publicado por DolceScrittora às 2013-05-26 00:37:05
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PedroR.
Seguir Perfil »Nome
PedroR.'
Data Nascimento
06-06-1995
Sexo
M
publicado por DolceScrittora às 2013-05-26 00:37:05
O contacto emociona-me, talvez por admiração àqueles que realmente se entregam ao desconhecido, deixam fluir o movimento no vazio, e respiram o outro nem sabendo o seu nome. Basta: leiam-se um ao outro. Não quero conversas, só movimento - faz sem qualquer tensão nos membros, sem qualquer membro de pé atrás, sem qualquer medo. É aterrorizador o que sinto ao perceber que pouca confiança há entre nós, desconhecidos diários, tão quotidiano, tão estranho, tão normal.
overdose de história da dança este fim de semana.
O dia em que ela salvou u(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-25 22:19:08
Foi engraçado. A gata escondeu o filho atrás da secretária do escritório do meu padrasto. Uma secretaria pesada, enorme e cheia de máquinas. Ninguém conseguia tirar o gato. A mãe gata de vez em quando ia espreitar, com medo que o levassem, deixou-o lá. Decidimos esta noite tentar tirar o gatinho, com medo que morresse. A minha irmã Elsa calçou as luvas e lá foi ela. Esborrachou a cara na parede mas conseguiu a proeza. Quando conseguiu tirar o gato, com muita dificuldade, fizemos uma festa. A sobrinha chorava, nós (Daniela e eu) e a nossa mãe rimos com a figura dela. Uma mulher descabelada, com luvas amarelas e lágrimas nos olhos. Parecia que tinha acabado de fazer um parto. Juro. Foi lindo. Fomos buscar a mãe gata que logo deu de mamar ao seu filho. Ficámos todos encantados. Foi salvo um animal.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-25 17:53:34
Cada vez que vou ao supermercado encontro pessoas a angariar dinheiro para instituições. Acho muito bem. Eu ajudo quando posso, sempre que possível mas não ajudo todas as vezes que vou ao supermercado. Se fosse assim, mal seria de mim. O problema está na seguinte questão: as pessoas que nos abordam, quando dizemos que não, muitas vezes mostram descontentamento. Naturalmente. Entendo. Fora os comentários que oiço sobre os outros. Há que reflectir, não devem mostrar má cara quando alguém não quer ajudar. Principalmente se for dito de forma educada, claro. Não sabem o número de vezes que as pessoas que hoje negaram, ontem disseram que sim. Ou simplesmente ajudam de outras formas. Quando eu digo que não, não é má vontade. Acho que a maioria também sente o mesmo. Existem excepções, mas eu não quero falar nelas. Quero só desabafar, quando ajudo faço por iniciativa própria e nunca por pressão. E o meu "não" não é teimosia, nem arrogância. É só um "não". Todos temos direito a ele, sem sermos olhados de lado.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-24 21:38:38
Espero que o tapete que levaste da minha varanda tenha sido bastante útil para decorar a tua sala. Espero que estejas muito feliz com o roubo espectacular de um tapete velho e feio. Ai de ti que venhas mexer nas minhas coisas outra vez. Solto os cachorros, os elefantes, os macacos. Tu tem cuidado. Ninguém brinca comigo. Obrigada por teres levado o tapete que eu fazia intenções de deitar fora. Poupaste-me de uma vergonha imensa. Aquela merda era pesada. E feia.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-24 21:30:41
"Sou muito transparente, digo tudo na cara". E então? O que é que nós temos com isso? Primeiro, ninguém te perguntou nada. Segundo, ninguém quer saber a tua opinião. Terceiro, há uma linha muito fina que separa a frontalidade da arrogância.
Quando alguém me diz "diz-lhe" após o meu desabafo, fico a pensar. Quem sou eu para dizer isto ou aquilo? Chamar a atenção para isto ou aquilo? Se tenho opinião? Tenho. Mas não gosto de magoar os outros. Gostava que aprendessem, crescessem mas enquanto o assunto não surge, guardo para mim, à espera da melhor oportunidade para falar. Ou então não. Existem coisas que devem ficar para nós. Nem todos gostamos de lilás.
Preciso de sair da minha (...)
publicado por Teresa ♥ às 2013-05-24 19:57:47
Preciso de tempo para me descobrir. Sinto que me perdi faz já alguns meses. De um momento para o outro não consigo gerir todas as emoções... sinto uma bipolaridade enorme na minha vida.
