publicado por Celinne Marie às 2013-05-25 14:52:12
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Seguir Perfil »Os nossos destinos encontraram-se mas nunca chegaram a cruzar-se.
publicado por Celinne Marie às 2013-05-25 14:52:12
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O meu sonho e julgo que o(...)
publicado por R. às 2013-05-25 14:31:52
A mulher V (entenda-se mulher virtuosa) é casada, fã número um do marido e está literalmente presa a ele. No máximo, ao longo da vida terá 5,6 segundos de liberdade. Foi este o tempo cronometrado pela filha mais velha do bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), quando deixou o pai no altar para se casar com Renato Cardoso.
Tinha 17 anos e a ilusão de ser uma espécie de mulher da Idade Média: “Foi como se a minha mão direita estivesse algemada à esquerda de meu pai; e ali no altar ele abriu a algema do pulso dele, colocou-a na do Renato, fechou-a novamente e passou a chave para ele.” Foram os tais 5,6 segundos.
É em tom de conselheira matrimonial que Cristiane Cardoso, 39 anos, faz esta e outras confidências em 'Casamento Blindado', escrito a meias com o marido, pastor da IURD, e lançado recentemente – vai em 15 mil cópias vendidas em Portugal e 700 mil no Brasil.
Neste manual de auto-ajuda, com quase 300 páginas (a que não faltam lembretes para publicar no Facebook ou no Twitter – por exemplo, “poste isto: começo hoje o meu cessar-fogo”), Cristiane e Renato fazem a apologia da mulher submissa e do homem líder.
Ambos garantem à SÁBADO que a reacção do público tem sido positiva, apesar do tom de algumas críticas. Por exemplo, a revista Veja, na edição de 13 de Março, referiu-se à co-autora de forma sarcástica, comparando o bestseller a “uma cartilha de mulher moderna à moda antiga”.
O casal tem um programa na Rede Record ('The Love School – A Escola do Amor', que inspirou este livro) e garante seguir o exemplo de Edir Macedo, dono da estação, e da mulher.
“Os meus pais foram os primeiros a incentivar-nos para escrevermos este livro. Estão casados há 41 anos e orgulhosos do impacto desta obra”, diz à SÁBADO Cristiane, que afirma continuar 100 por cento dedicada ao marido passadas as duas décadas de casamento.
Cristiane não tem problemas em ser submissa. Engoma as camisas de linho de Renato até ficarem impecáveis (por vezes repete a tarefa três vezes); também o elogia, mesmo em caso de fracassos; corta com os amigos do sexo masculino, porque nunca se sabe...; é inseparável do marido, seguindo a máxima “tão juntos que pareçam colados”; não protesta com a desarrumação que ele causa quando chega a casa; não reclama por falta de atenção e, se tem vontade de o fazer, fala com Deus.
“Acredite: nós não precisamos de liderar (...). A mulher que não se submete a seu marido acaba castrando-o sem querer. Não é a intenção dela, mas ela o faz um João-Ninguém. Sem respeito, o homem perde a essência masculina.”
Na cama aplica-se o mesmo princípio. Nada das clássicas dores de cabeça para se esquivar ao sexo. A mulher V nunca rejeita o homem, caso contrário ele pode criar “monstrinhos na cabeça” e cometer adultério. “É por isso que os casais devem fazer amor mesmo quando estão cansados”, aconselha Cristiane.
Se tiverem de eleger uma máxima do livro, os dois não hesitam: “Emoção é a ferramenta errada para resolver problemas.” A certa, dizem, é a inteligência. Até deram um nome ao processo de prevenção do divórcio – “Empresa Casamento Lda.” – e apontam 10 passos de salvação. Entre eles, destaca-se uma técnica japonesa que consiste em perguntar cinco vezes ao cônjuge onde está o problema, até chegar à raiz do mesmo.
A grande questão foi como chegaram a esta via de entendimento. Neste ponto, os autores afirmam que Edir Macedo foi determinante. A meio de uma das inúmeras discussões conjugais que tinham de quatro em quatro meses no início do casamento, Cristiane ligou ao pai, já de madrugada, falou cinco minutos com ele e passou o telefone ao marido.
“Ele foi directo na jugular, em alto e bom som: ‘Renato, deixa eu falar uma coisa para você. Esse problema aí é seu. Resolva-o.’” Obediente ao sogro, Renato teve uma epifania. “De repente, as escamas me caíram dos olhos. Tudo começou a clarear.” Mulher submissa e homem líder.
Palavras para descrever isto??? Não tenho! Não tenho mesmo! "Nós não precisamos de liderar" e “É por isso que os casais devem fazer amor mesmo quando estão cansados”, diz ela. MAU DEMAIS! MAU DEMAIS!
publicado por agnes às 2013-05-25 13:34:58
I can still feel your lips on mine. Fuck it, i'm fully attracted to you!
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Eu nasci para ser hipster(...)
publicado por R. às 2013-05-25 11:50:40
Sinto que existe uma hipster dentro de mim que quer sair... Mas não consegue. Fui à wikipedia ver onde estava a falhar:
Estão a ver? Eu tenho a vontade de ser hipster mas depois não me encaixo ali bem nos requisitos. É chato. É chato porque era mesmo algo que eu queria. Gostava que este blog fosse mais clean e cheio de fotos tiradas com a minha polaroid. Gostava de usar uns óculos graduados todos retro, pegar nuns calções de cintura subida da Levis e numa t-shirt qualquer e ficar super fashion. Mas não consigo! O que é pena porque sinto que tinha potencial. Sinto mesmo...
Mas pronto ser mainstream também não é mau.
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publicado por R. às 2013-05-25 09:23:41

