
Assustar não é fácil, mas Hollywood tem os seus truques. Como em fórmula ganhadora não se mexe, aqui fica uma bonita compilação de sustos causados por espelhos (com as diversas variações incluídas).
(via JoBlo.com)
Olá amigos!
Na Semana em que foram anunciados os nomeados aos Oscars (de que falarei em breve), estrearam 3 filmes distintos nos cinemas nacionais. Assim temos o regresso de Woody Allen a Nova Iorque com "Tudo Pode Dar Certo", a Disney com um filme de animação tradicional e com uma princesa negra pela primeira vez , "A Princesa e o Sapo", e uma comédia com um elenco de luxo num título bem original.
Assim as estreias de 4 de Fevereiro foram:
- "Homens Que Matam Cabras Só Com o Olhar" de Grant Heslov ( "The Men Who Stare At Goats" - Estados Unidos, 2009)
- "A Princesa e o Sapo" de John Musker e Ron Clements ("The Princess And The Frog" - Estados Unidos, 2009)
- "Tudo Pode Dar Certo" de Woody Allen ("Whatever Works" - Estados Unidos, 2009)
"Homens Que Matam Cabras Só Com o Olhar" traz o título mais estranho dos últimos tempos, o que se confirma num filme que desafia o entendimento de qualquer um. Salvo melhor opinião, um grande elenco nem sempre resulta num grande filme..
A "lunática" história conta o seguinte:
O repórter Bob Wilton anda à procura do seu próximo "furo" quando conhece Lyn Cassady, uma sombria figura que afirma fazer parte de uma unidade experimental do Exército Americano. Segundo Cassady, o New Earth Army está a mudar a forma como as guerras são combatidas. Uma legião de "Monges Guerreiros", com poderes psíquicos sem paralelo, consegue ler os pensamentos do inimigo, atravessar paredes e mesmo matar um bode só de olhar para ele! Agora, o fundador do programa, Bill Django, desapareceu e a missão de Cassady é encontrá-lo. Intrigado pelas “histórias da carochinha” de Cassady, Bob decide impulsivamente segui-lo. Quando a dupla descobre Django num campo de treino clandestino, liderado pelo renegado médium Larry Hooper, o repórter vê-se no meio de um diabólico duelo entre as forças do New Earth Army de Django e a milícia pessoal de super soldados de Hooper. E para sobreviver a esta louca aventura, Bob terá de vencer um inimigo que nunca julgou poder existir..
Com a "A Princesa e o Sapo", a Disney regressa à animação tradicional, e numa fase de grandes inovações tecnológicas, em que os computadores são os grandes co-criadores, até é bem agradável ver esta obra com a estreia de uma princesa negra no mundo animado.
Esta é uma versão moderna de um conto clássico, que conta com uma rapariga chamada Tiana, um príncipe sapo que tenta desesperadamente voltar a ser humano e um beijo fatídico que os levará numa hilariante aventura através dos fascinantes riachos do Louisiana, por Nova Orleães, e com muito sabor a jazz.
"Tudo Pode Dar Certo" marca o regresso de Woody Allen a Nova Iorque, após alguns anos pela Europa, em que entre outros realizou o excelente "Match Point".
Neste seu novo filme, Larry David assume o papel principal, pouco convencional, de um excêntrico misantropo que encontra uma ingénua e influenciável jovem fugitiva. Quando os seus tensos e irritáveis pais chegam para a salvar, eles são rapidamente enredados em acontecimentos românticos inesperados (levando-os para fora do seu mundo…). Todos vão descobrir que encontrar o verdadeiro amor se resume à combinação da sorte e de apreciar o valor de que Tudo pode dar Certo...
Bom Cinema!
Façam o favor de ser felizes e de fazer alguém feliz!

