publicado por tutti às 2013-05-21 23:34:20
perfil público
Dany
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daniela
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F
Localidade
portugal
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Porque de algum lado tem (...)
publicado por Tokiohotelundcl às 2013-05-21 00:12:59
E tu chegaste tão pequeno, tão indefeso, tão débil. O pequeno rejeitado graças às cabeças pouco formadas de algumas pessoas, as mesmas capazes, certamente, de deixar os seus filhos na rua ou às portas da morte por darem demasiado trabalho, ainda que a curto prazo.
O "pinguim enjeitado" que tanto amor tinha para dar, e ainda tem, todos os dias! O meu orelhas, o meu patinhas, que agora tão crescido está, mas que eu tanto gosto de recordar como tudo começou.
Amo-te
the smartest thing she's ever said
publicado por May às 2013-05-20 21:49:58
O meu pai é um homem -lógico- e adora jogos. Jogos de computador e principalmente de futebol (também eu!). O meu namorado também adora jogos. Jogos de computador e de futebol e não só; jogos e de condução. Carros e conduzir, ele adora, percebe-se mesmo isso na cara dele, tal como no meu pai. Também adora carros, não é tão fã da condução mas carros é uma das cenas dele. Como o meu avô, que tirando a pesca e filmes, adora carros.
Os homens adoram carros, podemos perceber isso, tal como as mulheres adoram sapatos, roupa, malas, vernizes e maquilhagem.
Segundo eles temos que entender o porquê de eles idolatrarem carros e condução, contudo nunca entendem o sentimento de ter um par de sapatos novos. Não estou a criticar, porque até acho muita piada a este facto, mas quando o meu pai me diz: "Aquele carro é lindo" eu respondo-lhe no momento em que posso: "O meu sentimento é igual por aqueles sapatos"; Ele fica a olhar para mim e risse.
E como chegamos a este ponto, perguntam-me vocês.. pois bem, acho que o gostar dessas coisas nos homens é normal e até já nasce com eles, agora as mulheres...
Para mim, tudo começa com o pintar as unhas. Começamos com uma cor, meses depois já utilizamos três, começamos a ir ás lojas e só queremos é roupa e mais roupa, os sapatos de salto -ou não- começam a iluminar-te a vista a fazer macaquinhos na cabeça, mas o sapatos são caros então optas pela mala, grandes, brilhantes, lindas e fabulosas, mas os sapatos não te saiem da cabeça e eventualmente compra-los, até que com todo o conjunto começas a achar piada ao rímel, e á base para tapar umas quantas imperfeições -em uma semana já a colocam na cara toda- e aos acessórios, porque estão todas lindas e não vão sair de casa sem um anel, fio, brincos ou pulseiras. Ao fim de dois meses, talvez mais, garanto-te que a tua mãe te diz: "Tá na altura de arranjares trabalho para pagares as tuas coisas."
the smartest thing she's ever said
tinha que reescrever o qu(...)
publicado por May às 2013-05-19 23:56:13
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A Precious Vampire - 6º C(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-19 16:17:09
6ºcap
Sentiu-se incomodado, Abby não tirava os olhos da mesa onde Bill e uma humana bonitinha jantavam e parecia atenta em perceber o que ambos falavam. Fungou e bebeu de um gole todo o resto do sangue que mantinha no copo grande.
- Nunca me falas-te no Bill. – ela recordou
- Não calhou em conversa. – ele suspirou
- Mas eu lembro-me de te perguntar nomes de vampiros…honrados…não referiste o Bill. Ele é mais velho que tu, se tu já metes respeito, imagino ele.
- Nunca fui muito dado…a amizade com ele. – murmurou
- Não sei porquê?! – encolheu os ombros – É simpático e uma espécie de VIP da comunidade vampírica, assim como tu.
- O que não significa que tenha que ser grande…amigo dele. – Tom falou inquieto – E porque estamos a falar do Bill agora?
- Porque eu comecei a falar dele. – ela riu-se – Parece-me que não gostas muito dele. – terminou a sua bebida
- É-me indiferente. – Abby olhou-o surpreendida – Que foi?
- Também não fales assim, Tom. – deslizou a mão pela face do namorado – Inveja-lo por alguma coisa, amor?
- Não que eu saiba. – respondeu devagar
- Então porque falas assim…eu pensei que vocês fossem amigos, quer dizer Nina disse-me que o são.
- Nina é apaixonada pelo Bill desde que veio trabalhar para este Hotel. No dia que abri isto, ele esteve cá, era convidado ilustre… - olhou Abby – e pronto.
- Ela também delira por ti, sabes. – brincou – Notei-o bem quando aqui cheguei pela 1ª vez.
