A maioria dos blogues de (...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-24 12:25:22
perfil público

Teresa
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Porque ler é um prazer que deve ser partilhado
Data Nascimento
12-11-1983
Sexo
F
Localidade
Sintra
A maioria dos blogues de (...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-24 12:25:22
Olha eu a fazer um post sobre moda. Vou ao Google procurar por imagens “sapatos” (em inglês se faz favor) e faço copy/paste das melhores imagens. Posso também procurar por “outfits” com sapatos engraçados e faço copy/paste. Meto umas vinte fotos seguidas. E já está. Fácil, né? Ah, para quem quiser copiar a receita, sugiro que acrescentem sal a gosto.
Tenho um sonho milionário(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-24 11:56:54
Para tudo. Um milionário pagou 1.2 milhões de euros para ir ao espaço com o Leonardo DiCaprio num leilão de beneficência da luta contra a SIDA. Senhor milionário, deixe-me ir no mesmo voo, eu faço a comida. Juro que fico caladinha só a olhar.
Impressões às primeiras c(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-24 10:31:50

A primeira vez que ouvi falar neste livro foi no canal literário PsychoBooks com a Alba. Em inglês “The Egde of Never, sem tradução para português. O livro está muito bem avaliado no Goodreads, nota superior a 4. Decidi ler, depois do entusiasmo da Alba em relação ao livro. Confesso que não sou a maior fã de Young Adult mas gosto de ler de vez em quando.
Começo a ler YA com um pé atrás e talvez isso afecte a minha leitura. Vou apanhando clichés a torto e a direito. Vou colocando defeitos nos personagens. Com este livro não foi excepção. A personagem principal, a Cam, tem problemas (como todos os personagens YA) emocionais, com uma depressão. Decide partir sem destino numa viagem de autocarro. É nessa a viagem que encontra o rapaz por quem (aposto) vai apaixonar-se. Os diálogos são engraçados mas não são surpreendentes. Clichés, muitos. O pai do rapaz está morrer de cancro (a doença da moda em livros YA) e isso acaba por ligar as duas personagens. Não sei mais, ou talvez saiba o final sem ainda ter lido.
Acontece-vos o mesmo?
publicado por Jorge Soares às 2013-05-23 23:14:11
publicado por Jorge Soares às 2013-05-23 23:09:34
publicado por CristinaS às 2013-05-23 22:58:08

Contava que esta manhã publicaria a foto de ontem e no final do dia a de hoje.
Pois bem, de manhã esqueci-me de o fazer e apenas cheguei a casa há poucos minutos. Por isso, só há destralhados de ontem.
O filme que vêm na foto só é destralhado porque está avariado (filme magnífico) e o pulverizador (pasmem) havia expirado em 2011... e eu que o andei a inspirar durante 2012... está tudo explicado. Nem sabia que tinha período de validade. Aliás... nem me recordo do momento da compra.
Portugueses do estrangeir(...)
publicado por Jorge Soares às 2013-05-23 22:00:29
Ouvi a noticia hoje de manhã na antena 1 PSD quer dar nacionalidade portuguesa a netos de emigrantes, segundo o PSD, há no Brasil milhares de pessoas que por terem pelo menos um dos avós portugueses, poderão com a aprovação da sua proposta passar a ser portugueses.
Na mesma noticia podia-se também ouvir o seguinte:
Para além desta proposta, os deputados vão discutir os projectos do PCP e do Bloco de Esquerda, que defendem que se deve dar a nacionalidade portuguesa aos filhos de imigrantes que nascem em Portugal. A maioria vai chumbar estes planos da Esquerda.
Não tenho nada contra a atribuição da nacionalidade portuguesa a quem o solicitar e cumpra os requisitos necessários, mas alguém me explica qual é a lógica de se apresentar uma proposta de lei que atribui a nacionalidade a milhares de pessoas a quem o país não lhes diz nada e recusar a nacionalidade a pessoas que na maior parte dos casos nasceram em Portugal e não conhecem outro país além deste?
