Aquelas coisas que me ati(...)
publicado por Bê às 2013-05-22 18:06:23
perfil público
Nome
carla
Apelido
inacio
Endereço IM
2475-015
Telemóvel
918981679
Data Nascimento
27-04-0000
Sexo
F
Código Postal
2475-15
Localidade
benedita
Artistas / Bandas Favoritas
tokio hotel
Músicas Favoritas
todas
Programas TV Favoritos
musica filmes
Filmes Favoritos
titanic crescuspulo
Livros Favoritos
algus
Interesses
BILL.....BILL............
Frase Favorita
nao te adoro amo-te
Aquelas coisas que me ati(...)
publicado por Bê às 2013-05-22 18:06:23
Há apenas três números com a capacidade de se exibir quatro vezes ao mesmo tempo num relógio e que se vêem no direito de se achar mais que os restantes números só por isso. 0. 1. 2. Depois de pensar nisso, achei fantástico. Não se sintam mal se acharem o post - ou eu - esquisito(a). (In)Felizmente, andar a matutar sobre coisas relacionadas com mente, e a nossa visão sobre o mundo e os mais variados assuntos, há anos, tem os seus frutos e dá nisto.
Inocência da Maldade - 11(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-22 16:06:44
Para quem não tiver conta ou blog sapo e utilizar o "não tem blog sapo" para desejar comentar e o tal "Publicar Comentário" não surgir...não se preocupe. No canto superior direito da tua tela de pc deves ter algo que indique para "diminuir o zoom" da pagina (normalmente isto está a 100%) e basta reduzir para 90% ou menos (caso o desejes) para que a "linha" que te permite publicar apareça logo por debaixo da area de comentário.
Fica só a dica. =)
O
11º
Nami continuava a não saber se aquela era a residência oficial de Reita, mas para já…estava na sala de jantar, um empregado havia-os servido e por fim se despedira; agora o casal estava sozinho naquela luxuosa cobertura, frente a frente à mesa e a morena aguardava saber um pouco mais da vida do seu…namorado yakuza.
- O meu trisavó era um yakuza….individual mas trabalhava para a Yamaguchi-gumi como recruta. – Nami reconhecia aquele nome, era a maior família, conhecida da Yakuza Japonesa. – Com o tempo e experiencia, ele ganhou o comando de um dos clãs…até por indicação do oyabun da Yamaguchi-gumi…ele criou uma nova família, afastando-se e entrando em total segredo. – suspirou – Daí foi crescendo por conta própria mas indiretamente…pertencemos à…
- Yamaguchi-gumi. – Nami completou-o
- Então a segunda maior família Yakuza descobriu a artimanha secreta. E do nada clãs descendentes da …
- Sumiyoshi-rengo. – a mulher deixou escapar e logo ficou pálida. Estava a interromper Reita…demasiado. Mas o loiro/moreno apenas gargalhou e mostrou-se satisfeito pelo vago conhecimento dela sobre o tema.
- Hai. A Sumiyoshi-rengo destacou um clã para nos matar. – anunciou – À três anos atrás… - silenciou-se por breves momentos e Nami imaginou que ele iria falar algo bem sério, então bebeu um pouco só para não ficar demasiado ansiosa. – criaram uma armadilha. – encarou Nami – Os meus pais e nii-chan foram mortos. – a mulher engoliu em seco e bebeu mais um pouco – O meu pai era um homem demasiado rígido e nunca fui o exemplar de filho para ele…não era ausente de sentimentos como ele, posso dizer que amava mais minha okaa do que meu otou. – aproveitou para dar uma pequena golada no seu saké – Meu nii-chan era o herdeiro do meu pai…sendo ele o mais velho e o mais dedicado à Yakuza. Em questão de arte marcial, manejo de armas e tudo o que ser Yakuza representa…eu fui sempre o melhor por mero acaso, mas liderança…era com o nii-chan. – sorriu vagamente. – Com a morte dos três…fiquei eu e vi-me obrigado a me tornar oyabun. O líder de clã mais forte que o meu pai tinha tomou posse da minha aprendizagem de liderança e exigiu-me resultados altos. Desde aí…sou dado como… - mordiscou levemente seu lábio inferior – o oyabun mais jovem de sempre, dos mais mortíferos e o mais estranho de todos.
- Sogoy. – Nami deixou escapar e ouvir aquelas palavras de Reita…excitaram-na. A adrenalina era imensa no seu interior, a vontade de ficar ao lado de um homem como Reita era extremamente perigosa mas de completa satisfação.
- Neste momento….Tonaco Takechi é o meu maior inimigo. Ele é o líder do clã da família inimiga de morte dos Yamaguchi-gumi e o responsável pela morte da minha família. – anunciou pesadamente – Takechi é mais velho que eu, inveja meu poder e inveja…a força da nossa área. Acho que é tudo isto que precisavas saber. Lamento não poder falar mais, Nami. – sorriu de canto – A não ser que te cases comigo, aí serás informada de tudo e serás Yakuza. – a mulher ficou boquiaberta.
- Reita… - corou imenso – assim deixas-me realmente incomodada. – fungou – Kuso. Como consegues deixar-me tão inquieta… - desviou o seu olhar do dele. – Bom, aprender a defender-me fisicamente e usar nunchaku… - abriu um sorriso traquina – deve ser porreiro. – falou num tom bem divertido que a fazia lembrar uma menina extremamente encantada.
Reita gargalhou e até baixou o olhar, mostrando-se tão divertido como orgulhoso. – Eu uso Sai. – informou-a. Os olhos cor de avelã de Nami ganhavam um novo brilho. Era tudo arriscado mas sentia-se feliz.
Por seu lado, o loiro/moreno sentia-se estranhamente motivado, pois Nami não se negara à conversa do “se casares comigo”, ela simplesmente desviara a atenção para a aprendizagem necessária para estar incluída na sua família. – Ano…não imaginei que a família Suzuki estivesse tão bem…posicionada. – a mulher comentou enquanto dava uma nova “vista de olhos” por aquela sala de estar.
