SERVIÇO PÚBLICO - REUNIÃO(...)
publicado por cneves às 2013-06-18 21:56:40
perfil público
CesarLopes21
Seguir Perfil »Data Nascimento
15-08-1989
Sexo
M
Localidade
Puorto
Frase Favorita
"Amar sem ser amado, é o mesmo que limpar o cu sem ter cagado"
SERVIÇO PÚBLICO - REUNIÃO(...)
publicado por cneves às 2013-06-18 21:56:40
Com uma agenda que já começa a ser habitual, isto é, levezinha quanto baste, que o muito que há para fazer pode esperar melhores dias, tem lugar no próximo dia 20 de Junho às 10:00 horas, mais uma reunião ordinária da Câmara - 10 horas, Salão Nobre.
publicado por Palomina às 2013-06-18 14:43:54
publicado por cneves às 2013-06-18 01:21:51
A linguagem da política é por vezes demasiado hermética e pouco amigável e nem mesmo a nível do Poder Local que como o nome indica deveria estar mais próximo dos cidadãos, deixa de se fazer sentir esta contingência desagradável.
O trabalho que se segue, pretende ser apenas o embrião que espero ver engrossado num futuro próximo com muitas outras colaborações, para um acesso mais democrático às minudências do riquíssimo acervo de expressões idiomáticas valonguenses - uma espécie de versão local do 'dicionário online de português'.
O FACILITADOR VALONGUENSE
Um manual interpretativo para termos manhosos e ‘expressões idiomáticas’ valonguenses
Bis-coito s.m. O soldo do adjunto do presidente; s.m. repet.+s.m. Coisa impossível (sem viagra).
Corrupção arcaísmo,s.f. Acção de seduzir por dinheiro, presentes etc., levando alguém a afastar-se da rectidão; suborno; conjunto de práticas condenáveis que segundo alguns registos históricos prevaleceram durante muitos anos na Valongo antiga.
Herança: s.f. Bem, direito ou obrigação transmitidos por disposição testamentária ou por via de sucessão; conjunto de sobrinhos, afilhados, amigos e amigos dos amigos e respectiva prole em idade adulta, obrigatoriamente transmissíveis sempre que (em Valongo) o presidente resolva abdicar por cansaço.
Melo-drama s.f. Acontecimento nefasto; ciclo de hibernação de 18 anos; estado de euforia provocado pela ingestão de Barca Velha; adj. m. Predisposição paternal exacerbada para superproteger a família (incluindo a política).
Relógios s.m.pl. Tipo de remuneração nalgumas sociedades mais desenvolvidas; conjunto de objectos que constituem a prova de um crime e aceites em certos tribunais.
Urbanismo arcaísmo, s.m. Conjunto de medidas técnicas, administrativas, económicas e sociais que visam o desenvolvimento racional e humano das cidades; conjunto de práticas ultrapassadas de que existem alguns registos históricos em Valongo (mas ainda em vigor nalguns Concelhos vizinhos menos evoluídos).
(Lista colaborativa e aberta)
publicado por Palomina às 2013-06-17 15:28:42
Era fim de semana, ela acordou mais tarde que o habitual, e a companhia que teve durante a noite já tinha saído para os seus afazeres profissionais.
Ficou ali a pensar e a imaginar como seria bom ter "alguém" ali ao lado para poder partilhar o desejo que sentia naquele momento.
Levantou-se, foi ao wc, lavou a cara e escovou os dentes e em pijama sem fazer qualquer tipo de ruído para não acordar os que ainda dormiam naquela casa, vai direta ao seu pc, liga-o e já tem on-line uma companhia que seria mais que perfeita se estivesse ali, juntinho dela.
Mas, como tudo na vida as coisas que mais gostamos e queremos, nem sempre podem ser usufruídas nos momentos que mais gostariamos, cabe a nós saber dar a volta por cima e faze-lo de uma outra forma que seja mais apropriada para a devida altura.
Depois dos cumprimentos habituais não se fez rogada de lhe dizer e mostrar qual era o seu estado de espírito naquela altura, estava atesoada, queria satisfazer-se e isso fez com que do outro lado um membro que estava escondido por dentro de umas calças saltasse cá fora, e dentro de um carro em plena rua com transito, esse mesmo membro foi tocado, enquano do outro lado do ecran um ser feminino deliciava-se a observar, e a imaginar o quanto bom seria se esses dois membros se podessem encaixar naquele momento, seria um encaixe perfeito como duas peças de um puzzle do qual eles já montarame desmontaram vezes sem conta. Seguiram naqueles atos de loucura a que o tesão nos leva, onde quase esquecemos tudo e todos e só nos concentramos no nosso prazer egoísta.
Sim, um prazer egoísta partilhado através de uma webcam, não é o melhor de todos,concordo, mas foi o melhor que se conseguiu naquele momento.
Depois de recomposta daquele clímax, dirige-se ao wc para um duche...e não é que durante o banho mais uma vez é-lhe despertado aquele desejo de se tocar???
Não se tocou como fizera antes, pegou no chuveiro e deixou-se estimular com o jato forte da água que saía dele, nunca tinha feito isto antes e ficou deliciada com a sensação que aquilo lhe proporcionava, era bom sentir a água a bater fortemente no seu clitóris, sentia uma espécie de prazer contínuo e vibrante como se fosse um vibrador encostado apenas sem estar penetrado.
Pôs-se de côcoras, pernas bem afastadas chuveiro por baixo dela, e a estimulação contínua não parou, não foi preciso tocar-se para que atingisse um orgasmo, foi delicioso descobrir uma nova técnica já conhecida por ela, mas apenas teóricamente até à data.
Com isto tudo, chega à conclusão que apesar da idade e da experiência que tenhamos, estamos sempre a aprender coisas novas e ainda bem!!
publicado por RUIM às 2013-06-17 11:27:54
....qd vejo o olavo bilac.
E digo "olha vi o olavo bilac"
E ela "onde?"
E eu "ali na zona da concessão nas palhotas"
E ela "lá tás tu com bocas racistas"
E eu "hã???"
publicado por GataPreta Artesanato às 2013-06-17 08:00:58
Esta semana começa com um terno conjunto de menino!
De tons suaves e um desenho muito fofinho!
Conjunto "Le Bonheur de l'Enfant".
Com adaptação de desenho de Emmanuelle Colin.
O fraldário.
Pormenor da decoração da lateral.
A tampa, com aplicação da palavras "Fraldas".
O cesto para os produtos de higiene, com caixinha cúbica.
Pormenor.
A caixa de recordações de bebé.
