publicado por Shiniia ♡ às 2013-05-19 23:05:19
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Lynnda Cardoso
Seguir Perfil »Data Nascimento
21-12-1994
Sexo
F
publicado por Shiniia ♡ às 2013-05-19 23:05:19
Amanhã começo no meu novo serviço, ligado à minha área. Espero que corra bem, mas confesso que nem tive muito tempo para ficar demasiado assustada nestas últimas horas porque a constipação ainda não passou. Começar em grande sem dúvida, a espirrar como uma desgraçada xDD
Além disso, esta é a semana em que terminam as avaliações finais às disciplinas. A partir desta semana, é só entregar trabalhos e fica feito.
Ai ai ai... x)
Words with soul. Soul with love.
publicado por • Smartie às 2013-05-19 18:16:02

1. Título: "For a Good Time, Call..." Ano: 2012 País: EUA Género: Comédia Realizador: Jamie Travis Elenco: Lauren Miller, James Wolk, Ari Graynor, etc. IMDB: Link
2. Título: "Warm Bodies" Ano: 2013 País: EUA Género: Comédia / Terror / Romance Realizador: Jonathan Levine Elenco: Nicholas Hoult, Teresa Palmer, Analeigh Tipton, etc. IMDB: Link
http://iamcarmen.blogs.sapo.pt
A Precious Vampire - 6º C(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-19 16:17:09
6ºcap
Sentiu-se incomodado, Abby não tirava os olhos da mesa onde Bill e uma humana bonitinha jantavam e parecia atenta em perceber o que ambos falavam. Fungou e bebeu de um gole todo o resto do sangue que mantinha no copo grande.
- Nunca me falas-te no Bill. – ela recordou
- Não calhou em conversa. – ele suspirou
- Mas eu lembro-me de te perguntar nomes de vampiros…honrados…não referiste o Bill. Ele é mais velho que tu, se tu já metes respeito, imagino ele.
- Nunca fui muito dado…a amizade com ele. – murmurou
- Não sei porquê?! – encolheu os ombros – É simpático e uma espécie de VIP da comunidade vampírica, assim como tu.
- O que não significa que tenha que ser grande…amigo dele. – Tom falou inquieto – E porque estamos a falar do Bill agora?
- Porque eu comecei a falar dele. – ela riu-se – Parece-me que não gostas muito dele. – terminou a sua bebida
- É-me indiferente. – Abby olhou-o surpreendida – Que foi?
- Também não fales assim, Tom. – deslizou a mão pela face do namorado – Inveja-lo por alguma coisa, amor?
- Não que eu saiba. – respondeu devagar
- Então porque falas assim…eu pensei que vocês fossem amigos, quer dizer Nina disse-me que o são.
- Nina é apaixonada pelo Bill desde que veio trabalhar para este Hotel. No dia que abri isto, ele esteve cá, era convidado ilustre… - olhou Abby – e pronto.
- Ela também delira por ti, sabes. – brincou – Notei-o bem quando aqui cheguei pela 1ª vez.
- Mas eu sou só teu, Abby. O Bill é de todas. – informou
- Calma que até á pouquíssimo tempo tu também eras de todas. – advertiu brincalhona
- Isso era antes. Depois uma simples humana, como tu na altura, captou toda a minha atenção e paixão. – sorriu e beijou-a com doçura – E eu não mais posso sobreviver sem ti.
Foi Abby quem o beijou mas foram interrompidos…o beijo parou abruptamente e Bill surgiu mesmo em frente do casal, todo ele sorridente e animado.
- Desapareceram a tarde toda. – falou num tom provocador – Bom…enquanto andaram sumidos, eu tratei de me informar. E temos uma maravilhosa festa na praia mais a sul da ilha…afinal a aldeiazinha que fica também aqui tem pessoas.
- Vampiros, queres dizer Bill. – Abby informou – A ilha em si pertence á família do Tom, mas quando houve a dita revolta dos caças, ao que tu deves saber bem mais do que eu desse tempo…. – o moreno sorriu de um modo vitorioso – a família Kaulitz deixou que muitos viessem para cá.
- Abby és uma estudante e tanto. – olhou divertido para Tom, que se mantinha com cara de incomodado
- Bem faço por conhecer melhor a historia da…minha raça. – riram.
- Eu posso ensinar-te muito da nossa historia, linda. – aproximou-se subtilmente -Ofereço-me para teu professor particular. – os olhos azul esverdeado da rapariga ganharam um súbito brilho, um brilho que mostrava a “sede” que ela tem de aprender a verdadeira historia dos vampiros.
- Já chega de conversa, não?! – Tom meteu-se
- Bom, mas isto tudo…para…perguntar se não acham uma boa ideia de irmos até essa festa?
- Parece-me bem. – olhou Tom – Que achas?
- Fiz uma viagem longa hoje, Abby. – suspirou – Estou cansado.
- Bom…
- Nós 2 ficamos bem, na festa. – Bill falou sorridente e lançou um olhar brincalhão a Abby – Não achas, linda?
- óh… - evitou ficar concentrada naquele moreno
- Como queiram. – Tom levantou-se rapidamente e rapidamente saiu da sala de jantar.
- Mas que raio… - sentiu a mão de Bill pousar sobre o seu ombro
-Não te preocupes. Ele apenas anda…incomodado. – sorriu e deu um beijo carinhoso numa das faces dela
publicado por AnaFearless às 2013-05-19 14:50:18
Olá a todas/os! Obrigado pelos comentários, fico realmente feliz que estejam a gostar. Posso adiantar, em relação ao próximo capítulo, que vai ser muito melhor que este (este está super secante, não desenvolve nada, asério -.-), vai haver muita, muita emoção e não podem perder!
um beijinho,
Annie ♥
Capítulo 26 - "Prefiro o seu dinheiro."
No hospital, Zac e Andie estão a comer uma sandes e a beber um sumo quando de repente passa por eles um médico:
Andie: Desculpe, pode-me dizer se já sabe alguma coisa sobre a situação do Robert Pattinson ? Nós somos amigos dele, ele teve um acidente...

Médico: De momento não pudemos adiantar nada, o seu estado é muito critico... (continua a andar)
Zac: Então, já sabem alguma coisa ?
Andie (desanimada): Ainda não, só disse que o seu estado era muito critico, mais nada.
Zac: Esta situação está a deixar-me cada vez mais preocupado! Ele é uma espécie de irmão, eu não quero perde-lo.
Andie: Tu não vais perde-lo, vem cá...

Zac: Nós não vamos perde-lo.
Andie: Se quiseres podes ir para casa descansar que eu fico aqui...
Zac: Népia, achas mesmo ? Primeiro o Rob é um dos meus melhores amigos e em segundo, nunca te deixaria aqui no hospital sozinha...
Andie: Pois, eu percebo-te.
Zac: Ele estava tão entusiasmado com a história do caderno...
Andie: Do caderno ? O.O

Zac: Sim, do teu caderno!
Enquanto isso, Kelly estava com Kate:
Kelly: Não achas melhor irmos para o hospital ?
Kate: Para quê ? O homem está ali deitado na cama...

Kelly: Mas pode acordar a qualquer momento e se eu o quero conquistar, tenho de estar lá!
Kate: Pois, tens razão.
Kelly: Então, vens comigo ?
Kate: Kelly, quando ele acordar todo o mundo vai saber, não é preciso estares assim.
Kelly: Vá lá Kate, faz isso por mim.

Kate: A tua irmã está em vantagem, tens de tirá-la de lá!
Kelly: Mas como ?
Kate: Não sei, mas se queremos os Rob temos de pôr a Andie fora do caminho...
Kelly: Queremos ? Tu gostas dele ?
Kate: Prefiro o seu dinheiro....

Kelly: Porque é que não gostas da minha irmã ?
Kate: Não é não gostar, ela até é bonita, mas chega á escola e de um dia para o outro já é super popular. Ela conseguiu em uma semana o que eu não consegui em 2 anos.
Mais tarde, Claire liga a Andie.
> Inicio de chamada <
Andie: Estou ?
Claire: Oláááá.
Andie: Hey, honey!
Claire: Já há novidades?
Andie: Ainda não. Falei com o médico de manhã e nada...