De vez em quando surgem dois ou três clichés que tornam a vida do crítico de cinema (ou do aspirante a critico de cinema) bem mais fácil. Neste momento é comum ouvirem-se aos pontapés coisas como "O Avatar tem bons efeitos especiais mas a história não vale nada" ou "Animação boa só mesmo a do Miyazaki" ou então "O Woody Allen dos anos 70 é que era". Afinal de contas, se há tanta gente a repeti-lo é porque deve ser verdade. É fácil de decorar e ajuda a dar um ar de entendido, mesmo que nunca tenhamos visto um filme do Allen na vida.
Pois, na opinião deste modesto servo, nem o Woody Allen "do antigamente" era assim tão genial, nem o novo Woody Allen é assim tão mau. Vicky Cristina Barcelona, por exemplo, é um óptimo filme. Sólido e profundo, como se quer um bom filme existencialista. Confesso que estou curioso para ver o que os detractores do novo Woody Allen vão achar de Whatever Works. Afinal de contas, apesar de ter sido filmado no século XXI, o argumento foi escrito por Allen nos anos 70. Estaremos perante um paradoxo capaz de fazer implodir toda a raça de críticos de cinema?
Mas vamos ao que interessa: A expressão Whatever Works (pessimamente traduzida para português) representa a filosofia do protagonista Boris Yellnikoff, interpretado na perfeição por Larry David (o incansável co-argumentista de Seinfeld e protagonista de Curb You Entusiam), que vive a vida sem fazer grandes planos, limitando-se a aceitar as coisas "desde que elas funcionem". Yellnikoff é demasiado genial para compactuar com as regras da nossa sociedade subdesenvolvida. Em tempos foi proposto para o prémio Nobel da Física, é divorciado, maniaco-depressivo, hipocondríaco e sofre de umas pontuais tendências suicidas. Para além disso ganha a vida a ensinar crianças a jogar xadrez (não sei se ensinar é a palavra mais adequada, mas à falta de melhor ficamos com esta). Ele aparece-nos como o único ser humano capaz de ver o mundo como ele é, e como tal, numa engenhosa manobra de Allen, é o único personagem a perceber que está num filme e a quebrar constamente a quarta barreira.
Um dia conhece Melody St. Ann Celestine (Evan Rachel Wood), uma inocente parola do sul, e , como não quero estragar nenhuma surpresa vou terminar a minha sinopse introdutória por aqui. Digo apenas que Allen fugiu, e graças a Deus, à habitual relação life changing e, consequentemente, à visão romântica e platónica da sociedade. Apesar de rude e antipático, Yellnikoff é o único personagem que esteve certo desde o princípio e, provavelmente, o único que se mantém inalterado ao longo do filme (bem, quase...).
Whatever Works é um conto moral com excelentes diálogos e recheado de humor. Em nenhum momento nos tenta impingir valores e ideologias (à parte da ideologia de aceitarmos a nossa própria ideologia), e isso faz dele um produto surpreendentemente refrescante. Se calhar, no fim, ficamos com aquela sensação de tudo ter funcionado bem demais e de faltarem algumas explicações... Mas para quê mais explicações se tudo funciona tão bem assim?


Quem é este homem que aparece no final de This Is It na música "Man In The Mirror"?
Na minha opinião esta pessoa é um pouco paracide com Dr.Murray.
A cor, o estilo de roupa e a propria estrutura física traz semelhanças com o homem que "matou" o Rei da pop.
Que acham?