Depois de uma semana de loucos em que mal tive tempo para respirar chego a um fim-de-semana em que não tenho NADA para fazer. Mas é que NADA mesmo. Sim, este nada é relativo mas para quem teve uma semana non stop ter de começar a estudar para exames que começam daqui a 15 dias é peanuts. Posto isto o meu objectivo é:
1. Criar horários... andava completamente sem horários. Deitar-me às 4h30 e acordar às 10h00 não é saudável.
2. Apanhar sol! Quero um fim-de-semana com sol...
3. Ver televisão (ou uma série no computador!).
4. Repor o meu stock de coisas boas na despensa. Estou sem chocolates e bolachas em casa.
5. Começar a estudar para os exames assim que a ressaca desta semana intensa de trabalho me passar.
Tempo de Antena » Cozinha(...)
publicado por raquel às 2013-05-24 23:28:05
Já passaram meses desde que participei num Workshop de Cozinha Vegetariana (gratuito), realizado pelo Interact Clube de Tavira, do qual faço parte (como secretária), mas lembrei-me de partilhar com vocês algumas fotografias.
Nunca tinha comido nada vegetariano, por isso foi a minha primeira experiência. Para dizer a verdade, podia ter corrido melhor, mas também não foi tão mau como eu pensava. De qualquer maneira, primeiro têm de saber que eu adoro carne e que, embora ache que a produção de carne em Portugal é um abuso, para não dizer pior, não consigo fazer mais do que reduzir no consumo, portanto ser completamente vegetariana está fora de questão para a minha pessoa super carnívora, e se faz favor não me atirem tomates, porque eu tenho amigas vegetarianas e vegans e já todas me explicaram porque é que devíamos virar todos verdes.
Bem, eu não sei muito bem que ingredientes é que se usaram, mas sei que fizeram tofu com soja e mais não sei o quê, como podem ver na frigideira, feijão, legumes (cenoura, couve), arroz e pão caseiro. Também houve bolo de abóbora ou de cenoura e laranja não me lembro e um chá. De qualquer maneira, vou tentar arranjar a receita e depois faço uma nova publicação. De resto, podem deixar-me receitas vegetarianas que conheçam e contar-me se já alguma vez experimentaram e o que acharam.
publicado por charlotte às 2013-05-24 23:26:25
Acho que não é preciso dizer que a minha irmã chorou baba e ranho quando viu a surpresa que lhe preparei... Mas só para quem ainda possa ter dúvidas, em breve colocarei aqui um vídeo da reação dela. :p
O serão desta noite foi feito em volta da criação deste bolo. Foi um miminho meu e da minha mãe. O que acham?
Words with soul. Soul with love.
publicado por • Smartie às 2013-05-24 19:57:29

