publicado por Yohanan às 2013-05-24 01:09:01
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Bolacha
Seguir Perfil »publicado por Yohanan às 2013-05-24 01:09:01
Porque ontem era velha, hoje ao envelhecer, amanhã acordarei mais nova, envelhecidamente nova.
publicado por Carolina às 2013-05-23 22:02:10
Eu falo muito, se calhar escrevo ainda mais, mas a ideia de que tenho a resposta sempre pronta e sei de tudo é totalmente errada. Eu passo boa parte do meu tempo a formular respostas para questões que me coloco todos os dias - eu revejo conversas que tive umas trinta mil vezes, irrito-me por me ter comprometido aqui e acolá, por ter sido ligeiramente incoerente numa certa afirmação. Discuto comigo mesma todos os dias, interiormente, e talvez seja por isso que muitas das minhas respostas parecem ser pensadas - e é também isso que me dá um certo conforto em certas conversas que tenho, nas quais, se fosse doutra forma, não saberia o que dizer.
A viagem para Mafra foi interessante nesse ponto de vista - até porque não podia fugir para fora do autocarro para me desviar da conversa, o que me obrigou a responder de alguma forma àquilo que me perguntavam. O assunto era dos poucos em que a minha resposta nunca está preparada e eu plisso sem fim: a minha vida amorosa. Podem-me pôr a falar de política, de religião, dos processadores dos computadores (assunto sobre a qual eu não sei nada, mas nem me importo de inventar) ou até do sexo dos anjos. Mas da minha vida, não, por favor! E a explicação é bastante simples: primeiro porque não sou pessoa de grande partilhas. Confesso algumas coisas a meia dúzia de pessoas em que confio em grande escala e fica por aí. Por outro lado, por muito que me perguntem, eu nunca sei responder - acredito que achem improvável, mas as questões que vocês próprios se colocam sobre mim, também eu faço.
A pergunta mais flagrante e da qual eu já falei aqui é: "mas porquê que tu, não sendo uma aberração da natureza e até tendo alguma graça, sendo inteligente e outras coisas que tais, nunca tens namorado?". Questão interessante, de facto, mas à qual eu não tenho resposta. Passa-me pela cabeça a palavra "predisposição" e o facto de eu ser uma chata do pior. (Chega?)
Produto Oficial Não Licenciado
publicado por Bruno Custódio às 2013-05-23 21:58:42
Na semana passada Pedro Passos Coelho ouviu pela primeira vez o sucesso musical (?) de Michel Teló e depressa se sentiu inspirado para escrever uma música ao seu povo favorito, o português..
Povo, Povinho
Esse dinheiro só o mata
Deixa que eu pego
Ai deixa que eu pego..
No fim do mês com o ordenado
A conta bancária começou a aumentar
E crei o imposto mais lindo
Tomei coragem e comecei a cobrar
Carteira, Carteira
Ai que estás tão pesada
Ai se eu te pego
Ai ai se eu te pego..
publicado por Carolina às 2013-05-23 15:44:43
Quatro horas para lá, quatro horas para cá. Porquê o Porto parece ficar longe de tudo o que nos importa ver? A parte boa é que se põe a conversa em dia, brinca-se e ri-se com fartura... porque verdade seja dita que fazer oito horas num autocarro é de ficar de rastos...
Uma das melhores partes da viagem foi a visita guiada. Fomos divididos em vários grupos e eu tive imensa sorte no guia que apanhei - era excelente (em todos os campos, que carinha laroca tinha ele): expressivo, cativador, brincalhão e sabia muito daquilo. Visitamos a igreja, parte do palácio e uma ínfima parte do convento em si. As coisas estão muito bem conservadas e com a ajuda do guia conseguimos quase reconstruir na nossa cabeça aquilo que se vivia lá, a par das descrições que temos no livro do Memorial. Por fora, é um enorme monumento. Lembra-me um pouco Madrid: muita pedra, muito pesado, muito grande, mas sem uma beleza estonteante. Aquilo que chama à atenção é mesmo a grandiosidade e nem tanto os pormenores - que os tem, mas sem grande destaque.
Da parte da tarde vimos um teatro (um bocado maçador, mas pronto) e depois de uma curtíssima visita à parte do convento que está agora reservada à escola de infantaria, voltamos para casa, já completamente de rastos. Mais conversa, mais brincadeiras, mais risota. Depois, quando chegamos, aposto que corremos todos para as nossas camas, tal era a forma como estávamos. Mas valeu a pena o cansaço.

(o convento lá atrás)
Biblioteca. Com livros lindos, com capas maravilhosas. E onde vivem morcegos, só a título de curiosidade.