- Mas eu sou só teu, Abby. O Bill é de todas. – informou
- Calma que até á pouquíssimo tempo tu também eras de todas. – advertiu brincalhona
- Isso era antes. Depois uma simples humana, como tu na altura, captou toda a minha atenção e paixão. – sorriu e beijou-a com doçura – E eu não mais posso sobreviver sem ti.
Foi Abby quem o beijou mas foram interrompidos…o beijo parou abruptamente e Bill surgiu mesmo em frente do casal, todo ele sorridente e animado.
- Desapareceram a tarde toda. – falou num tom provocador – Bom…enquanto andaram sumidos, eu tratei de me informar. E temos uma maravilhosa festa na praia mais a sul da ilha…afinal a aldeiazinha que fica também aqui tem pessoas.
- Vampiros, queres dizer Bill. – Abby informou – A ilha em si pertence á família do Tom, mas quando houve a dita revolta dos caças, ao que tu deves saber bem mais do que eu desse tempo…. – o moreno sorriu de um modo vitorioso – a família Kaulitz deixou que muitos viessem para cá.
- Abby és uma estudante e tanto. – olhou divertido para Tom, que se mantinha com cara de incomodado
- Bem faço por conhecer melhor a historia da…minha raça. – riram.
- Eu posso ensinar-te muito da nossa historia, linda. – aproximou-se subtilmente -Ofereço-me para teu professor particular. – os olhos azul esverdeado da rapariga ganharam um súbito brilho, um brilho que mostrava a “sede” que ela tem de aprender a verdadeira historia dos vampiros.
- Já chega de conversa, não?! – Tom meteu-se
- Bom, mas isto tudo…para…perguntar se não acham uma boa ideia de irmos até essa festa?
- Parece-me bem. – olhou Tom – Que achas?
- Fiz uma viagem longa hoje, Abby. – suspirou – Estou cansado.
- Bom…
- Nós 2 ficamos bem, na festa. – Bill falou sorridente e lançou um olhar brincalhão a Abby – Não achas, linda?
- óh… - evitou ficar concentrada naquele moreno
- Como queiram. – Tom levantou-se rapidamente e rapidamente saiu da sala de jantar.
- Mas que raio… - sentiu a mão de Bill pousar sobre o seu ombro
-Não te preocupes. Ele apenas anda…incomodado. – sorriu e deu um beijo carinhoso numa das faces dela
Inocência da Maldade - 10(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-19 14:23:06
Para quem não tiver conta ou blog sapo e utilizar o "não tem blog sapo" para desejar comentar e o tal "Publicar Comentário" não surgir...não se preocupe. No canto superior direito da tua tela de pc deves ter algo que indique para "diminuir o zoom" da pagina (normalmente isto está a 100%) e basta reduzir para 90% ou menos (caso o desejes) para que a "linha" que te permite publicar apareça logo por debaixo da area de comentário.
Fica só a dica. =)
10º
Sentia-se nervosa, a segunda-feira havia passado e fora o momento em que havia acordado ao lado de Reita…Hoji Nami não soubera mais nada dele e já estava no final de expediente de trabalho de terça-feira.
Então a morena recordou a si mesma que nem tinha um numero para onde contactar com o homem. Agora restavam as questões: ocupado com a Yakuza? Entretido com outros assuntos mais divertidos? Sem vontade de saber e estar com ela?... aquilo fazia a tranquilidade da mulher entrar em total colapso.
Caminhava pelas ruas do bairro, em breve o pôr-do-sol daria lugar no céu tranquilo de Tókio; algures na sua pequena mala o seu telemóvel começou a tocar, Nami alcançou o aparelho e estranhou a indicação de “número desconhecido”. – Mochi, mochi? – respondeu à chamada – R..Reita. – corou de imediato, até por telefonema a morena se sentia nervosa e intimidada com aquele loiro/moreno – Acabo de sair do meu empre… - calou-se subitamente – Nani? – pestanejou – Mas, mas…eu não sei o que… - sorriu timidamente – Hai. – disse por fim e desligou a chamada.
Um segundo encontro (isto porque o aparecimento do homem no seu apartamento não havia contado como um encontro, exatamente). Correu para casa, tomou um mimado duche e debateu-se com o que deveria vestir. Desconhecia onde Reita a levaria para jantar e temeu não ir adequada para o local.
Talvez o melhor de tudo era manter-se fiel a si mesma portanto Nami escolheu uma saia de pregas, uma camisa e fez conjunto com um colete justo; o mais fiel ao seu estilo normal. Deixou o seu comprido cabelo solto e até de jeitos mais rebeldes, apenas um toque de blush nas faces; sapatos calçados, mala ajeitada e saiu do apartamento. Segundo as indicações de Reita por telemóvel um hammer negro e vidros fumados deveria esperá-la mesmo à entrada do edifício; tal e qual.