Como queremos construir um país se começamos por excluir uma boa parte das pessoas que nascem nele?
Em todo o mundo estrangeira!
Toda a vida peregrina!
Vede se há mais triste sina:
Ser rica, e não ter um lar!
Sempre a lenda do Ashevero!
Sempre o decreto divino!
Sempre a expulsar-me o destino ....
(Do poema A judía de Tomás Ribeiro)
Jorge Soares
publicado por flordeliz às 2013-05-23 18:45:50
Nous prendrons le temps de vivre
D'être libres, mon amour
Sans projets et sans habitudes
Nous pourrons rêver notre vie
Viens, je suis là, je n'attends que toi
Tout est possible, tout est permis
Viens, écoute ces mots qui vibrent
Sur les murs du mois de mai
Ils nous disent la certitude
Que tout peut changer un jour
Viens, je suis là, je n'attends que toi
Tout est possible, tout est permis
Nous prendrons le temps de vivre
D'être libres, mon amour
Sans projets et sans habitudes
Nous pourrons rêver notre vie
Georges Moustaki - Le Temps De Vivre
publicado por Blogadinha às 2013-05-23 18:00:51
Estaleca do participante durante uma caminhada:
– Ainda falta muito? Dass, já me doem os sapatos!
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-23 14:21:13
Se encontrar uma nota nova de cinco euros não vou colocar nenhuma foto no instagram, nem no facebook, nem em lado nenhum. Não vou tecer qualquer tipo de comentários. Não vou festejar com bolo e champanhe. Não vou reunir-me com os amigos. Não vou bajular uma nota de cinco euros, “tão linda,né?”. Não, não é. É uma nota. O dinheiro é cocó.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-23 14:20:12
Há alguns anos atrás, tantos anos que nem me lembro como era o meu rosto, uma amiga fez acusações fortes a meu respeito. A nossa amizade era unha e carne. Via-a como uma irmã, inseparáveis. Na altura, namorávamos, saímos os quatro juntos para jantar ou fosse lá o que fosse. Pensava que ela era minha amiga. Pensava, na verdade não era. Depois de uma ida à praia, uma outra amiga alertou-me para o facto de ela andar a dizer que eu “andava a tirar fotos ao seu namorado” no pior sentido que possa ter. Sempre achei que ela era ciumenta obsessiva. E era. Ninguém no seu perfeito juízo ia para a varanda espiar o namorado com uns binóculos. Não preciso de dizer mais nada, né? Ela tinha problemas gravíssimos e eu fui arrastada. Fui pedir-lhe satisfações e ela confirmou a história. Custou-me imenso cortar relações de amizade com ela mas depressa deixei de sentir saudades e perceber que esta história só podia ter surgido com o objectivo de me afastar. Talvez soubesse de mais. A vida continuou. O casal continua. Nunca a vi acompanhada por uma amiga, vejo-a sempre sozinha ou com a mãe. Pudera.
publicado por rochajoel às 2013-05-23 10:56:30
Quem é que acredita que esta medida é evitável? Só o Ministro dos Negócios Estrangeiros Paulo Portas!
Com a economia numa espiral recessiva, da qual nada fazem para sair é obvio que pelo andar da carruagem vai chegar o dia em que este corte vai ter de ser feito.
Facultativa? Pense melhor...
publicado por Jorge Soares às 2013-05-22 21:45:41
O Castelo do Sabugal, também referido como Castelo das Cinco Quinas devido ao formato incomum de sua torre de menagem, localiza-se na freguesia, cidade e concelho do Sabugal, no distrito da Guarda, em Portugal.
Em posição dominante sobre a povoação, num pequeno planalto da serra da Malcata, controla a travessia do rio Côa em sua margem direita, donde a sua importância na antiguidade e na época medieval.
De acordo com evidências arqueológicas, supõe-se que a elevação em que se situa o atual castelo, dominando o curso do rio Côa, foi ocupada por seres humanos desde época pré-histórica, que aí teriam erguido um castro.
