Mais um trailer de Pacifi(...)
publicado por JBM às 2013-05-20 13:46:54
perfil público

Dino
Seguir Perfil »Nome
Bernardino
Apelido
Assunção
Endereço IM
b_assuncao@hotmail.com
Data Nascimento
13-02-1986
Sexo
M
Código Postal
3720-411
Localidade
Oliveira de Azeméis
Mais um trailer de Pacifi(...)
publicado por JBM às 2013-05-20 13:46:54

Haverá melhor maneira de começar a semana do que com o novo trailer de Pacific Rim legendado em português? Bem me parecia.
Vai-se a ver e ando há 4 (...)
publicado por Gaja às 2013-05-20 13:39:58
ESTOU SENDO OFERECIDO POR(...)
publicado por archote às 2013-05-20 07:02:15
II Timóteo 4:6 II Timóteo 4:6-8
Eu estou pronto para ser oferecido. É um acto de vontade e não de sentimento ou emoções. Isto implica que, quando entregue, não há mais recuar, não há mais medo de pressões, perigos, dores. Não há mais queixas.
"Estou crucificado com Cristo, vivo não mais eu, mas Cristo vive em mim". Sou de Jesus para Lhe obedecer, fazer a Sua vontade, seja ela fácil ou difícil. O escravo não tem direitos, nem vontade própria. Não é de si mesmo, é do seu Senhor.
É isto que deve ser o "fiel, salvo por Jesus". Um escravo salvo para servir. Entregue voluntariamente, sem reservas.
A pergunta que se põe é esta: - Mas, valerá a pena? Será isso vida digna? No fim, o que é que vamos ganhar? Paulo, o escritor do texto sagrado onde nos baseamos, depois de muitos anos como servo de Jesus, achava que sim. Tinha valido a pena. Tinha combatido o bom combate, estava a acabar a carreira e a sua fé permanecia firme em que o Senhor, justo Juiz, tinha reservado para ele a coroa da justiça, que, finalmente, lhe iria entregar.
Jesus é fiel. Jesus cumpre as Suas promessas e, com Ele, ninguém fica defraudado. Todos serão devidamente recompensados, não na medida que merecemos, mas na amplitude da Sua maravilhosa graça. Ninguém ficará prejudicado. Todos são galardoados.
Estás tu pronto para te ofereceres ao próprio Deus, sem discutir condições? Pronto para esperar, com fé, até que seja a hora do recebimento? Queres confiar no plano gracioso de Deus para a tua reabilitação?
A porta está aberta. É só entregares-te e obedeceres ao Justo Senhor.
publicado por irritado às 2013-05-19 13:37:35
Maio, o mês das flores, o mês das andorinhas, os passarinhos a pipilar, felizes, por montes e vales, a Mãe Natureza a reviver, o Sol a brindar-nos com cálidos e suaves raios... muito bonito, mas isso era dantes, antes do aquecimento global cair sobre nós com inclemências de granizo, gélidos ventos, humidades nos ossos, neves ressuscitadas em céus de tormenta…
O nível do mar, segundo não se sabe quem nem como, subiu quase um milímetro nos últimos vinte anos por causa do degelo do Ártico, o degelo do Ártico por causa do efeito de estufa, o efeito de estufa por causa do CO2, o CO2 por causa da humanidade, a humanidade por causa dos combustíveis fósseis, os combustíveis fósseis por causa do capitalismo. O socialismo, por definição, não usa combustíveis fósseis, não cospe CO2, não tem efeito de estufa, não derrete os gelos do Ártico nem fez subir o nível do mar quase um milímetro nos últimos vinte anos.
Pelo menos é o que dizem os grandes gurus do aquecimento global, entre nós altamente representados, por exemplo, pelo genial político-climatérico Viriato, homem de vasto saber e indómita coragem, sobretudo nos montes Hermínios. Calcule-se, escreve o sábio, que o nível de CO2 é hoje igual ao que era há 3.000 anos, ainda que só haja estatísticas desde 1958. Subiu, desde que é monitorizado, nada menos que cem partes por milhão, de 300 para 400 ppms! Estão a perceber? Porque terá então descido de 400 ppms para trezentos entre mil anos antes de Cristo para 300 ppms em 1958? É simples. Amenófis IV, ciente dos problemas que os bulldozers, os catrapilos, as máquinas das pedreiras, os camiões, enfim, toda a parafernália de meios utilizada na construção das pirâmides tinha na produção de efeito de estufa, mandou parar as construções, assim contribuindo para a salvação da humanidade. Tutankamon não era da mesma opinião, mas Cleópatra, por influência de Marco António, retomou a política da Amenófis, a qual, de forma retumbante, só viria a ser abandonada pela revolução industrial e pelo horroroso período capitalista que provocou, pondo a sobrevivência da humanidade em risco sem apelo nem agravo.
Esta gente, ou anda a brincar com coisas sérias, ou comete pecado de orgulho quando afirma que o Planeta, enquanto tal, obedece aos seus ditames. Que pesporrência, que ilusão, que presunção!
A ecologia é uma disciplina científica digna da toda a consideração. As preocupações de alguns sobre a qualidade do habitat humano são de uma legitimidade indiscutível. Tudo foi, porém, transformado numa ideologia política de cariz totalitário, com a concomitante tendência para decretar sobre tudo o que, de perto ou de longe, possa ser considerado como tendo alguma influência, fazendo-o por recurso, não à ciência propriamente dita mas a chusmas de pseudo-cientistas, burocratas, assalariados e políticos incapazes de ver um palmo à frente dos olhos. A ONU paga a funcionários políticos para demonstrar o que se convencionou ser “verdade”, seja ou não seja. Os que se apoderaram dessa verdade ditam as regras. Os políticos aceitam. Os homens de negócios aplaudem. E a humanidade está “aberta” a suportar os colossais custos da “libertação” do CO2, coisa de que a Natureza é o primeiro produtor e que ninguém sabe daqui a quantos milhões de anos – unidade em que se poderá medir a vida do planeta – terá influência que se veja em coisa que se veja.
Entretanto, lá se vai ganhando a vidinha e tendo prestígio e influência, sem precisar de eleições e outras chatices do género.
