Words with soul. Soul with love.
publicado por • Smartie às 2013-05-25 22:04:33
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Words with soul. Soul with love.
publicado por • Smartie às 2013-05-25 22:04:33
publicado por itstoocoldoutside às 2013-05-25 21:27:21
publicado por nobody tavares às 2013-05-25 19:33:04
publicado por Cate J. às 2013-05-25 18:40:49
15ºCapítulo
Sangue

Marge olhou-os a todos, preparando a sua faca para que ficasse sempre à mão. Susie fez o mesmo, e Grace agarrou melhor no seu arco, começando a relembrar-se de todos os sítios onde tinha escondido as suas flechas. Assim que a porta do elevador se abriu e todos saíram o corpo da idosa caiu no chão manchado de sangue mais escuro que o normal. Rafael, mandou o elevador para baixo, para que ninguém daquele andar visse o que se tinha sucedido e começou a andar na direcção de um gabinete em específico.
-Rafael – Marge estava parada mais atrás – para onde é que nos estás a levar? – perguntou, mas o meio humanóide, não ligou, apenas abriu a porta do gabinete de Frank.
Estava nu, assim como Anastácia também o estava e para piorar, ele estava em cima dela, que estava em cima da secretária. Os papéis estavam todos espelhados no chão e até o ecrã do computador tinha caído.
-Apanhados em flagrante delito – disse Rafael com um sorriso maldoso nos lábios. Grace que estava um pouco mais atrás a ver aquilo, agarrou-se à barriga enquanto sentia vómitos consecutivos, só não vomitou porque o que tinha no estômago não era nada. A mãe dela, agarrou-lhe nos ombros enquanto olhava para aquela cena. Até agora estava desconfiada de que eles iam atacar Frank sem qualquer prova, Rafael nunca tinha gostado dele, podia ser uma espécie de vingança, mas agora percebia que não era. Ela abanou a cabeça num tom de desaprovação, enquanto Frank parecia atónito e sem saber o que fazer. Estava congelado em cima de Anastácia a olha-los já ela, estava a sorrir e esticou um braço a Rafael, que apenas revirou os olhos.
-Até que ela nem era má de todo – disse Quint assentindo com a cabeça como se aprovasse.
Susie estava um pouco mais pálida que os outros, olhando para a cena com uma expressão desiludida, ela que pensava que tinha encontrado uma amiga a sério, tinha encontrado uma aberração. Apesar de ter alinhado na busca, ela tinha uma esperança de que a amiga se fosse desculpar, mas não, agora já não havia volta a dar. Ela era má, ela queria acabar com tudo.
-Olhem para trás de vocês – Frank tinha descongelado, tapando-se agora com a sua própria roupa. Grace foi a primeira a olhar para trás e arregalou os olhos quando viu humanóides a aparecer por toda a parte.
-Lembraste de eu ter dito que havia pelo menos mais um Grace? – perguntou Quint com um sorriso. Estava divertido? Grace arregalou os olhos, tirando uma flecha de trás das costas, apontado para os humanóides. Ao sentir Rafael atrás de si ela olhou-o pelo canto do olho.
-O que é que eu faço? – perguntou baixinho.
-Tentas sobreviver – disse ele num tom baixo. Grace sabia que aquilo era uma tradução de: “mata”. A rapariga sentiu os seus sentidos ficarem mais alerta quando viu dois humanóides atacar Susie – Cuidado – gritou-lhe atirando duas setas de um modo rápido e genial acertando em cheio nas testas de cada um, que caíram para o lado. Susie ficou um pouco em choque, com a sua wakizashi (espada) a tremer-lhe nas mãos, mas logo lhe conseguiu mostrar um meio sorriso. Ao sentir alguns movimentos atrás de si, que não devia sentir, Grace virou-se para trás e matou mais outro que a estava quase a atacar. Ela não gostava de o fazer, mas sabia que se não os matasse, todos os seus amigos iam morrer.
-Sai – gritou Rafael com todas as suas forças para Grace, que só se apercebeu depois de ter um rapaz de olhos azuis e cabelo preto, com umas bochechas de bebé e um olhar inocente em cima dela pronto para mata-la. Ela não conseguiu, ela olhava para aqueles olhos e definitivamente não conseguia mata-lo.
-Ele não é humano – gritava-lhe Quint que o tirava de cima dela e o executava. Os irmãos agarraram cada um num braço da rapariga e levaram-na para dentro do gabinete de Frank. Este, observava tudo muito atentamente sorrindo de vez enquanto, mas Marge aproximou-se e depois disso Grace não conseguiu ver mais nada porque Rafael agarrou-lhe na cara – acorda. – ela olhou os seus olhos, vendo depois Quint ao lado com uma expressão preocupada. Ela assentiu e endireitou-se apertando o arco nas suas mãos.
-Vão, eu estou bem – Quint assentiu afastando-se e correu até ao lado de Susie quando a ouviu gritar por si. Rafael ainda a ficou a olhar, só quando ela desviou o olhar é que ele deu uns passos para trás, virando-se para Anastácia que estava a arranjar um plano para saltar dos vinte andares que estavam debaixo dos seus pés. Até ela morreria se saltasse.
-Não me vais matar loirinha – disse Anastácia com a cara a ferver apesar de pálida. Pálida e assustadora.
-Já ouvi isto em alguma vez e acabaste desmaiada – sorriu Grace apontando-lhe a ponta afiada da seta à sua testa com um sorriso. – Eu consigo fazê-lo. – garantiu.
-Grace – ouviu Rafael, ela olhou para trás pelo canto do olho e só o viu assentir.
-Rafael! – Anastácia gritou ao perceber que ele dava permissão a Grace para a matar, mas Grace não precisava de nada disso, foi só largar e fazer com que a flecha fosse ao encontro da sua testa. Pela primeira vez não teve pena de matar um humanóide. Deu um passo para trás virando as costas. Anastácia tinha ainda os olhos abertos, uma expressão assustada e uma linha fina de sangue vermelho muito escuro a escorrer-lhe pela testa. Estava presa à parede ainda em pé, parecia uma estátua. Frank tinha parado de lutar com Marge quando o corpo da amante lhe caiu perto dos pés. Apanhando-o distraído, ela encostou uma faca ao pescoço do seu suposto amigo.
-E tu ainda me mentes descaradamente a dizer que a amas – gritou-lhe Marge abanando a cabeça. – Como é que és capaz de trair o teu sangue?
-Da mesma maneira que ele consegue trair o dele – apontou com o queixo para Rafael. – Eu não menti. – Grace parou para o olhar, mas nem conseguiu fazê-lo por muito tempo, apenas abanou a cabeça virou costas. Marge não o ia matar, talvez o resto da vida dele na prisão fosse um castigo suficiente, senão o pior. Estava a ir para fora do gabinete para matar todos os outros que faltavam, mas já vinha tarde. Estavam todos mortos finalmente. Com um suspiro cansado, Grace encostou-se ao corpo manchado de sangue negro de Quint, mas ela nem se pareceu incomodar.
-Quero sair daqui – disse ela. Quint olhou-a com um meio sorriso.
-Já acabou tudo.
publicado por jessica matthews às 2013-05-25 17:45:33

Hoje deparei-me a reviver fotografias de quando era pequena, das viagens que fiz, da minha família, de amigos... Fotografias de quando era realmente feliz, de épocas complicadas da minha vida e de outros momentos em que parecia que nada me afetava. Deparei-me com fotografias de quando era uma bola e com as bochechas super coradas e o meu cabelo encaracolado e volumoso. O Pedro ria-se com as figuras que fazia quando era pequena com o meu padrinho. Soube bem isso, mas não soube bem algumas fotografias de amigos que tinha para aqui. Ele olhou-me para ver a minha reação e eu não sabia como reagir. Separei essas fotografias e algumas, foram para o lixo rasgadas e, infelizmente, não são assim tão antigas como eu desejava. Aquelas mais antigas voltei a colocá-las no sítio, guardando-as.
Não sou pessoa de reviver estes momentos, mas quando o faço, é sempre bom eliminar uma parte negativa do passado e essa parte, está encerrada da minha vida. Para Sempre...
publicado por sacha hart às 2013-05-25 16:19:49
Não sei onde anda a minha cabeça ultimamente. Só sei que esta não se encontra em sintonia com o meu coração. Perdi o sentido da felicidade, desleixei-me para com os sonhos, aquilo em que acredito. Em lágrimas pergunto-me se conseguirei encontrar o caminho de volta, o meu presente. Pois entretanto só me encontro agarrada ao passado e impedida de viver o futuro.
Quanta negatividade tenho eu. Tenho de me deixar disso.
http://runlikethewind.blogs.sapo.pt
publicado por Andrusca ღ às 2013-05-25 14:34:10
Capítulo 22
Apenas o Princípio * Parte 2
- Vocês… são… monstros – murmurou Chelsea, olhando finalmente para elas.
- Sim, somos – disse Blinke, sorrindo-lhe e dando-lhe uma bofetada em seguida, que a fez cair para o lado. Chelsea ficou a sangrar do lábio, e Jensen queria ir ajudá-la mas estava preso no poder das Bruxas, ainda não se conseguia mover.
- Porque é que não me matam, apenas? – Perguntou Chelsea, com a raiva espelhada na voz – Isto não é culpa minha?! Não fui eu que vos causei todos os problemas?! – A Defensora do Oculto levantou-se fracamente e ficou frente a frente com as Bruxas – Fui eu. Eu arruinei os vossos planos. Por isso força, matem-me a mim.
