publicado por sakura-andreia às 2013-05-18 13:15:23
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Melissa Kaulitz Sixx ♥
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Blog de fanfics sobre os TH :) Welcome :)
Nome
Melissa Kaulitz
Apelido
Sixx
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00-00-0000
Sexo
F
Artistas / Bandas Favoritas
Tokio hotel & Black Veil Brides
Músicas Favoritas
Legacy, perfect weapon, knives and pens, coffin - BVB Pain of love, scream, screamin'
Programas TV Favoritos
Anime & FOX
Filmes Favoritos
Wild Child, Aquamarine, SAW, Stick it
Livros Favoritos
Lua de Joana
publicado por sakura-andreia às 2013-05-18 13:15:23
E o Bill ganhou mais um novo amiguinho, para lhe fazer companhia no rodapé.
Não resisti em coloca-lo aqui, é tão... fofo que eu derreti-me assim que o vi.
Portanto o nosso amigo Bill, muito feliz e a bater palmas tem um novo bicnho.
publicado por TfmaK às 2013-05-18 12:01:50
(Um especial agradecimento à minha Alien Schwester, Ana, por me ter ajudado a escrever este capítulo <3)
***
** Mudanças **
Lúcia abriu a porta do quarto e viu o seu irmão aos beijos com uma mulher. - MATS JULIAN HUMMELS! – Gritou Lúcia, entrando pelo quarto a dentro.
Assim que o irmão a viu, separou-se rapidamente da mulher, e esta virou-se para trás. Um ataque de raiva tomou conta de Lúcia quando percebeu que a mulher era, nem mais nem menos, Ria - The Bitch Sommerfeld, alcunha que, numa das conversas com Tom, Lúcia deu a essa individua.
- MAS O QUE É QUE ESTÁS A FAZER COM ESSA AQUI NO QUARTO MATS?
A Ria levantou-se da cama, pondo-se à frente de Mats. – Quem é esta Matsy? - “MATSY? MATSY?!?! Mas quem é que ela pensa que é para o chamar dessa maneira? Só eu é que o posso fazer!” – Pensou Lúcia, e nessa altura não se controlou e atirou-se para cima de Ria. Primeiro agarrou-se aos cabelos, depois conseguiu mandá-la para o chão, com uma rasteira.
Mats tentava agarrar na irmã, mas sempre que o fazia levava, por isso decidiu ir pedir ajuda.
Enquanto isso, Ria e Lúcia continuaram a lutar. Cada uma gritava mais do que outra.
-QUEM É QUE TU PENSAS QUE ÉS PARA ESTAR A PÔR ESSAS TUAS GARRAS NO MEU IRMÃO?! – Disse Lúcia.
-PÁRA! PÁRA! – Gritou Ria, agarrando nas mãos de Lúcia. Depois ficou a olhar para ela. – Espera, eu conheço-te! Tu estavas com o meu Tommy!
-ELE NÃO É TEU SUA VADIA! – Levou-lhe as mãos ao pescoço. Era a raiva de Lúcia quem a fazia agir daquela forma, por momentos esqueceu-se de quem era.
Alguém entrou no quarto. Era Tom.
Tom aproximou-se de Lúcia e tentou agarrar nela. Mas esta empurrou-o, fazendo-o cair. Ele voltou a aproximar-se e conseguiu agarrar-lhe nas mãos. Depois fez com que ela o olhasse nos olhos e disse: - Lúcia Hummels pára. Não te esqueças de quem és. Olha para mim, sou o Tom. – Lúcia voltou ao normal. Assim que percebeu o que estava a fazer começou a tremer. Tom abraçou-a e pegou-a ao colo.
Mats entrou no quarto e, ao ver aquilo, começou a gritar para Tom: - O que pensas que estás a fazer à minha irmã?
Lúcia saiu do colo e aproximou-se do irmão. – Isso pergunto eu! O que estás a fazer com aquela vadia? – Ria levantou-se, com dificuldade do chão, pondo-se, de seguida, ao lado de Mats e respondeu: - Vadia? Vadio é esse teu namorado, o Tom. Ele vai-te comer e deitar fora. Depois não digas que não te avisei. – Ao ouvir aquilo, Lúcia deu uma chapada à Ria e depois disse: - Nem penses sequer pronunciar o nome do Tom!
Mats meteu-se à frente de Ria, como que a protegê-la. – Lúcia Hummels! Ela é a minha namorada! Mais respeito!
Lúcia ficou boquiaberta com a notícia e apenas respondeu: - Bom, que seja. Mas é bom que estejas ciente que até te separares dela, não te volto a falar. – Dito isto, Lúcia pegou nas suas coisas, que estavam em cima da cama, e saiu do quarto, juntamente com Tom, que apenas assistia a tudo, não querendo meter-se entre discussões de irmãos.
*
Desde que saíra do hotel, até chegar a casa dos gémeos, Lúcia não pronunciou uma palavra, mesmo quando Tom tentava fazer perguntas ela ignorava.
Tom estacionou o carro e, antes de sair, disse a Lúcia: - Se preferires ir para casa dos pais da tua amiga Joana ainda te posso levar. Sei que… - Lúcia interrompeu-o dizendo: - Não. Tenho mais dois dias para estar contigo. Não os vou desperdiçar. Não quero ouvir o nome do meu irmão até te ires embora. Está bem?
Tom assentiu e saíram os dois do carro, encaminhando-se para casa.
Eles entraram em casa. Não havia luzes ligadas, nem barulho. Bill já devia estar a dormir.
Tom guiou Lúcia até ao seu quarto. Depois abriu a porta e disse: - Podes ficar aqui a dormir, eu fico no sofá da sala. – Ele pegou nas malas de Lúcia e pousou-as em cima da cama. Depois dirigiu-se ao armário e tirou, o que deveria ser o seu pijama. – Dorme bem. – Beijou a testa de Lúcia e saiu do quarto, fechando a porta.
Lúcia soltou as lágrimas que, até aquele momento, tinha feito um esforço enorme para não chorar à frente do Tom.
Ela pôs as suas coisas no chão. Despiu-se e vestiu o pijama. Depois, deitou-se, enroscando-se nos lençóis.
Durante mais de uma hora, Lúcia andou às voltas na cama. Não conseguia dormir por isso, levantou-se e dirigiu-se à sala, onde Tom estava a dormir.
Ele estava deitado no sofá e destapado. A única coisa que tinha vestido eram os boxers. Lúcia perguntava-se como é que ele não tinha frio.
