publicado por Nessa às 2013-05-23 11:28:23
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publicado por Nessa às 2013-05-23 11:28:23

(Imagem retirada da Internet)
Estou mesmo a precisar de algo assim...
Verão, Calor, Agua, Areia e Tranquilidade!
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publicado por i. às 2013-05-22 23:16:26
I really care about you..(...)
publicado por - cp às 2013-05-22 20:30:22
Capítulo doze
“Tem o teu tique”
Como devem reparar, os flashbacks não dizem nada demais, por vezes. Servem também para quebrar o ritmo aborrecido que isto pode estar a levar e assim. E também é porque se refere a momentos que vos possa levar a compreender melhor as personagens.
Espero que estejam a gostar!
http://runlikethewind.blogs.sapo.pt
publicado por Andrusca ღ às 2013-05-22 20:14:41
Capítulo 21
Quando Tudo se Desmorona * Parte 1
Chelsea estava deitada de barriga para cima, apoiada nos antebraços, e a observar o céu. Não se via nem uma nuvem no horizonte, e o sol brilhava fortemente lá bem alto. Estava um lindo dia. Mais um lindo dia de férias. A primeira semana estava quase no fim. A rapariga respirou fundo e juntamente com o oxigénio veio o cheiro a maresia de que tanto gostava. Retirou os óculos de sol e pousou-os no cimo da cabeça, suspirando.
- Cuidado! – Ouviu, antes de levar com a bola de voleibol na barriga.
- Então pessoal?! – Reclamou, agarrando na bola e levantando-se, enquanto se ria. Revirou os olhos e começou a dirigir-se ao círculo formado por Tony, Helen, Richard, PJ e Jensen, que estavam a jogar voleibol.
- Eu avisei – desculpou-se Jensen, pondo-se à frente dela e rindo-se.
- Parvo – chamou ela, passando-lhe a bola para as mãos. Porém o sorriso desapareceu-lhe rapidamente dos lábios ao sentir um arrepio. Não era a simples sensação do frio a percorrer-lhe a espinha. Era mais que isso. Um mau pressentimento que já a acompanhava há poucos dias. Chelsea respirou fundo e olhou para a imensidade do mar – Eu vou dar um passeio à beira mar.
- Está tudo bem? – Preocupou-se ele. Ele notava que algo estava diferente, mas não queria que ela se sentisse obrigada a contar-lhe.
- Sim, claro – disfarçou ela, pondo o seu melhor sorriso – Eu não demoro.
A rapariga dos caracóis ruivos deu-lhe um beijo na bochecha e PJ, Tony e Helen estranharam. Eles já tinham percebido que havia qualquer coisa, mas ainda não lhes tinha sido dito exactamente o quê.
Chelsea dirigiu-se até à beira mar e deixou que a água salgada lhe molhasse os pés, sorrindo logo em seguida. Ela adorava a praia. Começou a caminhar sempre com os pés a levar com as ondas, e assim, devagar, deixou que os pensamentos tomassem conta de si.
A praia estava estranhamente vazia para a altura do ano, mas não tardaria estariam todos os turistas com as toalhas espalhadas, todos em cima uns dos outros.
Chelsea chegou às rochas, numa das extremidades da praia, e sentou-se em cima de uma, com as pernas encolhidas e os braços a abraçá-las. Voltou a olhar para o céu e viu algumas gaivotas a voar, até que uma pousou na areia.
- Gaivotas em terra… sinal de tempestade – Pensou ela em voz alta.
Estava a ouvir o barulho do rebentar das ondas e a levar com alguns salpicos que saltavam para ela por a onda bater na rocha, quando teve a súbita impressão que alguém a observava. Voltou-se para trás de repente mas não viu ninguém, por isso saiu de cima da rocha e ficou de pé na areia.
- Está aí alguém? – Perguntou, enquanto olhava fixamente para os arbustos que se encontravam um pouco mais à sua frente. De trás deles saiu uma rapariga bastante bonita. Envergava um vestido negro, de atar ao pescoço, e uma racha do lado direito. Nos pés tinha uns sapatos rasos, também escuros. Sorriu a Chelsea enquanto afastava o cabelo loiro platinado dos olhos. A Defensora do Oculto olhou para ela desconfiada, por trás de toda aquela beleza Chelsea sentia algo meio escuro – Posso-te ajudar?
- Sabes… ao princípio não encontrei as parecenças… mas agora… sim, pareces-te com ela – a voz tinha tanto de encantadora quanto de assustadora, e Chelsea sentiu o coração a disparar. Sentia que conhecia esta rapariga, mas não se conseguia lembrar de onde.
- Do que é que estás a falar? – Perguntou directamente.
- Os olhos são o que se nota mais… ela não tinha caracóis como tu… - a rapariga sorriu, e depois suspirou – Permite-me apresentar-me. Chamo-me Lyux – ao dizer estas palavras a rapariga do cabelo loiro deu mais um passo, e Chelsea retrocedeu impulsivamente – E tu és alguém de quem não gosto nada.
Todos os músculos do corpo de Chelsea lhe diziam para se transformar na Defensora. Que corria perigo. Que tudo estava errado. Mas ela estava de tal modo desprevenida que não conseguia fazer nada. Levou a mão ao pingente, a tremer, e apertou-o.
- Relaxa, não chegou a nossa hora… ainda – afirmou Lyux – Guarda as tuas forças para o fim.
- Tu és uma das Bruxas – murmurou Chelsea – Como é que me encontraste?
- Deste um bom espectáculo naquele bar de meia classe. Não achas mesmo que mandaria o Gorman sozinho, achas? Tinha olhos em todos os sítios. Foi fácil.
- O que queres?
- Por agora… nada. Para mais tarde, bem… vais descobrir – Lyux estalou os dedos e desapareceu, enquanto Chelsea continuava a respirar pesadamente e a tremer por todos os lados.
- Oh Deus… - murmurou, antes de começar a correr de regresso ao sítio onde tinha deixado os amigos.
Correu com os pés dentro de água enquanto sentia o terror a absorvê-la por completo. O que quereria aquela Bruxa dizer com “ainda não”? O que estaria a planear? O que poderia Chelsea fazer para a impedir de pôr em uso qualquer plano que tenha planeado?
Quando os começou a avistar ao longe, na brincadeira dentro de água, sentiu um pequeno alívio, pelo menos ainda lá estavam todos. A rapariga dos caracóis ruivos foi à sua mala buscar o telemóvel, do qual telefonou para Will, que não atendeu.
- Raios, raios, raios – queixou-se ela, voltando-se para os amigos. Jensen notou que algo de errado se passava e por isso saiu de dentro do mar e correu um pouco até chegar ao pé dela.
- O que se passa? – Perguntou-lhe. Chelsea apenas o abraçou, e ele agarrou-a também.
- Temos problemas – proferiu a rapariga, quando o largou.
- Estás toda a tremer Chelsea… o que aconteceu? – Insistiu ele.
- Encontrei uma Bruxa – a face de Jensen tornou-se assombrosa, ele já sabia o que isso significava.
- Não estás pronta para lutar com eles – declarou, ao que Chelsea abanou a cabeça. Ela sabia que não estava.
Chelsea suspirou e olhou para o céu, vendo uma grande quantidade de nuvens a aproximarem-se da cidade a uma velocidade fora do normal.
- O que é aquilo? – Perguntou Jensen.
- Não sei. Temos que ir, temos que sair daqui, temos que os levar para casa ou… não sei, mas temos que fazer qualquer coisa. E temos que encontrar o Will, ele é o único que me pode ajudar…
- Está bem – Jensen voltou-se para o grupo, que tinha também saído da água e se estava agora a dirigir a eles – Pessoal, vamos embora.
- Já? Mas ainda é cedo – disse Helen.
- Explicamos depois – disse Chelsea, enquanto se vestia. “Se não morrermos”.
Eles agarraram nas coisas e começaram a andar sempre em silêncio. Nem Helen nem nenhum dos outros percebiam o que se passava, mas não ousaram perguntar. Tony reparou no céu, agora já coberto de nuvens negras. Algo estava errado. Chegaram a um cruzamento e Chelsea parou.
- O que foi? – Perguntou-lhe PJ.
- O Will… - murmurou ela, a olhar para Jensen – Tenho que ir à casa dele.
- Não vais sozinha – disse-lhe ele, num tom mais baixo.
- Tu tens que ir com eles. Deixa-os num sítio a salvo, por favor… eu vou e volto e…
- Eu vou contigo – meteu-se Richard – Não sei o que se passa, mas vocês parecem mesmo preocupados. Eu vou contigo.
A Chelsea não lhe agradava a ideia de pôr o irmão na linha do fogo, mas sabia tão bem quanto ele que Richard era de ideias fixas.
- Está bem – disse a rapariga dos caracóis ruivos – Jensen depois vai ter à minha casa, combinado? Garante-te que está tudo bem antes de os deixares…
- Combinado – Jensen deu-lhe um beijo ao de leve e depois Chelsea puxou Richard pela mão, fazendo com que o irmão começasse a correr ao seu lado.
