada e Nami agradecia o copo de sumo gelado, a parede da sala de estar totalmente em vidro e a varanda que ali havia em forma de meia lua; inspirou profundamente o ar da noite e sorriu para o brilho das luzes da cidade.
Reita surgiu a seu lado, apenas de calças vestidas; conteve um gemido e tentou procurar um tema seguro para conversar com aquele homem. O homem apanhou-a em flagrante quando Nami o olhava meticulosamente…ou melhor, olhava seu tronco. – Ano…não é tradicional vocês tatuaram o corpo todo…ou o tronco todo que seja? – foi o único tema seguro que se lembrou de tocar.
- Relembro-te que não somos…legais. – ele respondeu – Desde que o Dragão e a flor de sakura exista, basta. – informou a Nami. A mulher inclinou-se ligeiramente atrás, apenas para olhar a tatuagem que cobria toda a omoplata direita de Reita, sorriu. Era uma obra de arte…aliás…aquele homem, todo ele era uma arte. Humedeceu seus lábios inconscientemente e reparar que olhava a forma bem agradável do rabo daquele yakuza e este se dava conta…deixou-a inquieta. – Nami… - ele murmurou rouco.
- H..Hai… - falou ela de modo arrastado. Reita sorriu divertido e logo pousou o seu copo e o da companheira sobre a pequena mesa redonda que estava numa ponta daquela varanda em forma de meia lua.
- Estás a fazer de propósito. – ele anunciou assim que ficou frente a frente com aquela morena, a comprimiu contra o varandim em vidro e esta humedeceu seus lábios lentamente.
- Não estou a fazer nada. – ela defendeu-se assim. O homem pressionou mais as mãos contra a cintura de Nami e possuiu os seus lábios carnudos. A mulher queria reagir um pouco e ter noção que estava comprimida contra um varandim numa varanda no 10º andar não ajudava à tranquilidade. – Reita. – sua voz falhou graças aos nervos que se apoderavam de si.
- Confias em mim? – ele perguntou contra a sua orelha. Nami engoliu em seco e simplesmente assentiu positivamente. Reita conduziu as mãos dela até estas ficarem totalmente apoiadas sobre o varandim; do nada ele obrigou a morena a afastar suas pernas com um movimento do seu joelho esquerdo entre estas. – Quero-te. – anunciou contra a boca de Nami e logo ela lhe entregou um beijo.
Lentamente as mãos de Reita se arrastaram ao longo do corpo da mulher até abrir o justo colete que esta vestia e logo os botões da camisa foram desabotoados. Nami ofegou e não evitou fechar seus olhos de prazer quando aquele homem se apoderou dos seus seios, apertando-lhos e logo lhe puxar o sutiã para cima, deixando aquela zona do corpo feminino livre…recebendo a brisa da noite; a morena corou imenso quando sentiu seus mamilos se endurecerem, Reita acariciava-lhe o peito e o toque da brisa estimulava-a ainda mais. – humm… - gemeu Nami. O yakuza beijou a companheira e depois sua língua foi se arrastando da boca até um dos mamilos eretos dela; sua pélvis fisgou e sentiu-se desesperado…como poderia ser possível Nami o excitar tanto e tão depressa? Seria o gosto doce dela? Seria o jeito tímido dela?
Não interessava a resposta…interessava atender ao desejo.
Seus seios eram alvo da mais doce das caricias e Nami começava a se sentir extremamente frustrada e excitada, pois Reita provocava-a de tal modo que ela perdia possíveis forças para reagir. Respirou bem fundo, mordiscou o lábio inferior e sentiu-se cada fez mais quente no interior da sua feminilidade. Não poderia ser normal a atração entre eles ser tão voraz.
Afastou sua boca do mamilo rosado da companheira e procurou o olhar desta, ela estava acalorada e parecia mais que pronta para sexo. Reita sorriu de canto e a mulher ficou escarlate. – Tua expressão começa a me excitar demasiado, Nami. – ele falou contra a boca dela um pouco antes de a beijar selvaticamente.
Estava tarde mas quem era a mulher no seu perfeito juízo que tentaria impedir os avanços daquele homem que a beijava daquele modo e lhe indicava o quanto começava a ficar duro por si? Nami ofegou pesadamente e então foi arrastada para fora da varanda, entre beijos e caricias…ela viu-se completamente nua e sobre o sofá de couro da sala de estar. – Reita…não… - foi silenciada pelos lábios possessivos dele.