Cómico. Louco. Divertido. Alegre. Engraçado. Hilariante.
Nota: Fiquei bastante curiosa assim que vi que este filme estava em exibição, principalmente devido ao fantástico elenco que o mesmo reúne e também, claro está, ao seu título, poster promocional e sinopse. Hoje consegui finalmente vê-lo e adorei, pois é uma comédia realmente divertida, com uma história muito engraçada e personagens realmente interessantes!
Recomendo vivamente que o vejam - fui hoje vê-lo ao cinema com ela e ambas gostámos imenso.
♥
publicado por LostDreams às 2013-05-24 19:37:43
Contra factos não há argu(...)
publicado por Jules às 2013-05-24 19:17:14
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publicado por R. às 2013-05-24 18:11:26
publicado por Sweet Stuff às 2013-05-24 17:56:29

publicado por marylou às 2013-05-24 16:57:00
sou sincera: o intermédio de matemática A era acessível, sim senhora. agora já não é verdadeiro se afirmar que se conseguia resolver tudo em hora e meia. talvez com mais trinta, quarenta e cinco minutos, a coisa lá se resolvesse..
agora veja-se, se o intermédio é assim tão condensado, o exame como será? parte-se do princípio que é muito maior, com a matéria de três livros. será que as três horas chegarão ou ter-se-á que acrescentar mais uma hora?
publicado por charlotte às 2013-05-24 15:47:44
Já se passaram 14 anos desde o nascimento da minha irmã. Olho para ela e já não vejo um bebé... Vejo uma mulher, bem mais alta que eu e que, ao contrário de mim, se preocupa imenso com a imagem. Morro de saudades daquele ser pequeno e indefeso; Mas os dias passam, as pessoas mudam e a vida acontece.
Não quis deixar passar este dia em branco e preparei-lhe um miminho: enchi-lhe a porta do quarto de post-it's com mensagens fofinhas...
E fiz um coração de rebuçados com uma fotografia nossa no meio, em cima da cama dela! :)
Que tal? :)
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Intimissimi Fall-Winter C(...)
publicado por R. às 2013-05-24 15:34:54
Uma das coisas boas de ser blogger é o facto de poder conhecer, muitas vezes, em primeira mão as colecções que serão lançadas só daqui a uns tempos. Foi isso que aconteceu no outro dia. Fui conhecer as novidades de algumas marcas entre as quais a Intimissimi.



Dentro da colecção as peças favoritas foram estas:


http://sofargone.blogs.sapo.pt
publicado por -A às 2013-05-24 12:17:52
"Se és trabalhador do privado, achas que na função pública só há malta que não faz nenhum. Se trabalhas para o Estado, achas que no privado é só chulos. Se estás desempregado, achas que quem se queixa do patrão fala de pança cheia. Se até tens emprego, achas que os desempregados vivem acomodados ao subsídio. Se és empreendedor, achas que o trabalhador por conta de outrem é um calão sem visão. Se não queres ter o teu negócio, achas que quem quer tem a mania. Se és de esquerda, a culpa é da direita. Se és de direita, a esquerda é que fode isto tudo. Se nem sequer votas, achas que quem o faz é quem mete lá os corruptos. Se és novo, não percebes porque é que andas a pagar as pensões dos velhos. Se és velho, não compreendes porque andaste a pagar os cursos que os novos nem usam. Se emigras, achas que quem cá fica se acomodou. Se continuas em Portugal, achas que quem baza é um fraco ou está armado em coitadinho. Se continuas a gastar dinheiro, achas que quem não faz o mesmo não estimula o consumo e nunca vamos sair disto. Se passaste a contar todos os tostões, achas que quem vai ao restaurante é um exemplo de como este país estourou o guito todo. Se és licenciado, achas que quem não continuou a estudar é burro que dói. Se não foste para a universidade, achas que aqueles armados em doutores é que são o problema. Se te orgulhas de ser português, és um nacionalista potencialmente xenófobo. Se criticas o país, és um traidor do tempo dos Filipes. Parabéns, conseguiram meter-nos a todos uns contra os outros. Com os problemas dos outros posso eu bem, né? Até porque o outro está errado de certeza. Era a conta e uma bica, espero que venha com um daqueles rebuçadinhos amorosos."
publicado por sara folhas às 2013-05-23 23:54:20
és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um monstro. amo-te muito apesar disso.
publicado por Carolina às 2013-05-23 22:02:10
Eu falo muito, se calhar escrevo ainda mais, mas a ideia de que tenho a resposta sempre pronta e sei de tudo é totalmente errada. Eu passo boa parte do meu tempo a formular respostas para questões que me coloco todos os dias - eu revejo conversas que tive umas trinta mil vezes, irrito-me por me ter comprometido aqui e acolá, por ter sido ligeiramente incoerente numa certa afirmação. Discuto comigo mesma todos os dias, interiormente, e talvez seja por isso que muitas das minhas respostas parecem ser pensadas - e é também isso que me dá um certo conforto em certas conversas que tenho, nas quais, se fosse doutra forma, não saberia o que dizer.
A viagem para Mafra foi interessante nesse ponto de vista - até porque não podia fugir para fora do autocarro para me desviar da conversa, o que me obrigou a responder de alguma forma àquilo que me perguntavam. O assunto era dos poucos em que a minha resposta nunca está preparada e eu plisso sem fim: a minha vida amorosa. Podem-me pôr a falar de política, de religião, dos processadores dos computadores (assunto sobre a qual eu não sei nada, mas nem me importo de inventar) ou até do sexo dos anjos. Mas da minha vida, não, por favor! E a explicação é bastante simples: primeiro porque não sou pessoa de grande partilhas. Confesso algumas coisas a meia dúzia de pessoas em que confio em grande escala e fica por aí. Por outro lado, por muito que me perguntem, eu nunca sei responder - acredito que achem improvável, mas as questões que vocês próprios se colocam sobre mim, também eu faço.
A pergunta mais flagrante e da qual eu já falei aqui é: "mas porquê que tu, não sendo uma aberração da natureza e até tendo alguma graça, sendo inteligente e outras coisas que tais, nunca tens namorado?". Questão interessante, de facto, mas à qual eu não tenho resposta. Passa-me pela cabeça a palavra "predisposição" e o facto de eu ser uma chata do pior. (Chega?)
Literatura/Opinião » THE (...)
publicado por raquel às 2013-05-23 20:49:41