Nami reconheceu aquele homem que a aguardava junto do carro, havia sido o mesmo que interrompera o primeiro encontro do casal; sorriu-lhe timidamente e mesmo sem obter um sorriso de volta, o homem assentiu tranquilamente e indicou-lhe que entrasse no hammer.
*
Orichi olhava por mera curiosidade pelo espelho retrovisor do carro do seu chefe, conteve um sorriso divertido quando pode distinguir naqueles olhos cor de avelã de Hoji Nami, alegria, inocência e muito carinho. Ela não era nada o tipo de mulher que os homens de Suzuki-sama haviam imaginado…ideal para o seu chefe, afinal…Hoji-san lembrava uma criança no corpo de uma mulher.
Recordara o dia em que Suzuki-sama ordenada a Taru que se informa-se sobre tudo o que poderia encontrar sobre a vida daquela jovem mestiça; Reita estava destemido e quando notara que os seus homens não achavam aquela mulher nada de especial…o ambiente na casa onde se encontravam ficou pesado e todos temeram dar a entender a opinião errada ao líder dos Suzuki. Á muito Orichi ouvira o antigo membro ativo da Yakuza falar que: por mais condenada que a alma de um yakuza seja ou por mais frio que seja seu sangue…o gosto da tortura inocente é o mais intenso de toda uma vida. Talvez em Hoji Nami, Suzuki-sama visse alguém que o afastava daquela vida violenta e carregada de males, talvez com aquela mulher o chefe de Orichi se sentisse docemente feliz e isso não o fazia pensar na sua condenada alma. – Chegámos Hoji-san. – o homem falou enquanto parava o carro que conduzia; olhou pelo espelho retrovisor e indicou silenciosamente à jovem mulher que saísse do seu lugar.
Nami agradeceu aquele homem o facto de ter sido seu motorista privado e saiu do carro; mal fechou a porta do Hammer soltou um longo suspiro. Desconhecia o local onde se encontrava, tudo o que tinha perante si era um enorme prédio de luxo com incontáveis andares. Engoliu em seco e logo o seu telemóvel tocou – H..Hai? – falou para quem lhe ligava – Informa-me o que faço à porta de um prédio de luxo no centro de Tokio? – pediu a Reita, que era quem lhe ligava – Sério? – começou a caminhar na direção da entrada em arco do prédio, ainda olhou atrás de si e já não restava sinal de Hammer negro algum.
Empurrou a grande porta de vidro do edifício e logo vislumbrou um homem negro, notavelmente segurança dali a olhá-la – Konbawa! – falou ela e mantendo ainda o telefonema com Reita – Hoji desu. – anunciou ela. O homem assentiu e logo lhe indicou o caminho para um dos dois elevadores do edifício.
Nami pestanejou e logo digitou os números código que Reita lhe anunciava por telefonema. – Certo. – falou ela assim que o elevador indicou que fora “desbloqueado”, chamou o dito elevador e pouco demorou para as portas metalizadas deste. Entrou e marcou 10º andar – Ja ne. – falou timidamente e desligou a chamada.
Se ali naquele edifício ficava a cobertura de Reita, então…sem duvida que Yakuza trabalha com muito dinheiro mesmo. Nami recordava as poucas histórias que lera sobre a máfia japonesa e então relembrou que nem todas as famílias “oficiais” da Yakuza eram conhecidas, obviamente…haviam vários nomes escondidos por nomes de grupo de máfia. Então Nami recordou tudo o que aprendera sobre a Yakuza…seria então que Reita, com meros 31 anos era o oyabun da sua família (era impensável isso).
O elevador anunciou chegada ao 10º andar. Nami saiu timidamente e logo se deparou com uma porta em madeira maciça e notou que esta estava entreaberta; Reita havia-lhe dito «vai entrando, koi», por isso…ela entrou sem se anunciar.
Seu corpo pareceu gelar quando passou o largo hall de entrada e se deparou com uma ampla sala, onde uma das paredes era uma comprida janela e dali se tinha uma paisagem estonteante; Nami continuava congelada à entrada, quatro homens estavam de costas para ela e o quinto, era Reita que se encontrava sentado num cadeirão de aparência muito confortável.
Os quatro homens mantinham-se de pé e olhavam o seu “chefe”, o silencio era tudo o que provinha deles e o próprio Reita se havia calado quando seu olhar encontrou Nami à entrada da sala. – Podem ir. – Reita falou confiante, sua voz parecia mais grave do que o habitual.
- Suzuki-sama. – os quatro homens falaram enquanto fizeram uma rápida reverência. Pareciam mecanizados aqueles homens, giraram em seus calcanhares e passaram por Nami sem se atreverem a admitir que seus olhares se encontrassem com os da mulher. A porta da cobertura ouviu-se fechar.