O interior com 4 caixinhas para as seguintes recordações: "O meu cordão umbilical", "A minha pulseira", "O meu 1º caracol" e "O meu 1º dente".
O porta-tudo, ideal para tudo o que precisa estar ali à mão!
Pormenor: com dois bolsinhos em cima e três em baixo.
Mede aproximadamente 50x35cm
O muda-fraldas.
Pormenor do exterior do muda-fraldas.
O interior acolchoado.
A bolsa para fraldas.
O interior recheado com as fraldas, as toalhitas e a pomada.
A bolsa para toalhitas.
Pormenor.
A bolsa para documentos.
Pormenor.
Mais informações por e-mail.
CONVERSAS IMPROVÁVEIS COM(...)
publicado por cneves às 2013-06-16 10:35:42
De forma algo inesperada, eis que surge a primeira oportunidade de conversar com o pequenote Baltazar de que falei AQUI há algum tempo atrás.
Guimarães, dia soalheiro, um pedido irrecusável para um passeio no jardim, com o saquinho de plástico no bolso - que afinal não foi necessário porque o pequenote só se aliviou em forma líquida - e lá veio a inevitável conversa sobre Valongo.
- Ó pequenote, antes de mais, explica-me lá melhor, porque outro dia ficou-me essa dúvida quando faladraste que sabias tudo o que se passava na Câmara de Valongo, como é que isso é possível a esta distância - saberes mais sobre Valongo do que eu que moro lá...
- Pois... vocês os humanos, animais ditos ineligentes, inventaram o telefone, o telemóvel, o SMS, o Facebook o e-mail e um belo dia, vem um qualquer Edward Snowden dizer-lhes que tudo isso pode servir para devassar a vossa vida a milhares de quilómetros de distância. Isto já para não faladrarmos naqueles casos caricatos em que vocês conversam no Facebook com uma garota 'topo de gama' que mais tarde descobrem ser afinal um matulão com um focinho mais feio do que o dos meus primos buldogues. Tudo muito tecnológico, mas no fundo pouco fiável e às páginas tantas, vocês já não acreditam em nada e já duvidam de quase tudo.
- Atalha pequenote, resume, porque não temos a tarde toda!
- Então é assim: quando um de nós toma conhecimento de uma coisa que pensa ser do interesse de algum companheiro de longe - ou do seu dono - coloca-a no ar...
- Como assim?
- Ladrando, daaaha! Dependendo da ração que os nossos donos nos tiverem dado, essa mensagem pode chegar... digamos que a 3 ou 4 quilómetros, com o vento de feição. É captada pelos colegas, com um pedido de repetição e assim vai avançando no terreno. Acredita que em território continental pode chegar a todo o lado independentemente da distância. E temos uma vantagem: nós não sabemos mentir. O que ladramos não é susceptível de segundas interpretações e para além do mais, farejamos sempre a veracidade da notícia que vamos colocar no ar antes do primeiro WOOF-WOOF.
(Neste ponto, já eu estava literalmente de boca aberta de espanto).
- WOOF! Acorda!
- Desculpa, surpreendeste-me. Mas pronto, já percebi a mecânica da coisa e então...
- Então, foi assim que eu há dias soube que uma coisa que tu escreveste sobre uma empresa da tua terra - Alfena - que fechou as portas e despediu os trabalhadores, provocou uma celeuma enorme.
- A SEC?
Sim, acho que é assim que se chama, que nós não somos muito bons com siglas - e um colega que costumava andar por lá, junto à entrada das antigas instalações aproveitando um ou outro bocadito de frango ou de salpicão que sobrava ou caía no chão quando os trabalhadores do armazém ou do parque de máquinas faziam o intervalo para a bucha da manhã ou da tarde, soube que tu foste um pouco injusto com o dono.
- Como assim?
- Tu escreveste que ele recebeu 1 milhão e tal de euros e que talvez tivesse ido de bermudas e chinelos para um paraíso fiscal qualquer gozar os rendimentos - o que é isso de paraíso fiscal?
- Passa à frente. Eu depois explico-te.
- OK! Então parece que o homem afinal está cá e até passa por algumas dificuldades. O dinheiro (parte do tal milhão, porque o meu homónimo que manda na Câmara ainda não o pagou todo) transitou através dos Bancos numa operação com um nome estrangeiro que tenho dificuldade em pronunciar - Factoring? - e não se sabe muito bem se foi uma 'operação de trânsito' ou se foi para pagar dívidas, que nós os caninos, de Bancos percebemos pouco e apenas os usamos durante a noite para alçarmos a perna nas suas entradas e dar trabalho à mulher das limpezas que entra antes às 7 da matina para remover com água e lixívia as nossas 'marcas'.
- Pois, mas o tal senhor foi dos que andou por ali pela Câmara envolvido numa coisa muito feia chamada 'ajustes directos'!
- Sim, sim, é verdade, mas segundo o meu amigo - e isto é o que se comenta entre a canzoada de Valongo - a partir de 2009, uma altura em que vocês realizaram aquela operação chamada eleições para colocarem no mesmo lugar o dono do costume, aquele que gostava de beber uma marca de vinho em que uma única garrafa custa mais que um ano da ração que eu como - eu ainda gostava de perceber porque é que vocês põem marcas nas bebidas para poderem cobrar 375 aéreos por menos de 1 litro...
- Euros! Mas atalha.
Pois... seja euros. Dizia eu, que a partir de 2009 e porque o senhor Almerindo (é o tal senhor da SEC) apoiou um tal Lobo grande...
- Lobão!
- Ah! seja - Lobão, Lobo grande tanto faz - a partir dessa altura, o tal senhor do vinho caro e o meu homónimo cortaram-lhe todos os contratos, apesar de continuarem com a enorme dívida por pagar.
- Quer dizer que empresa do tal senhor Almerindo deixou de ser 'non grata' na Câmara?
- Exactamente!
- Bem ... agora deixaste-me algo apreensivo. Se calhar fui duro demais com o senhor Almerindo no tal post... Mas a verdade é que ele durante muito tempo andou por ali como os outros a alimentar o sistema!
- Andou, mas essa era a regra e quem não alinhava não 'mamava' - é assim que vocês dizem?
- 'Pera lá Baltazar! Mas o Lobão é aquele que ficou muito comprometido numa reunião de Câmara, quando o vereador pequenote - sem desconsideração para ti - levantou aquela questão de um jantar pago por Fernando Melo à oposição incluído numa verba de cerca de 16 mil euros de refeições mal documentadas que o Tribunal de contas recusou validar!
- Ah! sim, também ouvi ladrar sobre isso, mas nessa altura (do tal jantar) o tal Lobo grande ainda contava ganhar as tais das eleições. Como não ganhou, rapidamente se esqueceu de quem o financiou!