Autor: Stephen Chbosky
Título Original: The Perks of Being a Wallflower
Editora: Simon and Chuster
Páginas: 231
Sinopse:
"Charlie is a freshman. And while he's not the biggest geek in the school, he is by no means popular. Shy, introspective, intelligent beyond his year yet socially awkward, he is a wallflower, caught between trying to live his life and trying to run from it.
Charlie is attempting to navigate his way through uncharted territory: the world of first dates and mix tapes, family dramas and new friends; the world of sex, drugs, and The Rocky Horror Picture Show, when all one requires is that perfect song on that perfect drive to feel infinite. But he can't stay on the sidelines forever. Standing on the fringes of life offers a unique perspective. But there comes a time to see what it looks like from the dance floor.
The Perks of Being a Wallflower is a deeply affecting coming-of-age story that will spirit you back to those wild and poignant roller-coaster days known as growing up."
publicado por Celinne Marie às 2013-05-23 18:17:14
Words with soul. Soul with love.
publicado por • Smartie às 2013-05-23 17:23:18

Nome: "Love Lust Faith + Dreams" Artista: 30 Seconds To Mars Editora: Virgin, EMI & Universal Ano: 2013
Tracklist: 01. Birth, 02. Conquistador, 03. Up in the Air, 04. City of Angels, 05. The Race, 06. End of All Days, 07. Pyres of Varanasi, 08. Bright Lights, 09. Do or Die, 10. Convergence, 11. Northern Lights, 12. Depuis Le Début.
Apreciação geral: Desde que os descobri, há já vários anos, que gosto imenso dos 30 Seconds To Mars e, como tal, estava bastante curiosa para ouvir o novo CD que acabaram de lançar - infelizmente, depois de o ter ouvido devo dizer que o mesmo ficou um pouco aquém das minhas expectativas. Acho que este é um álbum em que nada se destaca verdadeiramente, pois não existem aqueles refrões fantásticos e melodias cativantes como era costume ouvir nas músicas da banda - basicamente sinto que é um CD sem energia, sem força e sem vida. Esperava realmente algo diferente vindo deles, principalmente após o excelente álbum lançado em 2009 que é, sem dúvida alguma, o meu preferido, mas isso não quer dizer que não existam algumas que considero ser boas músicas neste CD - aliás, o meu top 3, como podem ver abaixo, é um exemplo disso. Tive o prazer de os ver em 2011 neste concerto e de ouvir algumas fantásticas músicas ao vivo mas, infelizmente, de certeza absoluta que não vou ter a mesma sorte este ano - apesar da minha opinião acerca deste álbum, eles são uma excelente banda ao vivo e sem dúvida que iria gostar de os ver novamente. No geral não fiquei muito impressionada com este CD mas aconselho-vos a ouvirem-no na mesma, pois podem ter uma opinião bem diferente da minha - já li críticas muito negativas e opiniões muito positivas, pelo que parece que consenso é algo que este álbum não reúne.
Top 3: Up in the Air, Conquistador e City of Angels.
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publicado por R. às 2013-05-23 16:03:50

