http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-18 22:42:44
perfil público
Gummy Kaulitz and Company ™
Seguir Perfil »Apelido
Gonçalves
Data Nascimento
06-11-1992
Sexo
F
Código Postal
2845-441
Localidade
Amora
Artistas / Bandas Favoritas
Tokio Hotel & Jonas Brothers +.+
Músicas Favoritas
Burning up - Jonas Brothers
Programas TV Favoritos
American Dad
Filmes Favoritos
The Ring - O Aviso
Livros Favoritos
Diário da Princesa ( Todos)
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-18 22:42:44
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-17 23:15:51
...e basicamente é apenas isso. Estou extremamente, completamentre, inexplicavelmente...aborrecida. Fim.
Kisu <3
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-17 18:14:25
...em que a pessoa me chama de "amor" mesmo que só na brincadeira. Acredito que o mundo deu uma volta ao contrário do habitual. O_o
Mas sabe bem essas coisas, mesmo que na brincadeira, neh. =P
Kisu <3
publicado por ♥ Sara às 2013-05-17 16:01:44


Inocência da Maldade - 9º(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-17 15:20:37
Para quem não tiver conta ou blog sapo e utilizar o "não tem blog sapo" para desejar comentar e o tal "Publicar Comentário" não surgir...não se preocupe. No canto superior direito da tua tela de pc deves ter algo que indique para "diminuir o zoom" da pagina (normalmente isto está a 100%) e basta reduzir para 90% ou menos (caso o desejes) para que a "linha" que te permite publicar apareça logo por debaixo da area de comentário.
Fica só a dica. =)
9º
Por sua opção pessoal ficaria ali deitada naquela cama, continuando a sentir os braços definidos de Reita a protege-la no seu sono e a tranquila respiração dele a tocá-la ligeiramente…mas ela tinha que ir trabalhar. Beijou-o ligeiramente, garantindo que não acordava aquele homem; sorriu, foi tomar rapidamente um duche, vestiu-se sem grandes minuciosidades; confirmou que Reita ainda dormia tranquilamente na sua cama e saiu do apartamento.
Mal saiu do edifício assustou-se, dois homens estavam próximos da entrada do prédio e pelo facto de um usar um fato negro e camisa branca e o outro vestir-se maioritariamente de negro…confirmavam que seguiam ordens de Reita. Inacreditável, a Yakuza estava à sua porta de casa, cumprindo ordens de um chefe poderoso da máfia…garantindo que ninguém lhes faria mal. Sorriu tontamente e um dos homens acenou confiante para ela. Sentiu-se incomodada porque sabia que aqueles “seguranças” tinham noção do que o seu chefe tinha ido ali fazer. Sentia-se demasiado exposta mas pelo menos quem passava ali não desconfiava a origem daqueles dois homens. Seguiu seu caminho para a pequena padaria onde tomaria um rápido pequeno almoço na companhia de Ary e juntos iriam para o emprego.
*
Reita despertou lentamente, recordou que não estava em sua casa mas…na da sua…namorada. É, Nami era sua namorada e ele esperava que ela aceitasse isso de coração. Ele estava exposto aquela mulher, ela despertara-lhe o lado calmo e apaixonado e mesmo que fosse perigoso…ele queria mante-la a seu lado.
Vestiu as suas roupas e sorriu quando olhou uma ultima vez a cama da mulher, tinha-a arrumado o que sabia e pareceu-lhe aceitável. Colocou a faixa sobre o nariz e saiu do apartamento de Nami. Desceu as escadas até ao rés-do-chão; assim que encontrou a luz do sol, semicerrou os olhos pois ficara encadeado. – Suzuki-sama. – o homem simplesmente olhou para o lado, sem visualizar completamente a feição do seu homem – Hoji-san já está no seu emprego. – informou
- A guarda do meu falecido nii-chan…que seja destacada para Hoji-san. – o homem assentiu enquanto seguia dois passos afastado do seu chefe – Tonaco já deve saber da existência dela.
- Hai, Suzuki-sama. – um carro negro e de vidros fumados parou ligeiros metros à frente do local onde Reita parara.
- Que eles sejam discretos. Se aquela mulher sonha… - sorriu – é capaz de me marcar mais ainda. – falou já para si mesmo. Nami havia-o marcado violentamente nos ombros quando o alto clímax de ambos havia chegado; Reita estava disposto a ensinar mais aquela mulher, tornando-a numa parceira especial mas unicamente para si.
*
Conteve uma risada quando se olhou atentamente ao espelho da casa de banho da engomaria, Reita fizera-lhe um chupão sobre a curva do seu seio direito, um segundo no final do pescoço e um terceiro sobre a barriga. – Aquele sexo em pessoa…- murmurou para si. Seu corpo doía-lha, aliás…o interior de suas coxas doía-lhe e pelo que, só agora, ela reparara… o interior das coxas estava enegrecido graças às estocadas de que fora alvo. Era bom demais para ser um mero sonho. Podia estar marcada, mas fora marcada por prazer benévolo.
Baixou a blusa, ajeitou a bata de trabalho e saiu da casa de banho. Sentia-se feliz demais mas prometera a si mesma que não iria concentrar-se totalmente em Reita, ele era Yakuza e ela não queria sofrer a dobrar…não o merecia, portanto jamais iria firmar-se e achar-se senhora e detentora do máximo possível daquele homem.
*
Saiu da casa de Ary, onde ela e Nadesko haviam ido jantar; infelizmente não poderiam estender o seu jantar e pós tal, mas sempre servia para dar forças para o resto da semana. Esfregou rapidamente seus braços quando saiu da porta da casa do seu amigo na companhia de Nadesko.
- Verão e as noites continuam frias. – Nadesko comentou após cobrir seus ombros com um casaco fino
- Realmente… - Nami murmurou; por algum motivo sentia-se observada desde que saíra do seu trabalho, olhara sempre em redor mas nunca visualizava ninguém em especial a observá-la.
- Olha…estive a pensar. – a mais velha falou então – Porque não falaz com o teu “amigo colorido” Suzuki-san. É difícil conseguir entrada no Riujii Bar ao fim de semana e eu estou desejosa de conhecer o lado exótico e rico da noite em Tókio. – gargalhou
- Não tenho coragem para chegar ao pé dele e dizer «Olha meus dois melhores amigos querem aproveitar uma noite no teu bar. Podes dar-me convites?». – falou sarcástica e abanou ligeiramente a cabeça
- Chotto…ele deu-te bilhete VIP no sábado. Não lhe custa absolutamente nada dar mais dois. E depois só se tem direito a uma bebida ou uma garrafa, conforme o tipo de convite. – fungou Nadesko. – Ele ofereceu-te um convite.
- O que não significa que todos os fins de semana vá me oferecer…saídas requintadas ou seja lá como for. – fungou por sua vez – Suzuki pode não gostar da…ousadia.
- Ele anda a dormir contigo. – a outra atirou pesadamente. Nami corou automaticamente – E claramente está louco por ti…porque…minha amiga…esse chupão possessivo no final do teu pescoço… - estalou a língua – Hummm…parece-me que é um homem com tudo a tamanho e poder indicado. – adotava um tom sacana, agora.
- Óh…para com isso… - a mais nova falou envergonhada. – Tenho…o interior das coxas enegrecido. – confessou então. Nadesko parou de caminhar e sorriu abertamente
- Começo a ficar muito interessada em conhecer esse homem. Meu Kami…deve ser uma loucura, não é fácil ficar-se enegrecida com…uma vez. – deslizou a língua por entre lábios
- Sou branquinha. Delicada demais…até irrita. – fungou Nami – Temo não ter…como acompanhá-lo. – baixou o olhar – Vai aborrecer-se de mim, Nadesko. – lamentou
- Amiga… - passou o seu braço por cima dos ombros da mais pequena e nova – não admito que penses isso. – falou carinhosamente – Esse Suzuki-san deve gostar de ti. Do nada ele admite que te quer, demonstra total preocupação contigo e nem teme admitir que não suporta ficar muito tempo longe de ti. Homens desses…não se fazem mais. – sorriu – Suzuki é edição rara. – deu um suave beijo na bochecha de Nami – Boa noite, querida. – disse antes de ambas seguirem por caminhos separados.
Nami acenou um rápido “adeus” à amiga e seguiu seu rumo. A suave brisa que se fazia sentir parecia ter um efeito calmante para a morena, por isso…ela não teve pressa em regressar ao seu pequeno apartamento.
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A Precious Vampire - 5º C(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-17 14:15:37
O
5ºcap
Se havia coisa que um vampiro, rapaz, aprendia logo que entra no mundo vampírico, é que Bill poderia ser um perigo imenso. Ele é um conquistador nato, para quem é dos mais velhos naquele mundo imortal…as vampiras fascinam-se com ele, morrem de amores por ele e oferecem-lhe todo o seu respeito e dedicação. Problema enorme para Tom. Abby continuava bela e erótica, como sempre o fora e ele havia se afastado da vida dela desde que ela tinha entrado nos últimos 2 anos de Universidade e mais ainda desde que se via envolvido em problemas superiores ao qual ele não gostava de se envolver, até um caça vampiros saber aquilo que Tom é e Abby.