Com a Invasão romana da Península Ibérica, foi implantada uma extensa rede de estradas cortando a península, uma delas cruzando o Côa neste trecho. Admite-se que este povo tenha mantido, neste mesmo sítio, uma pequena guarnição militar para a vigilância e defesa da travessia do rio. Séculos mais tarde, conheceu o domínio por povos germânicos e por Muçulmanos, dos quais não restaram maiores evidências.
À época da Reconquista cristã da península Ibérica, as terras do Sabugal foram inicialmente conquistadas possivelmente por D. Afonso Henriques (1112-1185) em 1160, vindo a ser perdidas logo após para o reino de Leão.
Em 1190, Afonso IX de Leão criou o Concelho do Sabugal, tendo a vila sido fundada por volta de 1224, época em que foi principiado um reduto defensivo.
Integrante do território de Ribacôa, conquistado a Leão por D. Dinis (1279-1325), recebeu Carta de Foral daquele soberano português em1296. Entretanto, a sua posse definitiva para Portugal só foi assegurada pelo Tratado de Alcanices em 1297. O soberano, a partir de então, procurou consolidar essas fronteiras, fazendo reedificar o Castelo de Alfaiates, o Castelo de Almeida, o Castelo Bom, o Castelo Melhor, oCastelo Mendo, o Castelo Rodrigo, o Castelo de Pinhel, o Castelo do Sabugal e o Castelo de Vilar Maior.
Iniciam-se, nesse contexto, os trabalhos de ampliação e reforma da sua defesa casteleira, desimpedindo-se o espaço intramuros onde se erguiam algumas casas da povoação e reforçando-se as muralhas que ganharam por dois grandes torreões dominados por uma alta torre de Menagem. As obras, referidas por Rui de Pina (Crónica de D. Dinis), foram concluídas em 1303, sob a direção de Frei Pedro, do Mosteiro de Alcobaça. Credita-se ainda, a este soberano, o estabelecimento, nestes domínios, de um couto de homiziados, privilégio que visava atrair povoadores. Alguns documentos confirmam que este privilégio se encontrava em vigor ainda em fins do século XV.
No reinado de D. Manuel I (1495-1521), o Castelo do Sabugal encontra-se figurado por Duarte de Armas (Livro das Fortalezas, c. 1509), tendo recebido obras de beneficiação, concluídas em1515, conforme inscrição epigráfica sobre o portão principal. Este soberano concedeu o Foral Novo à vila em 1 de Junho de 1515.
No contexto da Guerra da Restauração, foram procedidas obras de modernização em sua estrutura, bem como posteriormente edificada a chamada Torre do Relógio.
No século XVII aí esteve detido o poeta e cavaleiro Brás Garcia de Mascarenhas, célebre pelas suas aventuras e pelo seu não menos famoso poema épico Viriato Trágico.
No início do século XIX, no contexto da Guerra Peninsular, aquartelou tropas inglesas e portuguesas que deram combate às tropas napoleônicas em retirada, sob o comando do general André Masséna (Abril de 1811). Posteriormente desguarnecido e abandonado, a sua praça de armas foi utilizada pela população da vila como cemitério, de 1846 a cerca de 1927. Os habitantes, nesse ínterim, passaram a retirar pedras das muralhas para reutilizá-las em suas construções.
No século XX, em 1911 procedeu-se a demolição da Igreja de Nossa Senhora do Castelo. Mais tarde, na década de 1940, o processo de depredação do monumento foi detido graças à atuação da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN), que promoveu ampla campanha de obras de consolidação e reconstrução.
Entre 1993 e 1994 uma nova campanha de trabalhos de restauração, procurando devolver ao monumento as suas feições originais. Mais recentemente, comprovando-se a existência de fissuras nas paredes e a derrocada parcial de elementos de um dos torreões da barbacã e de algumas ameias (1999), no alvorecer do século XXI, a DGEMN lançou um concurso para o restauro e consolidação das muralhas e torres do castelo, assim como a construção de um anfiteatro ao ar livre e das respectivas instalações de apoio (2001). Os trabalhos desenvolviam-se entre 2003 e2005, quando se previa a reabertura do monumento ao público.