O Daredevil de 2003 não foi propriamente um campeão de bilheteiras (pode-se dizer que o dinheiro que fez mal dava para mandar cantar um cego... cego, perceberam?), por isso, para a Fox, uma sequela estava fora de questão. No entanto, se o estúdio não fizesse mais nenhum filme perderia os direitos do personagem para a Marvel... o que fazer? Reboot!
Depois de Fantastic Four e Spider-man, Daredevil é o mais recente herói da Marvel a merecer uma segunda oportunidade no mundo do cinema.
Para ser sincero não desgostei totalmente do primeiro Daredevil (que diga-se de passagem era bem melhor do que aquele spin-off mal amanhado de nome Elektra). Aliás, a versão director's cut consegue ser um produto bem decente. Se ao menos o Ben Affleck não fosse box-office poison...
O dia de ontem começou com as celebrações da 100ª edição da Caderneta de Cromos, a minha rubrica da Rádio Comercial. Cumpri o prometido de forma surpreendentemente ágil: tinha jurado ao vasto auditório que iria comemorar os 100 cromos fazendo rodar 100 vezes um dos lendários limões de plástico populares no fim dos anos 70, princípio de 80s, à volta do meu tornozelo, enquanto os meus colegas - Pedro Ribeiro, Vanda Miranda e Vasco Palmeirim - enunciavam, por cada volta do limão, o título de cada uma das 100 edições da rubrica. O limão - e a reportagem video que se segue - foi gentilmente cedido pela Mónica Albuquerque, uma fã tão dedicada da Caderneta de Cromos que, se um dia fizermos a CadernEXPO, a grande exposição de pedaços das nossas infâncias e juventudes, ela será o nosso Joe Berardo. A Colecção Albuquerque, que a Mónica vai revelando em inúmeras fotografias na página oficial da Caderneta de Cromos no Facebook, é de uma riqueza ímpar, incluindo brinquedos, livros e gadgets que quase todos tivemos e que há que tempos que não víamos.
A Mónica filmou o momento em que, no ar, em directo, para todó Portugal, eu abracei - ao som, inevitavelmente, de Chariots of Fire - o desafio de dar 100 voltas com o limão. Praticamente em jejum, à excepção de um pedaço de bola de berlim. Apesar de um ligeiro e quase invísivel percalço, a coisa correu bem. Peço que atentem e se deixem banhar na emoção que os meus colegas emanam ao gritarem os títulos dos 100 cromos da Caderneta:
Foi bonito de se ver. Só faltava Eládio Clímaco a relatar este momento que, para ser digno de comparação com uma edição dos Jogos Sem Fronteiras, só precisava de envolver uma piscina.
À tarde, ficou gravado o primeiro episódio da saga de webisódios Asfalto Morninho, uma aventura da vida real que acompanha todo o meu processo de aprendizagem do maravilhoso mundo da condução automóvel. Achei que era interessante, depois de tantos anos de militância anti-carro, eu imortalizar, num verdadeiro docudrama, a minha saga de tirar a carta. Ou de chumbar. Seja como for, a série vai mostrar tudo - as vitórias, os falhanços, os embaraços, tudo. Vai ser a coisa mais emocionante envolvendo carros desde o Knight Rider. Neste momento ainda só está disponível um teaser explicativo, mas em breve poderão ver o episódio 1.
Maravilhosamente surreais foram os acontecimentos de fim de tarde, num centro comercial aqui da minha zona. Quando passeamos os três - eu, a Ana e o Pedro - depressa nos apercebemos que suscitamos o interesse e a simpatia das mais diversas pessoas e temos targets diferentes: a Ana - para além do vistaço que faz por ser a Deusa que é - atrai pessoas de alguma idade, fiéis seguidoras do Jogo Duplo; eu atraio pessoas mais jovens, ouvintes das minhas rubricas radiofónicas e seguidoras do Facebook, Twitter e do blog; o Pedro atrai, basicamente, toda a gente que tenha um mínimo de entusiasmo por bebés. Aqui para nós: fizemo-lo bem, perfeitinho e encantador, e com um poder de sedução gigantesco.
Uma senhora na casa dos 50 aproxima-se de nós, encantada com o bebé, e por fim dispara: "Muitos parabéns pelo seu papel no filme. Eu não gosto de nada do que faz, mas no filme está tão natural, gostei muito. Vai-me desculpar, mas não aprecio nem acompanho o que faz, porque gosto nada de programas da treta, mas adorei vê-lo n'A Bela e o Paparazzo."
Confesso que fiquei com vontade de dizer: "Não aprecio nada o seu cabelo, mas adorei o elogio." Em vez disso, digo: "Mas eu acho que nem me vê muito em programas da treta. Eu faço mais é rádio". Diz a senhora, depois de uns segundos de confusão: "Mas na rádio o senhor é mais sério". Perante isto, na minha mente passa um flashback da minha actuação matinal, fazendo um limão girar 100 vezes à volta do tornozelo enquanto os meus colegas gritam.
Preparo-me para pagar o lanche da família, na caixa do bar onde abancámos, quando uma jovem simpática, chamada Mariana, se aproxima de mim e me pede um autógrafo. A senhora que me está a cobrar o lanche diz, num forte sotaque brasileiro: "Mas quem é o senhor? É famoso? Porque está dando autógrafo? Quem é ele? Quem é ele?". Eu tento despachar a situação dizendo "faço umas coisas".
A Mariana explica quem eu sou. E de repente, todas as atenções estão sobre mim, naquele estabelecimento de sandes. Atrás do balcão, cada uma das quatro empregadas tem a sua teoria sobre o que eu faço, mas ninguém tem bem a certeza. Uma delas afirma: "É um que faz rir". Outra afirma: "Toda a gente sabe que é júri dos concursos de dança". Ainda outra, e sem dúvida o meu palpite favorito de todos: "É patinador".
Pelo meio da confusão, tento ouvir a Mariana, que diz que adorou o filme e que, tal como a personagem da Soraia, chama-se Mariana Reis. Enquanto tento explicar à Mariana, no meio da confusão que se gerou no bar, a origem dos nomes do argumento d'A Bela e o Paparazzo (na verdade são nomes de pessoas que o argumentista do filme, o Tiago Santos, conhece, entre amigos e família), constato que um senhor de idade se aproximou da Ana e do Pedro. O Pedro sorri para o senhor e este pega-lhe ao colo por uns momentos, antes de sacar de um espesso maço de notas da algibeira e dizer: "Ele já tem mealheiro?". Nós tentamos demover o senhor de oferecer dinheiro ao filho de estranhos como se fosse avô dele, embora agradecendo a simpatia, mas o senhor insiste ao ponto de começar a achar quase ofensiva a nossa recusa, deposita 10 euros nas mãos do confuso Pedro e vai-se embora, fazendo ouvidos moucos às nossas incessantes tentativas de recusar amavelmente o dinheiro.
Tudo isto aconteceu de forma imparável e foi divertido, embora eu queira acreditar piamente que aquele senhor do maço de notas faz isto também com bebés que realmente precisam. Foi divertido, claro está: excepto a parte em que o Pedro deu um safanão numa chávena de café bem quente para cima das minhas calças. Coisas que acontecem.

