publicado por Miguel Marujo às 2013-05-22 04:50:13
perfil público

Nome
Guita
Data Nascimento
23-12-1980
Sexo
F
Localidade
Algures por Portugal
publicado por Miguel Marujo às 2013-05-22 04:50:13
publicado por Miguel Marujo às 2013-05-22 04:48:35
Emily Ratajkowski (e...)
em Robin Thicke ft. Pharrell and TI "Blurred Lines" from diane martel
dado por Sara Belo
Um bolo que faz qualquer (...)
publicado por Moira às 2013-05-22 00:10:58
Desta vez e na sequência da minha colaboração com o substituto de sal Bonsalt trago-vos um bolo que faz qualquer um feliz, desde que goste de chocolate, é claro. E porque um dia não são dias, um aniversário é sempre um bom pretexto para se fazer um bolo especial.
A receita foi ligeiramente adaptada de um livro já bastante antigo de uma conhecida marca de adoçantes e realizada, a pedido, para o aniversário de duas grandes amigas minhas, mãe e filha que fazem anos no mesmo dia.
Bolo Mousse de Chocolate
Ingredientes:
Para a Massa
Para a decoração
Preparação do Bolo:
Bater as gemas com o açúcar até dobrar o volume e adicionar a farinha, mexendo apenas para envolver.
Derreter o chocolate partido em pedacinhos com a manteiga, 1 minuto no micro-ondas na potência máxima, mexer com uma vara de arames e se necessário colocar mais 10 segundos, mexer até o chocolate estar todo derretido.
Adicionar o chocolate derretido às gemas.
Bater as claras em castelo com uma pitada de Bonsalt e envolvê-las com uma espátula no preparado anterior.
Levar ao forno quente em forma untada e polvilhada com cacau.
Deixar arrefecer um pouco e desenformar.
Deixar arrefecer completamente antes de decorar.
Preparação da cobertura e decoração:
Derreter o chocolate, 1 minuto no microondas, juntar o café, mexer para envolver e verter apenas no centro do bolo, espalhando ligeiramente com as costas de uma colher.
Pôr framboesas a toda a volta do bolo, colocar as restantes espalhadas por cima do bolo e decorar com as folhinhas de hortelã.
publicado por Miguel Marujo às 2013-05-22 00:03:52
publicado por Jorge Soares às 2013-05-21 22:30:00
Raquel Varela perdeu uma (...)
publicado por Jorge Soares às 2013-05-21 21:29:10
Coisas de pouca amizade e(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-21 20:18:44
Sabes aquela tanga do "não me dizes nada, também não vou dizer"? Não tenho paciência. Sério. Eu sou muito directa ao assunto, se quero falar, falo. Se tiver saudades, digo olá. Se tiver algo para perguntar, pergunto. Isto, se estiver a falar de amigos, sem problemas pelo meio. E acho que tem de ser assim. Detesto aquela parvoíce do "não disseste nada, também não disse". Bora deixar essas coisas para os namorados ou assim? Nem isso, ninguém tem mais paciência para isso. Se queres ligar, liga. Orgulho dentro de uma amizade? Sério? Medo de mostrar que estás interessada? Qual é o problema? Não vejo.
Se há coisa que detesto é que tirem conclusões dos meus pensamentos sem antes falarem comigo e ajam conforme elas. As conclusões, claro.
O fio de Ariadne, Zilda Cardoso
publicado por Zilda Cardoso às 2013-05-21 20:08:53
Muitos acontecimentos nos surpreenderam recentemente: uns de grande importância para a comunidade, outros de menos. Mas todos, todos têm tanto de ridículo como de amargo.
Falamos de coisas sérias como austeridade, falta de emprego jovem, recessão económica, disciplina orçamental, endividamento…
Mas a forma como se processa o debate público sobre estes temas, a discussão sobre essas questões é confrangedora. Ou antes não existe discussão nenhuma.
Porque, entretanto, andamos a brincar às casinhas, aos governos, às presidências, aos conselhos de estado, às manifestações de rua e caseiras e a outras.
E do que falamos é de ninharias, de mesquinhices, de erros de gramática e de falas ingénuas e imprevidentes.
Estaremos de facto a viver uma democracia?
O artigo de João Miguel Tavares, do Público, de hoje dá umas estocadas certeiras num dos últimos acontecimentos mais tristemente apalhaçados de que temos conhecimento. Houve muitos.
