publicado por Dinis Ponteira às 2013-05-18 22:07:34
perfil público
http://genfamilia.blogs.sapo.pt
ORIGEM DA FAMÍLIA, EVOLUÇÃO E NOTÍCIAS - tudo o que possa interessar
Nome
CAMILO JOSE
Apelido
OLIVEIRA
Data Nascimento
22-10-1952
Sexo
M
Código Postal
4940-529
Localidade
PAREDES DE COURA
publicado por Dinis Ponteira às 2013-05-18 22:07:34
AFIFE DIGIT@L jornal on-line de Afife
publicado por afifenoticias às 2013-05-18 10:54:35
AFIFE DIGITAL.
semanario on-line de Afife atualização, aos sábados pelas 21h30
Editado por Afife Noticias,Caminho da Cabriteira, Afife 4900-012
o nosso contacto afifenoticias@sapo.pt
LOCAL ON-LINE 00. REGIONAL ON-LINE 00 . NECROLOGIA 00 .
JUNTA de FREGUESIA. CASINO AFIFENSE .RADIO AFIFENSE .
APCA .ROTEIRO . ASS DESP AFIFENSE .
.
Não nos foi possível editar o jornal desta semana, por tal vamos ficar em edição ON-LINE nesta página.
.
Bar da praia ainda não foi demolido e os motivos apontados vão para a retirada da cobertura, que vai ser feita por uma empresa especializada do sul do País e a qual se irá encarregar de dar rumo as placas de fibrocimento para local adequado.
Tudo porque estas placas contem amianto e por tal é necessário seguir todas as normas adequadas a não constituírem efeitos negativos para a saúde pública.
Á Margem- Armazém Teatral, apresenta no Casino Afifense um espetáculo de cabaré lírico, intitulado "Nem Sem Eles Nem com Elas"
Trata-se de um espetáculo onde à música ao vivo, poesia e sketch.
O espetáculo estreou esta sexta-feira e pode ainda ser visto nos dias, 24 e 25 deste mês e a 1, 7 e 8 de junho no Casino Afifense.
Junta de freguesia procedeu em conjunto com a câmara de Viana, a uma reparação na berma da estrada Pedro Homem de Mello no seu início lado sul, já que era um local em que nos dias de chuva se transformava num lago de água, devido a um desnível que não permitia o escoamento das águas pluviais.
FUTSAL FEMININO.

Equipa do Afifense venceu esta sexta-feira à noite no pavilhão David Freitas a formação do Deocriste, segundo classificado por 3-2, na última jornada do campeonato de juniores femininos.
Esta foi a ultima jornada deste campeonato de juniores, onde a formação Afifense se apresentou pela primeira vez nesta competição, dado ter sido uma equipa formada recentemente, averbou duas vitórias, dois empates e oito derrotas, num campeonato onde as suas opositoras já tinham experiencia neste tipo de competição.
È considerada bastante positiva a participação desta equipa de juniores do Afifense, onde despontam alguns valores que certamente na próxima época podem mostrar maior experiencia e fazer um melhor campeonato.
CLASSIFICAÇÃO FINAL
| 1 | ARJ Mogege | 26 | 12 | 8 | 2 | 2 | 53 | 24 | 6 | 4 | 0 | 2 | 27 | 11 | 6 | 4 | 2 | 0 | 26 | 13 | ![]() |
Jogos |
| 2 | Deucriste SC | 20 | 12 | 5 | 5 | 2 | 43 | 34 | 6 | 1 | 4 | 1 | 20 | 19 | 6 | 4 | 1 | 1 | 23 | 15 | ![]() |
Jogos |
| 3 | ACD Castanheira | 12 | 12 | 3 | 3 | 6 | 38 | 51 | 6 | 2 | 1 | 3 | 20 | 23 | 6 | 1 | 2 | 3 | 18 | 28 | ![]() |
Jogos |
| 4 | Afifense | 8 | 12 | 2 | 2 | 8 | 19 | 44 | 6 | 1 | 1 | 4 | 8 | 25 | 6 | 1 | 1 | 4 | 11 | 19 | ![]() |
Jogos |
ANDEBOL .
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AFIFENSE AINDA BATEU O PÉ AO BOAVISTA, MAS ACABOU POR PERDER.
Ao meio dia deste sábado, jogaram para a jornada 10, do campeonato nacional da segunda divisão de juvenis, Afifense e Boavista no pavilhão de Afife e foram os visitantes a levar a melhor, por, 27-33.
Depois de uma boa segunda parte da equipa da casa, não chegou para contrariar o líder do campeonato, tendo o resultado final, ditado a vitoria para o Boavista, por 27-33, que teve que suar as camisolas para levar de vencida a equipa que ocupa a penúltima posição na tabela.
O Afifense não entrou bem no jogo, muito devido à pressão que a equipa Boavisteira imprimiu desde logo na partida, mas viria a equilibrar e a jogar de igual para igual.
O intervalo chegou com a equipa da casa a perder por 11-18, na segunda parte o Afifense esteve melhor, mas o Boavista mostrou uma equipa mais a alta e não falhava no ataque, dava uma maior experiencia dos seus jogadores, todos eles juvenis de último ano.
Para o Afifense foi um resultado que de certa maneira è exagerado, por tudo aquilo que a equipa fez, mesmo sabendo que do outro lado estava o líder do campeonato.
Amanhã domingo o Afifense desloca-se à Régua para defrontar o Godim pelas três da tarde.
FUTSAL.
.
Na penúltima jornada do campeonato nacional de futsal da terceira divisão o Afifense deslocou-se ao líder, Cabeçudense e sofreu uma pesada derrota por 7-1 e caiu agora para a oitava posição, o que quer dizer que em duas jornadas, desceu da quarta para a oitava posição e mesmo assim garantiu a manutenção.