a look a day, keeps the p(...)
publicado por filipa às 2013-05-23 14:23:01
publicado por filipa às 2013-05-23 10:38:04
estou com um escaldão tão grande na cara que mais pareço uma alcoólica crónica.
publicado por filipa às 2013-05-22 18:27:15
e após o cortejo só me pergunto: como se tira nódoas de cerveja do traje?
Novidades - funcionalidad(...)
publicado por jonasnuts às 2013-05-22 17:37:40
Novas aplicações para o seu computador
Lançámos novas versões para Windows, Mac e Linux. A versão em produção é a 0.55. De assinalar melhorias de performance (ainda maior rapidez) bem como a resolução de pequenos bugs.
Se ainda não tem esta nova versão da aplicação, faça rapidamente o download, basta seguir este link. Em breve iremos deixar de suportar as versões mais antigas.
Versão web com novidades fresquinhas
Já podia fazer "drag & drop" de ficheiros e pastas para o browser. Agora é possível usar o Drag&Drop de ficheiros e pastas que já estão na CloudPT, através do site.
Funcionalidade muito pedida e sugerida - A possibilidade de fazer download de uma pasta completa via web. Já não é preciso fazer o download de uma pasta, ficheiro a ficheiro. Ao escolher a opção "download" de uma pasta, é transferido um ZIP que mantém toda a estrutura hierárquica de ficheiros.
Já conhece o menu de contexto? Experimente premir o botão direito do rato junto a uma pasta ou ficheiro. Muitas das opções estão agora disponíveis neste local para maior simplicidade de acesso.
Para quem usa o teclado para tudo, é agora possível navegar na CloudPT via browser usando apenas as teclas. As teclas das setas (teclas cursor) e a tecla "enter" permitem navegar nas pastas. A tecla "delete" permite apagar um ficheiro ou pasta. A tecla "Esc" também pode ser usada, para fechar janelas de opções, por exemplo.
Para quem tem muitos ficheiros numa pasta e pretende filtrar a lista, existe agora uma tecla "F" que aplica um filtro com base em parte do nome do ficheiro.
Para criar uma nova pasta, basta premir a tecla "N"
Limite no tamanho de ficheiro, nos envios (via web e mobile) aumentou para 2GB por ficheiro
As novas versões de aplicações mobile e web sofreram uma melhoria importante. O anterior limite máximo de 350MB por ficheiro a enviar foi alterado para 2GB por ficheiro a enviar. Assim, já se pode usar o site da CloudPT para enviar ficheiros até 2GB.
À semelhança do que já acontecia antes, se usar uma app de desktop, não há qualquer limite que não seja o da quota disponível na sua CloudPT.
Upload automático de vídeos em Android
A nova versão da aplicação móvel de Android já envia automaticamente para a CloudPT os vídeos criados no dispositivo (na app de iOS esta funcionalidade já existia antes).
Em iOS e Android já pode sincronizar o que quiser (vídeos ou fotos) separadamente, consoante o tipo de ligação.
Feedback, mais sugestões e críticas (construtivas, claro) são muito bem-vindas. Esperamos que gostem.
publicado por Carolina às 2013-05-22 15:56:31
Quando for grande quero perceber a "abertura fácil" dos pacotes de leite.
a look a day, keeps the p(...)
publicado por filipa às 2013-05-22 14:21:50
publicado por C. às 2013-05-22 09:53:16
A minha colega de quarto está cada vez mais insuportável. Até já a outra rapariga mais velha que está aqui no quarto comentou isso comigo. Está-se sempre, sempre a queixar. A vida dela é pior que a vida de toda a gente. O que ela tem para fazer é sempre mais do que os outros têm que fazer. Ela pode fazer o barulho que quiser e incomodar quem quiser, mas quando eu e a outra rapariga fazemos algum barulho, ela começa logo a suspirar alto e bom som, para saber que a estamos a incomodar. Só faz perguntas estúpidas. Do género "Porque é que têm as luzes apagadas?", se calhar porque ainda há luz no quarto e nós estarmos a mexer no computador não precisa de luz. Se precisássemos da luz acesa, nós acendíamos o raio da luz. Também está sempre a responder mal. No outro dia disse que no dia anterior tinha estado muito frio, ao que ela me responde "Tu lá sabes o que é frio". Pois bem minha amiga, eu sou do Alentejo. No Alentejo, ou está um frio de rachar ou está um calor que não consegues sair de casa. À bocado foi com a persiana. Disse-me "Porque é que não abriste a tua persiana?", ora, não abri porque eu nunca abro a persiana assim que me levanto. Mas respondi "Porque eu vejo bem assim" (faça-se notar que estão mais duas persiana no quarto e abertas, há luz mais do que suficiente) e ela responde-me "É até ao dia!". Se há claridade suficiente no raio do quarto, é até ao dia em que o quê? Que paciência. Também não posso dizer que estou cansada, porque ela está sempre mais cansada do que eu. Se digo que tenho sono, levo uma resposta super torta "Então porque raio te levantas tão cedo para ir correr?!", olha porque eu quero e não tens nada a ver com as horas a que me levanto. Agora tenho passado mais tempo fora de casa, para não a aturar. Quando venho almoçar à residência, levo com um "ah, tu agora nunca cá almoças". Mais uma vez, que raio tem ela a ver com isto?!