- Aqui é onde encontro os meus kobun, basicamente aqui é onde os negócios são…apresentados. Claro que estou aqui maior parte do tempo. – suspirou – A casa da minha família…parece-me demasiado…grande, só vivo lá eu. Tenho empregados mas não estão 24h sobre 24h lá. – terminou de beber o seu saké e só aí Nami reparou que Reita também já havia terminado de jantar. – Porque te informas-te tanto sobre Yakuza, Nami? – ele perguntou então
- Como disse, assim que me mudei para o meu apartamento fui avisada e achei interessante saber exatamente o que era Yakuza. Sou mestiça. – indicou-se – Venho de uma pequena aldeia do sul e… - sorriu – até aos 12anos vivi em outro pais. – Depois, sendo eu uma…pessoa tímida demais e…frágil…a minha curiosidade sobre algo totalmente diferente do meu mundo…simplesmente atraí-me. – admitiu-lhe
- Não imaginas como me sinto…satisfeito por te ter conhecido. – ele confessou – Bem que digo e posso afirmar que tu és especial, Nami.
*
Inesperadamente, aquela noite de terça-feira tornara-se abafada e Nami agradecia o copo de sumo gelado, a parede da sala de estar totalmente em vidro e a varanda que ali havia em forma de meia lua; inspirou profundamente o ar da noite e sorriu para o brilho das luzes da cidade.
Reita surgiu a seu lado, apenas de calças vestidas; conteve um gemido e tentou procurar um tema seguro para conversar com aquele homem. O homem apanhou-a em flagrante quando Nami o olhava meticulosamente…ou melhor, olhava seu tronco. – Ano…não é tradicional vocês tatuaram o corpo todo…ou o tronco todo que seja? – foi o único tema seguro que se lembrou de tocar.
- Relembro-te que não somos…legais. – ele respondeu – Desde que o Dragão e a flor de sakura exista, basta. – informou a Nami. A mulher inclinou-se ligeiramente atrás, apenas para olhar a tatuagem que cobria toda a omoplata direita de Reita, sorriu. Era uma obra de arte…aliás…aquele homem, todo ele era uma arte. Humedeceu seus lábios inconscientemente e reparar que olhava a forma bem agradável do rabo daquele yakuza e este se dava conta…deixou-a inquieta. – Nami… - ele murmurou rouco.
- H..Hai… - falou ela de modo arrastado. Reita sorriu divertido e logo pousou o seu copo e o da companheira sobre a pequena mesa redonda que estava numa ponta daquela varanda em forma de meia lua.
- Estás a fazer de propósito. – ele anunciou assim que ficou frente a frente com aquela morena, a comprimiu contra o varandim em vidro e esta humedeceu seus lábios lentamente.
- Não estou a fazer nada. – ela defendeu-se assim. O homem pressionou mais as mãos contra a cintura de Nami e possuiu os seus lábios carnudos. A mulher queria reagir um pouco e ter noção que estava comprimida contra um varandim numa varanda no 10º andar não ajudava à tranquilidade. – Reita. – sua voz falhou graças aos nervos que se apoderavam de si.
- Confias em mim? – ele perguntou contra a sua orelha. Nami engoliu em seco e simplesmente assentiu positivamente. Reita conduziu as mãos dela até estas ficarem totalmente apoiadas sobre o varandim; do nada ele obrigou a morena a afastar suas pernas com um movimento do seu joelho esquerdo entre estas. – Quero-te. – anunciou contra a boca de Nami e logo ela lhe entregou um beijo.
Lentamente as mãos de Reita se arrastaram ao longo do corpo da mulher até abrir o justo colete que esta vestia e logo os botões da camisa foram desabotoados. Nami ofegou e não evitou fechar seus olhos de prazer quando aquele homem se apoderou dos seus seios, apertando-lhos e logo lhe puxar o sutiã para cima, deixando aquela zona do corpo feminino livre…recebendo a brisa da noite; a morena corou imenso quando sentiu seus mamilos se endurecerem, Reita acariciava-lhe o peito e o toque da brisa estimulava-a ainda mais. – humm… - gemeu Nami. O yakuza beijou a companheira e depois sua língua foi se arrastando da boca até um dos mamilos eretos dela; sua pélvis fisgou e sentiu-se desesperado…como poderia ser possível Nami o excitar tanto e tão depressa? Seria o gosto doce dela? Seria o jeito tímido dela?
Não interessava a resposta…interessava atender ao desejo.
Seus seios eram alvo da mais doce das caricias e Nami começava a se sentir extremamente frustrada e excitada, pois Reita provocava-a de tal modo que ela perdia possíveis forças para reagir. Respirou bem fundo, mordiscou o lábio inferior e sentiu-se cada fez mais quente no interior da sua feminilidade. Não poderia ser normal a atração entre eles ser tão voraz.
Afastou sua boca do mamilo rosado da companheira e procurou o olhar desta, ela estava acalorada e parecia mais que pronta para sexo. Reita sorriu de canto e a mulher ficou escarlate. – Tua expressão começa a me excitar demasiado, Nami. – ele falou contra a boca dela um pouco antes de a beijar selvaticamente.
Estava tarde mas quem era a mulher no seu perfeito juízo que tentaria impedir os avanços daquele homem que a beijava daquele modo e lhe indicava o quanto começava a ficar duro por si? Nami ofegou pesadamente e então foi arrastada para fora da varanda, entre beijos e caricias…ela viu-se completamente nua e sobre o sofá de couro da sala de estar. – Reita…não… - foi silenciada pelos lábios possessivos dele.
Sentia-se insuportavelmente excitado e ainda conseguia surpreender-se com a intensidade com que uma mulher tão simples e doce o conseguia enlouquecer daquele modo; Arrastou mãos e entregou beijos pelo corpo de Nami, tocou-a suavemente entre suas coxas e ela contraiu-se. – Koi… - murmurou num lamento assim que visualizou as pequenas marcas enegrecidas no interior de suas coxas – porque não me disseste que te estava a magoar… - mostrava-se realmente triste por ver que tinha marcado a mulher daquele modo.
- Sou frágil… - sorriu ela – e não me magoou…foi bom demais para sentir algo diferente de… - corou de novo – prazer, koi. – lambeu o lábio. Reita descaiu suavemente sobre o corpo da namorada, beijou-a demorada e sentiu-se animado quando as pequenas mãos daquela mulher aventuraram-se em despir-lhe as calças que ele estava a usar.
Ouviu como ele pigarreava quando lhe tocara a dureza do seu sexo e pouco depois o corpo de Reita tremelicou de prazer quando ela optara por estimula-lo. Os boxer’s foram junto com as calças e de momento apenas restavam as pequenas cuecas que Nami fazia uso entre seus corpos nus.
Era demasiado para ser impedido à última, Reita não queria ser tão apressado mas desde que estava com aquela morena…seu corpo deixava de lhe responder corretamente. Era…demasiada paixão. – Kuso… - murmurou entre dentes
- Fiz algo errado? – Nami questionou inquieta e abrandou de massajar o membro masculino.