Despertou do turbilhão de pensamentos que o atingia até ao momento, olhou devagar para o lado e viu-a, completamente perfeita e apenas em langerie.
- Demoras-te. – comentou lentamente, viu-a sobressaltar-se
- Pensei que havias adormecido aí. – olhou rapidamente para a cama de casal, sorriu e apanhou um vestido de cor lilás claro. Não o vestiu, pois Tom já a havia envolvido pela cintura com seus braços e beijava-a – Wow… - riu-se contra os lábios dele – que se passa?
- Tinha saudades. – beijou-a – Aliás ainda tenho muitas saudades. – sorriu e moveu o piercing de modo provocante
- Aí sim?! – falou divertida – E tens saudades do quê, exactamente? - ele colocou-a ao seu colo – Tom!
Levou-a até junto da cama, deixando que o corpo suave da namorada descai-se sobre a colcha da cama…juntou as mãos á anca de Abby e começou a cobrir o corpo moreno dela com o seu, beijando-a devagar mas com estímulo.
- Abby… - sussurrou – lembra-te que continuo e hei-de continuar a te amar. – falou junto dos lábios dela. Ouviu-lhe o suspiro fictício e recomeçou a beijá-la docemente, com total dedicação.
- Á que tempos que não me dizias isso. – ela murmurou
- Desculpa. Ando abstraído. – deslizou as mãos até junto do fecho do sutiã da vampira e abri-o, Abby moveu-se até que Tom retirou essa 1ª peça de roupa interior a ela. Arrastou as mãos por dentro da t-shirt dele até que lhe a despiu, ambos sorriram e sentiram que o desejo começava a despertar fervorosamente.
Viu-se sem as calças e vingou-se a deixa-la completamente nua para si, arrastou os lábios ao longo da barriga plana de Abby e começou a provoca-la com beijinhos molhados e sensuais, ouviu-a gemer, começou a deslizar a língua pelo peito da rapariga, acabando por vezes mordiscar-lhe os mamilos, um novo gemido escapou dos lábios dela. Sentiu a excitação dele a crescer e assim também a sua começava a aumentar gradualmente, havia perdido conta aos dias, talvez meses para ser mais certa, que não fazia amor com Tom e agora estava perto de tal e só o amor que a percorria fazia sentir-se quente e algo parecia apertar-lhe o estômago. Gemeu mais fortemente assim que Tom começou a deslizar uma mão pelas suas pernas, arrastando assim o que restava de roupa interior em Abby, sorriu meio nervosa quando ele voltou a tocar pontos erógenos que á muito não sentiam uma carícia. Voltou a sentir a pressão dos lábios dele sobre os seus, até que ela lhe ofereceu beijos intensos e excitante…soltou suave grito assim que se sentiu a ser penetrada, os corpos de ambos começaram a se movimentar conforme as penetrações o exigiam, continuavam coordenados, plenamente moldados um ao outro…o ritmo das penetrações aumentou e o friccionar de ambos os corpos criou um súbito calor e uma súbita paixão louca, algo que fazia com que eles prolongassem o máximo possível aquela entrega sexual. Passou a língua pelos lábios, fez os seus caninos sobressaírem-se, ouviu Tom a soltar um suspiro…Abby havia aprendido coisas interessantes que podiam levar o rapaz ao limiar do prazer…cravou os dentes na pele dele, bem no meio da lateral do pescoço dele, ele gemeu e penetrou-a com mais força…Abby desenterrou os dentes da pele dele, e esta começou a regenerar-se, elevou a anca e envolveu a cintura de Tom com as suas pernas, o ritmo e a profundidade das penetrações aumentou mais…ela soltou mais um grito, e voltou a cravar os caninos na pele dele, agora no ombro…
- Abby… - ele pigarreou
- Quero-te louco só para mim. – mordiscou a orelha dele depois de lho dizer; como ambos eram vampiros já não havia problema de se beijarem tanto um ou ambos em transformação, não se magoavam, então ela beijou-o subitamente. O calor que pareciam queimar as suas peles era estranhamente provocador e ao mesmo tempo faziam com que ambos os vampiros de desejassem ainda mais.
Gemeram ambos e mostravam-se ofegantes, sorriram e beijaram-se…Tom que já se havia transformado, deslizou os lábios pelo peito de Abby e mordeu-a logo a baixo do peito, ela arqueou-se e riu-se. O estalar em conjunto anunciou que por agora chegava de mordidas eróticas. Arrastou meigamente a mão esquerda pela pele cremosa dela, e beijou-a entretanto.
- Tens noção de á quanto tempo me mantinhas em celibato, Tom? – ela fingiu-se indignada. Ele riu-se. – Não tem piada, percebes! – beijou-o – Pensei que daria em louca muito em breve.
- Portei-me mal nisso, amor. Eu sei! – falou junto aos lábios dela. Abby fez por suspirar, á mais de um ano que não ouvia Tom a se referir a ela como “amor”. Tinha saudades de tal palavra. – Não volta a acontecer.
- Pois… - remexeu-se e ajeitou-se mais na cama – Tom? – sentiu o olhar intenso dele sobre si – Eu tenho mesmo que te perguntar isto, senão dá-me alguma coisa. – ele arqueou o sobrolho esquerdo – Tu…amh… - se fosse humana estava mais que corada
- Podes falar, Abby. – disse-lhe calmamente
- Sabes que á muito, mesmo muito tempo que não estamos, ou melhor, que não estávamos juntos…e…tiveste…com outras? – baixou o olhar e rezou para que ele não se irritasse.
- Claro que não, Abby. – elevou-lhe a cara e fê-la olha-lo nos olhos – Nunca te enganei, nem com vampiras nem com humanas. Eu amo-te.
- Na noite da festa…a humana de quem te alimentas-te…parecia…extremamente…excita
- Ela é uma daquelas miúdas que delira por ser mordida todos os dias, a bem dizer. Eu tinha era sede, mais nada. – sorriu – Eu nunca seria capaz de te enganar. Eu disse-te que não te irias livrar de mim na imortalidade, Abby.
- Isso foi á 4 anos atrás. – ela mexeu-se incomodada – Diga-se que não temos andado muito…amorosos um com o outro, ãnh!
- Já pedi desculpa. Mas tem surgido muitos problemas e o meu criador precisa da minha ajuda. – beijou-a
- Certo. – voltava a morder o lábio nervosamente – Bem…vamos alimentar-nos? – sorriu devagar
- Sim. Deixaste-me esfomeado. – riram-se
Cuidado, não podem voar m(...)
publicado por ♥ Sara às 2013-05-16 16:34:35

Ora... andava aqui na internet nas minhas pesquisas e o que eu encontrei?
Oh sim! Encontrei algo que deixo-me estúpida a ler.
Parece que na Suazilância, país situado na África Austral (ou conhecido como Sul de África) há uma nova "regra" proibição de voou. Ou seja, regra é a seguinte " Uma bruxa em cima de uma vassoura voadora não deve exceder o limite [de 150 metros de altitude]"
Enfim... Podem ver a noticia aqui, agora digam, não é de ficar com a boca aberta com estas noticias que encontramos por aqui?
Tenho que olhar mais vezes para o céu para ver se vejo alguma bruxa a passar do limite de velocidade ahaha
Como eu me ri com isto!! (Se é verdade ou não, já deu para me rir hoje.).
Inocência da Maldade - 8º(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-15 18:18:14
Para quem não tiver conta ou blog sapo e utilizar o "não tem blog sapo" para desejar comentar e o tal "Publicar Comentário" não surgir...não se preocupe. No canto superior direito da tua tela de pc deves ter algo que indique para "diminuir o zoom" da pagina (normalmente isto está a 100%) e basta reduzir para 90% ou menos (caso o desejes) para que a "linha" que te permite publicar apareça logo por debaixo da area de comentário.
Fica só a dica. =)
O
8º
Terminou de arrumar as roupas no guarda-roupa e com uma ultima observação confirmou que não havia mais nada para arrumar ou colocar para lavar; espreguiçou-se demoradamente e recordou o novo dvd que comprara naquela tarde, ideal para fazer a sua noite. Saiu do seu quarto e justamente quando passava perto da porta do apartamento o toque tímido da campainha desta notou-se. Olhou a porta e aguardou um pouco, bateram suavemente à porta e a rapariga adquiriu coragem para abri-la.
Corou automaticamente ao se deparar com aquele homem, Reita vestia umas calças negras meio justas, camisa branca com parte dos botões desabotoados, revelando assim ligeiramente o peito daquele homem, usava um casaco justo mas de mangas arregaçadas; depois o cabelo tinha aquele jeito particular, a faixa cinza que o homem usava para lhe ocultar o nariz dava sempre aquele jeito misterioso. – Reita. – ela deixou escapar e logo aquele loiro/moreno invadiu a casa dela, sem pedidos de licença…nada. Imediatamente tomou Nami em seus braços e a beijou, a porta do apartamento foi fechada bruscamente com um empurrão de pé dele.