Isto ainda está a ser suportável, porque a outra rapariga está cá. Mas ela acaba o mestrado este ano e eu fico sozinha com a queixosa. Eu percebo que ela está longe de casa e precisa de alguém com quem falar. Mas responder mal, bater com gavetas e não me deixar estudar porque tem queixinhas para fazer, não é falar como deve ser. Eu juro que não acho isto normal.
publicado por Carolina às 2013-05-21 21:35:13
Amanhã é minha a última grande visita de estudo. E a primeira deste ano, que a minha turma ainda não tinha posto um pé fora da escola no que toca a actividades de exterior!
Como não há senão sem bela, isto de nos obrigarem a ler Saramago tinha de ter alguma coisa de positivo: vamos ao convento de Mafra! No meio de tanta descrição chata, de tanta desgraça, de tanta história e tantos, tantos homens, o convento lá se ergueu e vamos poder vê-lo com os nossos próprios olhinhos amanhã! E a famosa pedra gigante, que tem quase um capítulo inteiro naquele livro em sua honra (e sim, já nos prepararam para a desilusão: a pedra, no fim de contas, não é assim tão grande).
Já fiz rissóis e patinhas de caranguejo (coisa que faço uma vez ao ano, que nesta casa não se comem fritos), sandes e essas comidas anti-dieta que se costuma levar nestas visitas. Devo confessar que me sinto um bocado miúda com isto tudo, como se fosse a minha primeira vez nestas andanças; na verdade, é o contrário: estou assim por ser a última. Nestes últimos dias, apesar da carga de stress e exaustão, quero ser como uma esponja e absorver tudo o que possa. E conviver e desfrutar da companhia de tudo e de todos os que me rodeiam naquela escola. Sei que vou ter saudades. Há que aproveitar.
Depois conto como foi e, se for caso, mostro fotos. Me esperem!
publicado por filipa às 2013-05-21 19:59:05
ainda sobre a queima, deitei-me às 5 da manhã e acordei às 12h30 a pensar "o meu telemóvel tem as horas mal...". pois, eram mesmo 12h30. nunca na vida dormi até tão tarde, mesmo assim encontro-me com uma moca descomunal! estou a ficar velha para isto.
publicado por filipa às 2013-05-21 18:51:49
semana da queima e a minha casa parece um hotel com os namorados das colegas de casa todos aqui. é mesmo caso para dizer: viva o não fazer nada da vida.
Homens só de longe (ou de(...)
publicado por Carolina às 2013-05-21 18:05:33
Infelizmente, já não sou da época dos meus irmãos - nunca brinquei na rua com os meus amigos, nunca fui para casa somente ao cair da noite, nunca andei livremente pela rua aos 7, 8 anos de idade. Eu sou da época das televisões - da Madeleine McCann, da Natacha Kampusch, das três mulheres presas num sótão em Cleveland... Sou da altura das Mentes Criminosas e do CSI, tudo óptimo para dar ideias para quem precisa delas. E isso, quer queiramos quer não, influencia-nos.
Não que antes não houvesse loucos, sádicos e assassinos - simplesmente não havia a projecção que há agora. E isso deve ter criado um medo inconsciente em mim de que só dou conta em algumas situações. Da mesma forma que tenho fobia de médicos sem ter tido um episódio dramático, tenho uma desconfiança imensa (em alguns casos mesmo medo) nos homens em geral. Eu sou mesmo menina para não entrar numa loja quando vejo que só há um lojista e este é homem; odeio quando entram homens no elevador quando eu estou lá dentro; e sempre me fez aflição pensar em ter um homem como instrutor. Basicamente, estar sozinha com pessoas do sexo masculino em sítios fechados e preferencialmente pequenos deixa-me tudo menos confortável.
O pior é que, estas duas semanas, a minha instrutora vai de férias. E, lamento, há uma verdade quase indiscutível: as mulheres são umas cabras umas para as outras, más como as cobras... mas entre isso e estar num habitáculo com um homem que não conheço de lado nenhum, prefiro estar com as da minha espécie. A questão é que, à falta dela, não tenho escolha e vou mesmo ter meia dúzia de aulas com um instrutor, o que me tem andado a apoquentar, tenho de admitir. No fim, até devo gostar, mas até lá sofro por antecipação, especialidade aqui da casa.
