Inocência da Maldade - 11(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-22 16:06:44
Para quem não tiver conta ou blog sapo e utilizar o "não tem blog sapo" para desejar comentar e o tal "Publicar Comentário" não surgir...não se preocupe. No canto superior direito da tua tela de pc deves ter algo que indique para "diminuir o zoom" da pagina (normalmente isto está a 100%) e basta reduzir para 90% ou menos (caso o desejes) para que a "linha" que te permite publicar apareça logo por debaixo da area de comentário.
Fica só a dica. =)
O
11º
Nami continuava a não saber se aquela era a residência oficial de Reita, mas para já…estava na sala de jantar, um empregado havia-os servido e por fim se despedira; agora o casal estava sozinho naquela luxuosa cobertura, frente a frente à mesa e a morena aguardava saber um pouco mais da vida do seu…namorado yakuza.
- O meu trisavó era um yakuza….individual mas trabalhava para a Yamaguchi-gumi como recruta. – Nami reconhecia aquele nome, era a maior família, conhecida da Yakuza Japonesa. – Com o tempo e experiencia, ele ganhou o comando de um dos clãs…até por indicação do oyabun da Yamaguchi-gumi…ele criou uma nova família, afastando-se e entrando em total segredo. – suspirou – Daí foi crescendo por conta própria mas indiretamente…pertencemos à…
- Yamaguchi-gumi. – Nami completou-o
- Então a segunda maior família Yakuza descobriu a artimanha secreta. E do nada clãs descendentes da …
- Sumiyoshi-rengo. – a mulher deixou escapar e logo ficou pálida. Estava a interromper Reita…demasiado. Mas o loiro/moreno apenas gargalhou e mostrou-se satisfeito pelo vago conhecimento dela sobre o tema.
- Hai. A Sumiyoshi-rengo destacou um clã para nos matar. – anunciou – À três anos atrás… - silenciou-se por breves momentos e Nami imaginou que ele iria falar algo bem sério, então bebeu um pouco só para não ficar demasiado ansiosa. – criaram uma armadilha. – encarou Nami – Os meus pais e nii-chan foram mortos. – a mulher engoliu em seco e bebeu mais um pouco – O meu pai era um homem demasiado rígido e nunca fui o exemplar de filho para ele…não era ausente de sentimentos como ele, posso dizer que amava mais minha okaa do que meu otou. – aproveitou para dar uma pequena golada no seu saké – Meu nii-chan era o herdeiro do meu pai…sendo ele o mais velho e o mais dedicado à Yakuza. Em questão de arte marcial, manejo de armas e tudo o que ser Yakuza representa…eu fui sempre o melhor por mero acaso, mas liderança…era com o nii-chan. – sorriu vagamente. – Com a morte dos três…fiquei eu e vi-me obrigado a me tornar oyabun. O líder de clã mais forte que o meu pai tinha tomou posse da minha aprendizagem de liderança e exigiu-me resultados altos. Desde aí…sou dado como… - mordiscou levemente seu lábio inferior – o oyabun mais jovem de sempre, dos mais mortíferos e o mais estranho de todos.
- Sogoy. – Nami deixou escapar e ouvir aquelas palavras de Reita…excitaram-na. A adrenalina era imensa no seu interior, a vontade de ficar ao lado de um homem como Reita era extremamente perigosa mas de completa satisfação.
- Neste momento….Tonaco Takechi é o meu maior inimigo. Ele é o líder do clã da família inimiga de morte dos Yamaguchi-gumi e o responsável pela morte da minha família. – anunciou pesadamente – Takechi é mais velho que eu, inveja meu poder e inveja…a força da nossa área. Acho que é tudo isto que precisavas saber. Lamento não poder falar mais, Nami. – sorriu de canto – A não ser que te cases comigo, aí serás informada de tudo e serás Yakuza. – a mulher ficou boquiaberta.
- Reita… - corou imenso – assim deixas-me realmente incomodada. – fungou – Kuso. Como consegues deixar-me tão inquieta… - desviou o seu olhar do dele. – Bom, aprender a defender-me fisicamente e usar nunchaku… - abriu um sorriso traquina – deve ser porreiro. – falou num tom bem divertido que a fazia lembrar uma menina extremamente encantada.
Reita gargalhou e até baixou o olhar, mostrando-se tão divertido como orgulhoso. – Eu uso Sai. – informou-a. Os olhos cor de avelã de Nami ganhavam um novo brilho. Era tudo arriscado mas sentia-se feliz.