- Não… não foste apenas tu… - murmurou Lyux, fazendo com que Jensen subisse até ao tecto e depois caísse para o chão, batendo com força – O Byron trocou-nos. Não trocaste? Condenaste-nos… e pelo quê?
- Amor – murmurou Jensen, enquanto se levantava desajeitadamente – Troquei trevas e angústia por amor.
Ele não se lembrava muito da sua vida passada. A maior parte das coisas que sabia eram apenas pelas histórias que tinham ouvido, mas mesmo apenas isso dava-lhe para entender quão miserável a vida na Escuridão devia ser. Dava-lhe para perceber que se algo transformou um guerreiro tão mau quanto ele, num lutador justo e bom, deve ter sido algo muito forte. Algo muito superior.
- Escolheste o lado errado – disse Blinke, fazendo com que o rapaz fosse de encontra a uma parede e deixando-o cair no chão.
- Pára! – Gritou Chelsea, correndo até ela e investindo num murro. Mas a Bruxa agarrou-lhe na mão e puxou-a para a frente, fazendo-a cair de barriga no chão – Parem…
- És patética – disse Lyux, que, com um gesto de mãos, levantou Jensen e levou a espada até ele, cravando-lhe a lâmina no abdominal, fazendo-o gritar estridentemente. Mandou-o para o chão, mais precisamente para cima de Chelsea, e esta, entre lágrimas e terror, retirou-lhe a espada e agarrou-lhe na cara, para que este olhasse para ela. Ele estava meio deitado no seu colo, e as lágrimas de Chelsea caíam-lhe para o peito. Chelsea pressionou a ferida, mas o sangue não parava de sair.
- Lento… doloroso… - murmurou Blinke.
- Não, não pode ser – dizia Chelsea baixinho – Não tu, não morras Jensen… não me deixes… por favor não morras…
- Shh – Jensen levou a sua mão até à cara da Defensora do Oculto e fez-lhe uma festa a custo – Eu amo-te caracolinhos.
Se Chelsea já chorava, então aí é que tudo chegou ao fim. A dor que sentia era demasiado forte para ser descrita. Era mais do que pessoas normais conseguiriam suportar. Jensen deixou que a sua mão caísse ao mesmo tempo que Chelsea lhe via a luz ausentar-se dos seus olhos azuis, outrora cheios de vida e felicidade.
- Não… não, não, não… não me podes deixar Jensen! Não me deixes Jensen! – Gritou ela, enquanto o abanava na esperança que ele acordasse. Mas ele não acordou. A rapariga retirou as mãos da ferida e fechou-lhe os olhos, pousando o seu corpo no chão frio e levantando-se em seguida.
Chelsea levantou-se e olhou aquelas duas Bruxas como nunca tinha olhado ninguém. Ela odiava-as acima de tudo o resto.
Will acordou nesse instante, e apenas levantou a cabeça do chão, para ver a acção que se estendia à sua frente. Queria ajudar, mas sabia que ao ínfimo movimento que as Bruxas detectassem, seria a sua morte. Chelsea viu-o, mas não ligou. Ela já não ligava a mais nada.
- Vocês… - murmurou a ruiva, dando dois passos em direcção às irmãs – Vocês não têm ideia…
- Assim é melhor – disse Lyux, com um tom divertido – Admite lá, raiva não sabe tão melhor que todos os outros sentimentos estúpidos?
Chelsea engoliu em seco. Ela olhava para as caras nuas de sentimentos daquelas duas Bruxas e tudo o que conseguia ver, tudo em que conseguia pensar, era nos bons momentos que passara com os seus amigos. Nas gargalhadas que dera com Cassie. Nas vezes que o irmão mentiu aos pais para a proteger. Da altura em que Jensen apenas gozava com ela, e depois quando começaram a namorar. E depois via-as a matarem-nos. Um a um, vezes e vezes sem conta. Isto estava-se tudo a passar no seu cérebro por poucos segundos. Todas as memórias, todos os arrependimentos e todos os feitos. Chelsea deixou que mais uma lágrima lhe escorresse pela face e ficou de olhos fechados. Ela não estava a lutar. Estava a desistir. Não tinha mais nada por que lutar. Não tinha as pessoas que amava. Não queria lutar por uma cidade que a condenava. Não queria ser a heroína do povo. Queria voltar a ser a rapariga que chega sempre tarde às aulas por não ouvir o despertador, e não por ter que perseguir demónios mal o sol nasce.
- Chorar é para fracos – disse Blinke, rindo-se. Will engoliu em seco. “Não desistas…”, pensou.
Mas ela ia desistir. Estava a um passo de lhes implorar que a matassem. A um passo de ela própria acabar com a vida, se preciso. Mas em todas as trevas há uma luz, seja ela grande ou pequena. E no caso da Defensora do Oculto, não há luz maior. Chelsea sentiu um calor confortador passar-lhe por todo o corpo, e quando abriu os olhos viu a sua última lágrima a cair no chão e a criar a luz mais intensa que alguma vez vira.
- Mas o que é isto? – Perguntou Blinke – Protegendo-se da luz com as mãos.
- É… magoa! – Queixou-se Lyux. Chelsea não percebia o que se passava. Ela não controlava os poderes como Faith os tinha controlado. Não sabia que aquele poder provinha dos sentimentos que nutria por todos aqueles com quem se importa. Que vinha do seu coração puro e repleto de coisas boas.
- Pára! – Gritou Lyux.
Mas ela não parou. Continuou a reviver os anos de felicidade. Todas as festas, todas as piadas, todas as gargalhadas. Até as quedas eram boas naquele momento.
- Pára com isso! – Blinke tentou mover Chelsea com a mente, mas o seu poder foi bloqueado por algo muito maior.
- O poder da Defensora… - murmurou Will, antes de ser forçado a fechar os olhos devido ao brilho intenso que se instalara na sala.
Também Chelsea não aguentou com os olhos abertos, e a certa altura o brilho irradiado da lágrima era tão forte que também os fechou. À medida que o brilho aumentava, Chelsea sentia-se mais fraca, mas não se importou. Viu que o que quer que aquilo fosse, estava a resultar. Lyux e a irmã transformaram-se em pó, e nesse momento, quando Chelsea não aguentou mais, gritou e deixou-se cair para o chão, ao lado de dois pequenos montes de partículas de pó que se espalharam com o vento causado pela queda.
- Chelsea! – Gritou Will, que, ainda a ver mal devido ao brilho a que fora submetido minutos atrás, se apressou a chegar a ela.
“Também te amo, Jensen”, foi o último pensamento da bela Guerreira Defensora contra o Oculto.
❦
Chelsea abriu os olhos lentamente. Sentia-se bem, leve, relaxada. Deu por si deitada sobre um colchão bastante fofo e cómodo, e a sensação de paz passou a partir do momento em que se lembrou os seus últimos feitos. Levantou-se sobressaltada, ficando sentada. O que teria acontecido? Reconhecia aquele espaço como o quarto de Will, mas como teria lá chegado?
Will, que estava de pé ao pé da janela, apercebeu-se do movimento no quarto e voltou-se de imediato para a Defensora do Oculto, que olhava para ele com incompreensão.
- Calma – pediu ele, aproximando-se e sentando-se ao lado dela.
- A Cassie… o Jensen… o meu irmão… - Chelsea murmurava e engolia em seco, estava fora de si. Como se estivesse presa num mundo só dela e não conseguisse respirar. Estava a sufocar do pânico.
- Eles estão bem. Chelsea, tu…
- Morri – disse ela, com uma voz baixa – Eu morri, eu… e eles… - os olhos da rapariga começaram a ficar enlagrimados à medida que se ia lembrando de tudo ao pormenor – eles morreram, eles…
- Shh – fez Will, calmamente, agarrando nas mãos da rapariga – Consegui que os Guardiães vos ressuscitassem. A todos vocês – explicou, captando toda a atenção de Chelsea – Mas foi preciso muito poder e eles acabaram por retirar algumas memórias… ninguém se lembra do que aconteceu. Ninguém se lembra de quem tu és, do que fazes, nem de que te ajudaram. Nem de coisas relacionadas com toda esta história. Nada, é como se nunca ninguém tivesse descoberto nada. Lamento muito Chelsea, mas eles estão mais protegidos assim. O teu irmão está em casa, como a Cassie. Os Guardiães mandaram o Jensen de férias, com os pais. Pensaram que talvez precisasses de tempo. Quem me dera que não tivesse sido preciso mas foi inevitável. Não podíamos apagar a tua memória porque a luta apenas agora começou. Mas eles…
- Ninguém? – Interrompeu-lhe a rapariga, com o coração a andar a mil à hora – Nem o Jensen?
Will abanou a cabeça e fraquejou com o seu modo de ser, livre de sentimentos, quando viu uma lágrima escorrer pela face da Defensora. Ele também estava triste. Não tinha sido assim que tinha imaginado. Apertou-lhe a mão e mostrou-lhe um pequeno sorriso com a ideia de a consolar.
- Ao menos estão vivos – murmurou Chelsea, enquanto tentava parar as lágrimas. Mas doía demasiado saber que os tinha tão ao pé e tão longe ao mesmo tempo – Ao menos estão vivos.
- Lamento tanto – disse Will – Chelsea… - a rapariga levantou o olhar e deu com ele nos olhos de Will – Isto foi apenas o começo.
- Eu sei. É disso que tenho medo.
Continua... ❦
Bem chegámos ao fim da primeira parte da história.