- Resumindo - e para não ser de novo injusto - a SEC (ou os Bancos) receberam como pagamento da divida da Câmara...
- Pelo que me contou o canino de Valongo, cerca de 700 mil euros - agora ladrei bem! - ou seja cerca de 60% do total em dívida. Mas também se sabe que não deve ter vindo a tempo ou não chegou para salvar os postos de trabalho porque a empresa fechou e transferiu o que resta para outro local situado no Concelho da Maia e está a tentar negociar com a parte residual da mão de obra que restou e com a Segurança Social para ver se consegue manter alguma coisa.
- Possas, pequenote! Mas vendo bem as coisas, nesta aparente injustiça para com o Sr. Almerindo, culpas divididas, quem sai pior nesta 'fotografia' do encerramento da SEC em Alfena, é afinal a Câmara e...
- Exactamente! A Câmara, o meu homónimo e o tal do Lobo grande que foi muito pouco solidário com quem quase o ajudou a eleger - o meu amigo valonguense ladrou-me que tinha sido uma diferença de cerca de 800 votos!
- Sim, sim, parece que foi isso. Bem... não queres fazer na relva? Não? Então vamos lá p'ra casa, que já tenho algo para escrever. Vai pensando na próxima inconfidência.
- WOOF!
PS: Foi bom ter esta faladrura com o pequenote Baltazar. Neste caso tratou-se de uma espécie de 'remake' do meu post sobre a SEC. Porque afinal, há muitas pontas escondidas por detrás daquela lista enorme e quase ilegível do pagamento das dívidas da Câmara ao abrigo do PAEL.
Brevemente, voltarei à carga para saber as últimas fofocas da canzoada de Valongo - agora que já percebi a mecânica da coisa...
publicado por cneves às 2013-06-15 14:35:02
Quem é que, sendo de Valongo e em idade adulta, não se terá sentido já constrangido por mais que uma vez nos últimos meses, perante um diálogo deste tipo com um qualquer amigo 'de fora’?:
- “Ai tu és de Valongo? E como é que vai o Fernando Melo?
- “Sim sou de Valongo e não sei como vai – Fernando Melo já não está em Valongo!”
- “Ai não? Olha que ainda não deu para se notar! Vocês continuam a ser conhecidos pelas piores razões...”
- “Ooops”!
Urge pois começar já a preparar o dia 29 de Setembro de 2013 – para que Valongo deixe de ser a ‘anedota’ do Grande Porto’, para que a Câmara deixe de ser – agora por razões de conjuntura já não é tanto - uma verdadeira central de negócios e para que um dos ‘pulmões’ do Distrito e da grande urbe deixe de correr o risco de virar – mal a conjuntura alivie – cimento e ferro, ou alcatrão e rotundas, daquelas conduzem a lado nenhum ou então a uma qualquer ‘nova Valongo’ para acompanhar a outra que enferruja e cai aos pedaços aqui bem ao lado.
Vamos pois a isso:
O documento que se segue é uma lista aberta feita ao ‘correr’ da pena e é um olhar independente de quem conhece um pouco – ou bastante, conforme veremos brevemente – a nossa Câmara e a sua inconveniente e constrangedora opacidade.
Não resultando de qualquer tipo de plágio ou ‘copy-paste’ terá seguramente muitas lacunas, imprecisões ou mesmo alguns erros.
Pode por isso, deve e agradece-se a quem o faça, ser alvo de contribuições ou críticas e pode obviamente ser citado ou transcrito, desde que referida a sua ‘paternidade’.
Colectânea de ideias para mudar Valongo - take #1
1. Uma imediata e exaustiva auditoria interna à situação actual da Câmara, incidindo de forma especial nos seguintes pontos:
1.1. Macroestrutura
1.2. Finanças
1.3. Recursos Humanos
1.4. Urbanismo
1.5. Departamento jurídico
1.6. Concessões e empresas municipais
2. Suspensão imediata de todos os cargos de nomeação para funções da confiança do presidente e membros dos últimos executivos e investigação detalhada das ligações familiares entre estes e os detentores dessas funções.
2.1. Deverá ser criado para o efeito um grupo de trabalho – não remunerado – coordenado por um especialista externo em Recursos Humanos – da área universitária ou das associações socioprofissionais ou Associação Nacional dos Municípios e em condições que acarretem o menor encargo possível – grupo esse que deve integrar elementos de todas as forças políticas com representação na Assembleia Municipal e um representante da estrutura dos trabalhadores camarários se houver;
2.2. Todas as imparidades detectadas deverão ser imediatamente corrigidas nos rigorosos limites da lei e tendo em conta a salvaguarda do interesse da Câmara naquilo que possa ter a ver com eventuais acções judiciais;
3. Na medida em que a lei o permita, suspensão imediata caso a caso – tendo o cuidado de não criar situações de vazio no assegurar dos respectivos serviços - de todas as concessões externas, seguindo sempre de perto os limites da lei para que o município não corra riscos desnecessários que tenham a ver com acções legais de sustentação duvidosa;
4. Introdução imediata do princípio dos Orçamentos participativos;
5. Realização trimestral e de forma rotativa, de uma reunião pública de Câmara em cada Freguesia;
5.1. Nestas reuniões descentralizadas, no Ponto ‘Antes da Ordem do Dia’ deverá ser concedida a palavra ao respectivo presidente de Junta, que terá um período de 30 minutos, seguidos ou alternados (podendo haver pedidos de esclarecimento pelo meio) para apresentação de problemas relacionados com a sua autarquia;
6. Sem colocar em causa a continuidade dos actuais serviços assegurados pela Câmara às Freguesias, estes deverão ser transferidos para as mesmas de fora faseada e harmónica, com base em protocolos a celebrar anualmente com os respectivos executivos;
7. A gestão de todos os equipamentos sociais, culturais, desportivos ou outros, deverá ser transferida também para as Freguesias, com base em protocolos a realizar caso a caso – as realidades locais não são semelhantes – que possam assegurar os meios capazes de manter um nível de gestão que pelo menos não implique quebras de qualidade;
8. Alteração urgente do Regimento da Câmara, integrando todas as propostas já conhecidas ou outras que venham a surgir – das forças políticas ou dos cidadãos – com vistas a tornar o funcionamento da Câmara mais transparente, mais amigável e susceptível de trazer um maior número de cidadãos às reuniões de Câmara;
9. Colocação ‘online’ de todos os documentos relevantes para os cidadãos, nomeadamente, Regulamentos, PDM, Actas e outros, procurando ainda intervir a nível da qualidade do sítio da Autarquia na Internet, sobretudo, acabando com a necessidade do uso de software específico;
(Sendo o ‘10' um número redondo, parei propositadamente no ‘9’ de modo a deixar em aberto pelo menos uma posição neste incompleto ‘decálogo’ – que pode obviamente passar a ‘bi-decálogo’ - ou mais...).
publicado por GataPreta Artesanato às 2013-06-14 08:00:03
Esta semana quente termina com um conjunto de estilo étnico e de cores quentes!
