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publicado por Mafas às 2013-05-17 21:59:21
Podem dizer que por ser homossexual estou a puxar a brasa à minha sardinha. Provavelmente até estou porque é difícil separar as coisas. Mas para mim hoje foi um dia importante para a nossa sociedade, para uma sociedade menos preconceituosa. Acho que fundamentalmente este passo se deve focar nas crianças. Em crianças que nasceram e foram desejadas por casais homossexuais no seu direito e que agora têm a oportunidade de deixar de ter medo do futuro. Porque estas crianças em caso de falta do pai ou da mãe legalmente responsável por elas ficavam sem suporte.
E depois naqueles que estão a planear o seu futuro, que sonham constituir a sua família. Como eu. A mim custava-me imenso sonhar com um futuro cor-de-rosa e depois vir a questão da legalidade. Porque aqueles que fossem meus filhos não seriam da minha mulher e os filhos da minha mulher não seriam meus filhos. O amor, o carinho, o sentido de família estaria lá. E a segurança? Hoje abriu-se uma nova porta. É claro que concordo que as coisas não devem ser feitas à balda e que as crianças precisam de um sistema de apoio e de referências de ambos os sexos e por isso espero que se crie um bom sistema para aconselhar estes pais e mães a fazerem o seu melhor ao que a esse assunto toca.
Ser homossexual não é uma escolha. Ninguém me perguntou ao nascer nem ao longo destes 18 anos se queria gostar de rapazes ou de raparigas. Ninguém escolhe. Mas ter filhos, casar ou qualquer que seja o estilo de vida que se leva é. E todos temos o direito de fazermos a nossa escolha.
E depois naqueles que estão a planear o seu futuro, que sonham constituir a sua família. Como eu. A mim custava-me imenso sonhar com um futuro cor-de-rosa e depois vir a questão da legalidade. Porque aqueles que fossem meus filhos não seriam da minha mulher e os filhos da minha mulher não seriam meus filhos. O amor, o carinho, o sentido de família estaria lá. E a segurança? Hoje abriu-se uma nova porta. É claro que concordo que as coisas não devem ser feitas à balda e que as crianças precisam de um sistema de apoio e de referências de ambos os sexos e por isso espero que se crie um bom sistema para aconselhar estes pais e mães a fazerem o seu melhor ao que a esse assunto toca.
Ser homossexual não é uma escolha. Ninguém me perguntou ao nascer nem ao longo destes 18 anos se queria gostar de rapazes ou de raparigas. Ninguém escolhe. Mas ter filhos, casar ou qualquer que seja o estilo de vida que se leva é. E todos temos o direito de fazermos a nossa escolha.