Claire: Ouve querida, não era melhor vires a casa descansar e trocar de roupa ?
Andie: O melhor é que estar aqui !
Claire: Já vi que és teimosas e...
Andie (interrompe-a): Claire, o médico vem aí, já te ligo.
Claire: Ah ok, até já!
> Fim de chamada <
- Qual será a informação do médico ? Será que Robert morreu ?
- Como Kate vai tirar Andie do caminho ?
- Será que Robert se apaixonou pela rapariga do caderno ?
Não percas o próximo capítulo !
Inocência da Maldade - 10(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-19 14:23:06
Para quem não tiver conta ou blog sapo e utilizar o "não tem blog sapo" para desejar comentar e o tal "Publicar Comentário" não surgir...não se preocupe. No canto superior direito da tua tela de pc deves ter algo que indique para "diminuir o zoom" da pagina (normalmente isto está a 100%) e basta reduzir para 90% ou menos (caso o desejes) para que a "linha" que te permite publicar apareça logo por debaixo da area de comentário.
Fica só a dica. =)
10º
Sentia-se nervosa, a segunda-feira havia passado e fora o momento em que havia acordado ao lado de Reita…Hoji Nami não soubera mais nada dele e já estava no final de expediente de trabalho de terça-feira.
Então a morena recordou a si mesma que nem tinha um numero para onde contactar com o homem. Agora restavam as questões: ocupado com a Yakuza? Entretido com outros assuntos mais divertidos? Sem vontade de saber e estar com ela?... aquilo fazia a tranquilidade da mulher entrar em total colapso.
Caminhava pelas ruas do bairro, em breve o pôr-do-sol daria lugar no céu tranquilo de Tókio; algures na sua pequena mala o seu telemóvel começou a tocar, Nami alcançou o aparelho e estranhou a indicação de “número desconhecido”. – Mochi, mochi? – respondeu à chamada – R..Reita. – corou de imediato, até por telefonema a morena se sentia nervosa e intimidada com aquele loiro/moreno – Acabo de sair do meu empre… - calou-se subitamente – Nani? – pestanejou – Mas, mas…eu não sei o que… - sorriu timidamente – Hai. – disse por fim e desligou a chamada.
Um segundo encontro (isto porque o aparecimento do homem no seu apartamento não havia contado como um encontro, exatamente). Correu para casa, tomou um mimado duche e debateu-se com o que deveria vestir. Desconhecia onde Reita a levaria para jantar e temeu não ir adequada para o local.
Talvez o melhor de tudo era manter-se fiel a si mesma portanto Nami escolheu uma saia de pregas, uma camisa e fez conjunto com um colete justo; o mais fiel ao seu estilo normal. Deixou o seu comprido cabelo solto e até de jeitos mais rebeldes, apenas um toque de blush nas faces; sapatos calçados, mala ajeitada e saiu do apartamento. Segundo as indicações de Reita por telemóvel um hammer negro e vidros fumados deveria esperá-la mesmo à entrada do edifício; tal e qual.
Nami reconheceu aquele homem que a aguardava junto do carro, havia sido o mesmo que interrompera o primeiro encontro do casal; sorriu-lhe timidamente e mesmo sem obter um sorriso de volta, o homem assentiu tranquilamente e indicou-lhe que entrasse no hammer.
*
Orichi olhava por mera curiosidade pelo espelho retrovisor do carro do seu chefe, conteve um sorriso divertido quando pode distinguir naqueles olhos cor de avelã de Hoji Nami, alegria, inocência e muito carinho. Ela não era nada o tipo de mulher que os homens de Suzuki-sama haviam imaginado…ideal para o seu chefe, afinal…Hoji-san lembrava uma criança no corpo de uma mulher.
Recordara o dia em que Suzuki-sama ordenada a Taru que se informa-se sobre tudo o que poderia encontrar sobre a vida daquela jovem mestiça; Reita estava destemido e quando notara que os seus homens não achavam aquela mulher nada de especial…o ambiente na casa onde se encontravam ficou pesado e todos temeram dar a entender a opinião errada ao líder dos Suzuki. Á muito Orichi ouvira o antigo membro ativo da Yakuza falar que: por mais condenada que a alma de um yakuza seja ou por mais frio que seja seu sangue…o gosto da tortura inocente é o mais intenso de toda uma vida. Talvez em Hoji Nami, Suzuki-sama visse alguém que o afastava daquela vida violenta e carregada de males, talvez com aquela mulher o chefe de Orichi se sentisse docemente feliz e isso não o fazia pensar na sua condenada alma. – Chegámos Hoji-san. – o homem falou enquanto parava o carro que conduzia; olhou pelo espelho retrovisor e indicou silenciosamente à jovem mulher que saísse do seu lugar.
Nami agradeceu aquele homem o facto de ter sido seu motorista privado e saiu do carro; mal fechou a porta do Hammer soltou um longo suspiro. Desconhecia o local onde se encontrava, tudo o que tinha perante si era um enorme prédio de luxo com incontáveis andares. Engoliu em seco e logo o seu telemóvel tocou – H..Hai? – falou para quem lhe ligava – Informa-me o que faço à porta de um prédio de luxo no centro de Tokio? – pediu a Reita, que era quem lhe ligava – Sério? – começou a caminhar na direção da entrada em arco do prédio, ainda olhou atrás de si e já não restava sinal de Hammer negro algum.
Empurrou a grande porta de vidro do edifício e logo vislumbrou um homem negro, notavelmente segurança dali a olhá-la – Konbawa! – falou ela e mantendo ainda o telefonema com Reita – Hoji desu. – anunciou ela. O homem assentiu e logo lhe indicou o caminho para um dos dois elevadores do edifício.
Nami pestanejou e logo digitou os números código que Reita lhe anunciava por telefonema. – Certo. – falou ela assim que o elevador indicou que fora “desbloqueado”, chamou o dito elevador e pouco demorou para as portas metalizadas deste. Entrou e marcou 10º andar – Ja ne. – falou timidamente e desligou a chamada.
Se ali naquele edifício ficava a cobertura de Reita, então…sem duvida que Yakuza trabalha com muito dinheiro mesmo. Nami recordava as poucas histórias que lera sobre a máfia japonesa e então relembrou que nem todas as famílias “oficiais” da Yakuza eram conhecidas, obviamente…haviam vários nomes escondidos por nomes de grupo de máfia. Então Nami recordou tudo o que aprendera sobre a Yakuza…seria então que Reita, com meros 31 anos era o oyabun da sua família (era impensável isso).
O elevador anunciou chegada ao 10º andar. Nami saiu timidamente e logo se deparou com uma porta em madeira maciça e notou que esta estava entreaberta; Reita havia-lhe dito «vai entrando, koi», por isso…ela entrou sem se anunciar.
Seu corpo pareceu gelar quando passou o largo hall de entrada e se deparou com uma ampla sala, onde uma das paredes era uma comprida janela e dali se tinha uma paisagem estonteante; Nami continuava congelada à entrada, quatro homens estavam de costas para ela e o quinto, era Reita que se encontrava sentado num cadeirão de aparência muito confortável.
Os quatro homens mantinham-se de pé e olhavam o seu “chefe”, o silencio era tudo o que provinha deles e o próprio Reita se havia calado quando seu olhar encontrou Nami à entrada da sala. – Podem ir. – Reita falou confiante, sua voz parecia mais grave do que o habitual.
- Suzuki-sama. – os quatro homens falaram enquanto fizeram uma rápida reverência. Pareciam mecanizados aqueles homens, giraram em seus calcanhares e passaram por Nami sem se atreverem a admitir que seus olhares se encontrassem com os da mulher. A porta da cobertura ouviu-se fechar.
Reita elevou-se do cadeirão e chamou Nami para junto de si com um gesto, ela atendeu seu pedido e não tardou em se ver envolvida pelos braços daquele homem. O beijo entre o casal aconteceu o mais tranquilo e de total entrega, possível. – Reita…posso pedir-te que me esclareças umas coisas? – perguntou-lhe ela com receio, até seu corpo tremelicou de medo entre os braços dele.
- Se poder esclarecer… - ele falou tranquilo mas interiormente imaginou o que queria a morena saber.
- Tu és mesmo o…chefe…chefe…do teu grupo? Ano…és o oyabun? – seus lábios tremeram-lhe de receio. Não estava minimamente interessada em se meter no assunto do “trabalho” daquele homem mas…era curiosa por natureza.
- Hai. Eu sou o oyabun. – ele respondeu baixinho. Nami encarou-o
- Mas…mas…Suzuki não é o nome associado a nenhuma família reconhecida da Yakuza. – ela concluiu mais para si do que para ele.
- Quem disse que somos…reconhecidos, Nami? – ele provocou com um sorriso
- Na..ni…? – esbugalhou seus olhos – Mas..é um clã, ne? – ele afirmou com um gesto de cabeça – Então…
- Nós atuamos fora da lei ou longe do conhecimento público, koi. Por acaso têm acontecido muitas conversas protestantes pelo facto de tu me conheceres e saberes o que eu faço e tudo o resto. – franziu o sobrolho.
- Normal. No lugar de um… wakashu ou kyodai, também não ia gosta nada de uma estranha pelo meio…não fiz cerimonia alguma e tudo isso que se aplica ao conhecimento de um clã. Não tenho oyabun e isso… - baixava gradualmente o tom da sua voz. – Acho perfeitamente compreensível que desaprovem o facto de eu aqui…surgir, ne. Temem que eu…fale. – Reita começou a rir e a morena corou imenso.
- Andas-te a estudar o que é conhecido da Yakuza, Nami? – quis ele saber
- Não. Bom…estudei algumas coisas mas só desde que vivo no meu bairro, porque desde inicio que me informaram que é um bairro onde atua Yakuza e aparentemente sabia-se que lá…vocês atuam muito. Até existem estabelecimentos que proíbem membros de clã no seu interior. O que acho escusado mas pronto. – encolheu os ombros – Só estou a tocar no assunto…Reita porque não quero que os teus kobun, wakashu ou kyodai… - encolheu os ombros em sinal de indiferença para si – protestem.