Reita elevou-se do cadeirão e chamou Nami para junto de si com um gesto, ela atendeu seu pedido e não tardou em se ver envolvida pelos braços daquele homem. O beijo entre o casal aconteceu o mais tranquilo e de total entrega, possível. – Reita…posso pedir-te que me esclareças umas coisas? – perguntou-lhe ela com receio, até seu corpo tremelicou de medo entre os braços dele.
- Se poder esclarecer… - ele falou tranquilo mas interiormente imaginou o que queria a morena saber.
- Tu és mesmo o…chefe…chefe…do teu grupo? Ano…és o oyabun? – seus lábios tremeram-lhe de receio. Não estava minimamente interessada em se meter no assunto do “trabalho” daquele homem mas…era curiosa por natureza.
- Hai. Eu sou o oyabun. – ele respondeu baixinho. Nami encarou-o
- Mas…mas…Suzuki não é o nome associado a nenhuma família reconhecida da Yakuza. – ela concluiu mais para si do que para ele.
- Quem disse que somos…reconhecidos, Nami? – ele provocou com um sorriso
- Na..ni…? – esbugalhou seus olhos – Mas..é um clã, ne? – ele afirmou com um gesto de cabeça – Então…
- Nós atuamos fora da lei ou longe do conhecimento público, koi. Por acaso têm acontecido muitas conversas protestantes pelo facto de tu me conheceres e saberes o que eu faço e tudo o resto. – franziu o sobrolho.
- Normal. No lugar de um… wakashu ou kyodai, também não ia gosta nada de uma estranha pelo meio…não fiz cerimonia alguma e tudo isso que se aplica ao conhecimento de um clã. Não tenho oyabun e isso… - baixava gradualmente o tom da sua voz. – Acho perfeitamente compreensível que desaprovem o facto de eu aqui…surgir, ne. Temem que eu…fale. – Reita começou a rir e a morena corou imenso.
- Andas-te a estudar o que é conhecido da Yakuza, Nami? – quis ele saber
- Não. Bom…estudei algumas coisas mas só desde que vivo no meu bairro, porque desde inicio que me informaram que é um bairro onde atua Yakuza e aparentemente sabia-se que lá…vocês atuam muito. Até existem estabelecimentos que proíbem membros de clã no seu interior. O que acho escusado mas pronto. – encolheu os ombros – Só estou a tocar no assunto…Reita porque não quero que os teus kobun, wakashu ou kyodai… - encolheu os ombros em sinal de indiferença para si – protestem.
- Nami…diz-me…quando estive junto de ti pela primeira vez, mesmo sem saberes que sou oyabun…imaginas-te desde logo que discretamente confirmei o que faço na vida..que…
- Jamais poderia fugir ou escapar da Yakuza. Sim. É isso que me assusta, sabes. Eu sei lá o que pensam de mim.
- Portanto…eu senti que podia confiar em ti e foi impossível afastar-me de ti. Simplesmente… - sorriu – apaixonei-me sem lógica por ti…civil. – suspirou – Claro que isso condenou-te a ficares em silencio sobre tudo o que tens vindo a conhecer de mim.
- Sério…podes condenar-me a isso as vezes que desejares…Suzuki-sama. – ela falou timidamente – Simplesmente…quero estar a teu lado. – o homem inclinou-se ligeiramente para ela e acabou por lhe exigir um novo beijo.
- Koi…vou contar-te o que posso sobre a minha vida. Suzuki não está associado à Yakuza…o meu clã é…secreto para a maioria dos clãs poderosos. Somos 190 membros, 990 homens e entre os quais existem 100 recrutados para “dominação de área”. Faz de conta que és uma delas…para já.
publicado por Ynis às 2013-05-19 00:38:42
Wolf - Parte 2
(...)
Jared correu o mais rápido que conseguia até finalmente chegar à casa. Não queria acreditar no que via. As chamas já tinha consumido grande parte do edifício e apesar dos esforços dos bombeiros, para a tentarem salvar, nada fazia crer que conseguissem. Mas naquele momento, a casa era o menos. Procurou por entre as pessoas que ali estavam, Taylor e Rose. Aparentemente, ninguém estava lá dentro, pelo que um pequeno alívio assaltou o seu coração. Mas algo estava mal. Por alguma razão, não conseguia encontrar aquelas duas. Foi então, que lá bem ao longe, ouviu um choro de um bebé. Parou por uns instantes e olhou para a casa.. Não podia ser.. Engoliu em seco e começou a correr em direcção às chamas. Apesar de todos os impedimentos por parte das autoridades, conseguiu entrar na casa. Olhou em redor. - Taylor! - gritou. Aquela casa estava prestes a desmoronar, não havia tempo a perder. Concentrou-se novamente no choro do bebé e correu até ao andar de cima. Assim que entrou para quarto principal, viu um grande pedaço de madeira em cima da loira e ao seu lado Rose, que se remexia e chorava. Com a sua força de lobo, tirou a madeira de cima da rapariga e pegou-a ao colo. - Amor.. acorda.. - tossiu. Aquele sítio estava a ficar cada vez mais sufocante. Abanou-a. A loira teimava em não acordar e o tempo estava a esgotar-se. Voltou a abaná-la. - Taylor, por favor, acorda! - Assim que a ouviu tossir, um novo alívio passou por si. Pousou-a, encostada à cama e pegou na bebé.