- Vais-me explicar o que se está a passar?! – Perguntou-lhe ele.
- Mais tarde – prometeu.
Chelsea correu sempre a puxar Richard pela mão. Ela não se importou com os olhares menos discretos, e continuaram a correr apressados, enquanto o seu vestido branco, de atar ao pescoço, fazia companhia ao seu cabelo e ambos esvoaçavam ao sabor do vento causado pela velocidade. Chegaram ao prédio onde Will morava, Chelsea tocou à campainha e esperou.
- Se calhar não está em casa – opinou o irmão.
- Aconteceu alguma coisa… sei que sim… tenho um mau pressentimento – pensou Chelsea em voz alta, voltando a tocar várias vezes seguidas – Raios Will, onde estás?!
- Ei, acalma-te, não é o fim do mundo – disse Richard, pondo-lhe as mãos nos ombros numa tentativa falhada que relaxasse.
- É sim! – Gritou ela, arrependendo-se no momento a seguir ao ver a cara de espanto do irmão – Esquece… não posso explicar. Só… fica por perto.
Chelsea empurrou a porta com a mente e esta abriu-se, fazendo com que Richard desse um pulo e olhasse para ela alarmado. Ele já não estava a gostar nada do rumo que a tarde estava a levar.
Chelsea entrou para dentro do prédio mas ele ficou quieto, e ela voltou-se novamente para ele.
- Confia em mim – pediu, estendendo-lhe a mão.
Richard olhou desconfiado, mas aceitou e subiram os dois pelas escadas. Quando chegaram à porta do Will, esta estava toda escancarada e Chelsea sentiu um aperto no coração.
Bem, queria dizer uma coisinha. Como já sabem, esta história tem 4 partes, e esta já está a terminar (só falta este capítulo mais o próximo, são 22), e já que estamos na recta final por amor de deus, pelo menos no último capítulo, deixem-me um comentário a dizer o que acharam, o que esperam da próxima parte, etc etc, está bem? Mesmo que não tenham blog, é super importante.
Kiss
publicado por Dri às 2013-05-22 13:47:24
E vai começar a altura em que tentamos ter energia para estudar para os ultimos exames deste semestre!
http://runlikethewind.blogs.sapo.pt
publicado por Andrusca ღ às 2013-05-21 20:46:21
Capítulo 12
Quando Samantha e William retornaram ao salão onde o baile decorria, Irinoi estava sozinho no seu trono. A rainha e as princesas já se tinham recolhido, era tardíssimo, faltavam poucas horas para o nascer do sol e a música tinha agora acalmado. Os convidados que ainda restavam estavam de volta das mesas, nos petiscos e nas bebidas, e um ocasional bêbedo dançava sozinho ao som das vozes das conversas paralelas que soavam. Metade dos soldados já estavam caídos a um canto, perdidos de bêbedos, e dos poucos que restavam apenas Raj, o comandante, se mantinha sóbrio.
- Samantha, William, venham cá – gritou o rei, assim que os avistou, fazendo-lhes gestos com as mãos – Comandante Raj, você também.
Aproximaram-se os três e entreolharam-se. Samantha baixou o olhar, sentindo-se ligeiramente incomodada. E se ele a reconhecesse? E se reconhecesse os seus olhos?
- Sim, pai? – Perguntou William.
- Comandante Raj, não acho que já tenha tido a oportunidade de lhe apresentar a Samantha – disse Irinoi, sorridente –, de Walcaster.
- De Walcaster? – Surpreendeu-se o comandante, olhando para ela – Não me leve a mal, mas pensei que…
- Mas não – disse ela, forçando um sorriso – Houve uma sobrevivente.
- Bem, certamente o seu brilho e beleza tornam aquela Noite Negra muito menos escura – disse-lhe, soltando-lhe um sorriso genuíno, para depois lhe fazer uma vénia e lhe beijar a mão.
- Obrigado – agradeceu ela.
- Comandante, onde está aquele soldado que nunca tira o capacete? – A pergunta do rei fez com que Samantha ficasse mais rija – Aquele que tão incrivelmente nos salvou?
- Está nos aposentos, Vossa Majestade – disse a voz de Jonah, vinda de trás deles – Disse que não se sentia muito bem, esteve no baile apenas por momentos – Samantha respirou de alívio e ele virou-se para ela então – Não acredito que tenhamos sido ainda apresentados. Sou o Jonah, um simples soldado – disse, fazendo uma vénia.
- Samantha, é um prazer – alinhou ela, dobrando-se também – E não há nada de simples em se ser um soldado, Jonah, se não fosse por todos vós não teríamos um reino. Um rei sem um exército… é apenas um homem. Não concorda comigo, meu rei?
- Parece que cresceste para te tornares numa rapariga excecionalmente perspicaz – comentou ele, rindo-se – Sim, não poderia concordar mais. Diz-me, tens onde ficar…?
- Bem, eu…
- Então ficas aqui. Pelo tempo que precisares.
- Agradeço, mas na verdade não vou ficar por muito tempo. Depois daquela noite, fui acolhida por um mulher que me deu casa e comida… vim porque achei por bem avisar-vos finalmente de que estava viva. Mas não posso ficar.
- Bem, de certo que eu e os rapazes não nos importaríamos de a escoltar até à sua casa – ofereceu-se Raj, fazendo com que William engolisse em seco.
- Isso não será necessário comandante – meteu-se logo ele –, eu escolto-a eu mesmo. Mas não esta noite. Esta noite ela fica cá, e quando amanhã acordarmos tratamos disso. Que achas Sam?
- Parece-me um bom acordo. Mas agradeço a sua disponibilidade, comandante.
Nesse momento as portas do salão, já fechadas por se encontrarem já relativamente menos pessoas e já ninguém supostamente chegar àquela hora, abriram-se de repente e fizeram um estrondo ao baterem na parede. O rei era o único que estava de frente para ela, e os outros voltaram-se todos para averiguarem o que se passava. Estava um sujeito acompanhado por cinco guardas com armaduras personalizadas em cores de vermelho e preto no cimo das escadas. Irinoi levantou-se do trono, demonstrando uma postura territorial, e Raj levou a mão à espada que tinha no cinto. O impulso de Samantha foi exactamente o mesmo, porém naquele belíssimo vestido de baile não havia lugar para armas. Enquanto o via a descer degrau a degrau, Samantha sentiu-se incapaz, impotente. Via-o aproximar-se, com aquela barba escura e os olhos cheios de malícia, mas nada podia fazer para o travar. Odiou-o com todas as suas forças. Todo o ódio acumulado por dez anos estava agora a surgir. William, de um modo protector, colocou-se parcialmente à sua frente. Esta não tinha sido, de todo, a maneira como ela tinha idealizado vê-lo pela primeira vez após tantos anos.
- Deste um baile e não me convidaste – pronunciou o homem, quando chegou ao fim das escadas – Que rude.
- Não és bem-vindo nesta casa, Marx – apressou-se Irinoi a responder – Guardas!
Num momento os guardas que estavam de serviço puseram-se do seu lado, prontos a dar a vida pelo seu rei se tal fosse preciso, e Jonah desembainhou também a sua espada.
- Tem calma, não vim cá para isso – disse Marx, que avançou mais na direcção de todos e olhou directamente para Samantha – Os meus espiões disseram-me acerca de ti. A morte favoreceu-te, rapariga.
- Então talvez se devesse juntar a mim – disse ela, prontamente, com a voz segura mas os joelhos a tremer. Falar para ele, olhar para ele, e não o poder matar ali queimava cada fibra do seu ser.
- Cuidado com as tuas palavras, estás a falar com um rei – ralhou ele, fazendo William engolir em seco.
- Não há um rei. Há o rei. E o único que há está atrás de mim – respondeu ela, para surpresa de todos – Você é apenas um lorde rude e ganancioso, com castelos roubados.
Marx soltou um sorrisinho cínico e empurrou William, chegando-se o suficiente ao ouvido da rapariga que permaneceu impávida.
- Não sei como sobreviveste, e não sei como chegaste aqui, mas há uma coisa que sei: esse rei que dizes existir, não vai estar vivo por muito mais tempo, e nem tu. Quando te metes com uma cobra, tens que estar atenta ao veneno – sussurrou-lhe, ao ouvido.
Começou então a afastar-se, mas ao subir o terceiro degrau voltou-se novamente para eles ao ouvir de novo a voz da rapariga:
- Tanto veneno é tóxico, sabe? Talvez se envenene a si próprio – disse ela – Se não tiver cuidado, pode ser que morra do seu próprio veneno.
- Estás-me a ameaçar, rapariga? – Perguntou ele, a cuspir as palavras – Talvez devesses controlar as tuas raparigas, Irinoi, quem sabe o que eu poderia fazer desta vez.
Samantha ia dizer algo mais, mas William voltou-se a colocar à frente dela.
- O meu pai já disse não era bem-vindo aqui, lorde Marx. Por favor, saia – disse, com uma voz dura.
Marx assentiu com a cabeça.
- Vemo-nos em breve.