Em posição dominante na cota mais alta do terreno, ergue-se o castelo, que apresenta planta no formato quadrangular. O topo das muralhas, em aparelho misto de cantaria de granito e dealvenaria de xisto, é percorrido por um largo adarve, protegido por merlões, nos quais se rasgam troneiras cruzetadas. O adarve é acedido por quatro escadas internas. Os muros são reforçados por três sólidos torreões nos ângulos, e por um quarto, localizado no centro do pano de muralha pelo lado sudoeste. Estas torres são rematadas por ameias piramidais, assim como a Torre de Menagem, de invulgar planta pentagonal, defendendo o portão principal. O interior desta última, em estilo gótico, é dividido em três pavimentos, com tetos abobadados e fechos ornamentados por escudos com as quinas nacionais. O compartimento superior é iluminado pelas portas que dão acesso a balcões misulados, com matacães.
Entre a torre de menagem e o torreão do ângulo leste inscreve-se um balcão ameado, vigiando a entrada principal da praça de armas. Inferiormente, na zona exterior, corre a cerca da barbacã - dispositivo defensivo que une e reforça as muralhas do castelo, igualmente rematadas por maciços merlões com aberturas de troneiras cruzetadas. Apoiam as suas muralhas dois pequenoscubelos circulares, abrindo-se próximo de um deles um pequeno portal de arco em ogiva.
A cerca da vila apresentava conformação aproximadamente oval, dela restando, atualmente, apenas pequenos trechos. Nelas se abria a Porta da Vila, próximo à chamada Torre do Relógio.
Reza a tradição que foi no largo deste castelo que se deu o famoso milagre das rosas tendo como protagonistas a Rainha Santa Isabel e o rei D. Dinis.
Fonte Wikipédia
Sabugal, Dezembro de 2012
Jorge Soares
publicado por Jorge Soares às 2013-05-22 21:42:26
Adopção, ao cuidado de to(...)
publicado por Jorge Soares às 2013-05-22 21:15:55
A propósito do post de há dois dias em que se falava da devolução de crianças, a Ana (muito obrigado) em resposta àquela mãe, deixou o seguinte comentário:
Em 2009 chegaram os meus filhos, também pela via da adopção, na altura o meu filho tinha apenas 5,5 anos e a minha filha tinha 2 anos. O meu filho com apenas 5,5 anos, bateu-me a mim, a todas as professoras que encontrou pelo caminho durante os 6 meses seguintes, pintou o cão da escola, bateu em quase todos os colegas da escola, arrancou inúmeros cabelos ás professoras, arrancou-me cabelos a mim, partiu coisas em casa, disse várias vezes que queria era estar na instituição, que lá é que tinha os amigos/as dele, etc.etc . Podia contar muito mais, mas acho que estes exemplos chegam. Desistir do meu filho nunca! Ele era mau por fazer isto e não gostava de nós? Não!
O meu filho é e sempre foi um doce, ama-nos acima de tudo, lembra-se da outra mãe? Claro que sim, falamos disso sempre que ele precisa, mas eu sei que ele me ama muito e não é porque o diz mas porque eu o sinto. Ele fazia todas aquelas coisas para nos testar, para nos levar até aos limites, para ver se também esta nova família o iria deixar novamente a ele e á irmã.
Cara Madalena, não corrigimos estes comportamentos dando todos os presentes que o meu filho queria, corrigimos aplicando regras desde o primeiro dia, aplicando castigos quer na escola quer em casa sempre que necessário, foi um primeiro ano de intensa luta entre nós, a escola e ele.
Quantas vezes me apetecia abraça-lo e tinha que o castigar? Quantas vezes lhe disse que fizesse o que fizesse mal, nós agora éramos sempre a família dele e gostávamos sempre dele e ele tinha que acreditar nisso. Não lhe consigo dizer quantas vezes foram, mas uma coisa posso garantir que não passa em 3, 4 ou 6 meses! Levou um ano ou mais até que o meu filho melhorasse radicalmente o seu comportamento!