- Não conseguiria aguentar até amanhã para te ver. – ele confessou-lhe. Nami riu-se animadamente e logo puxou Reita consigo até à sala de estar.
- De facto não esperava ver-te…tão depressa. – confessou ela
- Porquê? – falava junto da boca de Nami e não tinha forças para afastar aquele corpo do seu. – Diz-me porque não acreditas que me atrais realmente? Tudo se baseia em ti só de te olhar, Nami. – exigiu-lhe um novo beijo após falar tal coisa.
- Porque…porque…habitualmente este tipo de coisas não acontecem com…pessoas simples como eu. – ela falou cabisbaixa.
- És especial, não simples. E pouco me importa…desde que sejas minha, nada mais quero saber. – admitiu-lhe.
- Como é que alguém que faz o que tu fazes consegue ser tão caloroso com uma mulher? – quis Nami saber.
- Eu bem que te estou a informar que és especial, morena. – sorriu contra seus lábios carnudos e depois chupou-lhe o inferior.
Nami sentiu-se a fraquejar, de novo, aquela ansiedade por tudo o que Reita lhe poderia dar fazia-a ficar de corpo quente e nervosa devido ao desconhecido. Aquela atração sexual que surgia do nada entre aquele casal não era normal; a voracidade com que os beijos que trocavam aconteciam era bastante intensa, algo inexplicável.
A sua pélvis fisgava com o roçar do corpo daquela mulher contra o seu, era uma doce tortura que Reita gostava…era aquilo que o fazia diferente, fazia-o indescritivelmente apaixonado por Nami. Ela atraia-o de modo surpreendente, o desejo que crescia em si queria eclodir e tomar aquela morena só para si o quanto antes.
Os beijos que trocava naquele momento com aquela mulher inquietavam-no, excitavam-no imenso mas…surpreendentemente, Reita mantinha a calma e tentava não exagerar, não esforçar Nami…reparar na doçura com que ela se entregava, o carinho que se espelhava em suas rosadas faces…todo aquele jeito imaculado da morena…a noção da sua inexperiência era a tortura daquele yakuza, mas uma tortura que o satisfazia.
Nami foi carinhosamente abraçada mas podia sentir o seu interior a exigir-lhe que avança-se para o nível onde tudo havia sido interrompido na noite anterior mas…como fazia ela isso?! – Reita… - murmurou contra o pescoço dele, o homem fez por encara-la atentamente. – ontem à noite… - humedeceu os lábios – que aconteceu para tão subitamente…me teres desejado? – corou imenso ao terminar de falar aquilo. Era inexperiente, tinha total noção disso, mas também não queria ser medrosa.
- Geh…- ele pigarreou e passou rapidamente uma das mãos pelos seus cabelos – Nami…não é necessário fazer nada em concreto. Desejo-te imenso… - deslizou o polegar pelo lábio inferior da mulher – fazes-me sofrer por não poder tocar-te mais. – admitiu-lhe
- Não…poderes…tocar mais… - Nami balbuciou
- Minha alma está condenada…e não quero magoar-te, retirando-te essa inocência sem o desejares realmente. – então Reita havia-se apercebido que ela era inexperiente. Nami sorriu carinhosamente
- O que realmente importa para mim…é poder ter-te…de verdade. – ela confessou-lhe.
Olhar Nami era o mesmo que olhar uma menina mulher indefesa, ter noção que ainda existia pureza na alma de algumas pessoas. Ele não queria manchar aquela pureza mas seria impossível mante-la intocável.
Seu membro pulsou e seus boxer’s tornaram-se apertados demais; desistiu de poupar o corpo de Nami. Suas mãos invadiram a blusa que a mulher vestia naquele momento, passando a tatear cada centímetro de pele; ela ofegou timidamente e logo seu corpo passou a reagir ao toque daquele homem lindo. Reita deslizou ambas as suas mãos até ao encontro do rabo da mulher, apertando-a então contra si e revelando-lhe o quanto ele começava a ficar excitado; de súbito Nami viu-se obrigada a mandar um salto para o colo de Reita, enlaçando sua cintura com as pernas.
Suas bocas só se separavam para que o casal recuperasse folego, isso aconteceu até a mulher ver-se obrigada a descair sobre…a sua própria cama. Reita livrou-a imediatamente da blusa e dos calções de tecido que a mulher vestia para andar pela casa, arrastou uma das mãos pela perna fletida de Nami….excitando-a com o seu toque meticuloso; os beijos aconteciam com mais calma agora…mas mais demorados também; a mulher arqueou-se ligeiramente e fechou os olhos com força quando a mão exploradora do yakuza a tocara no interior das suas coxas.
Aproveitando-se, Suzuki decidiu estimular a companheira…massajando os dedos sobre o tecido delicado da peça inferior da langerie dela; a outra mão foi segurar um dos seios de Nami, apertando-lho e depois libertando-o do contacto com o sutiã. Deslizou sua língua pelo mamilo rosado da mulher, este enrijeceu de excitação; chupou ligeiramente aquele pequeno botão de rosa e mordiscou cuidadosamente. Nami gemeu e contorceu-se; suas cuecas ficavam cada vez mais molhadas com o estimulo de que aquele homem a fazia alvo naquela área do seu corpo. - …óh…Reita… - gemeu inconscientemente e ofegou quando ele decidiu que bastava de tecido e a livrou da langerie.
Timidamente a mulher livrou Reita do casaco e aproveitando que vários botões da camisa já estavam desabotoados…ela terminou rapidamente a tarefa; apreciou a firmeza do peito daquele homem, ficando ainda mais excitada com a imagem. Reita respirou fundo e desenlaçou a faixa que fazia uso sobre o nariz, viu o sorriso de menina estampar-se nos carnudos lábios de Hoji e não conteve a nova vaga de vontade de a beijar.
O homem afastou seu corpo ligeiramente, da carteira que tinha no bolso das calças retirou um contracetivo e aproveitou para despir totalmente suas calças. Olhou desafiante para a contida Nami e com o olhar indicou-lhe os seus próprios boxer’s. Nami estava escarlate e mais nervosa agora. – Tem calma minha linda. – ele murmurou-lhe. Tinha que espicaçar aquela mulher, libertá-la daquela timidez; obrigou-a a entreabrir os lábios e colocou o seu polegar entre estes; ela soltou um profundo suspiro e fechou os olhos com a intimidade, Reita deslizou a ponta do polegar sobre o inicio da língua da mulher, afastou-o depois e simplesmente humedecia os lábios de Nami com a sua própria saliva. Ela gemeu e sentiu-se insuportavelmente excitada.
Reita colocou-se de joelhos entre as pernas afastadas da companheira para que esta tivesse mais facilidade em o livrar dos boxer’s que já o magoavam de tão apertados que se encontravam. Nami engoliu em seco e decidiu ter coragem e aplicar algo que havia lido em várias revistas de “truques e dicas”. Elevou seu tronco e praticamente ficou sentada sobre a sua cama, agarrou os boxer’s negros do homem e começou a livrá-lo de tal peça; ele retirou totalmente a peça do contacto com seu corpo e preparou-se para se colocar sobre Nami e entrega-lhe todos os beijos que ela merecia, mas a mulher surpreendeu.
Arregalou seus olhos quando a viu a roçar seu tronco pela sua cintura e deixá-lo mais duro ainda; timidamente a mulher tocou o membro masculino e acariciou-o delicadamente, apertando uma vez por outra. – Nami… - falou rouco. Colocou de novo seu polegar entre os lábios carnudos da mulher, esta lambeu por instinto. Nami ia tirá-lo do sério depressa demais.
Preparava-se para sugar o membro de Reita mas este impediu-a, elevou seu olhar e mostrou-se tristonha – Não. Não tanto. – ele falou ofegante – Não deixo que te esforces tanto da primeira vez. – ele preocupava-se com Nami, preocupava-se de verdade. Poderia ela amá-lo com tão pouco tempo junto de si?
Reita empurrou-a contra a cama e abafou a boca da mulher com beijos, depressa se protegeu e logo fez Nami fletir as pernas ligeiramente; acariciou o interior das coxas da mulher à vez, esta pigarreou de prazer. – Nami…- falou contra os lábios dela e penetrou-a devagar, sentiu-a ficar tensa de súbito – por favor koi…relaxa. Não te magoarei, prometo. – falava em sussurros para a companheira. Ela atendeu seu pedido e relaxou o máximo que conseguiu o seu corpo.
Ele foi insistindo devagar, atento ao bem estar da parceira…amoroso como nunca imaginou conseguir ser.
- ..i..itai…Reita… - gemeu ela contra a curva do pescoço do homem – itai… - gemeu mais uma vez e cravou suas unhas nos ombros dele.
- Não koi. – ele murmurou – De certo modo gostas realmente de mim…eu sinto-o…então…deixa-me… - ela suspirou e sentiu que todo o seu interior tinha sido invadido em completo; era grande, duro…Nami persentia que era demais para ela aguentar. Sinto-o a recuar devagarinho e aí Nami ficou aliviada…o pior havia passado, a barreira havia sido ultrapassada.