- Koi…tu enlouqueces-me demasiado. – ele admitiu-lhe – E eu não posso continuar. – falou por fim
- Não podes… - procurou os lábios do homem entretanto, exigindo-lhe um beijo e esforçando-se para satisfazer Reita. Sem duvida ela estava a se esforçar o máximo que sabia…roçava seu corpo contra o do homem, entregava todo o amor que sentia em si na troca daqueles beijos minuciosos e acariciava-o o mais suave e agradável possível.
- …desculpa… - Reita murmurou contra a orelha dela e de súbito baixou-lhe as pequenas cuecas e penetrou-a a fundo. Nami conteve respiração e apertou-se contra o corpo do loiro/moreno; ele saiu dela e investiu de novo, criando um ritmo perfeito e criando movimentos extremamente apaixonantes.
A mulher sorriu, o receio de Reita era porque não se havia protegido mas Nami tinha noção do que deveria de fazer depois e certamente aquele homem jamais seria descuidado consigo caso a fizesse correr algum risco. Sentiu-se bem demais; entregou-se de corpo e alma a Suzuki.
http://iamcarmen.blogs.sapo.pt
A Precious Vampire - 7º C(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-22 15:00:50
7ºcap
Bill começou a sorrir sacanamente assim que Abby surgiu á sua frente repentinamente, a rapariga vestia um simples vestido de verão de cor azul escuro, dando um certo tom místico ao olhar dela. Passou a língua por entre os lábios e ficou em silêncio a observa-la.
- Bem o Tom está amuado e não quer mesmo sair, portanto já se deve estar a deitar. – ela encolheu os ombros e olhou-o – E nós? Vamos?! – sorriu
- Mas é claro. – deu o braço a ela e ambos saíram do Hotel luxuoso.
Festa de vampiros era sempre algo estranhamente tentador, os humanos que tinham conhecimento daquela sociedade deliram completamente. Serem alvos das dentadas dos vampiros havia-se tornado algo extremamente excitante para os mortais. Abby sentiu imensos olhares sob si assim que se aproximava do centro daquela festa junto ao mar. Bill sorria e parecia procurar uma “presa” com o olhar, aquele olhar hipnotizante do qual era portador…era como se Abby estivesse a ganhar um certo rubor nas suas faces delicadas, aquele vampiro honrado apesar de procurar todos com o olhar não se afastava um milímetro dela, continuava de braço dado com ela e parecia exibir-se assim.
- Isto deixa-me um pouco nervosa. – confessou
- Porquê? – olhou-a com carinho – És uma Mestria, toda a gente tem que te apreciar.
- Não me refiro apenas a isso… - baixou o olhar – Não deve ser assim muito bom verem-me acompanhada por um…outro vampiro. – sorriu timidamente
- Por favor. – riu-se – Somos apenas 2 vampiros amigos e viemos aproveitar esta festa. Que parece estar a animar cada vez mais.
Não valia a pena ela estar-se a preocupar com o que os outros poderiam dizer, ela apenas estava ali a dançar e a bebericar na companhia de Bill, nada de mais. A sua sede apertou-se quando Abby pode sentir o agradável aroma de um rapaz loiro e da sua altura, que passara junto de si, humedeceu os lábios e sentiu uma imensa vontade de cravar os dentes no pescoço daquele atraente rapaz.
Bill deixou de responder ao tipo que falava com ele á cerca das belas humanas e vampiras que por ali passavam, observou muito atentamente Abby a caminhar calmamente até junto de um tipo loiro, este estava acompanhado mas logo ficou sozinho. Viu que o humano dizia algo a ela e os seus sentidos apuraram-se quando sentiu a transformação da morena, sorriu e começou caminhar para junto dela, ia nas calmas para puder dar tempo… Abby passou a ponta do nariz pelo pescoço do dito moço e logo cravou os seus caninos na pele do rapaz, este contorceu-se ligeiramente e parecia completamente embriagado com aquela sensação que lhe causava os dentes da vampira e o chupar do seu sangue. Naquele momento Bill desejava ser humano e assim deleitar-se com aquilo que lhe poderia ser proposionado com a mordida; a vampira afastou os seus dentes da pele do outro, deixando-lhe a marca perfeita da dentada no pescoço do loiro…a conversa fluiu.
- Divertida? – Bill falou perto da orelha dela
- Um pouco. – passou a língua pelos lábios – E tu? – sorriu-lhe
- óh negaste-me a tua companhia. – olhou o humano – Saboroso o seu sangue?! – perguntou a Abby
- Sim, muito satisfatório.
Bill afastou o longo cabelo negro dela do seu pescoço e aproximou os seus lábios da pele aparentemente muito suave, sorriu.
- Que me dizes de irmos aproveitar a agressividade que está a tomar o mar, Abby? – falou junto da sua orelha; ela arrepiara-se com o modo como ele havia falado e olhou de relance para o mar, começava a se agitar e isso significava que uma tempestade se iria formar brevemente. – Não tens noção da sensação de adrenalina que nos confere. – deslizou o lábio pelo pescoço da rapariga – Vamos?
A proposta era tentadora, Abby não imaginava como era nadar no mar quando este estava a se tornar agressivo. Cecill havia dito que é soberbo mas Abby nunca se havia aventurado, ainda para mais sozinha, Tom nunca se tinha mostrado interessado em tal.
- Não sei se será boa ideia, Bill. – reparou que o humano que havia provado já se tinha ido embora
- Claro que é. – afastou-se o suficiente para encará-la. – Anda… - deu-lhe a mão e puxou Abby consigo até á beira-mar.
As ondas terminavam fortemente, o estalar ouviu-se e ela olhou curiosa, Bill havia-se transformado e a visão que ele conferia de momento era absolutamente fascinante…os olhos castanhos avelã dera lugar a uns azuis muito claros (como típico nos vampiros), mas Bill aparentava algo mais…o azul claríssimo tinha uma mistura estranha com um certo prateado, algo completamente novo aos olhos de Abby. Aquele toque prateado nos olhos do moreno conseguia intimidar, percorrer e deixar a vampira nervosa; os caninos aguçados dele eram o normal. Inconscientemente também a rapariga se transformou e voltou a olhar para Bill.
- Porquê essa diferença na cor dos teus olhos, Bill? – falou curiosa
- Querida…passados os 450 anos, nós atingimos o máximo dos nossos poderes e o prateado demonstra-o. – sorriu
- Wow… - sorriu – Deve ser incrível atingir o limite. – sorriu
- Tu já tens metade do teu poder, Abby. Rapidamente chegarás ao limite, mesmo antes de eu atingir os meus 550 anos. – falou divertido – E eu espero ver isso…Agora… - olhou o mar cada vez mais agressivo -…o mar espera-nos.