- Nami…diz-me…quando estive junto de ti pela primeira vez, mesmo sem saberes que sou oyabun…imaginas-te desde logo que discretamente confirmei o que faço na vida..que…
- Jamais poderia fugir ou escapar da Yakuza. Sim. É isso que me assusta, sabes. Eu sei lá o que pensam de mim.
- Portanto…eu senti que podia confiar em ti e foi impossível afastar-me de ti. Simplesmente… - sorriu – apaixonei-me sem lógica por ti…civil. – suspirou – Claro que isso condenou-te a ficares em silencio sobre tudo o que tens vindo a conhecer de mim.
- Sério…podes condenar-me a isso as vezes que desejares…Suzuki-sama. – ela falou timidamente – Simplesmente…quero estar a teu lado. – o homem inclinou-se ligeiramente para ela e acabou por lhe exigir um novo beijo.
- Koi…vou contar-te o que posso sobre a minha vida. Suzuki não está associado à Yakuza…o meu clã é…secreto para a maioria dos clãs poderosos. Somos 190 membros, 990 homens e entre os quais existem 100 recrutados para “dominação de área”. Faz de conta que és uma delas…para já.
publicado por Shiniia ♡ às 2013-05-19 00:54:00
Antes de mais, começo por dizer que existe um novo capítulo da minha fic postado, quem ainda não foi lá, está à vontade!
Agora, passo para o desafio que me foi passado pela Bruna e que eu achei bastante interessante, mesmo! Gostei :D
Regras: É bastante simples, e ao contrário de muitos desafios, este puxa pela nossa criatividade e capacidade de passar o que estamos a pensar para o leitor. Temos então de descrever como será a nossa margem (rio, lago... tem de ter a ver com água), não esquecendo de referir todo o contexto que envolve a margem, levando o leitor a 'vê-la' na sua mente, e sobretudo, a senti-la.
«O sabor do vento chuvoso inunda e preenche os meus medos, as minhas ânsias, os meus receios, deixando um rasto de dúvida dolorosa que não permite que se construam bases fortes junto a um rio fértil mas tempestuoso. Risos maldosos fazem-se ouvir, e o frio do Inverno impiedoso obriga-me a encolher-me o mais possível em busca de protecção.
Então uma breve luz escapa pelas núvens, atingindo os meus cabelos, a minha pele, mostrando-me que só olhando para cima é que poderei ver de onde ela vem. Sigo com os olhos doridos a sua presença, e percebo que se me erguer, consigo ver mais dela.
Lentamente levanto-me do chão, recolhendo os pedaços que de mim se havia desprendido, e respiro fundo. A brisa mudara agora que já não estava recolhida no chão onde todos pisam, e a força daquela luz tornara-se mais intensa que nunca. O vento abrandara, o cheiro da erva selvagem era agora mais perfumado e a água atingira uma cor menos escura, onde as pedras do leito se viam agora.
Limpando as lágrimas da minha face, dei um passo em frente para a luz que me inundava, e pontapeei as pedras que me tinham sido arremessadas durante a tempestade.
Iria reerguer-me, com mais força que a própria tempestade que me atirara para o abismo. Sem olhar para trás, e sob os sons da Natureza, sorri. Estava viva.»
Dramática? Um bocadito, talvez.
Passo o desafio a quem quiser fazê-lo, porque confesso que estou exausta devido à gripe que apanhei. Nada agradável, especialmente porque o trabalho que vos falara há dois posts atrás, começa já esta Segunda!
Estou ansiosa e receosa. Não estou habituada a ter demasiadas coisas boas, por isso, espero sempre o pior xDD
Vou curar a gripe :)
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-18 22:42:44
publicado por Shiniia ♡ às 2013-05-18 20:18:16
Era só mesmo para avisar que há capítulo novo na fic «Entre a diferença e a Igualdade».
Mais tarde passo aqui para dar mais noticias :D
Por agora, tou sem luz, e a bateria tá a morrer --'
Capítulo 3 - Entre a dife(...)
publicado por Shiniia ♡ às 2013-05-18 20:01:45
Olá pessoal!
Bem, há algum tempo que não posto nesta fic, e a culpa vem da minha óbvia falta de tempo, e também da minha indecisão! Tudo por causa deste mesmo capítulo intermédio que pouco mais posso acrescentar, por isso, resolvi postá-lo de uma vez.
É mais pequeno, mas tem de ser assim para dar inicio ao que aí vem.
Espero que estejam a gostar, e agradeço a quem está a acompanhar, especialmente, a quem comenta :)
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*A luz dos meus olhos, podia ser um arco-íris de felicidade só meu!*
Naquela manhã tinha-me sentido um pouco mal disposto, no entanto, para impedir preocupações alheias decidi-me a não revelar essa parte. Estava a fazer tratamentos de quimioterapia, e estava a ser acompanhado com os cuidados que eram necessários. O meu quadro clínico podia ser um pouco melhor, embora em termos de sintomas eu não sentisse grande coisa. Basicamente, estava tudo centrado nos sintomas que vinham com a quimioterapia e que me conseguiam pôr de rastos, quase como se corresse vários quilómetros sem parar, e as forças estivessem a ser lentamente sugadas com o tempo. Era doloroso sim, mas precisava de continuar. Estava cansado, com dores e algumas manchas aqui e ali, mas nada que explicasse a gravidade daquele problema. Também não compreendia como tinha apanhado semelhante coisa, se é que existe uma explicação para se conseguir arranjar esta doença, mas isso também já nem me ocupava a cabeça. Sabia que podia morrer, sabia o risco que corria, mas não podia virar costas a tudo o que criara.
Os médicos proibiram-me de fazer concertos e esforços excessivos ao fim de algum tempo, algo que não aceitei. Eu não estava preparado para largar tudo desta forma, e por isso tive de levar um novo susto para me convencer do risco que me rodeava. Os nossos fãs aceitaram o problema com grande preocupação e maior naturalidade que eu, e era sem dúvida um bom apoio.
Revira Heidi nos tempos que se seguiram, e conhecia-a melhor agora. Já não frequentávamos o mesmo hospital, ou melhor, a mesma ala, porque Heidi não sofria de nenhum problema cancerígeno que levasse a frequentar as mesmas consultas e tratamentos que eu, por isso, encontrava-a de vez em quando, à saída.
Ela estava em fase de transferência de processos médicos, mas isso foi só no início do meu tratamento. Meses depois, voltei a cruza-me com ela por mero acaso, e mantivemos uma relação de amizade que sabia bem manter em tempos difíceis.
Ela nunca me encarara com pena. Muito pelo contrário, de todas as pessoas com quem convivia, ela era talvez a única que sabia o que era ter o hospital como rotina. Estava à espera de um transplante de córneas há alguns anos, e por isso já era familiar com a dor de ter uma um problema. Heidi ficara cega num acidente que envolvera uma dezena de erros cometidos num tempo em que julgamos que o mundo é só nosso, e que ninguém percebe nada!
Tal como todos nós cometemos erros na adolescência, Heidi achou que o que tinha não era suficiente, e para contrariar as regras, decidiu fugir de casa com um namorado que tinha na altura. Com 16 anos e uma mota com pouca cilindrada, eles abandonaram as casas onde viviam para poder participar num festival que tinham sido proibidos de ir pelos seus familiares. Queriam ver combinações de luz num dos maiores festivais internacionais, e que na altura, estava concentrado na Alemanha, por isso fizeram-se à estrada juntos e sem medo, e também sem conhecimento nenhum acerca do estado em que se encontrava a mota que conduziam.
Sem travões, a mota ficou descontrolada numa descida, e o acidente contra uma pequena carrinha de vegetais foi brutal, roubando a vida do rapaz e tirando a luz dos olhos de Heidi…
Aos 20 anos, Heidi passara pela experiência de um transplante, mas o corpo não aceitou, e por isso, Heidi regressou à escuridão.
‘- Mas sabes o que mais sinto falta? – Disse-me ela, numa das várias conversas que tivéramos. – Das cores maravilhosas do arco-íris. Eu amava olhar para o céu e ver aquelas cores tão puras lá, inalcançáveis. Gostava de voltar a ver nem que fosse apenas por um bocadinho, sabes? E ver aquelas cores, que ninguém consegue na totalidade compreender, os feixes de luz que só a Natureza consegue atingir…’
Sorri, perante o desejo tão inocente que ela tinha desde que perdera a visão, e suspirei quando me apercebi que também tinha um desejo simples e modesto: queria viver um pouco mais…
Mas o tempo passava e a cura parecia cada vez mais distante. Após algum tempo, e vendo o quão fraco o meu cabelo estava agora, decidira finalmente cortar todo o meu cabelo para evitar vê-lo cair como já começara a cair. Era doloroso para mim e para quem me rodeava, mas era melhor que se fizesse de uma vez, do que caísse lentamente. Quebrava assim mais uma etapa do sofrimento lento.
Saí do cabeleireiro com um gorro na cabeça, recusando-me a tocar no que restava da minha imagem, agora completamente estragada. Estava zonzo só de imaginar, e as lágrimas inundavam a minha face sem parar, por muito que desejasse que parassem.
E o tempo passava, mas os planos para um futuro mais longo estavam cada vez mais longe…
http://justanordinarygirl.blogs.sapo.pt
publicado por DemiJonasFan às 2013-05-18 16:32:59
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-17 23:15:51
...e basicamente é apenas isso. Estou extremamente, completamentre, inexplicavelmente...aborrecida. Fim.
Kisu <3
publicado por AnaFearless às 2013-05-17 18:20:57
- Falas dele de uma maneira diferente que falas dos outros rapazes.
- Talvez porque ele seja diferentes dos outros.