Por seu lado, o loiro/moreno sentia-se estranhamente motivado, pois Nami não se negara à conversa do “se casares comigo”, ela simplesmente desviara a atenção para a aprendizagem necessária para estar incluída na sua família. – Ano…não imaginei que a família Suzuki estivesse tão bem…posicionada. – a mulher comentou enquanto dava uma nova “vista de olhos” por aquela sala de estar.
- Aqui é onde encontro os meus kobun, basicamente aqui é onde os negócios são…apresentados. Claro que estou aqui maior parte do tempo. – suspirou – A casa da minha família…parece-me demasiado…grande, só vivo lá eu. Tenho empregados mas não estão 24h sobre 24h lá. – terminou de beber o seu saké e só aí Nami reparou que Reita também já havia terminado de jantar. – Porque te informas-te tanto sobre Yakuza, Nami? – ele perguntou então
- Como disse, assim que me mudei para o meu apartamento fui avisada e achei interessante saber exatamente o que era Yakuza. Sou mestiça. – indicou-se – Venho de uma pequena aldeia do sul e… - sorriu – até aos 12anos vivi em outro pais. – Depois, sendo eu uma…pessoa tímida demais e…frágil…a minha curiosidade sobre algo totalmente diferente do meu mundo…simplesmente atraí-me. – admitiu-lhe
- Não imaginas como me sinto…satisfeito por te ter conhecido. – ele confessou – Bem que digo e posso afirmar que tu és especial, Nami.
*
Inesperadamente, aquela noite de terça-feira tornara-se abafada e Nami agradecia o copo de sumo gelado, a parede da sala de estar totalmente em vidro e a varanda que ali havia em forma de meia lua; inspirou profundamente o ar da noite e sorriu para o brilho das luzes da cidade.
Reita surgiu a seu lado, apenas de calças vestidas; conteve um gemido e tentou procurar um tema seguro para conversar com aquele homem. O homem apanhou-a em flagrante quando Nami o olhava meticulosamente…ou melhor, olhava seu tronco. – Ano…não é tradicional vocês tatuaram o corpo todo…ou o tronco todo que seja? – foi o único tema seguro que se lembrou de tocar.
- Relembro-te que não somos…legais. – ele respondeu – Desde que o Dragão e a flor de sakura exista, basta. – informou a Nami. A mulher inclinou-se ligeiramente atrás, apenas para olhar a tatuagem que cobria toda a omoplata direita de Reita, sorriu. Era uma obra de arte…aliás…aquele homem, todo ele era uma arte. Humedeceu seus lábios inconscientemente e reparar que olhava a forma bem agradável do rabo daquele yakuza e este se dava conta…deixou-a inquieta. – Nami… - ele murmurou rouco.
- H..Hai… - falou ela de modo arrastado. Reita sorriu divertido e logo pousou o seu copo e o da companheira sobre a pequena mesa redonda que estava numa ponta daquela varanda em forma de meia lua.
- Estás a fazer de propósito. – ele anunciou assim que ficou frente a frente com aquela morena, a comprimiu contra o varandim em vidro e esta humedeceu seus lábios lentamente.
- Não estou a fazer nada. – ela defendeu-se assim. O homem pressionou mais as mãos contra a cintura de Nami e possuiu os seus lábios carnudos. A mulher queria reagir um pouco e ter noção que estava comprimida contra um varandim numa varanda no 10º andar não ajudava à tranquilidade. – Reita. – sua voz falhou graças aos nervos que se apoderavam de si.
- Confias em mim? – ele perguntou contra a sua orelha. Nami engoliu em seco e simplesmente assentiu positivamente. Reita conduziu as mãos dela até estas ficarem totalmente apoiadas sobre o varandim; do nada ele obrigou a morena a afastar suas pernas com um movimento do seu joelho esquerdo entre estas. – Quero-te. – anunciou contra a boca de Nami e logo ela lhe entregou um beijo.
