publicado por flordeliz às 2013-05-22 00:21:51
perfil público
Marta M
Seguir Perfil »http://domeulugar.blogs.sapo.pt
Vejo o mundo, somo o que me acontece, vejo os outros, as minhas circunstâncias....Escolho caminhos e vou tentando ver o "lugar" dos outros
Nome
Marta
Apelido
M
Data Nascimento
28-05-1962
Sexo
F
Código Postal
3000-0
Localidade
Coimbra
Artistas / Bandas Favoritas
Madonna; Bethoven;Mozart; Bach; Madredeus
Músicas Favoritas
E depois do Adeus; O pastor;A Gaivota;We are the world;Don Giovani; Carmen de Bizet
Programas TV Favoritos
Sicnotícias;Gilmore girls;Anatomia de Grey;A Juíza
Filmes Favoritos
Sem medo de viver; Um dia em Grande; O piano; Melhor impossível; O Padrinho II
Livros Favoritos
O alquimista; Todos da Laurinda Alves;O Livro do Desassossego; As minhas raizes;As minhas experiências com a Verdade-Ghandi; E TANTOS outros!!
Interesses
Gosto de: Chávenas de bom café;Arco-íris;Jornais diários;O olhar dos meus filhos;perceber que consegui ter impacto nos meus alunos; que os ensinei a pensar; Sol no meu quarto; yoga; caminhadas; cortesia.. ***Não Gosto: Páginas amarelas;arroz de polvo;grosseiria;insensibilidade; egoísmo;ingratidão;conversas de circunstância...
Frase Favorita
Acordo todos os dias apostada em dar o meu melhor! ;)
publicado por flordeliz às 2013-05-22 00:21:51
publicado por miilay às 2013-05-21 23:53:18
A neta mais pequenina, tal qual as outras já adoram flores e apanham-nas para as levarem para a mamã!Lá vai a Maria e as flores!
publicado por Jorge Soares às 2013-05-21 22:30:00
Quando se põe em causa o (...)
publicado por sentaqui às 2013-05-21 22:27:03
Ando numa de poupança e isso inclui dar volta aos roupeiros e tentar alterar roupas que já têm uns anos e transformá-las em peças que ainda possa usar.
Há aquelas calças que são largas e basta apertar um pouco, o vestido que já fica demasiado justo que depois de cortado vira camiseiro ou um top, ou outro demasiado comprido e basta subir a bainha e por aí fora...
Para estes pequenos arranjos recorro sempre à D. Isabel, uma senhora já de idade, que em tempos foi uma grande costureira e agora entretém-se a fazer pequenas coisas e por um preço bem baratinho. Vive numa casa isolada numa aldeia, portão verde e toda murada. Quando abre a porta, recebe-me sempre com um bonito sorriso, vêm os dois gatinhos, o cãozinho ainda novo que não pára um minuto. Há um jardim colorido com todas as espécies de flores da época dispostas em vasos e canteirinhos.
Nas traseiras há o galinheiro, a coelheira e um grande quintal onde o seu marido semeia de tudo um pouco e árvores de fruto também não faltam.
Gorducha, de saia aos quadrados, óculos na ponta do nariz e um barrete na cabeça, leva-me para uma pequena sala de costura atolada de papéis, roupa e a velha máquina de costura. Marcam-se bainhas, ouvem-se sugestões e dois ou três dias depois está tudo impecavelmente pronto. Aproveito sempre para tirar umas fotos e despedimo-nos com um sorriso.
No regresso comecei a pensar na paz que reinava naquela casa. Será que a D. Isabel se preocupa em vestir roupas bonitas? Será que usa cremes na cara e no corpo? Terá telemóvel e uma televisão com muitos canais? Irá ao cabeleireiro tão frequentemente como eu vou? Irá a festas sem ser as religiosas lá da aldeia? Estará preocupada com a crise? Fará dieta? Preocupa-se com o seu aspecto exterior?