Colar e pulseira "Etnik".
Com cordão de pele e correntes em bronze.
Pormenor do colar.
A pulseira.
Mais informações por e-mail. DISPONÍVEIS e PEÇAS ÚNICAS
CÂMARA DE VALONGO - REUNI(...)
publicado por cneves às 2013-06-13 22:55:20
E lá fui eu à reunião pública e Câmara de hoje, uma 'reunião a jacto' - mais uma - porque a senhazinha dividida por 50 minutos é diferente do que seria se dividida por 2 ou 3 horas!
Para mim, que não ganho senha, não deu para o gasóleo, não contando com o eurito no parquímetro - porque o estacionamento gratuito é só para uns certos VIP de Porche...
Sobre a reunião, tirando a 'palha' da ementa do costume, dois assuntos com interesse - acrescentados à Ordem de Trabalhos:
- A proposta de deliberação sobre o pagamento do subsídio de férias aos trabalhadores em Junho, contra a decisão do governo (que João Paulo Baltazar apoiou de forma entusiástica nas últimas eleições);
- A proposta de deliberação apresentada pelo independente Afonso Lobão, no sentido de suspender as taxas de ocupação de espaço público (vulgo 'taxas de esplanada') durante um período de 2 anos (aquele que se prevê que dure a crise para os que conseguirem sobreviver à mesma).
Aprovadas as duas propostas por unanimidade.
(Uma pequena nota: Obviamente de acordo com o pagamento do subsídio de férias de acordo com a lei não posso deixar de manifestar publicamente a minha convicção de que João Paulo Baltazar só resolveu fazer 'peito' a Passos Coelho, porque sabe que o governo só respira de forma assistida ligado a uma 'maquina' chamada Cavaco Silva.
Sorte para os trabalhadores da Câmara, que aliás não vão receber nada a que não tenham legalmente direito.).
No entanto e como sempre, a reunião para mim, valeu mais pelos 'contextos paralelos':
Alguns contactos verdadeiramente improváveis e sobre os quais talvez venha a falar num futuro próximo e por último, um esclarecimento da Sr.ª vice presidente Dr.ª Maria Trindade, que teve a amabilidade de me chamar, vinha eu já a meio das escadas, para criticar (veladamente embora) um post que eu escrevi sobre as suas Ordens de Serviço n.º 3 e 4 GV/MTV/2013, nomeando 'assessores(as)' para as Dr.ªs Sónia Dalila Ferreira Macedo e Eunice Ariana Coelho das Neves, respectivamente.
Segundo esclareceu e eu registei, "essas nomeações não significam mais dinheiro para os funcionários destacados, mas sim mais trabalho" (eu já sabia e nunca disse o contrário) e que "o Sr. presidente nem sequer foi consultado sobre essa decisão" (não sabia, fiquei a saber, mas não precisava. Contudo, obrigado à mesma).
Mas há uma certeza que não se alterou com este esclarecimento: trata-se de uma decisão inovadora.
A Sr.ª vice presidente concordou e disse até, que gosta de inovar. As beneficiadas com a inovação também terão gostado da distinção - sendo que nem sempre o termo 'inovar' tem conotação positiva!
publicado por Alice às 2013-06-13 16:47:17
Há uns 3/4meses que não vejo telejornal, leio os meios de comunicação online, a maior parte das vezes fico-me pelos títulos porque eu não tenho mais paciência para más notícias, para ouvir falar de impostos que sobem e que descem, de greves, de meninos de tenra idade nos já velhinhos jobs for the boys, para presidentes que se sentem insultados, para ministros que culpam a chuva e mau tempo, enfim, para a palhaçada que é a nossa vida politica e económica.
Faz mal ao espírito, à paz interior levar todos os dias com as mesmas más noticias.
É a terceira vez que temos o FMI em Portugal desde o fim da ditadura. Ora um jovem país livre e democrático, com 39 anos já levou com 3 estados de coma profundo. A cada 13 anos (média) o país vai-se abaixo e lá vem gente de fora ensinar a gerir, emprestar dinheiro e sugar-nos até ao tutano em juros. Depois lá se vão embora, deixando para trás o caos, a miséria, os apontamentos e espera-se que o senhor que se segue (PS ou PSD com umas coligaçõezitas com o CDS pelo meio) estude a lição, passe no exame e conduza este pequeno país ao auge.
A mim parece-me que está na hora de acordar. E também me parece que somos nós, o povo que tem que puxar a rédea ao cavalo para ele não voltar a cair no precipício. Como? Isso não sei, mas acredito que há ainda muita gente de bem, muita gente íntegra que com apoios conseguiria o que os partidos, está mais que visto, não conseguem.
Aliás a política não é mais que um meio fácil de subir na vida à custa do povo, esse sim nobre, que trabalha, paga impostos e no fim ainda é entalado e obrigado a pagar bancos onde nunca sequer tiveram contas, a pagar auto-estradas onde nunca irão passar, a deixar de ter médicos, escolas, postos de correio perto de casa. A verem as taxas a aumentarem e os serviços a baixarem de qualidade, a deixarem de ter transportes para hospitais, a deixarem de poder pagar tratamentos e consultas, a deixarem de comer.
O que mata este país é a corrupção. É o suborno. É obter vantagens em negócios milionários. É tirar proveito do poder atribuído para ajudar amigos. É favorecer empresas em detrimentos de outras em troca de favores ou dinheiro. É isto que mata Portugal. Paralelamente a esta situação e num país justo, a solução seria ter um ministério da justiça a combater a fraude e a corrupção. O se vê, o que eu vejo, é que a estes nada lhes acontece. Temos agora um Isaltino na cadeia e ele nem deve perceber bem o porquê, afinal de contas ele fez o que muitos fizeram e fazem e só ele é que lá está. A imagem que passa é que a justiça não funciona e que a corrupção é premiada. Andam aí todos na rua com a cabeça levantada como se não devessem nada a ninguém.
Isto não é justiça.
Bem como não é justo eu ver criminosos nas cadeias com cama, comida, roupa lavada, visitas conjugais, tabaco, cuidados médicos e por aí fora e ter cá fora gente honrada e honesta que trabalhou toda a vida e que agora se vêm privados de tudo. Mais uma vez isto não é justiça.