Sinto-me sufocada pelo próprio ar que respiro. Nada parece dar certo. Nada tem o mesmo encanto. Tudo ganhou outro encanto. Já nada faz sentido - tal como isto que hoje vos escrevo.
Vou partir da blogosfera ... não sei quando voltarei e o motivo da minha partida é mesmo a vontade de respirar outros ares. Parece-me que já nem ao meu pequeno blog eu pertenço. Preciso de me descobrir. Não sei onde nem sei porquê. Sou demasiado complicada e tudo complico portanto não quero massar-vos nem escrever tudo aqui online porque se torna repetitivo.
Encontramo-nos por aí ... noutro blog ou num passeio de uma estrada. Obrigada a todos.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-24 19:25:36
Imagina só, somos aliens. Mas mais giros do que aqueles dos filmes. Vá, temos dois olhos. Podem ser pretos. Imagina que vivemos noutro planeta, onde as pessoas não falam, cantam sem desafinar. Não apontam o dedo a ninguém porque não têm a ponta dos dedos. As pessoas vivem todas umas ao pé das outras mas não fazem barulho. E dão espaço aos outros para escolherem. Acreditam no amor, na amizade. Imagina só que podemos andar de mãos dadas. Posso segurar-me às tuas cavalitas. Seria giro. Não termos de fugir da dor, porque não há. A dor seria apenas causa de tanto para dar e não saber como. Não há rancor sobre memórias. Lá, temos o que vivemos. Somos o que queremos. No outro planeta também vamos morrer porque a imortalidade tira o melhor que temos. A pouca certeza de termos mais tempo. É aproveitar, é aproveitar enquanto dá. Imagina só podermos sentar no meio da estrada, com um caminho em comum. Éramos aliens bem giros. Com roupas baratas mas com estilo. Lá ter estilo não interessava para nada. Contava apenas a alma. Não existia segredos para contar. Traições para perdoar. Nada. Depois vínhamos aos fins-de-semana ao planeta Terra para ver a sorte que tínhamos em ser aliens. Tínhamos coragem de contar todas as verdades. Podíamos dizer, “oh humanos, não conseguem ver o tempo que perdem com medo de fazer diferente?”. E seguiamos viagem numa nave laranja ou vermelha, porque o senhor destino assim que nos viu juntos, disse: “não vale a pena contrariar este caminho da mortalidade, estão condenados um ao outro”. No planeta terra ninguém diz nada, temos de tentar acreditar que sim, que é assim. E descobrir muitas vezes só depois, depois e depois. Quando já se perdeu tempo demais. E nisso os aliens têm razão. Se têm.
publicado por Sweet Stuff às 2013-05-24 17:56:29

A maioria dos blogues de (...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-24 12:25:22
Olha eu a fazer um post sobre moda. Vou ao Google procurar por imagens “sapatos” (em inglês se faz favor) e faço copy/paste das melhores imagens. Posso também procurar por “outfits” com sapatos engraçados e faço copy/paste. Meto umas vinte fotos seguidas. E já está. Fácil, né? Ah, para quem quiser copiar a receita, sugiro que acrescentem sal a gosto.
Tenho um sonho milionário(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-24 11:56:54
Para tudo. Um milionário pagou 1.2 milhões de euros para ir ao espaço com o Leonardo DiCaprio num leilão de beneficência da luta contra a SIDA. Senhor milionário, deixe-me ir no mesmo voo, eu faço a comida. Juro que fico caladinha só a olhar.
Impressões às primeiras c(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-24 10:31:50

A primeira vez que ouvi falar neste livro foi no canal literário PsychoBooks com a Alba. Em inglês “The Egde of Never, sem tradução para português. O livro está muito bem avaliado no Goodreads, nota superior a 4. Decidi ler, depois do entusiasmo da Alba em relação ao livro. Confesso que não sou a maior fã de Young Adult mas gosto de ler de vez em quando.
Começo a ler YA com um pé atrás e talvez isso afecte a minha leitura. Vou apanhando clichés a torto e a direito. Vou colocando defeitos nos personagens. Com este livro não foi excepção. A personagem principal, a Cam, tem problemas (como todos os personagens YA) emocionais, com uma depressão. Decide partir sem destino numa viagem de autocarro. É nessa a viagem que encontra o rapaz por quem (aposto) vai apaixonar-se. Os diálogos são engraçados mas não são surpreendentes. Clichés, muitos. O pai do rapaz está morrer de cancro (a doença da moda em livros YA) e isso acaba por ligar as duas personagens. Não sei mais, ou talvez saiba o final sem ainda ter lido.