Ele saiu do salão e um dos guardas seguiu-o, retornando apenas quando ele saiu definitivamente das muralhas do palácio. Só então Irinoi se voltou a sentar no trono, com um ar perturbado, e Raj guardou a espada tal como Jonah. William olhou para Samantha com um ar preocupado e, ao ver o seu ar abatido, abraçou-a. Em vez de discutir, ela agradeceu-lhe mentalmente por o ter feito, já não sabia quanto mais tempo se ia aguentar em pé depois de tudo aquilo.
- Ficas aqui, não há mais discussão – disse Irinoi, com o tom severo que apenas utilizava quando grandes problemas estavam para chegar.
- Não vou discutir – acabou por dizer, quando se despegou de William – Agradeço.
- Agora que o Marx descobriu que estás viva, ficas em melhor segurança no palácio – pensou o rei, em voz alta.
- Concordo – disse ela – William, se não te importares, gostava que me guiasses ao meu quarto agora.
- Claro. Pai, falamos melhor amanhã?
O rei assentiu com a cabeça, Samantha fez-lhe uma vénia, despediu-se com um sorriso dos outros, e saiu com William ao seu lado. Juntos subiram as escadas e caminharam pelos corredores, sempre em silêncio. Ele levou-a até um quarto num andar acima daquele destinado a “Samuel”, um quarto muito maior, muito mais luxuoso, digno de alguém da realeza. Só após fecharem a porta, e de a rapariga dar voltas e voltas ao quarto, é que William arranjou a coragem de falar.
- Sam, ouve, o que aconteceu…
- Algo não está bem – interrompeu ela, de rompante.
- Sim, é claro. O Marx encontrou-te, não deves estar nada bem – disse ele, sem compreender.
- Não… quer dizer, sim, não estou bem mas… Como é que ele sabia que eu cá estava? Ele disse que os espiões lhe tinham contado… e isso significa que alguém neste palácio sabia que eu cá estava – continuou ela a pensar em voz alta, intrigando-o – Não percebes? Há um espião no palácio. Talvez me tenha visto a falar contigo há semanas e tenha sabido que eu estava viva… se calhar investigou-me e descobriu que sou o Samuel ou… mas então porque não me entregaria?
- Sam…
- Não, faz sentido. E ele falou de cobras. E foi essa a ordem que tentou matar o teu pai, não foi? As Cobras. Ele está por trás daquilo. Talvez me estivesse a testar, para ver se conseguia proteger o rei, talvez…
- Ei, Samantha! – Disse ele, num tom mais elevado, pousando-lhe as mãos nos ombros – Respira fundo. Eu sei que isto foi um choque, vê-lo após todos estes anos, não consigo imaginar como te fez sentir… mas se o que estás a pensar for verdade, então tens que ter cuidado.
- E tenho que descobrir quem é o espião. O teu pai nunca estará a salvo com ele aqui.
- Não querias ficar cá, nem querias aparecer no baile… porque é que aceitaste o convite do meu pai para permaneceres no palácio, Samantha? – Perguntou ele, já convencido de que sabia a resposta.
- O teu pai pensa que me está a proteger, mas a verdade é que eu o vou estar a proteger a ele.
Vêem? Eu disse que ia ficar mais interessante a partir daqui.
Vamos lá ver como é que a Sam se sai nesta busca ao espião.
Comentem, sim?
E leiam a DDO
http://andrusca95.blogs.sapo.pt
publicado por Andrusca ღ às 2013-05-21 20:15:06
Vi esta semana o filme Warm Bodies. Já sabia o que esperar, mas mesmo assim... acho que quem escreveu aquela história não estava bem.
Até é engraçado, mas nada, repito: nada, faz sentido.
Passa-se um bom tempo, mas não é filme que vá voltar a ver.

Agora quero ver o Tristão&Isolda, porque adoro esse tipo de filme de época, mas como já sei o final e me desanimou, só o devo ver daqui a muito muito tempo.
Beauty // EAU EFFICACE Dé(...)
publicado por S. às 2013-05-21 19:02:02

publicado por Cate J. às 2013-05-21 18:41:23
publicado por LostDreams às 2013-05-21 18:00:47
Passem os anos que passar(...)
publicado por Nessa às 2013-05-20 23:50:55
Todos os anos (de uns tempos para cá, semestres), eu decido que vou fazer os trabalhos com meses de antecedência, ter o dossier sempre organizada, as aulas em dia, todas essas coisas que os estudantes exemplares fazem.
Acontece que todos os anos/semestres a realidade é outra... O dossier está organizado e as aulas em dia mas os trabalhos estão todos para fazer...
Convido-vos a visualizarem o meu panorama:
- Trabalho para apresentar na quarta... Ainda estou na escolha do artigo;
- Reunião na quarta... ainda em processo mental "tenho que começar a pensar nisso" (até chegar à fase efectiva de pensar vai uma grande distância!);
- Faltam 5 semanas para as aulas acabarem e com isso 22249887 (numero aleatório) mil de matéria para estudar... Processo actual: 0 de matéria estudada;
- Trabalhos de outras cadeiras em curso... 0 (sem data de começo).
É isso... Amanhã entro em desespero... Hoje ainda vou dormir descansadinha!
publicado por I.S ♥ às 2013-05-20 21:10:16
És uma merda, sai daqui para fora. dei-te tudo o que pude e continuas-te a desperdiçar, andei a cuidar de ti quando nem de mim cuido; já nem te suporto, ouves tantas coisas sobre mim e preferes acreditar em boatos, mas relembro-te que boatos? só são aceites por IDIOTAS, por isso, considera-te um idiota :))
Achas mesmo que é em trocares de namorada de mes a mes que te vai fazer sentir feliz? seres alguém? não! só te vai fazer de ti um player e um brinquedo na mão de quem gira. Preferis-te trocar uma rapariga que SEMPRE fez tudo por ti por outra que nem 1% por ti lutou e cagou-se para ti? mesmo tu estando mal e ela nem quis saber? lol? juro, juro que falta de chapadas não te faltam nessa cara depois do que vim a saber do passado. sei que nao posso fazer nada quanto a isso pq como eu disse: é "passado" mas e daí? teres namorada e estares a convidar uma grande amiga minha para ir a tua casa? wtf? ÉS NOJENTO, uma merda de pessoa que não vale um cu, porque sinceramente? o que sinto hoje de ti é simplesmente: NOJO !
Faz o que quiseres e bem entenderes pq o que tu fazes ou deixas de fazer nao me interessa minimamente, nem que me troques, porque eu nao quero estar com alguém que não quer estar comigo! Podes ter todas as que quiseres mas nenhuma puta te vai dar o que eu dei, muito menos essa pita com quem estás irás ter alguma coisa migo! já sofri, já recuperei, já aprendi a ser forte e nao quero voltar a sofrer por coisas nascidas pegadas á merda (; fica só a dica o resto é PASSADO 29#
Música para os meus ouvid(...)
publicado por mysuperworld às 2013-05-20 19:40:03
http://runlikethewind.blogs.sapo.pt
publicado por Andrusca ღ às 2013-05-20 19:29:51
Capítulo 20
Último Dia de Escola * Parte 2
- Como é que é possível ainda não estares pronta?! – Reclamou Richard, encostado à ombreira da porta que dava para a casa de banho do quarto de Chelsea, enquanto esta estava em frente ao espelho a aplicar um pouco de rímel.
- Ai Richard, que chato, ainda é cedo – disse ela – Além disso, quero estar bonita.
- Para alguém especial? – Chelsea olhou para Richard e deu com ele a observá-la com cuidado. Ela sabia que aquela pergunta não tinha vido do nada, sabia que mais cedo ou mais tarde Richard ia querer falar sobre o que aconteceu com Jensen. A rapariga suspirou e guardou o rímel. Passou pelo irmão e pegou nos brincos que tinha em cima da mesa-de-cabeceira, pondo-os de seguida, e depois sentou-se na cama e fez sinal ao irmão para que se sentasse também.
- Seria muito mau se te dissesse que não consigo explicar? – Perguntou ela, a olhá-lo directamente – Eu sei que queres saber o que se passa entre mim e o Jensen, mas eu não te posso explicar porque nem eu sei. Não sei o que somos, e por isso é que estávamos a manter tudo em segredo.
- Mas gostas dele? – Perguntou Richard – E ele gosta de ti?
- Sim, quer dizer, acho que sim… Rich, adorava poder responder a tudo, mas não posso. Dá-me tempo, quando descobrirmos o que se passa asseguro-me de que também saibas, está bem?
- Eu não te quero ver magoada – afirmou o rapaz, com a voz segura.
- Eu sei o que faço – Chelsea pareceu ter todas as certezas, mas na verdade tinha um mau pressentimento sobre toda aquela história. Mas a vontade de estar com Jensen era maior e por isso ignorava o que o seu interior lhe estava a tentar dizer – Agora vamos lá, estamos atrasados.
Richard riu-se e abanou a cabeça.
- E de quem é a culpa? – Perguntou. Chelsea revirou os olhos e puxou-o para fora do quarto.