- Sim, eu deixo. – ela falou suavemente. Reita beijou-a, foi mais atrás e penetrou com ritmo; espasmos de prazer identificaram-se pelo corpo da morena. Algumas vezes contidas e logo as estocadas se tornaram intensas e profundas.
publicado por ♥ Sara às 2013-05-15 17:34:41
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A Precious Vampire - 4º C(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-15 16:09:12
4ºcap
Abby não podia dizer que estava aborrecida ou só, aquele novo vampiro estava a ser uma excelente companhia. O facto das empregadas do Hotel suspirarem lentamente de cada vez que Bill passava por elas ou as olhava, só que fosse de relance começava a divertir Abby. Com Tom era a mesma coisa, todas as raparigas que andavam por aquela ilha não escapavam impunes á beleza dele e ao seu estilo único.
- Hummm que sorriso mais carinhoso. – voltou á real e olhou o moreno – Que te mete assim tão…encantada?
- Á muita coisa que me encanta, Bill.
- óh…como por exemplo? – mantinham-se ambos relaxadamente sentados nas cadeiras de praia, sobre a sombra do guarda sol, ambos de óculos escuros e atentos aquela maravilhosa praia
- Porquê essa curiosidade sobre o que poderá meter-me…encantada? – sorriu e olhou-o atentamente
- Porque o teu sorriso faz um tipo fazer tudo para te manteres encantada. – ele informou docemente
- Sabes Bill, tu realmente sabes o que dizer a uma vampira. – riram – Mas comigo não vale a pena persistires.
- Ninguém sabe o que possa acontecer de futuro. – sorriu e deu uma golada na sua bebida alimento – E existe alguma coisa divertida que se possa fazer á noite nesta ilha, Abby?
- Depende do que achas divertido, Bill. – falou num tom brincalhão . O rapaz ia responder, mas subitamente concentrou toda a sua atenção atrás de si, Abby também espreitou. – Voltas-te. – falou de sorriso resplandecente
- Ao que parece. – Tom respondeu devagar – Bem-vindo ao meu Hotel, Bill. Á anos que não te via. – sorriu rapidamente
- Sim. Tenho andado ocupado. Soube que ajudas-te no termino do Klaus. – bebeu mais um pouco – Parabéns!
- Não fui eu quem o matou. – o semblante do das tranças ficou rígido – Que fazes aqui, Bill?
- Férias. – o outro respondeu sorridente e levantou-se da cadeira. Abby não evitou apreciar as formas atléticas do vampiro mais velho, acabando por se sentir intimidada. – Penso que mereço.
- Sim, imagino que sim. – Tom apanhou o copo de Abby e bebeu o que restava neste – Começa a ficar demasiado calor, não? – deslizou o olhar pela namorada
- Um pouco. – recuperou a fala e também se levantou da sua cadeira – Vou só dar um ultimo mergulho. – falou animada, contornou o Tom e depositou um suave beijo no ombro deste. – Não precisam esperar por mim. – anunciou ao notar que Bill não fazia noção de sair dali e correu para a água.
Bill sorriu divertido, notou a fixação de que era alvo por parte de Tom Kaulitz. Bebeu o que restava da sua bebida e voltou-se para o rapaz.
- Nervoso? – sorriu divertido
- Que fazes aqui? – o das tranças ripostou
- O que te disse, Kaulitz. Estou de férias. – começou a focar o local onde Abby mergulhava habilmente, deixou escapar um sorriso.
- Estas a desejar demais, não achas? – o outro retorquiu irritado
- Caramba Tom! – esbugalhou os olhos – Desde quando és ciumento e… - voltou a olhar para o local onde a rapariga mergulhava – só de uma mulher? E que mulher a tua. – os seus olhos faiscaram
- Bill! – puxou-o pelo ombro e obrigou-o a caminhar para trás, uma vez que Bill já dava passos até á beira mar – Nem te atrevas a meter-te com a Abby!
- Á 200 anos que não “nascia” uma mestria, Tom. Eu tinha de ver com os meus próprios olhos. – começou a caminhar, contrariado, lado a lado com o outro – Crias-te uma vampira fascinante, meu amigo. – sorriu – Muito fascinante mesmo.
- Pára com isso. – falou carrancudo – Ela é minha.
- Criaste-a, completamente diferente de ser tua. – humedeceu os lábios – Abby é de quem quiser. Aliás… - falou travesso – ouvi umas conversas interessantes pelo Hotel.
- Que conversas? – olhou-o chateado
- Segundo o que ouvi, e olha que oiço bastante bem Kaulitz… - Bill riu-se – Quando ela era humana e 2 anos depois de a criares eram inseparáveis…mas ao 3º ano… - estalou a língua – começas-te a esquece-la! Para quem tu tinha descoberto o amor e não sei mais o quê!?
- Eu amo a Abby! – Tom afirmou – E não tens nada que saber da minha vida pessoal. – colocou as mãos nos bolsos das calças
- Ó tenho sim! Porque és um idiota pintado, Tom! Que a minha imortalidade me livre de perder o interesse numa mulher dotadíssima em todos os sentidos, como Abby Everton. – Tom barrou o caminho ao moreno e olhou fervorosamente – És mesmo idiota! Aposto que á meses que não estás de verdade com aquele…mulherão. – abanou a cabeça infantilmente e contornou o outro, foi agarrado subitamente pelo pulso
- Livra-te de te meteres a conquistador com ela.
- Se continuares a ignora-la e a deixa-la de parte nas tuas…aventuras mais recentes, Tom…ah…não será preciso muito da minha parte para conquista-la…totalmente. – sorriu e correu assustadoramente dali, deixando Tom especado a olhar para o ar.
publicado por ♥ Sara às 2013-05-14 21:55:52

publicado por ♥ Sara às 2013-05-13 18:16:17
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-13 16:11:23
Eu tive infância, tive amigos de infância, colegas de escola, pessoal da minha idade e com quem lidei um bom tempo em 24 (ou 25) anos de existência. De repente toda essa gente ou maior parte dela está num relacionamento sério, casado, juntou-se...por aí...do nada todos tem alianças, todos tem uma casa só sua ou para dividir com o companheiro/a...e do nada... noto que sou a única que não tem porra nenhuma disso. o_O
Sério?
Casados, juntos, amigalhados, comprometidos e agora...para serem pais... =O sério...
Não que me sinta mal, não; apenas existiu qualquer coisa que escapou na minha vida nos ultimos anos e eu não me dei bem conta da situação.
Eu nem sequer sou comprometida por assim se lhe chamar; diz-se "complicado" ou mesmo "qualquer coisa" e agora aquele pessoal da minha infância já ganha para uma casa e filhos. A sério?
Choque. Medo.
Perdi algo e não me dei realmente conta.
Kisu <3
Inocência da Maldade - 7º(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-12 15:30:09
Para quem não tiver conta ou blog sapo e utilizar o "não tem blog sapo" para desejar comentar e o tal "Publicar Comentário" não surgir...não se preocupe. No canto superior direito da tua tela de pc deves ter algo que indique para "diminuir o zoom" da pagina (normalmente isto está a 100%) e basta reduzir para 90% ou menos (caso o desejes) para que a "linha" que te permite publicar apareça logo por debaixo da area de comentário.
Fica só a dica. =)
7º
O estomago dela parecia ter-se enrolado todo, tudo pelo que passara naquele sábado à noite fora coisa dita do outro mundo. Estar tão entregue a um homem, ser tocada e beijada de modo tão possessivo e erótico, ouvir palavras de carinho vindas de um Yakuza. Era demasiado para associar e mais ainda para contar a Nadesko e Ary que a olhavam expectantes naquela mesa de pastelaria…aguardando uma resposta a uma simples pergunta “Quem é o homem com quem saíste ontem?”. – Estás a me colocar nervoso. – Ary resmungou – Afinal desde quando tens um homem na tua vida que não eu? – indicou-se
- Que homem que o quê. – Nadesko protestou – És a bicha mais bicha da zona. – riu-se e em resposta levou uma palmada do outro. – Agora falando sério. Do nada telefonas-me e dizes que tens um encontro e…note-se…no Riujii Bar. – semicerrou os olhos
- Como de uma sexta para sábado encontras um homem e ele leva-te logo para a porra de um bar de elite? – Ary guinchou – Absolutamente bizarro. – moveu as mãos de modo teatral.
- Bem…ele…amh…nós conhecemo-nos na sexta-feira à tarde. – Nami começou a informar, tendo especial atenção em jamais referir a palavra tabu com os seus amigos…Yakuza. – Nada de especial. Depois à noite…vocês sabem que houve algo que envolveu… - baixou o tom da sua voz e olhou rapidamente em redor – a Yakuza. – Ary e Nadesko assentiram nervosos – Então, Suzuki-san estava de passagem no nosso bairro e viu-se no meio daquilo e fugiu atrás da primeira pessoa que viu…civil normal. Era eu. – suspirou – Ele fez-me companhia e eu dei-lhe lugar para ficar até a situação passar. Conversamos e algo…estranhamente inexplicável surgiu entre nós, sem ser referido. Claro. – mordiscou o lábio – A dita “faísca” da qual vocês tanto falam. – sorriu como uma criança e corou – Ontem ele convidou-me para sair. E…ele parece seriamente interessado em mim. – baixou o olhar e suas bochechas pareciam querer pegar fogo a qualquer segundo.