Depois destas reflexões e hoje sentada aqui, senti uma certa inveja da D. Isabel, da paz que respira, da tranquilidade daquele olhar, da sua paciência, das flores, do campo, dos animais, da fruta que vai crescendo nas árvores, do cacarejar das galinhas, pequenas grandes coisas que fazem com que as minhas preocupações sejam supérfluas e a minha ansiedade em ter isto ou aquilo, em ir aqui ou ali, sejam banalidades que na verdade poderia muito bem dispensar. Por momentos senti uma vontade enorme de fugir do meu mundo.
Raquel Varela perdeu uma (...)
publicado por Jorge Soares às 2013-05-21 21:29:10
O fio de Ariadne, Zilda Cardoso
publicado por Zilda Cardoso às 2013-05-21 20:08:53
Muitos acontecimentos nos surpreenderam recentemente: uns de grande importância para a comunidade, outros de menos. Mas todos, todos têm tanto de ridículo como de amargo.
Falamos de coisas sérias como austeridade, falta de emprego jovem, recessão económica, disciplina orçamental, endividamento…
Mas a forma como se processa o debate público sobre estes temas, a discussão sobre essas questões é confrangedora. Ou antes não existe discussão nenhuma.
Porque, entretanto, andamos a brincar às casinhas, aos governos, às presidências, aos conselhos de estado, às manifestações de rua e caseiras e a outras.
E do que falamos é de ninharias, de mesquinhices, de erros de gramática e de falas ingénuas e imprevidentes.
Estaremos de facto a viver uma democracia?
O artigo de João Miguel Tavares, do Público, de hoje dá umas estocadas certeiras num dos últimos acontecimentos mais tristemente apalhaçados de que temos conhecimento. Houve muitos.
Falou da originalidade daquela fantochada, é certo, e da oportunidade, só por isso, de a publicar. Mas o que acrescenta é bem mais importante – é o “tratamento dado aos assuntos políticos e económicos” pelos jornalistas como resumido a “protestos mais ou menos coloridos e de pequena intriga.”
O que relata, é um caso que teria pouco a ver com aquilo de que nos queixamos, de que falamos sem termo, se não fosse, em última análise, sobre finanças. Era a apresentação de um livro pelo ministro das Finanças, um livro que fala de oito séculos de loucura financeira e é de autores de renome.
Por favor, era a apresentação de um texto que pelo seu objecto podia ter dado lugar a um debate inteligente com a pessoa responsável pela forma como o tema, as finanças, está a ser tratado na realidade, aqui e agora!
Podia ter dado, se bem que se tratasse de um livro de que ele não é autor e de cujo conteúdo pode discordar. Não ficamos a saber nada porque se tratou de não deixar dizer, fosse o que fosse.
Era o sentido do rir às gargalhadas no momento em que o apresentador falava seriamente do que nos devia interessar. Compreendo que era esse o objectivo do protesto: não haver sentido nenhum e por isso chamar a atenção.
Não houve curiosidade em saber o que é chamado obra fundamental, agora traduzida para a nossa língua.
O que acho mais triste neste e noutros acontecimentos que ultimamente testemunhámos e de que temos verdadeira erudição ( já que nos são repetidos até à saciedade pelos jornais escritos ou falados durante dias, a todas as horas do dia, todos especializados em sensacionalismo), é que se trata de pessoas que elegemos ou que escolhemos para os altos cargos que ocupam e, por isso, devíamos respeitá-los enquanto os estivessem a desempenhar. Esta é uma das razões por que nos devíamos envergonhar: não prezámos as nossas próprias decisões.
De resto, há que respeitar qualquer ser humano como criatura com uma dignidade igual à nossa, ou não?
Por outro lado, tal como acentua JMT, não ficamos a saber nada da análise que é feita no livro sobre a louca economia do nosso tempo, sabedoria que nos parece imprescindível. Apenas conhecemos o fait-divers comunicado.