Com muita pena, hoje vi o último The Tonight Show with Conan O'Brien.
E, como sempre, Coco não nos desiludiu. Desta vez com a presença de Tom Hanks, Will Ferrell, Steve Carell e Neil Young. Para não falar do seu último discurso, com a sua voz tremida da emoção, antes de finalizar com a actuação de Will Ferrell. Classe é o que o define.
Algo me diz que a NBC vai desejar nunca tê-lo deixado sair.
"To all the people watching, I can never thank you enough for your kindness to me and I'll think about it for the rest of my life, all I ask of you is one thing: please don't be cynical. I hate cynicism. It's my least favorite quality and it doesn't lead anywhere. Nobody in life gets exactly what they thought they were going to get. But if you work really hard and you're kind, amazing things will happen."
A Princesa e o Sapo.
De John Musker e Ron Clemens.

Em Portugal está a decorrer o programa Idolos 2009.
Este domingo é a final e durante este caminjo tivemos uma gala de tributo a Michael Jackson.
Tivemos músicas como Beat It, Earth Song, Billie Jean, bad e muito mais...
Essa gala será vista apartir de SEGUNDA!

Agora que Paul Levitz deixou a presidência da DC Comics, Watchmen deixou de estar na paz do senhor. Fala-se em Watchmen 2. E algures na sua gruta, numa floresta recôndita do Reino Unido, Alan Moore suicida-se enfiando a barba numa ventoinha.
Como a chegada de The Princess and the Frog às salas nacionais, resolvi ressuscitar o belo do Top 10 (eu sei que vocês gostam) e divulgar aqui, e em primeira mão, os meus 10 clássicos Disney de eleição.

Um dos grandes motivos de interesse de Hercules dá pelo nome de James Woods. As canções são orelhudas e a história (apesar de ser uma adaptação demasiado livre da mitologia grega) está bem montada. No entanto, se não fosse o Hades do sr. Woods a coisa não teria a mesma perversidade bem humorada.

Foi o último grande sucesso em animação tradicional dos estúdios Disney. Tem tudo o que se pode esperar de um clássico da casa do Rato Mickey: um herói com um passado triste, um grande vilão e um par de secundários memoráveis. A animação tradicional nunca mais seria a mesma.