Sentia-se insuportavelmente excitado e ainda conseguia surpreender-se com a intensidade com que uma mulher tão simples e doce o conseguia enlouquecer daquele modo; Arrastou mãos e entregou beijos pelo corpo de Nami, tocou-a suavemente entre suas coxas e ela contraiu-se. – Koi… - murmurou num lamento assim que visualizou as pequenas marcas enegrecidas no interior de suas coxas – porque não me disseste que te estava a magoar… - mostrava-se realmente triste por ver que tinha marcado a mulher daquele modo.
- Sou frágil… - sorriu ela – e não me magoou…foi bom demais para sentir algo diferente de… - corou de novo – prazer, koi. – lambeu o lábio. Reita descaiu suavemente sobre o corpo da namorada, beijou-a demorada e sentiu-se animado quando as pequenas mãos daquela mulher aventuraram-se em despir-lhe as calças que ele estava a usar.
Ouviu como ele pigarreava quando lhe tocara a dureza do seu sexo e pouco depois o corpo de Reita tremelicou de prazer quando ela optara por estimula-lo. Os boxer’s foram junto com as calças e de momento apenas restavam as pequenas cuecas que Nami fazia uso entre seus corpos nus.
Era demasiado para ser impedido à última, Reita não queria ser tão apressado mas desde que estava com aquela morena…seu corpo deixava de lhe responder corretamente. Era…demasiada paixão. – Kuso… - murmurou entre dentes
- Fiz algo errado? – Nami questionou inquieta e abrandou de massajar o membro masculino.
- Koi…tu enlouqueces-me demasiado. – ele admitiu-lhe – E eu não posso continuar. – falou por fim
- Não podes… - procurou os lábios do homem entretanto, exigindo-lhe um beijo e esforçando-se para satisfazer Reita. Sem duvida ela estava a se esforçar o máximo que sabia…roçava seu corpo contra o do homem, entregava todo o amor que sentia em si na troca daqueles beijos minuciosos e acariciava-o o mais suave e agradável possível.
- …desculpa… - Reita murmurou contra a orelha dela e de súbito baixou-lhe as pequenas cuecas e penetrou-a a fundo. Nami conteve respiração e apertou-se contra o corpo do loiro/moreno; ele saiu dela e investiu de novo, criando um ritmo perfeito e criando movimentos extremamente apaixonantes.
A mulher sorriu, o receio de Reita era porque não se havia protegido mas Nami tinha noção do que deveria de fazer depois e certamente aquele homem jamais seria descuidado consigo caso a fizesse correr algum risco. Sentiu-se bem demais; entregou-se de corpo e alma a Suzuki.
http://iamcarmen.blogs.sapo.pt
A Precious Vampire - 7º C(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-22 15:00:50
7ºcap
Bill começou a sorrir sacanamente assim que Abby surgiu á sua frente repentinamente, a rapariga vestia um simples vestido de verão de cor azul escuro, dando um certo tom místico ao olhar dela. Passou a língua por entre os lábios e ficou em silêncio a observa-la.
- Bem o Tom está amuado e não quer mesmo sair, portanto já se deve estar a deitar. – ela encolheu os ombros e olhou-o – E nós? Vamos?! – sorriu
- Mas é claro. – deu o braço a ela e ambos saíram do Hotel luxuoso.
Festa de vampiros era sempre algo estranhamente tentador, os humanos que tinham conhecimento daquela sociedade deliram completamente. Serem alvos das dentadas dos vampiros havia-se tornado algo extremamente excitante para os mortais. Abby sentiu imensos olhares sob si assim que se aproximava do centro daquela festa junto ao mar. Bill sorria e parecia procurar uma “presa” com o olhar, aquele olhar hipnotizante do qual era portador…era como se Abby estivesse a ganhar um certo rubor nas suas faces delicadas, aquele vampiro honrado apesar de procurar todos com o olhar não se afastava um milímetro dela, continuava de braço dado com ela e parecia exibir-se assim.
- Isto deixa-me um pouco nervosa. – confessou
- Porquê? – olhou-a com carinho – És uma Mestria, toda a gente tem que te apreciar.
- Não me refiro apenas a isso… - baixou o olhar – Não deve ser assim muito bom verem-me acompanhada por um…outro vampiro. – sorriu timidamente
- Por favor. – riu-se – Somos apenas 2 vampiros amigos e viemos aproveitar esta festa. Que parece estar a animar cada vez mais.
Não valia a pena ela estar-se a preocupar com o que os outros poderiam dizer, ela apenas estava ali a dançar e a bebericar na companhia de Bill, nada de mais. A sua sede apertou-se quando Abby pode sentir o agradável aroma de um rapaz loiro e da sua altura, que passara junto de si, humedeceu os lábios e sentiu uma imensa vontade de cravar os dentes no pescoço daquele atraente rapaz.