Pergunto-me muitas vezes onde andará o dinheiro roubado, dado, emprestado. Andei à procura e não encontro resposta. Saber quanto dinheiro entrou neste país desde 1974 (seja do FMI, seja das ajudas da CEE na década de 80) é um mistério. Só sei que desta vez foram 78 mil milhões, se alguém souber, por favor, diga-me. E isto era para concluir que é importante meter essa malta atrás das grades, mas tão importante quanto essa medida seria restituir todo o dinheiro ao erário público e não permitir que eles andem a gozar com o que é de todos.
Acho que é preciso uma classe nova. Não vou chamar uma classe politica porque é nome malfadado. É preciso uma classe de gente que queira arregaçar as mangas e pôr isto a mexer, mas a mexer bem, o ideal até seria deitar abaixo e reconstruir. Expurgar os demónios. Os que estão em Belém, os que estão na assembleia, os que estão nos cargos de poder. Fazer uma oxigenação aos cargos públicos, deitar as toxinas ao lixo. E podem contar comigo. Comigo e com toda a gente que como eu está farta de levar no rabo e de ainda ter que pagar a vaselina. Gente que como eu está farta deste fartar vilanagem, deste roubo sistemático, desta desculpabilização, desta inércia da justiça, desta falácia a que chamam democracia e país democrático, destas múmias que ocupam palácios e nada fazem para bem deste país.
Sou uma jovem de 37 anos que trabalha, paga impostos e muitas vezes, no fim do mês vai pedir comida e dinheiro emprestado à família, não tenho vergonha de o assumir e sei que não sou caso único. Sou uma portuguesa, portuense, sem orgulho nenhum neste país. Sou uma jovem que vê a cada ano que passa os sonhos me serem adiados, sou uma jovem que não prevê que nos próximos anos isto mude, aliás até acho que o pior ainda está para vir quando a troika se for para o ano. Isto não é viver. Isto é sobreviver e sofrer pelo que todos os dias vejo à minha volta. Há mesmo muita gente que não tem o que comer. Há mesmo muita gente que está a morrer aos bocados porque não pode pagar medicamentos. Não são títulos de jornais.
publicado por cneves às 2013-06-12 14:47:04

O Presidente pode demitir o governo se ficar provado o "irregular funcionamento das instituições". Mas o discurso de ontem de Aníbal Cavaco Silva é uma prova cabal do "irregular funcionamento das instituições", de um chefe de Estado sequestrado por um governo e colocado em lugar incerto - embora o seu avatar circule por aí e debite orações sobre as maravilhas da agricultura.
Nas cerimónias do 10 de Junho, o verdadeiro discurso que falou do Portugal de hoje foi feito por Silva Peneda, o presidente do Conselho Económico e Social, escolhido pelo Presidente da República para presidir às comemorações do 10 de Junho. E só isto pode ser um "sinal" de que a cabeça de Cavaco Silva - capaz de escolher um homem como Silva Peneda para aquela função - largou o seu corpo e se juntou à coligação governamental depois de ter sido alvo de eventuais malfeitorias naquela famosa reunião de sábado em Belém a seguir ao Conselho de Ministros.
A calamidade da situação do país foi bem apresentada por Silva Peneda. Numa sociedade que tem os números de desemprego que tem a portuguesa "daqui ao medo é um pequeno passo". Mas o Presidente da República que tinha afirmado, perante Sócrates, que se tinham atingido "os limites dos sacrifícios" fechou os olhos ao mundo à sua volta - e preferiu recordar a literatura neo-realista dos tempos da miséria e da ditadura, como se servisse de grande consolo aos portugueses de 2013 pensar que o país era muito pior e mais miserável nos anos 60, na época em que pontificava em Belém o contra-almirante Américo de Deus Thomaz - que ficou na memória colectiva por, não tendo na realidade nenhum poder face a Salazar, ocupar o seu tempo a fazer discursos estúpidos.
Ao aceitar ser uma espécie de ministro sem pasta do actual governo, Cavaco Silva perdeu o que lhe restava de capacidade para ocupar o cargo de "Presidente de todos os portugueses", no momento mais difícil da vida do país depois da ditadura. Ao explicar que não quer ter nenhum papel político, ainda piorou a situação. Já não há nada a fazer: como disse o primeiro-ministro Aníbal Cavaco Silva relativamente ao Presidente em funções nos anos 90, ainda poderia restar ao governo ajudar o chefe de Estado a acabar o mandato com dignidade. Infelizmente, tal não é possível. O sequestro do Presidente da República é um acontecimento grave e põe em causa o regular funcionamento das instituições democráticas.
Nécessaire para bebé &quo(...)
publicado por GataPreta Artesanato às 2013-06-12 08:00:19
Hoje trago-vos um nécessaire que foi para uma linda bebé!
É uma peça muito fofinha♥
Nécessaire rectangular "Little Pink Flowers".
Pormenor do interior.
Mais informações por e-mail.
publicado por Palomina às 2013-06-11 23:05:24
JOAO PAULO BALTAZAR - UM (...)
publicado por cneves às 2013-06-11 22:52:03
Hoje volto a escrever sobre Valongo...
(Como se isso constituísse alguma novidade!)
Setembro (ou Outubro) são já 'depois de amanhã' e ainda não é garantido que tenhamos um candidato do PSD para a autarquia mais citada nos últimos anos em termos de corrupção e gestão danosa pela comunicação social.
Fernando Melo era a figura de referência de todas as notícias que nos envergonhavam - e eram quase todas, porque muito poucas poderiam constituir motivo de orgulho para Valongo!
Mas será que Melo ainda 'respirava' - sobretudo no seu último mandato e no bocadinho inicial do actual (até se cansar de Valongo) - ou pelo contrário, era já o tal 'doente terminal' ligado a uma máquina cujos comandos estavam desde há muito nas mãos do seu 'delfim'?
É uma questão com interesse suficiente para ser analisada ao pormenor pelos valonguenses, porque os mais atentos sabem desde sempre que o verdadeiro João Paulo Baltazar não é 'aquele' com o mesmo nome, que consta do currículo da candidatura híbrida a Valongo, onde o PSD é um incómodo e por isso foi omitido estrategicamente!
João Paulo Baltazar (o presidente por herança) não aterrou na Câmara em 2009, como vice presidente de Fernando Melo, dado que já por ali anda a fazer o mesmo ou pior que fez o senhor idoso durante os anos em que (de facto) ainda mandava.
(Se calhar tenho de reconhecer que fui um pouco injusto com ele na sua 'fase terminal'...).