Ambos correram assustadoramente contra as ondas e logo mergulharam nas águas mornas do mar, Abby sentiu a mão do rapaz a agarrar a sua e puxou-a para o mais profundo do oceano. Atravessaram a agressividade das águas e deixaram que as correntes abruptas os encaminhassem por caminhos tumultuosos, depois chegar á calma das mesmas águas…nadaram divertidos por ali, apreciando os seres que os contornavam debaixo de água, no mais profundo desta.
Get out Mickey, I need sp(...)
publicado por Bê às 2013-05-21 23:33:01
Ultimamente, a minha mãe anda interessada num programa do Odisseia que faz recriações de mortes que não lembram a ninguém - vi um relato de dois rapazes que morreram num jardim de cactos, ambos completamente bêbados ao ponto de começarem a ter alucinações; um morreu com um espetado no coração, outro foi contra outro que lhe perfurou os olhos e o cérebro (?) whatever, foi uma coisa esquisita. Em contra partida, o meu pai anda interessado num programa do História - que por acaso é giro - em que as pessoas vão a uma loja com pertences antigos para vender o que quer que tenham antigo. Pelo que eu entendi, são feitas licitações sobre os objectos que as pessoas vendem, e após os proprietários da loja comprarem, levam a leilão mais tarde. Na última vez que vi o programa havia um rapaz moreno com uns caracóis engraçados. Foi à loja para vender uns quatro telefones antigos do Mickey. Coleccionador. O que o levava a livrar-se dos telefones mais antigos que os meus avós era a mudança da namorada. Ele disse que os queria vender porque a namorada ia viver com ele e ele precisava de espaço para os sapatos. Oh-meu-deus. O que eu sei, é que temos aqui um namorado e pêras. É assim mesmo.
Words with soul. Soul with love.
publicado por • Smartie às 2013-05-21 15:10:36
publicado por Bê às 2013-05-21 15:04:00
Eu disse que ia começar a arranjar o capítulo depois de três shots feitas e de acabar uma segunda parte numa outra coisa em que estou a escrever. Bem, não foi bem assim porque eu fiz uma shot apenas - acho eu - e apenas tratei da primeira parte da segunda parte do que eu queria. Também tinha dito que este capítulo não era nada de especial...Bem, ele não era. Não prestava para nada antes de o arranjar. No entanto, o arranjo mudou as coisas e com as coisas que acrescentei acabei por gostar dele e tudo. Obrigada pelas marcas, sim? E obrigada por ainda estarem a seguir isto. Não se preocupem que já falta menos de 40 caps para terminar ;)
» Capítulo 22 «
Se o esforço e trabalho não tivessem dado as mãos ninguém poderia afirmar que dois rapazes tinham enfrentado uma confusão danada para pôr as coisas em ordem de novo. Eram duas da manhã e eles sabiam que poderiam ter despachado e acabado com as arrumações e limpezas se todos tivessem colaborado. No entanto, Audrey estava demasiado alterada para ser deixada por Tom e dado o estado de Mel - e o receio que ainda persistia pelo seu bem-estar - fora decisão deles deixar Gustav ao lado da morena, deixando Georg e Bill encarregues das limpezas.
Já não havia vestígios de comida ou de garrafas pela sala, o chão e os móveis haviam sido limpos; e quando os dois empregados das limpezas se deixaram cair num sofá, já toda a casa se encontrava em silêncio. Audrey tinha começado a sossegar há uns minutos e Mel, até então, mostrava-se embriagada mas bem, ao ponto de não cometer mais nenhuma idiotice. Eles podiam, por fim, respirar e descansar porque bem mereciam.
publicado por Bê às 2013-05-20 00:42:09
Encho o papo. Ando tão virada para a Nora que não quero outra coisa. Este era o último e único livro que tinha comprado dela e que me faltava ler e agora...acabou! Não tenho mais nada da dona Nora para ler e eu não gosto disso. Estou em plena depressão porque gosto cada vez mais dos seus livros e do sentimento que põe neles e...não tenho mais nenhum para ler. Está quase a fazer um ano desde que o comprei e a piada está no facto de o ter levado por...levar. Sabia que o queria ler mas na altura de o escolher foi completamente ao acaso porque não me lembrava da sinopse nem daquilo que eu poderia contar com o livro. Escolhi e decidi trazê-lo para casa porque sabia que constava na minha lista de futuras compras e no meio de tanta indecisão, decidi arriscar. Eu não poderia ter escolhido melhor.
Para mim, os livros desta senhora seguem sempre a mesma ordem. Temos sempre um homem fantástico, uma mulher d'armas que sabe o que quer e um romance de nos deixar a suspirar pelos cantos por tempo indefinido. Pensei que este fosse seguir o mesmo estilo mas que seria engraçado pela particularidade da protagonista ser mãe solteira. A verdade é que me enganei e foi por isso que me rendi por completo a este livro. Notei logo diferença no início. Ela não é uma expert nas palavras mas tem jeito para elas e deixa-as fluir livremente e eu gosto disso. Desta vez mostrou-se mais crua e houve muita gíria pelo meio. Não considero a Nora uma mulher que fuja de determinado tipo de palavreado; quando tem de usar, usa. No entanto, nos diálogos e na narrativa do livro estava imposta tamanha descontracção que me fez prender ainda mais à história. Pensei também que ela não se dedicasse a romances policiais enquanto Nora Roberts e que era por esse mesmo motivo que havia criado a J.D. Roob. Portanto, encarar uma negociadora policial e os seus casos foi uma surpresa...agradável porque conhecer e tornar-me melhor amiga da Phoebe por 410 páginas por semanas foi um máximo. Também não posso deixar de dizer que apesar do protagonista ser o homem de sonho que eu esperava encontrar, ele deliciou-me pelo cavalheiro que era. Era de ideias fixas e isso atraiu-me tanto que se ele existisse mesmo, eu não responderia por mim. A forma como ele lidou com a família dela, principalmente a filha, foi demasiado encantadora e...enfim, estou rendida. Tenho pena por ter terminado mas ainda tenho o filme que fizeram baseado nele para ver. As minhas expectativas não estão muito altas porque, infelizmente, não parece haver alguém com competências para fazer um filme BOM baseado nos livros dela. Esses ficam todos para os livros do senhor Sparks, pelos vistos.