Bill deixou de responder ao tipo que falava com ele á cerca das belas humanas e vampiras que por ali passavam, observou muito atentamente Abby a caminhar calmamente até junto de um tipo loiro, este estava acompanhado mas logo ficou sozinho. Viu que o humano dizia algo a ela e os seus sentidos apuraram-se quando sentiu a transformação da morena, sorriu e começou caminhar para junto dela, ia nas calmas para puder dar tempo… Abby passou a ponta do nariz pelo pescoço do dito moço e logo cravou os seus caninos na pele do rapaz, este contorceu-se ligeiramente e parecia completamente embriagado com aquela sensação que lhe causava os dentes da vampira e o chupar do seu sangue. Naquele momento Bill desejava ser humano e assim deleitar-se com aquilo que lhe poderia ser proposionado com a mordida; a vampira afastou os seus dentes da pele do outro, deixando-lhe a marca perfeita da dentada no pescoço do loiro…a conversa fluiu.
- Divertida? – Bill falou perto da orelha dela
- Um pouco. – passou a língua pelos lábios – E tu? – sorriu-lhe
- óh negaste-me a tua companhia. – olhou o humano – Saboroso o seu sangue?! – perguntou a Abby
- Sim, muito satisfatório.
Bill afastou o longo cabelo negro dela do seu pescoço e aproximou os seus lábios da pele aparentemente muito suave, sorriu.
- Que me dizes de irmos aproveitar a agressividade que está a tomar o mar, Abby? – falou junto da sua orelha; ela arrepiara-se com o modo como ele havia falado e olhou de relance para o mar, começava a se agitar e isso significava que uma tempestade se iria formar brevemente. – Não tens noção da sensação de adrenalina que nos confere. – deslizou o lábio pelo pescoço da rapariga – Vamos?
A proposta era tentadora, Abby não imaginava como era nadar no mar quando este estava a se tornar agressivo. Cecill havia dito que é soberbo mas Abby nunca se havia aventurado, ainda para mais sozinha, Tom nunca se tinha mostrado interessado em tal.
- Não sei se será boa ideia, Bill. – reparou que o humano que havia provado já se tinha ido embora
- Claro que é. – afastou-se o suficiente para encará-la. – Anda… - deu-lhe a mão e puxou Abby consigo até á beira-mar.
As ondas terminavam fortemente, o estalar ouviu-se e ela olhou curiosa, Bill havia-se transformado e a visão que ele conferia de momento era absolutamente fascinante…os olhos castanhos avelã dera lugar a uns azuis muito claros (como típico nos vampiros), mas Bill aparentava algo mais…o azul claríssimo tinha uma mistura estranha com um certo prateado, algo completamente novo aos olhos de Abby. Aquele toque prateado nos olhos do moreno conseguia intimidar, percorrer e deixar a vampira nervosa; os caninos aguçados dele eram o normal. Inconscientemente também a rapariga se transformou e voltou a olhar para Bill.
- Porquê essa diferença na cor dos teus olhos, Bill? – falou curiosa
- Querida…passados os 450 anos, nós atingimos o máximo dos nossos poderes e o prateado demonstra-o. – sorriu
- Wow… - sorriu – Deve ser incrível atingir o limite. – sorriu
- Tu já tens metade do teu poder, Abby. Rapidamente chegarás ao limite, mesmo antes de eu atingir os meus 550 anos. – falou divertido – E eu espero ver isso…Agora… - olhou o mar cada vez mais agressivo -…o mar espera-nos.
Ambos correram assustadoramente contra as ondas e logo mergulharam nas águas mornas do mar, Abby sentiu a mão do rapaz a agarrar a sua e puxou-a para o mais profundo do oceano. Atravessaram a agressividade das águas e deixaram que as correntes abruptas os encaminhassem por caminhos tumultuosos, depois chegar á calma das mesmas águas…nadaram divertidos por ali, apreciando os seres que os contornavam debaixo de água, no mais profundo desta.
Pormenores sem a mínima importância
publicado por Cátia às 2013-05-21 20:15:30
Eis a música que vai tocar no meu despertador todos os dias neste último mês de aulas/avaliações. Prometi que ia estudar a sério nestes últimos dias. Estudar a sério não consigo, por isso vou estudar o suficiente para que saia qualquer coisa acima do razoável. Está prometido!
E quem está mal.... muda-se! ♥
publicado por ♥ Sara às 2013-05-21 18:06:15
Buaaahhhh! Mas eu já não vinha aqui a algum tempo, ai ai! Isto assim não pode ser.
Estava aqui na minha vida e adivinhem o que ouvi (outra vez) na cozinha?