Hoje (passaram apenas 4 anos), não temos uma queixa da escola, todos os dias ele tem que nos dizer que nos ama, que todo o coração dele é meu, que tem o melhor pai do mundo, que não se vai casar porque quer viver sempre nesta casa com os pais….(até já brincamos com ele, que se não sair para a casa dele até aos 30 anos saímos nós!!!!!!)
Cara Madalena, nós não temos que pagar sessões de psicoterapia para que os nossos filhos gostem de nós, temos que pagar um pedopsiquiatra para ajudar os nossos filhos a lidarem com o sofrimento deles e também para nos ajudarem a nós. Estas crianças, os meus filhos e as suas filhas o que mais querem é ter a certeza que vocês (nós) vão estar sempre aí para as apoiarem e amarem.
Agora deixo esta pergunta no ar : e se eu, durante os 6 meses do período de pré adopção tivesse desistido dos meus filhos? Acredite que também foi terrível! Nunca tal nos passou pela cabeça mas se tivesse acontecido, hoje não teria ao meu lado os Melhores Filhos do Mundo, com todas as preocupações que já nos deram e que sabemos que ainda vão dar! E o que teria sido dos meus Filhos com o peso de mais uma família a desistir deles?
Peço desculpa Jorge, por ocupar o seu espaço desta forma, mas não ficava bem comigo mesma se não apelasse à Madalena que deve procurar ajuda, existem pedopsiquiatras maravilhosos, mas não desista de amar estas duas crianças!
Ana
Um texto para reflectir, um texto que deveriam ler todos os candidatos à adopção e todas as pessoas que alguma vez pensaram em adoptar, é claro que nem todos os casos são assim, mas acreditem em mim, não há casos fáceis. E não, adoptar bebés não minimiza os problemas, nós adoptamos um bebé com um ano e basta procurar neste blog a palavra hiperactividade para se perceber como nada é fácil, mas não há a mínima dúvida, o amor pode sempre mais que qualquer tipo de problema.
Ana, não tem que pedir desculpa, eu é que agradeço as suas palavras.
Jorge Soares
Impressões às primeiras c(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-22 19:59:53

Ando a ler "Inferno" de Dan Brown. O único livro que li dele chama-se "Código da Vinci", toda a gente conhece. Toda a gente. Excepto quem vive debaixo de uma pedra. Ando a ler o livro no Kobo, o livro vai demorar para estrear em Portugal. Já saiu a versão inglesa. Portugal é o último, é quase sempre o último a editar os livros que todos querem. Não li os outros livros do Dan mas tenho ali um ou dois, nem sei bem. Este teve a minha atenção porque já passaram anos suficientes para o autor aprender e amadurecer, fiquei com a sensação que será o seu segundo grande sucesso. Para além disso, todo o mistério à volta da obra só dá mais vontade de querer ler.
O prólogo começa muito bem. Dinâmico, misterioso e dramático. Os primeiros capítulos estão cheios de acção. Robert Langdon encontra-se num hospital com amnésia, logo depois está a fugir de um assassino ao lado de uma médica com um QI de 208. Ao fim de cinquenta páginas, começo a juntar peças na minha cabeça e acho que já sei o que vai acontecer com esta médica. Espero que não, espero ser surpreendida. Existe um objecto muito perigoso no meio desta trama mas ainda não sei o que é. Muitas perguntas em pouco tempo, espero que não fiquem pontas soltas. Para já, estou super entusiasmada e a gostar muito.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-22 19:53:11
Existe um actor português com uma página no facebook bastante ácida. Prefiro nem sequer dizer o nome dele para depois não receber comentários da treta a defender o querido-amado. Ele costuma, diariamente, gozar com tudo e todos. Acha tudo mal, acha-se superior a todos, mais intelectual, mais esperto, mais sábio. Pode ser, talvez seja mais inteligente que a maioria das pessoas. Para além disso, parece que gasta mais tempo na internet que propriamente a fazer coisas mais produtivas. Cada um sabe de si. Acho piada, ele criou um perfil ácido, arrogante e sem papas na língua mas quando confrontado com as citações recolhe-se, pede desculpa e chega até a confessar que não queria dizer aquilo que na verdade disse. Para mim, um ser humano só é inteligente se for humilde. Ainda não percebi se ele tem ou não. Mas também não me interessa. Quando me avisaram que ele gozou comigo, não gostei mas pus-me a pensar: "quantas vezes faço eu o mesmo?". Tantas. Aceitei sem sentir mágoa, aliás fui a correr subscrever o seu canal. Também soube que dois actores mais maduros defenderam aquilo que eu fazia em relação à literatura. Um abraço ao ego. Também soube que ele concordou com eles e apagou todos os comentários em relação à minha pessoa. Outro abraço ao ego. E pronto, a vida é um garfo. Ou comes, ou és comido.