E temos o direito de desperdiçar análises possivelmente perspicazes contra o favorecimento de protestos ineficazes e grosseiros que não nos esclarecem nem trazem nada por que pareça valer a pena lutar?
publicado por Jorge Soares às 2013-05-21 19:57:04
Eu tento, mas meu tento não consegue!
publicado por golimix às 2013-05-21 18:54:15
Certamente ninguém terá dúvida de que objecto de refere a imagem. E nem terão dúvidas de onde se introduz e qual o fim a que se destina.
E todos sabemos que dá para ir à praia, à piscina, andar a cavalo, vestir tanga e sei lá que mais. Mas há pouco tempo descobri ainda mais uma coisa para que este simples coisica serve, para apanhar bebedeiras!!
Leram bem sim senhor. Bebedeiras! Só que o local de introdução não é o mesmo. Há por aí malta jovem, jovens daqueles que não têm idade para consumir, e a quem não são vendidas bebidas alcoólicas nas festas ou em bares, quem arranjaram uma solução para ficarem bêbados. Estão a ver? Ainda não. Eu explico. Por passos.
1- Lavam as mãos (espero que sim, ao menos isso!) e retiram o tampão do respectivo invólucro
2- Puxam ligeiramente o fio
3- Molham o dito cujo num copo com bebida alcoólica (que arranjam sei lá porque artes, provavelmente de copos meio vazios ou por casa de algum)
4- Colocam-se numa posição confortável
5- Introduzem a coisa pelo rabo acima. Sim. Rabo acima!!!!
Como a absorção intestinal é do melhor, ficam bêbados num instante. Depois é só puxar o fio, repetir a graça se necessário e vamos à bida!!!
E diz o meu filhote de 12 anos
- Mas o álcool não lhes vai fazer mal ao cérebro
-Filho, neste caso, nem que eles tentem muito o álcool já não vai fazer grande mossa!
Imagem retirada da net
publicado por Cantinho da Manu às 2013-05-21 18:09:52
publicado por luadoceu às 2013-05-21 16:48:35
publicado por raio-de-luar às 2013-05-21 16:02:28
publicado por Viktor às 2013-05-21 13:15:42
Cada Ser humano tem as suas aprendizagens e vivencias. Há uma história a respeito de dois irmãos que lhes vou contar. Um deles era mau, porém, muito esperto, e o outro era muito teimoso e também muito estúpido. Um belo dia, estavam a correr num campo e o irmão maldoso resolveu divertir-se um pouco e disse: “Fica sentado neste vale, que irei para aquelas colinas e de lá vou-te mandar um grande presente. O presente fará estranhos ruídos e vais ouvir estalos e barulhos esquisitos, mas não deixes de o segurar até eu voltar”. De seguida subiu o morro, encontrou uma grande rocha branca, aqueceu-a até ficar vermelha e fê-la rolar morro abaixo, gritando: “Pronto mano, aqui está o teu presente. Agarra-o! Não o largues até eu voltar!”
O irmão estúpido estava tão ansioso por ganhar o presente que saiu a correr e agarrou a rocha. O pêlo do couro de animal que estava a usar estalou e chiou ao queimar-se. A rocha queimou a pele do animal e depois queimou-lhe o corpo, mas nem assim ele a deixou cair, supunha que ela fosse valiosa. Por isso falou, dirigindo-se à rocha: “Faça o que quiser comigo pois não vou desistir enquanto meu irmão não chegar”. E teimoso, continuou a mantê-la aconchegada a si, porque a julgava importante para si.
Nós apegamo-nos da mesma maneira a tudo o que amamos, ainda que isso pareça ser extremamente frustrante e doloroso. Também nos apegamos à meditação, desejando ver cores e visões, experimentar emoções e sensações quentes e conhecer as fases mais elevadas. A nossa mente ainda quer identificar, capturar e manipular a experiência, a fim de ter algo aprazível para relatarmos. Entretanto, quando nos livramos do nosso apego aos sentidos e sentimentos, podemo-nos tornar a própria experiência, e este é o verdadeiro processo da cura.