- Meu Kami… - Ary falou de modo arrastado – parece coisa de filme. Acontece assim…do nada…sem explicação logica, ne. – estalou os dedos – Acontece essa atração. Simples.
- Isso parece-me rentável, Nami. – a outra mulher falou animada – E que faz ele? – Nami apertou os lábios
- É…dono do Riujii Bar. – confessou então e rezou para que os seus amigos não tivessem ouvido falar em negócios de Yakuza naquele estabelecimento.
- Jura? – Ary e Nadesko guincharam alto, a amiga teve que lhes pedir calma. – Minha vida… - a mais velha dos três tomou liderança na continuação da conversa – O homem é rico! – entrou em hiperventilação.
- Nadesko, Nadesko…menos mulher…muito menos. – Ary pediu-lhe de um modo totalmente bicha. – Tens uma sorte absurda. Bizarro! – exasperou depois para Nami.
- E…parece…realmente…de facto…interessado em ti…em ti. Não em… - a outra continuou
- Em te foder. – Ary concluiu pesadamente. Nami revirou os olhos – Relembro-te que…nunca tiveste com nenhum homem nesses aspetos. – a outra corou ainda mais
- Eu sei. – murmurou – Mas não fales nisso aqui…assim…do nada. – pediu-lhe e voltou a elevar o seu olhar para os amigos.
- Bom, se for assim. Tem meu apoio. Mas… - Nadesko fizera até questão de elevar o dedo indicado direito para dar mais enfase á sua conversa – Mas…se ele for um filho da puta que tudo o que quer é brincar…pois ele que aguarde uma revolução. – soprou. Nami nem quis imaginar como Yakuza se defenderiam…pessoalmente. – E agora? – questionou de súbito
- Agora…o quê? – Nami mostrou-se confusa
- Agora…quando se encontram de novo? – piscou os olhos e olhou Ary que terminava o seu sumo natural.
- Não sei. Ontem com aquela urgência no…bar…Suzuki teve que me deixar, sobre um muro de pedidos de desculpa. – corou de novo ao recordar as palavras de dor de Reita – Não sei quando o volto a ver. – sorriu – Também não existe nada…concreto entre nós.
- Ainda. – Ary enfatizou – Liga-lhe. – indicou
- Não. Ele é de família abastada logo…deve ser mais ocupado, não só pelo Riujii Bar. – concluiu, mantendo afastada qualquer espécie de desconfiança daqueles dois.
- Mas tens que falar com ele. Não podem só encontrar-se ou falar de fim de semana a fim de semana, Nami. – Ary insistiu – Depois ainda hoje é domingo.
- …e amanhã trabalhamos. – semicerrou os olhos e o amigo encolheu os ombros como despreocupação.
*
Desconhecia quando ou se iria voltar a encontrar-se com Reita, mas o seu interior queria uma resposta positiva; queria sentir toda aquela excitação e desejo de novo, aquilo fora como uma droga para Nami. Reita viciara-a em si.
Ocultou o rosto com suas mãos, envergonhada por pensar tanto em cada pormenor do que acontecera entre si e aquele homem…se não fosse aquela “urgência”, provavelmente Nami ter-se-ia rendido totalmente a Reita, sem pensar duas vezes em erros ou arrependimentos depois. Mas pensado as coisas de outro modo…como poderá aquele loiro/moreno reagir ao facto de ela não ter a mínima experiencia naquela avançada área? Tinha sido tocada daquele modo pela primeira vez em 24 de vida por Reita. Será que ele tinha percebido a inexperiência dela?
Seu ventre fisgou, Nami pousou a mão esquerda sobre este…só de pensar naquele homem, seu corpo reagia…aquecia, seu interior dilatava-se e ficava húmido. – Kuso. – murmurou envergonhada e foi acalmar a sua ansiedade num duche frio.
*
Orichi olhava o seu chefe e podia sentir o quanto este estava maldisposto, depois do imprevisto da noite anterior que o havia obrigado a interromper o “encontro” de Suzuki-sama, o ambiente tornara-se frio, sombrio e facilmente mortífero. Reita era um assassino impiedoso e todos o temiam, irritado ou maldisposto…seria uma arma aniquiladora que podia mover montanhas. Orichi nem conhecia a jovem mulher que estava na companhia de Suzuki na noite passada de sábado, era uma mulher jovem sim, bastante atraente, simples e intensamente sedutora; fosse quem ela fosse, era diferente de todas as outras com que o seu chefe dormia, não dormia e dizia…fazer par com ela; aquela pequena morena era diferente…qualquer um senti-lo-ia e inacreditavelmente Reita não temia nada e queria tudo da mulher.
- Suzuki-sama. – falou cautelosamente; Taru olhou-o assustado – A situação está…controlada. – sua respiração estava entrecortada. Podia ser assassino, trabalhar à anos para a Yakuza mas jurara pela sua vida que jamais voltaria a duvidar da liderança e atuação de Reita.
- Sim. – a voz do chefe dos Suzuki saiu pesada, fria…mortal. – Acabem com aquele desgraçado. – anunciou – Quero a cabeça dele separada de seu corpo. – arreganhou dentes como uma fera – Comecem… - sorriu de canto então – pela sua aneue. – pediu – Quero que ele sinta o mesmo que eu senti quando ele acabou com a vida do meu nii-chan. – semicerrou os olhos – Quero-o no fundo, sofrendo…mas não lhe darei 3anos como ele me deu para sofrer a morte dos meus parentes.
Taru sorriu animado, o terceiro dirigente imitou e Orichi assentiu – Hai Suzuki-sama! – fizeram uma demorada reverência ao seu chefe e saíram daquela sala requintada.
- Higurachi! – Reita falou bem alto; um homem alto e de anos de experiencia surgiu como uma sombra à porta da sala – Vinga-te também. – o homem sorriu satisfeito – Cansei-me de brincar ao “toca e foge”. – suspirou – Minha vida e área tem coisas mais importantes com que se preocupar.
- Finalmente, Suzuki-sama. – Higurachi falou numa voz profunda
- Quantos foram ontem à noite? – lembrou-se de questionar
- 16, Suzuki-sama. – o homem informou
- Recrutem. – ordenou e o homem assentiu, fazendo uma rápida reverência…saiu dali. O sorriso frio dele sumiu então, dando lugar ao sorriso carinhoso que descobrira em si graças à mulher que lhe ocupava os pensamentos e chamava por seu corpo. – Nami-chan. – murmurou e olhou pela janela, era noite. Ideal.
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A Precious Vampire - 3º C(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-12 15:08:07
3ºcap
- Como foi embora? – falou irritada
- É que o criador dele chamou-o com urgência, Abby. – Nina respondia nervosa. O recepcionista que havia interrompido surgiu na sala
- Algum problema Miss Everton? – o homem falou friamente, não era segredo para ninguém que aquele homem não gostava muito de Abby.
- Sim. Tu… - os seus caninos surgiram
- Miss Everton…. – arregalou os olhos – Que se passou?
- Abby… - Nina advertia-a
- Começa a pensar no teu pescoço da próxima vez que interromperes um momento pessoal entre mim e o Tom e quando não me avisas das viagens dele. – os olhos azul claríssimos de Abby pareciam faiscar
- Por favor, Miss…perdoe-me. Mas o Sr. Kaulitz não me pediu para a avisar, sabe. – o rasgo de um sorriso apareceu nos seus lábios
Ela ia responder, de todas as formas também não gostava daquele homem, mas o toque do seu telemóvel interrompeu-a e o nome “Sabrina” surgia nele. Imediatamente Abby recordou, Sabrina certamente já não era mais humana…sorriu e afastou-se a uma velocidade assombrosa.
Tinha passado exactamente uma semana, desde que Tom havia saído do Hotel a pedido do seu criador, com urgência. Abby queria saber se estava tudo bem mas ele não lhe respondia ao telemóvel e ela não fazia a mais pequena ideia onde Tom pudesse estar. Saiu furiosa do seu quarto, estava possessa…nunca sabia de nada das viagens repentinas dele, era certo que antes não se importava, ela estava na Universidade mas agora…sentia-se meio abandonada. Uns passos de corrida despertaram-na, inspirou e logo soube que Nina se aproximava.
- Abby! Abby! – quase gritava de euforia
- Calma rapariga! – riu-se – Que se passa?
- Nem tens noção, um dos grandes, um dos mais velhos, um dos mais poderosos e respeitados dos vampiros vem para cá passar uns dias. – os seus olhos brilhavam – E ele é tão lindo!
- Quem? – estava surpreendida, Tom era o vampiro mais velho que ela conhecia pessoalmente
- Bill…Bill… - Nina estava ofegante da corrida – Ó Deus é o Bill que está aqui, cá, nesta ilha, neste Hotel. Deus ainda morro com emoção. – juntava as mãos ao peito
- Não conheço e acho que nunca ouvi falar nele. – Abby falou distraidamente
- Não? – a boca da humana ficou boquiaberta – Ele é amigo do Tom, sabes?!