3 músicas que ando a ouvi(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-22 19:39:07
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-22 09:33:41
Ontem, uma amiga falou-me do blog novo da Cristina do Goucha. Já tinha lido boquinhas parvas no facebook sobre uma apresentadora que tinha um blog. Não sabia quem era, até me contarem no chat. Achei muito bem. O blog chama-se Daily Cristina (www.dailycristina.com), um nome pouco original mas fácil de memorizar. Estive a ver o blog esta manhã, por curiosidade e porque gosto da Cristina. A Cristina tem o nome da minha mãe, parece ser super acessível, humilde e simpática. A ideia do blog foi boa. Aproxima, mostra e chama a atenção. O blog está giro, gosto das cores, das fotografias profissionais, dos textos simples, das roupas caríssimas. Uma Cristina menos popular, mais chic e atenta. Vão reparar que o blog é regido por fotografias, como se tratasse de um álbum e publicidade disfarçada (como é o caso do detergente para passar a ferro). Mais do mesmo, mas a Cristina é a Cristina e não é à toa que já tem 22700 seguidores na página do blog no facebook.
publicado por flordeliz às 2013-05-22 00:21:51
publicado por Jorge Soares às 2013-05-21 22:30:00
publicado por CristinaS às 2013-05-21 22:24:25
Quando descobri o blog da Romy, encontrei diversas receitas que me despertaram a curiosidade e algumas delas foram de imediato seleccionadas para futuros testes.
A receita que mais me intrigou foi a de Pão Dukan, feito num minuto no microondas. Adorei e já se tornou uma receita repetida várias vezes.
Aparentemente o nome Dukan está associado a uma dieta que não faço nem pretendo fazer. Sobre os perigos associados à Dieta Dukan, ler aqui.
publicado por CristinaS às 2013-05-21 21:55:50

Hoje há livros, amanhã mais livros e...
Já seleccionei cerca de 30 livros para destralhar. Mas destralhar não é apenas escolher, é digitalizar, colocar no site de vendas de usados e esperar. E como se isso não fosse uma tarefa suficientemente custosa, descobro que o MIAU só fica registo de negócios terminados até 90 dias. E como descorei a renovação dos negócios, terei de os lançar novamente. Em suma... os filmes e os CD e os livros por vender...
Ufff...
Raquel Varela perdeu uma (...)
publicado por Jorge Soares às 2013-05-21 21:29:10
Coisas de pouca amizade e(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-21 20:18:44
Sabes aquela tanga do "não me dizes nada, também não vou dizer"? Não tenho paciência. Sério. Eu sou muito directa ao assunto, se quero falar, falo. Se tiver saudades, digo olá. Se tiver algo para perguntar, pergunto. Isto, se estiver a falar de amigos, sem problemas pelo meio. E acho que tem de ser assim. Detesto aquela parvoíce do "não disseste nada, também não disse". Bora deixar essas coisas para os namorados ou assim? Nem isso, ninguém tem mais paciência para isso. Se queres ligar, liga. Orgulho dentro de uma amizade? Sério? Medo de mostrar que estás interessada? Qual é o problema? Não vejo.