Falou da originalidade daquela fantochada, é certo, e da oportunidade, só por isso, de a publicar. Mas o que acrescenta é bem mais importante – é o “tratamento dado aos assuntos políticos e económicos” pelos jornalistas como resumido a “protestos mais ou menos coloridos e de pequena intriga.”
O que relata, é um caso que teria pouco a ver com aquilo de que nos queixamos, de que falamos sem termo, se não fosse, em última análise, sobre finanças. Era a apresentação de um livro pelo ministro das Finanças, um livro que fala de oito séculos de loucura financeira e é de autores de renome.
Por favor, era a apresentação de um texto que pelo seu objecto podia ter dado lugar a um debate inteligente com a pessoa responsável pela forma como o tema, as finanças, está a ser tratado na realidade, aqui e agora!
Podia ter dado, se bem que se tratasse de um livro de que ele não é autor e de cujo conteúdo pode discordar. Não ficamos a saber nada porque se tratou de não deixar dizer, fosse o que fosse.
Era o sentido do rir às gargalhadas no momento em que o apresentador falava seriamente do que nos devia interessar. Compreendo que era esse o objectivo do protesto: não haver sentido nenhum e por isso chamar a atenção.
Não houve curiosidade em saber o que é chamado obra fundamental, agora traduzida para a nossa língua.
O que acho mais triste neste e noutros acontecimentos que ultimamente testemunhámos e de que temos verdadeira erudição ( já que nos são repetidos até à saciedade pelos jornais escritos ou falados durante dias, a todas as horas do dia, todos especializados em sensacionalismo), é que se trata de pessoas que elegemos ou que escolhemos para os altos cargos que ocupam e, por isso, devíamos respeitá-los enquanto os estivessem a desempenhar. Esta é uma das razões por que nos devíamos envergonhar: não prezámos as nossas próprias decisões.
De resto, há que respeitar qualquer ser humano como criatura com uma dignidade igual à nossa, ou não?
Por outro lado, tal como acentua JMT, não ficamos a saber nada da análise que é feita no livro sobre a louca economia do nosso tempo, sabedoria que nos parece imprescindível. Apenas conhecemos o fait-divers comunicado.
E temos o direito de desperdiçar análises possivelmente perspicazes contra o favorecimento de protestos ineficazes e grosseiros que não nos esclarecem nem trazem nada por que pareça valer a pena lutar?
publicado por Jorge Soares às 2013-05-21 19:57:04
Provavelmente o post (pes(...)
publicado por Gaja às 2013-05-21 15:36:25
Muito se tem falado nos últimos dias acerca da adopção por casais homossexuais. Eis senão quando me deparo com um post (isto para quem o quiser ler na íntegra) de uma jornalista do Diário Económico de seu nome Maria Teixeira Alves.
Deixo apenas algumas pérolas:
Quero também dizer que quando as pessoas dão crianças a homossexuais, estão a dar-lhe dois pais ou duas mães e não estão a pensar nas crianças abandonadas, que têm o direito de ter uns pais substitutos o mais semelhante possível com a família biológica.
E quando me vêm com aquele argumento falso de que é melhor as crianças serem adoptadas por homossexuais do que estar em instituições eu pergunto. Porquê? Porquê é que a instituição é o pior que pode acontecer à criança? São maltratados lá? As instituições maltratam as crianças? Não cuidam delas? É diferente de uma família normal? É. Mas também os pais homossexuais são diferentes de uma família normal.
Pelo menos nas instituições não correm o risco de chegarem a adolescência e serem seduzidos pelos pais.
(Nesta frase confesso que me perdi e tive de reler umas 3 vezes para ver se aquilo estava mesmo escrito)
Portanto, cara Maria Teixeira Alves, acho que precisamos de esclarecer alguns pontos de vista.
Em primeiro lugar sugiro um exercício, o de estabelecer o conceito de família normal. Sim, vamos a isso, o que será uma família normal?
Vamos levar isto ao extremo da perfeição, boa? O de visualizar um pai com 1,80m, gestor de uma empresa de sucesso, um tipo porreiro que vai jogar ténis aos fins de semana e no final da tarde ainda tem tempo de levar os putos ao cinema. A mãe, uma estampa. Um caso de sucesso no mundo da decoração. Tão perfeita que chega a meter nojo. Sempre cheirosa na hora de deitar os seus meninos nos seus berços de 1300€ (fora os 200€ gastos em tecidos estampados)
Será isto? Secalhar é.