O Cabeçudense fez a festa, porque com esta vitória garantiu a subida de divisão e saiu vencedor desta serie.
O Cabeçudense surpreendeu pela positiva, já que era uma equipa que vinha dos distritais e conseguiu logo a proeza de sair vencedor da serie, no entanto a melhor equipa desta serie, foi sem duvida o Gualtar, equipa que começou mal o campeonato, mas que depois se encontrou e foi aquela que melhor e mais espetacular futsal praticou, no entanto não foi a tempo de conseguir vencer esta serie.
Neste jogo, certamente que a forte motivação da equipa da casa e um Afifense a mostrar algumas dificuldades de adaptação à maneira de jogar do adversário, terão contribuído para um resultado mais dilatado.
Agora o ultimo jogo do Afifense, será certamente uma partida emotiva, já que o Neiva que perdeu nesta jornada, tem mesmo que vencer para se manter na terceira divisão e acima de tudo trata-se de um derby regional.
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RESULTADOS
| ACDSC Cabeçudense | 7-1 | Afifense | ||
| Nogueiró | 3-2 | GCR Vermoim | ||
| Gualtar | 13-5 | ACD «Os Apulienses» | ||
| ACR Lordelo | 6-7 | Lavradas | ||
| Mogadouro | 2-3 | Contacto | ||
| Neiva | 4-8 | Ervededo Futsal |
CLASSIFICAÇÂO:
.
| DG | |||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | ![]() |
ACDSC Cabeçudense | 55 | 24 | 18 | 1 | 5 | 117 | 79 | +38 | Jogos |
| 2 | ![]() |
Gualtar | 50 | 23 | 15 | 5 | 3 | 108 | 62 | +46 | Jogos |
| 3 | ![]() |
Contacto | 48 | 23 | 15 | 3 | 5 | 104 | 85 | +19 | Jogos |
| 4 | ![]() |
Ervededo Futsal | 32 | 22 | 10 | 2 | 10 | 106 | 93 | +13 | Jogos |
| 5 | ![]() |
Lavradas | 32 | 23 | 10 | 2 | 11 | 94 | 94 | 0 | Jogos |
| 6 | ![]() |
Mogadouro | 31 | 23 | 9 | 4 | 10 | 88 | 84 | +4 | Jogos |
| 7 | ![]() |
GCR Vermoim | 30 | 23 | 9 | 3 | 11 | 79 | 77 | +2 | Jogos |
| 8 | ![]() |
Afifense | 30 | 23 | 9 | 3 | 11 | 67 | 86 | -19 | Jogos |
| 9 | ![]() |
Carrazedo Montenegro | 29 | 23 | 8 | 5 | 10 | 74 | 85 | -11 | Jogos |
| 10 | ![]() |
Neiva | 26 | 23 | 6 | 8 | 9 | 71 | 81 | -10 | Jogos |
| 11 | ![]() |
Nogueiró | 25 | 23 | 7 | 4 | 12 | 65 | 75 | -10 | Jogos |
| 12 | ![]() |
ACD «Os Apulienses» | 21 | 22 | 6 | 3 | 13 | 73 | 110 | -37 | Jogos |
| 13 | ![]() |
ACR Lordelo | 15 | 23 | 4 | 3 | 16 | 69 | 104 | -35 | Jogos |
PROXIMA E ULTIMA JORNADA
| Afifense | 25/05 16:00 | Neiva | h2h | |
| Ervededo Futsal | 25/05 16:00 | Nogueiró | h2h | |
| GCR Vermoim | 25/05 16:00 | Gualtar | h2h | |
| Lavradas | 25/05 16:00 | Mogadouro | h2h | |
| ACD «Os Apulienses» | 25/05 16:00 | ACR Lordelo | h2h | |
| Contacto | 25/05 16:00 | Carrazedo Montenegro |
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AFIFE DIGIT@L jornal on-line de Afife
publicado por afifenoticias às 2013-05-18 10:49:46
AFIFE DIGITAL.
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JUNTA de FREGUESIA. CASINO AFIFENSE .RADIO AFIFENSE .
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Continua interdita a apanha e comercialização de moluscos bivalves, como o mexilhão
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Esta imagem das estruturas daquele que foi o restaurante e salão de festas mais movimentado do norte, já não deve existir quando apresentarmos a próxima edição. A semana que vem, tudo vai abaixo. |
.Vandalismo voltou a fazer-se sentir no parque da praia do Caracol em Afife e a cabine de telefone publico,voltou a ser destruída à pedrada |
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Junta de freguesia está a iniciar a pavimentação do caminho dos Pretos, neste momento tem em acabamento os muros que foram desviados, para o alargamento da via. |
Junta de freguesia e serviços municipalizados, apresentaram aos Afifenses no largo do Casino, os novos contentores para a recolha de lixos domésticos, que vão antes do fim do ano, substituir todos os pontos de recolha atuais. |
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45 anos depois de ser colocado com cerca de 30 metros de duna pela frente, o marco geodésico do Porto, esta a um passo de ser levado pelo mar. |
Ponte centenária da estrada Pedro Homem de Mello, voltou a ser danificada, por mais um acidente que envolveu uma viatura. Depois de tantos toques que tem obrigado a substituir pilares e a partir gradeamento, questiona-se se não seria razoável colocar no local lombas, para reduzir a velocidade dos veículos naquele local. |
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Chama-se Laurinda, è Afifense e está radicada com os pais e tios na Austrália e acaba de obter graduação pelam universidade de Sidney na área da saúde |
A Milha Urbana de Afife, contou este ano com maior participação quer na anterior edição, o balanço final da prova é positivo, o que incentiva a organização da ADA a continuar com a mesma prova no próximo ano. |
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FUTSAL A duas jornadas do fim do campeonato, o Afifense desloca-se no sábado ao líder Cabeçudense e depois recebe o Neiva. Este fim de semana o campeonato parou. A equipa Afifense já não conta com Sérgio Miranda o que é uma baixa de peso |
ANDEBOL Afifense com os mais novos à procura dos pontos este domingo em varias frentes. |
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AFIFE – TERRA QUE A NATUREZA CANTA. Por Antero Sampaio |
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NOTICIAS DE VIANA. .