(E sim, já sei, sou uma pessoa estranha... mas que raio querem que eu faça?!).
publicado por jonasnuts às 2013-05-21 16:13:29
Enviámos há pouco o resto dos convites pedidos durante o mês de Abril.
Bem-vindos todos os que agora se juntam à comunidade da CloudPT.
a look a day, keeps the p(...)
publicado por filipa às 2013-05-21 14:21:12
publicado por Yohanan às 2013-05-21 01:26:42
Vestuário não determina quem somos, somos nós que transparecemos com ele, é só um mero e tão inconscientemente importante instrumento que mostra parte de nós, ou todas elas, se soubermos quem somos e não formos tolos levados por meras tendências ditas, o que por hábito, costuma ser arduamente difícil, nem nós sabemos o quanto. acabando assim por ser fútil quem dita como moda coisa fútil, é claro que estamos perante alguém ignorante na matéria, e isto, para quem deste mundo não está dentro, eu compreendo que seja difícil de compreender, também o foi para mim, deixa lá, é preciso muito séculos lidos para compreender, muito séculos - deixa lá.
publicado por jonasnuts às 2013-05-20 22:23:34

Entre esta foto e o dia de hoje passaram mais ou menos oito anos.
Mas, como há quase oito anos (auto-link), o braço partido é o mesmo. Só o osso é que é diferente.
publicado por Carolina às 2013-05-20 17:27:55
Algo de bom nestas semanas nada pacíficas para mim! Não preciso de óculos! Nem de lentes! Nem de nada nos meus olhinhos que todos dizem ser meio chinocas! Acho que foi a primeira consulta, em toda a minha vida, em que saí satisfeita!
De facto, e como já tinha constatado, o meu olho direito não vê assim tão bem - embora pouquinho, tenho míopia e astigmatismo. Mas também não é assim tanto como a enfermeira disse (eu bem avisei!)! O médico foi sensato e disse que se eu não tinha dificuldades em ver, nem dores de cabeça e essas coisas chatas, não era preciso andar com o peso dos óculos em cima do nariz. Se um dia for preciso, assim será.
O oftalmologista sempre foi dos médicos que mais tolerei por não ser muito invasivo - e porque, simplesmente, não me assustava assim tanto (estas coisas não se explicam, pronto). Correu tudo bem, o senhor era simpático e, acima de tudo, o diagnóstico não foi assim tão mau! Uffa!
a look a day, keeps the p(...)
publicado por filipa às 2013-05-20 14:20:20
publicado por filipa às 2013-05-20 13:20:12
os mind da gap a cantar na queima "vozes na cabeça, tenho vozes na cabeça!" e eu a pensar "tem esquizofrenia...". poiiiiis!
publicado por Carolina às 2013-05-19 20:43:21
Antes de mais e de qualquer post que possa fazer, não posso deixar de festejar o meu título, o nosso título. Tenho de admitir que não fiz grande festa, porque, para mim, o campeonato ficou ganho na jornada passada e com um sabor bem mais especial. Não sou pessoa de ir para os Aliados festejar, que aquilo é demasiado grito e confusão para mim, mas estou lá em espírito.
Sou sócia do meu clube de coração já vai fazer dez anos, e estes anos resumiram-se a alegrias, de uma forma geral. Acima de tudo, vejo-o como um dos pontos altos da minha cidade, que cada vez mais é ofuscada pelas luzes da capital. Tenho muito orgulho de onde sou, de onde nasci e do clube a que pertenço - independentemente de tudo o que digam (o que somos, o que deixamos de ser ou o que fazemos)! Parabéns Porto <3

publicado por jonasnuts às 2013-05-19 18:02:52
Que não linko, porque não merece. Digamos apenas que é escrito por alguém que deve levar uma vida tristíssima, cheia de certezas e de ódios.
Respeito os católicos (e os outros todos, já agora, mas é duma católica que se trata), embora acredite piamente (piamente, percebem?), que é possível o good without god (e é mais ou menos nesta equipa que tento alinhar), e também sei que há mentecaptos para todos os gostos, em todos os lados, e não julgo o todo pela parte.
Posto isto, vejo muitas vezes alguns católicos a respeitarem a bíblia, não só por convicção, mas também como uma forma de atingir o reino dos céus. Confesso, no entanto, que é a primeira vez que vejo alguém a adoptar esta estratégia....a da imbecilidade. No entanto, se formos a ver, pode ser um meio para chegar a um fim.
"Bem-aventurados os pobres de espírito, pois deles é o reino dos Céus." (Mateus, 5:03)
A outra palerma já tem o lugar garantido.