19.5.13
António Borges de Carvalho
publicado por noz às 2013-05-19 11:53:58
AI DE MIM SE NÃO ANUNCIAR(...)
publicado por archote às 2013-05-19 07:01:44
I Coríntios 9:16 I Coríntios 9:15-20
Há dias, por motivos graves de saúde e para melhor servir a Deus, e em verdadeiro e honesto convénio com Ele, decidi entregar o pastorado da Igreja Evangélica Baptista de S. Brás de Alportel a um pastor mais jovem, mais saudável e, sem dúvida, mais capacitado.
No fim desse culto de sucessão pastoral, um jovem irmão veio ter comigo e perguntou-me:
De tudo isto, só perdi a capacidade de pregar, ser arauto da Palavra em voz sonante. Tudo o resto, e é tanto, Deus deixou comigo para pregar o Evangelho a toda a criatura. Eu não posso deixar de anunciar o poder de Deus para a salvação do que crê - judeu, gentio, português ou chinês.
Pregar o Evangelho é algo que me consome desde a minha mocidade; algo que me tem gasto, mas que me tem dado as maiores e mais doces alegrias da vida. Por mil vidas que eu tivesse aqui na terra, queria gastá-las todas ao serviço do meu Rei, pregando o Evangelho da salvação, em obediência ao Seu santo mandamento - "ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura".
Parece que, por agora, por "imposição" da garganta, tenho que me calar, pelo menos por algum tempo, mas não deixarei de pregar o Evangelho, nem de ser obediente à visão celestial.
publicado por archote às 2013-05-18 07:02:18
Neemias 9:5 Neemias 9:1-6
Fomos escolhidos, chamados e salvos para o louvor da Sua glória, que está levantada diante de nós. Estamos a fazê-lo? Estamos a cumprir o nosso ministério com verdade e honestidade? Estamos a "encanar a perna à rã" ou estamos a trabalhar para tornar grande e conhecido o Seu Nome?
O livro de Neemias é um livro de acção, de estímulo ao trabalho e à vigilância às ciladas do inimigo. É preciso estar com uma mão na massa e nas pedras da construção e ter a espada à cinta, para, na emergência, atacar os inimigos. É preciso trabalhar com afinco, mas estar no espírito de oração e confiança no Senhor. Só com a nossa força nada seremos capazes de fazer. Os trabalhadores do Senhor, trabalham mas estão confiantes no Senhor e de olho alerta. Não podem desprezar a maldade dos vizinhos.
Eles sabiam que tinham um grande Senhor e protegê-los, mas havia que fazer a sua parte. A grande verdade sobressaliente é que eles construíram todo o muro que cercava Jerusalém, puseram-lhe todas as portas e ferrolhos e só então os inimigos acordaram e viram que não era uma obra que duas raposas, atadas pelo rabo, pudessem destruir. Era uma "grande obra", feita sob a protecção de um grande Nome.
Irmãos queridos, tomemos consciência de que temos em mãos uma grande Obra para fazer. Uma Obra que Deus nos mandou fazer, pois Ele, neste mundo, só tem os nossos pés para irem e as nossas mãos para fazerem a Obra. Consciencializemo-nos de que não estamos sós para a fazer. Ele disse: "estarei convosco todos os dias até à consumação dos séculos". Lembremo-nos, finalmente, que, para a feitura desta Obra, é preciso estar vigilante às astutas ciladas de Satanás, tendo sempre as mãos no trabalho e o coração em oração. Assim, não haverá inimigo que consiga desfazer esta Obra em que estamos empenhados.
Nós refugiamo-nos e "bendizemos o grande Nome do Senhor da glória, que está levantado sobre toda a bênção e louvor".
publicado por noz às 2013-05-17 17:19:19
publicado por Gaja às 2013-05-17 12:07:17
Momento zen da noite:
Ver o Extra Big Brother Vip à 1h da manhã enquanto enfardo um Magnum amêndoas.
Depois passa-me e vou ler um livro absolutamente intelectual.
CONTEMPLAREI A TUA FACE N(...)
publicado por archote às 2013-05-17 07:08:39
Quer morra novo, quer morra velho, é a Sua face que primeiro contemplarei e a Sua Pessoa quem primeiro proclamarei, pois foi Ele que me salvou e é Ele que todos os dias vejo em meus sonhos e louvo em minhas orações. Ele é meu Salvador e meu Rei. Não posso deixar de ficar feliz, alegre e satisfeito com a plenitude da Sua justiça, quando no céu eu acordar.
Li, algures, de certo jovem, emigrado para a Nova Zelândia no ano de 1898. Levou vários meses até chegar ao seu destino, onde ficou por 80 anos e onde aceitou Jesus como seu Senhor e Salvador. Voltou a Inglaterra, depois de uma viagem de menos de 48 horas, para verificar que também ali podia adorar e servir da mesma maneira o seu Senhor. Era tudo diferente - os transportes, os trajes, a cultura, os livros e métodos de ensino - mas Jesus era o mesmo. Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente. Muda tudo, mas Ele e a forma de O adorarmos e servirmos é sempre a mesma.
Será que lá no céu também é assim? Sem dúvida. Lá no céu vamos adorá-lO e servi-lO da mesma maneira. Teremos corpos glorificados, semelhantes ao de Cristo glorificado, mas iremos adorá-lO de coração (sinceridade), em espírito e verdade, porque é assim que Ele quer que O adorem.
Ele não muda. Subiu da terra para o céu, foi para a presença do Pai e dos Seus anjos, mas quer que O adoremos e louvemos da mesma maneira, em espírito e verdade, e verdadeira honestidade.
Às vezes penso como será maravilhoso aos nossos sentidos adorá-lO com milhares e milhares de anjos, numa polifonia de sons angélicos, entoando "aleluias" ao nosso Senhor, que nos remiu dos nossos pecados e nos fez reis e sacerdotes para Deus e Seu Pai... Glória para sempre ao Cordeiro de Deus.
Estás tu preparado para cantar este novo cântico ao que foi morto e reviveu para nos dar tão grande salvação?
Ainda estás a tempo de te preparares. Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo.
publicado por Gaja às 2013-05-16 12:14:03
O AMOR DE CRISTO NOS CONS(...)
publicado por archote às 2013-05-16 07:03:04
II Coríntios 5:14 II Coríntios 5:11-17
Nunca seremos tão livres como quando Cristo nos liberta. No entanto, "o amor de Cristo nos constrange", nos força, nos amarra, nos segura com as "garras da Sua graça". Não sei explicar isto, mas sei que isto é verdade. Sinto-me livre, com capacidade de escolher, com oportunidade de fazer as coisas mais lindas e extraordinárias, e, no entanto, sou dominado e governado pelo amor de Cristo.