Vamos então negar a adopção por parte de casais gordos. Boa? Que chatice...duas baleias a irem buscar os miúdos à creche. Até parece mal, ocupariam logo na totalidade o hall de entrada impedindo as "famílias normais" de caberem no mesmo.
Vamos seguir esta ordem de ideias e impedir um preto de adoptar uma menina loira. Que horror!! A menina iria ser gozada toda a vida!!
E um paraplégico? Nem pensar! Depois não poderia correr com os filhos!E uma mulher a dias? Credo! E depois na hora de dizer a profissão da mãe na sala de aula, onde todos iriam ouvir!
Continuamos? Tenho mais exemplos. Não tenho é o dia todo.
Perguntei-me ao ler o seu post, que tipo de pais você teria. Que tipo de valores lhe transmitiram (alguns estão à vista). Que tipo de amor recebeu, Maria? Recebeu? Que tipo de família seria a sua. Normal?
Perguntei-me igualmente se teria filhos, Maria. Tem? Eu tenho, um.
Comecei a imaginar um cenário, que nestas coisas é sempre bom enfiar a cabeça na gola da camisola, da nossa, e olhar bem cá para dentro, dizia eu, imaginei um cenário, o do meu desaparecimento, o do meu marido, o da família mais próxima. Todos!
E vi o meu filho sozinho. Posso jurar que visualizei um deserto....só areia, tons amarelados, algum vento. E ele ali no meio. Sozinho.
No meu imaginário tinha duas opções: o de o ver partir em direcção a uma instituição de acolhimento ou em direcção de um casal homossexual. Não demorei muito a decidir e deixei a instituição de parte. Isto porque as instituições,em parte, fazem-me sempre lembrar as creches, onde é sempre muito giro estar lá umas horas mas não há nada que pague os olhos de alegria de uma criança ao ver quem a vai buscar ao fim da tarde.
Talvez seja isso que lhe faça falta, Maria Teixeira Alves. Ver, mas ver bem, os olhos de uma criança.
publicado por Henrique Monteiro às 2013-05-21 15:00:28
Cisma grisalho na rua: “T(...)
publicado por Miguel Marujo às 2013-05-21 13:48:58
[a ditadura do espaço - entenda-se: o espaço finito no papel impossibilita muitas vezes que os textos possam sair como os escrevemos originalmente, o que não acontece na imensidão da net - ditou que a minha reportagem de ontem, nos jardins em frente do Palácio de Belém, numa ação de protesto durante o Conselho de Estado, se resumisse hoje no DN a um parágrafo longo; recupero aqui o texto original, como já outras vezes o fiz.]
O cisma grisalho já está na rua. Paulo Portas, que o temia há 15 dias, está em Caracas e não o viu ontem às portas do Palácio de Belém. Como não o viram o Presidente da República e os 19 conselheiros, mantidos à distância de uma avenida atravessada por carros e autocarros e carrinhas da polícia e um gradeamento que colocava a ação de protesto do movimento “Que se lixe a troika!” a meio do jardim da Praça Afonso de Albuquerque.
São mais os velhos que se juntam aos protestos - como também neste, convocado na página de facebook do movimento, que já a 2 de março tinha visto a sua manifestação em 40 cidades portuguesas com muitos pensionistas e reformados. “Um governo que não respeita os seus velhos não é digno do respeito da sociedade”, resumia um cartaz da APRE! - Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados. “Está-se a pôr em causa a sustentabilidade demográfica”, completava ao DN Nuno Ramos de Almeida, do movimento “Que se lixe a troika!”, recuperando o número dos que emigraram, sobretudo jovens – “e muitos também iam às manifestações”.
O propósito desta “ação de pessoas” – escassas centenas, que foram crescendo no final da tarde – passou por “não deixar passar em claro a reunião do Conselho de Estado”, disse o responsável. Que sublinharia que “não há nenhum cenário pós-troika”, o tema da reunião, “que não passe por eleições”. Os manifestantes repetiam a ideia: “Está na hora do governo ir embora.” A alternativa política tem de existir, insistiu Ramos de Almeida, porque “na terra já todos perceberam que a troika é uma merda” porque o Governo “não cumpre nenhuma previsão nem estimativa”.
Pelos jardins em frente ao palácio passaram representantes do PCP e do Bloco de Esquerda alinhados no pedido de demissão do Governo. Já o movimento recolheu assinaturas para uma “moção de censura popular” ao executivo, a entregar a Cavaco Silva e ao Parlamento. E publicitaram a manifestação internacional de 1 de junho, que em Lisboa passará à porta do FMI.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-21 13:23:45
A verdade é dita em dias como o de hoje.