- Não. Já te disse não conheço esse tal de Bill. – encolheu os ombros
- Podes conhecer agora…- uma voz suave fê-la arrepiar-se ao sentir que lhe sussurravam.
- Caramba! – sobressaltou-se e olhou logo atrás. Notou que Nina estava completamente petrificada – Quem…
- O meu nome é Bill. É de mim que a tua…amiga estava a falar. – o vampiro surgiu á luz, era bem alto, um pouco mais que Tom, os olhos castanho avelã do rapaz pareciam despontar o desejo mais escondido no corpo de uma mulher, humana ou não, os seus lábios eram cativantes, depois o cabelo negro e os olhos pintados de negro fizeram Abby suspirar inesperadamente. – Pareces mesmo humana…mestria. – ele sorriu
- Wow… - Nina deixou escapar, depois corou e afastou-se
- Não me consigo habituar a que me tratem por Mestria, portanto… - ela sorriu – o meu nome é Abby, quer dizer, Abigail Everton. Mas Abby é melhor. – sorriu timidamente
- Bom. – aproximou-se imenso da rapariga – Tal como te informei o meu nome é Bill. – Abby sentia o olhar dele e deixa-la como que hipnotizada, não conseguia deixar de se fixar naquele vampiro. – 21 anos para os humanos e 530 para os vampiros. – ele riu-se – Adianto-me á pergunta que sempre me fazem quando me conhecem.
- De facto… - parecia que corava perante ele, de verdade – Bem-vindo ao Hotel. Férias?
- Sim. – abanou a cabeça divertido – Estava fartíssimo de dramas familiares. – fez por respirar fundo – Parece-me que escolhi bem o meu local de férias. O sol não é abrasador, isto é longe de tudo o resto e bem… - deslizou o olhar por toda a rapariga – tenho visões maravilhosas. – deu a ver o seu piercing da língua, Abby humedeceu os lábios.
- Parece-me que sabes como e o que dizer, Bill. – sorriu divertida – Raro.
- Dizem que sim. Mas mais de 500 anos, dá para ensinar muita coisa. – o rapaz rodeou Abby pela cintura, com o seu braço, ela olhou-o surpreendida. – Prefiro que sejas tu mesma a me apresentar este hotel paradisíaco, Abby.
- Claro, Bill. – riram-se
- Diz-me…arriscarias ir até á praia comigo? – olhou-a atenciosamente – Tenho umas saudades daquelas de repousar numa praia. – sorriu
- Claro. Aliás desde que regressei de Roma também ainda não tive oportunidade de ir á praia.
- Isso é crime! – ele fez de falso chocado, a morena riu-se divertida
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-11 17:23:08
...é:
parvo
atrofia imenso
confuso
adora sorrir
mete-me nervosa
coloca-me fora de mim
complicado demais
tem o seu quê de sarcasmo
viciado em "LOL"
não gosta de demonstrar o que sente
demasiado parecido comigo
implica com cenas do mais estúpido que existe
tem o seu quê fofo que me deixa demasiado surpreendida
ciumento
preocupado
não me quer ver sozinha
prefere ver as minhas lágrimas do que saber que sofro em silêncio
...ele...isto e muito mais.
(tens ajudado imenso e agradeço-te sempre que poder; pode ser complicado mas mesmo assim conseguimos aturar-nos; seja como for...eu gosto de ti)
Kisu <3
E se assim fosse? Iríamos(...)
publicado por ♥ Sara às 2013-05-11 09:25:21


E se assim fosse?
Se fossemos nós a viver dentro de aquários.
Se fossemos nós num "canil" à espera que algum Ser nos adoptasse, à espera que nos dessem amor.
Se fossemos nós a ser "toureados"?
Se fossemos nós a ser cobaias a toda a hora?
Se fossemos nós a ser umas "máquinas de fazer filhos" para quando estes nascessem fossem vendidos?
Se fossemos nós presos numa gaiola inocentemente e com grande vontade de voar em liberdade?
E se fossemos nós no lugar deles? Iríamos gostar?
Falei destes exemplos, mas existem muitos outros.
Penso que não é necessário dizer mais nada!! ♥
Inocência da Maldade - 6º(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-10 21:12:21
Para quem não tiver conta ou blog sapo e utilizar o "não tem blog sapo" para desejar comentar e o tal "Publicar Comentário" não surgir...não se preocupe. No canto superior direito da tua tela de pc deves ter algo que indique para "diminuir o zoom" da pagina (normalmente isto está a 100%) e basta reduzir para 90% ou menos (caso o desejes) para que a "linha" que te permite publicar apareça logo por debaixo da area de comentário.
Fica só a dica. =)
Opa...eu gosto deste capítulo. Orgulho.
6º
Podia ouvir a musica que passava em pista graças a umas colunas especiais que ligavam o escritório ao local de musica, continuava de pé a olhar as pessoas no andar térreo, sorria sem se dar conta e sentia-se diferente…talvez mais animada do que o habitual. Olhou por cima do ombro, encontrando Reita encostado à mesa de secretaria, bem atrás dela…o homem terminava de beber o seu saké e mantinha o seu olhar atento a ela; Nami sorriu e rodou em si, encarando Reita. – Obrigada por toda a simpatia e…interesse, Reita-san.
- Reita…peço-te que pares com os honoríficos comigo. – sorriu ele após falar tal.
- Hai…Reita. – disse sorridente. Nami não se dera conta mas certo fora que…havia caminhado até junto daquele homem, seu coração palpitou mais depressa e mais um passo e poderia estender seus braços e tocar o corpo daquele yakuza. Ela deu o ultimo passo em segurança.
O homem alcançou a ponta do seu curto vestido e puxou-a subitamente para si, fazendo-a encaixar-se entre suas pernas e unir seu peito ao dele. Rapidamente as mãos de Reita alcançaram a lombar da mulher e juntou-a totalmente a si; ele exigiu-lhe um beijo e ela entregou-lho com todo o carinho que detinha.
A urgência dos beijos queria levar o casal ao limite do controlo da sua respiração; Nami sentiu-se abanada por um sismo de emoções, ofegou roucamente e logo seus lábios foram tomados de novo pelos de Reita; abraçou-se ao homem, esfregou seu ventre contra a cintura dele, gemeu de satisfação e o calor que seus corpos criavam juntos parecia sufocante demais. Reita apoderou-se do rabo da mulher, apertando-lhe a carne de modo possessivo…forte… - R..Reita… - ela gemeu ofegante contra a boca dele.
Entrelaçou seus dedos pelos compridos cabelos cor de amora negra de Nami, obrigando a mulher inclinar a cabeça atrás…arrastou seus lábios pelo pescoço esbelto desta, deixando um rasto molhado da sua língua e por fim mordendo-lhe a pele bruscamente. O corpo de Nami estremeceu de dor entre os braços do loiro/moreno, ouvi-o pigarrear contra sua pele e a dor da mordida passou de imediato. – Tão…suave…tão…saborosa… - ouviu Reita falar contra seu pescoço. O interior das suas coxas foi atingido por um forte calor e suas finas cuecas ficaram húmidas, Nami gemeu de gosto quando sentiu as mãos daquele homem a deslizarem do seu rabo para o final do seu vestido, puxando-lho ligeiramente para cima…o suficiente para revelar as ligas do qual fazia uso naquela noite. – Nami… - ouviu a voz rouca dele e logo suas bocas apoderaram-se uma da outra de modo voraz.
Era a primeira vez na vida que Nami se sentia tão excitada quanto o que estava de momento, era incomodo mas ao mesmo tempo despertava a necessidade, até à data, escondida da sua ansia. Afastou ligeiramente suas pernas, mas fora apenas para tentar aliviar o calor que sentia na área do seu sexo…mas aquilo era um convite para Reita, portanto sentir uma das mãos do homem a invadir suas delicadas cuecas surpreendeu-a mas por muitos escassos segundos. Desejava isso.
Suas forças ameaçaram faltar-lhe quando sentiu o seu interior a ser invadido pelos dedos de Reita, estimulando-a com movimentos repentinos e demasiado agradáveis. Reita arrastou seus lábios pela bochecha da mulher, indo por fim mordiscar a orelha de Nami, lambendo ligeiramente e provando assim a força das unhas da mulher em seus ombros. Ela era tão doce.
Nami mordeu seu lábio inferior assim que a sua perna roçou pela pulsante ereção de Reita; ofegou e por pouco não perdeu totalmente a força de suas pernas…estava a ficar de visão turvada e o calor começava a coloca-la louca. Ele desejava-a e isso bastava para a deixar feliz. A habilidade dos dedos no interior húmido dela ameaçavam leva-la a um expoente máximo de satisfação, Reita sabia como mover e sabia exatamente onde mexer. A cabeça de Nami descaiu ligeiramente para a frente, ficando de testa encostada ao ombro daquele yakuza, o modo alterado da sua respiração denunciava o quanto ela estava a desfrutar do toque de Reita.