A prova disso - como se provas fossem precisas! - é que João Paulo Baltazar manteve (sem se preocupar com a 'exumação' dos mesmos) o 'armário dos esqueletos' que Melo sempre escondeu e onde jazem todos aqueles 'casos de polícia' de que temos andado a falar nos últimos anos.
E para não correr o risco de contratar uma 'empregada de limpeza' nova que começasse a bisbilhotar em tudo que fosse esconderijo, 'renovou o contrato' ao grupo restrito de todos aqueles colaboradores - 'investigados' mas nunca condenados - transformando mesmo alguns deles em emplastros privativos.
Portanto, a máxima atenção com os 'dois' sósias que se vão 'defrontar' na próxima campanha eleitoral:
O candidato João Paulo Baltazar que constará dos boletins de voto e este que já anda aí nas ruas e em tudo que sejam festas, procissões ou convívios da bifana e do coirato dizendo que é quem nós sabemos que não é, são apenas isso mesmo: sósias!
Este não concorre e o 'outro' não vai fazer campanha - mas vai tentar 'por os ovos' no ninho feito por este!
Um pouco confuso ou dá para entender?
publicado por cneves às 2013-06-11 14:31:24
Eis a 'estenssíssima' agenda da próxima reunião pública de Câmara - dia 13 de Junho de 2013 palas 10,00 horas.
Valongo parou mesmo no tempo - em termos de trabalho concreto, obviamente...
publicado por Palomina às 2013-06-11 08:02:51
AS METÁSTASES DA PÁTRIA D(...)
publicado por cneves às 2013-06-10 23:35:52
Existem momentos em que a revolta que nos assalta é tão grande que nos apetece ir além das palavras, o que não é bom, porque nos tira o discernimento e nos pode vulnerabilizar perante a 'lei vigente'.
Nessas alturas, o melhor mesmo, é socorrermo-nos daqueles que sabem brandir como ninguém o verbo e zurzir com ele de forma cirúrgica as pústulas instaladas no corpo da Pátria de Camões e que urge excisar antes que o metastizem de forma irreparável!
Com a devida vénia de um Homem ilustre chamado José António Barreiros, aqui vai a sua REVOLTA DAS PALAVRAS de hoje:
|
O calendário oferece oportunidades, tendo dias. Há o dia do Pai e o dia da Mãe em que à sociedade dos filhos se dá a oportunidade de, com uma prenda ou um telefonema, mostrarem que houve progenitura e ela tem um espaço de cuidado no seu coração. Mesmo para aqueles que, ao aproximar-se a hora da inutilidade dos que lhes deram a vida, se eriçam já ansiosos pelos despojos da partilha, entre si discutem qual o melhor lar onde se desembaracem do peso de lhes aturar a decadência física e o embaraço mental. E o dia dos namorados, com corações e jantarinhos à luz da vela e oportunidade de carinho na monotonia de quanta vida íntima e uma noite de enlace em semanas de desinteresse. E o dia do trabalhador em que este se permite um dia vazio à burguês, fazendo nada e pensando em coisa nenhuma, pondo de férias a sua raquítica consciência de classe. Tudo com muitas excepções, claro, entre elas o daqueles que aproveitam estes dias para comemorarem o anti-dia, fazendo tudo para que se note que não querem saber do dia e estão contra o dia, irritados e afirmativamente façanhudos por trazer-lhes o calendário, o calendário juliano ou o calendário gregoriano, um e cada um dos dias e entre os dias dedicados calhar-lhes terem de conviver com a data e os odiados comuns mortais. São os que são sempre o outro e estão sempre do contra.
Além disso, há as efemérides que são um brinde dado pelos mortos aos políticos comemoradores e aos editores. Dias de lembrança engalanada com discursos e escritos e publicações. No dia seguinte volta o senhor morto ao seu coval, devolvido ao facto de ter passado o dia e com ele a ocasião. E a História engole nas suas páginas o acontecido, que entra em nova contagem até datas certas, de decénios e lustres para que se erga então de novo a tenda da celebração.
Vem isto a propósito de ser hoje o Dia que, ao ser o de Portugal, é também o de Camões.
A épica que Camões cantou está hoje ali pelo Restelo a rosnar impossibilidades das Índias e a inutilidade da viagem. É um verso heróico já esquecido cantado a tristonhas gaivotas em terra. De Portugueses plebeus do Quinto Império. De concidadãos que qualquer Intende governa, explorando e apoucando, sem precisar sequer da ameaça do cadafalso ou do pelourinho, apenas valendo-se de se terem tornado a horda vagabunda dos conformados mansos.
Quanto a Portugal são oito séculos a ter dado vergonhosamente nisto. Não sei se no Parlamento ou no Largo da Câmara Municipal ou talvez no Terreiro do Paço, com formatura compulsiva de Sapadores Bombeiros ou de sonolentos magalas, as senhoras autoridades, uma vez mais, cumprirão o caduco protocolo da comemoração. Imagino bem que sim e que haja discurso e fita, penderucalho de condecoração e oportunidade para fazer de conta. O povinho esse quererá lá saber. Amanhã a imprensa dirá do que se disse o que foi "recado" como se de alcoviteiros falasse ou de regateiras.
No seu bojo, naquele recôndito de alma onde nasce no português a saudade e a aventura, há, porém, uma raiva surda que começa a urdir. É ainda um rumor. Tem a ver com a penúria mas vai para além dela. Surge porque se está mal mas isso é apenas a ocasião. Explica-se por estarmos fartos disto tudo mas é a voz anterior à saturação. Não em todos porque nunca é em todos, a maioria acha sempre bem tudo e qualquer coisa e aprende a desenrascar-se em qualquer canto, avinhando-se de alienação, imbecilizados a futebol e a televisão. É naqueles poucos que de quando em vez fizeram as datas que depois morrem, em que a terra a treme, rompe o que está pelo sismo do que talvez pudesse ser.
Há uma raça de portugueses que os portugueses nem sabem. Dormem a esta hora. São sete e pouco da manhã e é dia de Portugal. Se eles quisessem aclamava-se uma nova dinastia, defenestrado o usurpador e seus intendentes.
|
publicado por Palomina às 2013-06-10 10:52:32
Caixa de bijuterias XXL &(...)
publicado por GataPreta Artesanato às 2013-06-10 08:00:49
Nesta semana mais curtinha e recheada de festas populares, trago-vos uma novidade para esta 2ª feira!
Esta é uma caixinha nova, com um modelo de tamanho grande, para guardar muitas bijuterias, colares de tamanho grande, pulseiras, relógios, brincos , etc!