Executivo municipal visita empresas da zona industrial do Neiva.
Nova campanha de descontos no estacionamento arranca para comerciantes.
Restaurante devoluto de Afife demolido
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Noticias do Concelho de CAMINHA .
Município de Caminha propõe candidatura do rio Minho a Património Mundial da Humanidade. |
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NOTICIAS DE VALENÇA .
Feira Mostra de Ofertas Formativas e Educativas.
Alunos Valencianos Descobrem Ciência em 3D.
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Alfredo Marceneiro - Os p(...)
publicado por Vítor Marceneiro às 2013-05-17 21:53:05
A primeira vez que Alfredo vai ouvir cantar o fado, em recinto adequado, foi na Rua do Poço dos Negros, no Beco dos Carrascos, onde actuavam conhecidos fadistas de então que, por serem gente de trabalho, cantavam por amor à arte. Os acompanhamentos musicais nessa época eram feitos ao piano, com bandolim, ou com guitarras.
Mas foi no «14» do Largo do Rato, antiga casa de jogo e que o dono transformou em «cabaret» quando os jogos de azar foram proibidos, que o jovem Alfredo começou a ser mais conhecido no meio fadista, sendo frequentemente convidado a cantar alguns «fadinhos», cujos versos ele mesmo improvisava. Outros versos que também cantava, letras de qualidade literária e poética muito fracas, eram adquiridos nos quiosques pelo preço de um vintém.
Aqui travou conhecimento com alguns dos poetas populares e grandes fadistas de nomeada daquela época, nomeadamente, o Britinho, estucador, o Soares, do Intendente, o Júlio Proença, estofador, o João Mulato, o Chico Viana, o Jorge, caldeireiro, o Fernando Teles e tantos outros, todos peritos de Fado, que não tardaram em ver no jovem Alfredo um verdadeiro fadista. Como manifestação desse reconhecimento começaram a dar-lhe algumas das suas criações poéticas para que ele as cantasse.
O fado era uma canção de revolta e/ou de amor. Era a história do operário que ficava sem uma perna, sem um braço, ou que era despedido e ficava na miséria, era a história da rapariga que vinha do campo e se perdia nas vielas, era a história do órfão abandonado. Era também a história do amor inflamado pela esperança ou pela desilusão.
É certo que havia letras de fados bastante «lamechas», mas Alfredo tinha a intuição natural de saber escolher de entre os melhores poemas que os poetas da altura escreviam, utilizando sempre o seu dom de bem-dizer e de correctamente dividir as orações gramaticais, o que decerto contribuiu, a par com o seu estilo musical, para a sua enorme popularidade.
As deambulações pelos retiros de Fado continuam e certo dia foi convidado para uma «patuscada» no Carioca da Trindade, mais conhecido por "Coimbra", situado no Largo da Abegoaria, hoje Largo Rafael Bordalo Pinheiro. Alfredo cantou e foi aplaudido com bastante entusiasmo, tendo havido alguém que, quando ele cantou o "Fado Dois Tons", com invulgar sentimento, não resistiu a ir abraçá-lo e, com os olhos rasos de lágrimas, apresentando-se, disse:
— Você não me conhece, mas de hoje em diante faço questão de ser seu amigo, pois comoveu-me profundamente ouvi-lo cantar. Chamo-me Manuel Rêgo, sou poeta, escrevo letras para fado e terei muito gosto em dar-lhe alguns dos meus poemas.
Assim começou uma amizade que durou anos, tendo Manuel Rêgo escrito para Alfredo Duarte alguns poemas para o seu repertório.
Quando Manuel Rêgo adoeceu, logo Alfredo, com outros elementos, lhe organizou uma festa de solidariedade, como homenagem ao poeta e amigo.
E num dia, que nunca mais esqueceu, disseram-lhe que o seu amigo Manuel Rêgo tinha falecido, vítima de uma «galopante». Sucumbido com a notícia, que lhe parecia inacreditável, Alfredo ficou de tal forma sentido que durante dois dias não saiu de casa.
Quando voltou à oficina, decidiu fazer uma cruz em madeira e foi ao cemitério colocá-la na campa onde jazia o amigo. Era uma homenagem singela, mas não a última pois continuou pela vida fora homenageando-o ao cantar os seus versos e, acima de tudo, mantendo-o bem vivo na sua memória, tal como vezes sem conta o referiu.
Eis o exemplo de um de fado, considerado patriótico, mas do género do que se escrevia após a primeira Grande Guerra Mundial.
" ASSOMO DA RAÇA "
Enquanto o Mundo, cobarde,
Precipita com rancor
Numa trágica odisseia,
Na escola, ao cair da tarde
O velhinho professor
Fala aos rapazes da aldeia!
«Sabeis vós o que é a guerra,
«Essa hecatombe terrível
«De que fala todo o Mundo?
«É ver os homens, na terra,
«Em luta medonha, horrível,
«Num ódio torvo e profundo!
«Vai-se p´ra a guerra contente,
«Patriotismo exaltado
«Na fé baixa da vingança!
«Mas, regressa-se descrente,
«Cego, doido ou mutilado,
«Velho, até, se foi criança...
«Contra a guerra e contra tudo
«O que no mundo a consente!
Brada o professor por fim;
Mas o CHICO miúdo,
Uns quatro palmos de gente
Levantou-se e disse assim:
«Seja a Guerra obra do mal,
«Duro flagelo, não nego,
«Diga-se o que se disser...
«Se alguém quiser Portugal
«Fique mutilado ou cego
«Eu tenho de defender!