São poucos os que sabem o que é "estar preso no amor de Cristo", mas os que estão amarrados a esse amor sabem, por experiência, que é bom, salutar, doce, transcendente. Eu já estive preso pelo poder de Satanás, pelo mundanismo, pelos vícios, pelos prazeres da carne, mas, no final, não era feliz, tinha falta de algo que o diabo e os seus prazeres me não davam. Eu vivia triste, amargurado, incompleto. A alegria e os prazeres que sentia eram momentâneos, passageiros, fugazes e deixavam sempre um rasto de tortura e um ressaibo de amargura.
Ao contrário, quando nos refugiamos no amor de Cristo e sentimos a maravilhosa liberdade que Ele nos dá, para fazermos tudo o que é verdadeiro, tudo o que é bom, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, amável, de boa fama, como isso nos causa alegria, felicidade; como isso não deixa pesos na nossa consciência, nem nos traz trabalhos, nem incompatibilidades com a justiça dos homens! É bom estar ligado ao amor de Cristo e procurar andar como Cristo andou.
Somos constrangidos pelo amor de Cristo a viver e a amar como Cristo viveu e amou; constrangidos a amar os nossos inimigos como Ele fez; constrangidos a levar a paz aos que estão em guerra consigo mesmos e com o seu semelhante; constrangidos a levar a mensagem da fé a todos os homens, até aos confins da terra, porque Ele nos mandou; constrangidos a falar a todos do que temos visto e ouvido.
Sinto-me constrangido a levar o Evangelho ao mundo, porque sinto na minha alma o apelo e a mensagem de que não serei feliz se não anunciar o Evangelho. Ai de mim se não anunciar o Evangelho.
publicado por irritado às 2013-05-15 18:11:17
Segundo o Correio da Manhã de hoje. O PM, no seu regresso de Paris, viajou no mesmo avião que engenheiro relativo Pinto de Sousa.
O PM viajou em económina. Preço: 165 euros.
O relativo em executiva. Preço 702 euros.
Acrescente-se: se o relativo faz a viagem todas as semanas, a fim de cacacrejar enormidades na RTP, teremos, por ano, 702x52 = 36.504 euros.
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15.5.13
ABC
TODO AQUELE QUE COMETE PE(...)
publicado por archote às 2013-05-15 07:05:24
João 8:34 João 8:31-41
Depois de uma manhã chuvosa, a tarde resplandeceu linda, seca, iluminada e convidativa a um passeio pelas ruas da cidade. Muitas foram as pessoas a aproveitarem a oportunidade de sair. Algumas levaram mesmo os seus animais de estimação.
Entre as pessoas que saíram estava também uma senhora, amiga de "dar nas vistas", que aperaltou um porquinho e o levou a passear com ela. Todos ficavam admirados com o comportamento do bichinho, até que ele viu uma poça de água, à qual se haviam juntado alguns detritos da rua, e, puxando a trela, foi conspurcar-se na lama e toda a espécie de imundícies ali juntas. O porco, apesar de ter uma veste especial, ainda era porco. A sua natureza era de suíno e sempre seria.
Aquele que comete pecado é escravo do pecado enquanto não tiver recebido de Deus uma nova natureza. Só "aquele que está em Cristo é uma nova criatura", pois foi despido da natureza pecaminosa e revestido da natureza santa de Cristo.
Não é vontade de Deus que sejamos escravos do pecado. Ele quer que sejamos novas criaturas e isto só pode acontecer pela operação do Espírito Santo em nós, mediante a fé no Senhor Jesus.
Deixemos que o Espírito Santo consuma em nós o velho homem, com suas imundícies, maldades, crimes, e aproximemo-nos de Jesus, que operará em nós o novo nascimento para uma nova vida na família de Deus. Se, pois, o Filho nos libertar dessa velha natureza, verdadeiramente seremos livres, para fazer tudo o que é bom e agradável aos Seus santos olhos.
publicado por irritado às 2013-05-14 16:14:44
Há gente que ganha fama não se sabe bem porquê.
Olhem o Colombo: quando partiu, não sabia para onde ia; quando parou, não sabia onde estava; quando chegou, disse que tinha ido onde nunca tinha estado. E, no entanto, é universalmente reconhecido como o grande descobridor do novo continente, a América (terá abicado a uma ilhota a que chamou Índia!). Mas a história e os castelhanos fizeram dele o grande “Almirante do Mar Oceano”. Enriqueceu que nem um doido. Ainda hoje a sua família, os Colon y Carvajal, vivem como príncipes, cheios de massa, e o mundo inteiro se curva perante o ingualável feito do marujo.
É assim a História, ou a história.
Vem isto à colação por causa de um nosso mini-Colombo: o ilustre, douto e mui influente advogado portuense que dá pelo nome de Miguel Veiga. Este famoso causídico parece ter estado numas reuniões com os fundadores do PPD, hoje PSD, ou PPD/PSD. Depois, nunca mais fez nada, ou seja, nunca se candidatou a nada, nunca exerceu cargos, nunca arriscou um milímetro do seu sossego por causa do partido ou do país. A não ser... a não ser quando alguém precisasse de uma “boca” mais ou menos destrutiva. O homem fez a vida negra ao Sá Carneiro, ao Balsemão, etc. Quando uma voz “autorizada” – porquê? – era precisa para chatear, das nortenhas alturas descia a voz de Veiga, a diminuir estes e aqueles.
Não arrisca, não trabalha, não colabra, prega. E tem quem o ouça! No PSD!
A brilhante personalidade é hoje objecto de notíca, algo diferente das habituais lições de moral em que é especialista. É que o acusaram de plágio. A Primeira Instância sentenciou “culpado”. A Relação absolveu-o. Tinha publicado um texto (50 linhas!) sem aspas nem itálico, começado pela frase Por mim, faço notar que, a que se seguia o texto em causa. No fim, acrescentava apud, seguido do nome do autor e da sua obra. Para o juiz da primeira instância, era evidente que a falta de aspas ou itálico, mesmo com o final apud, se destinava a disfarçar a autoria, uma vez que, como é evidente, o leitor não tinha forma de identificar o que era de sua autoria e o que não era. Plágio! A Relação achou que o apud era bastante, ainda que não se soubesse o que identificava. Inocente!