Enfim, resumindo, a trama foi fantástica, o romance também, a relação entre os personagens idem idem, aspas aspas. Não li muitos livros da Nora mas este sem dúvida que se tornou um dos meus preferidos...e tudo por um acaso. Resta-me ver se arranjo depressa mais livros dela para ler. Portanto, Dona Feira-do-Livro e Universo, espero que estejam alinhados a meu favor, pelo amor da santa. Estou a rezar por estes num futuro próximo...
Com uma graaaaaave e profunda inclinação para os "Escândalos Privados".
publicado por Shiniia ♡ às 2013-05-19 23:05:19
Amanhã começo no meu novo serviço, ligado à minha área. Espero que corra bem, mas confesso que nem tive muito tempo para ficar demasiado assustada nestas últimas horas porque a constipação ainda não passou. Começar em grande sem dúvida, a espirrar como uma desgraçada xDD
Além disso, esta é a semana em que terminam as avaliações finais às disciplinas. A partir desta semana, é só entregar trabalhos e fica feito.
Ai ai ai... x)
Words with soul. Soul with love.
publicado por • Smartie às 2013-05-19 18:16:02

1. Título: "For a Good Time, Call..." Ano: 2012 País: EUA Género: Comédia Realizador: Jamie Travis Elenco: Lauren Miller, James Wolk, Ari Graynor, etc. IMDB: Link
2. Título: "Warm Bodies" Ano: 2013 País: EUA Género: Comédia / Terror / Romance Realizador: Jonathan Levine Elenco: Nicholas Hoult, Teresa Palmer, Analeigh Tipton, etc. IMDB: Link
http://iamcarmen.blogs.sapo.pt
A Precious Vampire - 6º C(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-19 16:17:09
6ºcap
Sentiu-se incomodado, Abby não tirava os olhos da mesa onde Bill e uma humana bonitinha jantavam e parecia atenta em perceber o que ambos falavam. Fungou e bebeu de um gole todo o resto do sangue que mantinha no copo grande.
- Nunca me falas-te no Bill. – ela recordou
- Não calhou em conversa. – ele suspirou
- Mas eu lembro-me de te perguntar nomes de vampiros…honrados…não referiste o Bill. Ele é mais velho que tu, se tu já metes respeito, imagino ele.
- Nunca fui muito dado…a amizade com ele. – murmurou
- Não sei porquê?! – encolheu os ombros – É simpático e uma espécie de VIP da comunidade vampírica, assim como tu.
- O que não significa que tenha que ser grande…amigo dele. – Tom falou inquieto – E porque estamos a falar do Bill agora?
- Porque eu comecei a falar dele. – ela riu-se – Parece-me que não gostas muito dele. – terminou a sua bebida
- É-me indiferente. – Abby olhou-o surpreendida – Que foi?
- Também não fales assim, Tom. – deslizou a mão pela face do namorado – Inveja-lo por alguma coisa, amor?
- Não que eu saiba. – respondeu devagar
- Então porque falas assim…eu pensei que vocês fossem amigos, quer dizer Nina disse-me que o são.
- Nina é apaixonada pelo Bill desde que veio trabalhar para este Hotel. No dia que abri isto, ele esteve cá, era convidado ilustre… - olhou Abby – e pronto.
- Ela também delira por ti, sabes. – brincou – Notei-o bem quando aqui cheguei pela 1ª vez.
- Mas eu sou só teu, Abby. O Bill é de todas. – informou
- Calma que até á pouquíssimo tempo tu também eras de todas. – advertiu brincalhona
- Isso era antes. Depois uma simples humana, como tu na altura, captou toda a minha atenção e paixão. – sorriu e beijou-a com doçura – E eu não mais posso sobreviver sem ti.
Foi Abby quem o beijou mas foram interrompidos…o beijo parou abruptamente e Bill surgiu mesmo em frente do casal, todo ele sorridente e animado.
- Desapareceram a tarde toda. – falou num tom provocador – Bom…enquanto andaram sumidos, eu tratei de me informar. E temos uma maravilhosa festa na praia mais a sul da ilha…afinal a aldeiazinha que fica também aqui tem pessoas.
- Vampiros, queres dizer Bill. – Abby informou – A ilha em si pertence á família do Tom, mas quando houve a dita revolta dos caças, ao que tu deves saber bem mais do que eu desse tempo…. – o moreno sorriu de um modo vitorioso – a família Kaulitz deixou que muitos viessem para cá.
- Abby és uma estudante e tanto. – olhou divertido para Tom, que se mantinha com cara de incomodado
- Bem faço por conhecer melhor a historia da…minha raça. – riram.
- Eu posso ensinar-te muito da nossa historia, linda. – aproximou-se subtilmente -Ofereço-me para teu professor particular. – os olhos azul esverdeado da rapariga ganharam um súbito brilho, um brilho que mostrava a “sede” que ela tem de aprender a verdadeira historia dos vampiros.
- Já chega de conversa, não?! – Tom meteu-se
- Bom, mas isto tudo…para…perguntar se não acham uma boa ideia de irmos até essa festa?
- Parece-me bem. – olhou Tom – Que achas?
- Fiz uma viagem longa hoje, Abby. – suspirou – Estou cansado.
- Bom…
- Nós 2 ficamos bem, na festa. – Bill falou sorridente e lançou um olhar brincalhão a Abby – Não achas, linda?
- óh… - evitou ficar concentrada naquele moreno
- Como queiram. – Tom levantou-se rapidamente e rapidamente saiu da sala de jantar.
- Mas que raio… - sentiu a mão de Bill pousar sobre o seu ombro
-Não te preocupes. Ele apenas anda…incomodado. – sorriu e deu um beijo carinhoso numa das faces dela
Inocência da Maldade - 10(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-19 14:23:06
Para quem não tiver conta ou blog sapo e utilizar o "não tem blog sapo" para desejar comentar e o tal "Publicar Comentário" não surgir...não se preocupe. No canto superior direito da tua tela de pc deves ter algo que indique para "diminuir o zoom" da pagina (normalmente isto está a 100%) e basta reduzir para 90% ou menos (caso o desejes) para que a "linha" que te permite publicar apareça logo por debaixo da area de comentário.
Fica só a dica. =)
10º
Sentia-se nervosa, a segunda-feira havia passado e fora o momento em que havia acordado ao lado de Reita…Hoji Nami não soubera mais nada dele e já estava no final de expediente de trabalho de terça-feira.