Ela aproximou-se dele. “Parece um anjo a dormir.” – Pensou, olhando para a sua cara. Depois, acordou-o suavemente.
Tom abriu os olhos, com algum custo, e perguntou, com uma voz de sono: - O que se passa Lúcia? – Sentou-se no sofá, esfregando os olhos.
-Não consigo dormir… - Ela sentiu-se vermelha. – Ahm… vem dormir para ao pé de mim…
Tom riu-se e passou a mão dele na cara de Lúcia. – Não é preciso estares assim tão vermelha Lu. – Levantou-se e agarrou na mão de Lúcia. – Vamos. – E dirigiram-se os dois para o quarto.
Quando entraram, Tom, pegou na Lúcia ao colo, e deitou-a na cama.
-Tom… - Disse Lúcia, incomodada com o gesto, e pensando que ele teria segundas intenções.
Tom sorriu, e deitou-se ao lado dela. – Não te preocupes. Não tenho segundas ideias. – Pegou na ponta do lençol e tapou-o a ele e a Lúcia. De seguida aproximou-a de si, fazendo-a ficar entre os braços dele, aconchegada. – Descansa. – Beijou-lhe a testa, fazendo, ao mesmo tempo, festas no cabelo dela.
Lúcia adormeceu passado pouco tempo.
Perspectiva do Tom:
No dia seguinte a toda a confusão com Lúcia, Tom acordou cedo. Ele acabou por não dormir muito. Lúcia tinha um sono algo agressivo e Tom acordou várias vezes com pontapés que ela lhe dava.
Eram oito da manhã e ele levantou-se sem acordar Lúcia. Depois decidiu dirigir-se à cozinha e preparar o pequeno-almoço para Lúcia.
Quando chegou à cozinha, Bill já estava sentado na bancada com o seu pequeno-almoço habitual: um copo de sumo de laranja natural, fruta e tosta mista.
-Bom dia Bill. – Cumprimentou Tom, enquanto se dirigia ao frigorífico.
Antes de responder, Bill levou à boca, calmamente, o copo de sumo de laranja e bebericou um pouco. Depois disse: - Bom dia Tom. Então a noite foi boa?
Tom pousou o tabuleiro com a comida na mesa, olhou para Bill, e respondeu: - Repete lá a pergunta.
-Então tens a Lúcia na cama. Estás assim nesse estado, de boxers. Até me admiro que ela tenha deixado fazeres isso…
Tom deu uma gargalhada alta. – Não Bill, eu e ela não fizemos nada. Eu passo a explicar o que se passou ontem. – Contou a Bill toda a situação de Ria e do irmão de Lúcia. – E depois, ontem à noite, ela foi acordar-me ao sofá a dizer que não conseguia dormir e pediu-me que me deitasse com ela. Nunca tive intenções de o fazer já com ela. Não a quero magoar. Se ela quer ir com calma. Vamos com calma.
Ao ouvir estas últimas palavras, Bill ficou boquiaberto com o que o irmão acabara de dizer. – Bem, tu gostas mesmo dela, mano. Nunca pensei em ouvir-te dizer uma coisa dessas. – Levantou-se e abraçou o irmão. – É bom ver que sempre aprendes coisas comigo.
Tom riu-se. – É. – Pegou no tabuleiro com a comida. – Vou dar de comer à nossa hóspede. – Saiu da cozinha e dirigiu-se para o quarto.
Tom entrou no quarto e deu de caras com Lúcia somente com a roupa interior vestida. Lúcia reparou em Tom e rapidamente se atirou para a cama, tapando-se.
-Desculpa! Pensei que ainda estavas a dormir… - Disse Tom, virando-se de costas para ela.
-Deixa lá. – Respondeu Lúcia. – Podes-te virar.
Tom obedeceu. Ela continuava em roupa interior. “Damn! Ela é mesmo bonita…” – Pensou Tom, automaticamente. Depois disse em voz alta. – Se quiseres eu saio…
Lúcia sorriu, percebendo que Tom estava um pouco atrapalhado. Ela sentou-se na cama, vestindo de seguida uma t-shirt. – O que trazes aí? – Perguntou, olhando para o tabuleiro nas mãos de Tom.
Tom aproximou-se da cama e posou o tabuleiro. – O pequeno-almoço para a minha hóspede. – E sentou-se ao lado dela, olhando atentamente para a sua reacção.
Primeiro ficou vermelha, depois sorriu e olhou para Tom. – Mas que bom aspecto! Não sabia que tinhas jeito para a cozinha.
Perspectiva da Lúcia:
Lúcia acabou de comer rapidamente. Depois disse: - Estava delicioso Tom.
Ele sorriu e mexeu nas rastas ao mesmo tempo. Fazia aquilo sempre que ficava nervoso ou envergonhado. Depois levantou-se, pegando no tabuleiro e disse: - Veste-te porque vamos dar uma volta. – Saiu do quarto. Ele continuava em tronco nu e com os boxers vestidos. “Ele é tão lindo…” – Pensou Lúcia.
Quando ele saiu, Lúcia levantou-se e vestiu-se. A roupa escolhida foi umas calças justas cinzentas escuras, uma camisola azul esverdeada e uns sapatos creme. Era um conjunto de “menina comportada”. Depois pegou na sua mala de higiene e saiu do quarto para procurar a casa de banho.
Não demorou muito até a encontrar. Antes de entrar bateu à porta.
-Entre! – Gritou Bill.
Lúcia abriu a porta, Bill estava a por laca no seu cabelo. Na casa de banho pairava o cheiro insuportável da laca.
Bill reparou na expressão na cara que Lúcia fez ao entrar, riu-se e disse: - Desculpa. A esta hora é sempre assim. Mas temos outra casa de banho. É a do Tom. Esta é a minha, como podes ver. – Lúcia olhou em volta.
A casa de banho era grande. Com uma banheira no fundo e vários espelhos espalhados. O lavatório, onde Bill estava, tinha uma prateleira com várias caixas de maquilhagem.
-Não me importo de ficar aqui. – Respondeu Lúcia, enquanto pousava a sua bolsa. De seguida, começou a maquilhar-se, como sempre, com um simples risco de lápis preto nos olhos e um pouco de batom rosa claro.
Pelo espelho Lúcia percebeu que Bill estava a olhar para ela com um sorriso.
-O que foi? – Perguntou ela, enquanto continuava a arranjar-se.
-Nada. É que, até agora, foste a única rapariga que fez mudar completamente a atitude do meu irmão.