A lisura intelectual do senhor ficou salvaguardada, limpa. Ainda bem. Rezam as crónicas, porém que, quando escrevia no “Expresso”, foi corrido por ter sido apanhado duas vezes a plagiar terceiros.
Que interessa isto? Nada. A Relação acha-o inocente. O “Expresso” não o processou, e a coisa já lá vai há muitos anos. O douto senhor continua impoluto e prestigiado como merece!
14.5.13
António Borges de Carvalho
PERDOA-NOS OS NOSSOS PECA(...)
publicado por archote às 2013-05-14 07:05:14
Mateus 6:12 Mateus 6:9-13
Entre os pontos salientes da oração que Jesus nos ensinou, como modelo, salienta-se o "perdão dos pecados". Se queremos alcançar o perdão de Deus, temos também que perdoar a quem nos tem ofendido(Mateus 6:14-15).
Perdoar aos outros o mal que nos têm feito não é "pêra doce", não é fácil de fazer, contudo, é indispensável que o façamos, para termos paz com Deus e paz connosco próprios. Perdoar é mais do que não lançar em cara, "que pôr na 5ª gaveta". Perdoar é apagar, lançar fora para sempre. Perdoar é esquecer.
Foi assim que Jesus perdoou os nossos pecados. Havia uma cédula que nos era contrária (Colossenses 2:14), mas Ele a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz e cobriu com Seu precioso sangue o que ali nos acusava. Ele apagou, com Seu próprio sangue, os nossos crimes, ofensas, mentiras, idolatrias, devassidões, ladroíces, etc., etc. (I Coríntios 6:10; I Pedro 1:18-19; 2:24).
Com Sua vida pura, santa e imaculada, Cristo suportou a punição que nós não conseguiríamos aguentar. Ele amou-nos até ao extremo (de tal maneira) para nos perdoar. Estamos perdoados por Seu amor. Não seremos nós capazes de perdoar? Comemos tão maravilhosamente à mesa da graça de Deus, e não temos, ao menos, uma migalhinhas para o nosso amigo que contra nós levantar o seu calcanhar?
Jesus foi um modelo de perdão. Perdoou aos acusadores que o caluniaram; perdoou ao Seu povo, para quem veio, que não O recebeu; perdoou aos sacerdotes que urdiram a trama para a Sua crucificação; perdoou ao ladrão que, do alto da sua cruz, blasfemava d'Ele... perdoou ao próprio Judas que, com um beijo O traiu tão vilmente.
Seremos sábios escolhendo perdoar a quem nos tem ofendido e ainda mais sábios se confessarmos os nossos pecados a Deus e Lhe pedirmos perdão, por Jesus, o único mediador entre Deus e os homens.
Saibamos colocar acima de todas as nossas mágoas, pechas e pleitos, o amor, com que nos devemos amar uns aos outros, e perdoemos tudo e a todos que nos têm ofendido.
Se perdoarmos temos muito a ganhar!
SEDE SANTOS, PORQUE EU SO(...)
publicado por archote às 2013-05-13 07:01:04
I Pedro 1:16 Levítico 11:44-45
"A santidade é a plenitude gloriosa da excelência moral de Deus, princípio básico das Suas acções, e aferidor único das Suas criaturas" (A. B. Longstane).
Deus exige santidade, perfeição, da parte do homem. Santidade que exige bondade, fidelidade, pureza de sentimentos, perfeição, justiça e amor. "Sede, pois, perfeitos, como é perfeito vosso Pai que está nos céus".
Lembramo-nos que, no acampamento de Israel, tinha que haver uma preocupação especial, que nada ali entrasse que contaminasse o povo. Tudo quanto era impuro, leproso, conspurcado com o pecado devia ficar fora do arraial. É com este pensamento que Paulo, em I Coríntios 6:19, nos exorta para que mantenhamos purificado e santo o nosso corpo, que é o templo do Espírito Santo. Pedro, na sua I epístola 1:14-17, é enfático no sentido de que não deixemos entrar o pecado em nós, antes, sejamos santos como é santo nosso Pai que está nos céus.
Sabemos que nunca atingiremos o superlativo da santidade, como Deus, mas todos nós, como filhos obedientes, não nos devemos conformar com as concupiscências deste mundo, antes, devemos deixar que o Espírito Santo de Deus trabalhe em nós, até que atinjamos a estatura do varão perfeito, que é Cristo Jesus, o Senhor.
Oremos como o salmista: - "Sonda-me, ó Deus, conhece o meu coração, prova-me e vê se há em mim pecado; perdoa-me e guia-me pelo caminho da Tua santidade" (Salmo 139:23-24).
"Tem misericórdia de mim, ó Deus, e apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das Tuas misericórdias... Lava-me completamente dos meus pecados... cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito recto" (Salmo 51).
"Pai, santifica-nos na verdade... a Tua Palavra é a verdade. Dá-nos a Tua força e sabedoria para que permaneçamos na Tua verdade e experimentemos, cada dia, qual seja a boa, santa e agradável vontade de Deus.
OS QUE ESPERAM NO SENHOR (...)
publicado por archote às 2013-05-12 07:04:53
Isaías 40:31 Isaías 40:28-31
Como me sinto enfraquecido neste dia! Terei razões para isso? Não. Eu tenho sempre um Deus amigo e clemente ao meu lado. Eu confio n'Ele. Eu sei que Ele não deixará vacilar o meu pé, que a Sua guarda é real e persistente; sei que a Sua sombra estará sempre sobre mim para me proteger; sei que com Ele nada me faltará, nem mesmo ajuda ao atravessar o vale da sombra da morte; sei que Ele é o timoneiro do meu barco, que é o meu pão de cada dia, a minha fonte de água pura, que é a minha luz, o meu socorro, o meu médico assistente... Ele é tudo para mim!
Mas, que quereis? A minha carne é fraca, a minha fé mais pequena que um grão de mostarda, a minha vida nem sempre está tão limpa como Ele quer e eu desejaria. Oro a Deus para que aumente a minha fé e me dê forças e ânimo para continuar.