E o gesto desse rapaz,
Que oito séculos de História
Obrigavam a falar,
Mostrou bem do que é capaz
O Povo de maior Glória,
LIVRE NA TERRA E NO MAR
© Vítor Duarte Marceneiro in “Recordar Alfredo Marceneiro”
Alfredo Marceneiro - Os p(...)
publicado por Vítor Marceneiro às 2013-05-17 21:00:59
A primeira vez que Alfredo vai ouvir cantar o fado, em recinto adequado, foi na Rua do Poço dos Negros, no Beco dos Carrascos, onde actuavam conhecidos fadistas de então que, por serem gente de trabalho, cantavam por amor à arte. Os acompanhamentos musicais nessa época eram feitos ao piano, com bandolim, ou com guitarras.
Mas foi no «14» do Largo do Rato, antiga casa de jogo e que o dono transformou em «cabaret» quando os jogos de azar foram proibidos, que o jovem Alfredo começou a ser mais conhecido no meio fadista, sendo frequentemente convidado a cantar alguns «fadinhos», cujos versos ele mesmo improvisava. Outros versos que também cantava, letras de qualidade literária e poética muito fracas, eram adquiridos nos quiosques pelo preço de um vintém.
Aqui travou conhecimento com alguns dos poetas populares e grandes fadistas de nomeada daquela época, nomeadamente, o Britinho, estucador, o Soares, do Intendente, o Júlio Proença, estofador, o João Mulato, o Chico Viana, o Jorge, caldeireiro, o Fernando Teles e tantos outros, todos peritos de Fado, que não tardaram em ver no jovem Alfredo um verdadeiro fadista. Como manifestação desse reconhecimento começaram a dar-lhe algumas das suas criações poéticas para que ele as cantasse.
O fado era uma canção de revolta e/ou de amor. Era a história do operário que ficava sem uma perna, sem um braço, ou que era despedido e ficava na miséria, era a história da rapariga que vinha do campo e se perdia nas vielas, era a história do órfão abandonado. Era também a história do amor inflamado pela esperança ou pela desilusão.
É certo que havia letras de fados bastante «lamechas», mas Alfredo tinha a intuição natural de saber escolher de entre os melhores poemas que os poetas da altura escreviam, utilizando sempre o seu dom de bem-dizer e de correctamente dividir as orações gramaticais, o que decerto contribuiu, a par com o seu estilo musical, para a sua enorme popularidade.
As deambulações pelos retiros de Fado continuam e certo dia foi convidado para uma «patuscada» no Carioca da Trindade, mais conhecido por "Coimbra", situado no Largo da Abegoaria, hoje Largo Rafael Bordalo Pinheiro. Alfredo cantou e foi aplaudido com bastante entusiasmo, tendo havido alguém que, quando ele cantou o "Fado Dois Tons", com invulgar sentimento, não resistiu a ir abraçá-lo e, com os olhos rasos de lágrimas, apresentando-se, disse:
— Você não me conhece, mas de hoje em diante faço questão de ser seu amigo, pois comoveu-me profundamente ouvi-lo cantar. Chamo-me Manuel Rêgo, sou poeta, escrevo letras para fado e terei muito gosto em dar-lhe alguns dos meus poemas.
Assim começou uma amizade que durou anos, tendo Manuel Rêgo escrito para Alfredo Duarte alguns poemas para o seu repertório.
Quando Manuel Rêgo adoeceu, logo Alfredo, com outros elementos, lhe organizou uma festa de solidariedade, como homenagem ao poeta e amigo.
E num dia, que nunca mais esqueceu, disseram-lhe que o seu amigo Manuel Rêgo tinha falecido, vítima de uma «galopante». Sucumbido com a notícia, que lhe parecia inacreditável, Alfredo ficou de tal forma sentido que durante dois dias não saiu de casa.
Quando voltou à oficina, decidiu fazer uma cruz em madeira e foi ao cemitério colocá-la na campa onde jazia o amigo. Era uma homenagem singela, mas não a última pois continuou pela vida fora homenageando-o ao cantar os seus versos e, acima de tudo, mantendo-o bem vivo na sua memória, tal como vezes sem conta o referiu.
Eis o exemplo de um de fado, considerado patriótico, mas do género do que se escrevia após a primeira Grande Guerra Mundial.
" ASSOMO DA RAÇA "
Enquanto o Mundo, cobarde,
Precipita com rancor
Numa trágica odisseia,
Na escola, ao cair da tarde
O velhinho professor
Fala aos rapazes da aldeia!
«Sabeis vós o que é a guerra,
«Essa hecatombe terrível
«De que fala todo o Mundo?
«É ver os homens, na terra,
«Em luta medonha, horrível,
«Num ódio torvo e profundo!
«Vai-se p´ra a guerra contente,
«Patriotismo exaltado
«Na fé baixa da vingança!
«Mas, regressa-se descrente,
«Cego, doido ou mutilado,
«Velho, até, se foi criança...
«Contra a guerra e contra tudo
«O que no mundo a consente!
Brada o professor por fim;
Mas o CHICO miúdo,
Uns quatro palmos de gente
Levantou-se e disse assim:
«Seja a Guerra obra do mal,
«Duro flagelo, não nego,
«Diga-se o que se disser...
«Se alguém quiser Portugal
«Fique mutilado ou cego
«Eu tenho de defender!