-Como assim? – Ela terminou o que estava a fazer e ficou atenta ao que Bill dizia.
Bill riu-se e respondeu: - Mais tarde percebes. – E saiu da casa de banho, deixando Lúcia sozinha e curiosa.
Depois de estar completamente arranjada, Lúcia dirigiu-se para a sala de estar, onde se sentou no sofá à espera de Tom.
Passaram cerca de dez minutos e ele ainda não tinha aparecido. Lúcia decidiu ir à procura dele.
Ela caminhou até ao quarto de Tom. Não estava lá. Depois, decidiu ir à casa de banho dele e encontrou a porta fechada. Por isso bateu, esperando que alguém a abrisse.
-Entre! – Disse Tom.
Lúcia abriu a porta. Tom estava a arranjar as rastas.
-E depois falam das mulheres, que demoram horas na casa de banho. – Gozou Lúcia, aproximando-se de Tom.
Tom riu-se e virou-se para ela. – Desculpa a demora. – Agarrou-lhe na mão.- Vamos?
*
A rapariga só soube aonde ia quando ambos entraram no automóvel.
- Estás a pensar levar-me aonde, já agora? - Tinha ela perguntado.
- Montanha russa. E depois levar-te a conhecer a minha mãe e o meu padrasto. - E sorriu como uma criança.
Lúcia ficou perplexa por uns momentos, tudo por causa do último plano que Tom tinha arranjado sem a avisar previamente. "Conhecer os pais dele... Já? É tão cedo!", Reflectiu.
-... Adoro montanhas russas. - E arqueou as sobrancelhas.
- E conhecer a minha mãe e o meu padrasto, não?
- Não tendo experiência nisso, não posso dizer que adoro, mas... Vai ser interessante.
Demoraram cerca de meia hora a chegar a um parque diversões, sendo então duas da tarde. Não havia muitas pessoas, mas Tom e Lúcia preferiam assim por dois motivos diferentes; ele gostava de ter a sua privacidade, sem haver possíveis fãs ou paparazzi, e ela simplesmente não se sentia confortável em multidões.
Antes de irem parar à fila da montanha russa, Tom disse que lhe ia comprar algo para comer. Sugeriu algodão doce, mas Lúcia odiava, até que perguntou se a roulotte dos churros e farturas servia. "Churros, oh meu deus, oh meu deus! Ele sabe os meus pecados...". No final disso tudo, Tom gastou por volta de cinco euros em dois churros com extra chocolate, só para ela.
- Uma rapariga desse tamanho e a comer logo dois churros com camadas de chocolate... Desde quando é que isso já se viu?!
- Please! O meu irmão come dois destes em dois minutos e só com duas dentadas... Coisa de família sabes?
- Que seja. - O rapaz não tinha vontade de comer, mas assim que a viu literalmente a devorar aqueles dois, teve vontade de provar. - Dás-me um pouco? Mas sem muito chocolate, por favor!
Lúcia riu-se e fez-lhe o favor. Aponto-lhe o churro para boca e Tom trincou um bocado, que no entanto, estava cheio de chocolate. Ela riu-se só das expressões que ele fazia por não aguentar com tanto na boca, acabando com os lábios sujos. "Normalmente não faria isto, mas... Seria algo burra se não o fizesse numa ocasião destas", e limpou o chocolate da boca dele, com os seus lábios.
Perspectiva do Tom:
"Bem, isto começou rápido... Quer dizer, já estava a ver que ela nunca mais começava com uns bons avanços, mas isto!". Entre os beijos ele pensava, entre os beijos ele sorria. Lúcia apercebeu-se e sorriu também e foram os risos que acabaram com os beijos.
- Limpaste tudo? - Questionou duvidoso. - Acho que ainda tenho um pouco nos cantos... E nos lábios... E na língua.
- Se lamberes bem isso sai, agora quero ir à montanha russa! - E puxou o braço dele em direcção à fila.
Não havia mais de oito pessoas na fila, a maioria casais. Andavam também aos beijos e aos abraços, com piadas sobre a possibilidade de elas terem medo e os namorados agarrarem nelas, toda a gente com grandes lamechices. Isto fez com que Lúcia e Tom olhassem um para o outro, como se partilhassem o mesmo pensamento: "Nós não somos assim, nunca iremos ser assim!", à medida que tentavam controlar os risos.
Assim que abriram a vez deles, Tom agarrou da mesma forma que Lúcia lhe tinha agarrado e foram os dois para os últimos lugares, mesmo no final.
- É sempre nos últimos lugares que se tem a melhor sensação. - Disse ele. - Estar nos primeiros tira a piada toda da montanha russa.
O funcionário foi certificar-se que estão todos sob as medidas seguranças e começou.
Perspectiva da Lúcia:
Para Tom, era evidente que estava a divertir-se, sempre ali com um sorriso e ansioso pelas curvas e descidas. Porém, Lúcia viu a sua diversão ser arruinada, tudo por causa dos malditos churros com chocolate extra. "Por favor, não, não, não posso vomitar, muito menos aqui!"
Ela nunca pensou que iria desejar sair da montanha russa, mas ela precisava mesmo. Não podia exigir ao funcionário que parasse aquilo tudo naquele preciso momento, só porque se sentia maldisposta, e decerto que aquilo não poderia demorar muito. Mas os minutos pareciam tão longos! Deviam ter sido cinco, mas cinco minutos angustiantes.
Assim que tinha acabado, Lúcia foi a primeira a sair, mesmo sem ter esperado pelo rapaz. Tom mostrou-se confuso e foi atrás dela, mas não podia entrar no momento em que ela fechou-se na casa de banho e ouvia os ruídos dela. Lúcia estava claramente a vomitar.
- Estás bem? - Perguntou através da porta, contudo, não recebendo uma resposta e continuando a ouvi-la. Depois, parou.
Lúcia, depois de ter lavado a boca no lavatório, abriu a porta.
- Volto a repetir: estás bem?
- Sim... Encontro-me melhor. - Disse, mas franzindo as sobrancelhas com uma expressão de mal disposição, novamente. - Ou talvez não.
E fechou-se outra vez, voltando a vomitar.
Perspectiva do Tom:
Tom ficou à espera dela, sentado num banco à frente do WC. A rapariga pelos vistos demorou bastante, mas a única coisa que ele pedia é que ela sentisse melhor. "Se ela continuar mal disposta levo-a para casa. A mãe e o Gordon podem conhecê-la noutro dia, não devem-se importar com isso, acho eu".