A Bíblia, pelo profeta Isaías, aconselha-nos: - "Os que esperam no Senhor renovarão as suas forças, subirão com asas como águias, correrão e não se cansarão, caminharão e não se fatigarão". Não podemos desanimar, porque o desânimo é uma das mais terríveis armas diabólicas. O diabo a usa sem descanso e alguém já disse que ela é a arma mais desgastada do inferno mas que ainda faz muitos danos entre os filhos de Deus. Esperemos somente em Deus, pois d'Ele vem a nossa força contra o desânimo (Salmo 62).
Permaneçamos aos pés do Senhor, em oração, para que aumente a nossa fé, purifique as nossas vidas e nos dê forças para vencermos a tentação (leiamos Efésios 6:10-18).
Oremos para que o Senhor multiplique as nossas forças, para que corramos sem cansaço e caminhemos na senda que vai para os céus, sem fadiga.
publicado por noz às 2013-05-11 15:35:33
publicado por noz às 2013-05-11 15:32:35
SENDO DE NOVO GERADOS... (...)
publicado por archote às 2013-05-11 07:05:58
I Pedro 1:23 I Pedro 1:18-23
"Aquele que está em Cristo nova criatura é, as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo". "Fomos novamente gerados pela Palavra de Deus viva e que permanece para sempre". Gerados pelo amor e para o amor fraternal, não fingido.
Temos que ser diferentes. Nascemos na família de Deus, para sermos filhos de Deus e praticarmos as obras do amor. Nada pode ser igual ao passado. Somos novas criaturas. Tudo tem que ser novo, para louvor e honra de Deus. Fomos regenerados, gerados de novo, para uma vida em Deus.
O Senhor não só oferece perdão aos Seus filhos, como lhes dá descanso para a alma, paz verdadeira, cuidados protectores contra Satanás. Cuidado, Ele não tira os dentes ao leão nosso adversário, mas dá-nos poder para o vencermos no Seu Nome. Quando feridos na luta, Ele cuida das nossas feridas com o bálsamo da Sua Palavra.
Ainda estás carregado com o fardo dos teus pecados? Ainda não descarregaste sobre Ele toda a tua ansiedade? Ainda não tomaste sobre ti o suave jugo do Senhor Jesus? Ainda estás abatido com o medo da morte e o peso dos teus pecados? Queres livrar-te de tudo isso e viver feliz toda a tua vida?
Se assim é, lança mão da fé! Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo e feito uma nova criatura. Lança sobre Ele todos os teus fardos e ansiedades e Ele terá cuidado de ti. Entrega o teu caminho ao Senhor e Ele tudo fará. Perdoará os teus pecados, trocará o teu fardo por um fardo leve, curará as tuas enfermidades, guiará a tua vida pelas veredas da justiça, ajudar-te-á a atravessar o vale da sombra da morte, preparará uma mesa de fartura para ti, na presença dos teus inimigos. Ele te tornará vitorioso e feliz até ao céu de luz.
Só precisas de reconhecer teus pecados e abandoná-los, arrependido. Confessa a Jesus todo o pecado que fizeste, por falhas e omissões e crê n'Ele como teu único e suficiente Salvador.
Serás de gerado de novo. Serás feito e nascido na maravilhosa família de Deus.
publicado por irritado às 2013-05-10 14:00:02
Um tal Torgal, que assina como “cidadão democrata e professor catedrático aposentado da Universidade de Coimbra”, eventualmente parente e admirador do Bispo de mesmo nome, brindou-nos ontem com mais uma das suas esquerdófilas diatribes anti governo e anti regime. Os escritos do senhor, das raríssimas vezes que o IRRITADO os lê, nunca lhe mereceram comentários e continuarão a não os merecer.
Só uma pequena anedota: o homem, na sua qualidade de catedrático, cheio de medo de que nos caia em cima... outro ‘fascismo', lembra aos ignorantes que se está a celebrar, neste ano, meio século do ‘Príncipe’ de Maquiavel.
Ora Maquiavel, considerado o fundador da moderna ciência política, nasceu em Florença em 1469 e morreu na mesma cidade em 1527. Terá escrito “O Príncipe" por volta de 1516.
Façam as contas...
Se os nossos catedráticos escrevem assim, como não desculpar a ignorância dos alunos?
10.5.13
António Borges de Carvalho
publicado por irritado às 2013-05-10 13:29:56
Ontem, via um habitual comentador do IRRITADO, a quem devo um obrigado, foi-nos dado ler uma notícia que vale a pena e que a seguir se transcreve na íntegera, sobre uma intervenção do Dr. Gaspar em Bruxelas, “a única voz dissonante na apresentação do documento azul da CE para o aprofundamento da união monetária”.
Tal intervenção desmente todas as acusações que ao dito ministro têm sido feitas sobre a sua “insensibilidade social”, a sua “ignorância dos factos”, a sua “ditadura das finanças”. A leitura é esclarecedora e revela um novo approach do governo aos problemas do país e da Europa. Tal approach não será tão novo quanto isso. Não havia era ambiente para o declarar. Houve que criar tal ambiente. A verdade é que, se o governo português começasse a espernear, como querem os seus críticos, sem ter criado condições para tal, não só não seria opuvido como se arriscaria a não conseguir nenhum dos seus (nossos) objectivos e a não conseguir “aguentar” a pressão dos credores. O tão criticado bom aluno, esmagado pela acerba, exagerada e pouco esperta crítica interna, tem, serenamente, conseguido modificar a opinião externa sobre Portugal e criar condições para começar a fazer “exigências”.
Quando o IRRITADO leu a notícia, publicada no ionline, pensou que o caso iria ribombar na nossa “informação” escrita, televisiva e radialista. Ia haver manchetes, comentários, editoriais, etc.
Que ideia tão estúpida! Nem ontem nem hoje, nem, é de pensar, nunca mais, a posição do homem teve o mais leve resquício de impacto ou mereceu fosse que referência fosse. Os jornais, as televisões, as rádios, não a referiram, não a comentaram. Um silêncio sepulcral.
À noite, a dona Manuela e mais não sei quantos “sábios”, tipo Pacheco, Costa, boneca velha da TVI, etc., trataram de se debruçar sobre a história dos cortes nas pensões, coisa que já toda a gente sabia que não ia por diante, nem se sabe se alguma vez foi pensada para tal ou para servir de trocos nas negociações e para dar ao dr. Portas oportunidade de fazer mais uma das suas rábulas.