E o gesto desse rapaz,
Que oito séculos de História
Obrigavam a falar,
Mostrou bem do que é capaz
O Povo de maior Glória,
LIVRE NA TERRA E NO MAR
© Vítor Duarte Marceneiro in “Recordar Alfredo Marceneiro”
PAREDES DE COURA - Território com Alma
4.º Arte em Peças - LEGO®(...)
publicado por Eduardo Daniel Cerqueira às 2013-05-17 16:47:40
“Arte em Peças® 2013 – LEGO® Fan Event”, no Centro Cultural de Paredes de Coura, de 1 a 10 de junho, com renovadas atrações
No ano em que uma das mais famosas marcas de brinquedos, a LEGO®, comemora os seus 81 anos de existência, a Comunidade 0937 organiza em colaboração com a Câmara Municipal de Paredes de Coura, de 1 a 10 de junho no Centro Cultural de Paredes de Coura, a exposição de construções com peças LEGO® “Arte em Peças®2013 - LEGO® Fan Event”. O evento realiza-se pelo quarto ano consecutivo e atrai milhares de visitantes a Paredes de Coura.
Adultos e crianças terão a oportunidade de observar uma ampla exposição composta por milhões de peças LEGO® que dão vida a centenas de construções originais dos mais variados temas desde cidade, castelo, piratas, faroeste, espaço, robótica, assim como outras construções gigantes, criadas por membros da Comunidade 0937 e por representantes de outros grupos internacionais (Brasil, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos da América e Noruega)
O público terá a oportunidade de participar em passatempos diversos (concurso de construções, concurso de fotografia, busca de objectos escondidos), de participar na construção de um enorme mosaico, de criar as suas próprias construções e brincar livremente com as milhares de peças que estarão disponíveis numa área reservada, a Playzone, tudo para que possam desfrutar de grandes momentos de diversão.
O programa contempla ainda uma sessão pública, no dia 8 de junho, com o LEGO Designer português Marcos Bessa que irá apresentar alguns dos seus novos conjuntos LEGO® e a apresentação em Portugal do livro “The Lego Adventure Book”, da autoria de Megan Rothrock com sessão de autógrafos, presente no evento entre os dias 7 a 10 de junho.
Destaca-se que estará patente durante a exposição o mais recente conjunto de robótica da LEGO®, o LEGO MINDSTORMS EV3, assim como construções originais utilizando este modelo que se encontrará apenas à venda ao público no próximo outono.
A espetacularidade das coloridas peças de plástico e a magia associada ao ato de criar construções que só dependem da imaginação, atrairão, certamente, públicos de diferentes gerações e de proveniência nacional e estrangeira, com destaque para os vizinhos espanhóis da zona da Galiza.
Localmente, várias instituições visitarão a exposição, designadamente os estabelecimentos de ensino, as creches e os lares de idosos, sendo este um evento pelo qual aguardam com ansiedade e já se tornou uma tradição da Vila de Paredes de Coura.
A afluência por parte do público tem sido cada vez maior e por este motivo a organização da iniciativa decidiu para este ano alongar o período de abertura da exposição, cuja entrada é gratuita e inaugurar a mesma num dia especial para todos, o Dia Mundial da Criança.
PAREDES DE COURA - Território com Alma
Vídeo da AltominhoTV - Sa(...)
publicado por Eduardo Daniel Cerqueira às 2013-05-17 16:46:05
"Bacalhau com Broa"
Reflexão: Reiki, uma filo(...)
publicado por Viktor às 2013-05-17 13:30:26
Caríssimos,
Cada Ser humano tem as suas aprendizagens, as suas vivencias e a sua filosofia de vida. A filosofia de vida de cada Ser é inicialmente incutida pelos pais, depois pela sociedade (religião, estado, continente) onde residimos, através do nosso ensino, através das nossas amizades, enfim, são enumeras as coisas que nos colocam na mente e nas quais nos “fazem” acreditar. Estas coisas acontecem a cada um de nós até atingirmos uma certa maturidade, ou seja, quando atingimos uma certa idade que nos permite pensarmos por nós mesmos, agirmos por nós mesmos, sermos autónomos.
Ao alcançar essa autonomia, podemos fazer as nossas reflexões interiores, organizar as nossas ideias na mente separando o trigo do joio e assim podermos escolher a filosofia de vida que queremos, consoante a nossa consciência (crenças, aprendizagens, etc…). Assim, podemos concluir que, cada ser humano tem uma filosofia de vida própria, pautada pelas coisas anteriormente mencionadas, bem como pela sua própria maneira de ser (essência).
Após esta breve introdução, vou agora abordar o tema do título deste texto. Para a maioria das pessoa, quando se fala sobre Reiki, associam esta palavra a “terapia alternativa/integrativa”, “terapia energética”, “terapias orientais” ou “terapia holística”, mas o Reiki é muito mais que isso. Numa formação de iniciação ao Reiki, um dos ensinamentos transmitidos ao formando são os 5 princípios do Reiki. Estes ensinamentos são de grande importância, pois são o fundamento básico da filosofia de vida Reikiana, os quais devem ser aplicados diariamente em todos actos praticados pelo Reikiano. Esta é a mudança mais significativa, de maior vulto, mais positiva que o iniciado pode obter através dessa aprendizagem, pois redescobrir o amor incondicional dentro do nosso Ser e aprender a aplicá-lo diariamente em todos os nossos actos, empreende em cada um de nós grandes mudanças. Ao permitirmos que a filosofia de vida do Reiki se impregne na nossa vida, temos consciência das grandes mudanças que nos provoca inicialmente e depois em todos aqueles que nos rodeiam, pois a inesgotável fonte criadora de vida (Amor), é algo que apenas trás benefícios para todos nós. São inúmeros os relatos que ouvimos sobre isso, e acreditem que quando ouço isso fico muito feliz, pois é sempre bom saber que mais alguém aderiu a essa filosofia de vida, tornando-se assim um “pólo” difusor de amor incondicional, paz, luz, harmonia e compaixão pelos seus semelhantes.
Termino deixando uma frase para vossa reflexão: “Persistir na raiva é como apanhar um pedaço de carvão quente com a intenção de o atirar a alguém. É sempre quem levanta a pedra que se queima.” Buda.