Então a morena recordou a si mesma que nem tinha um numero para onde contactar com o homem. Agora restavam as questões: ocupado com a Yakuza? Entretido com outros assuntos mais divertidos? Sem vontade de saber e estar com ela?... aquilo fazia a tranquilidade da mulher entrar em total colapso.
Caminhava pelas ruas do bairro, em breve o pôr-do-sol daria lugar no céu tranquilo de Tókio; algures na sua pequena mala o seu telemóvel começou a tocar, Nami alcançou o aparelho e estranhou a indicação de “número desconhecido”. – Mochi, mochi? – respondeu à chamada – R..Reita. – corou de imediato, até por telefonema a morena se sentia nervosa e intimidada com aquele loiro/moreno – Acabo de sair do meu empre… - calou-se subitamente – Nani? – pestanejou – Mas, mas…eu não sei o que… - sorriu timidamente – Hai. – disse por fim e desligou a chamada.
Um segundo encontro (isto porque o aparecimento do homem no seu apartamento não havia contado como um encontro, exatamente). Correu para casa, tomou um mimado duche e debateu-se com o que deveria vestir. Desconhecia onde Reita a levaria para jantar e temeu não ir adequada para o local.
Talvez o melhor de tudo era manter-se fiel a si mesma portanto Nami escolheu uma saia de pregas, uma camisa e fez conjunto com um colete justo; o mais fiel ao seu estilo normal. Deixou o seu comprido cabelo solto e até de jeitos mais rebeldes, apenas um toque de blush nas faces; sapatos calçados, mala ajeitada e saiu do apartamento. Segundo as indicações de Reita por telemóvel um hammer negro e vidros fumados deveria esperá-la mesmo à entrada do edifício; tal e qual.
Nami reconheceu aquele homem que a aguardava junto do carro, havia sido o mesmo que interrompera o primeiro encontro do casal; sorriu-lhe timidamente e mesmo sem obter um sorriso de volta, o homem assentiu tranquilamente e indicou-lhe que entrasse no hammer.
*
Orichi olhava por mera curiosidade pelo espelho retrovisor do carro do seu chefe, conteve um sorriso divertido quando pode distinguir naqueles olhos cor de avelã de Hoji Nami, alegria, inocência e muito carinho. Ela não era nada o tipo de mulher que os homens de Suzuki-sama haviam imaginado…ideal para o seu chefe, afinal…Hoji-san lembrava uma criança no corpo de uma mulher.
Recordara o dia em que Suzuki-sama ordenada a Taru que se informa-se sobre tudo o que poderia encontrar sobre a vida daquela jovem mestiça; Reita estava destemido e quando notara que os seus homens não achavam aquela mulher nada de especial…o ambiente na casa onde se encontravam ficou pesado e todos temeram dar a entender a opinião errada ao líder dos Suzuki. Á muito Orichi ouvira o antigo membro ativo da Yakuza falar que: por mais condenada que a alma de um yakuza seja ou por mais frio que seja seu sangue…o gosto da tortura inocente é o mais intenso de toda uma vida. Talvez em Hoji Nami, Suzuki-sama visse alguém que o afastava daquela vida violenta e carregada de males, talvez com aquela mulher o chefe de Orichi se sentisse docemente feliz e isso não o fazia pensar na sua condenada alma. – Chegámos Hoji-san. – o homem falou enquanto parava o carro que conduzia; olhou pelo espelho retrovisor e indicou silenciosamente à jovem mulher que saísse do seu lugar.
Nami agradeceu aquele homem o facto de ter sido seu motorista privado e saiu do carro; mal fechou a porta do Hammer soltou um longo suspiro. Desconhecia o local onde se encontrava, tudo o que tinha perante si era um enorme prédio de luxo com incontáveis andares. Engoliu em seco e logo o seu telemóvel tocou – H..Hai? – falou para quem lhe ligava – Informa-me o que faço à porta de um prédio de luxo no centro de Tokio? – pediu a Reita, que era quem lhe ligava – Sério? – começou a caminhar na direção da entrada em arco do prédio, ainda olhou atrás de si e já não restava sinal de Hammer negro algum.
Empurrou a grande porta de vidro do edifício e logo vislumbrou um homem negro, notavelmente segurança dali a olhá-la – Konbawa! – falou ela e mantendo ainda o telefonema com Reita – Hoji desu. – anunciou ela. O homem assentiu e logo lhe indicou o caminho para um dos dois elevadores do edifício.
Nami pestanejou e logo digitou os números código que Reita lhe anunciava por telefonema. – Certo. – falou ela assim que o elevador indicou que fora “desbloqueado”, chamou o dito elevador e pouco demorou para as portas metalizadas deste. Entrou e marcou 10º andar – Ja ne. – falou timidamente e desligou a chamada.
Se ali naquele edifício ficava a cobertura de Reita, então…sem duvida que Yakuza trabalha com muito dinheiro mesmo. Nami recordava as poucas histórias que lera sobre a máfia japonesa e então relembrou que nem todas as famílias “oficiais” da Yakuza eram conhecidas, obviamente…haviam vários nomes escondidos por nomes de grupo de máfia. Então Nami recordou tudo o que aprendera sobre a Yakuza…seria então que Reita, com meros 31 anos era o oyabun da sua família (era impensável isso).
O elevador anunciou chegada ao 10º andar. Nami saiu timidamente e logo se deparou com uma porta em madeira maciça e notou que esta estava entreaberta; Reita havia-lhe dito «vai entrando, koi», por isso…ela entrou sem se anunciar.
Seu corpo pareceu gelar quando passou o largo hall de entrada e se deparou com uma ampla sala, onde uma das paredes era uma comprida janela e dali se tinha uma paisagem estonteante; Nami continuava congelada à entrada, quatro homens estavam de costas para ela e o quinto, era Reita que se encontrava sentado num cadeirão de aparência muito confortável.
Os quatro homens mantinham-se de pé e olhavam o seu “chefe”, o silencio era tudo o que provinha deles e o próprio Reita se havia calado quando seu olhar encontrou Nami à entrada da sala. – Podem ir. – Reita falou confiante, sua voz parecia mais grave do que o habitual.
- Suzuki-sama. – os quatro homens falaram enquanto fizeram uma rápida reverência. Pareciam mecanizados aqueles homens, giraram em seus calcanhares e passaram por Nami sem se atreverem a admitir que seus olhares se encontrassem com os da mulher. A porta da cobertura ouviu-se fechar.