um beijinho,
Annie ♥
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-17 18:14:25
...em que a pessoa me chama de "amor" mesmo que só na brincadeira. Acredito que o mundo deu uma volta ao contrário do habitual. O_o
Mas sabe bem essas coisas, mesmo que na brincadeira, neh. =P
Kisu <3
http://justanordinarygirl.blogs.sapo.pt
E assim acabou mais uma t(...)
publicado por DemiJonasFan às 2013-05-17 17:59:31
Hello readers, como estao?
E assim chegou ao fim a segunda temporada de uma das minhas series preferidas: New Girl
E verdade, a segunda serie ja terminou. Estive ontem a noite a ver o ultimo episodio e AMEI. Foi mesmo lindo a serio. E ainda bem que vai haver a terceira temporada, apesar de ser so em Setembro. Ainda falta tanto :(
Mas pronto, digamos que foi o final que eu queria, pelo menos para algumas das personagens. Sim, porque o Schmidt deixou as pessoas bastante curiosas para a proxima temporada. E os planos do Winston sao hilariantes, acreditem. A quem nao ve, recomendo, pois acho que se vao divertir bastante :D
P.S. E a minha outra serie preferida tambem esta a chegar ao fim :( E verdade, amanha ou Domingo ja devo ver o ultimo episodio do Diario do Vampiro.