Lúcia saiu, por fim, da casa de banho. Ele levantou-se e dirigiu-se a ela, recebendo-a nos seus braços.
- Desculpa por ter estragado a nossa tarde. - Disse ela de voz baixa e sofredora, com a cabeça apoiada no peito dele.
- Não estragaste, esquece lá. Queres que eu te leve a casa?
- Não me ias levar a conhecer a tua mãe e o teu padrasto?
- Sim, mas obviamente que não te vou obrigar a ficar lá a noite toda quando não te sentes bem. É melhor ficares em casa.
- Eu quero conhecê-los, a sério! Foram só dois malditos churros, pára de me chatear mais do que eu já estou. Acho que tenho comprimidos na mala, tudo se resolve.
- Se tu o dizes...
*
Tom conduziu para casa. A viagem demorou mais tempo, cerca de vinte e cinco minutos, ele conduziu com pouca velocidade para que Lúcia não se sentisse mal e voltasse a vomitar.
Quando finalmente chegaram e Tom parou o carro, viu que Lúcia estava branca, ainda mais branca do que já era, branca como cal.
-Lúcia tens a certeza que estás bem? – Perguntou Tom, preocupado.
-Sim. Neste momento apenas preciso de ingerir algo saudável. – Ela respondeu, respirando fundo.
Tom saiu do carro e abriu a porta a Lúcia e ajudou-a a apoiar-se. De seguida, caminharam os dois até à entrada e Tom tocou à campainha.
Perspectiva da Lúcia:
Passaram-se uns segundos e a porta abriu-se.
-Tom! – Era a mãe dele, Simone. Uma senhora não muito alta, cabelo comprido e ruivo. – Tu deves ser a Lúcia. – Disse, cumprimentando-a.
Lúcia retribuiu e respondeu: - Sim. Lúcia Hummels.
Simone sorriu e olhar melhor para Lúcia. – Sentes-te bem?
Tom envolveu Lúcia pelos ombros. – Ela vomitou. Precisa de comer alguma coisa saudável.
-Oh minha querida. Anda. – Simone conduziu Lúcia à cozinha.
A cozinha era espaçosa e aberta e tinha o seu toque moderno e prático.
Quem estava na cozinha era Bill e outro homem, que deveria ser o padrasto dos gémeos.
Simone mandou Lúcia sentar-se e depois dirigiu-se ao frigorífico.
Bill e outro homem aproximaram-se de Lúcia. Quem falou primeiro foi o Bill: - Então Lúcia. Estás bem?
-Dois churros de extra chocolate + montanha russa não é uma boa combinação. – Respondeu Lúcia, gozando com a situação.
Bill e Tom riram-se ao mesmo tempo. Depois Tom pousou a mão no ombro de Lúcia e disse: - Este é o nosso padrasto, Gordon. – E apontou para o homem atrás de Bill. Ele aproximou-se mais de Lúcia. – Olá, muito prazer em conhecer-te.
-Saiam da frente! – Era Simone a falar, ela trazia na mão uma tigela. Passou pelo meio dos gémeos e pousou na mesa, à frente de Lúcia, uma taça de sopa e uma colher.
-Sopa mãe? A sério? Não tinhas outra coisa para lhe dar? – Resmungou Tom.
Lúcia riu-se. – Cala-te Tom. Eu gosto de sopa. – Ela pegou na colher e provou. – Esta é de espinafres. A minha favorita. Está muito boa dona Simone.
-Ainda bem que gostas querida. – Virou-se para o Tom. – Devias aprender alguma coisa com a Lúcia, Tom. A sopa faz bem. – Bill riu-se. Simone virou-se para ele. – Isto também serve para ti menino.
*
Lúcia passou o resto da tarde e ma parte da noite em casa de Simone.
Agora estavam todos sentados na sala de estar. Simone estava a mostrar umas fotos de Bill e Tom quando eram mais novos.
-Vocês eram tão queridos! – Exclamou Lúcia, ao ver uma das fotos em que Bill e Tom estavam juntos. – Como é que os conseguia distinguir Simone?
Simone riu.se- Muitas vezes eu fazia-os usar t-shirts com o nome de cada um.
Tom olhou para as horas no relógio de pulso. – São onze. Vamos? – Perguntou ele a Bill e a Lúcia.
-Eu vou ficar aqui. – Respondeu Bill.
-Porquê? – Questionou Lúcia.
Ele sorriu. – Quero matar saudades da minha mãe querida. – E abraçou-se a Simone.
Tom levantou-se e Lúcia fez o mesmo. Depois o Tom disse: - Bem, sendo assim, nós vamos embora.
Gordon e Simone levantaram-se e despediram-se de Lúcia. – Foi muito bom conhecer-te querida. – Disse Simone.
-Também gostei muito de vos conhecer. – Respondeu Lúcia. Depois Tom e ela encaminharam-se para a porta e ouviu-se Gordon a chamar Tom e disse: - Tens aí uma boa rapariga Tom, nunca a deixes.
Tom sorriu para Gordon e saiu de casa, de mão dada, com Lúcia.
Em pouco tempo chegaram a casa.
Estavam agora deitados na cama, Lúcia estava enroscada no peito de Tom e este fazia-lhe festas no cabelo.
-Tom..? – Disse Lúcia, já com uma voz de sono.
-Diz.
-É verdade que nunca tiveste estas atitudes que tens comigo com outra rapariga? Em toda a tua vida? – Ela perguntou, levantando a cabeça e olhando para ele.
Ele sorriu, um sorriso nervoso mas apaixonado. Depois respondeu: - É. Lúcia, nunca conheci outra rapariga que me fizesse sentir assim. Eu sinto-me bem quando estou contigo. – Ele dizia tudo isto com um brilho apaixonado nos olhos. – Vou lutar por ti até ao fim.
Lúcia tinha lágrimas nos olhos. Para ela, Tom também era importante. Ela nunca tinha tido um namorado, nunca se tinha aproximado tanto de um rapaz como fez com Tom. Lúcia aproximou-se mais da cara de Tom e beijou-o. Um beijo apaixonado como nunca antes tinha dado.
Depois dos dois separarem os lábios, Lúcia disse: - Eu também me sinto muito bem ao pé de ti. Sabes, nunca que contei, mas eu nunca tive um namorado. – Ao dizer isto ela sentiu-se a ficar muito vermelha.
Tom riu-se com isso, depois respondeu: - Nunca tiveste um namorado?
-Nunca. Nunca me consegui bem ao pé de rapazes. Isso faz de ti ainda mais especial.