Podem não ter gostado muito do final, mas tenham em mente que não é mesmo o final e que as coisas ainda podem mudar.
O que acharam de tudo até agora?
Fantasminhas com ou sem blog que gostam de ler e não comentar, agora era uma boa altura para quebrarem essa regra.
Quanto à segunda parte da história, posto-a assim que tiver os comentários nesta, vão ter as partes todas seguidinhas porque já estão escritas há muito.
Beijinhos.
I really care about you..(...)
publicado por - cp às 2013-05-25 13:46:11
publicado por agnes às 2013-05-25 13:34:58
I can still feel your lips on mine. Fuck it, i'm fully attracted to you!
Everthings gonna be Alrig(...)
publicado por Raqueel às 2013-05-25 13:10:45

Uma semana já havia passado e finalmente a minha mãe já tinha voltado a trabalhar. Era quinta-feira, e estava a arranjar-me para ir para a escola. O mês de Maio ia ainda no príncipio, mas ia sempre contando os dias para a escola terminar. Almocei sozinha, pois o meu irmão já tinha saido. Lavei a loiça, fui buscar a mala, e pus-me a caminho. Pus os phones nos ouvidos e liguei o Ipod pondo a musica a dar no som máximo.
Entrei pelos corredores da escola, e enquanto andava, lia uma mensagem da Deborah, até que alguém veio contra mim
Eu: Abre os olhos pah ! - olho para a pessoa que estava a minha frente, e vejo um rapaz uns centimetros mais alto que eu, com uns olhos verdes e um cabelo levantado, cuidadosamente penteado. Um sorriso bonito definitivamente.
- Desculpa, sou novo na escola, não conheço isto e estava distraido.
Eu: Oh deixa lá ! Aluno novo ?
- Sim, só por acaso, conheces alguém do décimo L ? - Estendi-lhe a minha mão, de modo a cumprimenta-lo.
Eu: Sophie Scott, décimo L, prazer. - apertou-me a mão
- Daniel Costa, décimo L, é um gosto conhecer-te - chegou-se perto do meu ouvido e sussurrou - prazer para mim é outra coisa.
Eu: Estou a gostar de ti - pisquei-lhe o olho - Anda, eu mostro-te a sala.
Entrámos os dois na sala e eu fui-me sentar ao lado da Joana. Tirei as coisas e passei o sumário. Era a aula de Inglês, das poucas aulas em que me esforçava para trabalhar. Quero ter boas bases a Inglês e depois ir para fora trabalhar. Recebo um bilhete na mesa, sem saber quem o tinha mandado.
"Já que estás a gostar de mim, vais-me fazer uma visita guiada á escola.
Ás oito amanha na escola. Daniel"
Automaticamente olhei para trás e sorri, vendo o menino novo de olhos postos em mim, com um sorrinho carinhoso na face.
Joana: Quem é aquele menino ? - sussurrou-me.
Eu: É o Daniel, ele é novo na turma. O D.T. vai apresentá-lo a seguir.
Joana: Estão a dar-se muito bem...
Eu: É todo teu - e pisquei-lhe o olho.
Joana: Obrigadaaaa ! Love youuu - e abraçou-me.
Percebi que a Joana tinha gostado bastante do menino novo, e como compromissos era o que eu nao queria, ficaria para ela. As aulas passaram a correr, e logo deu o toque para sair da aula de Matemática, pisguei-me a correr para ir ter com o Rodrigo. Fui ter ao portão, no entanto encontrei-o aos beijo com uma miuda... Pelos vistos, a mesma muda da festa. "Como o ambiente tá quente e eu nao quero estragar vou andando para casa... Aproveita a companhia, xx." digitei no telemovel e enviei-lhe.
Caminhei para casa e quando lá cheguei, deitei-me na cama e pus-me a ver um filme até adormecer.
Yaaaaaaaaaa, não está nada de mais, eu sei. Mas como ninguém lê,nao importa néé ?' :c
http://something-special.blogs.sapo.pt
publicado por Liza♥ às 2013-05-25 12:34:22
publicado por Liza♥ às 2013-05-25 12:31:17
Não sabem como aproveitar aquelas calças velhas que têm? Aqui está uma ideia fresquinha da MacBarbie07, que eu adoro!
http://runlikethewind.blogs.sapo.pt
publicado por Andrusca ღ às 2013-05-25 11:26:00
Peço desculpa à Francis Marie.
Samantha andava às voltas pelo quarto que lhe tinha sido designado para ficar. Sabia que em poucos minutos teria que se apresentar a Raj como Samuel, para o pequeno-almoço, mas também estava consciente de que o rei esperaria a presença da rapariga que julgara morta. Como é que ia fazer aquilo? Não se conseguia desdobrar, não conseguia ser duas pessoas ao mesmo tempo.
(...)
- Vossa Majestade, com todo o respeito, mas eu sou uma convidada no seu palácio, não uma prisioneira. Além de que as roupas das princesas são demasiado para mim. Bem sei que nasci na nobreza, mas asseguro-lhe que sou bastante simples. É apenas por algumas horas.
- Se me é permitido, comprometo-me a acompanhar a lady nas compras – disse Raj
(...)
Mais atrás, os dois soldados iam comentando o que viam. Os risos do comandante, a maneira como eles remexiam as bancas, tudo.
- Está a ficar apanhado por ela – disse Eresm – Nota-se logo pela baba que lhe escorre da boca.
- E podes culpá-lo? É bem bonita ela – dizia Quorq.
Querem ler o capítulo? Já está postado aqui e só a Francis Marie é que o leu.
Kiss
publicado por dont judge me às 2013-05-25 10:14:57

"Ryan, olha duas luas!"
Madeleine olhou para a janela do seu quarto que ficava no segundo andar, infelizmente para ela. A casa estava apenas iluminada pelas luzes dos candeeiros da rua que se reflectiam nas janelas e em grande parte da casa, apoiou-se na enorme e velha árvore que estava junto à casa, mesmo ao lado da janela do seu quarto e subiu-a com facilidade visto estar já bastante habituada a fazer aquilo. Tinha deixado a janela aberta para conseguir entrar sem fazer barulho e suspirou aliviada assim que se viu dentro do quarto, descalçou os sapatos e despiu as roupas enfiando-se depois debaixo das mantas.
Kevin, Ryan e Rachel também não ficaram muito mais tempo no armazém, todos se sentiam cansados e cada um foi para sua casa. No dia seguinte teriam a noite toda para se divertirem.
*
O dia seguinte era sexta-feira e a promessa que esse dia trazia era o facto de passarem a noite na praia, à algum tempo que os quatro amigos reservavam todas as noites de sexta-feira para a passarem na praia. Iam para a água mesmo que estivesse frio, bebiam, divertiam-se e acabavam por dormir no areal.
Rachel deixou-se sentar na areia assim que os quatro chegaram à mesma. – Finalmente aqui! – disse com um sorriso e pendeu a cabeça para trás fechando os olhos ao sentir a leve brisa bater-lhe no rosto.
- Água! – gritou Kevin rindo-se enquanto se via livre das calças e da camisola. Madeleine riu-se e seguiu os passos do amigo despindo o curto vestido que tinha trazido, já Ryan por sua vez pegou em Rachel, que parecia perdida em pensamentos, e correu para a água. Os gritos da rapariga ecoavam por toda a praia fazendo com que os outros três não parassem de se rir.
- Vou-te matar Ryan! – gritou batendo nas costas do rapaz e mergulhou na água assim que este a atirou para a mesma.
Madeleine e Kevin correram também para a água entre gargalhadas e mergulharam também naquela água gelada. Vieram todos à superfície quase ao mesmo tempo e vislumbraram a praia completamente deserta e apenas banhada pela luz da lua que crescia de dia para dia anunciando a chegada da lua cheia para dali a poucos dias.
- Juro que te mato! – voltou a repetir Rachel aproximando-se do rapaz e atirando para cima dele o máximo de água que conseguia.
Ryan virou-se de costas perdido de riso. – Tenho tanto medo de ti. - gozou com ela fazendo a rapariga enfurecer-se ainda mais e caminhar para a areia com ar de quem queria matar alguém.
Ryan revirou os olhos. – Vou acalmar a fera. – disse para os amigos que se riam daqueles dois. O rapaz saiu também da água caminhando até à amiga e pegando nela ao colo antes que esta se tivesse sentado.
- Deixa-me Ryan. – bateu-lhe no peito para que ele a largasse e o rapaz abanou a cabeça.
– Queres um beijinho para o amuo passar? – o rapaz riu-se continuando a gozar com ela e acabou por pousá-la no chão quando a rapariga continuou com aquela expressão furiosa no rosto.
Kevin e Madeleine que tinham ouvido aquilo começaram a gozar com eles. – Queres um beijinho Mads? – perguntou Kevin com uma voz toda melosa.
- Quero. – respondeu a rapariga tentando manter-se séria. Levaram ambos um empurrão de Ryan que não gostava que gozassem com ele apesar de ele adorar gozar com os outros. Os dois amigos afastaram-se dele e sentaram-se na areia.
Kevin pegou na sua mochila e tirou as duas garrafas de whiskey que tinha trazido para aquela noite. – Estas roubei-as ao meu pai, é do bom! – retorquiu com um sorriso convencido no rosto.
- Está é minha! – exclamou Madeleine tirando-lhe uma garrafa da mão e começando a abrir a tampa da mesma.
- Ei ei ei, isso é para partilhar loira. – Ryan esticou a mão tentando tirar a garrafa das mãos da rapariga que apertou a garrafa contra o seu corpo.