Se há coisa que detesto é que tirem conclusões dos meus pensamentos sem antes falarem comigo e ajam conforme elas. As conclusões, claro.
publicado por Jorge Soares às 2013-05-21 19:57:04
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-21 13:23:45
A verdade é dita em dias como o de hoje.
A paciência tem limites. Tenho mais paciência actualmente que no passado. Com os colegas, com os amigos, com o amor, família. Repetir as coisas duzentas vezes, ao longo de vários anos não é papinha fácil. A saliva não se gasta mas incomoda. A questão está, será que ninguém nos ouve? Somos seres ignorados eternamente? Só pode.
Trabalhar num lugar onde as pessoas questionam as mesmas coisas diariamente ao longo de vários meses dá cabo da cabeça mais saudável. Juro. E se isso não acontecer, a forma como olhas para essas pessoas começa no auge mas começa a diminuir no respeito. Se é que me entendes. Explicando melhor, se alguém não ouve com atenção as tuas palavras com certeza que vais ter menos vontade de falar.
E chateia.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-21 13:22:56
No outro dia, uma rapariga que conheço passou por mim. Notei que já longe, ela fez questão de olhar para o lado mas como eu e a minha companhia demos nas vistas, ela tem obrigatoriamente de nos cumprimentar. Fez um sorriso forçado, pior que o sorriso da funcionária do texto abaixo. Juro. Já estive várias vezes com essa rapariga e nunca nos demos lindamente mas também nunca nos odiámos. O normal. Achei a atitude tão estúpida. Ninguém é obrigado a cumprimentar seja quem for. Não existe uma lei para tal. E se for para fazer, que seja bem feito. Tipo, não te armes em estrela. O melhor truque seria levantares voo ou desapareceres debaixo da terra mas, vá, dizer um “olá” não custa assim tanto, ou custa?
publicado por CristinaS às 2013-05-21 11:23:55
Ponham os olhos neste fantástico poster do IKEA referente a arrumação e organização nas casas dos Estados Unidos da América, que me atrevo a concluir que não seriam muito diferentes das portuguesas, em alguns pontos.
É referido que 80% da desordem numa casa é o resultado de falta de organização e não falta de espaço. Eu julgo ser o exemplo disso, na medida em que vivo sozinha numa casa com 5 divisões e mesmo assim acho sempre que não tenho espaço.
Um ponto negativo é que a média dos americanos perde 55 minutos por dia, à procura de objectos. Já a nota positiva é de que reduzir a tralha resultará numa redução de 40% do tempo gasto com tarefas domésticas. YUPI!!!!
E agora o desafio: estimam que há 1.5 biliões de aparelhos electrónicos sem uso, metidos em gavetas, por todo o mundo. Que tal aproveitarem para reduzir esse número?

publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-21 09:52:21
Duas coisas.
Na hora de pagar as compras, o cartão dizia “Não Autorizado”. Toda a gente sabe que quer dizer “Não tens dinheiro” mas insistem “Passe Outra Vez” enquanto a cara fica vermelha que nem um pimento. Eu sabia que tinha dinheiro. “Deixe-me ir espreitar ali ao multibanco. Fiz o pessoal da fila arrastar as compras à outra caixa. Fiz a funcionária da caixa fazer um sorriso amarelo como o sol. O meu pimento da cara passou a pimentão. O cartão foi engolido. Felizmente tinha guardado na carteira o cartão novo. Assunto resolvido. Pude levar os frangos para casa.
Fui ao café, queria lanchar e aproveitar o sol. Em vez de ir ao café que tem o melhor pão da zona, fui a outro que costumo ir quando saio à noite. Sentei-me, pedi, trouxeram-me uma sandes com pão do dia anterior, rijo, mau. Comi e bebi e um chá frio. Decidiram fazer limpezas com produtos fortes, comecei a pingar do nariz. Li o Miguel Esteves Cardoso com pingos a escorrer pela cara, felizmente não sujei o livro.