Ao ouvir isso Tom deixou cair uma lágrima. – Lúcia Hummels, eu amo-te tanto! – Abraçou-se a ela. Depois beijou-a apaixonadamente.
***
Roupa que Lúcia usou no encontro:
publicado por sakura-andreia às 2013-05-18 00:36:37
publicado por sakura-andreia às 2013-05-16 22:06:27
Já fiz o teste de Quimica e já estou quase a acabar o Livrinho... (depois digo o que achei)
Isto só na minha turma, estávamos a meio do teste de química quando ela se vira para trás e pergunta-me:
"- Já acabaste?
Eu: Não falta-me uma pergunta, ou duas. E tu?
Soul: A mim falta-me uma. - a I chama a Stora e lá vai ela para os confins da sala de costas para nós.
Eu: Não sei o que são polímeros Biodegradáveis.
Soul: São polímeros que podem ser biodegradados. - eu olho para ela com um ar de "a sério? Não me digas?" e ela percebe - A sério, era o que estava no exercício que fizemos. "
E pronto ficam a saber que a definição de polímeros Biodegradáveis são polímeros que podem ser biodegradados! -.-
Na aula de matemática na quarta ouve outra muito cómica que foi a janela decidir-se abrir do nada, com muita força, faz corrente de ar e a porta (que é de metal) fecha-se com força, pregando-nos um enorme susto. O R vai até à janela e tenta fecha-la.
"R: Isto não fecha, a janela está empanada.
M: Empanada faz-me lembrar panado. - olha para mim e desatamo-nos a rir - Pão, panado, pão.
Eu: Não... é mais, pão, panado, janela, panado, pão.
M: Acabamos de revolucionar o mundo da cozinha - e desmanchamo-nos a rir"
Mais à frente... quando a estupidez já estava no ar:
" Eu: Olha A, B, C - aponto para o desenho que estava no livro de matemática, na parte dos complexos. A Soul revira os olhos, porque eu começo com A, ela com C e o B é de Bill.

Eu: A isto é que eu chamo de triângulo amoroso! "
publicado por sakura-andreia às 2013-05-13 13:53:51
E mais um livro devorado!
Agora já percebo tanta coisa que havia com este livro, é LINDO! Bolas, acabei de me aperceber que pela primeira vez tenho uma paixoneta pelo personagem principal!
Eu explico, eu tenho uma coisa que é não consigo focar-me no casal principal, não sei porquê, mas acabo sempre por me apaixonar pelo casal secundário, que por norma são os melhores amigos.
Mas desta vez apaixonei-me mesmo pelo Patch e pela Nora!
A rapariga a meio do livro já me estasva a dar raiva, ligava para a policia por tudo... mas pronto até a compreendo!
Digo apenas que amei o livro e é sem dúvida alguma LINDO +.+

E agora de volta para o livro de quimica, que tenho teste na quinta! E depois começo a ler o 50 sombras de Grey...
publicado por TfmaK às 2013-05-12 18:32:26
** O reencontro **
Perspectiva da Lúcia:
Passaram-se dois meses desde que Tom tinha partido para a tourné com a sua banda. Lúcia tinha ficado pior, com uma gripe grave.
Quanto a Joana e à sua relação com Zayn, avançou bastante. Zayn pediu Joana em casamento e ela aceitou, como seria óbvio, eles amam-se. O casamento ficou marcado para dia 16 de Março de 2014, dia que coincide com a vinda de Tom para Londres.
Quanto ao irmão, Mats, ele tem estado a viajar entre Nova Iorque e Londres porque é personal trainer e começou a montar um negócio em Londres, para onde deve ir começar a trabalhar e também estaria a pensar em comprar um apartamento lá.
E por fim, quanto à relação entre Lúcia e Tom. Ainda não são namorados. No dia em que Tom partiu ambos se declararam mas Lúcia, apesar de gostar bastante dele, acha que se devem conhecer melhor antes de avançarem para uma relação séria. Ela própria o disse numa conversa que teve com Tom pelo skype:
“ Tom Kaulitz digita:
Já tenho saudades tuas, meu amor…
Lúcia Hummels digita:
Tom… Não quero que fiques zangado comigo pelo que vou dizer mas, nós não estamos juntos sabes? Tipo namorados…
Tom Kaulitz digita:
Não?
Lúcia Hummels digita:
Não, mas isso não quer dizer que não gosto de ti. Eu adoro-te mas quero que nos possamos conhecer melhor antes de avançarmos para algo mais sério percebes?
Tom Kaulitz digita:
Sim percebo. Desculpa por estar a avançar depressa demais… Mas somos amigos, certo?
Lúcia Hummels digita:
Não faz mal. E é claro que somos, mais do que amigos até. Já te esqueceste do que aconteceu aeroporto?
Tom Kaulitz digita:
Mas é claro que não x) Eu nunca vou desistir de ti Lúcia.
Lúcia Hummels digita:
Nunca o disse para fazeres (: “
Devido ao empenho que Lúcia tem demonstrado ao longo dos meses que tem trabalhado no café, logo a seguir à sua baixa ter terminado, deram-lhe mais quinze dias de férias de dia 17 a 31 de Dezembro.
Joana também está de férias e por isso vai passar o Natal a casa dos pais, juntamente com Zayn, para que os seus pais o conheçam. Lúcia e Mats vão com eles para a Alemanha visitar o pai deles, Joseph, que está preso. Sim, preso.
Joseph foi apanhado a assaltar uma ourivesaria, como sempre estava completamente bêbado, e depois fizeram uma revista à casa dele e encontraram muitas outras coisas roubadas.
Nessa visita à Alemanha, Lúcia está também à espera de ver o Tom, que vai fazer uma pausa de três dias, juntamente com o resto da banda, para passar o Natal com a família. Eles combinaram encontrar-se num desses dias.
Lúcia já tinha tudo pronto para a viagem. Duas malas. Era o que ia levar. Uma com roupa, outra com as coisas para a higiene básica. O voo deles sairia às onze da manhã.
A viagem Londres-Alemanha demorou apenas duas horas por isso chegaram cedo, uma da tarde.
Os pais de Joana iam buscá-los ao aeroporto para almoçarem. Depois, Mats e Lúcia iriam para um hotel.
*
Depois do almoço com os pais de Joana, Mats e Lúcia foram reservar um quarto no hotel e deixaram lá as suas coisas. De seguida, decidiram ir visitar o pai à prisão.