Abanou a cabeça. – Esta é para mim e para a Rach. – disse fazendo um beicinho e puxou a amiga para si, esta sorriu e ajudou Madeleine a abrir a garrafa. – Tu bebes com o Kevin. – fez-lhe uma careta e assim que conseguiu tragou um enorme gole daquela bebida que lhe ardia sempre que lhe passava pela garganta. Abanou a cabeça e passou a garrafa para a amiga que bebeu também um grande gole.
Ryan abanou a cabeça em jeito de desaprovação e depois de Kevin abrir a outra garrafa tirou-a das mãos do amigo e bebeu já uma boa parte do conteúdo que estava dentro da garrafa.
- Tem lá calma com isso Ryan. – resmungou o outro rapaz tirando-lhe a garrafa e bebendo também bastante.
Os quatro amigos continuaram a beber, as raparigas de uma das garrafas e os rapazes da outra. Madeleine virou a garrafa ao contrário e nada saiu de dentro da mesma. – Acabou. – disse com um sorriso parvo estampado no rosto.
Kevin deu uma gargalhada e bebeu a última gota da garrafa deles. – Uma gotinha. – disse com um beicinho deixando depois cair a garrafa na areia.
- Estou a ver estrelas. – Rachel deixou-se cair para trás ficando deitada na areia e apontou com um dedo na direcção do céu. Madeleine riu-se e deixou-se também deitar. – Eu só vejo a lua, aliás duas luas. – arregalou os olhos e puxou o braço de Ryan que estava perto dela. – Ryan, olha duas luas! – exclamou. O rapaz desatou a rir-se às gargalhadas e Kevin fez o mesmo olhando para a rapariga que estava completamente bêbada.
- Vê lá se não vês três luas. – gozou com ela apesar de o seu estado não ser melhor.
Olhou o rosto divertido de todos os outros três, aquelas duas garrafas tinham chegado para que os quatro ficassem bêbados. Era sempre assim todas as sextas: algum deles trazia alguma bebida que tinha roubado ou pedido emprestado de algum sítio e bebiam até não restar uma única gota que fosse. Riu-se sozinho sem motivo algum e deitou-se fitando o céu.
Ryan pegou na garrafa que Kevin tinha deixado cair na areia e abanou-a na esperança de que ainda restasse algo mais para beber, suspirou quando a garrafa estava mesmo vazia.
– Para a próxima tens de trazer uma garrafa suplente. – disse para o Kevin.
Este riu-se e não disse nada, sentiu uma cabeça encostar-se contra o seu braço e virou o rosto para o lado vendo o cabelo loiro de Madeleine, levantou ligeiramente a cabeça vendo a rapariga já com os olhos fechados, tinha a respiração regular o que significava que já estava a dormir. Olhou para Rachel que se encontrava um pouco mais afastada e que estava literalmente debaixo de Ryan que se tinha servido da barriga da rapariga como se esta fosse uma almofada. A sorte dele era Rachel já estar a dormir senão ia ter de dormir sem “almofada”. Riu-se e deixou a cabeça cair de novo na areia, fechou os olhos e não tardou a que também ele se deixasse levar pelo sono.
publicado por Jessie às 2013-05-24 22:53:33
publicado por twilight_pr às 2013-05-24 20:54:01
Ontem ocorreu-me o meu pior teste da minha vida. Correu super mal! A minha professora até viu o teste apenas isso quando estava ao meu lado para puder descansar um pouco e conseguir estudar para o teste que tive hoje.
Hoje acabei a minha orientação escolar por fim!
Cheguei lá e o professor fez-me algumas perguntas, acabando uma delas por ser se eu fosse professora de qual disciplica eu lecionaria ao que eu acabei por responder que iria para professora de inglês, mas algo que eu não gostava de fazer para a vida era educar, devido ao meu temperamento.
Entretanto ele acabou por me dizer que eu iria seguir o curso de Línguas e Humanidades! Era exactamente o que eu queria seguir. :)
Ele disse que eu era uma boa aluna, não uma mediocre, não má aluna nem muito boa aluna era boa aluna porque constiuio notas entre 3 e 4.
Acabando ele por dizer que eu deveria seguir um corso superior e não um profissonal, que seria um bom risco.
Acabei por escolhar como Formação Geral a Língua Estrangeira I - Inglês. E como Formação Específica escolhi Língua Estrangeira III - Alemão e Geografia A. :)
Terei possivelmente de mudar de escola por causa do Alemão mas estou contente pelos meus resultados.
Beijinhos
Peço desculpa ter andando tão distante... os tetes... :s
Preciso de sair da minha (...)
publicado por Teresa ♥ às 2013-05-24 19:57:47
Preciso de tempo para me descobrir. Sinto que me perdi faz já alguns meses. De um momento para o outro não consigo gerir todas as emoções... sinto uma bipolaridade enorme na minha vida.
Sinto-me sufocada pelo próprio ar que respiro. Nada parece dar certo. Nada tem o mesmo encanto. Tudo ganhou outro encanto. Já nada faz sentido - tal como isto que hoje vos escrevo.
Vou partir da blogosfera ... não sei quando voltarei e o motivo da minha partida é mesmo a vontade de respirar outros ares. Parece-me que já nem ao meu pequeno blog eu pertenço. Preciso de me descobrir. Não sei onde nem sei porquê. Sou demasiado complicada e tudo complico portanto não quero massar-vos nem escrever tudo aqui online porque se torna repetitivo.
Encontramo-nos por aí ... noutro blog ou num passeio de uma estrada. Obrigada a todos.
Words with soul. Soul with love.
publicado por • Smartie às 2013-05-24 19:57:29

Cómico. Louco. Divertido. Alegre. Engraçado. Hilariante.
Nota: Fiquei bastante curiosa assim que vi que este filme estava em exibição, principalmente devido ao fantástico elenco que o mesmo reúne e também, claro está, ao seu título, poster promocional e sinopse. Hoje consegui finalmente vê-lo e adorei, pois é uma comédia realmente divertida, com uma história muito engraçada e personagens realmente interessantes!
Recomendo vivamente que o vejam - fui hoje vê-lo ao cinema com ela e ambas gostámos imenso.
♥
publicado por LostDreams às 2013-05-24 19:37:43
publicado por Maятa às 2013-05-24 18:48:56
- Podes contar-me. Eu posso ajudar-te. Eu também já passei por muito e sei o que é sofrer. – Encorajou Diana.
- Não sei... Ainda é muito recente...
- Eu compreendo... e quero que saibas que se precisares de alguma coisa, vem falar comigo, está bem?
- Sim. – Respondeu Camila, sorrindo.
Pouco depois chegaram as outras três raparigas. Sentaram-se e começaram a comer. Logo a seguir chegou Hélder, sentando-se ao lado de Camila e dando-lhe um beijo.
- Diana, este é o Hélder, o meu namorado.
Hélder sorriu mostrando aquelas covinhas adoráveis e Diana sorriu também.
- É bom conhecer-te. – Disse Hélder. – Vens de onde mesmo?
- Canadá. Fui para lá quando era pequena e voltei à pouco tempo.
- E podemos saber porque voltaste? – Perguntou Paula, com a boca cheia, dando uma imagem bastante divertida até.
- Por causa de uns problemas pessoais... eu fui vitima de bullying na minha antiga escola, no Canadá. E cheguei mesmo a ter uma depressão. Mas agora já estou bem porque graças a Deus eu fui para uma clinica de reabilitação e depois vim para cá.
- Ainda bem que já estás bem. E obrigada por nos contares, visto que acabaste de nos conhecer. – Disse Érica.
- Parte do tratamento é admitir que tive um problema e ter orgulho em já estar curada. É isso que eu estou a fazer.
- É preciso ter muita força para conseguir ultrapassar um problema desses. – Constatou Hélder.
- É, mas eu sei que sou forte o suficiente. E agora acredito mais em mim.
- E disseste que foste vitima de bullying... verbalmente ou fisicamente? – Perguntou Daniela.
- Verbalmente. Ninguém tinha coragem de me bater porque era dentro da escola e não queriam ser apanhados. Mas fartavam-se de me magoar. Diziam que eu era feia, gorda, burra, estupida... eu não aguentava.
- Eu entendo... – Disse Camila, sorrindo reconfortando Diana.
De repente, dá o toque de entrada e as raparigas apressam-se a comer. Ao levantarem-se da mesa, Diana repara num rapaz, sentado numa mesa do outro lado da sala, a olhar para ela. Era louro de olhos azuis e sorriu para Diana quando reparou que esta estava a olhar para ele. Ela sorriu também. O rapaz louro desviou o olhar e Diana seguiu as suas novas amigas até à sala onde iam ter a próxima aula.
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Na hora de almoço, as cinco novas amigas sentaram-se juntas numa só mesa. Quando acabaram de almoçar, ainda ficaram sentadas naquela mesa durante algum tempo, a conversar. O rapaz louro entrou na cafetaria, juntamente com os seus amigos, e sentou-se na mesa onde tinha estado anteriormente. Durante o tempo todo ele nunca parou de olhar para Diana. Camila reparou e chegou-se para o pé da amiga, murmurando-lhe ou ouvido:
- Aquele rapaz não pára de olhar para ti.
Diana olhou à sua volta e viu o rapaz louro ao fundo da sala, a olhar para ela. O rapaz desviou o olhar mas não demorou muito até que voltasse a olhar para Diana.
- O que é que achas que ele quer? No outro intervalo também não parou de olhar para mim... – Comentou Diana com Camila.