Reita elevou-se do cadeirão e chamou Nami para junto de si com um gesto, ela atendeu seu pedido e não tardou em se ver envolvida pelos braços daquele homem. O beijo entre o casal aconteceu o mais tranquilo e de total entrega, possível. – Reita…posso pedir-te que me esclareças umas coisas? – perguntou-lhe ela com receio, até seu corpo tremelicou de medo entre os braços dele.
- Se poder esclarecer… - ele falou tranquilo mas interiormente imaginou o que queria a morena saber.
- Tu és mesmo o…chefe…chefe…do teu grupo? Ano…és o oyabun? – seus lábios tremeram-lhe de receio. Não estava minimamente interessada em se meter no assunto do “trabalho” daquele homem mas…era curiosa por natureza.
- Hai. Eu sou o oyabun. – ele respondeu baixinho. Nami encarou-o
- Mas…mas…Suzuki não é o nome associado a nenhuma família reconhecida da Yakuza. – ela concluiu mais para si do que para ele.
- Quem disse que somos…reconhecidos, Nami? – ele provocou com um sorriso
- Na..ni…? – esbugalhou seus olhos – Mas..é um clã, ne? – ele afirmou com um gesto de cabeça – Então…
- Nós atuamos fora da lei ou longe do conhecimento público, koi. Por acaso têm acontecido muitas conversas protestantes pelo facto de tu me conheceres e saberes o que eu faço e tudo o resto. – franziu o sobrolho.
- Normal. No lugar de um… wakashu ou kyodai, também não ia gosta nada de uma estranha pelo meio…não fiz cerimonia alguma e tudo isso que se aplica ao conhecimento de um clã. Não tenho oyabun e isso… - baixava gradualmente o tom da sua voz. – Acho perfeitamente compreensível que desaprovem o facto de eu aqui…surgir, ne. Temem que eu…fale. – Reita começou a rir e a morena corou imenso.
- Andas-te a estudar o que é conhecido da Yakuza, Nami? – quis ele saber
- Não. Bom…estudei algumas coisas mas só desde que vivo no meu bairro, porque desde inicio que me informaram que é um bairro onde atua Yakuza e aparentemente sabia-se que lá…vocês atuam muito. Até existem estabelecimentos que proíbem membros de clã no seu interior. O que acho escusado mas pronto. – encolheu os ombros – Só estou a tocar no assunto…Reita porque não quero que os teus kobun, wakashu ou kyodai… - encolheu os ombros em sinal de indiferença para si – protestem.
- Nami…diz-me…quando estive junto de ti pela primeira vez, mesmo sem saberes que sou oyabun…imaginas-te desde logo que discretamente confirmei o que faço na vida..que…
- Jamais poderia fugir ou escapar da Yakuza. Sim. É isso que me assusta, sabes. Eu sei lá o que pensam de mim.
- Portanto…eu senti que podia confiar em ti e foi impossível afastar-me de ti. Simplesmente… - sorriu – apaixonei-me sem lógica por ti…civil. – suspirou – Claro que isso condenou-te a ficares em silencio sobre tudo o que tens vindo a conhecer de mim.
- Sério…podes condenar-me a isso as vezes que desejares…Suzuki-sama. – ela falou timidamente – Simplesmente…quero estar a teu lado. – o homem inclinou-se ligeiramente para ela e acabou por lhe exigir um novo beijo.
- Koi…vou contar-te o que posso sobre a minha vida. Suzuki não está associado à Yakuza…o meu clã é…secreto para a maioria dos clãs poderosos. Somos 190 membros, 990 homens e entre os quais existem 100 recrutados para “dominação de área”. Faz de conta que és uma delas…para já.
publicado por Shiniia ♡ às 2013-05-19 00:54:00
Antes de mais, começo por dizer que existe um novo capítulo da minha fic postado, quem ainda não foi lá, está à vontade!
Agora, passo para o desafio que me foi passado pela Bruna e que eu achei bastante interessante, mesmo! Gostei :D
Regras: É bastante simples, e ao contrário de muitos desafios, este puxa pela nossa criatividade e capacidade de passar o que estamos a pensar para o leitor. Temos então de descrever como será a nossa margem (rio, lago... tem de ter a ver com água), não esquecendo de referir todo o contexto que envolve a margem, levando o leitor a 'vê-la' na sua mente, e sobretudo, a senti-la.
«O sabor do vento chuvoso inunda e preenche os meus medos, as minhas ânsias, os meus receios, deixando um rasto de dúvida dolorosa que não permite que se construam bases fortes junto a um rio fértil mas tempestuoso. Risos maldosos fazem-se ouvir, e o frio do Inverno impiedoso obriga-me a encolher-me o mais possível em busca de protecção.
Então uma breve luz escapa pelas núvens, atingindo os meus cabelos, a minha pele, mostrando-me que só olhando para cima é que poderei ver de onde ela vem. Sigo com os olhos doridos a sua presença, e percebo que se me erguer, consigo ver mais dela.
Lentamente levanto-me do chão, recolhendo os pedaços que de mim se havia desprendido, e respiro fundo. A brisa mudara agora que já não estava recolhida no chão onde todos pisam, e a força daquela luz tornara-se mais intensa que nunca. O vento abrandara, o cheiro da erva selvagem era agora mais perfumado e a água atingira uma cor menos escura, onde as pedras do leito se viam agora.
Limpando as lágrimas da minha face, dei um passo em frente para a luz que me inundava, e pontapeei as pedras que me tinham sido arremessadas durante a tempestade.
Iria reerguer-me, com mais força que a própria tempestade que me atirara para o abismo. Sem olhar para trás, e sob os sons da Natureza, sorri. Estava viva.»
Dramática? Um bocadito, talvez.
Passo o desafio a quem quiser fazê-lo, porque confesso que estou exausta devido à gripe que apanhei. Nada agradável, especialmente porque o trabalho que vos falara há dois posts atrás, começa já esta Segunda!
Estou ansiosa e receosa. Não estou habituada a ter demasiadas coisas boas, por isso, espero sempre o pior xDD
Vou curar a gripe :)
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-18 22:42:44
publicado por Bê às 2013-05-18 21:55:27

*morta de riso* A tua carapuça foi descoberta, hein, Gustav? ahahaha
Agora, andem com isso. Quer ver-vos a falar mal do Bill! Isso vai ser interessante...
publicado por Shiniia ♡ às 2013-05-18 20:18:16
Era só mesmo para avisar que há capítulo novo na fic «Entre a diferença e a Igualdade».
Mais tarde passo aqui para dar mais noticias :D
Por agora, tou sem luz, e a bateria tá a morrer --'
Capítulo 3 - Entre a dife(...)
publicado por Shiniia ♡ às 2013-05-18 20:01:45
Olá pessoal!