Não se conteve e teve que deslizar pesadamente sua mão direita sobre a eminente ereção do homem, ele suspirou e deu bem a entender que a queria…mais.
O violento toque à porta do escritório obrigou-os a suster seus movimentos e a recuperar a tranquilidade de seus corpos excitados; o toque ouviu-se mais violentamente agora. Reita bateu com o punho na mesa e afastou-se de Nami, a mulher perdeu suas forças e acabou sentada na cadeira de secretária. Furioso, Reita dirigiu-se à porta do seu escritório, destrancou-a e abriu-a ligeiramente…seu membro masculino ainda estava pulsante. – NANI? – gritou irritado
- Problemas, Suzuki-sama. – Orichi, um dos seus altos dirigentes falou e claramente lamentava estar ali. – Lamento interromper. Mas trata-se de um assunto mesmo…urgente.
- Maldito! – Reita falou e empurrou o homem para longe da porta do seu escritório. – Três minutos! – resmungou e fechou a porta na cara do homem. Nami surgiu a seu lado e parecia…complacente – Gomen. – falou cabisbaixo.
- Não tem problema, Reita. – sorriu ligeiramente – Quando quiseres…encontramo-nos. – corava ao falar tais palavras.
- Kuso. – empurrou Nami contra a parede e apoiou suas mãos nesta, cercando a mulher. – Itai. – murmurou próximo da boca dela – Dói imenso afastar-me de ti e parar…o que estávamos a dividir. – Nami corou mais ainda.
- Não tem problema. – disse timidamente e apoiou sua palma da mão direita sobre o local onde o coração de Reita fica. – Outro dia… - humedeceu os lábios.
Reita beijou-a lentamente, revelando um extenso carinho e entrega naquela ação. – Depois procuro saber de ti, koi. – ele falou tranquilamente e saiu do escritório, deixando Nami a registar tudo e principalmente a confirmar a palavra “koi”.
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A Precious Vampire - 2º C(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-10 21:06:59
2ºcap
Acabou de escovar o cabelo, olhou-se uma última vez ao espelho, continuava exactamente igual á 4 anos atrás, nada havia mudado, talvez em questão corporal…Abby sentia-se um pouco mais…atraente. Saiu da casa de banho privada daquela luxuosa suite, apenas destinada ao dono do Hotel, ou seja, Tom Kaulitz. Aproximou-se da câmara frigorífica, olhou atrás e concentrou-se na cama de casal, dita normal, soltou um longo e pesado suspiro. Á muito que nada acontecia de emocionante por aquele quarto e apenas e só dividia a câmara frigorífica com ele. Um gesto subtil da sua mão e a tampa da câmara abriu-se, deitou-se no lado direito, mais um gesto e a tampa voltou a se fechar.
Sentiu a presença dele no quarto, mas continuou a fazer por dormir, notou que a tampa da câmara era mais uma vez aberta e logo sentiu o corpo de Tom a juntar-se ao seu, estava quente, provavelmente do calor que se deveria sentir no salão…aquela sensação electrizante que sempre percorria o corpo de Abby de cada vez que sentia o corpo dele junto do seu, voltou a percorre-la…sentia imensas saudades de amar e ser amada, sentia demasiada falta dos momentos românticos e divertidos entre ambos, sentia a falta de tudo o que tinha feito por deixa-la apaixonada por Tom.
O que se havia passado entre eles? Onde estava aquela fúria de amor e loucura que sempre os domava cada vez que estavam juntos? Que tinha acontecido a Tom para se afastar tanto dela? A culpa seria dos anos de Universidade? Ele próprio tinha apoiado a rapariga para fazer a Universidade, isso não poderia ser ou…podia?!
Abriu os olhos devagar moveu a mão e saiu da câmara frigorifica. A porta da casa de banho abriu-se e ele saiu de lá só de calças vestidas, Abby engoliu a seco, cada vez parecia-lhe mais sensual aquele vampiro.
- Olá! – falou de sorriso nos lábios
- Olá, amor. – ele respondeu logo e juntou-se a ela, beijando-a muito suavemente. – Dormis-te bem? – sussurrou-lhe e deu um rápido beijo na orelha dela
- Sim. Deitas-te tarde. Divertida a festa? – mexeu-se incomodada
- Claro. Porque voltas-te tão cedo, Abby? - afastou-se dela e entretanto apanhou uma t-shirt
- Estava…cansada. – suspirou – Tens muito que fazer hoje? – olhou-o
- Não que eu saiba. Tenho uma imortalidade fácil. – riu-se – Porquê?
- Pensei que poderias…querer estar um bocadinho comigo, Tom. – sentiu-se estranha
- Claro. – voltou a se aproximar e beijou-a, pelo menos agora tinha sido um beijo e tanto.
- Tinha saudades tuas. – Abby falou contra o pescoço dele. Foi abraçada e os beijos voltaram a surgir, intensos e fascinantes, como sempre eram.
Juntos beberam um pouco de O+ na varanda principal, sobre as escarpas. O sol não estava muito forte o que tornava o dia ideal.
- Que me dizes de irmos até ali… - ela indicou a praia privada dos detentores de suites
- Saudades do mar? – sorriu e olhou-a
- Sim. – correspondeu ao sorriso – E também nunca quiseste ir para a praia comigo, Tom.
- Andei contigo num rio ou melhor atravessei um rio. – relembrou-lhe
- Foi diferente. – riu-se – Vamos?
- Pode ser. – levantou-se e aproximou-se da cadeira de recosto onde ela estava, inclinou-se – Tenho saudades de te ver em biquíni, querida. – passou a língua pelos lábios
- Ah sim?! – falou divertida, ele acenou positivamente – Não vês mais do meu corpo porque não queres…ultimamente. – baixou o olhar e se fosse humana estaria a corar imenso de momento
- Isso é uma proposta, Abby? – sussurrou-lhe e ela arrepiou-se toda
- Talvez… - voltou a encara-lo
Sorriu-lhe e beijou-a minuciosamente, Abby aproveitou para arrastar as suas unhas pela barriga dele, ao que ele pigarreou.
- Assim a praia fica para mais tarde. – advertiu-a baixinho
- Não me digas? – deslizou a língua pelos lábios dele
- Sr. Kaulitz. – a voz impessoal do recepcionista do Hotel interrompeu-os – Desculpe interromper…
- Que foi? – Tom falou impaciente
- Desculpe. Mas tem uma chamada urgente…Sr.
Suspirou e afastou-se de Abby, encolheu os ombros e ela recostou-se na cadeira. Voltou a ficar sozinha naquele Hotel.
Inocência da Maldade - 5º(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-08 15:24:14
5ºCapitulo
A cantora convidada do Riujii Bar naquela noite tinha uma voz rouca, as músicas que cantava por vezes conseguiam arrepiar os clientes daquele bar, sem duvida que aquele local era algo que nunca Nami pensara em “experimentar”.
Olhou o copo de cocktail que lhe havia sido entregue à poucos minutos atrás, franziu o sobrolho ao notar a velocidade com que bebera toda aquela bebida; a bebida era demasiado boa e até á hora não lhe haviam falado em pagamento algum. Poderia ser? Poderia Reita estar a pagar o consumo de Hoji?
Suspirou pesadamente e quando olhou a cantora, que em breve terminaria sua atuação, distinguiu um aroma de perfume em especial; humedeceu os lábios e olhou à sua frente naquela pequena e redonda mesa…Reita acabara de se sentar na cadeira em frente da de onde Nami estava sentada. – Boa noite. – ela falou simpaticamente
- Boa noite, Nami-san. – ele falou. Aquela sua voz embargante nunca iria deixar de arrepiar Nami. – Perdoa-me por não ter vindo mais cedo para aqui. Por mais que queira relaxar um pouco do trabalho…este persegue-me. – indicou com um sorriso que atirou por terra todas as possíveis forças de resistência de Nami a si. – Estás…encantadora. – indicou então.
Encantadora? A mulher estava arrasadora, aquele não era o estilo comum de Nami…Reita tinha-se informado de tudo o que conseguira sobre aquela mulher. Uma mestiça que batalha pelas suas coisas, humilde, adorável…indefesa. Mas naquela noite, à sua frente, o líder da família Suzuki tinha uma mulher demasiado erótica, demasiado de facto.
Havia notado como os homens, acompanhados e não, que estavam por perto da mesa onde Nami se encontrava, olharem-na de um modo carregado de desejo…algo quase palpável…algo que começava a fazer borbulhar no interior do homem uma forte sensação de possessão. Nami era sua ou ele queria faze-la sua e só com uma negação da mulher é que Reita se iria negar a toca-la…que fosse.
Viu como o homem erótico que tinha á sua frente, humedecia seus lábios e bebia grandes goles de saké; sentiu-se invadida por uma sensação totalmente desconhecida…o seu interior aquecia demasiado e sua maior vontade era provar os lábios daquele homem. Aquele maldito cocktail deveria conter mais álcool do que o legal. – Fiquei…surpreendida…pelo convite, Reita-san. – ela acabou por falar. Sentia-se acalorada mas tal não tinha nada a ver com as bebidas que já tinha bebido.