A paciência tem limites. Tenho mais paciência actualmente que no passado. Com os colegas, com os amigos, com o amor, família. Repetir as coisas duzentas vezes, ao longo de vários anos não é papinha fácil. A saliva não se gasta mas incomoda. A questão está, será que ninguém nos ouve? Somos seres ignorados eternamente? Só pode.
Trabalhar num lugar onde as pessoas questionam as mesmas coisas diariamente ao longo de vários meses dá cabo da cabeça mais saudável. Juro. E se isso não acontecer, a forma como olhas para essas pessoas começa no auge mas começa a diminuir no respeito. Se é que me entendes. Explicando melhor, se alguém não ouve com atenção as tuas palavras com certeza que vais ter menos vontade de falar.
E chateia.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-21 13:22:56
No outro dia, uma rapariga que conheço passou por mim. Notei que já longe, ela fez questão de olhar para o lado mas como eu e a minha companhia demos nas vistas, ela tem obrigatoriamente de nos cumprimentar. Fez um sorriso forçado, pior que o sorriso da funcionária do texto abaixo. Juro. Já estive várias vezes com essa rapariga e nunca nos demos lindamente mas também nunca nos odiámos. O normal. Achei a atitude tão estúpida. Ninguém é obrigado a cumprimentar seja quem for. Não existe uma lei para tal. E se for para fazer, que seja bem feito. Tipo, não te armes em estrela. O melhor truque seria levantares voo ou desapareceres debaixo da terra mas, vá, dizer um “olá” não custa assim tanto, ou custa?
publicado por Activestresss às 2013-05-21 13:09:43
Tenho medo... muito medo!
Antes do grande abalo na minha vida eu não tinha medo de nada... ou seja, tinha medo de perder os meus Pais, mas essa possibilidade estava tão afastada na minha mente que quase não sentia medo.
Depois... bem depois percebi que embora tenhamos a ideia de que somos donos de nós próprios, não estamos imunes a nada... de repente, acontece um adeus, uma partida, um acidente, algo que muda a nossa perspectiva de vida.
Perder a Mónica foi muito mais do que perder uma Filha... foi perceber que sou uma mera imortal, rodeada de gente igualmente imortal... foi perceber que por muito que se lute a batalha pode ser perdida e que apesar de termos gente que nos ama, nada nem ninguém pode fazer seja o que for para travar...
Perder a Mónica foi perceber que sou um fantoche desta vida... que não se trata de querer muito...
Antes, a palavra Lutar tinha sentido, pois dava-me a falsa sensação que era eu que decidia a minha vida... depois, entendi que não era bem assim!
Viver 32 anos a pensar que sou dona da minha vida e num segundo perceber o quanto estava enganada é um choque brutal... daqueles que deixam feridas abertas para sempre...
No dia 4 de Janeiro de 2006 conheci o Medo... aquele Medo real... e esse sentimento ficou...
Conheci também a Culpa.... aquela sensação de poder ter feito algo que mudasse todo o rumo da história...
Viver com o Medo e com a Culpa é brutal... é estar sempre com a sensação de que basta agirmos num segundo incorrectamente para tudo mudar... a nossa vida, o nosso "eu".
A Agência onde trabalhava com afinco, um local que me dava a sensação de estar segura, fechou em Novembro de 2011... e aí voltou a sensação de Medo e até de Culpa... de frustação, afinal mais uma vez a palavra Lutar deixou de ter todo o seu sentido...
Arranjei emprego logo a seguir... um emprego que não tem nada a haver comigo, um local fechado, com pessoas fechadas, com idades avançadas... tão diferente da agência. Um local onde a minha pessoa era desvalorizada onde eu era somente um número. 1 ano e meio foi bastante para me ir abaixo... afinal tinha um emprego, era paga, coisa que hoje em dia existe tanta a gente a implorar... e eu ali, a rogar pragas por aquilo que o universo me tinha propocionado... voltou a Culpa.
Há mais de 1 ano que vejo a minha Mãe a definhar... e não consigo fazer nada... a sensação de impotência é enorme.
Olho para ela e verifico que o brilho dos seus olhos perdeu-se... a força enorme, que tantas vezes me impulsionou, está a perder-se...