Inocência da Maldade - 9º(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-17 15:20:37
Para quem não tiver conta ou blog sapo e utilizar o "não tem blog sapo" para desejar comentar e o tal "Publicar Comentário" não surgir...não se preocupe. No canto superior direito da tua tela de pc deves ter algo que indique para "diminuir o zoom" da pagina (normalmente isto está a 100%) e basta reduzir para 90% ou menos (caso o desejes) para que a "linha" que te permite publicar apareça logo por debaixo da area de comentário.
Fica só a dica. =)
9º
Por sua opção pessoal ficaria ali deitada naquela cama, continuando a sentir os braços definidos de Reita a protege-la no seu sono e a tranquila respiração dele a tocá-la ligeiramente…mas ela tinha que ir trabalhar. Beijou-o ligeiramente, garantindo que não acordava aquele homem; sorriu, foi tomar rapidamente um duche, vestiu-se sem grandes minuciosidades; confirmou que Reita ainda dormia tranquilamente na sua cama e saiu do apartamento.
Mal saiu do edifício assustou-se, dois homens estavam próximos da entrada do prédio e pelo facto de um usar um fato negro e camisa branca e o outro vestir-se maioritariamente de negro…confirmavam que seguiam ordens de Reita. Inacreditável, a Yakuza estava à sua porta de casa, cumprindo ordens de um chefe poderoso da máfia…garantindo que ninguém lhes faria mal. Sorriu tontamente e um dos homens acenou confiante para ela. Sentiu-se incomodada porque sabia que aqueles “seguranças” tinham noção do que o seu chefe tinha ido ali fazer. Sentia-se demasiado exposta mas pelo menos quem passava ali não desconfiava a origem daqueles dois homens. Seguiu seu caminho para a pequena padaria onde tomaria um rápido pequeno almoço na companhia de Ary e juntos iriam para o emprego.
*
Reita despertou lentamente, recordou que não estava em sua casa mas…na da sua…namorada. É, Nami era sua namorada e ele esperava que ela aceitasse isso de coração. Ele estava exposto aquela mulher, ela despertara-lhe o lado calmo e apaixonado e mesmo que fosse perigoso…ele queria mante-la a seu lado.
Vestiu as suas roupas e sorriu quando olhou uma ultima vez a cama da mulher, tinha-a arrumado o que sabia e pareceu-lhe aceitável. Colocou a faixa sobre o nariz e saiu do apartamento de Nami. Desceu as escadas até ao rés-do-chão; assim que encontrou a luz do sol, semicerrou os olhos pois ficara encadeado. – Suzuki-sama. – o homem simplesmente olhou para o lado, sem visualizar completamente a feição do seu homem – Hoji-san já está no seu emprego. – informou
- A guarda do meu falecido nii-chan…que seja destacada para Hoji-san. – o homem assentiu enquanto seguia dois passos afastado do seu chefe – Tonaco já deve saber da existência dela.
- Hai, Suzuki-sama. – um carro negro e de vidros fumados parou ligeiros metros à frente do local onde Reita parara.
- Que eles sejam discretos. Se aquela mulher sonha… - sorriu – é capaz de me marcar mais ainda. – falou já para si mesmo. Nami havia-o marcado violentamente nos ombros quando o alto clímax de ambos havia chegado; Reita estava disposto a ensinar mais aquela mulher, tornando-a numa parceira especial mas unicamente para si.
*
Conteve uma risada quando se olhou atentamente ao espelho da casa de banho da engomaria, Reita fizera-lhe um chupão sobre a curva do seu seio direito, um segundo no final do pescoço e um terceiro sobre a barriga. – Aquele sexo em pessoa…- murmurou para si. Seu corpo doía-lha, aliás…o interior de suas coxas doía-lhe e pelo que, só agora, ela reparara… o interior das coxas estava enegrecido graças às estocadas de que fora alvo. Era bom demais para ser um mero sonho. Podia estar marcada, mas fora marcada por prazer benévolo.
Baixou a blusa, ajeitou a bata de trabalho e saiu da casa de banho. Sentia-se feliz demais mas prometera a si mesma que não iria concentrar-se totalmente em Reita, ele era Yakuza e ela não queria sofrer a dobrar…não o merecia, portanto jamais iria firmar-se e achar-se senhora e detentora do máximo possível daquele homem.
*
Saiu da casa de Ary, onde ela e Nadesko haviam ido jantar; infelizmente não poderiam estender o seu jantar e pós tal, mas sempre servia para dar forças para o resto da semana. Esfregou rapidamente seus braços quando saiu da porta da casa do seu amigo na companhia de Nadesko.
- Verão e as noites continuam frias. – Nadesko comentou após cobrir seus ombros com um casaco fino
- Realmente… - Nami murmurou; por algum motivo sentia-se observada desde que saíra do seu trabalho, olhara sempre em redor mas nunca visualizava ninguém em especial a observá-la.
- Olha…estive a pensar. – a mais velha falou então – Porque não falaz com o teu “amigo colorido” Suzuki-san. É difícil conseguir entrada no Riujii Bar ao fim de semana e eu estou desejosa de conhecer o lado exótico e rico da noite em Tókio. – gargalhou
- Não tenho coragem para chegar ao pé dele e dizer «Olha meus dois melhores amigos querem aproveitar uma noite no teu bar. Podes dar-me convites?». – falou sarcástica e abanou ligeiramente a cabeça
- Chotto…ele deu-te bilhete VIP no sábado. Não lhe custa absolutamente nada dar mais dois. E depois só se tem direito a uma bebida ou uma garrafa, conforme o tipo de convite. – fungou Nadesko. – Ele ofereceu-te um convite.
- O que não significa que todos os fins de semana vá me oferecer…saídas requintadas ou seja lá como for. – fungou por sua vez – Suzuki pode não gostar da…ousadia.
- Ele anda a dormir contigo. – a outra atirou pesadamente. Nami corou automaticamente – E claramente está louco por ti…porque…minha amiga…esse chupão possessivo no final do teu pescoço… - estalou a língua – Hummm…parece-me que é um homem com tudo a tamanho e poder indicado. – adotava um tom sacana, agora.
- Óh…para com isso… - a mais nova falou envergonhada. – Tenho…o interior das coxas enegrecido. – confessou então. Nadesko parou de caminhar e sorriu abertamente
- Começo a ficar muito interessada em conhecer esse homem. Meu Kami…deve ser uma loucura, não é fácil ficar-se enegrecida com…uma vez. – deslizou a língua por entre lábios
- Sou branquinha. Delicada demais…até irrita. – fungou Nami – Temo não ter…como acompanhá-lo. – baixou o olhar – Vai aborrecer-se de mim, Nadesko. – lamentou
- Amiga… - passou o seu braço por cima dos ombros da mais pequena e nova – não admito que penses isso. – falou carinhosamente – Esse Suzuki-san deve gostar de ti. Do nada ele admite que te quer, demonstra total preocupação contigo e nem teme admitir que não suporta ficar muito tempo longe de ti. Homens desses…não se fazem mais. – sorriu – Suzuki é edição rara. – deu um suave beijo na bochecha de Nami – Boa noite, querida. – disse antes de ambas seguirem por caminhos separados.
Nami acenou um rápido “adeus” à amiga e seguiu seu rumo. A suave brisa que se fazia sentir parecia ter um efeito calmante para a morena, por isso…ela não teve pressa em regressar ao seu pequeno apartamento.
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A Precious Vampire - 5º C(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-17 14:15:37
O
5ºcap
Se havia coisa que um vampiro, rapaz, aprendia logo que entra no mundo vampírico, é que Bill poderia ser um perigo imenso. Ele é um conquistador nato, para quem é dos mais velhos naquele mundo imortal…as vampiras fascinam-se com ele, morrem de amores por ele e oferecem-lhe todo o seu respeito e dedicação. Problema enorme para Tom. Abby continuava bela e erótica, como sempre o fora e ele havia se afastado da vida dela desde que ela tinha entrado nos últimos 2 anos de Universidade e mais ainda desde que se via envolvido em problemas superiores ao qual ele não gostava de se envolver, até um caça vampiros saber aquilo que Tom é e Abby.
Despertou do turbilhão de pensamentos que o atingia até ao momento, olhou devagar para o lado e viu-a, completamente perfeita e apenas em langerie.
- Demoras-te. – comentou lentamente, viu-a sobressaltar-se
- Pensei que havias adormecido aí. – olhou rapidamente para a cama de casal, sorriu e apanhou um vestido de cor lilás claro. Não o vestiu, pois Tom já a havia envolvido pela cintura com seus braços e beijava-a – Wow… - riu-se contra os lábios dele – que se passa?
- Tinha saudades. – beijou-a – Aliás ainda tenho muitas saudades. – sorriu e moveu o piercing de modo provocante
- Aí sim?! – falou divertida – E tens saudades do quê, exactamente? - ele colocou-a ao seu colo – Tom!
Levou-a até junto da cama, deixando que o corpo suave da namorada descai-se sobre a colcha da cama…juntou as mãos á anca de Abby e começou a cobrir o corpo moreno dela com o seu, beijando-a devagar mas com estímulo.
- Abby… - sussurrou – lembra-te que continuo e hei-de continuar a te amar. – falou junto dos lábios dela. Ouviu-lhe o suspiro fictício e recomeçou a beijá-la docemente, com total dedicação.
- Á que tempos que não me dizias isso. – ela murmurou
- Desculpa. Ando abstraído. – deslizou as mãos até junto do fecho do sutiã da vampira e abri-o, Abby moveu-se até que Tom retirou essa 1ª peça de roupa interior a ela. Arrastou as mãos por dentro da t-shirt dele até que lhe a despiu, ambos sorriram e sentiram que o desejo começava a despertar fervorosamente.
Viu-se sem as calças e vingou-se a deixa-la completamente nua para si, arrastou os lábios ao longo da barriga plana de Abby e começou a provoca-la com beijinhos molhados e sensuais, ouviu-a gemer, começou a deslizar a língua pelo peito da rapariga, acabando por vezes mordiscar-lhe os mamilos, um novo gemido escapou dos lábios dela. Sentiu a excitação dele a crescer e assim também a sua começava a aumentar gradualmente, havia perdido conta aos dias, talvez meses para ser mais certa, que não fazia amor com Tom e agora estava perto de tal e só o amor que a percorria fazia sentir-se quente e algo parecia apertar-lhe o estômago. Gemeu mais fortemente assim que Tom começou a deslizar uma mão pelas suas pernas, arrastando assim o que restava de roupa interior em Abby, sorriu meio nervosa quando ele voltou a tocar pontos erógenos que á muito não sentiam uma carícia. Voltou a sentir a pressão dos lábios dele sobre os seus, até que ela lhe ofereceu beijos intensos e excitante…soltou suave grito assim que se sentiu a ser penetrada, os corpos de ambos começaram a se movimentar conforme as penetrações o exigiam, continuavam coordenados, plenamente moldados um ao outro…o ritmo das penetrações aumentou e o friccionar de ambos os corpos criou um súbito calor e uma súbita paixão louca, algo que fazia com que eles prolongassem o máximo possível aquela entrega sexual. Passou a língua pelos lábios, fez os seus caninos sobressaírem-se, ouviu Tom a soltar um suspiro…Abby havia aprendido coisas interessantes que podiam levar o rapaz ao limiar do prazer…cravou os dentes na pele dele, bem no meio da lateral do pescoço dele, ele gemeu e penetrou-a com mais força…Abby desenterrou os dentes da pele dele, e esta começou a regenerar-se, elevou a anca e envolveu a cintura de Tom com as suas pernas, o ritmo e a profundidade das penetrações aumentou mais…ela soltou mais um grito, e voltou a cravar os caninos na pele dele, agora no ombro…
- Abby… - ele pigarreou
- Quero-te louco só para mim. – mordiscou a orelha dele depois de lho dizer; como ambos eram vampiros já não havia problema de se beijarem tanto um ou ambos em transformação, não se magoavam, então ela beijou-o subitamente. O calor que pareciam queimar as suas peles era estranhamente provocador e ao mesmo tempo faziam com que ambos os vampiros de desejassem ainda mais.
Gemeram ambos e mostravam-se ofegantes, sorriram e beijaram-se…Tom que já se havia transformado, deslizou os lábios pelo peito de Abby e mordeu-a logo a baixo do peito, ela arqueou-se e riu-se. O estalar em conjunto anunciou que por agora chegava de mordidas eróticas. Arrastou meigamente a mão esquerda pela pele cremosa dela, e beijou-a entretanto.
- Tens noção de á quanto tempo me mantinhas em celibato, Tom? – ela fingiu-se indignada. Ele riu-se. – Não tem piada, percebes! – beijou-o – Pensei que daria em louca muito em breve.
- Portei-me mal nisso, amor. Eu sei! – falou junto aos lábios dela. Abby fez por suspirar, á mais de um ano que não ouvia Tom a se referir a ela como “amor”. Tinha saudades de tal palavra. – Não volta a acontecer.
- Pois… - remexeu-se e ajeitou-se mais na cama – Tom? – sentiu o olhar intenso dele sobre si – Eu tenho mesmo que te perguntar isto, senão dá-me alguma coisa. – ele arqueou o sobrolho esquerdo – Tu…amh… - se fosse humana estava mais que corada
- Podes falar, Abby. – disse-lhe calmamente
- Sabes que á muito, mesmo muito tempo que não estamos, ou melhor, que não estávamos juntos…e…tiveste…com outras? – baixou o olhar e rezou para que ele não se irritasse.
- Claro que não, Abby. – elevou-lhe a cara e fê-la olha-lo nos olhos – Nunca te enganei, nem com vampiras nem com humanas. Eu amo-te.
- Na noite da festa…a humana de quem te alimentas-te…parecia…extremamente…excita
- Ela é uma daquelas miúdas que delira por ser mordida todos os dias, a bem dizer. Eu tinha era sede, mais nada. – sorriu – Eu nunca seria capaz de te enganar. Eu disse-te que não te irias livrar de mim na imortalidade, Abby.
- Isso foi á 4 anos atrás. – ela mexeu-se incomodada – Diga-se que não temos andado muito…amorosos um com o outro, ãnh!
- Já pedi desculpa. Mas tem surgido muitos problemas e o meu criador precisa da minha ajuda. – beijou-a
- Certo. – voltava a morder o lábio nervosamente – Bem…vamos alimentar-nos? – sorriu devagar
- Sim. Deixaste-me esfomeado. – riram-se
Words with soul. Soul with love.
publicado por • Smartie às 2013-05-16 22:44:18