Mais um ano que passou... ia jurar que ainda ontem foi o fim do Verão. Ia jurar que ainda ontem estava numa esplanada com duas das minhas melhores amigas numa Lisboa a voltar a acordar para a realidade pós-Verão e mais um bocadinho e entramos em Junho. Muitas coisas boas e algumas coisas más aconteceram em mais um ano de faculdade: o 4º! Dizem que o curso se faz em cinco anos... Assim espero. Apesar de já chorar o facto de estar a um ano de começar a trabalhar.
Hoje é a primeira de duas 5as feiras que estão destinadas a festejar. Festejar o fim de um ano lectivo, os sucessos, a vida e sobretudo a amizade!
publicado por marylou às 2013-05-23 16:03:32
não sou homofóbica (nunca o fui graças a Deus). se duas pessoas se amam mutuamente, quem somos nós para colocar uma parede de tijolos entre ambas, dizendo que o que sentem é errado, que são aberrações da natureza, abortos de Deus? mesmo todo este conflito que envolve a igreja católica e os homossexuais é sem nexo algum - não nego que haja passagens bíblicas que condenem as relações entre o mesmo sexo, mas isso foi escrito por homens como nós.. se um dia encontrarem um evangelho escrito por jesus cristo onde ele mesmo condene a homossexualidade, então calar-me-ei.
relativamente à co-adopção por casais homossexuais terei de afirmar que não tenho uma opinião realmente vincada. li inúmeras opiniões sobre o assunto, de pessoas a favor e outras contra e a mais pura e honesta verdade é que, de facto, não sei.
concordo que é muito melhor uma criança ser adoptada do que ficar num orfanato. não me venham dizer que é muito melhor passar a infância numa casa de acolhimento do que no seio de uma família, porque é uma grande mentira. família é família; uma criança recebe tanto amor de um casal hetero como de um casal homo.
todavia a verdade nua e crua é que as crianças são más umas para as outras. uma criança adoptada por um casal homossexual irá ser 'gozada' pelos seus colegas de turma; troça sem nexo mas as crianças apontam o dedo às diferenças que encontram. será que esta criança irá crescer bem psicologicamente? provavelmente irá voltar as costas aos outros mas ficará sempre marcada.
sei bem que isto com o tempo passará. lembro-me que o mesmo aconteceu com os divórcios; as troças entre miúdos do 'eu vivo com o meu pai e a minha mãe' e os outros que vivem na corda bamba, divididos fim-de-semana sim, fim-de-semana não entre os progenitores. com o tempo as coisas acabam por passar, no entanto há sempre quem sofre durante na transição de uma mente fechada para uma mais abrangente.
os que afirmam que a educação dada por dois pais ou duas mães não é a correcta e que a que se encontra certa é a que é transmitida por um casal heterossexual estão errados. os pais solteiros ou viúvos não conseguem educar os seus filhos sem o outro progenitor? ou será que os seus filhos crescerão mentalmente afectados por não terem tido a figura materna/paterna durante a sua infância?
publicado por Carolina às 2013-05-23 15:44:43
Quatro horas para lá, quatro horas para cá. Porquê o Porto parece ficar longe de tudo o que nos importa ver? A parte boa é que se põe a conversa em dia, brinca-se e ri-se com fartura... porque verdade seja dita que fazer oito horas num autocarro é de ficar de rastos...
Uma das melhores partes da viagem foi a visita guiada. Fomos divididos em vários grupos e eu tive imensa sorte no guia que apanhei - era excelente (em todos os campos, que carinha laroca tinha ele): expressivo, cativador, brincalhão e sabia muito daquilo. Visitamos a igreja, parte do palácio e uma ínfima parte do convento em si. As coisas estão muito bem conservadas e com a ajuda do guia conseguimos quase reconstruir na nossa cabeça aquilo que se vivia lá, a par das descrições que temos no livro do Memorial. Por fora, é um enorme monumento. Lembra-me um pouco Madrid: muita pedra, muito pesado, muito grande, mas sem uma beleza estonteante. Aquilo que chama à atenção é mesmo a grandiosidade e nem tanto os pormenores - que os tem, mas sem grande destaque.
Da parte da tarde vimos um teatro (um bocado maçador, mas pronto) e depois de uma curtíssima visita à parte do convento que está agora reservada à escola de infantaria, voltamos para casa, já completamente de rastos. Mais conversa, mais brincadeiras, mais risota. Depois, quando chegamos, aposto que corremos todos para as nossas camas, tal era a forma como estávamos. Mas valeu a pena o cansaço.