Acontece-vos o mesmo?
publicado por Teresa ♥ às 2013-05-23 20:18:32
... vou comer kiwis que não estejam maduros. Juro que não. É que estou com uma dor de barriga do caneco. Caramba!
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-23 14:21:13
Se encontrar uma nota nova de cinco euros não vou colocar nenhuma foto no instagram, nem no facebook, nem em lado nenhum. Não vou tecer qualquer tipo de comentários. Não vou festejar com bolo e champanhe. Não vou reunir-me com os amigos. Não vou bajular uma nota de cinco euros, “tão linda,né?”. Não, não é. É uma nota. O dinheiro é cocó.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-23 14:20:12
Há alguns anos atrás, tantos anos que nem me lembro como era o meu rosto, uma amiga fez acusações fortes a meu respeito. A nossa amizade era unha e carne. Via-a como uma irmã, inseparáveis. Na altura, namorávamos, saímos os quatro juntos para jantar ou fosse lá o que fosse. Pensava que ela era minha amiga. Pensava, na verdade não era. Depois de uma ida à praia, uma outra amiga alertou-me para o facto de ela andar a dizer que eu “andava a tirar fotos ao seu namorado” no pior sentido que possa ter. Sempre achei que ela era ciumenta obsessiva. E era. Ninguém no seu perfeito juízo ia para a varanda espiar o namorado com uns binóculos. Não preciso de dizer mais nada, né? Ela tinha problemas gravíssimos e eu fui arrastada. Fui pedir-lhe satisfações e ela confirmou a história. Custou-me imenso cortar relações de amizade com ela mas depressa deixei de sentir saudades e perceber que esta história só podia ter surgido com o objectivo de me afastar. Talvez soubesse de mais. A vida continuou. O casal continua. Nunca a vi acompanhada por uma amiga, vejo-a sempre sozinha ou com a mãe. Pudera.
publicado por Teresa ♥ às 2013-05-23 06:59:27
publicado por rii sw. às 2013-05-22 21:57:33
Idk, hoje soube bem libertar um bocado e dançar Florence and the machine, a coreo está gira mas kinda difícil devido ao meu medo de mata-borrões mas enfim, eu vou lá chegar!
publicado por Charlotte Streep às 2013-05-22 20:04:58
Impressões às primeiras c(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-22 19:59:53

Ando a ler "Inferno" de Dan Brown. O único livro que li dele chama-se "Código da Vinci", toda a gente conhece. Toda a gente. Excepto quem vive debaixo de uma pedra. Ando a ler o livro no Kobo, o livro vai demorar para estrear em Portugal. Já saiu a versão inglesa. Portugal é o último, é quase sempre o último a editar os livros que todos querem. Não li os outros livros do Dan mas tenho ali um ou dois, nem sei bem. Este teve a minha atenção porque já passaram anos suficientes para o autor aprender e amadurecer, fiquei com a sensação que será o seu segundo grande sucesso. Para além disso, todo o mistério à volta da obra só dá mais vontade de querer ler.
O prólogo começa muito bem. Dinâmico, misterioso e dramático. Os primeiros capítulos estão cheios de acção. Robert Langdon encontra-se num hospital com amnésia, logo depois está a fugir de um assassino ao lado de uma médica com um QI de 208. Ao fim de cinquenta páginas, começo a juntar peças na minha cabeça e acho que já sei o que vai acontecer com esta médica. Espero que não, espero ser surpreendida. Existe um objecto muito perigoso no meio desta trama mas ainda não sei o que é. Muitas perguntas em pouco tempo, espero que não fiquem pontas soltas. Para já, estou super entusiasmada e a gostar muito.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-22 19:53:11
Existe um actor português com uma página no facebook bastante ácida. Prefiro nem sequer dizer o nome dele para depois não receber comentários da treta a defender o querido-amado. Ele costuma, diariamente, gozar com tudo e todos. Acha tudo mal, acha-se superior a todos, mais intelectual, mais esperto, mais sábio. Pode ser, talvez seja mais inteligente que a maioria das pessoas. Para além disso, parece que gasta mais tempo na internet que propriamente a fazer coisas mais produtivas. Cada um sabe de si. Acho piada, ele criou um perfil ácido, arrogante e sem papas na língua mas quando confrontado com as citações recolhe-se, pede desculpa e chega até a confessar que não queria dizer aquilo que na verdade disse. Para mim, um ser humano só é inteligente se for humilde. Ainda não percebi se ele tem ou não. Mas também não me interessa. Quando me avisaram que ele gozou comigo, não gostei mas pus-me a pensar: "quantas vezes faço eu o mesmo?". Tantas. Aceitei sem sentir mágoa, aliás fui a correr subscrever o seu canal. Também soube que dois actores mais maduros defenderam aquilo que eu fazia em relação à literatura. Um abraço ao ego. Também soube que ele concordou com eles e apagou todos os comentários em relação à minha pessoa. Outro abraço ao ego. E pronto, a vida é um garfo. Ou comes, ou és comido.