Sim! Foi a Duda a ressonar quem nem um porco (desculpem a expressão, mas no inicio do vídeo podem comprovar) e então pensei: " Vou gravar ehehe" e foi o que fiz, gravei a minha Dudita e no primeiro segundo consegue-se ouvir o ressonar mas como ela viu que estava a gravar parou e decidiu mudar-se de lugar, afinal de contas como diz o ditado " Quem está mal muda-se" foi o que ela fez ahahaha
O vídeo não é nada de especial, mas eu achei graça a reacção dela ahaha
Para quem conseguiu ouvir o ressonar, parece ou não um porco? Bem... ou então um rã LOL
Gabyzinha, no próximo no próximo post vou fazer o vídeo mas não resistir colocar aqui o vídeo primeiro.
publicado por ruiva às 2013-05-21 16:17:31
Tinha tudo para ser excelente, magnifico e fantástico. Mas decidiram fazer um filme do género "Era uma vez..." cheio de efeitos especiais, que nada acrescentam à história, com actores fantásticos a mostrar o seu melhor dedo de Over Acting que até me ardeu no mais pequeno e escondido dos meus globos vermelhos.
Com meio tom a baixo, uma banda sonora decente, para não falar de uma nova equipa de som e tinha sido um grande filme... Assim é só mais um que não leva o Leonardo Dicaprio ao palco do Kodak Theater.
Words with soul. Soul with love.
publicado por • Smartie às 2013-05-21 15:10:36
the smartest thing she's ever said
publicado por May às 2013-05-20 21:49:58
O meu pai é um homem -lógico- e adora jogos. Jogos de computador e principalmente de futebol (também eu!). O meu namorado também adora jogos. Jogos de computador e de futebol e não só; jogos e de condução. Carros e conduzir, ele adora, percebe-se mesmo isso na cara dele, tal como no meu pai. Também adora carros, não é tão fã da condução mas carros é uma das cenas dele. Como o meu avô, que tirando a pesca e filmes, adora carros.
Os homens adoram carros, podemos perceber isso, tal como as mulheres adoram sapatos, roupa, malas, vernizes e maquilhagem.
Segundo eles temos que entender o porquê de eles idolatrarem carros e condução, contudo nunca entendem o sentimento de ter um par de sapatos novos. Não estou a criticar, porque até acho muita piada a este facto, mas quando o meu pai me diz: "Aquele carro é lindo" eu respondo-lhe no momento em que posso: "O meu sentimento é igual por aqueles sapatos"; Ele fica a olhar para mim e risse.
E como chegamos a este ponto, perguntam-me vocês.. pois bem, acho que o gostar dessas coisas nos homens é normal e até já nasce com eles, agora as mulheres...
Para mim, tudo começa com o pintar as unhas. Começamos com uma cor, meses depois já utilizamos três, começamos a ir ás lojas e só queremos é roupa e mais roupa, os sapatos de salto -ou não- começam a iluminar-te a vista a fazer macaquinhos na cabeça, mas o sapatos são caros então optas pela mala, grandes, brilhantes, lindas e fabulosas, mas os sapatos não te saiem da cabeça e eventualmente compra-los, até que com todo o conjunto começas a achar piada ao rímel, e á base para tapar umas quantas imperfeições -em uma semana já a colocam na cara toda- e aos acessórios, porque estão todas lindas e não vão sair de casa sem um anel, fio, brincos ou pulseiras. Ao fim de dois meses, talvez mais, garanto-te que a tua mãe te diz: "Tá na altura de arranjares trabalho para pagares as tuas coisas."
the smartest thing she's ever said
tinha que reescrever o qu(...)
publicado por May às 2013-05-19 23:56:13
publicado por Dady às 2013-05-19 19:58:11
E como se volta aos bíquinis e às praias, ao sol escaldante e ao enregelado mar, assim voltei eu. (assim espero) Mais uma vez, tive a ideia de regressar, quiçá arruinada daqui a um curtíssimo período de tempo (como tem acontecido...), por falta de fé ou de tempo, de coragem ou de inspiração, de críticas ou elogios.
Porém, o sonho ainda não morreu. Ainda sonho e trabalho para que as minhas palavras inspirem quem mais precisa. Ainda sonho mexer com as emoções condicionadas de alguém. Ainda trabalho para que isto se concretize num mundo escuro e egoísta.
A escrita ainda me supera (ou serei eu que me supero com a ajuda da minha velha amiga?). A caneta ainda ouve os meus suspiros interiores. A folha ainda me dá abrigo fora da minha cabana.
Ainda sou eu. Ainda sou diferente. Ainda sou excluída e incompreendida. Mas quem não é, ou foi, que não seja, ou tenha sido, bem sucedido?