Está internada desde hoje de manhã, cheia do tal Medo... eu e o meu Pai perdidos, no meio desta impotência de ver quem amamos a perder o brilho... o nosso Pilar!
Fiquei em casa... não fui nem vou hoje ao Hospital... fugi somente... não quero que eles me vejam neste estado, afinal eu sou a Sandra, aquela que tem força para tudo...
Confesso que, a escrever isto, estou finalmente a chorar... coisa que já não fazia desde a partida da Alzira... julgava que já tinha gasto todas as lágrimas, que perdido a capacidade de chorar...
Tenho Medo... sinto-me sozinha e pela 1ª vez na vida sem a capacidade de Lutar, só porque descobri, nestes últimos anos, que Lutar não chega...
Preciso de um abraço, preciso que me digam que vai correr tudo bem, que é natural que tenha Medo... preciso de desnudar tudo o que me vai na alma... como o fiz aqui e agora...
http://riscos_e_rabiscos.blogs.sapo.pt
publicado por Miss Pepper às 2013-05-21 11:23:48
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-21 09:52:21
Duas coisas.
Na hora de pagar as compras, o cartão dizia “Não Autorizado”. Toda a gente sabe que quer dizer “Não tens dinheiro” mas insistem “Passe Outra Vez” enquanto a cara fica vermelha que nem um pimento. Eu sabia que tinha dinheiro. “Deixe-me ir espreitar ali ao multibanco. Fiz o pessoal da fila arrastar as compras à outra caixa. Fiz a funcionária da caixa fazer um sorriso amarelo como o sol. O meu pimento da cara passou a pimentão. O cartão foi engolido. Felizmente tinha guardado na carteira o cartão novo. Assunto resolvido. Pude levar os frangos para casa.
Fui ao café, queria lanchar e aproveitar o sol. Em vez de ir ao café que tem o melhor pão da zona, fui a outro que costumo ir quando saio à noite. Sentei-me, pedi, trouxeram-me uma sandes com pão do dia anterior, rijo, mau. Comi e bebi e um chá frio. Decidiram fazer limpezas com produtos fortes, comecei a pingar do nariz. Li o Miguel Esteves Cardoso com pingos a escorrer pela cara, felizmente não sujei o livro.
publicado por Henrique Monteiro às 2013-05-21 05:02:55
publicado por Miguel Marujo às 2013-05-21 00:00:43
Adopção: de novo as crian(...)
publicado por Jorge Soares às 2013-05-20 22:55:16

Alguém me deixou o seguinte comentário neste post do Nós adoptamos
"Aprecio que tenha corrido tudo bem ao autor do blog, no entanto comigo não se passou assim...
Recebi dois irmãos de braços abertos para quem preparei tudo e dediquei muito tempo da minha vida á espera.
No entanto um dos irmãos (menina de 9 anos), cujo passado não era dos melhores e eu até já sabia, pois tinha suspeitas de abusos sexuais por parte dos pais), revelo-se se ainda pior.
Com o tempo soube que a menina não só tinha sido abusada pelo pai mas também pelo tio, ( com a indiferença dos pais), pois também soube que a sua irmã mais velha que vivia com a avó era filha do avô.
Isto tudo descobri á posteriorí, pois quando me foi apresentado o processo só me disseram que havia suspeitas, (no entanto estava tudo nos registos do tribunal que mais tarde tive acesso).
Acontece que a menina que esteve numa instituição cercade dois anos não teve qualquer apoio psicológico e que a sua preparação para a nova família foi apenas a psicóloga dizer-lhe que não precisava gostar dos pais novos tinha só de pensar que ia receber muitas prendas.
Escusado será dizer que a menina nunca gostou de nós e que desde que entrou na nossa casa só pedia que lhe dessemos tudo e fazia exigências tendo tornado-se até um bocadinho mal educada e pedindo coisas com alguma soberba.
Pois a resposta da segurança social foi que tinhamos que colocar a menina em apoio psicológico e psicoterapia.
Agora pergunto-me, sabendo a instituição de tudo isto e recebendo os subsidios do estado que como sabemos não são poucos, não deveria ter sido esta a colocar a criança em psicoterapia.... será legitimo pedir aos candidatos em pré-adoção que se querem ter uma menina que goste deles terão de lhe pagar sessões de psicoterapia...