Caixa para bijuterias "Manequim Vintage".
Destaque para a decoração da tampa, com aplicação de manequim recortado em madeira.
Pintura manual e imitação de renda.
Toque de envelhecido.
O interior.
Pormenor da aplicação do espelho e rendinhas no interior da tampa.
As divisões.
Pormenor do tabuleiro superior com algumas bijuterias.
As divisões inferiores, com colares, relógios, etc para exemplificar.
Dimensões: 30,5x20,5x13,5cm
Mais informações por e-mail. DISPONÍVEL
É IMPORTANTE QUE OS PARTI(...)
publicado por cneves às 2013-06-09 11:07:02

Campo, Sobrado, Valongo - e parece que a seguir também em Alfena e Ermesinde...
João Paulo Baltazar anda agora preocupado em homenagear as 'velhas guardas' do PSD que de algum modo se envolveram no Poder Local democrático ao serviço do grande Partido de Francisco Sá Carneiro.
E fá-lo dizendo que "é importante que os Partidos tenham memória!"
Mas João Paulo Baltazar não honra os muitos entre esses ilustres que deram o melhor de si ao Concelho - e porque não? - também ao Partido!
Este candidato acidentalmente investido nas funções de presidente de Câmara, tem um percurso no Poder Local, que nos envergonha - pela omissão, mas também pela acção - como envergonharia seguramente também, políticos da craveira de Francisco Sá Carneiro, Adelino Amaro da Costa ou Álvaro Cunhal, para falar apenas naqueles que eu mais destaco na minha apreciação muito pessoal e que nas suas enormes diferenças, colocaram o melhor deles próprios ao serviço do nosso País.
E João Paulo Baltazar tem tanta noção de que é assim que o Concelho o vê, que desde que lançou a sua candidatura, a tem mantido 'incógnita' do PSD - como se essa 'clandestinidade' lhe valesse de alguma coisa na hora da enorme derrota que por via dele - e de Passos Coelho que é tão bom como ele - o PSD há-de sofrer em Setembro!
Mal vão pois as 'velhas guardas' deste Partido, quando abdicam das suas origens e das quais estão mais próximas, para se juntarem a estes projectos de poder pessoal, desligados dos reais interesses da nossa terra, ou pior, ligados aos reais interesses que sempre atentaram contra ela...
CONVERSAS IMPROVÁVEIS COM(...)
publicado por cneves às 2013-06-07 23:46:34
Brevemente conto iniciar aqui uma série de pequenas crónicas - no fundo, conversas simples e despretensiosas - entre mim e um amigo recente, que tem uma particularidade que o distingue do comum dos mortais falantes: não é um mortal falante, ou melhor, é um mortal mas não é falante, não porque seja mudo, mas simplesmente porque não fala...
Acho que esta introdução não começou nada bem!
Perdi-me aqui com 'rodriguinhos' e ou muito me engano, ou metade das pessoas que lerem este post - isto é, a outra para além de mim próprio que o escrevi - vão (vai) pensar que ensandeci de vez! Como é que não falando (o tal amigo recente) vamos conseguir tornar as nossas conversas entendíveis para o comum dos mortais, isto é, dos restantes mortais para além de mim?
Parece que já vejo pelo menos um dedo no ar para lançar um palpite: "linguagem gestual e tradução, dahaa!".
Não, não existirá linguagem gestual e vão ser mesmo conversas só que em 'canês' - que é uma das minhas últimas competências, adquiridas como autodidacta - e depois sim, eu traduzo de facto para os restantes, que não tiveram como eu o privilégio de aprender esta 'lingua viva', muito, mas mesmo muito interessante.
Aqui chegados, é talvez tempo de dizer que o amigo que vai partilhar com os amigos e visitantes deste Blog alguns bons momentos de amenas cavaqueiras sobre Valongo, é um pequenote de raça canina chamado Baltazar, uma coincidência algo desagradável que por motivos mais que óbvios me fez hesitar perante o projecto.
É de um Concelho algo distante - Guimarães - e não conhecendo 'canezmente' a minha terra, ele sabe sobre ela coisas que até a mim me espantam, dada a distância entre as duas .
A seu tempo vou apresentá-lo mais a rigor, com uma foto de corpo inteiro e um recorte do seu boletim de vacinas para que não subsistam quaisquer dúvidas de que não se trata de uma personagem fictícia do género daquela que dá pelo nome de 'cão de Sócrates' e que vai debitando ciclicamente uns bitaites no Facebook , mas sim um ser real, com inteligência acima da média e um espírito crítico e sentido de humor bastante corrosivos.
Entre ganidos e lambidelas, desarmou-me completamente e lá me conseguiu convencer de que não tem culpa de que o pai da minha afilhada e dono por afinidade, lhe tenha posto este nome.
Não me atrevi sequer a replicar, dada a absoluta inexistência de argumentação consistente e confesso que pelo tom de uma rosnadela, tive até medo de vir a ser acusado de preconceituosa discriminação racial - no sentido mais rigoroso do termo.
De qualquer forma, percebi que os amigos caninos partilham muito mais entre si do que nós os humanos e impressionado que fiquei com os seus conhecimentos sobre a terra onde vivo, resolvi transigir, ceder, concordar, pactuar, em suma, sossobrar completamente em relação à minha tentativa inicial de recusa.
Veremos como correm as coisas...
POBRE PAÍS ESTE, EM QUE N(...)
publicado por cneves às 2013-06-07 16:25:52
Que o homem é um 'mentecapto' - do latim mente captus (privado de inteligência) - já todos sabíamos, mas também já nos tínhamos habituado a conviver apesar de tudo, com a sua capacidade para disfarçar esse 'deficit' recorrendo ao truque - sim descobrimos que é um truque - de falar de-va-ga-ri-nho, introduzindo imaginários hífenes entre as palavras, o que lhe permite ir raciocinando nos 'intervalos', mantendo o discurso num nível mínimo de coerência.
Porém hoje 'descuidou-se' de forma demasiado evidente e não houve 'hífen' que lhe valesse, porque a 'bacorada' com hífenes e tudo já tinha batido forte nos tímpanos dos deputados da oposição e dos jornalistas, que nem queriam acreditar no que acabavam de ouvir e de registar.
Afinal teria sido tão fácil para o País se nos primeiros três meses do ano S. Pedro não se tivesse tornado no nosso principal inimigo!
Qual Troika, quais swaps, quais PPP! Não tivesse o santo tomado Portugal de ponta e o investimento na construção civil teria disparado e hoje podíamos ser seguramente e de novo, um País independente e soberano!