Não foi a primeira das princesas Disney, mas foi certamente a que mais contribuiu para a criação do cânone. Um conto de amor e justiça com uma boa dose de sorrisos. Como é que não poderíamos gostar dele?

A par com The Aristocats, é um dos clássicos Disney mais ritmados de sempre. As canções são memoráveis, e os personagens intemporais. Foi o último filme a ser supervisionado por Walt Disney, e o primeiro a ser lançado depois do seu desaparecimento.

Quem é que em criança nunca desejou voar para a Terra do Nunca? Peter Pan é o conto infantil por excelência. Uma luta entre o bem e o mal, recheado de personagens entranháveis. E admito que, apesar de tudo, sempre gostei mais do Capitão Gancho do que do Peter Pan.

Um verdadeiro feito na arte do storytelling cinematográfico. Uma obra com uma estrutura narrativa exemplar, alternando na perfeição entre o registo mais surreal e a pura comédia familiar. Foi o primeiro filme animado a ser distinguido pelos prémios da Academia e o tema When You Wish Upon a Star ainda hoje pode ser ouvido antes de qualquer filme com a marca Disney.

Belo, assustador, ternurento. O pai (ou neste caso a mãe) dos clássicos Disney pode não ter a sofisticação dos filmes mais recentes, mas tem tudo o que se pode querer do mundo de magia idealizado por Walt Disney.

Foi o primeiro filme animado a ser nomeado para um Óscar de Melhor Filme (e até este ano, o único) e ganhou o Golden Globe para Melhor Comédia/Musical. É um dos filmes mais negros da Disney e aquele que melhor conseguiu compreender o espírito do histórico Snow White. Tem drama, comédia, paixão, e tragédia... ah, e as músicas são absolutamente deslumbrantes.

Há muitas coisas em Aladdin que o tornam num clássico instantâneo: o génio esquizofrénico de Robin Williams, os extraordinários números musicais, o carismático Jaffar, o equilibrio emocional da narrativa - nunca esquecendo a vertente dramática. É só escolher uma delas e já têm razões mais do que suficiente para sustentar a presença de Aladdin no segundo posto da lista. (e mesmo se não tiverem, a lista é minha, por isso paciência)

É, a par com Aladdin e The Beauty and the Beast, um dos mais dignos representantes da nouvelle vague Disney dos anos 90. Não tem o ritmo frenético do primeiro nem o apelo negro e romântico do segundo, mas esta poderosa adaptação livre do Hamlet de Shakespeare é um dos contos mais completos e emocionantes da história do cinema.
E aqui apresentamos o novo vídeo do nosso blog!
Todas as grandes imagens de Michael Jackson, com música a altura e grande qualidade.
O nosso blog está cada vez mais profissional graças aos grandes profissionais que constituem esta equipa.

Lembram-se daquelas alturas em que temos o computador pessoal tão cheio de esterco digital que a única solução é formatar o disco e voltar a instalar o sistema operativo? Pois no cinema isso também acontece. Batman and Robin foi um pedaço de caca tão espessa e fumegante que o franchise que Tim Burton começou em 1989 nunca se conseguiu recompor do choque. Batman acabou por regressar em grande mas a sua base de fãs nunca perdoaram a Joel Schumacher.
Batman and Robin foi eleito pelos leitores da Empire como o Pior Filme de Todos os Tempos. Desde já aqui ficam os meus sinceros parabéns a Schumacher, Clooney e Schwarzenegger. Vencer o Battlefield Earth não é para todos.
Vejam a lista completa aqui.
(se por acaso estiverem a pensar: "mas o Batman and Robin não era assim tão mau"... tomem isto!)

Para justificar a presença deste estaminé no Planet Geek, aqui fica o gag de abertura do décimo primeiro episódio da temporada 21 dos The Simpsons, onde um certo telemóvel de uma certa empresa megalómana faz uma pequena aparição.
Achei piada. Só isso. Continuando...
Gualter Ganhão
Masculino
http://www.nadamuda.blogs.sapo.pt
964319309
15-06-1989
2460-639
São Martinho do Porto
condenado á liberdade
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CSI,Raw,Smackdown,Dr.House,Ossos
Sin City,RV-Com a casa ás costas,As corridas loucas de Ricky Bobby,The Departed
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