Lentamente as mãos de Reita se arrastaram ao longo do corpo da mulher até abrir o justo colete que esta vestia e logo os botões da camisa foram desabotoados. Nami ofegou e não evitou fechar seus olhos de prazer quando aquele homem se apoderou dos seus seios, apertando-lhos e logo lhe puxar o sutiã para cima, deixando aquela zona do corpo feminino livre…recebendo a brisa da noite; a morena corou imenso quando sentiu seus mamilos se endurecerem, Reita acariciava-lhe o peito e o toque da brisa estimulava-a ainda mais. – humm… - gemeu Nami. O yakuza beijou a companheira e depois sua língua foi se arrastando da boca até um dos mamilos eretos dela; sua pélvis fisgou e sentiu-se desesperado…como poderia ser possível Nami o excitar tanto e tão depressa? Seria o gosto doce dela? Seria o jeito tímido dela?
Não interessava a resposta…interessava atender ao desejo.
Seus seios eram alvo da mais doce das caricias e Nami começava a se sentir extremamente frustrada e excitada, pois Reita provocava-a de tal modo que ela perdia possíveis forças para reagir. Respirou bem fundo, mordiscou o lábio inferior e sentiu-se cada fez mais quente no interior da sua feminilidade. Não poderia ser normal a atração entre eles ser tão voraz.
Afastou sua boca do mamilo rosado da companheira e procurou o olhar desta, ela estava acalorada e parecia mais que pronta para sexo. Reita sorriu de canto e a mulher ficou escarlate. – Tua expressão começa a me excitar demasiado, Nami. – ele falou contra a boca dela um pouco antes de a beijar selvaticamente.
Estava tarde mas quem era a mulher no seu perfeito juízo que tentaria impedir os avanços daquele homem que a beijava daquele modo e lhe indicava o quanto começava a ficar duro por si? Nami ofegou pesadamente e então foi arrastada para fora da varanda, entre beijos e caricias…ela viu-se completamente nua e sobre o sofá de couro da sala de estar. – Reita…não… - foi silenciada pelos lábios possessivos dele.
Sentia-se insuportavelmente excitado e ainda conseguia surpreender-se com a intensidade com que uma mulher tão simples e doce o conseguia enlouquecer daquele modo; Arrastou mãos e entregou beijos pelo corpo de Nami, tocou-a suavemente entre suas coxas e ela contraiu-se. – Koi… - murmurou num lamento assim que visualizou as pequenas marcas enegrecidas no interior de suas coxas – porque não me disseste que te estava a magoar… - mostrava-se realmente triste por ver que tinha marcado a mulher daquele modo.
- Sou frágil… - sorriu ela – e não me magoou…foi bom demais para sentir algo diferente de… - corou de novo – prazer, koi. – lambeu o lábio. Reita descaiu suavemente sobre o corpo da namorada, beijou-a demorada e sentiu-se animado quando as pequenas mãos daquela mulher aventuraram-se em despir-lhe as calças que ele estava a usar.
Ouviu como ele pigarreava quando lhe tocara a dureza do seu sexo e pouco depois o corpo de Reita tremelicou de prazer quando ela optara por estimula-lo. Os boxer’s foram junto com as calças e de momento apenas restavam as pequenas cuecas que Nami fazia uso entre seus corpos nus.
Era demasiado para ser impedido à última, Reita não queria ser tão apressado mas desde que estava com aquela morena…seu corpo deixava de lhe responder corretamente. Era…demasiada paixão. – Kuso… - murmurou entre dentes
- Fiz algo errado? – Nami questionou inquieta e abrandou de massajar o membro masculino.
- Koi…tu enlouqueces-me demasiado. – ele admitiu-lhe – E eu não posso continuar. – falou por fim
- Não podes… - procurou os lábios do homem entretanto, exigindo-lhe um beijo e esforçando-se para satisfazer Reita. Sem duvida ela estava a se esforçar o máximo que sabia…roçava seu corpo contra o do homem, entregava todo o amor que sentia em si na troca daqueles beijos minuciosos e acariciava-o o mais suave e agradável possível.
- …desculpa… - Reita murmurou contra a orelha dela e de súbito baixou-lhe as pequenas cuecas e penetrou-a a fundo. Nami conteve respiração e apertou-se contra o corpo do loiro/moreno; ele saiu dela e investiu de novo, criando um ritmo perfeito e criando movimentos extremamente apaixonantes.
A mulher sorriu, o receio de Reita era porque não se havia protegido mas Nami tinha noção do que deveria de fazer depois e certamente aquele homem jamais seria descuidado consigo caso a fizesse correr algum risco. Sentiu-se bem demais; entregou-se de corpo e alma a Suzuki.