Foram os dois a pé até ao bar, e já ao início da rua viram o grupo que os esperava à porta. Já lá estavam todos. Entraram para o Drink&Tell e Chelsea viu que o espaço estava diferente. Tinha uma grande faixa preta reluzente, com letras douradas, a dizer “Sobrevivemos a Mais Um” e havia um palco grande ao lado do DJ, onde estava uma banda – que Chelsea não conhecia –, a tocar. Pareciam bons. A rapariga dos caracóis ruivos viu PJ ao pé de Jensen, estavam os dois a dar umas indicações ao vocalista, que tinha feito um pequeno intervalo deixando os outros membros da banda apenas a tocar. Quando acabaram, viram os amigos e foram ter com eles. PJ sorriu a todos e deu um beijo na bochecha de Chelsea e ela sorriu-lhe, dirigindo depois o olhar a Jensen.
- Olá caracolinhos – disse ele. Não parecia feliz, e Chelsea não percebeu o porquê.
- Oi – disse ela.
- Queres vir dançar? – Perguntou PJ, não lhe dando tempo para responder – Eu acho que queres.
O amigo puxou-a para a pista de dança e agarrou-lhe nas mãos, fazendo com que se começassem a mexer ao som da música. Chelsea ora ria ora dançava descoordenadamente por PJ a estar sempre a puxar para lados contrários na brincadeira. O resto do grupo juntou-se a eles, e durante vários minutos estiveram todos animados menos Jensen.
- Vou parar por um bocadinho – disse Chelsea, começando a desviar-se.
Passou ao lado de Jensen e ambos trocaram um olhar que apenas foi captado por Richard. Chelsea dirigiu-se ao bar e pediu uma bebida.
- Posso-te pagar um copo? – Ouviu, do seu lado direito. Dirigiu para lá o olhar e viu um rapaz mais ou menos da altura dela, com um aspecto bastante atraente e um sorriso de cair para o lado.
- Eu já pedi, mas obrigada na mesma – dispensou ela.
O rapaz riu-se.
- Vá lá…
- Meu, pira-te – ouviram, por trás deles. Viraram-se os dois ao mesmo tempo e viram Jensen, de frente para o rapaz – Vá lá, não tenho a noite toda, deixa-a em paz.
- Então e dançar? Não queres dançar? – Perguntou o rapaz, ignorando completamente Jensen, o que o deixou a ferver.
- Não, obrigado – disse Chelsea.
- Mas tu és surdo? – Reclamou Jensen, chegando-se mais para ao pé de Chelsea – Ainda não percebeste que ela não está sozinha? Desanda, vá.
O rapaz deitou-lhe um olhar chateado e foi-se embora, enquanto Chelsea assistia à cena embasbacada. O empregado deu-lhe a sua bebida e ela agradeceu, voltando-se depois para Jensen.
- Isso foi uma cena de ciúmes? – Perguntou-lhe, com um ar admirado.
O rapaz revirou os olhos e suspirou, e tal reacção fez com que ela risse.
- Vem comigo – Jensen puxou-a pelo braço e só lhe deu tempo para voltar a pousar o copo no balcão antes de ter de o seguir.
Passaram o corredor fininho que ia dar às casas de banho e saíram pela porta de emergência, que dava ao beco sem saída. Chelsea sorriu involuntariamente, tinha sido naquele lugar onde tinha visto o rapaz mascarado pela primeira vez, ainda antes de saber de quem se tratava.
Chelsea ia-lhe perguntar o que estavam ali a fazer, mas antes que tivesse tempo foi atacada pelo beijo do rapaz, que a encostou à parede.
- Estive morto para fazer isto a noite toda – disse ele, desencostando os lábios dos dela por poucos segundos. A ruiva sorriu-lhe.
- Boa maneira de pedires desculpa pela cena com o rapaz – disse ela.
- Desculpa? A culpa foi dele, não tem nada que se meter com a namorada dos outros – a frase saiu-lhe tão depressa que por pouco que passava despercebida. Mas não passou.
- Namorada? É isso o que te sou? – Perguntou Chelsea, sentindo-se a corar levemente. Os olhos do rapaz elevaram-se aos dela e pôde vê-los brilhar.
- Acho… acho que sim – murmurou ele, baixinho. Chelsea sorriu e após sentir o seu coração disparar à velocidade máxima beijou-o também.
- Então também acho – disse ela, ao ouvido do rapaz, depois de se abraçar a ele.
- Devíamos voltar lá para dentro – suspirou Jensen – Vão notar a nossa falta.
- Sim… vamos lá – Chelsea puxou-o pela mão e entraram, mas ainda no corredor notou a falta da música e parou instintivamente. Não se ouvia barulho nenhum, estava tudo demasiado calado, tudo demasiado quieto. Jensen também notou e olharam os dois desconfiados um para o outro. Andaram devagar e sem fazer barulho até chegarem à porta e abriram-na devagar, só o suficiente para espreitarem. As pessoas estavam todas quietas, e olhavam para o palco, onde estava agora um homem com umas roupas velhas e magro, todo curvado. Tinha uma barba maior do que Chelsea se lembrava, e tinha a pala preta a tapar-lhe o olho. Chelsea já sabia de quem se tratava, mas a cicatriz na bochecha deu-lhe o resto das certezas.
- Será um espectáculo? – Perguntou Jensen – Mas eu ajudei a organizar, não sei de nada…
- Não é um espectáculo – garantiu a rapariga, apertando o pingente – Eu conheço-o. Gorman. É um demónio.
- O que estará aqui a fazer?
- Não sei, mas não vou esperar para descobrir.
Chelsea respirou fundo, concentrou-se e no segundo a seguir todo o seu corpo já tinha sido percorrido pela magia da Defensora e se encontrava agora com os seus trajes de batalha. Quando olhou para Jensen, viu-o também já pronto, com o seu fato e a capa, sem esquecer a máscara. Chelsea abriu a porta com força, e esta, ao bater na parede fez um pequeno estrondo que fez com que se virassem todos para lá.
- Tu… - murmurou Gorman.
- Como é que te atreves a aparecer outra vez? – Perguntou Chelsea, dando meia dúzia de passos para dentro da sala – Já fugiste duas vezes, para quê apareceres agora para estragares a festa aos estudantes?
- A Defensora do Oculto… - Murmuravam algumas vozes entre a multidão.
- É mesmo ela – diziam outras.
Chelsea seguiu até ao palco e subiu as escadas que lhe davam acesso, sempre com Jensen atrás, para ficar mais perto de Gorman.
- O que queres daqui? – Perguntou o rapaz mascarado.
- O fim está perto… vim oferecer salvação – disse Gorman, rindo-se.
- Não, vieste recrutar pessoas – afirmou a Guerreira Defensora.
- Não vai tudo dar ao mesmo? – Perguntou o demónio – Mas já que estás aqui… - Gorman esticou o braço e da sua mão saiu um raio directo a Chelsea, mas ela saltou e ele embateu na parede antes de ela voltar a aterrar.
- Vamos mesmo começar isto de novo? – Perguntou ela, com uma voz enfadada.
O demónio sorriu-lhe e investiu num soco, mas foi travado por Jensen que além de lhe bloquear o ataque, ainda começou a lutar com ele. Chelsea aproveitou a distracção do oponente e fez-lhe uma rasteira, fazendo-o cair no meio do palco. “O pior pesadelo de qualquer actor… ai Chelsea, concentra-te”, pensou ela. Ele ia-se levantar mas Jensen agarrou nas mãos de Chelsea e rodou com ela, permitindo-lhe dar um pontapé em Gorman, mais forte do que daria sem o impulso, fazendo-o ficar quase sem sentidos no chão. A rapariga do cabelo ruivo aproximou-se para o ir agarrar mas não reparou que na sua mão se formava mais um raio. Jensen reparou, e correu até ela, dando-lhe um encontrão e levando ele com o raio. Por momentos Chelsea ficou paralisada ao vê-lo voar até à outra ponta do palco, mas depois voltou a concentrar-se em Gorman, que já estava de pé. Com um gesto mandou-o para fora do palco e depois saltou ela para o chão, dando-lhe um pontapé com ele ainda no chão. Ele fez-lhe uma rasteira e ela caiu à sua frente, e ele pôs-se por cima a tentar esganá-la. Mas Chelsea arranhou-o e empurrou-o, e às tantas conseguiu afastá-lo e levantaram-se os dois.
- Aquele tipo que mandaste ao chão, é o meu namorado – afirmou ela, de maneira a que apenas ele ouvisse – Por isso fizeste um grande erro.
Gorman mandou-lhe mais um raio mas ela, com a mente, mudou o rumo e este embateu nele próprio, com o terço da força com que tinha sido primeiramente mandado, fazendo-o desaparecer instantaneamente. A rapariga levou a mão ao pescoço, que lhe doía por causa da força com que tinha sido agarrado, e depois sentiu uma mão no seu ombro. Olhou e viu o rapaz mascarado, que lhe sorria. No meio do silêncio começou a ouvir-se um aplauso, que ao princípio era pequeno e quase inaudível, e depois começou a aumentar de proporções.