Mas é tudo isto que eu sou. É para tudo isto que luto e que acordo todos os dias. É para tudo isto que ainda tenho força e racionalidade de me aceitar como sou... não: de aceitar os outros como são e como me vêem a mim.
Nunca nos encontramos verdadeiramente, não é? Acho que todos sentimos isso. No entanto, não é impossível que te vás conhecendo melhor e aceitando que és perfeito/a da maneira que és. A diferença tem os seus contras no início, mas no fim... o mundo está aos teus pés, o mundo quer-te, deseja-te e agradece-te. No fim, tu és o mundo e quem te denegriu, venera-te.
Não deixes de ser quem és. Não deixes de ser quem não és.
Nunca te deixes levar pela maioria. Nunca te deixes levar pelo bonito. Nunca te deixes levar pelo fácil.
Escolhe o caminho com curvas, com obstáculos, com becos sem saída.
E com uma mensagem de quem sabe do que fala, assim começo uma nova memória deste cantinho poeirento e esquecido.
Words with soul. Soul with love.
publicado por • Smartie às 2013-05-19 18:16:02

1. Título: "For a Good Time, Call..." Ano: 2012 País: EUA Género: Comédia Realizador: Jamie Travis Elenco: Lauren Miller, James Wolk, Ari Graynor, etc. IMDB: Link
2. Título: "Warm Bodies" Ano: 2013 País: EUA Género: Comédia / Terror / Romance Realizador: Jonathan Levine Elenco: Nicholas Hoult, Teresa Palmer, Analeigh Tipton, etc. IMDB: Link
http://iamcarmen.blogs.sapo.pt
A Precious Vampire - 6º C(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-19 16:17:09
6ºcap
Sentiu-se incomodado, Abby não tirava os olhos da mesa onde Bill e uma humana bonitinha jantavam e parecia atenta em perceber o que ambos falavam. Fungou e bebeu de um gole todo o resto do sangue que mantinha no copo grande.
- Nunca me falas-te no Bill. – ela recordou
- Não calhou em conversa. – ele suspirou
- Mas eu lembro-me de te perguntar nomes de vampiros…honrados…não referiste o Bill. Ele é mais velho que tu, se tu já metes respeito, imagino ele.
- Nunca fui muito dado…a amizade com ele. – murmurou
- Não sei porquê?! – encolheu os ombros – É simpático e uma espécie de VIP da comunidade vampírica, assim como tu.
- O que não significa que tenha que ser grande…amigo dele. – Tom falou inquieto – E porque estamos a falar do Bill agora?
- Porque eu comecei a falar dele. – ela riu-se – Parece-me que não gostas muito dele. – terminou a sua bebida
- É-me indiferente. – Abby olhou-o surpreendida – Que foi?
- Também não fales assim, Tom. – deslizou a mão pela face do namorado – Inveja-lo por alguma coisa, amor?
- Não que eu saiba. – respondeu devagar
- Então porque falas assim…eu pensei que vocês fossem amigos, quer dizer Nina disse-me que o são.
- Nina é apaixonada pelo Bill desde que veio trabalhar para este Hotel. No dia que abri isto, ele esteve cá, era convidado ilustre… - olhou Abby – e pronto.
- Ela também delira por ti, sabes. – brincou – Notei-o bem quando aqui cheguei pela 1ª vez.
- Mas eu sou só teu, Abby. O Bill é de todas. – informou
- Calma que até á pouquíssimo tempo tu também eras de todas. – advertiu brincalhona
- Isso era antes. Depois uma simples humana, como tu na altura, captou toda a minha atenção e paixão. – sorriu e beijou-a com doçura – E eu não mais posso sobreviver sem ti.
Foi Abby quem o beijou mas foram interrompidos…o beijo parou abruptamente e Bill surgiu mesmo em frente do casal, todo ele sorridente e animado.
- Desapareceram a tarde toda. – falou num tom provocador – Bom…enquanto andaram sumidos, eu tratei de me informar. E temos uma maravilhosa festa na praia mais a sul da ilha…afinal a aldeiazinha que fica também aqui tem pessoas.
- Vampiros, queres dizer Bill. – Abby informou – A ilha em si pertence á família do Tom, mas quando houve a dita revolta dos caças, ao que tu deves saber bem mais do que eu desse tempo…. – o moreno sorriu de um modo vitorioso – a família Kaulitz deixou que muitos viessem para cá.
- Abby és uma estudante e tanto. – olhou divertido para Tom, que se mantinha com cara de incomodado
- Bem faço por conhecer melhor a historia da…minha raça. – riram.