Tulku
Nota: Um tulku (tibetano: སྤྲུལ་སྐུ; Wylie: sprul sku; ZWPY: Zhügu; também grafado tülku ou trulku) é, no budismo tibetano, um lama que conseguiu, através da phowa e da siddhi, escolher conscientemente ser reencarnado, às vezes por mais de uma vez, de maneira a continuar seu juramento de bodisátva. [Fonte wikipédia]
Saudações Holísticas
NAMASTÊ
Por Cá quem cozinha é a Raiozinho
publicado por raio-de-luar às 2013-05-21 11:44:35
Em receita de sucesso não se mexe. A minha primeira granola foi tão simples e saiu tão deliciosa, que decidi manter a receita, apenas com alguns ajustes. Desta vez usei como fruto seco amêndoas em vez de nozes, e aumentei um pouco a quantidade das sementes de girassol, sésamo e abóbora.
Ingredientes:
Misturar os ingredientes secos numa taça.
Levar a ferver o mel com o óleo, a essência de baunilha e a canela. Envolver bem nos secos.
Espalhar em cima de um tabuleiro forrado com papel vegetal e levar a tostar ao forno pré-aquecido a 180º, virando de vez em quando para tostar por igual.
Retirar, deixar secar e arrefecer antes de guardar um frasco hermético.
publicado por flordeliz às 2013-05-21 00:01:32
Temporariamente:um dia:Ja(...)
publicado por luadoceu às 2013-05-20 23:26:05

Sem previsao de voltar
Eu ainda ando por aki, no facebook mais, tenho decisoes a tomar da internet versus computador
Mas fica ja um aviso acaso de repente deixe de vir,ja sabem com o que contar
Bem hajam quem espera por mim
Bjos a todos(as)
Ja me decidi.........fico com o pc.....e pagarei a quem mo "emprestou"
Adopção: de novo as crian(...)
publicado por Jorge Soares às 2013-05-20 22:55:16

Alguém me deixou o seguinte comentário neste post do Nós adoptamos
"Aprecio que tenha corrido tudo bem ao autor do blog, no entanto comigo não se passou assim...
Recebi dois irmãos de braços abertos para quem preparei tudo e dediquei muito tempo da minha vida á espera.
No entanto um dos irmãos (menina de 9 anos), cujo passado não era dos melhores e eu até já sabia, pois tinha suspeitas de abusos sexuais por parte dos pais), revelo-se se ainda pior.
Com o tempo soube que a menina não só tinha sido abusada pelo pai mas também pelo tio, ( com a indiferença dos pais), pois também soube que a sua irmã mais velha que vivia com a avó era filha do avô.
Isto tudo descobri á posteriorí, pois quando me foi apresentado o processo só me disseram que havia suspeitas, (no entanto estava tudo nos registos do tribunal que mais tarde tive acesso).
Acontece que a menina que esteve numa instituição cercade dois anos não teve qualquer apoio psicológico e que a sua preparação para a nova família foi apenas a psicóloga dizer-lhe que não precisava gostar dos pais novos tinha só de pensar que ia receber muitas prendas.
Escusado será dizer que a menina nunca gostou de nós e que desde que entrou na nossa casa só pedia que lhe dessemos tudo e fazia exigências tendo tornado-se até um bocadinho mal educada e pedindo coisas com alguma soberba.
Pois a resposta da segurança social foi que tinhamos que colocar a menina em apoio psicológico e psicoterapia.
Agora pergunto-me, sabendo a instituição de tudo isto e recebendo os subsidios do estado que como sabemos não são poucos, não deveria ter sido esta a colocar a criança em psicoterapia.... será legitimo pedir aos candidatos em pré-adoção que se querem ter uma menina que goste deles terão de lhe pagar sessões de psicoterapia...