"Supernatural" is gonna be the death of me someday. Just saying.
♥
Words with soul. Soul with love.
publicado por • Smartie às 2013-05-15 21:47:14

Acção. Mistério. Emocionante. Aventura. Coragem. Determinação.
Nota: Nas últimas vezes em que fui ao cinema assisti ao trailer deste filme e, apesar de ter logo percebido que seria um thriller bastante violento (daí a classificação de M16), fiquei com a ideia de que era um filme realmente intenso, repleto de acção e suspense e de cortar a respiração até ao fim - e não me enganei, de todo. Este é um filme muito bom, que reúne um elenco fantástico, com destaque especial para a magnífica interpretação de Gerard Butler no papel principal.
Recomendo-o, sem dúvida alguma - fui hoje à tarde vê-lo ao cinema e gostei bastante.
♥
Inocência da Maldade - 8º(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-15 18:18:14
Para quem não tiver conta ou blog sapo e utilizar o "não tem blog sapo" para desejar comentar e o tal "Publicar Comentário" não surgir...não se preocupe. No canto superior direito da tua tela de pc deves ter algo que indique para "diminuir o zoom" da pagina (normalmente isto está a 100%) e basta reduzir para 90% ou menos (caso o desejes) para que a "linha" que te permite publicar apareça logo por debaixo da area de comentário.
Fica só a dica. =)
O
8º
Terminou de arrumar as roupas no guarda-roupa e com uma ultima observação confirmou que não havia mais nada para arrumar ou colocar para lavar; espreguiçou-se demoradamente e recordou o novo dvd que comprara naquela tarde, ideal para fazer a sua noite. Saiu do seu quarto e justamente quando passava perto da porta do apartamento o toque tímido da campainha desta notou-se. Olhou a porta e aguardou um pouco, bateram suavemente à porta e a rapariga adquiriu coragem para abri-la.
Corou automaticamente ao se deparar com aquele homem, Reita vestia umas calças negras meio justas, camisa branca com parte dos botões desabotoados, revelando assim ligeiramente o peito daquele homem, usava um casaco justo mas de mangas arregaçadas; depois o cabelo tinha aquele jeito particular, a faixa cinza que o homem usava para lhe ocultar o nariz dava sempre aquele jeito misterioso. – Reita. – ela deixou escapar e logo aquele loiro/moreno invadiu a casa dela, sem pedidos de licença…nada. Imediatamente tomou Nami em seus braços e a beijou, a porta do apartamento foi fechada bruscamente com um empurrão de pé dele.
- Não conseguiria aguentar até amanhã para te ver. – ele confessou-lhe. Nami riu-se animadamente e logo puxou Reita consigo até à sala de estar.
- De facto não esperava ver-te…tão depressa. – confessou ela
- Porquê? – falava junto da boca de Nami e não tinha forças para afastar aquele corpo do seu. – Diz-me porque não acreditas que me atrais realmente? Tudo se baseia em ti só de te olhar, Nami. – exigiu-lhe um novo beijo após falar tal coisa.
- Porque…porque…habitualmente este tipo de coisas não acontecem com…pessoas simples como eu. – ela falou cabisbaixa.
- És especial, não simples. E pouco me importa…desde que sejas minha, nada mais quero saber. – admitiu-lhe.
- Como é que alguém que faz o que tu fazes consegue ser tão caloroso com uma mulher? – quis Nami saber.
- Eu bem que te estou a informar que és especial, morena. – sorriu contra seus lábios carnudos e depois chupou-lhe o inferior.
Nami sentiu-se a fraquejar, de novo, aquela ansiedade por tudo o que Reita lhe poderia dar fazia-a ficar de corpo quente e nervosa devido ao desconhecido. Aquela atração sexual que surgia do nada entre aquele casal não era normal; a voracidade com que os beijos que trocavam aconteciam era bastante intensa, algo inexplicável.
A sua pélvis fisgava com o roçar do corpo daquela mulher contra o seu, era uma doce tortura que Reita gostava…era aquilo que o fazia diferente, fazia-o indescritivelmente apaixonado por Nami. Ela atraia-o de modo surpreendente, o desejo que crescia em si queria eclodir e tomar aquela morena só para si o quanto antes.
Os beijos que trocava naquele momento com aquela mulher inquietavam-no, excitavam-no imenso mas…surpreendentemente, Reita mantinha a calma e tentava não exagerar, não esforçar Nami…reparar na doçura com que ela se entregava, o carinho que se espelhava em suas rosadas faces…todo aquele jeito imaculado da morena…a noção da sua inexperiência era a tortura daquele yakuza, mas uma tortura que o satisfazia.
Nami foi carinhosamente abraçada mas podia sentir o seu interior a exigir-lhe que avança-se para o nível onde tudo havia sido interrompido na noite anterior mas…como fazia ela isso?! – Reita… - murmurou contra o pescoço dele, o homem fez por encara-la atentamente. – ontem à noite… - humedeceu os lábios – que aconteceu para tão subitamente…me teres desejado? – corou imenso ao terminar de falar aquilo. Era inexperiente, tinha total noção disso, mas também não queria ser medrosa.
- Geh…- ele pigarreou e passou rapidamente uma das mãos pelos seus cabelos – Nami…não é necessário fazer nada em concreto. Desejo-te imenso… - deslizou o polegar pelo lábio inferior da mulher – fazes-me sofrer por não poder tocar-te mais. – admitiu-lhe
- Não…poderes…tocar mais… - Nami balbuciou
- Minha alma está condenada…e não quero magoar-te, retirando-te essa inocência sem o desejares realmente. – então Reita havia-se apercebido que ela era inexperiente. Nami sorriu carinhosamente
- O que realmente importa para mim…é poder ter-te…de verdade. – ela confessou-lhe.
Olhar Nami era o mesmo que olhar uma menina mulher indefesa, ter noção que ainda existia pureza na alma de algumas pessoas. Ele não queria manchar aquela pureza mas seria impossível mante-la intocável.
Seu membro pulsou e seus boxer’s tornaram-se apertados demais; desistiu de poupar o corpo de Nami. Suas mãos invadiram a blusa que a mulher vestia naquele momento, passando a tatear cada centímetro de pele; ela ofegou timidamente e logo seu corpo passou a reagir ao toque daquele homem lindo. Reita deslizou ambas as suas mãos até ao encontro do rabo da mulher, apertando-a então contra si e revelando-lhe o quanto ele começava a ficar excitado; de súbito Nami viu-se obrigada a mandar um salto para o colo de Reita, enlaçando sua cintura com as pernas.
Suas bocas só se separavam para que o casal recuperasse folego, isso aconteceu até a mulher ver-se obrigada a descair sobre…a sua própria cama. Reita livrou-a imediatamente da blusa e dos calções de tecido que a mulher vestia para andar pela casa, arrastou uma das mãos pela perna fletida de Nami….excitando-a com o seu toque meticuloso; os beijos aconteciam com mais calma agora…mas mais demorados também; a mulher arqueou-se ligeiramente e fechou os olhos com força quando a mão exploradora do yakuza a tocara no interior das suas coxas.
Aproveitando-se, Suzuki decidiu estimular a companheira…massajando os dedos sobre o tecido delicado da peça inferior da langerie dela; a outra mão foi segurar um dos seios de Nami, apertando-lho e depois libertando-o do contacto com o sutiã. Deslizou sua língua pelo mamilo rosado da mulher, este enrijeceu de excitação; chupou ligeiramente aquele pequeno botão de rosa e mordiscou cuidadosamente. Nami gemeu e contorceu-se; suas cuecas ficavam cada vez mais molhadas com o estimulo de que aquele homem a fazia alvo naquela área do seu corpo. - …óh…Reita… - gemeu inconscientemente e ofegou quando ele decidiu que bastava de tecido e a livrou da langerie.
Timidamente a mulher livrou Reita do casaco e aproveitando que vários botões da camisa já estavam desabotoados…ela terminou rapidamente a tarefa; apreciou a firmeza do peito daquele homem, ficando ainda mais excitada com a imagem. Reita respirou fundo e desenlaçou a faixa que fazia uso sobre o nariz, viu o sorriso de menina estampar-se nos carnudos lábios de Hoji e não conteve a nova vaga de vontade de a beijar.
O homem afastou seu corpo ligeiramente, da carteira que tinha no bolso das calças retirou um contracetivo e aproveitou para despir totalmente suas calças. Olhou desafiante para a contida Nami e com o olhar indicou-lhe os seus próprios boxer’s. Nami estava escarlate e mais nervosa agora. – Tem calma minha linda. – ele murmurou-lhe. Tinha que espicaçar aquela mulher, libertá-la daquela timidez; obrigou-a a entreabrir os lábios e colocou o seu polegar entre estes; ela soltou um profundo suspiro e fechou os olhos com a intimidade, Reita deslizou a ponta do polegar sobre o inicio da língua da mulher, afastou-o depois e simplesmente humedecia os lábios de Nami com a sua própria saliva. Ela gemeu e sentiu-se insuportavelmente excitada.