- Hora de ir – murmurou Chelsea, sorrindo. Os adolescentes preparavam-se para os atingir com mil e uma perguntas quando os heróis abriram caminho entre a multidão e saíram com pressa pela porta da frente.
Correram os dois até às traseiras e saltaram o muro e, para o espanto dos dois, no beco encontrava-se Cassie, de braços cruzados, como se estivesse à espera eternamente.
- Apanhados – disse ela, rindo-se.
Chelsea revirou os olhos e deixou que a luz arroxeada lhe devolvesse a roupa normal e os seus caracóis, enquanto Jensen fez o mesmo.
- Lindo espectáculo – elogiou a rapariga dos piercings, fazendo Chelsea rir.
- Anda lá, vamos lá para dentro – disse Jensen, rindo também.
Então, que tal?
publicado por - cp às 2013-05-20 16:00:12

Provavelmente já muitos nem podem ouvir falar no assunto (provavelmete é porque não são portistas, na maioria!) mas, sendo uma adepta mesmo adepta do Futebol Clube do Porto, eu não poderia deixar de falar neste assunto, não é?
Então, ontem foi um dia... diferente. Um domingo excelente. Fui para o Porto, esperando que o jogo desse nos Aliados e, entretanto, disseram que daria no Dragão. Lá fomos para o Dragão onde, minutos antes do jogo, soubemos que a SPORT TV não permitia a passagem do jogo. Então, a cinco minutos, para onde iriamos nós? Dolce Vita! Aquele shopping nunca esteve tão cheio na vida, aposto! O ambiente que ali se criou foi excelente, todos os que ali estavam eram portistas, todos a ver o jogo, todos a cantar, todos a apoiar o nosso lindo clube. Digo-vos, mais uma vez, que foi um dia impecável.
Para além dos canticos de apoio, gritamos golo todos em conjunto. Até quando era o golo do Moreirense! Ficamos felizes com isso, obviamente.
Aprendi uma nova música que está na moda, vou passar a citá-la ''OLHA A CABEÇA, OLHA A CABEÇA, OLHA A CABEÇA DO LAMPIÃO, CONTINUA A ACHAR, CONTINUA A ACHAR" - pronto, achei piada e agora não me sai da cabeça!
Depois, saimos todos do shopping e fomos para a rua. Gritamos, rimos, cantamos, saltamos. Esperamos pela nossa equipa, pelos nossos campeões. Algo engraçado foi que, no ecrã gigante, passavam imagens de apoio ao Porto, e lá aparecia sempre o golo do Kelvin frente ao Benfica. Havia sempre alguém a gritar golo, o que era hilariante.
Passaram carros, carrinhas, motas. Tudo com bandeiras e cachecois. Foi tão lindo!
E quando a equipa chegou? Foi, provavelmente, a coisa mais bonita que vi nestes últimos tempos. O apoio dos adeptos e a alegria dos jogadores era notória. E a taça é linda! E nossa, finalmente. Mais uma vez!
Não consegui não falar disto, portanto, peço desculpa se leram sem querer - not, se leram foi porque quiseram, não obriguei o:
SEMPRE ACREDITEI EM TRI, CARAGOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
publicado por happii às 2013-05-20 15:04:10
Tenho mais quatro novos gatinhos, vou dar três, e ficar com o pardo, o Romeu ;)
Fiz Cucpakes de Amendoim com cobertura, tenho que fazer mais vezes.
publicado por LostDreams às 2013-05-19 21:55:45
publicado por Nessa às 2013-05-19 20:58:30
Hoje a minha mãe disse que queria coser o botão que faltava na minha gabardine para pô-la a limpar esta semana. Eu disse-lhe que tudo bem e que o botão que faltava, estava guardado no meu quarto em x gaveta.
Qual não foi o meu espanto quando a minha mãe chega à sala e me diz "não esta botão nenhum na gaveta".
Eu achei estranho e fui revirar a gaveta toda e não encontrei o raio do botão! Já vi as gavetas todas do meu quarto, do hall de entrada e da sala e não encontro o botão!!! Mas eu juro que o vi há pouco tempo cá em casa!
O mais engraçado é que encontro os botões todos (até de calças de ganga que já nem existem!), mas os botões da gabardine e da bata do hospital não aparecem em lado nenhum!!!
Será que evaporaram?! Isto realmente ultrapassa-me!
publicado por mysuperworld às 2013-05-19 16:16:08

«Durante toda a tua vida lembraram-te das coisas que NÃO ias conseguir fazer. Disseram-te que NÃO eras bom o suficiente, forte o suficiente, talentoso o suficiente. Explicaram-te que NÃO tinhas o peso certo. Ou a altura. Disseram-te NÃO tantas vezes que o seu significado tornou-se obsoleto. Habitua-te. Durante toda a tua vida as pessoas irão dizer-te que NÃO. E tu vais dizer-lhes que SIM.»
- Nike
publicado por Dri às 2013-05-19 16:00:48
publicado por AnaFearless às 2013-05-19 14:50:18
Olá a todas/os! Obrigado pelos comentários, fico realmente feliz que estejam a gostar. Posso adiantar, em relação ao próximo capítulo, que vai ser muito melhor que este (este está super secante, não desenvolve nada, asério -.-), vai haver muita, muita emoção e não podem perder!
um beijinho,
Annie ♥
Capítulo 26 - "Prefiro o seu dinheiro."
No hospital, Zac e Andie estão a comer uma sandes e a beber um sumo quando de repente passa por eles um médico:
Andie: Desculpe, pode-me dizer se já sabe alguma coisa sobre a situação do Robert Pattinson ? Nós somos amigos dele, ele teve um acidente...

Médico: De momento não pudemos adiantar nada, o seu estado é muito critico... (continua a andar)
Zac: Então, já sabem alguma coisa ?
Andie (desanimada): Ainda não, só disse que o seu estado era muito critico, mais nada.
Zac: Esta situação está a deixar-me cada vez mais preocupado! Ele é uma espécie de irmão, eu não quero perde-lo.
Andie: Tu não vais perde-lo, vem cá...

Zac: Nós não vamos perde-lo.
Andie: Se quiseres podes ir para casa descansar que eu fico aqui...
Zac: Népia, achas mesmo ? Primeiro o Rob é um dos meus melhores amigos e em segundo, nunca te deixaria aqui no hospital sozinha...
Andie: Pois, eu percebo-te.
Zac: Ele estava tão entusiasmado com a história do caderno...
Andie: Do caderno ? O.O

Zac: Sim, do teu caderno!
Enquanto isso, Kelly estava com Kate:
Kelly: Não achas melhor irmos para o hospital ?
Kate: Para quê ? O homem está ali deitado na cama...

Kelly: Mas pode acordar a qualquer momento e se eu o quero conquistar, tenho de estar lá!
Kate: Pois, tens razão.
Kelly: Então, vens comigo ?
Kate: Kelly, quando ele acordar todo o mundo vai saber, não é preciso estares assim.
Kelly: Vá lá Kate, faz isso por mim.

Kate: A tua irmã está em vantagem, tens de tirá-la de lá!
Kelly: Mas como ?
Kate: Não sei, mas se queremos os Rob temos de pôr a Andie fora do caminho...
Kelly: Queremos ? Tu gostas dele ?
Kate: Prefiro o seu dinheiro....

Kelly: Porque é que não gostas da minha irmã ?
Kate: Não é não gostar, ela até é bonita, mas chega á escola e de um dia para o outro já é super popular. Ela conseguiu em uma semana o que eu não consegui em 2 anos.
Mais tarde, Claire liga a Andie.
> Inicio de chamada <
Andie: Estou ?
Claire: Oláááá.
Andie: Hey, honey!
Claire: Já há novidades?
Andie: Ainda não. Falei com o médico de manhã e nada...

Claire: Ouve querida, não era melhor vires a casa descansar e trocar de roupa ?
Andie: O melhor é que estar aqui !
Claire: Já vi que és teimosas e...
Andie (interrompe-a): Claire, o médico vem aí, já te ligo.
Claire: Ah ok, até já!
> Fim de chamada <
- Qual será a informação do médico ? Será que Robert morreu ?
- Como Kate vai tirar Andie do caminho ?
- Será que Robert se apaixonou pela rapariga do caderno ?
Não percas o próximo capítulo !
http://runlikethewind.blogs.sapo.pt
publicado por Andrusca ღ às 2013-05-19 12:32:26
Isto tem sido fraco em acção, mas isso muda a partir do próximo capítulo, prometo (:
Comentem sff (:
Capítulo 11
- Então foi para aqui que fugiste! – Exclamou William, ao rir-se.
Samantha estava sentada no banco de pedra em frente à fonte no centro do labirinto, no jardim do palácio. A noite já ia avançada, mas nem por isso o ambiente festivo acalmava. Ela, porém, já estava a precisar de alguma paz para meter as ideias em ordem. Já não estava habituada a ter tanta gente em seu redor, a fazer-lhe perguntas, a querer saber mais, a lamentar-se pelo que ocorreu há dez anos.