- Leva a nossa filha daqui. - disse, fraca e incapacitada de pronunciar o que quer que mais fosse. - Eu.. eu.. fico bem, prometo.. - colocou um sorriso nos lábios. - Afinal, tu voltas sempre para me vir salvar.
Era agora ou nunca. Jared tinha nas mãos o destino de puder salvar-se a si mesmo e à sua filha ou deixá-los morrer, os três. Beijou a testa de Taylor e levantou-se. - Eu prometo que volto. - E começou a correr dali para fora. Desviou-se das madeiras que se iam derrubando, do tecto que ia caindo e quando finalmente saiu da casa, inspirou fundo. Um bombeiro rapidamente abordou-o e no momento em que se virou, para a loira ir buscar, a casa explodiu.
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-18 22:42:44
Tokio Hotel Facebook // ((...)
publicado por UNION TH § às 2013-05-18 20:21:00
Aqui estão as perguntas de Gustav que nós selecionados de todas as vossas submissões impressionantes:
~ A l i e n ♥: qual é a melhor e a pior coisa sobre Gustav?
Georg: O pior é provavelmente ele poder ser muito "bitchy" sempre que tentes criticá-lo. Ele não consegue lidar com isso!
Tom: Tão bonito da parte do Georg iniciar com o pior. Eu só posso dizer coisas positivas! O melhor sobre Gustav é que ele nunca diz nada nas reuniões de banda. Nem uma palavra! Adoro isso! Haha!!
Savannah Strömberg: O que acontece se o Gustav ficar realmente irritado?
Bill: Ele fica agressivo!
Georg: Oh sim, eu lembro quando o Bill e o Gustav entraram numa luta fisica durante a produção do nosso primeiro álbum!
Tom: Sim, foi muito divertido! Foi sério!
Bill: Mas demora algum tempo para torná-lo agressivo. Nem toda da gente pode fazer isso.
Georg: em geral, ele não é uma pessoa raivosa!
Tradução: UNION TH
RTL Exclusiv Weekend (12.(...)
publicado por UNION TH § às 2013-05-18 20:03:15
BTK APP - Bill: Tesouro V(...)
publicado por UNION TH § às 2013-05-17 23:51:41
Cherrytree Records Facebo(...)
publicado por UNION TH § às 2013-05-17 23:43:08
publicado por UNION TH § às 2013-05-17 23:41:20
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-17 23:15:51
...e basicamente é apenas isso. Estou extremamente, completamentre, inexplicavelmente...aborrecida. Fim.
Kisu <3
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-17 18:14:25
...em que a pessoa me chama de "amor" mesmo que só na brincadeira. Acredito que o mundo deu uma volta ao contrário do habitual. O_o
Mas sabe bem essas coisas, mesmo que na brincadeira, neh. =P
Kisu <3
Inocência da Maldade - 9º(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-17 15:20:37
Para quem não tiver conta ou blog sapo e utilizar o "não tem blog sapo" para desejar comentar e o tal "Publicar Comentário" não surgir...não se preocupe. No canto superior direito da tua tela de pc deves ter algo que indique para "diminuir o zoom" da pagina (normalmente isto está a 100%) e basta reduzir para 90% ou menos (caso o desejes) para que a "linha" que te permite publicar apareça logo por debaixo da area de comentário.
Fica só a dica. =)
9º
Por sua opção pessoal ficaria ali deitada naquela cama, continuando a sentir os braços definidos de Reita a protege-la no seu sono e a tranquila respiração dele a tocá-la ligeiramente…mas ela tinha que ir trabalhar. Beijou-o ligeiramente, garantindo que não acordava aquele homem; sorriu, foi tomar rapidamente um duche, vestiu-se sem grandes minuciosidades; confirmou que Reita ainda dormia tranquilamente na sua cama e saiu do apartamento.