publicado por Isabella às 2013-05-22 19:39:13
Querida Sacha,
Não sei bem como começar esta carta, não pensei realmente no que teria para te dizer, na verdade queria tanto que os blogs voltassem ao activo (queria interagir mais com os meus seguidores), que de uma forma louca e irracional me dispus a fazer isto, perdoa-me por a coisa sem jeito que daqui sairá.
Não me ocorre nada para te dizer e não sei se falar da escola será o mais adequado, pelo menos a mim essa tem me dado cabo da cabeço, suponho que não sejas exepção, ela consegue ser má para todos. Hum, talvez me ocorra algo, já escreveste mais daquelas tuas one shots? Sim, porque eu lembro-me de teres dito que querias começar a escrever algo e depois chegaste a postar algumas, não me recordo se as li todas, terei de tratar disso brevemente. Outro dia escrevi uma especie de monologo, acho que até ficou engraçado, no entanto só eu consigo perceber o seu significado - essa é a piada, torna tudo mais misterioso; Adoro o poder que a escrita tem...
Fico-me por aqui, não tenhas medo de me retribuir sim? Ficarei à espera anciosa e desculpa mais um vez por não te poder escrever algo com melhor qualidade e melhor conteúdo, passa-se é que a matemática me distrai e me deixa sem imaginação e a primeira vez é a que custa sempre mais.
Isabella
3 músicas que ando a ouvi(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-22 19:39:07
publicado por Sweet Stuff às 2013-05-22 17:46:27
Eu vou-te falar acerca das pessoas que preciso na minha vida. Eu preciso do meu Sinatra, eu preciso do meu Glen Miller, eu preciso de alguém que me acorde com um Good Morning Darling, eu preciso daqueles que sorriem para a vida, eu preciso daqueles que me fazem rir, eu preciso dos aventureiros, eu preciso daqueles que sabem lidar comigo, falar comigo e estar lá para mim. Eu não preciso dos que me deitam abaixo, eu não preciso dos que estão sempre prontos para criticar, eu não preciso dos que me roubam tempo, paciência e muito menos energia. Eu preciso, preciso mesmo do meu Sinatra, do meu Glen Miller e de tantos outros que tornam a minha vida completa. Eu preciso e irei sempre precisar de outra chávena de chá, outro ombro para chorar e outra música para ouvir. Tu irás sempre precisar de outra chávena de café, outro amigo para as gargalhadas e outro álbum dos Beatles. Bebe outro café, arranja outro amigo e compra outro disco. A lista é extensa mas se não encontrares o teu nome não te admires.
Afinal de contas, eu só te falei acerca das pessoas que preciso na minha vida.

publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-22 09:33:41
Ontem, uma amiga falou-me do blog novo da Cristina do Goucha. Já tinha lido boquinhas parvas no facebook sobre uma apresentadora que tinha um blog. Não sabia quem era, até me contarem no chat. Achei muito bem. O blog chama-se Daily Cristina (www.dailycristina.com), um nome pouco original mas fácil de memorizar. Estive a ver o blog esta manhã, por curiosidade e porque gosto da Cristina. A Cristina tem o nome da minha mãe, parece ser super acessível, humilde e simpática. A ideia do blog foi boa. Aproxima, mostra e chama a atenção. O blog está giro, gosto das cores, das fotografias profissionais, dos textos simples, das roupas caríssimas. Uma Cristina menos popular, mais chic e atenta. Vão reparar que o blog é regido por fotografias, como se tratasse de um álbum e publicidade disfarçada (como é o caso do detergente para passar a ferro). Mais do mesmo, mas a Cristina é a Cristina e não é à toa que já tem 22700 seguidores na página do blog no facebook.