Digo-lhe que estou prestes a devolver a menina pois esta de dia para dia vai estando pior, e como não lhe damos a prendas prometidas pela psicologa da instituição cada dia nos trata pior e como seus criados. ainda não a devolvemos só por causa da irmã mais nova que se adaptou bem a nós e que está muito bem integrada, e que sabemos que iremos perder se entregar-mos a mais velha.... e neste caso a culpa é de quêm? dos pais que esperam pelo menos uma criança que os trate bem e que não parta televisões de propósito e depois ainda se ria?
Será que as nossas instituições estão a funcionar devidamente ou só se interessam mesmo com os subsidios não se preocupando nada com as crianças que albergam nem as avaliando devidamente nem preparando para ter uma familia?
Antes de descriminar-mos quem devolve crianças deveremos pensar mesmo nas razões..... e não nos podemos esquecer que também existem crianças crueis e algo más."
Deixe lá ver se eu percebi:
Se tivesse sabido dos abusos sexuais não tinha aceite a criança, é isso? Ou seja, para a criança o facto de ter passado por uma experiência traumática como essa, torna-se um castigo, um motivo para ser retirada à família e um motivo para não voltar a ter família, é isso?
É evidente que também acho que a criança deveria ter sido acompanhada durante a institucionalização, mas isso não pode ser motivo nem para não ser adoptada nem para ser devolvida.
Repare, é de uma criança de 9 anos que estamos a falar, a senhora é uma adulta não é ela que tem que se esforçar para lhe agradar, é a senhora que se tem que esforçar para a conseguir cativar.
Não podemos exigir a uma criança de 9 anos que sofreu de maus tratos e abandono que não tenha problemas, nós adultos é que temos que aprender a amar essa criança apesar dos seus problemas.
Diz que a menina nunca gostou de si, e a senhora, dispôs-se a gostar dela apesar dos problemas?
Eu tenho dois filhos que estão a entrar na adolescência, naquela fase em que se acham donos do mundo e da verdade, há dias em que perco a paciência e já não sei que fazer, um é adoptado e hiperactivo, a outra é biológica e cheia de personalidade, há dias em que me sinto mesmo farto, em que também acho que eles são uns mal agradecidos e que não dão valor à família e ao esforço que fazemos por eles, acha que também os devo devolver?
Eu já disse isto e volto a dizer, não há motivo nenhum para se devolver uma criança, e quando isso acontece a culpa NUNCA é da criança, é sempre de quem a devolve e da equipa da segurança social que a entregou a quem não devia
Devolver uma criança é desistir de ser pai, é abandonar de novo e maltratar alguém que já foi abandonado e/ou maltratado, é dizer à criança que ela não serve para ser amada... e não há criança nenhuma que não mereça ser amada, há é pessoas que não sabem amar.
Eu sei que todos nós sonhamos com ter os filhos perfeitos, sei que muita gente que se propõe a adoptar idealiza os filhos perfeitos, amorosos e agradecidos porque alguém os aceitou, mas sabe uma coisa?, isso não existe.
Não há crianças perfeitas, e não as há entre as adoptadas ou entre as biológicas, cada criança é uma criança e cada caso é um caso, mas os adultos somos nós..e somos nós que temos que aprender a viver com os nossos filhos.
Se quer o filho perfeito, o melhor é desistir de tentar ter filhos
Jorge Soares
publicado por Jorge Soares às 2013-05-20 20:16:28
publicado por Jorge Soares às 2013-05-20 20:11:52
Há um ponto elevado em que a arte, a natureza e a moral se confundem e são simplesmente uma só coisa.
Charles Saint-Beuve
Praia de Albarquel, Setúbal
Abril de 2013
Jorge Soares
Eu tento, mas meu tento não consegue!
publicado por golimix às 2013-05-20 18:34:14
Imagem retirada daqui
Partilhar o silêncio é algo que se aprende e que se faz com quem conhecemos, isto sem nos sentirmos frustrados. Ou sentirmos que há ali um glaciar no meio.
Muitas são as conversas de circunstância que surgem como forma de derreter esse glaciar, algumas com sucesso e outras ainda vêm acrescentar mais umas camadas ao glaciar.