Mal saiu do edifício assustou-se, dois homens estavam próximos da entrada do prédio e pelo facto de um usar um fato negro e camisa branca e o outro vestir-se maioritariamente de negro…confirmavam que seguiam ordens de Reita. Inacreditável, a Yakuza estava à sua porta de casa, cumprindo ordens de um chefe poderoso da máfia…garantindo que ninguém lhes faria mal. Sorriu tontamente e um dos homens acenou confiante para ela. Sentiu-se incomodada porque sabia que aqueles “seguranças” tinham noção do que o seu chefe tinha ido ali fazer. Sentia-se demasiado exposta mas pelo menos quem passava ali não desconfiava a origem daqueles dois homens. Seguiu seu caminho para a pequena padaria onde tomaria um rápido pequeno almoço na companhia de Ary e juntos iriam para o emprego.
*
Reita despertou lentamente, recordou que não estava em sua casa mas…na da sua…namorada. É, Nami era sua namorada e ele esperava que ela aceitasse isso de coração. Ele estava exposto aquela mulher, ela despertara-lhe o lado calmo e apaixonado e mesmo que fosse perigoso…ele queria mante-la a seu lado.
Vestiu as suas roupas e sorriu quando olhou uma ultima vez a cama da mulher, tinha-a arrumado o que sabia e pareceu-lhe aceitável. Colocou a faixa sobre o nariz e saiu do apartamento de Nami. Desceu as escadas até ao rés-do-chão; assim que encontrou a luz do sol, semicerrou os olhos pois ficara encadeado. – Suzuki-sama. – o homem simplesmente olhou para o lado, sem visualizar completamente a feição do seu homem – Hoji-san já está no seu emprego. – informou
- A guarda do meu falecido nii-chan…que seja destacada para Hoji-san. – o homem assentiu enquanto seguia dois passos afastado do seu chefe – Tonaco já deve saber da existência dela.
- Hai, Suzuki-sama. – um carro negro e de vidros fumados parou ligeiros metros à frente do local onde Reita parara.
- Que eles sejam discretos. Se aquela mulher sonha… - sorriu – é capaz de me marcar mais ainda. – falou já para si mesmo. Nami havia-o marcado violentamente nos ombros quando o alto clímax de ambos havia chegado; Reita estava disposto a ensinar mais aquela mulher, tornando-a numa parceira especial mas unicamente para si.
*
Conteve uma risada quando se olhou atentamente ao espelho da casa de banho da engomaria, Reita fizera-lhe um chupão sobre a curva do seu seio direito, um segundo no final do pescoço e um terceiro sobre a barriga. – Aquele sexo em pessoa…- murmurou para si. Seu corpo doía-lha, aliás…o interior de suas coxas doía-lhe e pelo que, só agora, ela reparara… o interior das coxas estava enegrecido graças às estocadas de que fora alvo. Era bom demais para ser um mero sonho. Podia estar marcada, mas fora marcada por prazer benévolo.
Baixou a blusa, ajeitou a bata de trabalho e saiu da casa de banho. Sentia-se feliz demais mas prometera a si mesma que não iria concentrar-se totalmente em Reita, ele era Yakuza e ela não queria sofrer a dobrar…não o merecia, portanto jamais iria firmar-se e achar-se senhora e detentora do máximo possível daquele homem.
*
Saiu da casa de Ary, onde ela e Nadesko haviam ido jantar; infelizmente não poderiam estender o seu jantar e pós tal, mas sempre servia para dar forças para o resto da semana. Esfregou rapidamente seus braços quando saiu da porta da casa do seu amigo na companhia de Nadesko.
- Verão e as noites continuam frias. – Nadesko comentou após cobrir seus ombros com um casaco fino
- Realmente… - Nami murmurou; por algum motivo sentia-se observada desde que saíra do seu trabalho, olhara sempre em redor mas nunca visualizava ninguém em especial a observá-la.
- Olha…estive a pensar. – a mais velha falou então – Porque não falaz com o teu “amigo colorido” Suzuki-san. É difícil conseguir entrada no Riujii Bar ao fim de semana e eu estou desejosa de conhecer o lado exótico e rico da noite em Tókio. – gargalhou
- Não tenho coragem para chegar ao pé dele e dizer «Olha meus dois melhores amigos querem aproveitar uma noite no teu bar. Podes dar-me convites?». – falou sarcástica e abanou ligeiramente a cabeça
- Chotto…ele deu-te bilhete VIP no sábado. Não lhe custa absolutamente nada dar mais dois. E depois só se tem direito a uma bebida ou uma garrafa, conforme o tipo de convite. – fungou Nadesko. – Ele ofereceu-te um convite.
- O que não significa que todos os fins de semana vá me oferecer…saídas requintadas ou seja lá como for. – fungou por sua vez – Suzuki pode não gostar da…ousadia.
- Ele anda a dormir contigo. – a outra atirou pesadamente. Nami corou automaticamente – E claramente está louco por ti…porque…minha amiga…esse chupão possessivo no final do teu pescoço… - estalou a língua – Hummm…parece-me que é um homem com tudo a tamanho e poder indicado. – adotava um tom sacana, agora.