Reita colocou-se de joelhos entre as pernas afastadas da companheira para que esta tivesse mais facilidade em o livrar dos boxer’s que já o magoavam de tão apertados que se encontravam. Nami engoliu em seco e decidiu ter coragem e aplicar algo que havia lido em várias revistas de “truques e dicas”. Elevou seu tronco e praticamente ficou sentada sobre a sua cama, agarrou os boxer’s negros do homem e começou a livrá-lo de tal peça; ele retirou totalmente a peça do contacto com seu corpo e preparou-se para se colocar sobre Nami e entrega-lhe todos os beijos que ela merecia, mas a mulher surpreendeu.
Arregalou seus olhos quando a viu a roçar seu tronco pela sua cintura e deixá-lo mais duro ainda; timidamente a mulher tocou o membro masculino e acariciou-o delicadamente, apertando uma vez por outra. – Nami… - falou rouco. Colocou de novo seu polegar entre os lábios carnudos da mulher, esta lambeu por instinto. Nami ia tirá-lo do sério depressa demais.
Preparava-se para sugar o membro de Reita mas este impediu-a, elevou seu olhar e mostrou-se tristonha – Não. Não tanto. – ele falou ofegante – Não deixo que te esforces tanto da primeira vez. – ele preocupava-se com Nami, preocupava-se de verdade. Poderia ela amá-lo com tão pouco tempo junto de si?
Reita empurrou-a contra a cama e abafou a boca da mulher com beijos, depressa se protegeu e logo fez Nami fletir as pernas ligeiramente; acariciou o interior das coxas da mulher à vez, esta pigarreou de prazer. – Nami…- falou contra os lábios dela e penetrou-a devagar, sentiu-a ficar tensa de súbito – por favor koi…relaxa. Não te magoarei, prometo. – falava em sussurros para a companheira. Ela atendeu seu pedido e relaxou o máximo que conseguiu o seu corpo.
Ele foi insistindo devagar, atento ao bem estar da parceira…amoroso como nunca imaginou conseguir ser.
- ..i..itai…Reita… - gemeu ela contra a curva do pescoço do homem – itai… - gemeu mais uma vez e cravou suas unhas nos ombros dele.
- Não koi. – ele murmurou – De certo modo gostas realmente de mim…eu sinto-o…então…deixa-me… - ela suspirou e sentiu que todo o seu interior tinha sido invadido em completo; era grande, duro…Nami persentia que era demais para ela aguentar. Sinto-o a recuar devagarinho e aí Nami ficou aliviada…o pior havia passado, a barreira havia sido ultrapassada.
- Sim, eu deixo. – ela falou suavemente. Reita beijou-a, foi mais atrás e penetrou com ritmo; espasmos de prazer identificaram-se pelo corpo da morena. Algumas vezes contidas e logo as estocadas se tornaram intensas e profundas.
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publicado por DemiJonasFan às 2013-05-15 18:14:30
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A Precious Vampire - 4º C(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-15 16:09:12
4ºcap
Abby não podia dizer que estava aborrecida ou só, aquele novo vampiro estava a ser uma excelente companhia. O facto das empregadas do Hotel suspirarem lentamente de cada vez que Bill passava por elas ou as olhava, só que fosse de relance começava a divertir Abby. Com Tom era a mesma coisa, todas as raparigas que andavam por aquela ilha não escapavam impunes á beleza dele e ao seu estilo único.
- Hummm que sorriso mais carinhoso. – voltou á real e olhou o moreno – Que te mete assim tão…encantada?
- Á muita coisa que me encanta, Bill.
- óh…como por exemplo? – mantinham-se ambos relaxadamente sentados nas cadeiras de praia, sobre a sombra do guarda sol, ambos de óculos escuros e atentos aquela maravilhosa praia
- Porquê essa curiosidade sobre o que poderá meter-me…encantada? – sorriu e olhou-o atentamente
- Porque o teu sorriso faz um tipo fazer tudo para te manteres encantada. – ele informou docemente
- Sabes Bill, tu realmente sabes o que dizer a uma vampira. – riram – Mas comigo não vale a pena persistires.
- Ninguém sabe o que possa acontecer de futuro. – sorriu e deu uma golada na sua bebida alimento – E existe alguma coisa divertida que se possa fazer á noite nesta ilha, Abby?
- Depende do que achas divertido, Bill. – falou num tom brincalhão . O rapaz ia responder, mas subitamente concentrou toda a sua atenção atrás de si, Abby também espreitou. – Voltas-te. – falou de sorriso resplandecente
- Ao que parece. – Tom respondeu devagar – Bem-vindo ao meu Hotel, Bill. Á anos que não te via. – sorriu rapidamente
- Sim. Tenho andado ocupado. Soube que ajudas-te no termino do Klaus. – bebeu mais um pouco – Parabéns!
- Não fui eu quem o matou. – o semblante do das tranças ficou rígido – Que fazes aqui, Bill?
- Férias. – o outro respondeu sorridente e levantou-se da cadeira. Abby não evitou apreciar as formas atléticas do vampiro mais velho, acabando por se sentir intimidada. – Penso que mereço.
- Sim, imagino que sim. – Tom apanhou o copo de Abby e bebeu o que restava neste – Começa a ficar demasiado calor, não? – deslizou o olhar pela namorada
- Um pouco. – recuperou a fala e também se levantou da sua cadeira – Vou só dar um ultimo mergulho. – falou animada, contornou o Tom e depositou um suave beijo no ombro deste. – Não precisam esperar por mim. – anunciou ao notar que Bill não fazia noção de sair dali e correu para a água.
Bill sorriu divertido, notou a fixação de que era alvo por parte de Tom Kaulitz. Bebeu o que restava da sua bebida e voltou-se para o rapaz.
- Nervoso? – sorriu divertido
- Que fazes aqui? – o das tranças ripostou
- O que te disse, Kaulitz. Estou de férias. – começou a focar o local onde Abby mergulhava habilmente, deixou escapar um sorriso.
- Estas a desejar demais, não achas? – o outro retorquiu irritado
- Caramba Tom! – esbugalhou os olhos – Desde quando és ciumento e… - voltou a olhar para o local onde a rapariga mergulhava – só de uma mulher? E que mulher a tua. – os seus olhos faiscaram
- Bill! – puxou-o pelo ombro e obrigou-o a caminhar para trás, uma vez que Bill já dava passos até á beira mar – Nem te atrevas a meter-te com a Abby!
- Á 200 anos que não “nascia” uma mestria, Tom. Eu tinha de ver com os meus próprios olhos. – começou a caminhar, contrariado, lado a lado com o outro – Crias-te uma vampira fascinante, meu amigo. – sorriu – Muito fascinante mesmo.
- Pára com isso. – falou carrancudo – Ela é minha.
- Criaste-a, completamente diferente de ser tua. – humedeceu os lábios – Abby é de quem quiser. Aliás… - falou travesso – ouvi umas conversas interessantes pelo Hotel.
- Que conversas? – olhou-o chateado
- Segundo o que ouvi, e olha que oiço bastante bem Kaulitz… - Bill riu-se – Quando ela era humana e 2 anos depois de a criares eram inseparáveis…mas ao 3º ano… - estalou a língua – começas-te a esquece-la! Para quem tu tinha descoberto o amor e não sei mais o quê!?
- Eu amo a Abby! – Tom afirmou – E não tens nada que saber da minha vida pessoal. – colocou as mãos nos bolsos das calças
- Ó tenho sim! Porque és um idiota pintado, Tom! Que a minha imortalidade me livre de perder o interesse numa mulher dotadíssima em todos os sentidos, como Abby Everton. – Tom barrou o caminho ao moreno e olhou fervorosamente – És mesmo idiota! Aposto que á meses que não estás de verdade com aquele…mulherão. – abanou a cabeça infantilmente e contornou o outro, foi agarrado subitamente pelo pulso
- Livra-te de te meteres a conquistador com ela.
- Se continuares a ignora-la e a deixa-la de parte nas tuas…aventuras mais recentes, Tom…ah…não será preciso muito da minha parte para conquista-la…totalmente. – sorriu e correu assustadoramente dali, deixando Tom especado a olhar para o ar.
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E uma coisa impressionant(...)
publicado por DemiJonasFan às 2013-05-14 19:46:52
E impressionante como as pessoas nos conseguem desiludir tanto. Ainda por cima as pessoas que menos esperamos. Mas tudo bem, querem assim, e assim que vao ter. So nao me venham dizer que mudei, que ando mal humorada ou mazinha. Sao as pessoas que me fazem assim. A serio, que desilusao. Como as coisas mudam tanto numa semana :/