Posto isto, e sem outros comentários, aí vai:
Ministro das Finanças foi a única voz dissonante na apresentação do documento azul da CE para o aprofundamento da união monetária
Vítor Gaspar revelou ontem uma nova faceta em Bruxelas, não a do aluno bem-comportado da troika, mas a de um ministro das Finanças finalmente atento aos problemas do impacto da austeridade na economia. Embora satisfeito com o sucesso da colocação da primeira emissão nos mercados de dívida pública portuguesa a 10 anos, reconhece que o desemprego é um problema irresolúvel, a não ser que seja posto em marcha um programa de políticas activas de emprego.
Mais. Na intervenção que fez durante a apresentação do documento azul da Comissão Europeia para o aprofundamento da união económica e monetária, até se permitiu lançar algumas alfinetadas ao seu amigo Schäuble, lembrando--lhe que também ele tem um Tribunal Constitucional alemão que o incomoda, avisando-o que também ele pode não estar livre dos problemas acrescidos sentidos por Portugal face aos seus credores na sequência do chumbo do Tribunal Constitucional a quatro normas do OE deste ano.
Ao seu lado estava Olli Rehn, o comissário responsável pelos Assuntos Económicos, que ainda há bem pouco tempo disse na City londrina “não estar seguro que o próprio Keynes seria keynesiano nos dias de hoje”, embora ele tenha a certeza de o ser. Chegou a citar um artigo de Milton Friedman publicado na “Time” na década de sessenta onde o Nobel da Economia defendia que “por um lado, somos todos keynesianos, e por outro lado, ninguém o é”.
Mais do mesmo O certo é que a apresentação do novo documento elaborado pela Comissão Europeia, que defende um aprofundamento do federalismo, pelo menos na zona euro, não originou discursos radicalmente diferentes nem da parte do presidente da Comissão Europeia, que abriu o debate, nem do comissário para os Assuntos Económicos, nem mesmo do presidente do Eurogrupo, o holandês Jeroen Dijsselbloem, que já depois de eleito teve de alterar o currículo oficial para retirar a menção a um mestrado que não tinha feito.
Embora sem referências específicas à austeridade, a tónica dos discursos foi toda para o rigor das contas públicas, o cumprimento do programa de reformas e a consolidação das finanças públicas. A política de Bruxelas, representada por Rehn, manteve-se fiel a si própria, defendendo o equilíbrio fiscal sem qualquer flexibilidade para os Estados membros, longe das políticas keynesianas defendidas por Gaspar, e sem nenhuma menção específica à espiral recessiva que o actual enquadramento económico tem provocado em toda a zona euro.
Desalinhado Novidade, novidade, foi o discurso do ministro das Finanças português, que defendeu que “a fragmentação financeira que existe actualmente exacerba o custo associado ao ajustamento e funciona como um choque de competitividade negativo para o pais sob ajuda externa”, acrescentando que a “UE tem de respeitar o que eu considero um princípio: permitir aos Estados que assegurem aos seus cidadãos os direitos sociais que estes exigem”.
Doc estratégico O presidente da Comissão Europeia abriu a sessão de apresentação pública do trabalho de Bruxelas sobre o aprofundamento da zona euro com uma frase de Benjamim Disraeli: “A mais perigosa das estratégias é tentar ultrapassar um abismo com um salto de duas passadas”. Especificando que foi o que aconteceu desde que estes Estados-membros aprofundaram a união monetária, deixando a economia para segundo plano.
É precisamente o que a Comissão pretende agora contrariar, através de um plano pormenorizado para uma União Económica e Monetária efectiva e aprofundada, sem contudo avançar com uma calendarização especifica ou medidas detalhadas.
No essencial, Bruxelas quer que seja reforçada a supervisão orçamental e aprofundado o controlo sobre a política económica dos países que utilizam a moeda única, mas sempre dentro do quadro dos actuais tratados. “As alterações devem ser ponderadas apenas no caso de uma medida indispensável da UEM não poder ser tomada dentro do actual quadro”.
Nos próximos seis a 12 meses, o grande objectivo é a construção da união bancária, a melhoria da coordenação das políticas, a adopção de uma decisão sobre o próximo quadro financeiro plurianual e a criação de instrumentos de convergência e competitividade. A regulamentação financeira e a supervisão financeira, no sentido de haver uma única regulamentação e um só mecanismo de supervisão é outro dos objectivos estabelecidos no documento, com um aprofundamento do intercâmbio de informações entre as autoridades de supervisão acerca dos bancos e a disponibilização de instrumentos comuns de prevenção e tomada de medidas comuns para fazer face a problemas na fase mais precoce possível
Mais concreta parece ser a decisão sobre uma nova representação externa da área do euro, com base num processo a desenvolver em duas fases: a primeira, o grupo de países deve ser reformulado, de modo a reagrupar não só os Estados desta zona, mas também os Estados-membros que venham futuramente a integrá-la. Em paralelo, a obtenção do estatuto de observador no directório executivo do FMI.
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10.5.13
António Borges de Carvalho
OS CÉUS MANIFESTAM A GLÓR(...)
publicado por archote às 2013-05-10 07:06:29
Salmo 19:1 Salmo 8:1-9
Estes dois Salmos falam-nos da grandiosidade da criação de Deus. Deus criou os universos imensos que, sem linguagem, nem fala, dão testemunho eloquente e constante da glória, do poder e da excelsitude do Criador. Manifestam a glória de Deus e anunciam a obras das Suas mãos. Aleluia! Aleluia!
Terra e céus , estrelas e planetas, mares e montanhas, rios e vales, sol e lua... anunciam a Sua santa presença de uma forma contínua, esplêndida e indescritível. Sem paragens, nem interregnos, sem falhas, nem imprecisões, tudo funciona para glória de Deus e testemunho da Sua presença no controlo.
E disse Deus: haja luz! E houve luz. Disse Deus: haja expansão"! E fez separação das águas. Disse Deus : produza a terra erva verde, que dê semente, e árvores frutíferas. Disse Deus... disse Deus... e tudo se fez conforme a Sua Palavra...
E, agora, façamos o homem à nossa imagem e semelhança e domine sobre toda a terra. Assim se fez, conforme a vontade e querer de Deus. E Ele viu que tudo era muito bom. Tudo quanto saiu da Sua mão era muito bom, perfeito e apto para as missões definidas. Nada falhou. Tudo manifestava a glória de Deus! A luz, a criação abrangente, o homem, tudo estava no lugar certo.