- Eu posso ensinar-te muito da nossa historia, linda. – aproximou-se subtilmente -Ofereço-me para teu professor particular. – os olhos azul esverdeado da rapariga ganharam um súbito brilho, um brilho que mostrava a “sede” que ela tem de aprender a verdadeira historia dos vampiros.
- Já chega de conversa, não?! – Tom meteu-se
- Bom, mas isto tudo…para…perguntar se não acham uma boa ideia de irmos até essa festa?
- Parece-me bem. – olhou Tom – Que achas?
- Fiz uma viagem longa hoje, Abby. – suspirou – Estou cansado.
- Bom…
- Nós 2 ficamos bem, na festa. – Bill falou sorridente e lançou um olhar brincalhão a Abby – Não achas, linda?
- óh… - evitou ficar concentrada naquele moreno
- Como queiram. – Tom levantou-se rapidamente e rapidamente saiu da sala de jantar.
- Mas que raio… - sentiu a mão de Bill pousar sobre o seu ombro
-Não te preocupes. Ele apenas anda…incomodado. – sorriu e deu um beijo carinhoso numa das faces dela
Twilight Chronics [PSEUDO-HIATUS]
publicado por cláudiac- às 2013-05-19 15:27:25
gente linda e fofa que me adicionou no facebook: o twitter aconteceu. tenho um background fofo. sigam se quiserem e digam que eram assiduas aqui na casa para eu vou conhecer.
Inocência da Maldade - 10(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-19 14:23:06
Para quem não tiver conta ou blog sapo e utilizar o "não tem blog sapo" para desejar comentar e o tal "Publicar Comentário" não surgir...não se preocupe. No canto superior direito da tua tela de pc deves ter algo que indique para "diminuir o zoom" da pagina (normalmente isto está a 100%) e basta reduzir para 90% ou menos (caso o desejes) para que a "linha" que te permite publicar apareça logo por debaixo da area de comentário.
Fica só a dica. =)
10º
Sentia-se nervosa, a segunda-feira havia passado e fora o momento em que havia acordado ao lado de Reita…Hoji Nami não soubera mais nada dele e já estava no final de expediente de trabalho de terça-feira.
Então a morena recordou a si mesma que nem tinha um numero para onde contactar com o homem. Agora restavam as questões: ocupado com a Yakuza? Entretido com outros assuntos mais divertidos? Sem vontade de saber e estar com ela?... aquilo fazia a tranquilidade da mulher entrar em total colapso.
Caminhava pelas ruas do bairro, em breve o pôr-do-sol daria lugar no céu tranquilo de Tókio; algures na sua pequena mala o seu telemóvel começou a tocar, Nami alcançou o aparelho e estranhou a indicação de “número desconhecido”. – Mochi, mochi? – respondeu à chamada – R..Reita. – corou de imediato, até por telefonema a morena se sentia nervosa e intimidada com aquele loiro/moreno – Acabo de sair do meu empre… - calou-se subitamente – Nani? – pestanejou – Mas, mas…eu não sei o que… - sorriu timidamente – Hai. – disse por fim e desligou a chamada.
Um segundo encontro (isto porque o aparecimento do homem no seu apartamento não havia contado como um encontro, exatamente). Correu para casa, tomou um mimado duche e debateu-se com o que deveria vestir. Desconhecia onde Reita a levaria para jantar e temeu não ir adequada para o local.
Talvez o melhor de tudo era manter-se fiel a si mesma portanto Nami escolheu uma saia de pregas, uma camisa e fez conjunto com um colete justo; o mais fiel ao seu estilo normal. Deixou o seu comprido cabelo solto e até de jeitos mais rebeldes, apenas um toque de blush nas faces; sapatos calçados, mala ajeitada e saiu do apartamento. Segundo as indicações de Reita por telemóvel um hammer negro e vidros fumados deveria esperá-la mesmo à entrada do edifício; tal e qual.
Nami reconheceu aquele homem que a aguardava junto do carro, havia sido o mesmo que interrompera o primeiro encontro do casal; sorriu-lhe timidamente e mesmo sem obter um sorriso de volta, o homem assentiu tranquilamente e indicou-lhe que entrasse no hammer.
*
Orichi olhava por mera curiosidade pelo espelho retrovisor do carro do seu chefe, conteve um sorriso divertido quando pode distinguir naqueles olhos cor de avelã de Hoji Nami, alegria, inocência e muito carinho. Ela não era nada o tipo de mulher que os homens de Suzuki-sama haviam imaginado…ideal para o seu chefe, afinal…Hoji-san lembrava uma criança no corpo de uma mulher.