- Óh…para com isso… - a mais nova falou envergonhada. – Tenho…o interior das coxas enegrecido. – confessou então. Nadesko parou de caminhar e sorriu abertamente
- Começo a ficar muito interessada em conhecer esse homem. Meu Kami…deve ser uma loucura, não é fácil ficar-se enegrecida com…uma vez. – deslizou a língua por entre lábios
- Sou branquinha. Delicada demais…até irrita. – fungou Nami – Temo não ter…como acompanhá-lo. – baixou o olhar – Vai aborrecer-se de mim, Nadesko. – lamentou
- Amiga… - passou o seu braço por cima dos ombros da mais pequena e nova – não admito que penses isso. – falou carinhosamente – Esse Suzuki-san deve gostar de ti. Do nada ele admite que te quer, demonstra total preocupação contigo e nem teme admitir que não suporta ficar muito tempo longe de ti. Homens desses…não se fazem mais. – sorriu – Suzuki é edição rara. – deu um suave beijo na bochecha de Nami – Boa noite, querida. – disse antes de ambas seguirem por caminhos separados.
Nami acenou um rápido “adeus” à amiga e seguiu seu rumo. A suave brisa que se fazia sentir parecia ter um efeito calmante para a morena, por isso…ela não teve pressa em regressar ao seu pequeno apartamento.
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A Precious Vampire - 5º C(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-17 14:15:37
O
5ºcap
Se havia coisa que um vampiro, rapaz, aprendia logo que entra no mundo vampírico, é que Bill poderia ser um perigo imenso. Ele é um conquistador nato, para quem é dos mais velhos naquele mundo imortal…as vampiras fascinam-se com ele, morrem de amores por ele e oferecem-lhe todo o seu respeito e dedicação. Problema enorme para Tom. Abby continuava bela e erótica, como sempre o fora e ele havia se afastado da vida dela desde que ela tinha entrado nos últimos 2 anos de Universidade e mais ainda desde que se via envolvido em problemas superiores ao qual ele não gostava de se envolver, até um caça vampiros saber aquilo que Tom é e Abby.
Despertou do turbilhão de pensamentos que o atingia até ao momento, olhou devagar para o lado e viu-a, completamente perfeita e apenas em langerie.
- Demoras-te. – comentou lentamente, viu-a sobressaltar-se
- Pensei que havias adormecido aí. – olhou rapidamente para a cama de casal, sorriu e apanhou um vestido de cor lilás claro. Não o vestiu, pois Tom já a havia envolvido pela cintura com seus braços e beijava-a – Wow… - riu-se contra os lábios dele – que se passa?
- Tinha saudades. – beijou-a – Aliás ainda tenho muitas saudades. – sorriu e moveu o piercing de modo provocante
- Aí sim?! – falou divertida – E tens saudades do quê, exactamente? - ele colocou-a ao seu colo – Tom!
Levou-a até junto da cama, deixando que o corpo suave da namorada descai-se sobre a colcha da cama…juntou as mãos á anca de Abby e começou a cobrir o corpo moreno dela com o seu, beijando-a devagar mas com estímulo.
- Abby… - sussurrou – lembra-te que continuo e hei-de continuar a te amar. – falou junto dos lábios dela. Ouviu-lhe o suspiro fictício e recomeçou a beijá-la docemente, com total dedicação.
- Á que tempos que não me dizias isso. – ela murmurou
- Desculpa. Ando abstraído. – deslizou as mãos até junto do fecho do sutiã da vampira e abri-o, Abby moveu-se até que Tom retirou essa 1ª peça de roupa interior a ela. Arrastou as mãos por dentro da t-shirt dele até que lhe a despiu, ambos sorriram e sentiram que o desejo começava a despertar fervorosamente.