Infelizmente, por vontade própria e no uso das suas faculdades, que Deus lhe deu, o homem descambou, escolhendo fazer o mal, e desobedeceu às ordens de Deus. Mas, o Senhor logo preparou túnicas para cobrir a nudez do homem e sua companheira (Génesis 3:21), porque o Cordeiro de Deus já estava preparado, desde sempre, para repor todas as coisas no seu devido lugar (Apocalipse 13:8).
A Luz do mundo, JESUS, brilhará no coração de todos aqueles que crerem n'Ele (João 8:12: 9:5; 12:46). Novamente, e para sempre, os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra especial das Suas mãos.
O fim do mundo está mais (...)
publicado por JBM às 2013-05-09 12:16:18

Faltam cerca de 2 meses para o grandioso final da épica trilogia do Cornetto. Se vibraram com Shaun of the Dead e deliraram com Hot Fuzz, tudo indica que estão prestes a sofrer uma saudável overdose de espetacularidade com The World's End.
O novo projeto de Edgar Wright, Nick Frost e Simon Pegg já tem trailer. Ide ver.
publicado por archote às 2013-05-09 07:07:32
João 14:9 João 14:1-11
Será possível representar Deus? Penso que não. Deus é Espírito e um espírito é imaterial, não tem carne, nem ossos, nem forma (Lucas 24:39).
No entanto, desde cedo, os humanos entraram na estultícia de, na sua sabedoria, quererem mudar a glória do Deus Espírito, incorruptível, em semelhança de homem corruptível, de aves, quadrúpedes, répteis, etc. (Romanos 1:22-23). Na sua falsa sabedoria, têm procurado representar Deus com formas variadas, de vários materiais, desde o barro até ao ouro. Tudo isso é idiotice blasfema.
Deus não tem forma, nem corpo, nem é feito de qualquer material. Deus é Espírito Santo, auto-suficiente, eterno, imutável, poderoso, omnisciente, omnipresente. É um Espírito que fala, ouve, sente, entristece-se, alegra-se, sofre, mas não pode ser representado por quaisquer formas. É invisível (I Timóteo 6:16), mas está sempre presente, no controlo de todas as coisas.
Deus é Espírito que se revela ao homem pela natureza criada por Ele; revela-se pela Sua Palavra, que Ele inspirou ao homem, livre de toda a falha, erro ou omissão; especialmente, revela-se através do Seu Filho Jesus, que Ele mandou ao mundo para nos salvar, e que é Deus com o Pai e com o Espírito Santo (João 1:18; 10:30).
Cristo é a imagem fiel do Deus invisível. Jesus veio revelar a Deus na Sua plenitude de amor, justiça, verdade. Isto constitui um grande mistério... "Aquele que se manifestou na carne, foi justificado em espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo e recebido em cima na glória (I Timóteo 3:16).
Devemos fugir da tentação de querer representar Deus, pois esse caminho pode levar-nos à idolatria, e a idolatria, qualquer que ela seja, é pecado.
publicado por irritado às 2013-05-08 17:19:26
Súbita inspiração divina, talvez por via da dona Maria, se abateu sobre o republicano-socialista-e-laico-Soares. O homem resolveu pegar em várias palavras sábias do Papa Francisco e, tratando-o com repetidíssimo respeito por Sua Santidade, resolveu concluir que o dito era socialista.
Fazendo a história negra daquilo a que chama liberalismo, neoliberalismo, ultraliberalismo, etc., doutrinas verdadeiramente demoníacas que “começam a cair em descrédito”, chegou, mais uma vez, à conclusão que a “religião” do nosso governo era essa e que a Igreja nacional, salvo raras excepções (devia estar a pensar naquele tipo que anda na tropa, via Roma, e que só diz asneiras), na senda da direita mais reccionária, está feita com as forças do mal - o governo - ignorando que o Papa Francisco ilumina o nosso caminho pelo luminoso caminho do “socialismo democrático”. Como abuso, não está mal. Como oportunismo, não podia ser mais claro.
Um soit disant intelectual como o nosso Soares, vítima dos seus mais primários ódios, não consegue perceber que as odiadas medidas tomadas pelo nosso governo têm tanto a ver com o neo/ultra/super/liberalismo como o rabinho tem a ver com as calças. O que o governo tem feito, concedamos que à contre-coeur, se tivesse inspiração ideológica e não fosse fruto das circunstâncias que o socialismo fabricou, seria tudo menos liberal - em qualquer das várias e negregadas versões de que falam Soares e outros esquerdóides da treta. Mas... vale tudo, não é? Escrúpulos são coisa que caiu em desuso.
Haver quem publique os dislates do homem é coisa que o IRRITADO confessa que não consegue perceber.
8.5.13
António Borges de Carvalho
publicado por Gaja às 2013-05-08 13:30:17
Notei que ao escrever aqui algumas vezes sobre como é ter um filho, algumas pessoas enviaram comentários bastante diversos. A algumas parece que incentivei a tê-los, a outras nem por isso.
Apetece-me voltar a este assunto, mesmo desde o início, na gravidez, onde todo o processo começa.
Existem opiniões divergentes: onde fazer as consultas de acompanhamento? No particular ou no público? Fazer cursos de preparação para o parto? Sim ou não?
Começa logo aqui. É incrível a capacidade de todas as pessoas que estão à volta de uma grávida, de começar desde cedo a baralhá-la. "Ai e tal eu cá fui acompanhada no público e fui muito bem atendida, para quê essa cagança de ir ao privado?"
No meu caso, fui acompanhada no privado. Tinha dinheiro para isso, fui. Se não tivesse, tinha mais era de ir ao público (e acredito que seria bem acompanhada na mesma, assim como o fui na hora do parto). Mas apeteceu-me. Podia. Queria. Sentia-me mais segura.
Nas ecografias a mesma coisa. Privado. Certa vez, na sala de espera, ouvi uma senhora com uns 80 anos a dizer qualquer coisa como "ai....no meu tempo não havia nada disto, só sabiamos como eles eram quando nasciam". Pois querida senhora, mas a mim apetecia-me vê-lo um bocadinho mais cedo. Ser atendida por uma especialista super querida que me tirou um peso dos ombros a dada altura (por causa de um erro de outra "especialista"). Em consultas que custavam os olhos e o cu, sim. Mas podia.