- Precisava de uma pausa – justificou – E este sítio pareceu-me bom para me abstrair de tudo.
Ele assentiu.
- Vês? Não foi assim tão mau – disse, referindo-se a ela ter ido ao baile.
- Foi mais difícil do que desarmar quinze homens. A maneira como as pessoas me olharam quando o rei me abraçou, os olhares que me mandaram enquanto dançávamos… conseguia sentir o ódio naquela sala.
William olhou para ela incrédulo e não conseguiu evitar soltar uma gargalhada.
- Não era ódio. Inveja. Porque todas querem a aprovação do meu pai… e todas querem dançar comigo – disse, com um tom presunçoso, fazendo-a rir.
- Não achei que conseguisse voltar a soltar uma gargalhada como esta. Senti saudades de rir – confidenciou.
- Lamento.
- Pelo quê?
- Por ter desistido da busca.
Samantha desviou o olhar para a fonte e a sua respiração tornou-se mais pesada.
- Éramos miúdos, o que é que querias ter feito? As tuas mãos estavam atadas.
- Mesmo assim, sonhei com o dia em que te encontrava de novo tantas vezes… - ele colocou-se de joelhos à frente dela, obrigando-a a olhar para si e agarrando-lhe nas mãos – Pensei que ia ser por acaso, que ia a passar perto de um rio e ouvia o riso e ia-me aproximar e via os teus belos cachos loiros a abanar ao sabor do vento. Tu sorrias-me e perguntavas-me se me lembrava de ti. E eu dizia que nunca me poderia esquecer. E era assim, no bosque, porque sempre foste um espírito livre.
- E em vez disso encontraste uma rapariga vestida de homem.
Ambos se riram, e William passou do chão para cima do banco, onde se sentou ao lado dela. Sem ter noção dos seus movimentos, deu uma festa suave na bochecha da rapariga e começou a aproximar o rosto do dela lentamente.
- Não. Encontrei exactamente o que estava à procura – proferiu, antes de juntar os lábios dos dois por breves momentos, até ela se desviar – Desculpa.
- Não… não tens que pedir desculpa – ela sorriu, algo atrapalhada – É só que…
- Vais voltar de novo para a batalha, não vais?
- Vou.
- Vou-te voltar a ver?
- Claro. Vou voltar. E talvez quando tudo terminar…
- Quando tudo terminar ficas para sempre?
- As coisas vão ficar normais de novo. Vou ter a minha casa, o meu povo… apenas aí vou poder voltar a ser a Samantha Kendric de Walcaster.
- Estás errada. Percebi agora que… nunca deixaste de ser ela. Ela está presente em todos os movimentos do Samuel. E ainda bem, porque… acho que a amo – William tomou coragem e disse finalmente aquilo que há muito não se deixava admitir nem a si mesmo – Acho que sempre amei. Ela costumava dar comigo em doido quando éramos miúdos… Eu amo-te.
- Will… não sei o que dizer… - murmurou Samantha, atrapalhada. O que é que havia de dizer? Que ele lhe era tudo menos indiferente? Que também queria ficar com ele? De que lhe serviria isso, além de para sofrer, se ia voltar para os combates numa questão de dias?
- Então não digas nada, só que… só que vais sobreviver a uma outra batalha, e voltar para mim – implorou William, ao que ela prontamente assentiu com a cabeça – Então vamos voltar lá para dentro, já devem ter dado pela nossa falta.
O que nenhum deles tinha notado é que a vigiá-los, escondido pela curva do labirinto, estava outra pessoa. Jonah, ao presenciar toda aquela cena, não pôde deixar de se sentir traído. Toda a sua vida tinha apoiado aquela rapariga, tinha cuidado de si como se fosse sua irmã, e ela preferia o príncipe. “Preferem sempre os príncipes, os castelos, títulos e dinheiro e poder”, pensou, visivelmente enervado. Talvez se tivesse nascido num berço de ouro, com todos os poderes e riquezas associados a ele, tivesse mais sorte na vida. Não seria apenas mais um soldado, uma vida entre milhares que pode ser sacrificada a qualquer momento. Seria um senhor, um lorde, alguém influente. Talvez então alguma rapariga se interessasse por si. “Mas eu vou conseguir chegar a isso”, prometeu-se. A oportunidade para tal já tinha, mesmo que significasse pôr em causa tudo em que acreditava, e agora já não se podia sentir culpado por, há dias, a ter aceitado.
I really care about you..(...)
publicado por - cp às 2013-05-18 21:01:26
Capítulo onze
“É igual a ti, Jane”
Aqui está o capítulo onze. Obrigada por lerem! ;)
publicado por LostDreams às 2013-05-18 19:39:53
Sabes quais são os dias mais felizes da minha vida? perguntou-lhe ela um dia. Não. respondeu simplesmente aquela voz. Aqueles em que estou contigo... e se estiver todos os dias contigo então sou sempre feliz. respondeu ela.
Andava a ver alguns posts que tinha feito no ano passado e encontrei este que escrevi em Agosto, adoro-o o: e pronto, decidi postá-lo de novo
publicado por Cate J. às 2013-05-18 19:06:00
14ºCapítulo
O gabinete

Grace foi sentar-se, olhando para Quint e suspirou – ele não vai desistir – não era uma pergunta, era uma afirmação, ela conhecia suficientemente bem Rafael para saber que ele não ia desistir de uma boa caça, mesmo que ela fosse perigosa. Quint abanou a cabeça, deitando-se de novo na cama, agarrado às almofadas.
-Quando ele vir que está a pôr todos em perigo, pode ser que parece – Grace fez uma careta e abanou a cabeça.
-Duvido Quint – suspirou passando as pontas dos dedos pelo cabelo loiro do rapaz. Grace estremeceu quando a porta foi aberta, sem que alguém batesse à porta e viu Rafael entrar.
-Depois fala dos outros – resmungou o irmão, mandando-lhe uma almofada à cara. Rafael fez o seu habitual sorriso divertido, mandando-a de volta.
-Ainda bem que já estás bem – disse para Grace, ela assentiu com a cabeça levantando-se. – E não, não vou desistir mesmo.
-Ainda por cima anda a ouvir as conversas atrás da porta – resmungou de novo Quint, enfiando a cabeça na almofada.
-Caso não saibas, eu ouço melhor do que qualquer pessoa nesta casa – disse aproximando-se da janela, onde até à pouco a rapariga tinha estado – a Kate foi tirar os corpos mais a Marge, não me deixaram ir. – encolheu os ombros e encostou a mão à bochecha com um ar aborrecido.
-O que é compreensível – disse Grace levantando-se de novo vendo Rafael encolher os ombros. – Vieste aqui fazer alguma coisa? – perguntou curiosa, porque sabia que ele não ia entrar no seu quarto assim sem mais nem menos e não fosse alguma coisa.
-Eu vinha aqui pedir à Grace para me apoiar na busca, preciso de pessoas, mas já percebi que não queres – Rafael manteve-se estático a olhar pela janela e Grace mordiscou o lábio.
-Está bem – disse ela, fazendo com que todos a olhassem – mas, só até a matares, quando a matares acaba tudo.
-Ou quando tu a matares – corrigiu Rafael com um sorriso maroto, sob o olhar incrédulo do irmão.
-Vocês são loucos – abanou a cabeça levantando-se e vestiu a sua t-shirt e ele, ao reparar nesse pequeno pormenor olhou os dois.
-Vocês fizeram sexo? – perguntou, sendo muito directo. Grace arregalou os olhos, não porque ser algo de outro mundo, mas por não estar à espera.
-Não, está descansado – Quint revirou os olhos e saiu do quarto. A rapariga cruzou os braços ao peito, mordendo nervosamente o seu lábio inferior enquanto olhava para Rafael. Ele continuava a olhar para Grace, estava à espera da sua resposta.
-Claro que não – disse quando se apercebeu que Rafael não se ia mexer enquanto ela não falasse, ele encolheu os ombros.
-Também não tenho nada à ver com isso – disse num tom descontraído que a fez assentir.
-Quando é que começamos? – perguntou decidida a mudar de conversa. Rafael endireitou-se começando a andar até à porta.
-Veste-te e começamos depois – disse saindo. Grace abriu a boca para lhe perguntar se ele era maluco, mas nem teve tempo. Com um gritinho frustrado foi até ao seu armário abrindo a porta e ficando a olhar para as roupas que lá tinha. Estava alguma coisa errada, não devia haver assim tanta roupa…
- Oh meu deus – saltitou com um sorriso de orelha a orelha, agarrando no seu fato de caçador. – Eu vou ficar tão sexy aqui dentro – fez o seu típico sorriso maroto e rapidamente se vestiu. Pegou no seu arco e nas flexas, escondendo algumas na sua roupa. Estava fascinada, aquela fato era um mistério, ninguém saberia o que é que ela tinha para ali, estava tudo muito bem escondido e camuflado. Ao descer as escadas reparou que estavam todos na sala, bem, todos salvo seja. Estava Susie, Kate, Marge, Rafael e Quint, não eram todos. Os dois últimos arregalaram os olhos ao mesmo todo, Marge e Kate sorriram orgulhosas enquanto Susie só revirou os olhos, tentando atenuar o seu ar irritado com o meio sorriso.