Por exemplo, o que fazem num elevador onde estão vocês e outra pessoa?
Uma conversa que sempre surge é sobre as condições atmosféricas
- Uh! Está muita chuva não é?
- É....- um interlocutor pouco dado à converseta-
- Estou ansiosa para que chegue a primavera! Estou a precisar de sol =).
-Uh....
E lá foram mais uma camadas para o glaciar, felizmente chegamos ao destino. Uffff!
Mas porque raio queremos meter conversa com quem não temos nada de que falar?
Ah! Pois! Somos um ser social. Já esquecia.
Se o elevador tem música ambiente, trocamos a meteorologia pela música e aí poderemos tramar-nos. E garanto que eu sou especialista em meter a pata na poça.
-Chiii! Que música!! Isto dá-me cabo da cabeça!
-Ah! Não gosta? Eu curto!
- Bllbblll.....
E lá e foi a oportunidade de ter conversa....
Se existem bebés ou cães a conversa está quase sempre facilitada e encontramos ali um amigo(a) para a vida. E faltanto assunto há sempre o raio da crise e do Governo.
Nas salas de espera de consultórios também não me parece existirem problemas de assunto. Existe é o problema de aguentar o assunto.
Há sempre dois ou três doentes a fazerem o concurso de quem está pior e se não chegam a nenhuma conclusão sobre as suas imensas maleitas tentam sempre, invariavelmente, meter terceiros para ver se desempatam ou se continuam o concurso. Quase sempre vou ao WC. tenho uma bexiga tramada...
Quando, felizmente o consurso acaba, viram-se para a má língua.
-Sabiam que o fisioterapeuta Xy foi casado com a médica Xx e depois se chatearam? Xim! Acho que ele teve um caso com outra, e....
Eu gostava de saber onde é que esta gente vai buscar tanta informação!
Na pior das hipóteses costumam falar mal dos profissionais de saúde, e não há nenhum que escape! Embora haja também uns Deuses lá pelo meio!
E levar um livro para ler, ou fingir que se lê, também não dá escapatória. Há sempre que insista, e forma veemente, introduzir-nos na conversa.
Mas há sempre quem tenha o dom natural de quebrar um pouco o glaciar.
Mas também há quem o faça porque o silêncio simplesmente o incomoda. Porquê é que o silêncio é incomodativo?
Talvez porque só gostemos mesmo de partilhar o silêncio com alguns. Ou talvez sintamos que temos mesmo que dizer algo.
Criar um "desbloqueador de conversa", tal como lhe chama Nuno Markl, da Rádio Comercial, é tarefa árdua e reservada a peritos. Enquanto que outros a única coisa que fazem é afastar a malta ou ficarem com ar de tansos.
Confesso que muitas vezes me apetece o silêncio. Mas outras tantas sinto que tenho que tentar por tudo dizer algo e mais me valia estar é quietinha e bem caladinha...
publicado por luadoceu às 2013-05-20 18:21:17
Ola a todas(os)
Uma nova etapa na minha vida e na da minha filha
Hoje disse vamos: aonde? inscreve la na creche.Fomos os 3.
Informaticamente e no papel ja esta inscrita, tenho o papel comprovativo,faltam pormenores de alguns papeis do centro de saude e segurança social que com o tempo chegarei lá.Para começar em Setembro e parece me haver vagas
Vamos a ver como como corre...confio que corra bem...)9So pede para ir.....nem que va co o sentido que seja para brincar....))
publicado por miilay às 2013-05-20 15:51:45
O andor da Nª Sª da Esperança.
Outros andores ,onde o nosso padroeiro S. João, faz parte.
Os Bombeiros a marcar o compasso.
A Banda de Música de Loureiro encerra-a.Atrás vai o povo.
Foi ontem e passou aqui à minha porta eu e as minhas netas espalhamos pétalas ,na estrada .Elas adoram!
A foto ficou assim:
Porquê? não sei!