Gaspar (ainda) não usa camisa de forças. Não parece aliás ser um daqueles casos a quem se recomende o uso obrigatório da dita, pois tirando o discurso desconexo e aquela propensão para repetir constantemente - mesmo a despropósito - 'não fui eleito coisissima nenhuma', o pobre homem nunca bateu em ninguém - nem mesmo com o carro, que sendo da função não é sequer conduzido por ele.
Aliás eu acho que hoje no Parlamento a culpa até foi dos deputados, pois em vez de se apuparem uns aos outros e impedirem muitas vezes que consigamos captar autênticas pérolas de eloquência mútua, deveriam programar esses momentos de turbulência exactamente para estes desvarios 'gasparianos' - ou 'gasparinos'...
É que não é por nada, mas as sessões da Assembleia da República (ainda) não são vistas apenas pelos deputados, havendo alguns testemunhos dispersos de lares onde têm sido avistados através das janelas televisores sintonizados nas sessões do Parlamento!
Há até mesmo registos não confirmados - pasme-se! - de idênticos casos pontuais em lares no estrangeiro onde como se sabe, as emissões de TV dos canais portugueses são muito apreciadas e registam elevadas audiências!
Venham de lá depressa os 'homens de branco' e levem os que aparentam um estado de demência mais acentuado - antes que o mal se pegue e comecemos para aí todos a 'desvairar'!
publicado por Palomina às 2013-06-07 14:50:42
publicado por Palomina às 2013-06-07 13:43:58
publicado por GataPreta Artesanato às 2013-06-07 08:00:34
Fecho esta semana com dois colares compridos, mas muito diferentes em estilo!
Será que com eles consigo trazer a Primavera de volta?
Colar "Assimetrias da Libelinha".
Com corrente de elos e bolinhas em bronze, contas de vidro, de cerâmica, metálicas, de pedra natural e turquesa.
Pendente em bronze.
DISPONÍVEL
Pormenor.
Colar "Tic-Tac Coral".
Com corrente em bronze, contas de vidro e flores de resina.
DISPONÍVEL
Pormenor do pendente: relógio que funciona.
Para uma maior noção das dimensões do relógio.
Mais informações por e-mail.
Disponíveis, salvo indicação em contrário na legenda da imagem.
publicado por cneves às 2013-06-07 00:10:20
|
|||||||
publicado por cneves às 2013-06-06 20:53:33
A estrutura dos Blogs obriga a que os comentários fiquem normalmente na zona do 'rodapé' e mesmo assim, às vezes apenas parcialmente visíveis - o que não é justo, quando o comentário suplanta em profundidade, o próprio post comentado.
É o caso deste, do meu amigo Sr. Silva Pereira, a propósito dos 'pontos nos ii' que tentei ontem colocar sobre a megafraude da Quinta do Bandeirinha.
Só vejo uma maneira de ser justo: puxá-lo cá para cima, para a zona mais visível do blog.
Talvez assim o nosso homem de leis se capacite de uma vez por todas, de que o facto de falar como se tudo aquilo que afirma passasse de repente a constituir 'jurisprudência' é uma 'realidade' que apenas ele consegue enxergar.
A sua verdade colide quase sempre com a nossa, por uma razão simples: ele omite muito do que sabe e nós sabemos muito mais do que aquilo que ele e os seus amigos e ex amigos julgam que nos sabemos!
O comentário que virou post:
(...)
"A - Quem, atentamente, tenha lido os vários postais que, sobre o assunto, foram, recentemente, colocados neste blogue sobre esta "coisa" a que, pomposamente, passaram agora a chamar de "Parque Vale do Leça/Corredor Ecológico de Alfena", facilmente reparará na estreita ligação com as fases do loteamento da Quinta das Telheiras. Os dois presidentes, da Câmara e da Junta, podem vir com os chavões do costume (o interesse do município, da população, a qualidade de vida, a preservação e a reabilitação dos recursos, a revitalização do ambiente, enfim, "a chapa 5" habitual), que já não conseguem disfarçar os múltiplos interesses que estão por detrás. Esta é mais uma situação em que se invertem as premissas, apresentando-se a Câmara como interessada num terreno que, por mero acaso, é a cedência que o promotor do loteamento deveria fazer. A última vez que tal aconteceu, por estas bandas, foi com o terreno para o Centro de Saúde, onde se premiou o prestável benemérito com um loteamento gratuito e à medida.
Esta e outras histórias vêm de longe, de quando alguns, sedentos de dinheiro, se juntaram a outros, sedentos de poder e de dinheiro.
Só mais uma achega: como se recorda, o loteamento da Quinta das Telheiras foi objecto de várias intervenções, quer em reunião de Junta, quer em Assembleia de Freguesia (nesta, não só por parte da oposição, mas até mesmo pelo Grupo no poder). Lembro-me, aliás, numa reunião de Junta, logo no início do mandato, do Dr. Rogério Palhau ter anunciado que os promotores do loteamento tinham feito entrega de uma cópia do processo. Por "estranha coincidência", um pouco menos que "os cinco ou seis anos atrás" referidos pelo Dr. Rogério. Quem não quiser entender, que não entenda!
B - O Sr. Presidente da Junta, Dr. Rogério Palhau, gosta muito de falar e, ainda mais, de se ouvir a si próprio convencido que está da sua hipotética superioridade intelectual. Por mim, pode fazê-lo à vontade, embora, acho eu, não devesse, enquanto autarca, referir assuntos alheios à sua função.
As referências que, uma vez mais, faz à Quinta do Bandeirinha, são da "versão oficial", assaz divulgada por Arnaldo Soares et alii. Já agora, aproveito para deixar umas notas sobre o assunto:
1. Conheci o Dr. Rogério Palhau, era ele, ainda, Presidente da Assembleia de Freguesia e me visitou em Alfena propondo-me a compra da Quinta. Convenho que a resposta negativa tenha contribuído para a sua recorrente má-disposição em relação à minha pessoa;
2. O acordo - houve, efectivamente, um acordo - era mais do interesse da firma construtora do que, propriamente dos herdeiros. Sei porquê, mas não vou aqui dizê-lo;
3. Já agora digo que fui relutante em relação ao acordo e que lamento não ter ido até ao fim. Tinha as minhas razões, mas também não as digo. Cedi, a pedido da Família.
C - Alfena ainda não saiu de um longo e penoso período da sua história, durante o qual tem vindo a ser descaracterizada e destruída na sua identidade para satisfação da ganância de uns poucos, que, por cá apareceram, convencidos de que tinham descoberto o "eldorado". Tenho esperança de que esse ciclo termine muito em breve e, se possível, nunca mais volte. Assim os alfenenses o entendam e o queiram."
(...)