Saudações Holísticas
NAMASTÊ
Golo do Porto narrado na (...)
publicado por Rastr às 2013-05-16 19:48:22
PAREDES DE COURA - Território com Alma
Fotorreportagem das Comem(...)
publicado por Eduardo Daniel Cerqueira às 2013-05-16 14:01:57
Visita de D. Anacleto aos locais de culto da paróquia de Santa Maria de Paredes
Igreja Matriz de Paredes de Coura
Capela de Nossa Senhora das Neves no lugar de Santa
Igreja Matriz fotografada a partir do lugar de Santa
Capela de Nossa Senhora do Rosário no lugar de Lamamá
Capela de São Sebastião no lugar de Nogueira
Altar da capela de São Sebastião, outrora um dos altares pertencentes à antiga Igreja Matriz
publicado por Dinis Ponteira às 2013-05-16 11:27:30
publicado por Isa às 2013-05-16 11:08:39
PAREDES DE COURA - Território com Alma
Prova federada de carrinh(...)
publicado por Eduardo Daniel Cerqueira às 2013-05-16 10:30:16

26 de Maio de 2013
10:00 às 12:00 - Exposição dos carrinhos e verificações no Largo Hintze Ribeiro
14:30 / 18:00 - Provas (Descida da Rua Dr. Bernardino Machado e da Avenida de Cenon – 900 metros)
18:30 - Entrega de prémios e lembranças aos concorrentes
Organização: Município de Paredes de Coura
Colaboração: GNR, A.H. Bombeiros Voluntários de Paredes de Coura, e Federação Galega de Desportos de Inércia.
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Victor Viegas Costa - Hom(...)
publicado por Vítor Marceneiro às 2013-05-15 23:00:24
O nosso associadao Victor Viegas Costa, no dia do seu 75º aniversário quis dar aà sua prole, filhas, netos e genros uma sessão de fados para que sentissem, como ele sente, O FADO e a figura de ALFREDO MARCENEIRO.
O Video diz tudo, Viva o Fado, Viva Marceneiro e Viva o Victor Costa e todos os amantes do Fado.
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A Casa e o Leilão da Mari(...)
publicado por Vítor Marceneiro às 2013-05-15 19:25:30
A CASA DA MARIQUINHAS
Foram muitos os temas que Alfredo Marceneiro cantou, mas, de entre todos eles, houve um que teve grande êxito com versos da autoria do grande jornalista e poeta Silva Tavares e que foi, aliás, considerado o "ex-libris" das suas criações, " A Casa da Mariquinhas".
Todos os que o escutavam, eram unânimes em afirmar que os versos que Silva Tavares escreveu, quando cantados pelo Alfredo, "viam imagens reais". Marceneiro, numa ideia genial, decide demonstrar a todos que, também no seu ofício, é um mestre e na escala de 1/10 constroi em madeira a Casa da Mariquinhas, recriando todos os pormenores que são descritos nos versos do fado.
Alfredo Marceneiro canta
A Casa da Mariquinhas
"CASA DA MARIQUINHAS"
Vive com muitas amigas
Aquela de quem vos falo
E não há maior regalo
De vida de raparigas
É doida pelas cantigas
Como no campo a cigarra
Se canta o fado á guitarra
De comovida até chora
A casa alegre onde mora
É numa rua bizarra
É de aparência singela
Mas muito mal mobilada
No fundo não vale nada
O tudo da casa dela
No vão de cada janela
Sobre coluna, uma jarra
Colchas de chita com barra
Quadros de gosto magano
Em vez de ter um piano
Tem na sala uma guitarra
O tema " A Casa da Mariquinhas ", teve tal êxito, que levou outros poetas a se basearem nele, Linhares Barbosa, Carlos Conde e Dr. Lopes Victor, compondo outras versões igualmente cantadas por Marceneiro:
O poeta João Linhares Barbosa, escreveu:
Vítor Duarte Marceneiro canta
O Leilão da Mariquinhas
O LEILÃO DA MARIQUINHAS
Ninguém sabe dizer nada
Da famosa Mariquinhas
A casa foi leiloada
Venderam-lhe as tabuinhas
Ainda fresca e com gagé
Encontrei na Mouraria
A antiga Rosa Maria
E o Chico do Cachené
Fui-lhes falar, já se vê
E perguntei-lhes, de entrada
P´la Mariquinhas coitada?
Respondeu-me o Chico: e vê-la
Tenho querido saber dela
Ninguém sabe dizer nada.
Então o Chico apertado
Com perguntas, explicou-se
A vizinhança zangou-se
Fez um abaixo assinado,
Diziam que havia fado
Ali até de Madrugada
E a pobre foi intimada,
A sair, foi posta fora
E por more de uma penhora
A casa foi leiloada.
A Casa da Mariquinhas - O(...)
publicado por Vítor Marceneiro às 2013-05-15 19:06:29
A CASA DA MARIQUINHAS
Foram muitos os temas que Alfredo Marceneiro cantou, mas, de entre todos eles, houve um que teve grande êxito com versos da autoria do grande jornalista e poeta Silva Tavares e que foi, aliás, considerado o "ex-libris" das suas criações, " A Casa da Mariquinhas".
Todos os que o escutavam, eram unânimes em afirmar que os versos que Silva Tavares escreveu, quando cantados pelo Alfredo, "viam imagens reais". Marceneiro, numa ideia genial, decide demonstrar a todos que, também no seu ofício, é um mestre e na escala de 1/10 constroi em madeira a Casa da Mariquinhas, recriando todos os pormenores que são descritos nos versos do fado.