Recordara o dia em que Suzuki-sama ordenada a Taru que se informa-se sobre tudo o que poderia encontrar sobre a vida daquela jovem mestiça; Reita estava destemido e quando notara que os seus homens não achavam aquela mulher nada de especial…o ambiente na casa onde se encontravam ficou pesado e todos temeram dar a entender a opinião errada ao líder dos Suzuki. Á muito Orichi ouvira o antigo membro ativo da Yakuza falar que: por mais condenada que a alma de um yakuza seja ou por mais frio que seja seu sangue…o gosto da tortura inocente é o mais intenso de toda uma vida. Talvez em Hoji Nami, Suzuki-sama visse alguém que o afastava daquela vida violenta e carregada de males, talvez com aquela mulher o chefe de Orichi se sentisse docemente feliz e isso não o fazia pensar na sua condenada alma. – Chegámos Hoji-san. – o homem falou enquanto parava o carro que conduzia; olhou pelo espelho retrovisor e indicou silenciosamente à jovem mulher que saísse do seu lugar.
Nami agradeceu aquele homem o facto de ter sido seu motorista privado e saiu do carro; mal fechou a porta do Hammer soltou um longo suspiro. Desconhecia o local onde se encontrava, tudo o que tinha perante si era um enorme prédio de luxo com incontáveis andares. Engoliu em seco e logo o seu telemóvel tocou – H..Hai? – falou para quem lhe ligava – Informa-me o que faço à porta de um prédio de luxo no centro de Tokio? – pediu a Reita, que era quem lhe ligava – Sério? – começou a caminhar na direção da entrada em arco do prédio, ainda olhou atrás de si e já não restava sinal de Hammer negro algum.
Empurrou a grande porta de vidro do edifício e logo vislumbrou um homem negro, notavelmente segurança dali a olhá-la – Konbawa! – falou ela e mantendo ainda o telefonema com Reita – Hoji desu. – anunciou ela. O homem assentiu e logo lhe indicou o caminho para um dos dois elevadores do edifício.
Nami pestanejou e logo digitou os números código que Reita lhe anunciava por telefonema. – Certo. – falou ela assim que o elevador indicou que fora “desbloqueado”, chamou o dito elevador e pouco demorou para as portas metalizadas deste. Entrou e marcou 10º andar – Ja ne. – falou timidamente e desligou a chamada.
Se ali naquele edifício ficava a cobertura de Reita, então…sem duvida que Yakuza trabalha com muito dinheiro mesmo. Nami recordava as poucas histórias que lera sobre a máfia japonesa e então relembrou que nem todas as famílias “oficiais” da Yakuza eram conhecidas, obviamente…haviam vários nomes escondidos por nomes de grupo de máfia. Então Nami recordou tudo o que aprendera sobre a Yakuza…seria então que Reita, com meros 31 anos era o oyabun da sua família (era impensável isso).
O elevador anunciou chegada ao 10º andar. Nami saiu timidamente e logo se deparou com uma porta em madeira maciça e notou que esta estava entreaberta; Reita havia-lhe dito «vai entrando, koi», por isso…ela entrou sem se anunciar.
Seu corpo pareceu gelar quando passou o largo hall de entrada e se deparou com uma ampla sala, onde uma das paredes era uma comprida janela e dali se tinha uma paisagem estonteante; Nami continuava congelada à entrada, quatro homens estavam de costas para ela e o quinto, era Reita que se encontrava sentado num cadeirão de aparência muito confortável.
Os quatro homens mantinham-se de pé e olhavam o seu “chefe”, o silencio era tudo o que provinha deles e o próprio Reita se havia calado quando seu olhar encontrou Nami à entrada da sala. – Podem ir. – Reita falou confiante, sua voz parecia mais grave do que o habitual.
- Suzuki-sama. – os quatro homens falaram enquanto fizeram uma rápida reverência. Pareciam mecanizados aqueles homens, giraram em seus calcanhares e passaram por Nami sem se atreverem a admitir que seus olhares se encontrassem com os da mulher. A porta da cobertura ouviu-se fechar.
Reita elevou-se do cadeirão e chamou Nami para junto de si com um gesto, ela atendeu seu pedido e não tardou em se ver envolvida pelos braços daquele homem. O beijo entre o casal aconteceu o mais tranquilo e de total entrega, possível. – Reita…posso pedir-te que me esclareças umas coisas? – perguntou-lhe ela com receio, até seu corpo tremelicou de medo entre os braços dele.
- Se poder esclarecer… - ele falou tranquilo mas interiormente imaginou o que queria a morena saber.
- Tu és mesmo o…chefe…chefe…do teu grupo? Ano…és o oyabun? – seus lábios tremeram-lhe de receio. Não estava minimamente interessada em se meter no assunto do “trabalho” daquele homem mas…era curiosa por natureza.