- Não sei... Mas eu acho que o Hélder o conhece. Queres que lhe pergunte alguma coisa?
- Não, deixa estar. Deve ser de eu ser nova na escola.
As duas voltaram-se de novo para a conversa que as suas outras três amigas estavam a ter.
- Ainda bem que vocês já acabaram a vossa conversinha privada. – Disse Paula, em tom de brincadeira.
- Ouçam, nós estavamos a pensar em ir sair depois das aulas, para nos conhecermos melhor. O que achas Diana? – Perguntou Érica.
- Acho uma ótima ideia. – Respondeu Diana.
- Que bom! Mas se calhar não vai poder ser hoje porque eu tenho aula... – Disse Daniela.
- Pois é, não te chegamos a contar Diana. A Daniela é a melhor bailarina do mundo. – Interviu Camila.
- Não sou nada!
- Mas vais ser! Ela anda a ter aulas de dança depois da escola. – Disse Paula.
- Eu quero aprender mais para ser melhor. – Concluiu Daniela.
- Deves sempre seguir os teus sonhos. Mas não devias ter ido para uma escola profissional quando começaste o 10º ano? – Perguntou Diana.
publicado por Kate ♥ às 2013-05-24 18:24:31
E pronto, ontem foi a minha viagem a Sintra.
Cerca de 7 horas de viagem (para lá e para cá), alguns problemas com professores & alunos e na camioneta, e depois de muitos quilómetros a pé, valeram a pena.
Caminhei pela Quinta da Regaleira toda, a pé, e fiquei fascinada. Aquilo é um local mágico, cheio de arte e história, com muitos segredos revelados mas também muitos ainda por descubrir. Neste local gostei particularmente das grutas, depois de descer os 9 andares até ao subsolo.
Depois da quinta fomos almoçar, e foi engraçado almoçar com a minha professora de Geografia que se revelou ainda mais acessivel do que aquilo que já pensavamos.
Durante a tarde passeamos pela cidade e fizemos o "Caminho dos Maias" ou "O caminho de Eça". Esta parte da visita também foi bastante divertida e deslumbrante, tirando o facto de termos subido o monte todo a pé.
Pronto, Sintra correspondeu bem às minhas espectativas e eu mal posso esperar por lá voltar.
Aquela cidade é, sem dúvida, uma cidade perfeita para mim.
publicado por AnaFearless às 2013-05-24 18:10:46
A minha semana correu bem. Já fiz a maioria dos testes, mas ainda vou ter outros para a semana, portanto devo passar o fim-de-semana a estudar :c , o que vale mesmo é que a escola já está a acabar. É estranho, mas só penso no verão.
No próximo fim-de-semana irei fazer uma viagem há muito esperada, será apenas de três dias, mas aposto que vai ser muito bom! Vou acompanhada pelas minhas amigas, estou ansiosa, principalmente porque espero que marque o inicio do verão. Não vejo a hora de começar a fazer a mala, omg, estou mesmo ansiosa, não liguem por favor :c

Hoje há noite devo sair com uns amigos, visto que a maioria dos testes já passaram, portanto vou divertir-me um pouco que bem mereço! Depois faço um post a contar, ihih :b
E vocês, que planos têm para o fim-de-semana ?

Não podia de deixar passar esta imagem, faz-me lembrar eu, há algum tempo atrás. Só rir, acreditem.
Deixo-vos com esta música. É linda, adoro, e vou vicia-la.
um beijinho,
Annie ♥
http://just_ride.blogs.sapo.pt
publicado por Pipa às 2013-05-24 16:40:12
Depois de uma semana cheia de testes, finalmnete passou agora mais 5 testes, (terça, quarta, quinta, sexta, e segunda) e depois só me tenho de preocupar com os exames e depois férias!!!!!!!!!!!!!!!
Como é que vocês estão?
Estou um pouco desatualizada em relação ao blog mas eu vou ver os vossos blogs beijos
publicado por DemiJonasFan às 2013-05-24 15:23:12
Hello hello, como estão todos?
Em primeiro lugar queria agradecer-vos por todos os comentários que deixaram na minha Fan Fic "When a Lie Becomes the Truth". Foi muito importante receber os vossos comentários e saber que gostaram de a ler. Decidi começar a escrever uma nova FanFic :D Alguém entusiasmado com essa ideia? Por enquanto só vos posso dizer que se vai chamar "Our Story" e que os protagonistas vão ser a Selena e o Nick!
E que dizem do novo visual? Gostaram ou nem por isso?
Gostava de receber comentários vossos, a dizer o que acham da ideia!
Beijinhos e um bom fim de semana :)

http://runlikethewind.blogs.sapo.pt
publicado por Andrusca ღ às 2013-05-24 15:22:50
Capítulo 22
Apenas o Princípio * Parte 1
- Isto é tão aterrador – murmurou Chelsea, enquanto caminhava pelo corredor quase isento de luz no qual tinha ido parar após ter atravessado o portal para o Mundo da Escuridão.
- Olha-me para estas figuras… parecem pessoas – opinou Jensen, apontando para seres que estavam imóveis, feitos de cera, encostados à parede por uma grande parte do corredor. Chelsea aproximou-se de um e tocou-lhe.
- É porque são pessoas – murmurou, vendo o terror espelhado nas caras dos bonecos de cera todos curvados e com posições de quem pede misericórdia.
Chelsea aproximou-se de um cavaleiro da Idade Média, com uma espada nas mãos, e retirou-lhe a espada. Ele era apenas um boneco, mas a espada era bem real. Foi à parede paralela e retirou a espada ao outro boneco, dando-a a Jensen.
- Tu sabes sequer como manusear isto? – Perguntou ele.
- Vou aprender sob pressão – disse a rapariga.
- Talvez devesses ir… isto é perigoso e… eu podia tratar disto e ia ter contigo em menos de nada. Vai.
- Estás maluco? – Chelsea parou a meio do corredor e voltou-se para ele – Não.
- Mas… tu vais morrer aqui. Vá lá Chels, nós vamos todos morrer aqui. Salva-te.
- Achas que não sei disso? – Perguntou-lhe, chocada – Eu conheço as histórias, sei que não tenho o poder necessário… Mas não posso fugir Jensen. Acredita em mim, é o que mais quero agora. Mas não posso. Não te posso deixar aqui. Nem a ti, nem ao Will.
- Nem sabes se ele cá está. Só porque não sabes onde está, não quer dizer que esteja aqui.
- Ele está. Chama-lhe intuição.
Jensen suspirou e olhou em volta. Ele estava preocupado com a amada. Não queria que nada de mal lhe acontecesse, mas sabia que era demasiado teimosa para voltar para trás. Só esperava que não se magoasse. Sabia que não tinha as aptidões suficientes para lutar esta luta, que o confronto se estava a dar cedo demais. No fundo, sabia que as chances da bela rapariga de caracóis ruivos morrer eram elevadas.
- Devias confiar nela, as suas intuições da Defensora costumam estar certas – ouviu-se pelo corredor. Chelsea reconheceu a voz como a de Lyux.
- Onde estás? – Gritou a Defensora do Oculto, enquanto olhava para todos os lados.
- Apressa-te… ou o loirinho acaba por as pagar – avisou a voz.
Chelsea olhou alarmada para o rapaz da máscara e em seguida desataram os dois a correr pelo corredor que parecia interminável. Chegaram a uma porta dupla, de pedra escura, que se abriu sozinha, e lá dentro puderam ver uma sala redonda com cinco cadeiras grandes posicionadas mais acima da altura do chão. Numa dessas cadeiras estava Lyux, saudando-os com um sorriso. Já Will encontrava-se à sua frente, desmaiado no chão.
- Will – murmurou Chelsea, correndo até ao rapaz para verificar se estava bem. À medida que se aproximava, via outra silhueta aparecer-lhe ao lado – Cassie…
O som da gargalhada de uma das cinco Bruxas da Escuridão fez-se ecoar pelo palácio, e Chelsea olhou-a com raiva.
- Pensava que vocês eram cinco – disse Jensen, para dirigir a atenção de Lyux para si.
- Éramos… deixa-me perguntar uma coisa: o que sabem sobre aquela noite? Aquela em que a Defensora nos deixou miseráveis? – Lyux levantou-se e desceu as escadas, fazendo com que Chelsea retrocedesse e empunhasse a espada simultaneamente.
- O que achas que não sabemos? – Perguntou Jensen.
- A Defensora estava a planear algo contra nós, e tínhamos de agir. Tínhamos um plano, íamos juntar forças, seria tudo melhor. Mas depois a nossa gloriosa irmã, Xay, decidiu fazer tudo sozinha. Ela sempre foi sedenta de poder… uma verdadeira bruxa, se me permitem o trocadilho.
- Xay… - murmurou Chelsea.
- Se não fosse por ela, a Escuridão poderia ter vencido. Desde essa época que nos separámos. E as trevas começaram a erguer-se de novo. Recusámos trabalhar em conjunto, às vezes é mais produtivo fazer tudo sozinhos. Porque em poucos minutos, eu poderei afirmar que eu matei a Defensora. E então todos me temerão a mim. Não a um grupo de pessoas. Só a mim.
- Espera lá um bocadinho – ouviu-se, de novo em eco. Era uma voz mais fininha e algo irritante. Saída do nada, apareceu uma rapariga com um top a mostrar o umbigo, preto, e uma saia até aos pés, da mesma cor. Tinha um cabelo castanho clarinho, e uns olhos escuros.