-Já podemos ir? – perguntou ainda com aquele tom aborrecido.
-Vamos todos? – levantou Grace uma sobrancelha, olhando para Rafael e Quint que encolheram os ombros, ainda a olhar a rapariga. Ela estava fenomenal naquele fato…
-Quando souberam que ias, quiseram ir todos – respondeu Rafael que foi o primeiro a deixar de se babar, olhando para Kate que foi dar um beijo na bochecha de cada um, dando um pequeno abraço a Grace. Ela sorriu-lhe afastando-se com cuidado para não a magoar e foi juntar-se ao grupo. Eram quatro, quatro eram melhores que dois.
-O que é que vamos fazer primeiro? – perguntou Grace. Estavam os quatro num jipe com um homem que ela não conhecia, iam todos em silêncio até ela o quebrar, fazendo todos suspirar.
-Vamos ao concelho – foi Susie quem a informou – ela está metida com alguém de lá – disse desviando o olhar do dela. Susie sentia-se estúpida e traída, ela era boa naquilo que fazia, por isso não percebia como é que não se tinha apercebido de nada.
-Porque é que dizes isso? – perguntou-lhe tendo como resposta um encolher de ombros.
-A Anastácia dizia que conhecia algumas pessoas de lá – esclareceu Rafael – Agora vamos descobrir. Tentem parecer naturais – Grace olhou pela janela percebendo que tinham chegado e sentiu-se arrepiar, assim como Rafael, que não disse mais nada. Aquele lugar de novo não, já tinha sido mau de mais o que tinham lá passado, ainda devia estar tudo destruído e os outros mortos e... Grace simplesmente não queria lá entrar.
-Anda Grace – foi Marge que falou, passando as mãos pelas costas da filha, tinha estado todo o tempo a observa-la e conseguiu perceber que ela não queria ir. – Já não há lá nada, a não ser impostores. E agora somos mais, vêm mais a caminho. Vamos ganhar.
-Vamos lutar contra os poderosos, mãe. É impossível. – Não era preciso andar naquelas andanças há muito tempo para saber que as pessoas do concelho eram poderosas.
-Eu sou do concelho – disse Grace – e tu és minha filha, também fazes parte dele. Nós somos poderosas. E eles também – apontou para quem já ia lá à frente. – Agora agarra no teu arco e vamos. – levantou-se saindo do jipe e começando a andar em direcção à entrada. Tentar parecer normal, tinha sido o que Rafael tinha pedido, mas para Grace era impossível, ela estava nervosa, tinha a sensação que alguma coisa ia correr mal.
Assim que entraram, Grace viu aquilo de uma maneira totalmente diferente, não era mais aquele velho edifício às moscas. Estava como novo, como se tivesse sido reconstruido em poucos dias e bem… talvez tenha sido mesmo. Grace deu uma corridinha até se meter entre os irmãos, para saber do que eles falavam.
-Por onde temos que procurar? – perguntou Grace quando eles se calaram.
-Não temos que procurar, eu sem bem quem é. – disse Rafael, colocando uma mão no bolso, onde Grace conseguiu ver uma faca reluzir.
-Quem é? – perguntou curiosa e ele apenas a olhou, não lhe respondendo.
-Vamos para o quinto andar – disse Quint a uma senhora já de idade que parecia Kate, que estava a entrar no elevador ao mesmo tempo que eles.
-O que é que vamos fazer para o quinto andar? – Perguntou a mãe de Grace ficando ligeiramente mais pálida. Quint mordeu a parte de dentro da bochecha e mandou o elevador fechar as portas.
-Porque é que ninguém responde às nossas perguntas? – Resmungou Grace, esquecendo-se por completo daquela senhora simpática e, quando Rafael a lembrou com um simples olhar, ela olhou para trás, mesmo a tempo de ver a senhora ficar mais pálida.
-Cuidado – gritou Quint, mas foi Rafael que agiu, partindo o pescoço à Humanóide. Com um grito Grace agarrou-se ao irmão loiro, fechando os olhos com força. – Isto está cheio deles – murmurou Quint – estejam preparados.
Isto está mesmo quase quase a acabar
espero que gostem e desculpem pela demora.
Este capitulo não é dos melhores, eu sei.
http://runlikethewind.blogs.sapo.pt
publicado por Andrusca ღ às 2013-05-18 16:30:47
Capítulo 20
Último Dia de Escola * Parte 1
- O que é que estamos a fazer? – Perguntou Chelsea, a rir-se, quando Jensen a pousou em cima da cama depois de fechar a porta com o pé.
- Queres mesmo parar para pensar? – Inquiriu ele, inclinando-se na cama, apoiando-se nela com as mãos, e dando um beijo ao de leve nos lábios da rapariga.
- Bem pensado – admitiu a rapariga dos caracóis ruivos, dando-lhe outro beijo. Porém quando ele se ia deitar por cima dela, ela esgueirou-se para fora da cama e agarrou no computador portátil e em alguns filmes – O que queres ver?
Jensen suspirou e deixou cair a cabeça na cama.
- És uma mata prazeres – acusou. Chelsea apenas encolheu os ombros e ele riu-se – Escolhe tu… mas não o Titanic, por amor de Deus.
A rapariga ruiva riu-se. Era mesmo esse que ela ia escolher. Acabou por pôr uma comédia leve, e deitaram-se os dois lado a lado na cama, enquanto o computador se encontrava à frente deles, à ponta. Estavam os dois a olhar para o ecrã, mas a verdade é que nenhum deles estava a prestar qualquer atenção. Jensen divertia-se a brincar com as mãos de Chelsea, e a rapariga apenas pensava. Já se andavam a esgueirar para o quarto da rapariga em segredo, quando não estava mais ninguém em casa, há quase duas semanas. Viam filmes, riam, conversavam, trocavam um beijo ou outro. Mas Chelsea continuava sem saber o que lhe chamar. Tinham concordado em deixar que as coisas se resolvessem sozinhas, mas ela não estava segura de que por este andamento, elas se fossem mesmo resolver. Agora que Jensen andava mais carinhoso e preocupado, não tinha razões de queixa, e até gostava de estar com ele. “O suficiente para sentir saudades quando não estou”, pensou ela. Chelsea olhou para ele pela ponta do olho e viu que ainda olhava para o filme. A rapariga suspirou e ele riu-se.
- O que foi? – Perguntou-lhe.
- Nada… estava só a pensar – disse a rapariga, dirigindo agora a atenção para os seus dedos, que ainda não tinham sido largos pelo rapaz.
- Em quê?
- No final da escola – mentiu.
- Hum… sabes, também estava a pensar… - Chelsea olhou para ele e viu aquelas covinhas aparecerem-lhe nas bochechas ao mesmo tempo que um sorriso de gozo lhe invadiu os lábios. Não vinha dali coisa boa.
- O quê? – Arriscou a perguntar.
- Tu sabes, toda essa história da pureza do teu coração, pureza isto, pureza aquilo… significa mesmo o que eu penso que significa? – A boca de Chelsea abriu-se numa exclamação. Não sabia se havia de rir ou de se enfiar num buraco.
- És tão estúpido! – Gritou-lhe, dando-lhe um empurrão devagar.
- O que foi? É uma pergunta justa – defendeu-se ele.
- És tão perverso. E não tens nada a ver com isso.
- Tudo bem… e não sou perverso, estava apenas curioso.
- Só… vê o filme.
Ele riu-se e ela também não resistiu a expressar um pequeno sorriso enquanto voltavam a dirigir a atenção às pessoas no ecrã.
Sem terem intenção, acabaram por adormecer os dois, e assim ficaram por algumas horas pela tarde fora.
Richard levou a chave à porta e abriu-a, fechando-a logo em seguida. Estranhou o silêncio na casa, Chelsea, noutro dia qualquer, estaria com música alta ou então a ver televisão na sala.
- Chelsea? – Chamou ele, não obtendo resposta.
Começou a subir as escadas e entrou no seu quarto, onde deixou a sua mochila. Depois bateu à porta do quarto da irmã, mas de novo ninguém lhe respondeu. “Será que saiu?”, pensou ele. Ao abrir a porta viu o computador a passar um filme, e Chelsea adormecida de lado, abraçada a Jensen, também ele a dormir. “Mas que…?”. Richard chegou-se ao pé deles e chamou-os num tom normal, e depois um pouco mais alto, mas eles não acordavam.
- Acordem! – Gritou, fazendo com que Chelsea desse um salto enorme e Jensen quase caísse da cama – O que é que se passa?
- Credo Richard – queixou-se a irmã, esfregando um olho –, não sabes acordar as pessoas com calma?
- Porque é que ele está na tua cama? O que é que está a acontecer? – Insistiu Richard.