Coisas de pouca amizade e(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-21 20:18:44
Sabes aquela tanga do "não me dizes nada, também não vou dizer"? Não tenho paciência. Sério. Eu sou muito directa ao assunto, se quero falar, falo. Se tiver saudades, digo olá. Se tiver algo para perguntar, pergunto. Isto, se estiver a falar de amigos, sem problemas pelo meio. E acho que tem de ser assim. Detesto aquela parvoíce do "não disseste nada, também não disse". Bora deixar essas coisas para os namorados ou assim? Nem isso, ninguém tem mais paciência para isso. Se queres ligar, liga. Orgulho dentro de uma amizade? Sério? Medo de mostrar que estás interessada? Qual é o problema? Não vejo.
Se há coisa que detesto é que tirem conclusões dos meus pensamentos sem antes falarem comigo e ajam conforme elas. As conclusões, claro.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-21 13:23:45
A verdade é dita em dias como o de hoje.
A paciência tem limites. Tenho mais paciência actualmente que no passado. Com os colegas, com os amigos, com o amor, família. Repetir as coisas duzentas vezes, ao longo de vários anos não é papinha fácil. A saliva não se gasta mas incomoda. A questão está, será que ninguém nos ouve? Somos seres ignorados eternamente? Só pode.
Trabalhar num lugar onde as pessoas questionam as mesmas coisas diariamente ao longo de vários meses dá cabo da cabeça mais saudável. Juro. E se isso não acontecer, a forma como olhas para essas pessoas começa no auge mas começa a diminuir no respeito. Se é que me entendes. Explicando melhor, se alguém não ouve com atenção as tuas palavras com certeza que vais ter menos vontade de falar.
E chateia.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-21 13:22:56
No outro dia, uma rapariga que conheço passou por mim. Notei que já longe, ela fez questão de olhar para o lado mas como eu e a minha companhia demos nas vistas, ela tem obrigatoriamente de nos cumprimentar. Fez um sorriso forçado, pior que o sorriso da funcionária do texto abaixo. Juro. Já estive várias vezes com essa rapariga e nunca nos demos lindamente mas também nunca nos odiámos. O normal. Achei a atitude tão estúpida. Ninguém é obrigado a cumprimentar seja quem for. Não existe uma lei para tal. E se for para fazer, que seja bem feito. Tipo, não te armes em estrela. O melhor truque seria levantares voo ou desapareceres debaixo da terra mas, vá, dizer um “olá” não custa assim tanto, ou custa?
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-21 09:52:21
Duas coisas.
Na hora de pagar as compras, o cartão dizia “Não Autorizado”. Toda a gente sabe que quer dizer “Não tens dinheiro” mas insistem “Passe Outra Vez” enquanto a cara fica vermelha que nem um pimento. Eu sabia que tinha dinheiro. “Deixe-me ir espreitar ali ao multibanco. Fiz o pessoal da fila arrastar as compras à outra caixa. Fiz a funcionária da caixa fazer um sorriso amarelo como o sol. O meu pimento da cara passou a pimentão. O cartão foi engolido. Felizmente tinha guardado na carteira o cartão novo. Assunto resolvido. Pude levar os frangos para casa.
Fui ao café, queria lanchar e aproveitar o sol. Em vez de ir ao café que tem o melhor pão da zona, fui a outro que costumo ir quando saio à noite. Sentei-me, pedi, trouxeram-me uma sandes com pão do dia anterior, rijo, mau. Comi e bebi e um chá frio. Decidiram fazer limpezas com produtos fortes, comecei a pingar do nariz. Li o Miguel Esteves Cardoso com pingos a escorrer pela cara, felizmente não sujei o livro.
hope you like and stay wi(...)
publicado por rii sw. às 2013-05-20 21:43:14
Vou fazer uma supresa aos meus grandes amigos, não posso dizer o que é se não ainda veem aqui e descobrem! Não é nada de grande aparato, é algo que fiz com grande amor e carinho e espero tê-los sempre comigo!
(que gay, rii, que gay...)
publicado por Sweet Stuff às 2013-05-20 21:28:07
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-20 20:37:15