Alfredo Marceneiro canta
A Casa da Mariquinhas
"CASA DA MARIQUINHAS"
Vive com muitas amigas
Aquela de quem vos falo
E não há maior regalo
De vida de raparigas
É doida pelas cantigas
Como no campo a cigarra
Se canta o fado á guitarra
De comovida até chora
A casa alegre onde mora
É numa rua bizarra
É de aparência singela
Mas muito mal mobilada
No fundo não vale nada
O tudo da casa dela
No vão de cada janela
Sobre coluna, uma jarra
Colchas de chita com barra
Quadros de gosto magano
Em vez de ter um piano
Tem na sala uma guitarra
O tema " A Casa da Mariquinhas ", teve tal êxito, que levou outros poetas a se basearem nele, Linhares Barbosa, Carlos Conde e Dr. Lopes Victor, compondo outras versões igualmente cantadas por Marceneiro:
O poeta João Linhares Barbosa, escreveu:
Vítor Duarte Marceneiro canta
O Leilão da Mariquinhas
O LEILÃO DA MARIQUINHAS
Ninguém sabe dizer nada
Da famosa Mariquinhas
A casa foi leiloada
Venderam-lhe as tabuinhas
Ainda fresca e com gagé
Encontrei na Mouraria
A antiga Rosa Maria
E o Chico do Cachené
Fui-lhes falar, já se vê
E perguntei-lhes, de entrada
P´la Mariquinhas coitada?
Respondeu-me o Chico: e vê-la
Tenho querido saber dela
Ninguém sabe dizer nada.
Então o Chico apertado
Com perguntas, explicou-se
A vizinhança zangou-se
Fez um abaixo assinado,
Diziam que havia fado
Ali até de Madrugada
E a pobre foi intimada,
A sair, foi posta fora
E por more de uma penhora
A casa foi leiloada.
publicado por Isa às 2013-05-15 09:54:02
PAREDES DE COURA - Território com Alma
Festa em honra do Divino (...)
publicado por Eduardo Daniel Cerqueira às 2013-05-14 14:24:59
Cerimónias festivas em honra da terceira pessoa da Santíssima Trindade, promovidas pela Real Confraria do Divino Espírito Santo
Templo do Divino Espírito Santo - Vila de Paredes de Coura
Sábado, dia 18 de Maio
10:00 - Missa por todos os irmãos vivos e falecidos da Confraria
Domingo (de Pentecostes), dia 19 de Maio
11:00 – Missa solenizada pelo grupo coral paroquial de Santa Maria de Paredes
16:00 - Recitação do terço, seguida de procissão (Ruas Tenente-Coronel Cunha Brandão, Dr. Albano Barreiros, Conselheiro Miguel Dantas e Heróis do Ultramar, e regresso à Capela do Divino Espírito Santo).
PAREDES DE COURA - Território com Alma
publicado por Eduardo Daniel Cerqueira às 2013-05-14 14:12:52
1.º Passeio Equestre
ADASPACO - Dadores de Sangue de Paredes de Coura
19 de Maio de 2013
Programa
Inscrições:
Inscrições até 17 de Maio
Para mais informações/esclarecimentos:
CASA DO DADOR-SEDE SOCIAL DA ADASPACO
Avenida Cónego Dr. Bernardo Chouzal, n.º 37
4940-520 Paredes de Coura
Telefone: 251783641
964844679
PAREDES DE COURA - Território com Alma
Vídeo da AltominhoTV - IV(...)
publicado por Eduardo Daniel Cerqueira às 2013-05-14 13:15:37
PAREDES DE COURA - Território com Alma
Visitas Pastorais - Maio (...)
publicado por Eduardo Daniel Cerqueira às 2013-05-14 13:11:28

D. Anacleto Oliveira
Bispo da Diocese de Viana do Castelo



publicado por Viktor às 2013-05-14 00:24:53
Caríssimos,
Ao longo da nossa vida vamos encontrando variados obstáculos, uns surgem com o tempo, outros colocados por terceiros e ainda há aqueles que surgem colocados por nós mesmos. A vida é mesmo assim, e são esses “obstáculos” que nos fazem crescer e amadurecer, fazendo de nós aquilo que somos.
As armadilhas que surgem no caminho de cada um, podem ser das mais variadas formas e surgir dos mais variados locais, pois parece que o ser humano é uma “peça” de um jogo de poder. Esses jogos, para “infelicidade colectiva” da humanidade, verifico que a inteligência humana é usada maioritariamente com o intuito de ludibriar os mais incautos. Alerto-os que os piores embustes contra o ser humano, são aqueles que são executados sobre o plano mental, ao nível psicológico, tais como falsas crenças, dogmas, falsas verdades, entre muitas outras coisas. Pensem no seguinte: Quem age com amor em todos os seus actos pode entrar nestes jogos de poder? Certamente sabe que tal é impossível, pois quem age com amor partilha, esclarece e ajuda o seu semelhante, sem esperar benefícios económicos, pois observa o “outro” como um ser igual a si mesmo.
Ouve-se falar de evolução científica, evolução da espécie, evolução de gerações, evolução de consciência e de tantas outras coisas mas, na generalidade vemos que anda mais de metade da humanidade a tentar enganar a “restante” humanidade. Ao longo da nossa vida todos nós temos momentos nos quais nos encontramos mais em baixo, momentos em que estamos mais vulneráveis, psicologicamente abatidos, com falta de auto-estima e nesses momentos temos uma certa “mania” de procurar fora (ou nos outros) uma saída ou orientação que nos “sirva” para ultrapassarmos aquele momento difícil. É nessas alturas que o nosso Ser se encontra mais vulnerável àqueles, que por artimanha (gestos, palavras, textos, etc…) tentam vender gato por lebre, e devido ao nosso estado débil, acabamos por cair na “esparrela” ou “conto do vigário”. Para o seu bem-estar, se estiver num momento menos bom procure as respostas dentro de si mesmo e/ou peça auxílio apenas a alguém que o(a) saiba ouvir, compreenda e que sobretudo não seja alguém que aborde logo as questões monetárias sobretudo quando se tratam de valores algo avultados, pois quem ajuda por bem e com amor incondicional sente que o bem-estar do paciente vale mais do que um determinado valor monetário.