- Blinke – disse Lyux entre dentes, forçando um sorriso – O que fazes aqui, irmã?
- Achei alguém perdido nos nossos corredores – Blinke, outra Bruxa da Escuridão, estalou os dedos e apareceu Richard, mesmo no centro da sala, desnorteado e a olhar para todos os lados.
- Richard – murmurou Chelsea, sentindo o seu coração a disparar. Como se não bastasse terem os seus amigos, tinham agora também o seu irmão.
- Desculpa, queria ajudar… ela apanhou-me e… - Richard ia andar em direcção à irmã, mas uma força invisível mandou-o de encontra à parede, fazendo com que Chelsea gritasse de pânico.
- Eu não disse que te podias mexer – disse Blinke, sorrindo e aproximando-se de Chelsea – Ora, ora, ora, ela não é uma gracinha? Tu arruinaste mesmo as coisas para os nossos lados…
- Não é como se isto fosse o meu passatempo preferido – respondeu a Guerreira Defensora.
- Queres ver qual é o meu? – Perguntou Lyux, aproximando-se também mais.
Chelsea engoliu em seco. Aquilo só podia indicar que algo pior estava a caminho. A Bruxa não esperou que alguém lhe dissesse nada, e levantou Cassie com o poder na mente, virando-lhe o pescoço a 180º num ápice, e deixando-a cair de novo.
- Não! – Gritou Chelsea, ao deixar as lágrimas escorrerem desalmadamente – Porque é que fizeste isso?! Ela não te fez nada, era inocente!
Jensen agarrou na namorada para que esta não fosse ter com o corpo sem vida da rapariga dos piercings. Para que não ficasse desprotegida. Richard, que se estava a levantar naquele momento, deixou-se cair de novo para o chão, horrorizado.
- Tens razão – disse Blinke, para a irmã – Isso é divertido. Posso fazê-lo agora?
- Tanto faz – respondeu Lyux, encolhendo os ombros. Blinke olhou para Richard e sorriu maliciosamente.
- Não… não, não, não, não, não – disse Chelsea, soltando-se do braço de Jensen para atacar Blinke com a espada. Mas assim que o fez, a lâmina quebrou antes sequer de atingir a Bruxa, e esta riu-se ao mesmo tempo que impulsionou a Defensora do Oculto para poucos metros adiante, fazendo-a cair brutalmente no chão.
Foi a vez de Jensen investir, mas Lyux agarrou-o pelo pescoço e mandou-o também para longe, com a maior das facilidades.
- Não o faças – pediu o rapaz, a Blinke.
Chelsea usou o seu poder de telicnese para mover também as Bruxas, mas estas poucos milímetros se moveram. Ela não era forte o suficiente.
Richard começou a sentir a pior sensação de todas quando se sentiu ser levantado apenas pelo ar. A sensação de saber que ia morrer e não havia nada que pudesse fazer para o impedir.
- Pára! Pára! – Gritava Chelsea, enquanto, ao levantar-se corria para as Bruxas. Mas Lyux fê-la ficar encostada à parede sem se poder movimentar, e a rapariga apenas tinha o desespero para se agarrar – Richard! Não! Pára! Não o magoes!
Jensen foi também preso à parede e fechou os olhos com força quando ouviu o estalar de um osso e um grito estridente dado pelo melhor amigo. O seu joelho tinha sido quebrado, e as Bruxas riam.
- Devíamos ter pensado nisto mais cedo – ria-se Blinke, enquanto Chelsea chorava e gritava ao mesmo tempo.
Jensen deixou escorrer uma pequena lágrima pela bochecha. Para ele, estava tudo acabado, nunca as conseguiriam vencer.
- Por favor pára… - foram as últimas palavras que a rapariga do cabelo ruivo disse antes de também a cabeça do seu irmão se voltada com brutidão e o seu corpo cair inanimado no chão. As lágrimas começaram a escorrer-lhe velozmente pelas bochechas rosadas enquanto gritava e sentia uma dor agonizante no coração – Não o meu irmão… Richard…
O que acontecia depois? Como iriam os seus pais reagir? Se fosse apenas ela a morrer, ainda se poderiam recompor, mas sendo os dois filhos Chelsea temia que nunca mais fossem sorrir. O seu pai iria certamente culpá-la. Iria amaldiçoá-la por ter levado o irmão para dentro dos assuntos paranormais e por o ter levado à morte.
E os pais de Cassie… como seria explicada a sua morte? Ser-lhes-ia apenas dito que ela estava desaparecida? Se as Bruxas nunca deixassem o corpo na Terra, não seriam todos eles apenas dados como desaparecidos? Ninguém nunca lhes conheceria o destino… o triste fim.
- Vês Defensora? – Perguntou Blinke, caminhando lentamente até ela – Sentes agora o que nós sentimos quando nos tiraste tudo?
Chelsea olhava para o chão e tinha as mãos cerradas em punho. Não se sentia com quaisqueres forças, a única coisa que a fazia permanecer em pé era a barreira invisível que a impelia contra a parede, e quando Blinke a retirou, a rapariga dos cabelos ruivos caiu para o chão e não se moveu. Era como se estivesse presa no seu próprio mundo.
- Agora sabes como nos sentimos – continuou Lyux, aproximando-se também – Mas não penses que acabámos por aqui… - a rapariga olhou para Jensen e sorriu – ainda não te tirámos a coisa que mais amas.
Acho que me devia proteger bem porque algumas de vocês vão-me querer matar :x
http://runlikethewind.blogs.sapo.pt
publicado por Andrusca ღ às 2013-05-24 14:40:38
Capítulo 13
Samantha andava às voltas pelo quarto que lhe tinha sido designado para ficar. Sabia que em poucos minutos teria que se apresentar a Raj como Samuel, para o pequeno-almoço, mas também estava consciente de que o rei esperaria a presença da rapariga que julgara morta. Como é que ia fazer aquilo? Não se conseguia desdobrar, não conseguia ser duas pessoas ao mesmo tempo.
- Seja o que Deus quiser… - murmurou, arranjando coragem e saindo do quarto.
Caminhou pelos caminhos do palácio sob o olhar atento dos soldados por quem passava, e apenas rezava para que nenhum deles sentisse a falta de Samuel durante a refeição. Quando finalmente chegou ao salão onde as refeições e os banquetes eram feitos, viu que já todos lá estavam. Os soldados enfardavam toda a comida que conseguissem enfiar na boca, especialmente Eresm e Quorq, enquanto Irinoi e Raj conversavam sobre os eventos da noite anterior; William estava entretido a conversar com mais um grupos de soldados, e a rainha e as princesas estavam mais recolhidas, perto do trono.
- Oh, Samantha! – Exclamou Irinoi, ao vê-la chegar – Mas… estás com o vestido do baile de ontem?
Ela engoliu em seco.
- Pois é que… não tenho mais nenhum – disse, só depois apercebendo-se do que tinha dito – Quer dizer, aqui. Não tenho mais nenhum aqui. Porque tenho imensos vestidos.
- Então, já que cá vais ficar uns tempos, talvez o melhor fosse arranjarmos-te algo das minhas filhas, que pudesses usar, ou…
- Gostaria de ir à cidade, e comprar alguns. Se não fizer mal – interrompeu ela, sorrindo-lhe. O rei, porém, não pareceu gostar muito da ideia.
-Não sei se será boa ideia. Depois da visita do… nós bem sabemos quem, talvez o melhor fosse ficares dentro do palácio, em segurança – opinou ele.
- Vossa Majestade, com todo o respeito, mas eu sou uma convidada no seu palácio, não uma prisioneira. Além de que as roupas das princesas são demasiado para mim. Bem sei que nasci na nobreza, mas asseguro-lhe que sou bastante simples. É apenas por algumas horas.
- Se me é permitido, comprometo-me a acompanhar a lady nas compras – disse Raj – E levo os meus dois melhores homens connosco. Ela não correrá perigo, Majestade.
- Esta rapariga é como família para mim – disse Irinoi, agora para Raj –, e já pensei que estivesse morta uma vez. Se algo lhe acontecer, Deus me ajude, vou culpá-lo a si e aos seus homens. Diz-lhes para se prepararem. Quanto a ti, Samantha, compra o quiseres, e diz apenas para porem na conta da Casa Real.
O comandante fez uma vénia antes de se afastar e foi ter com os restantes soldados, que conversavam com o príncipe.
- Algum de vocês viu o Samuel? – Perguntou, despertando a atenção de William.
- O soldado que nunca tira o elmo? Esse? – Questionou ele.
- Esse mesmo, príncipe William. Viu-o?
- Sim, a sair do palácio, bem cedo. Disse que ia conhecer a cidade.
- Hum… - Raj deu meia volta e dirigiu-se a Eresm e a Quorq, que ainda devoravam a comida como se o amanhã não fosse existir – Preparem-se soldados. Vêem aquela dama ali? Vamos escoltá-la pela cidade enquanto procura roupas. Partimos em pouco tempo.
***
- Então e este? É bonito? – Opinou Quorq.
- Não… demasiado elaborado – descartou Samantha.
Estavam no meio da cidade, no mercado, a ver as bancas e a comparar os tecidos e os cortes e os folhos e as rendas. Passaram à próxima banca, e sempre que andavam Raj caminhava ao lado de Samantha e os outros dois seguiam mais atrás.
- Tem bom gosto – elogiou o comandante, referindo-se às roupas que ela já tinha comprado –, isto claro se me permite a ousadia.