Lúcia e Mats tinham opiniões diferentes acerca do pai. Mats, desde pequeno, sempre viu o pai e a mãe, como “dois trastes” - era o que ele dizia – pois eles não queriam saber do filho para nada. Na sua infância aprendeu a viver sozinho e a desenrascar-se e aos desaseis anos conseguiu começar a trabalhar como empregado de balcão para conseguir dar de comer à sua irmã, que tinha 6 anos. Já Lúcia, a opinião que tinha da mãe era completamente negativa, detestava-a completamente. Quanto ao pai, aprendeu de uma certa maneira a gostar dele porque, depois de ter sido abandonada pela mãe, foi o pai e o irmão quem cuidaram dela e, apesar do seu pai sofrer de problemas de álcool sempre tentou fazer alguma coisa pela filha.
Lúcia e o irmão entraram no edifício prisional. O pai estava ali na Alemanha porque nasceu lá e por isso em Nova Iorque não o aceitavam.
Aquele edifício era todo cinzento, como se não houvesse alegria ali, se bem que esse deveria ser o objectivo...
Eles encaminharam-se para a recepção e pediram para ver o pai. De seguida abriram-lhes uma porta que dava para uma sala que estava dividida por um espelho e tinha duas cadeiras. Lúcia e Mats sentaram-se lá esperando que o pai aparecesse.
Passados uns minutos o pai apareceu do outro lado do vidro. Estava em muito mau estado. Barba por fazer há meses, provavelmente, os olhos negros e estava todo sujo.
Assim que Joseph viu os filhos um sorriso apareceu-lhe na cara. Lúcia esforçou-se para não chorar. Já o irmão evitava olhar para o pai.
Joseph sentou-se na cadeira e pegou no telefone. Era assim a única maneira de comunicarem de um lado para outro. Lúcia olhou para o irmão, esperando que fosse ele o primeiro a falar, mas ele não fez qualquer gesto, por isso, Lúcia pegou no telefone e falou com o pai.
-Filha. Minha querida filha. Pensei que nunca mais te ia ver. – Começou Joseph, falando num tom comovido. Lúcia nunca o tinha visto assim. Ele estava agora a falar sem qualquer efeito de bebida, uma vez que, como é óbvio não pode beber ali preso.
Lúcia sorriu. – Olá pai. Claro que me voltaria a ver. É pena ter de ser aqui…O que foi o meu pai fazer?
-Não te preocupes com um velho filha. Como está a correr o teu trabalho? Muito bem presumo.
-Está a correr muito bem pai. – Ela olhou para o irmão. Mas este continuava a olhar para baixo. Depois virou-se para o pai e perguntou: - A mãe já o veio visitar?
Joseph deu uma gargalhada alta. – Achas mesmo filha? Achas que essa cobra alguma vez viria visitar-me? Nem que estivesse a morrer.
Lúcia não aguentou e teve de se rir, apesar de a situação ser triste. – Sim, de facto, esta minha pergunta foi escusada.
Joseph olhou para o Mats e perguntou: - Filha, o que se passa com o teu irmão?
Lúcia ia responder mas em vez disso, deu o telefone ao irmão e disse: - Mats fala com ele. Por favor, fá-lo, pelo menos, por mim.
Mats olhou para ela e pegou no telefone. Depois disse, num tom seco: - Olá pai.
-Olá filho. Há tanto tempo que não te via. Fico tão feliz por te ver meu filho. Estás um homem, cresceste tanto.
Mats tinha lágrimas nos olhos, Lúcia sabia que, no fundo, o irmão adorava o pai, só não o queria admitir. Ele respondeu, novamente num tom ríspido: - Como se alguma vez te tivesses importado em procurar-me e em veres-me crescer.
-Filho. Meu filho, não digas isso. Tu e tua irmã sempre foram as pessoas mais importantes para mim. Mas tu sabes o problema que tive e tenho.
Mats não aguentou e começou a chorar. Ele adorava o pai, sempre o adorou mas sempre se sentiu um filho que não era desejado.
E estiveram ali por mais uns minutos os três a chorarem e a conversarem e a rirem ao mesmo tempo.
*
Depois da uma hora que estiveram na prisão Lúcia e Mats dirigiram-se para o hotel. Desde que saíram da prisão até ao hotel, nem um nem outro trocou uma palavra. Estavam ambos um pouco comovidos por tudo o que se tinha passado.
Chegaram ao hotel, eram oito da noite. A primeira coisa que decidiram fazer foi ir jantar. De seguida, foram os dois para o quarto. Isto tudo sem nunca nenhum falar. Até que Mats disse: - Vou dormir. – E deitou-se.
Lúcia fez o mesmo mas ainda ficou algum tempo acordada. Tanto a pensar no pai, como no Tom e com o tempo que iria passar com ele.
Três dias eram tudo o que Lúcia iria ter para estar com Tom. "Três dias... É tão pouco.", julgou, mas querendo aproveitar todo o tempo possível que teria. Ver Bill e os outros seria algo agradável também, visto que a rapariga tinha desenvolvido uma certa amizade pelos quatro. Haveria maneira de não gostar deles?
Combinou encontrar-se com Tom na tarde do dia seguinte. Seria a mesma tarde em que ele chegaria à Alemanha. Tom e o irmão provavelmente estariam cansados da viagem, por isso houve uma decisão de manter o encontro deles simples: ver um filme, em casa deles. Nada de jantares em restaurantes cheios de ostentação, ou horas no shopping no cinema, ela própria até preferia dessa maneira.
No dia seguinte Lúcia levantou-se cedo devido à noite mal dormida. Quando se levantou e olhou para a cama do irmão reparou que ele já não estava lá. Nem ele nem as suas coisas.
Lúcia pegou rapidamente no telemóvel e marcou o número dele. Não atendia. Olhou melhor em volta e reparou que estava um papel em cima da cama dele. Aproximou-se e pegou nele. E no papel estava escrito:
“Olá mana. Provavelmente deves estar neste momento a “freak out” mas não estejas. Está tudo bem. Recebi uma chamada de urgência e tive de voltar para Londres. E agora deves-te estar a perguntar como vais pagar o quarto. Don’t hurry. Está debaixo da almofada um envelope com dinheiro. Chega e sobra para pagares o quarto. Não quero o troco.
Em princípio volto amanhã ou depois.
Küsses, Mats.”