Termino deixando um alerta, dizendo que independentemente de como se sente (mais ou menos bem) paute-se sempre com a sua consciência não aceitando como 100% verdadeiro tudo aquilo que lhe dizem, analisando tudo em consciência e aceitando apenas aquilo que tem sentido para si mesmo.
Saudações Holísticas
NAMASTÊ
ALFREDO MARCENEIRO - As C(...)
publicado por Vítor Marceneiro às 2013-05-13 18:46:25
As cegadas eram a maior diversão popular da época e até meados de 1926 constituíram a febre máxima da gente humilde
Em 1908, com dezassete anos, consegue almejar o seu grande sonho: sair numa cegada.
O papel que lhe é dado não é de grande destaque, pois os principais personagens são entregues aos mais experientes.
Como nas cegadas não era permitido a actuação de mulheres, este seu primeiro papel é de "travesti". Esta cegada foi adaptada de um filme mudo com o título " O Duque de Guise", pelo poeta popular Henrique Lajeosa, fazendo Alfredo o papel de amante do Duque.
Noutras cegadas entrou, mas a que mais o celebrizou, na época foi da autoria do grande poeta popular Henrique Rêgo, intitulada "Luz e Sapiência", que tinha como conceito poético um despique entre dois personagens: um Toureiro e um poeta — dois tipos diferentes de arte —, em que o poeta compara o matador de touros a um simples magarefe. No papel do poeta, Alfredo atingiu grande êxito, emocionando todos quantos o ouviram. É de realçar que, até ao fim dos seus dias, Alfredo Duarte ainda era capaz de recitar, não só todo o seu papel nesta cegada, como o dos outros intervenientes.
Alfredo teve sempre o gosto pela arte de representar e gostaria de ter sido actor profissional, mas a vida reservou-lhe outro destino. No entanto, ainda chegou a pisar um palco de teatro, só que ligado ao Fado, através da sua participação na opereta "História do Fado", que teve lugar no Coliseu dos Recreios, contracenando com Beatriz Costa e Vasco Santana.
© Vítor Duarte Marceneiro in “Recordar Alfredo Marceneiro”
http://patriarca-do-fado.blogs.sapo.pt
ALFREDO MARCENEIRO - As C(...)
publicado por Vítor Marceneiro às 2013-05-13 18:00:42
As cegadas eram a maior diversão popular da época e até meados de 1926 constituíram a febre máxima da gente humilde
Em 1908, com dezassete anos, consegue almejar o seu grande sonho: sair numa cegada.
O papel que lhe é dado não é de grande destaque, pois os principais personagens são entregues aos mais experientes.
Como nas cegadas não era permitido a actuação de mulheres, este seu primeiro papel é de "travesti". Esta cegada foi adaptada de um filme mudo com o título " O Duque de Guise", pelo poeta popular Henrique Lajeosa, fazendo Alfredo o papel de amante do Duque.
Noutras cegadas entrou, mas a que mais o celebrizou, na época foi da autoria do grande poeta popular Henrique Rêgo, intitulada "Luz e Sapiência", que tinha como conceito poético um despique entre dois personagens: um Toureiro e um poeta — dois tipos diferentes de arte —, em que o poeta compara o matador de touros a um simples magarefe. No papel do poeta, Alfredo atingiu grande êxito, emocionando todos quantos o ouviram. É de realçar que, até ao fim dos seus dias, Alfredo Duarte ainda era capaz de recitar, não só todo o seu papel nesta cegada, como o dos outros intervenientes.
Alfredo teve sempre o gosto pela arte de representar e gostaria de ter sido actor profissional, mas a vida reservou-lhe outro destino. No entanto, ainda chegou a pisar um palco de teatro, só que ligado ao Fado, através da sua participação na opereta "História do Fado", que teve lugar no Coliseu dos Recreios, contracenando com Beatriz Costa e Vasco Santana.
© Vítor Duarte Marceneiro in “Recordar Alfredo Marceneiro”
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PEREGRINAÇÃO DIOCESANA DO(...)
publicado por Eduardo Daniel Cerqueira às 2013-05-13 09:08:56

Peregrinação Diocesana dos Frágeis
Santuário de Nossa Senhora da Pena, em Mozelos
Sábado – 25 de Maio de 2013
“Com Maria peregrinando pelos caminhos da fragilidade”
PAREDES DE COURA - Território com Alma
Festa da Família 2013 em (...)
publicado por Eduardo Daniel Cerqueira às 2013-05-13 00:55:46
PAREDES DE COURA - Território com Alma
Vídeo da AltominhoTV - Sa(...)
publicado por Eduardo Daniel Cerqueira às 2013-05-13 00:07:10
PAREDES DE COURA - Território com Alma
publicado por Eduardo Daniel Cerqueira às 2013-05-12 11:06:09
PAREDES DE COURA - Território com Alma
publicado por Eduardo Daniel Cerqueira às 2013-05-12 09:00:19

Adriano Bento Lopes nasceu no Lugar dos Tojais, freguesia de Padornelo em 20 de Abril de 1870, e faleceu em 22 de Janeiro de 1926 na emblemática Casa da Boavista, sua propriedade, na Vila. Foi emigrante de sucesso em terras brasileiras, e auxiliou por diversas vezes as instituições religiosas e de apoio social de Paredes de Coura. Entre os cargos de maior relevância que exerceu, destacamos o de Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Paredes de Coura e o de vereador do Senado Municipal, sendo também um dos fundadores da Empresa de Transportes Courense. Adriano Bento Lopes era casado com Filomena Ribeiro de Oliveira Lopes, natural da freguesia de Paredes (Vila), e falecida em 24 de Julho de 1962 na Casa da Boavista.