- Por favor, não é ousadia nenhuma – para ela era estranho tê-lo a falar assim consigo quando estava habituada às ordens e aos incentivos e gritos de guerra.
- Esses são vestidos do género dos que a minha irmã gostava de usar – voltou ele a comentar.
- Não sabia que tinha uma irmã, comandante.
- Como haveria de saber? Conhecemo-nos ontem.
Ela riu.
- Tem razão.
Mais atrás, os dois soldados iam comentando o que viam. Os risos do comandante, a maneira como eles remexiam as bancas, tudo.
- Está a ficar apanhado por ela – disse Eresm – Nota-se logo pela baba que lhe escorre da boca.
- E podes culpá-lo? É bem bonita ela – dizia Quorq.
E assim continuaram a visita pelo mercado, que durou toda a manhã e parte da tarde.
Quando regressaram ao palácio Samantha pediu para ficar sozinha e foi deixar as coisas ao quarto, onde vestiu a armadura e colocou o elmo, respirando fundo. Saiu apressada, depois de verificar que ninguém a via, e quando ia a fazer a curva embateu em William, que seguia para o quarto da rapariga.
- Will – sussurrou ela, despertando-lhe a atenção.
- Ah, és tu – disse ele – O que é que estás a fazer com isso?
- Sou ambas as pessoas, lembras-te? E hoje o Samuel ainda não apareceu sequer. Tenho que ir jantar assim.
- Mas o pai mandou-me vir buscar a Samantha.
- A Samantha está cansada da caminhada e adormeceu, percebido? Se ele a quiser acordar, relembra-lhe que ela passou por muito, conta-lhe a história triste da vida dela, e pronto. Agora vamos jantar.
William revirou os olhos e seguiram os dois para junto dos outros. Já todos estavam sentados à mesa, e nela estava um grandioso banquete, como já era habitual.
- Ah, Samuel! – Exclamou Eresm.
- A Samantha adormeceu. Coitada, está exausta da visita à cidade – disse William, ao que o rei assentiu.
- Então, o que andaste a fazer o dia todo? – Perguntou Quorq a Samantha – Não me digas que foste ver as meninas?
- As meninas?
- Aos bordéis – esclareceu Quorq.
- Ah… sim, foi isso que aconteceu. Sabem como é, não me queixo mas… uma guerra estraga um homem… - murmurou Samantha, fazendo os outros rir – Peço desculpa, comandante, por não ter avisado a minha deslocação. Não voltará a acontecer.
- Não, não voltará – disse Raj, com um tom seguro – Mas agora junta-te a nós, come.
Comentem, e quem ainda não leu a DDO força (:
publicado por Francis Marie às 2013-05-24 14:35:35

Sete anos se tinham passado desde que Miriam tinha sido violada pelo pai, sete anos que ela se cortava, sete anos que ela escondia um segredo da sua mãe, sete anos que ela não sabia como tinha sobrevivido, nestes últimos sete anos ela tinha-se afastado cada vez mais da sua mãe, ambas eram vítimas do mesmo homem, mas não queriam contar o que ele lhes fazia – ou tinha feito – pois pensam que se estão a proteger uma à outra.
Penteou o cabelo enquanto olhava a sua imagem no espelho, ao que ela tinha chegado, parecia uma drogada que não dormia há semanas, que por acaso era verdade, desde dos 9 anos que tinha umas noites muito mal dormidas, mas o seu pai tinha apanhado o hábito de comprar maquilhagem, para ela continuar a ser a filha perfeita e sem problemas nenhuns que era à 7 anos atrás. Desceu as escadas e saiu logo de casa, sem se dar ao trabalho de tomar o pequeno-almoço com os pais, ela já não conseguia ver o pai à frente e fingir que nada se passava, entrou na escola e seguiu logo para a sua sala, neste últimos anos ela preferia sempre estar sozinha, não quer dizer que não tinha amigos, ela tinha, mas mesmo assim ela gostava mais de ficar só no seu mundo. A campainha tocou e todos os alunos começaram a entrar, alguns diziam-lhe olá ou sorriam para ela, mas nada mais que isso. No meu na aula ela começou-se a sentir mal disposta mas não disse nada e continuou a tentar prestar atenção à aula, mas as dores de cabeça começaram a aumentar e ela não conseguiu aguentar muito e começou-se a queixar.
- Miriam? Está tudo bem? – Perguntou a sua colega do lado, Violet, pondo todas as suas atenções na rapariga.
- S-Sim – Ela ao tentar responder quase que caia para o lado, ai Violet ficou realmente preocupada, segurou na mão de Miriam e virou-se rapidamente para o seu professor.
- A Miriam não se está a sentir bem! – Disse fazendo com que todas as atenções da sala fossem para a morena, o professor aproximou-se na tentativa de ajudar, Miriam olhou para eles todos e, como não conseguia respirar com toda a gente coada nela, acabou por desmaiar.
Acordou numa cama de um hospital e teve um sobressalto ao ver o seu pai sentado na cadeira ao pé da sua cama, ele sorriu ao ver que ela tinha acordado.
- Eu avisei-te para teres cuidado com os cortes. – Miriam olhou para os seus braços e viu que já não tinha maquilhagem a tapar os cortes, assim como os das pernas, ela olhou para o pai e ele assentiu negativamente. – Eles não sabem a razão dos cortes.
- Mas deviam saber! – Retorquiu furiosa e o George riu-se da figura da sua própria filha.
- Sabes que se contares a alguém, quando voltares da clinica de reabilitação a tua mãe já estará a viver no cemitério, se me estiveres a compreender bem. – Ela ficou choque com que ele disse, ele seria capaz de matar a sua mulher? Mas o que ela não percebia mesmo era o que ele queria dizer com a clinica de reabilitação.
- Clinica de quê? – Perguntou com um ar bastante confuso.
- Reabilitação, pelo que parece esses cortes são mais graves do que nós pensávamos, por causa deles estas a entrar num stress profundo, na qual tens de passar algum tempo na clinica, é pena num é, ainda há pouco fizeste 16 e os vais poder aproveitar. – Ela ia falar mas um médico – com os seus 50 anos – entrou dentro do quarto fazendo que o sorriso do pai desaparecesse.
- Já contou sobre a clinica? – Perguntou dirigindo-se a George que simplesmente assentiu com a cabeça e mandou um olhar ameaçador à filha. – Então Miriam quero que saibas que mesmo que o progresso seja longo, eles vão fazer os possíveis para que tu voltes ao normal, mas diz-me, há quanto tempo te cortas – Ela engoliu um seco e respirou fundo.
- Há sete anos. – O médico arregalou a vista e dirigiu-se a George com uma cara de preocupado.
- Você e a sua mulher sabiam há quanto tempo? – Perguntou num tom de zangado.
- Sabemos desde que o hospital nos ligou para casa. – Mentiu em cada palavra o que fez com que Miriam sentisse uma raiva daquele ser nojento.
- Onde está a minha mãe? – Lembrou-se por causa da conversa do médico com o seu pai.
- Teve uma quebra de tensão assim que viu os teus braços e as tuas pernas todas cortadas. – Disse o médico sendo interrompido por George.
- Acho que foi de desgosto. – O médico mandou-lhe um olhar reprovador e voltou a olhar para a sua paciente.
- Mas não te preocupes, ela vai vir ver-te antes de tu ires para a clinica. – Ele fez um sorriso amigável, mas mesmo assim ela não se convencia.
- Quando vou para a tal clinica? – Ela receava a resposta, mas ela tinha de a fazer, certo?
- Em princípio hoje há noite. – Ela arregalou os olhos e começou a abanar a cabeça.
- Onde é que fica a clinica? – Ela estava completamente em choque, ela ia hoje? Para um tratamento que demorava muito tempo? Isso não podia estar acontecer.
- Não te preocupes, ela ainda fica no estado de Nova Iorque, mas um bocado longe da cidade, porque os pacientes precisam de paz e sossego, coisa que nesta cidade não há. – Respondeu dando um copo de água a Miriam.
- Mas eu vivo na cidade, quer dizer que vou ficar longe da minha mãe? – Ele assentiu enquanto ela bebia um gole de água.
- Receio bem que sim, - Ele sentou-se no fundo da cama para tentar acalmar a rapariga – Sabes Miriam, tu só vais poder receber visitas uma vez por semana, pelo menos nos primeiros meses, tu neste momento tens os níveis de stress que são demasiado altos para a tua idade, e os cortes no teu corpo não ajudam. – Ela começou a entrar em pânico e o médico chamou imediatamente umas enfermeiras para o ajudarem a acalmar Miriam. – Fiquei com a paciente, eu vou ver se a sua mãe já a pode ver. – O médico saiu do quarto sendo seguido por George.
- Vai ficar tudo bem. – Reconfortou uma enfermeira. – Eu trabalho na clinica para onde vais ser transferida e acredita que eu vou fazer de tudo para que tu te sintas bem. – Miriam olhou para a enfermeira que lhe tinha falado, ela tinha os olhos meios vermelhos, o que fez com que ela se arrepiasse. – Como vamos passar algum tempo juntas, fica a saber que o meu nome é Serena. – Ele sorriu e mais uma vez Miriam arrepiou-se, havia qualquer coisa de estranho com aquela rapariga, parecia demasiado nova para ser enfermeira.
A mãe de Miriam entrou no seu quarto com as lagrimas nos olhos, abraçou a filha fortemente e começou a chorar mais.
- Porque é que fizeste isto, filha? Sete anos? Porque é que não me contaste o que se passava contigo? – Ela deu por si a apertar os braços da filha e Serena teve de a afastar.