- Não é o que pensas – disse Jensen, com uma voz ensonada – Na verdade, eu não sei o que pensas…
- Tu estás… vocês estão… mas como? Vocês nem se podiam ver à frente – pensou Richard em voz alta – E porque é que não disseram nada? Há quanto tempo é que andas a sair com a minha irmã?
- Não é exactamente “sair” – intrometeu-se Chelsea, fazendo aspas com os dedos – Não sabemos como lhe chamar, por isso preferimos não dizer a ninguém.
- Se não é sair, é o quê? – Perguntou-lhe o irmão, voltando-se depois para Jensen – Meu, tu vê lá o que andas a fazer, esta é a minha irmã!
- Eu sei meu – disse Jensen, levantando-se da cama – Nós estamos numa fase de… de…
- Experimentações – ajudou Chelsea – E até descobrirmos o que isto é… não temos nenhum nome para lhe dar.
- Exacto – apoiou-a Jensen.
- Mas vocês… e… - Richard suspirou e abanou a cabeça – Não há quem vos perceba… nem quero saber.
Ele saiu do quarto e Chelsea e Jensen começaram a rir.
- Lá se foi o segredo – disse a rapariga.
- Podia ter sido pior… - Jensen viu as horas no despertador em cima da mesa-de-cabeceira e voltou a olhar para a rapariga – Tenho que ir, prometi à minha mãe que fazia umas coisas. Até amanhã.
- Está bem – Chelsea levantou-se da cama e puxou Jensen pela mão até ao andar de baixo. Abriu-lhe a porta e o rapaz não resistiu a despedir-se com um beijo.
- É verdade! – Disse, quando Chelsea já ia a fechar a porta – Amanhã à noite o pessoal da Universidade vai-se encontrar no Drink&Tell para festejar o fim do ano. Vem também.
- Não sei…
- Traz a Helen, e a Cassie, e quem quiseres – disse Jensen, agarrando-lhe nas mãos – Por favor, vem…
A rapariga revirou os olhos e suspirou.
- Está bem, vai-te lá embora – concordou, rindo-se. Ele sorriu e depois começou a afastar-se, a andar. Chelsea fechou a porta e depois subiu as escadas para voltar para o quarto.
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- Posso entrar? – Perguntou Chelsea, embaraçada, à porta da sala de aula. A sua professora de Inglês, Sra. Curtis, olhava-a e abanava a cabeça – Desculpe, adormeci…
- Nem no último dia chegas a horas Chelsea Burke – ralhou ela, suspirando alto – Entra, senta-te, vá.
Chelsea agradeceu-lhe e caminhou silenciosamente até ao seu lugar, onde se sentou e começou a tirar o caderno e o estojo de dentro da mala.
- Estás quase meia hora atrasada – observou Helen, inclinando-se para ela da mesa ao lado.
- Eu sei, adormeci mesmo – desculpou-se Chelsea. Tinha estado até tarde a ler umas notícias no computador sobre a Defensora do Oculto e quando o despertador tocou hoje de manhã, desligou-o e continuou a dormir.
- Pessoal, temos que combinar alguma coisa para festejarmos – meteu-se Tony, sussurrando também.
- Eu já tenho uma planeada. Vamos ao Drink&Tell, vai lá haver uma festa da universidade – disse Chelsea.
- Chelsea Burke! – A voz da Sra. Curtis fez-se ouvir e Chelsea assustou-se.
- Desculpe – pediu.
- Como eu estava a dizer – continuou a professora de Inglês –, foi uma honra ser vossa professora este ano, apesar de não vos ter apanhado o ano inteiro. Devo dizer que há aqui alunos com um grande potencial, e dos quais eu sei que um dia mais tarde me farão orgulhosa por ter sido uma das pessoas que os ensinou. Também sei que há pessoas – dirigiu um especial olhar a Chelsea – que devem mudar certas atitudes se esperam receber um diploma para o próximo ano. – Chelsea revirou os olhos e suspirou, ela já tinha ouvido esses discursos todos – Com sorte ainda cá estarei no próximo ano, e serei vossa professora na mesma. Se assim for, espero que as aulas corram tão bem, ou melhor, que este ano. Agora tenho umas fichas que preciso que preencham e depois podem sair.
Depois de despacharem tudo da aula, puderam sair, e as outras aulas foram também do mesmo género. Umas fichas de dados de última hora e as despedidas. Quando a campainha soou pela última vez abriu-se um sorriso nos lábios de Chelsea.
- Parabéns, sobreviveste a mais um ano lectivo – murmurou ela baixinho. Ia passar de ano, com sorte, mas ia. “Décimo segundo ano, cá vou eu”, pensou.
Foi comer um gelado com Helen e Tony e combinaram à noite encontrarem-se à porta do Drink&Tell às nove e meia, e Chelsea disse que ainda ia convidar Will e Cassie.
Quando chegou a casa, subiu para o quarto e deixou-se cair em cima da cama de costas, respirando bem devagar. Férias, finalmente. Estava livre dos trabalhos, já não tinha que se levantar cedo… tinha tudo para ser perfeito. Podia estar com Jensen… Mas mal ela sabia que não era tudo bem assim, e que as férias que a esperavam não eram de todo as que tinha planeado.
Foi preparar um lanche e quando voltou ao quarto tinha o telemóvel a tocar, e apressou-se a atender.
- A telefonar-me a esta hora? Estás doente? – Perguntou, num tom de brincadeira.
- “Que graça” – retorquiu Jensen – “Só telefonei para saber a que horas vens para o bar, não te posso ir buscar, desculpa”.
- Não faz mal, eu vou com o Richard. Combinei com o pessoal à porta às nove e meia, mas ainda tenho que falar com a Cassie e o Will.
- “Tens mesmo que convidar esse?”
- “Esse”? O Will é meu amigo.
- “Sim, o amigo que te treina e te esconde a verdade sobre quem foste”.
Chelsea riu-se.
- Estás só chateado por ele não me ter dito nada sobre ti, oh mascarado – disse ela.
- “Pois estou, e não é para estar?!” – Jensen suspirou – “Deixa lá. Vejo-te mais logo então.”
- Está bem, chato. Até logo.
- “Adeus caracolinhos” – Jensen desligou antes que Chelsea pudesse reclamar, mas na verdade a rapariga não o ia fazer. Já se estava a acostumar a ser chamada daquela maneira, ou doutras do género. E a cada dia que passava, detestava um pouco menos.
Chelsea pousou o telemóvel em cima da secretária e começou a ver biquínis nos sites das lojas a que costumava ir. Precisava de comprar uns novos para este Verão.
Quero mais do que três comentários neste capítulo, está bem? ;_;
Quando quer a minha mãe c(...)
publicado por Nessa às 2013-05-18 15:37:43
Não é segredo nenhum que amo ler livros, principalmente no verão (é quando tenho tempo e disponibilidade para isso).
Em conversa perguntei-lhe se ela queria ver a minha nova lista de livros, com toda a calma do mundo (caracteristica da minha mãezinha) sentou-se ao meu lado a olhar para o pc, mostrei-lhe e ela perguntou-me os preços até que quando já não estava à espera, diz: "No final do semestre, depois de todos os teus exames ofereço-te um, juntamente com mais uma expansão do Sims2. Quando acabares o livro que tens no quarto e esse que te vou oferecer, penso na Triologia que me estás a pedir. Nos teus anos (em Outubro!!!) quando te perguntarem o que queres, pedes dinheiro e compras o bilhete para o concerto do Pablo Alborán e mais um livro. Assim já não me custa tanto!"
E não é que a ideia não me soou assim tão mal?! Até já estou a fazer contas à minha vidinha!
Enquanto faço isso, deixo-vos as imagens (retiradas do site da fnac) das capas dos livros que quero...








(já perceberam porque que a minha mãe acha que eu não bato bem, e aqui só estão 8! Fora aqueles que eu esbarro nas livrarias e tento nem ler as sinopses!)
O que uma pequena pulguin(...)
publicado por Nessa às 2013-05-18 12:15:29
A minha irmã está com 6 meses e uma semana de gravidez. Já conheci muitas grávidas (apesar de não passar muito tempo com elas) e sempre ouvi dizer que as grávidas ficam mais bonitas durante a gravidez, mas nunca tinha comprovado esse facto.
A verdade é... A minha pulguinha está a fazer da minha irmã a grávida mais bonita de 2013! Tem a pele brilhante, os olhos cintilantes, continua com a forma que sempre teve (excepto a barriguinha grande) e sempre com um sorriso no rosto!
Hoje foram a um casamento e quando chegaram, ela enviou-me uma foto dela arranjada e não é que está um espanto?! Está linda de morrer, com ar de grávida e pelo que percebi, o meu menino já está cheio de atenções!
Se já é assim na barriga da mãe, nem quero pensar quando vier cá para fora :p
São os meus amores e eu sou a madrinha mais babada deste Mundo e... tenho dito!!!
publicado por Nessa às 2013-05-18 11:56:54
Acordar com um mau humor desgraçado!
Há dias assim... O meu é hoje!
Passem um bom fim-de-semana :)