E eis uma musica que começa a fazer sentido para mim, ou pelo menos devia
publicado por AnaFearless às 2013-05-14 16:00:15
Hey! Eu sei que a fanfic está a tornar-se super secante, parece que nunca mais desenvolve, mas sei lá, na altura escrevia coisas assim, parvas. De qualquer maneira, não vou alterar nada, e espero que gostem á mesma. Deixem o vosso comentário, conto com ele :)
um beijinho,
Annie ♥
Capítulo 25 - "Ele está a fazer-se a ela!"
Justin chega ao hospital finalmente, e vai para o pé de Kate:
Justin: Então, alguém morreu ?
Kate: Não. O Robert está em coma! Ele foi atropelado...
Justin (irónio): Oh, que pena... O vampiro perdeu os dentes foi ? Ahah
Kate (começa a rir-se): Acho que não... Olha, se queres conquistar a Andie vai ter com ela agora. Neste momento ela está com o coração partido e vai precisar de um ombro amigo para chorar.

Justin: Coração partido ? Eles não namoram para ela ter um coração partido. Por acaso, a menina Kate não tem nada a ver com o assunto do Robert Pattinson, não ?
Kate: Ai Justin, tu entendes-te. Eu ? Tu é que tinhas interesse em faze-lo !
Justin: Mas não, mana, não fiz. Vou ter com a Andie, até logo.

Com Kelly e Andie:
Andie: Ouve, isto não nos leva a lado nenhum, estamos zangadas à não sei quantos dias por causa de uma estupidez. Parecemos umas crianças...
Kelly: Isto começou tudo por tua culpa!
Andie: Olha, eu já não sei de quem é a culpa, não posso fazer mais nada, desculpa. Vou-me embora, adeus.

Andie vai-se embora.
Justin: ANDIE! Olááá ^^
Andie: Olá... Justin, certo ? Nunca me lembro do teu nome.

Justin: Certoo =D , então como é que estás ?
Andie: O Rob foi atropelado e está em coma, não estou lá muito bem não, e tu ?
Justin: Nem eu, foi um grande choque para mim.
Andie: Mas vocês nem se dão... olham-se tipo daquela maneira que se odeiam imenso...

Com os famosos:
Kevin: O Rob não ia gostar nada de ver a Andie a falar com o outro...
Zac: Eles estão só a falar...
Joe: Ele está a fazer-se a ela !
Claire: Joseph, pára de inventar histórias!

Joe: Já pensas-te se é verdade, já ?
Claire: Mesmo se fosse, o Robert não estaria cá para ver!
Nick: Parem de discutir, isso não leva a lado nenhum. Parecem umas crianças, meu.
Com Kelly e Kate:
Kate: Então, quero saber tudo! Ela foi violenta ?
Kelly: Só estivemos a falar, mais nada...
Kate: Sobre...

Kelly: Sobre os Jonas Brothers, o Robert, o Zac e tu e o teu irmão.
Kate: Mas, o que é que ela disse ?
Kelly: Disse que queria resolver tudo comigo.
Kate: Quer uma ova! Mentirosa!
Kelly: Eu acho que ela estava a ser sincera.

Kate: Então, se achas isso, porque não fazes as pazes com ela ?
Kelly: Talvez, não seja a melhor altura.
Enquanto isso, os Jonas e a Claire vão para casa descansar, e mais tarde Justin, Kate e Kelly também. Zac e Andie ficam no hospital, pois esta quer estar lá quando Rob acordar.
No carro dos Jonas:
Nick: Que dia!
Nenhum dos irmãos o tinha ouvido.

- Porque razão não é a melhor altura para as irmãs fazerem as pazes ? O que as impede ?
- Kate, está a ser boa amiga ?
- Estará Justin, mesmo preocupado com Rob ?
- Quem terá atropelado Rob ?
Não podes perder o próximo capítulo para descobrir tudo isto e muito mais !
http://justanordinarygirl.blogs.sapo.pt
publicado por DemiJonasFan às 2013-05-13 17:55:21
"No fundo tens o teu lado divertido e engraçado, mas és tímida! Ris-te sempre das piadas e das loucuras dos outros mas não te atreves a fazer o mesmo. Deixa de ter vergonha e solta-te mais. Assim todos podem ver o quanto és simpática! Vão ficar surpresos com o teu lado mais louco."

Words with soul. Soul with love.
publicado por • Smartie às 2013-05-13 17:32:49
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-13 16:11:23
Eu tive infância, tive amigos de infância, colegas de escola, pessoal da minha idade e com quem lidei um bom tempo em 24 (ou 25) anos de existência. De repente toda essa gente ou maior parte dela está num relacionamento sério, casado, juntou-se...por aí...do nada todos tem alianças, todos tem uma casa só sua ou para dividir com o companheiro/a...e do nada... noto que sou a única que não tem porra nenhuma disso. o_O
Sério?
Casados, juntos, amigalhados, comprometidos e agora...para serem pais... =O sério...
Não que me sinta mal, não; apenas existiu qualquer coisa que escapou na minha vida nos ultimos anos e eu não me dei bem conta da situação.
Eu nem sequer sou comprometida por assim se lhe chamar; diz-se "complicado" ou mesmo "qualquer coisa" e agora aquele pessoal da minha infância já ganha para uma casa e filhos. A sério?
Choque. Medo.
Perdi algo e não me dei realmente conta.
Kisu <3
publicado por Shiniia ♡ às 2013-05-12 22:41:33
Depois de saciar a fome com um belo jantar, conto-vos a verdadeira razão que me leva a desejar comer incansavelmente tudo quanto é porcarias, tal como descrevi no post anterior, postado minutos antes deste.
Estou aterrorizada!
Passo a explicar: eu fui escolhida na empresa para desenvolver o arquivo e estudo dos novos produtos que foram inseridos nos últimos meses, em termos de impacto na qualidade e ambiente.
Para quem não sabe, eu comecei a trabalhar nesta empresa japonesa há 10 meses (quase 11), e aceitei, por necessidade absoluta de emprego, ir para a produção e inspecção visual de produtos na fase de inserção das máquinas. Não é um mau trabalho, de modo algum. Cansa, porque afinal de contas trata-se de um trabalho que exige uma produção e qualidade ao mesmo tempo, pondo o trabalhador sob pressão. O salário não era um espectáculo, era superior ao mínimo e se trabalhasse Sábados conseguia aproximar-se muito dos 600€ (isto, montante recebido, por causa dos que descontos dão cabo de mim!), o que para quem não tem nada, é óptimo! Era crucial para mim, precisava dele para poder terminar a minha licenciatura. Sem ele, tinha de desistir de tudo e emigrar, por isso nem pensei duas vezes!
Ora, há uns tempos eu tirei um curso de especialização tecnológica em qualidade ambiental, que me abriu imensas portas e me ajudou a escolher o que queria seguir, mas concordo quando digo que ‘arrumei o meu curso na gaveta’ ao aceitar estes termos de trabalho, mas teve de ser.
Nos últimos dias têm havido mudanças: pessoas que são promovidas pelas suas habilitações ou anos de casa, mas confesso que não esperava que um dia se virassem para mim, que não se fossem propriamente lembrar do curso que eu já tenho, até porque ainda sou recente na empresa e muita gente nem sequer me conhece!
Mas parece que me enganei… :|
O engenheiro industrial, que exerce funções de chefia muito próximas do presidente, veio falar comigo para exercer este controlo burocrático, através da utilização de ferramentas de qualidade que estou a aprofundar na faculdade, e extremamente interessado nas evoluções do curso que estou a tirar. Precisando de alguém com habilitações para este cargo, ele escolheu-me para isso mesmo, e eu aceitei.
É claro que não conto com aumentos nem nada do género, porque só o facto de ir exercer funções na minha área, considero-me uma pessoa de sorte, porque fui das poucas que conseguiu um emprego depois de terminar.
Ainda não sei o dia em que começo, mas estou ansiosa como o raio… :|
Parece que afinal, ainda há alguns milagres neste país…
Tambem não contei isto a ninguém a não ser aos pais, irmãos, a poucas colegas de faculdade, e agora estou aqui. A verdade é que tenho receio da reacção de algumas colegas de trabalho. Sei que algumas ficarão felizes, mas noutras, isso não vai acontecer.
Para ser sincera, tenho mais receio de como vai correr, do que das bocas de quem tem inveja!!!
«I've got just one chance to make it right, so it seems...»
http://justanordinarygirl.blogs.sapo.pt
publicado por DemiJonasFan às 2013-05-12 22:37:17
Ola minha gente. Desculpem ainda nao ter respondido a comentarios, mas ainda nao consegui arranjar um tempinho para isso. Vou tentar faze-lo amanha. Bem, e agora acho que me vou deitar, porque preciso MESMO de descansar por algumas horinhas. Boa noite :)


publicado por Shiniia ♡ às 2013-05-12 21:10:19
Ando com uma terrivel vontade de comer tudo, especialmente, porcarias!! O que não pode ser!
Mas a verdade é que já há algum tempo que não como goluseimas, e a vontade tem crescido significativamente. E depois, para cúmulo, ainda fiz uma pesquisa pequenina com coisas como...
Fonte: Google/sweets
Felizmente, não passa da vontade, porque eu recuso-me a ir a um supermercado!!!
Words with soul. Soul with love.
publicado por • Smartie às 2013-05-12 20:16:21