Depois seguem-se os cursos. Fazê-los ou não? Eu não fiz. Não me apeteceu. Em certas coisas gosto de utilizar uma das minhas frases favoritas "depois logo se vê". Acreditei que não me iria servir de muito. Que na hora do parto iria esquecer-me de tudo porque me conheço demasiado bem. Porque acho que cada parto é único, assim como cada pessoa e que na hora, as reacções podem ser muito diversas.
Mas há quem ache que os deva fazer, porque se sentem melhor. Porque a mãe e o pai se sentem mais seguros e quanto a isso não pode haver argumentos. Ponto.
O bebé nasce. A alegria. O pânico.
Começa uma nova etapa. A dos bitaites. Bitaites para aqui, bitaites para acolá.
Quando ainda estava grávida alguém me disse o seguinte (sim, Isa, foste tu): "Por muito que te digam que o teu filho tem isto ou aquilo, ou que precisa disto ou daquilo, só TU irás saber o que é. Só TU como mãe e mais ninguém"
Foi frase que me esqueci nos primeiros tempos e que voltou à minha memória certo dia como uma martelada em força na minha cabeça.
Como já aqui escrevi uma vez, sentia que o meu filho tinha fome, que não estava bem, sossegado e tranquilo. E toda a gente a insistir com o peito, que o peito é que é bom e insiste insiste. Mama, mama, mama, já não podia ouvir falar em mamas! E peito. E leite materno.
E a dada altura, idem todos cagar à mata que o meu filho tem é fome e vai de dar suplemento. E vai de engordar e dormir tranquilo. E eu também. Finalmente.
Leite materno. Terei fracassado nesta parte? Terei falhado como mãe? Não.
Nos últimos anos bombardeiam as mães com a questão da amamentação. Com um fundamentalismo que não me agrada de todo. Ouço, leio, mães que amamentam os filhos com um tom de superioridade, como se isso as colocasse num patamar acima das outras. E isso, que me perdoem, mas não entendo.
Compreendo perfeitamente uma mãe, que depois de dar à luz, se recuse a amamentar o filho. Porque não está para isso, por uma série de razões que são lá dela. Dela e ninguém tem nada a ver com isso.
Assim como compreendo igualmente uma mãe que ainda ande com o peito pendurado para dar de mamar ao filho de 4 anos. Agora, isto faz dela melhor mãe que as outras? Faz concerteza, mas para o seu próprio filho.
Não podemos definitivamente esquecer-nos de que cada caso é único. E parar de uma vez por todas de criticar e julgar escolhas que a dada altura foram diferentes das nossas.
Será esse o caminho.
publicado por irritado às 2013-05-08 11:42:49
Apetece-me começar este post por fazer uma perguntinha ao Professor Nuno Crato:
- Ó senhor Professor, para que serve pôr as criancinhas a fazer exame, se o exame vale só 25% da nota final?
Não espero resposta. Mas fico a pensar como segue: que fazer se eu tiver um rebento burro como as casas, um preguiçoso que tem zero no exame? É simples. Vou ter com a professora dele, certamente uma pedagoga de alto gabarito, colega do bigodes dos sindicatos, e explico-lhe que o exame era uma manobra do nosso horrível governo - que temos que apear! – destinada a causar stress aos alunos, que ficam cheios de “ansiedade”, “com problemas de sono”, “dores de barriga”, e “enchem os gabinetes de psicólogos”*, para além, como é óbvio, dos traumas que levarão para a vida adulta e que os prejudicarão até à morte. A pedagoga ouvir-me-á com atenção e inegável concordância. A seguir, dir-lhe-ei que, como ela bem sabe, o meu rebento é de um exemplar comportamento, raramente pede para ir fazer xixi durante as aulas, tem um talento invejável para jogar à bola, é o número dois em matraquilhos e, como se viu na televisão, é um patriota que até foi à manifestação dos indignados. A douta senhora concordará. Aí, fá-la-ei perceber que o zero no exame é um detalhe sem importância: 25%. Ficam 75%, o equivalente a um 15 na escala de 20. Tal 15 é da responsabilidade da senhora. Assim, não exagerando, procurando fazer justiça e não prejudicar o futuro do infante, se a pedagoga lhe der um 13 as coisas ficarão sanadas e eu mando-lhe um ramo de malmequeres.
O Bloco de Esquerda, mui doutamente, já publicou a sua opinião sobre estas importantes matérias. Acha que o exame do 4º ano, mesmo a valer só 25%, é uma palhaçada e uma violência. No caso supra, ficaria eu felicíssimo se a justa opinião do BE fizesse vencimento. Deixava de haver exames, e eu via o meu burrinho progredir na vida! Uma maravilha!
*
Postas as coisas noutro plano, o único defeito propriamente dito dos exames do Prof. Crato é valerem só 25%. De resto, diz a experiência e o bom senso que os exames só fazem bem aos meninos. Dão-lhes sentido de responsabilidade, estimulam-lhes o brio pessoal, fazem com que os bons aprendam com mais vontade e empurram os cábulas para estudar mais um bocadinho. Atrapalham-nos? Ainda bem. Começam a aprender a safar-se de enrascadas através do trabalho. Têm perante si um justo desafio a vencer.
Em suma, o valor educativo da iniciativa do Prof. Crato é inestimável.
Não é evidente que a desresponsabilização dos meninos levada a efeito por pedagogos tarados e/ou esquerdistas tem tido efeitos devastadores na nossa sociedade? Quem não o vê - para além do BE, é claro? Quantos “sistemas” já houve desde 74? Quantos programas? Quantos critérios? Quantas “reformas”? Quantos “ensaios”? Quanta instabilidade? Quantos livros para o mesmo efeito? E os custos deste desvario?
Será que tudo isto não prejudica muito mais os alunos, os pais e o país que um exame da 4ª classe? Será que não gera mais stress, mais “dores de barriga”, mais “ansiedade”, mais custos e, sobretudo, menos educação?
Pobres criancinhas. Não por fazer exame, mas por ter nascido onde nasceram, pasto de “experiências” e, no caso vertente, da cobardia e do oportunismo “intelectual” instalados entre nós.
8.5.13
António Borges de Carvalho