Digo-lhe que estou prestes a devolver a menina pois esta de dia para dia vai estando pior, e como não lhe damos a prendas prometidas pela psicologa da instituição cada dia nos trata pior e como seus criados. ainda não a devolvemos só por causa da irmã mais nova que se adaptou bem a nós e que está muito bem integrada, e que sabemos que iremos perder se entregar-mos a mais velha.... e neste caso a culpa é de quêm? dos pais que esperam pelo menos uma criança que os trate bem e que não parta televisões de propósito e depois ainda se ria?
Será que as nossas instituições estão a funcionar devidamente ou só se interessam mesmo com os subsidios não se preocupando nada com as crianças que albergam nem as avaliando devidamente nem preparando para ter uma familia?
Antes de descriminar-mos quem devolve crianças deveremos pensar mesmo nas razões..... e não nos podemos esquecer que também existem crianças crueis e algo más."
Deixe lá ver se eu percebi:
Se tivesse sabido dos abusos sexuais não tinha aceite a criança, é isso? Ou seja, para a criança o facto de ter passado por uma experiência traumática como essa, torna-se um castigo, um motivo para ser retirada à família e um motivo para não voltar a ter família, é isso?
É evidente que também acho que a criança deveria ter sido acompanhada durante a institucionalização, mas isso não pode ser motivo nem para não ser adoptada nem para ser devolvida.
Repare, é de uma criança de 9 anos que estamos a falar, a senhora é uma adulta não é ela que tem que se esforçar para lhe agradar, é a senhora que se tem que esforçar para a conseguir cativar.
Não podemos exigir a uma criança de 9 anos que sofreu de maus tratos e abandono que não tenha problemas, nós adultos é que temos que aprender a amar essa criança apesar dos seus problemas.
Diz que a menina nunca gostou de si, e a senhora, dispôs-se a gostar dela apesar dos problemas?
Eu tenho dois filhos que estão a entrar na adolescência, naquela fase em que se acham donos do mundo e da verdade, há dias em que perco a paciência e já não sei que fazer, um é adoptado e hiperactivo, a outra é biológica e cheia de personalidade, há dias em que me sinto mesmo farto, em que também acho que eles são uns mal agradecidos e que não dão valor à família e ao esforço que fazemos por eles, acha que também os devo devolver?
Eu já disse isto e volto a dizer, não há motivo nenhum para se devolver uma criança, e quando isso acontece a culpa NUNCA é da criança, é sempre de quem a devolve e da equipa da segurança social que a entregou a quem não devia
Devolver uma criança é desistir de ser pai, é abandonar de novo e maltratar alguém que já foi abandonado e/ou maltratado, é dizer à criança que ela não serve para ser amada... e não há criança nenhuma que não mereça ser amada, há é pessoas que não sabem amar.
Eu sei que todos nós sonhamos com ter os filhos perfeitos, sei que muita gente que se propõe a adoptar idealiza os filhos perfeitos, amorosos e agradecidos porque alguém os aceitou, mas sabe uma coisa?, isso não existe.
Não há crianças perfeitas, e não as há entre as adoptadas ou entre as biológicas, cada criança é uma criança e cada caso é um caso, mas os adultos somos nós..e somos nós que temos que aprender a viver com os nossos filhos.
Se quer o filho perfeito, o melhor é desistir de tentar ter filhos
Jorge Soares
E como a Activestresss nã(...)
publicado por Activestresss às 2013-05-20 21:00:46
... foi apanhada pelo cano!
Ah poizé...
A Gaja, dona deste boteco, ficou louca de vez... encontra-se com um desequilíbrio bioquímico dos neurónios responsáveis pelo controle do humor e que originou-lhe uma piquenina Depressão Bipolar.
Resumindo... às vezes, mas só às vezes, quando a irritam assim pró muito, pode morder ou pior ainda, partir os dentes a alguém!!!
No entanto, a Gaja Louca informa que por telefone ainda não consigue fazer mal a ninguém!
Mais... para ajudar à Festa de Arromba, a Mãe da Gaja continua doente, sem qualquer diagnóstico após 1500 exames e magra como uma tábua de Passar a Ferro vai FINALMENTE ser internada amanhã... que é como quem diz vai finalmente morfar ou buer soro até mais não e QUIÇA ter uma Diagnóstico à altura!
A Gaja Louca, a tal da piquena Depressão Bipolar, vai então ter 2 casas, 3 homens e uma Mãe internada para gerir, o que convenhamos é um tratamento de choque!!!!
... e pronto... a modos que é isto!
publicado por Miguel Marujo às 2013-05-20 21:00:42