Lúcia ficou meio desconfiada pela carta que o irmão lhe tinha ali deixado. Um grande número de pensamentos tomou conta dela por uns minutos. Pensamentos como: “O que andas tu a tramar Matsy? Aposto que é por causa de tudo menos do trabalho que voltaste para Londres… Será uma gaja? Quem? O quê? Porquê?” – Depois Lúcia bloqueou os seus pensamentos e disse em voz alta: - Mas o que estás a fazer Lúcia Hummels? Só tens três dias para veres o Tom. Não os desperdices. O Matsy que se desenrasque com os seus problemas. Tu tens de aproveitar enquanto aqui estás. – Dito isto Lúcia tirou da sua mala uns jeans bordois, uma camisola preta com umas chapas cinzentas nos ombros e as suas botas favoritas.
Depois de estar vestida maquilhou-se como sempre, um simples risco de lápis preto nos olhos, e por fim, decidiu deixar o cabelo solto aplicando apenas um pouco de laca para dar volume.
Assim que estava completamente despachada, desceu para ir tomar o pequeno-almoço.
*
Lúcia chegou ao aeroporto bastante cedo. Duas horas antes de Tom chegar. Ela estava bastante ansiosa por o voltar a ver. Aquele primeiro e último beijo vem lhe sempre à memória: “Como os lábios dele são macios…”- Pensou Lúcia.
No aeroporto estavam também muitas fãs dos Tokio Hotel, elas olhavam para Lúcia como que a ver quem ela era. De certeza que o beijo com o Tom deveria estar na internet e fotos e rumores sobre Lúcia já deviam estar a circular. Mas para ela isso pouco importava.
Ela procurou um banco livre para se sentar e lá ficou a ouvir música até chegar a hora do Tom.
Eram três da tarde. O avião de Tom devia estar agora a aterrar. Muitas fãs começaram a amontoar-se na entrada. Lúcia deixou-se ficar onde estava. Passaram-se uns minutos e, de repente, as fãs começaram a gritar. Eram eles que tinham chegado. De onde Lúcia estava conseguiu vê-los e reparou que Tom estava a olhar para todo o lado para tentar encontrar Lúcia.
Ela pegou no telemóvel e ligou para Tom.
“Lúcia!” – Disse ele, com uma grande alegria. – “Já cheguei! Onde estás?”
“Olá Tom. Eu sei. Estou a ver-te.” – Dito isto Tom pareceu ainda mais tonto a olhar de um lado para o outro. Lúcia deu uma gargalhada. – “Para onde vais agora?”
“Porque é que eu não te vejo? Eu vou para um carro que está na entrada à espera”
Lúcia começou a caminhar rápido enquanto falava com Tom. – “Estou a ir agora para a entrada. Estou longe das fãs. Tenho a certeza que se olhares melhor me vês.” – E Lúcia desligou a chamada, ficando parada perto da entrada e a olhar para o Tom.
Perspectiva do Tom:
Lúcia desligou a chamada e Tom continuou a andar, tentando encontrá-la.
O irmão, Bill, percebeu o desatino do irmão e aproximou-se dele sussurrando: - Estás à procura dela? – Depois apontou na direcção da entrada.
Lá estava ela. A rapariga que fez acordar em Tom um sentimento que ele nunca antes sentiu. Ela estava a olhar para Tom, sorrindo. “Como o sorriso dela é lindo…”- Pensou Tom.
Demorou pouco até se aproximar dela. Assim que o fez abraçou-a com força, embora não por muito tempo porque havia fãs a “persegui-los” e por isso tinham de continuar a andar.
-Tinha tantas saudades. – Disse ele, envolvendo-a pelos ombros, com o seu braço direito.
Ela agarrou na mão dele. – Eu também.
-Olá também para ti Lúcia. – Disse Georg, metendo conversa.
Lúcia sorriu. – Olá hobbit.
Georg ficou a olhar para ela, um pouco confuso. – Como sabes que essa é a minha alcunha?
-Sou mágica sabias? – Provocou ela.
Tom riu-se. Ele era o único que não estava a dar autógrafos às fãs. Atitude que fazia com que as fãs gritassem para ele.
Lúcia sussurrou para Tom: - Acho que devias ir satisfazer as tuas fãs.
-Não me apetece. Quero ir para casa e aproveitar bem estes três dias que tenho contigo.
Eles continuaram a andar até chegarem ao carro que os esperava.
Perspectiva da Lúcia:
Lúcia ficou embasbacada quando viu que o carro que os esperava era, nem mais nem menos, uma limusine preta e com vidros fumados.
Eles entram e Lúcia não resistiu e disse num sussurro: - Gente rica é outra coisa…
Bill ouviu o que ela disse. Ele riu-se e depois comentou: - Giro não é? O carro?
Lúcia ficou muito vermelha. “Maldito problema de pigmentação…” – Resmungou para si.
Durante a viagem foi só rir. Georg é o mais engraçado de todos. Tom não lhe fica atrás. Gustav é o mais calado e tímido mas também se divertiu.
A limusine deixou Georg e Gustav nas suas respectivas casas até que chegou finalmente à casa dos gémeos.
Bill foi o primeiro sair, segurando, de seguida, a porta para Lúcia sair. Ela saiu e depois Tom.
A casa era enorme. Ainda maior do que a casa da sua amiga Joana.
-Anda. – Disse Tom, interrompendo o pensamento de Lúcia, e agarrando-lhe na mão.
Os três entraram em casa. O estilo era bastante parecido com o da casa de Joana, só que aqui não haviam fotografias deles espalhados pelas paredes.
Bill tirou da mão de Lúcia a mala dizendo: - Com licença. – Pendurou-a no cabide. – Fica à vontade. Como se estivesses na tua casa.
Lúcia sorriu e começou a andar pela casa, explorando-a.
A primeira divisão em que entrou foi a sala de estar. Esta tinha paredes beges, um grande plasma no centro e vários sofás castanhos-escuros.
Lúcia percebeu que Tom a estava ver, encostado à porta da sala, com as mãos nos bolsos.
-O que foi? – Perguntou ela.
-Nada. Achei piada à tua reacção quando entraste em casa. – Aproximou-se dela.
-Como assim achaste piada? – Perguntou ela, num tom um pouco sedutor, que foi automático.
Ele aproximou mais as suas caras. – Não sei. Foi como se imaginasses a minha casa de outra maneira, talvez.
-Por acaso até imaginava. – Lúcia conseguia sentir a respiração e hesitação de Tom em beijá-la. Apesar de ela não querer namorar para já. Sempre se sentiu atraída fisicamente por Tom e tinha de admitir que tinha imensa vontade e sentir novamente os seus lábios. Por isso, foi ela quem tomou partido e beijou-o.