Viu-se sem as calças e vingou-se a deixa-la completamente nua para si, arrastou os lábios ao longo da barriga plana de Abby e começou a provoca-la com beijinhos molhados e sensuais, ouviu-a gemer, começou a deslizar a língua pelo peito da rapariga, acabando por vezes mordiscar-lhe os mamilos, um novo gemido escapou dos lábios dela. Sentiu a excitação dele a crescer e assim também a sua começava a aumentar gradualmente, havia perdido conta aos dias, talvez meses para ser mais certa, que não fazia amor com Tom e agora estava perto de tal e só o amor que a percorria fazia sentir-se quente e algo parecia apertar-lhe o estômago. Gemeu mais fortemente assim que Tom começou a deslizar uma mão pelas suas pernas, arrastando assim o que restava de roupa interior em Abby, sorriu meio nervosa quando ele voltou a tocar pontos erógenos que á muito não sentiam uma carícia. Voltou a sentir a pressão dos lábios dele sobre os seus, até que ela lhe ofereceu beijos intensos e excitante…soltou suave grito assim que se sentiu a ser penetrada, os corpos de ambos começaram a se movimentar conforme as penetrações o exigiam, continuavam coordenados, plenamente moldados um ao outro…o ritmo das penetrações aumentou e o friccionar de ambos os corpos criou um súbito calor e uma súbita paixão louca, algo que fazia com que eles prolongassem o máximo possível aquela entrega sexual. Passou a língua pelos lábios, fez os seus caninos sobressaírem-se, ouviu Tom a soltar um suspiro…Abby havia aprendido coisas interessantes que podiam levar o rapaz ao limiar do prazer…cravou os dentes na pele dele, bem no meio da lateral do pescoço dele, ele gemeu e penetrou-a com mais força…Abby desenterrou os dentes da pele dele, e esta começou a regenerar-se, elevou a anca e envolveu a cintura de Tom com as suas pernas, o ritmo e a profundidade das penetrações aumentou mais…ela soltou mais um grito, e voltou a cravar os caninos na pele dele, agora no ombro…
- Abby… - ele pigarreou
- Quero-te louco só para mim. – mordiscou a orelha dele depois de lho dizer; como ambos eram vampiros já não havia problema de se beijarem tanto um ou ambos em transformação, não se magoavam, então ela beijou-o subitamente. O calor que pareciam queimar as suas peles era estranhamente provocador e ao mesmo tempo faziam com que ambos os vampiros de desejassem ainda mais.
Gemeram ambos e mostravam-se ofegantes, sorriram e beijaram-se…Tom que já se havia transformado, deslizou os lábios pelo peito de Abby e mordeu-a logo a baixo do peito, ela arqueou-se e riu-se. O estalar em conjunto anunciou que por agora chegava de mordidas eróticas. Arrastou meigamente a mão esquerda pela pele cremosa dela, e beijou-a entretanto.
- Tens noção de á quanto tempo me mantinhas em celibato, Tom? – ela fingiu-se indignada. Ele riu-se. – Não tem piada, percebes! – beijou-o – Pensei que daria em louca muito em breve.
- Portei-me mal nisso, amor. Eu sei! – falou junto aos lábios dela. Abby fez por suspirar, á mais de um ano que não ouvia Tom a se referir a ela como “amor”. Tinha saudades de tal palavra. – Não volta a acontecer.
- Pois… - remexeu-se e ajeitou-se mais na cama – Tom? – sentiu o olhar intenso dele sobre si – Eu tenho mesmo que te perguntar isto, senão dá-me alguma coisa. – ele arqueou o sobrolho esquerdo – Tu…amh… - se fosse humana estava mais que corada
- Podes falar, Abby. – disse-lhe calmamente
- Sabes que á muito, mesmo muito tempo que não estamos, ou melhor, que não estávamos juntos…e…tiveste…com outras? – baixou o olhar e rezou para que ele não se irritasse.
- Claro que não, Abby. – elevou-lhe a cara e fê-la olha-lo nos olhos – Nunca te enganei, nem com vampiras nem com humanas. Eu amo-te.
- Na noite da festa…a humana de quem te alimentas-te…parecia…extremamente…excita
- Ela é uma daquelas miúdas que delira por ser mordida todos os dias, a bem dizer. Eu tinha era sede, mais nada. – sorriu – Eu nunca seria capaz de te enganar. Eu disse-te que não te irias livrar de mim na imortalidade, Abby.
- Isso foi á 4 anos atrás. – ela mexeu-se incomodada – Diga-se que não temos andado muito…amorosos um com o outro, ãnh!
- Já pedi desculpa. Mas tem surgido muitos problemas e o meu criador precisa da minha ajuda. – beijou-a
- Certo. – voltava a morder o lábio nervosamente – Bem…vamos alimentar-nos? – sorriu devagar
- Sim. Deixaste-me esfomeado. – riram-se
publicado por tutti às 2013-05-17 02:13:52
Liberdade pode ser prisão...
Meu deus, livra-nos do mal
E acorda portugal...
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publicado por UNION TH § às 2013-05-17 00:36:07
Tradução: UNION TH
MTV OMA: Tokio Hotel na v(...)
publicado por UNION TH § às 2013-05-17 00:18:17
Twitter United Charity: B(...)
publicado por UNION TH § às 2013-05-17 00:15:12
Tradução: UNION TH
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publicado por UNION TH § às 2013-05-17 00:12:16

Acabámos de acordar na Califórnia. Sentimos mesmo saudades dos raios de sol... estamos felizes por os ter de volta :) Tom
Tradução: UNION TH
publicado por UNION TH § às 2013-05-16 23:54:56
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publicado por UNION TH § às 2013-05-16 23:34:30