(o convento lá atrás)
Biblioteca. Com livros lindos, com capas maravilhosas. E onde vivem morcegos, só a título de curiosidade.

publicado por Joana às 2013-05-23 13:24:59
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publicado por R. às 2013-05-23 11:27:46
Ou então sou eu que sou eu que cheguei a uma idade em que já não consigo entender as modernices. Sapatos repletos de PVC... Para mim são de fugir...

Christian Louboutin

Givenchy
Eu percebo a ideia mas não consigo encaixar na cabeça o uso de PLÁSTICO nos sapatos!
Me and my heart we got is(...)
publicado por Isabela às 2013-05-22 23:14:13
publicado por nobody tavares às 2013-05-22 22:32:23
A visita de estudo correu muito bem e estou satisfeita pelo convívio que pode ter com os meus amigos, afinal é sempre bom passar um dia sem aulas e apenas a conviver.
Saímos da escola já com quinze minutos de atraso devido às normas de segurança que a professora fez questão de verificar todas ma mesmo assim a viagem até Rates que é uma freguesia do concelho da Póvoa de Varzim foi rápida.
A nossa primeira paragem foi essa, para visitar a Igreja de São Pedro de Rates que é um dos mais importantes monumentos românicos portugueses. É uma igreja muito antiga. Visitamos de seguida o Ecomuseu que é mesmo ao lado da igreja. Vi muitos peregrinos a passarem, maior parte idosos. A peregrinação é um ato de liberdade e cada um sabe de si, sabe das promessas que faz e quer cumprir ou simplesmente quer testar os seus limites. Os motivos que levam cada peregrino a iniciar uma caminhada são muito diferentes uns dos outros.
Seguimos entretanto para Ponte de Lima, como eu gosto desta cidade... é uma com uma arquitectura medieval perfeita, uma cidade tranquila, romântica, recheada de peregrinos, um ponto de passagem para São Tiago de Compostela. Almoçamos com bastante tempo, convivemos com os professores, pode parecer estranho mas os professores do meu curso que acompanharam-nos mostraram-se completamente diferentes deixando de lado a parte formal e passando a conviver como se fossem também alunos. O melhor do meu curso é mesmo as visitas de estudo, proporcionam momentos mesmo fantásticos.
Depois do almoço fomos visitar o albergue de peregrinos de Ponte de Lima que fica mesmo junto ao Rio Lima. É um espaço grande e bem decorado, com jardins lindos e vistas maravilhosas. Na parede do hall de entrada estão afixadas estatísticas dos povos que mais pernoitam lá e os alemães quase ganham aos portugueses, são imensos. O albergue abre às 16h mas às 16h30 já não há camas quase, existem mesmo muitos peregrinos.
Tivemos o resto da tarde para nós assim que acabamos a visita ao Albergue. Subimos as ruelas e vimos tasquinhas típicas, lojas de souvenirs e eu não pode deixar de comprar um postal para a minha colecção de souvenirs. Aproveitei para fazer das minhas com os meus amigos e desta vez quem sofreu foram os polícias... passo a explicar, o L. teve a ideia de fazermo-nos passar por alemães e irmos pedir informações a dois policias e lá fui. Comecei por falar alemão mas eles não pescavam nada até que perguntei se falavam inglês, olharam-me com uns olhos de susto e a mulher acenou que sim, perguntei pelo bar mais perto e ela nada disse. Resolvi apenas utilizar as palavras bar e near e ela resolveu raciocinar e o que saiu da boca dela foi "frente, mas sempre frente, green janela, virar right, bar near" ora bem nada mal que acham? x))
Foi um dia bem passado com certeza, deixo-vos aqui algumas fotos...
As casas das avós atraem (...)
publicado por Joana às 2013-05-22 22:29:55
Adoro quando vou a casa da minha avó. Odeio os quilos a mais com que venho de lá.