Bem, há algum tempo que não posto nesta fic, e a culpa vem da minha óbvia falta de tempo, e também da minha indecisão! Tudo por causa deste mesmo capítulo intermédio que pouco mais posso acrescentar, por isso, resolvi postá-lo de uma vez.
É mais pequeno, mas tem de ser assim para dar inicio ao que aí vem.
Espero que estejam a gostar, e agradeço a quem está a acompanhar, especialmente, a quem comenta :)
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*A luz dos meus olhos, podia ser um arco-íris de felicidade só meu!*
Naquela manhã tinha-me sentido um pouco mal disposto, no entanto, para impedir preocupações alheias decidi-me a não revelar essa parte. Estava a fazer tratamentos de quimioterapia, e estava a ser acompanhado com os cuidados que eram necessários. O meu quadro clínico podia ser um pouco melhor, embora em termos de sintomas eu não sentisse grande coisa. Basicamente, estava tudo centrado nos sintomas que vinham com a quimioterapia e que me conseguiam pôr de rastos, quase como se corresse vários quilómetros sem parar, e as forças estivessem a ser lentamente sugadas com o tempo. Era doloroso sim, mas precisava de continuar. Estava cansado, com dores e algumas manchas aqui e ali, mas nada que explicasse a gravidade daquele problema. Também não compreendia como tinha apanhado semelhante coisa, se é que existe uma explicação para se conseguir arranjar esta doença, mas isso também já nem me ocupava a cabeça. Sabia que podia morrer, sabia o risco que corria, mas não podia virar costas a tudo o que criara.
Os médicos proibiram-me de fazer concertos e esforços excessivos ao fim de algum tempo, algo que não aceitei. Eu não estava preparado para largar tudo desta forma, e por isso tive de levar um novo susto para me convencer do risco que me rodeava. Os nossos fãs aceitaram o problema com grande preocupação e maior naturalidade que eu, e era sem dúvida um bom apoio.
Revira Heidi nos tempos que se seguiram, e conhecia-a melhor agora. Já não frequentávamos o mesmo hospital, ou melhor, a mesma ala, porque Heidi não sofria de nenhum problema cancerígeno que levasse a frequentar as mesmas consultas e tratamentos que eu, por isso, encontrava-a de vez em quando, à saída.
Ela estava em fase de transferência de processos médicos, mas isso foi só no início do meu tratamento. Meses depois, voltei a cruza-me com ela por mero acaso, e mantivemos uma relação de amizade que sabia bem manter em tempos difíceis.
Ela nunca me encarara com pena. Muito pelo contrário, de todas as pessoas com quem convivia, ela era talvez a única que sabia o que era ter o hospital como rotina. Estava à espera de um transplante de córneas há alguns anos, e por isso já era familiar com a dor de ter uma um problema. Heidi ficara cega num acidente que envolvera uma dezena de erros cometidos num tempo em que julgamos que o mundo é só nosso, e que ninguém percebe nada!
Tal como todos nós cometemos erros na adolescência, Heidi achou que o que tinha não era suficiente, e para contrariar as regras, decidiu fugir de casa com um namorado que tinha na altura. Com 16 anos e uma mota com pouca cilindrada, eles abandonaram as casas onde viviam para poder participar num festival que tinham sido proibidos de ir pelos seus familiares. Queriam ver combinações de luz num dos maiores festivais internacionais, e que na altura, estava concentrado na Alemanha, por isso fizeram-se à estrada juntos e sem medo, e também sem conhecimento nenhum acerca do estado em que se encontrava a mota que conduziam.
Sem travões, a mota ficou descontrolada numa descida, e o acidente contra uma pequena carrinha de vegetais foi brutal, roubando a vida do rapaz e tirando a luz dos olhos de Heidi…
Aos 20 anos, Heidi passara pela experiência de um transplante, mas o corpo não aceitou, e por isso, Heidi regressou à escuridão.
‘- Mas sabes o que mais sinto falta? – Disse-me ela, numa das várias conversas que tivéramos. – Das cores maravilhosas do arco-íris. Eu amava olhar para o céu e ver aquelas cores tão puras lá, inalcançáveis. Gostava de voltar a ver nem que fosse apenas por um bocadinho, sabes? E ver aquelas cores, que ninguém consegue na totalidade compreender, os feixes de luz que só a Natureza consegue atingir…’
Sorri, perante o desejo tão inocente que ela tinha desde que perdera a visão, e suspirei quando me apercebi que também tinha um desejo simples e modesto: queria viver um pouco mais…
Mas o tempo passava e a cura parecia cada vez mais distante. Após algum tempo, e vendo o quão fraco o meu cabelo estava agora, decidira finalmente cortar todo o meu cabelo para evitar vê-lo cair como já começara a cair. Era doloroso para mim e para quem me rodeava, mas era melhor que se fizesse de uma vez, do que caísse lentamente. Quebrava assim mais uma etapa do sofrimento lento.
Saí do cabeleireiro com um gorro na cabeça, recusando-me a tocar no que restava da minha imagem, agora completamente estragada. Estava zonzo só de imaginar, e as lágrimas inundavam a minha face sem parar, por muito que desejasse que parassem.
E o tempo passava, mas os planos para um futuro mais longo estavam cada vez mais longe…
publicado por Bê às 2013-05-18 00:29:26
Um novo ar. Não é nada de novo mas dá para o gasto e sempre há uma mudança que é o que eu queria. Se eu estava muito farta do outro? Nem por isso mas o meu estaminé precisava de alguma cor. Ainda são capazes de ver um vestígio do que o outro tinha por estes lados também. O que posso dizer? Não me consegui livrar daqueles Power Rangers alemães. Como eu calculo que não haja mais nada por estes lados que requeira um balde, babem-se perante a caixa de comentários.
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-17 23:15:51
...e basicamente é apenas isso. Estou extremamente, completamentre, inexplicavelmente...aborrecida. Fim.
Kisu <3
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-17 18:14:25
...em que a pessoa me chama de "amor" mesmo que só na brincadeira. Acredito que o mundo deu uma volta ao contrário do habitual. O_o
Mas sabe bem essas coisas, mesmo que na brincadeira, neh. =P
Kisu <3
publicado por Freshlypink às 2013-05-17 17:44:18
Vou ter de levar o computador a arranjar por isso vou ficar sem ele durante tempo indeterminado :( espero que não demore senão ainda tenho para aqui uma crise vou sentir saudades