Assim que os seus lábios se juntaram foi como se tudo o que tinha acontecido de mal na vida de Lúcia tivesse desaparecido. Quando estava com ele tudo melhorava. Sem nunca separarem os lábios um do outro, Tom puxou Lúcia mais para si, envolvendo-a pela cintura.
Este momento foi interrompido por Bill, que entrava na sala com um balde gigante de pipocas. – Se não quiserem ver o filme ao menos vão para o andar de cima fazer essas badalhoquices. – Lúcia e Tom riram-se e sentaram-se no sofá ao lado de Bill.
O filme que iam ver chamava-se “O Padrinho” e contava a história do patriarca da família mafiosa Corleone e toda a ascensão do clã siciliano e da sua quase perda de poder na América.
*
O filme demorou quase duas horas pelo que, quando acabou eram seis da tarde. Como os três ainda ficaram mais tempo a conversar eram sete da noite quando Lúcia se levantou do sofá e disse: - Bem, já está a começar a ficar tarde e vocês precisam de descansar. Por isso é melhor ir embora.
Tom puxou-a, fazendo com que se sentasse no colo dele. – Não sejas tonta. Pelo menos jantas connosco. Depois levo-te ao hotel. Mas se quiseres podes ficar aqui a dormir.
-Aceito o convite de jantar mas de dormir não. Não te esqueças do que te disse Kaulitz.
Bill levantou-se do sofá. – Eu deixo-vos sozinhos e vou encomendar uma pizza. – Saiu da sala.
- O que é que o Bill tem? – Perguntou Lúcia, intrigada com aquela atitude.
-Não sei. Falo com ele mais tarde. Agora, onde é que nós íamos há duas horas atrás? – Disse Tom, tentando beijar Lúcia. Desta vez ela levantou-se.
-Não estragues tudo Tom… - Tom levantou-se e abraçou-a. – Desculpa.
Lúcia riu-se. – No entanto, gostava de ver o teu quarto…
Tom ficou bastante vermelho quando Lúcia falou nisso e respondeu rapidamente: - Porquê?
Lúcia correu, fugindo de Tom, para o andar de cima. Havia duas portas. Uma delas seria a do quarto de Tom. Lúcia entrou na primeira. E era esse o quarto do Tom.
As paredes eram azuis. Tinha uma cama de casal enorme no centro e por cima dessa cama de casal vários posters da Jessica Alba em trajes menores e na mesinha de cabeceira, uma pilha de revistas da playboy.
Tom entrou pouco depois no quarto.
Lúcia estava a rir-se às gargalhadas. – Então era esta a razão porque não querias que eu visse o teu quarto hein? Qual é o problema? Não sabes as fotos que tenho espalhadas no meu quarto em casa ou que tipo de revistas leio. – Gozou ela, provocando-o.
-Tens fotos de mim é claro. – Disse Tom, rindo-se.
Depois desse episódio Bill chamou-os para jantar e demoraram mais umas horas. Eram dez da noite quando finalmente estavam despachados.
Lúcia pegou na sua mala que estava no cabide. – Bom, gostei bastante desta tarde com vocês. – Ela despediu-se de Bill com um beijo na cara.
Bill retribuiu. – Sim, foi divertido. Fica bem.
Ela saiu de casa, juntamente com Tom e foram em direcção do carro de Tom que estava estacionado à porta.
*
Tom parou o carro à frente do hotel onde Lúcia estava. – Ficas bem sozinha? – Perguntou ele.
Lúcia sorriu. – Fico. O meu irmão já deve chegar amanhã. – Aproximou-se de Tom. – Obrigada por esta tarde maravilhosa. – Beijou-o.
Tom sorriu e mexeu, com a língua, no seu piering do lábio. Era um tique bastante frequente que tinha. – Para quem não quer namorar gosta muito de beijar…
-Não sejas parvo. Nunca disse que não queria. Apenas acho que temos de ir devagar mas… eu sinto-me bastante atraída por ti. E tu sabes. – Fez uma pausa. Devia estar novamente a ficar corada pois sentia o calor a apoderar-se dela.
-Sei? – Ele continuava a olhar para ela.
-Oh vá lá, não te faças de parvo Tommy, tu metes todas as gajas caídas por ti.
Tom riu-se.- Tu sabes. Nasci com este charme natural.
-Bem eu tenho de ir.
-Vemo-nos amanhã?
-Claro. – Lúcia beijou Tom na cara e saiu.
Ela entrou no hotel, dirigindo-se, primeiro, à recepção para pedir as chaves do quarto.
-Boa noite. Lúcia Hummels. Queria a chave do meu quarto por favor.
A recepcionista procurou no computador o nome dela e depois disse: - A chave já foi levada. Penso que o seu acompanhante já entrou.
Lúcia ficou confusa. Seria Mats que já tinha chegado?
Ela dirigiu-se rapidamente para o quarto e quando abriu a porta deu de caras com o seu irmão e mais uma mulher na cama.
Uma boa noticia e um novo(...)
publicado por sakura-andreia às 2013-05-10 18:59:08
Hoje recebi a boa noticia que já não vou fazer mais teste de português, ou seja, já não preciso de ler o memorial!! *Palminhas para mim*
O meu 'stor diz que como vamos fazer uma apresentação, então escusamos de fazer mais um teste, e também porque eu estou numa turma que aquilo é só queridinhas do 'stor. Apesar de não ser uma das queridinhas, fico feliz porque assim não temos teste e não tenho de ler aquilo.
E o meu novo livrinho é ...
Hush hush!
Eu sei que disse que tinha de esperar muito até puder ler, mas como os meus testes estão marcados para (hoje de mat) 16, quinta de quimica, e depois é 24, sexta de Matemática (intermédio), eu tenho tempinho livre e então estou a por a minha leitura em dia.
Como tem 300 páginas, estou a pensar em acaba-lo no domingo por isso, estou safa!

Foi começar e só dar sina(...)
publicado por sakura-andreia às 2013-05-08 21:06:23
Lembram-se deste post?
Pois, eu já acabei de ler o livro e amei aquilo que li. Posso até dizer que é o meu segundo livro preferido ( o primeiro "lugar" acho que vai ser muito dificil ser derrotado, por isso... )
É uma história linda e para quem quiser lê-lo, faça-o! Porque vai-se deparar com uma história muito romântica, com partes bastante revoltantes e acima de tudo partes bastante cómicas.
Agora sendo um pouco Spoiler...