- Não podia, mãe. – A mãe da morena afastou-se bruscamente de Serena e agarrou na mão da filha.
- Alguém te estava a ameaçar? Diz-me! - A rapariga assentiu negativamente já com as lagrimas nos olhos – Então o que aconteceu? Miriam, tu não me mintas! – Ela começou aos berros e Serena teve de intervir.
- Desculpe, mas a sua filha está com um grave problema de stress e você grita-lhe na cara, desculpe mas eu vou ter de lhe pedir que saia, a Miriam tem de se preparar para ir para a clinica. – Ordenou Serena acompanhando Marie até à porta.
- Ela tem de me dizer o que é que se passa! – Gritou-lhe na cara fazendo George agarrar-lhe com força no braço.
- Despede-te da nossa filha, só a vamos poder ver daqui a uma semana! – Ela chegou-se ao pé de Miriam e abraço-a com força.
- Se ela continuar com essas atitudes daqui a uma semana, só o George é que entra. – Disse Serena fazendo com que Marie quase a ataca-se, mas George conseguiu-a tirar do quarto a tempo. – Daqui a dez minutos vimos busca-la, ok? – Miriam assentiu com a cabeça e limpou as lagrimas.
- Já que vamos passar algum tempo juntas, tratar-me por tu.
Para o próximo capitulo as coisas já vão "melhorar", e o subrenatural vai aparecer!
Comentem ♥
Crazy Stupid Love I - Cap(...)
publicado por itstoocoldoutside às 2013-05-24 13:30:24
Crazy Stupid Love I – 1

"Não, tu vens comigo"
Roxanne sentou-se na cama com um salto assim que ouviu o seu telemóvel tocar em cima da mesa-de-cabeceira, aquela música nunca tinha parecido tão irritante, era como se tivesse uma banda de rock a fazer um concerto mesmo ao lado da sua cama.
A rapariga fez uma pequena careta e ainda choramingou antes de se deitar na cama de novo e puxar os lençóis todos para cima da sua cabeça. Esticou-se até agarrar no aparelho e carregou na tecla verde, aproximando-o do ouvido – Sim?
- Não acredito que ainda estavas a dormir, Rox.
Roxie revirou os olhos assim que ouviu a voz de Jared do outro lado da linha. Roxanne e Jared tinham sido colegas de turma desde sempre, mas nunca tinham chegado a falar ou a dar-se, eram daqueles colegas que passaram anos juntos mas mesmo assim, não tinham laços nenhum. Quando o pai da rapariga morreu, houve algo que os fez aproximar, a maneira como Jared se preocupava com ela e a tentava ajudar a ultrapassar aquilo fez com que se aproximassem.
- Não me chames isso, parece que sou algum cão. – refilou a rapariga ainda toda tapada com as mantas da cama – E sim, acordaste-me. – virou-se de barriga para baixo e agarrou-se à almofada, enterrando a cara na mesma.
- Levanta esse rabo da cama. – disse Jared e a rapariga teve a certeza que ele estava com um sorriso na cara a dizer aquelas palavras – Vamos à praia. – continuou o rapaz – Não me obrigues a ir ai tirar-te da cama e vestir-te.
A rapariga revirou exageradamente os olhos e continuou deitada na sua cama debaixo dos lençóis todos e com a cara colada ao tecido branco da almofada – Já me estou a levantar. – disse ela ainda de olhos fechados e com um sorriso nos lábios – Vai andando para a praia que eu vou lá ter.
- Roxanne, eu sei que ainda estás deitada. – Jared fez a rapariga começar a praguejar do outro lado da chamada, esperneando contra o colchão até mandar a roupa da cama toda para o fundo da mesma – Veste-te, estou à tua porta, à tua espera.
Roxanne desligou a chamada sem dizer absolutamente mais nada e levantou-se da cama, despindo o seu pijama composto por um top e uns calções azuis, e atirou as duas peças para cima da almofada, puxando de seguida apenas a colcha para cima, não se preocupando minimamente em fazer a cama como deve ser. A mãe estava sempre a reclamar pelo quarto da filha parecer uma pocilga mas a rapariga não se importava, o quarto era dela e ela gostava assim, mas claro que ele se encontrava sempre mais arrumado do que Roxie o deixava, já que apesar da rapariga dizer a Rose para não se preocupar, esta arrumava tudo muito bem na mesma.
Tirou de uma das suas gavetas do roupeiro um biquíni azul que lhe fazia realçar a cor dos seus olhos, tornando-os mais acinzentados e tirou o primeiro vestido de praia que encontrou, um cai-cai branco que lhe dava acima do joelho.
Parou à frente do espelho que tinha na parede depois de estar toda arranjada para ajeitar uma última vez o cabelo antes de sair e pegou na sua mala pequenina para onde despejou as chaves de casa e o telemóvel.
Assim que abriu a porta de casa, revirou os olhos quando viu Jared sentando no banco de baloiço que tinham no alpendre mesmo à frente da casa – Bom dia, alegria. – disse ele com um sorriso quando se levantou e se aproximou de Roxie, dando-lhe um beijo na bochecha que foi retribuído meio contrariado.
Jared era um rapaz alto e bem constituído, com um corpo musculado mas não exageradamente. Roxanne adorava os seus olhos por não terem uma cor especifica e à medida que os anos passavam, o cabelo de Jared ia escurecendo, deixando-o cada vez mais giro.
- As férias são para dormir, não para acordar as pessoas às duas da tarde. – disse a rapariga enquanto colocava os Ray Ban na cara e colocando um dos seus braços à volta de um de Jared.
A praia ficava a cinco minutos de casa de Roxie mas faziam o caminho sempre no dobro do tempo já quem iam distraídos na conversa e paravam muitas vezes por parvoíces. Assim que chegaram, a rapariga deixou-se cair de rabo na areia e descalçou as havaianas, despindo o seu vestido de seguida.
- Trouxeste protetor? – perguntou o rapaz depois de despir a sua t-shirt e a atirar para o chão ao lado das coisas de Roxie – És muito branquinha, vais ficar como uma lagosta. – Jared abanou a cabeça enquanto tentava não se rir e manter a cara séria.
- Cala-te, Jared. – a rapariga semicerrou os olhos e no preciso momento que os cantos dos lábios subiram para um sorriso convencido, Jared aproximou-se dela e pegou-a, colocando-a por cima do seu ombro – Jared! Põe-me no chão! – começou a rapariga a guinchar mas ele não fez caso, caminhando com a rapariga no ombro até à zona da água – Nem penses! – a rapariga tentou encolher-se à medida que a água começava a subir e já dava pela cintura de Jared mas assim que ele a deixou cair dentro de água, não pôde fazer mais nada.
Quando veio ao de cima, afastou os cabelos molhados da cara e atirou água para Jared com os pés, fazendo o rapaz rir-se e colocar as mãos à frente da cara. Roxie parou com o que estava a fazer assim que ele mergulhou, tornando inútil a tentativa de o molhar para o irritar.
- Porque é que quiseste vir à praia? – perguntou ela depois de mergulhar de novo, deixando-se estar a bater os pés debaixo de água – O que é que me queres pedir?
Jared riu-se e abanou a cabeça, levando uma das mãos ao cabelo para ajeitar o mesmo que estava todo para baixo por causa da água do mar.
- Até parece, Roxie. Só queria que saísses de casa e aproveitasses o sol mas – a rapariga sorriu enquanto abanava a cabeça – queria saber se querias vir comigo à festa, amanhã.
Para celebrar o início das férias de verão, havia sempre uma festa organizada pela escola numa das praias de Miami, a mais perto daquela zona, claro. Como é óbvio, iam sempre a essas festas pessoas exteriores à escola pelo que as festas acabavam sempre com confusões.
Roxie fingiu ponderar por alguns segundos e acabou por encolher os ombros, sorrindo a Jared de seguida – Eu vou contigo.
A rapariga nem esperava para pedir autorização à mãe. Esta praticamente nunca parava em casa e atender chamadas da filha quando se encontrava na Gray’s Company, nem pensar.
- Vou buscar-te a casa às dez. – Jared sorriu-lhe e mergulhou de seguida, agarrando-se às pernas da rapariga e puxando-a para dentro de água.
Roxie mordeu-lhe o ombro antes de vir ao de cima e quando o fez, voltou a afastar os cabelos molhados da cara e abanou a cabeça assim que Jared veio também à tona da água.
- Vê lá se eu não mudo de ideias e vais ter de ir sozinho.
Jared sorriu. Aquele sorriso podia ser confundido com um sorriso convencido, mas quem conhecesse bem o rapaz, sabia que por mais que ele tentasse, não conseguia fazer um sorriso daquele género, ele acabava sempre por sorrir apenas adoravelmente, o sorriso que fazia muitas raparigas perderem a cabeça, mas parecia que ele não reparava em nenhuma delas.
- Não, tu vens comigo.
Roxie abanou a cabeça e voltou a atirar-lhe água para a cara antes de ter de desatar a correr para a areia para fugir do rapaz que a começou a perseguir, fazendo com que as outras pessoas que se encontravam na praia olhassem para eles e sorrissem.
Aqui está o primeiro capitulo e.e eu sei que está muito mais pequeno que os de antes mas agora vão ser todos assim :c sorry pessoalzinho lindo
O que é que acharam? Deixem as vossas opiniões todinhas, siiiim?
Beijinhos e obrigada por tudooooooooooooooooooooooooooooooo ^^