- Hai. Eu sou o oyabun. – ele respondeu baixinho. Nami encarou-o
- Mas…mas…Suzuki não é o nome associado a nenhuma família reconhecida da Yakuza. – ela concluiu mais para si do que para ele.
- Quem disse que somos…reconhecidos, Nami? – ele provocou com um sorriso
- Na..ni…? – esbugalhou seus olhos – Mas..é um clã, ne? – ele afirmou com um gesto de cabeça – Então…
- Nós atuamos fora da lei ou longe do conhecimento público, koi. Por acaso têm acontecido muitas conversas protestantes pelo facto de tu me conheceres e saberes o que eu faço e tudo o resto. – franziu o sobrolho.
- Normal. No lugar de um… wakashu ou kyodai, também não ia gosta nada de uma estranha pelo meio…não fiz cerimonia alguma e tudo isso que se aplica ao conhecimento de um clã. Não tenho oyabun e isso… - baixava gradualmente o tom da sua voz. – Acho perfeitamente compreensível que desaprovem o facto de eu aqui…surgir, ne. Temem que eu…fale. – Reita começou a rir e a morena corou imenso.
- Andas-te a estudar o que é conhecido da Yakuza, Nami? – quis ele saber
- Não. Bom…estudei algumas coisas mas só desde que vivo no meu bairro, porque desde inicio que me informaram que é um bairro onde atua Yakuza e aparentemente sabia-se que lá…vocês atuam muito. Até existem estabelecimentos que proíbem membros de clã no seu interior. O que acho escusado mas pronto. – encolheu os ombros – Só estou a tocar no assunto…Reita porque não quero que os teus kobun, wakashu ou kyodai… - encolheu os ombros em sinal de indiferença para si – protestem.
- Nami…diz-me…quando estive junto de ti pela primeira vez, mesmo sem saberes que sou oyabun…imaginas-te desde logo que discretamente confirmei o que faço na vida..que…
- Jamais poderia fugir ou escapar da Yakuza. Sim. É isso que me assusta, sabes. Eu sei lá o que pensam de mim.
- Portanto…eu senti que podia confiar em ti e foi impossível afastar-me de ti. Simplesmente… - sorriu – apaixonei-me sem lógica por ti…civil. – suspirou – Claro que isso condenou-te a ficares em silencio sobre tudo o que tens vindo a conhecer de mim.
- Sério…podes condenar-me a isso as vezes que desejares…Suzuki-sama. – ela falou timidamente – Simplesmente…quero estar a teu lado. – o homem inclinou-se ligeiramente para ela e acabou por lhe exigir um novo beijo.
- Koi…vou contar-te o que posso sobre a minha vida. Suzuki não está associado à Yakuza…o meu clã é…secreto para a maioria dos clãs poderosos. Somos 190 membros, 990 homens e entre os quais existem 100 recrutados para “dominação de área”. Faz de conta que és uma delas…para já.
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-18 22:42:44
Luke Sital-Singh - Fail F(...)
publicado por Matt Xell às 2013-05-18 22:40:51
Outra música que ouvi na Anatomia de Grey.
Por vezes, não conseguimos aguentar o facto da pessoa de quem gostamos parecer que não se importa com as coisas que fazemos por ela.
Sentimos que não conseguimos chegar a ela e que estamos a perder a ligação que tínhamos com ela.
Fomos importantes para ela no passado, mas agora sentimos que ela está a afastar-se de nós.
Fizemos tudo por ela, mas parece que não é suficiente. E vemos nos olhos dela, que a única coisa que podíamos fazer seria deixarmos de ser quem somos por ela.
E só sentimos que por mais que façamos, que ela está a afastar-se de nós lentamente...
"This is getting hard to bear
Face it i'm not getting through
I don't even think you care,
All the things I won/want for you
I have been your champion
So why do you walk away
I bought you the sky
And the oceans too
By the look in your eye
The only thing I couldnt do
Is fail for you
Don't ask me to fail for you
My neck is so weighed down with gold
My glory always on display
Strangers in the street dig holes (or behold)
And you just turn your head away
I will be your victory
And still you walk away..."
publicado por ruiva às 2013-05-18 21:11:08
Hoje foi o terceiro dia de rodagens da curta-metragem "Vagô" que estou a realizar. Amanhã continua e por isso não me alongo muito, mas não podia passar sem deixar aqui algumas fotografias e a página do facebook, link.
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-17 23:15:51
...e basicamente é apenas isso. Estou extremamente, completamentre, inexplicavelmente...aborrecida. Fim.
Kisu <3