- Eu disse que queria conhecer-te um pouco melhor. – ele relembrou-lhe – Irei…estar por perto futuramente. – sorriu-lhe – Se concordares…claro. – Nami soltou um longo suspiro, aquilo incomodou o instinto de homem. Queria. Desejava-la ardentemente. Juntou a mão direita aos lábios como se impedindo a si mesmo de falar…demasiado.
- Oh…não tenho nada que me faça discordar de tal pedido, Reita-san. – concluiu ela. Ele estava a atormenta-la com a intensidade daqueles olhos escuros, estava de facto. – O bar…pertence-te? – quanto mais depressa perdesse a sua timidez normal e encontrasse temas de conversa, melhor seria para o seu estado de sanidade.
- Hai. – ele falou abafado pela sua mão – Negócio de família. – concluiu. Ela sorriu divertida – Ris-te. – disse então
- De certeza que podes falar…abertamente comigo? – quis saber
- Temes alguma coisa, Nami-san? – ele provocou ligeiramente
- Perto de ti…não temo nada, claramente tens a tua posição no teu…trabalho. Longe de ti… - mordiscou o lábio – temo por tudo. – o homem riu-se, um riso quente…acariciador a ver de Nami.
- Confias em mim. Achas que posso…proteger-te? – afastou a mão da boca – Tens a certeza da decisão que tomas inconscientemente, Nami…-chan. – falou num murmúrio, curvando-se ligeiramente sobre a mesa e ficado mais próximo da mulher. O perfume dela…doce e agressivo, algo que excitava.
- Não me…matas-te até ao momento. Julgo que teria sido mais discreto a noite passada. – ela afirmou. Matar. Reita não queria que Nami temesse-o a esse ponto…apenas ela tinha direito a ter perante si aquele Reita, aquele homem tranquilo, interessado e apaixonado.
- Feiticeira. – Reita pronunciou baixinho – Revela-me a tua forma…Nami-chan. – o coração dela bateu mais forte, sentiu-se quente…muito quente.
- Feiti..ceira.. – corou ao falar tal coisa
- Vejo-te uma única vez e captas o meu pleno interesse, procuro encontrar-te e surges do nada na rua…sigo-te…e tudo o que peço é que me deixes…conhecer-te. Feiticeira. – acusou-a sorridente
- Isto acontece mesmo, Reita-san? – ela perguntou timidamente – Interessares-te de súbito por tudo o que rodeia uma pessoa em especial? – o homem indicou-a discretamente com um gesto da sua mão esquerda.
- Claramente. – respirou fundo e bebeu o resto do seu saké. Elevou o dedo indicador ligeiramente e não demorou até o empregado de mesa lhe servir um novo copo e logo depois trazer um novo cocktail para a mulher.
- Quem…realmente…és tu… - ela murmurou o mais perto possível de Reita. O homem debruçou-se mais um pouco para Nami, aproximou seus lindos lábios da orelha dela, soprou suavemente, arrepiando a morena com tal.
- Quem tu quiseres. – sussurrou-lhe e afastou-se, por medida de precaução do corpo daquela mulher.
Era tudo inesperado, tudo demasiado intenso e arriscado mas isso…deliciava Nami Hoji.
Um dj tomou lugar no palco, uma cabine havia ali surgido e a música começara desde logo bem intensa. Nami suspirara de alivio quando Reita se afastara dela depois de lhe sussurrar o que havia sussurrado…agradecia mentalmente por isso pois o seu corpo começava a adquirir vontades que ela desconhecia totalmente. Nunca se sentira tão atormentada por um homem, quanto o era com tão pouco com aquele yakuza loiro/moreno. – Vamos? – ele perguntou então.
- Vamos…onde… - murmurou confusa. Reita indicou com o olhar algo no andar superior daquele bar, Nami olhou atrás e pode ver um local que lembrava um escritório suspenso e paredes de vidro duplo e negro. – H..Hai. – balbuciou sem ter a mínima certeza mas…o seu coração e mente diziam-lhe que podia confiar sua vida aquele homem.
Reita elevou-se e logo ajudou Nami, segurando sua mão delicadamente e encaminhando-a lado a lado consigo para uma porta negra com um segurança à sua frente. Mal se aproximaram, o segurança assentiu rapidamente e cedeu passagem ao casal; Nami pode ver como o yakuza deslizava um cartão negro por um identificador, a porta destrancou-se e ambos entraram. Um pequeno corredor, uma porta fechada, uma escada em caracol….primeiro andar, novo corredor, três portas trancadas e no final do corredor uma quarta porta que Reita destrancou do mesmo modo que a porta do térreo que acedia aquele andar.
Provavelmente aquele era o escritório principal do bar, era aconchegador…um enorme plasma incorporado na parede, uma enorme alcatifa, dois sofás…no canto oposto uma mesa de secretária de madeira escura com tudo o que se viria num escritório perfeitamente normal. Enquanto que alguém pedia autorização para naquele escritório entrar…Nami quase correu para a parede em vidro escuro que dava vista apenas para o palco e área vip e seguintes, tal como a pista. – Eles não te veem…mas tu vê-los a eles. – Reita falou de súbito próximo da nuca da mulher, arrepiando-a com tal.
- É lindo este escritório. – ela falou sem pensar. Sorriu animada e ficou atentada aos clientes que começava a encher a pista de dança. Um copo de Cocktail surgiu à sua frente, Nami aceitou e olhou para Reita. – Arigatou. – sorriu timidamente.
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A Precious Vampire - 1º C(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-08 14:17:59
Olá! o/
Estou de volta com mais uma republicação. Uma fanfiction que inicialmente existia no cjkaulitz =)
Se gostaste do "O Beijo do Vampiro" aconselho-te a ler esta continuação e prepara-te que ainda tens mais "temporadas". Então é isso...deixo-te a segunda temporada da história dos meus vampiros. ;)
Fica Bem!
A Precious Vampire
1ºcap
Aquele hotel luxuoso, situado numa ilha privada, algures nas Caraíbas estava nessa noite em festa. Ali humanos e vampiros passavam as suas férias, uns com conhecimentos dos seres imortais outros nem por isso, mas tudo era ditado com regras. Abby Everton tinha chegado á poucas horas de Roma, hoje tinha sido o seu ultimo dia no mundo académico, apesar dos seus 18 anos eternos, ela apresentava-se ao mundo humano com 22 anos…passara os últimos 4 anos a estudar para tirar o seu curso de Arquitectura, agora ela viria passar boa parte dos dias naquela ilha privada, pertencente aos altos investimentos de Tom Kaulitz. Visto por outros aquele namoro continuava lindo e maravilhoso, o vampiro que se tinha apaixonado pela humana e que ela havia dado a sua vida para salvá-lo e ele dera-lhe a imortalidade por amor a Abby, mas…as coisas não estavam lá muito bem, conforme se apresentavam.
Os 4 anos que haviam passado tinham sido do género: os primeiros 2 anos, era tudo um amor incrível os seguintes 2 anos as coisas mudaram. Pessoalmente Abby sabia que a mudança de atitude de Tom, devia-se ao facto de ela ter-se dedicado inteiramente aos estudos e passar assim muito tempo longe do namorado mas á um mês atrás as coisas haviam piorado, quando Cecill havia falado em casamento. Ele havia logo recuado e riu-se da conversa, a ver dele, absurda da amiga, não que Abby alguma vez tivesse pensado em casamento entre vampiros, afinal o universo vampírico ainda ocultava muito, mas ela sentia a falta do namorado e não mais sabia o que fazer para voltar a captar a atenção daquele vampiro de 424 anos de existência e 20 de aparência.
Abby terminou de beber o seu copo de A-, olhou em redor, humanos e vampiros socializavam e os mortais tinham conhecimento dos imortais, portanto era uma festa privada; fez por suspirar e começou a caminhar, contornou a pista de dança onde casais se dedicavam a dançar muito juntinhos, sentiu-se demasiado só. Tinha chegado á 4 ou 5 horas de Roma o pouco tempo que tinha estado com Tom havia sido para falarem de coisas banais; a vampira sentia falta do corpo dele envolvido com o seu, sentia falta dos “amo-te” que ele lhe dizia tantas vezes nos primeiros 2 anos de imortalidade, sentia falta do rapaz vampiro que tanto ama. Tom havia dito que ela não se iria livrar dele na imortalidade, ela acreditou mas…de momento começava a colocar sérias dúvidas nas palavras que ele lhe havia dito; manter uma relação eterna não era fácil e talvez viesse a ser impossível.
- Andas distraída. – a voz suave de Nina, uma humana que trabalhava naquele hotel de luxo ouviu-se atrás de Abby.
- Olá Nina! – sorriu-lhe
- Pareces cansada. – observava a morena com atenção. – Porque não vais para a tua câmara frigorífica?
- óh… - suspirou – Não me apetece ir deitar. Viste o Tom? – a loira mexeu-se incomodada – Nina?
- Acho que ele…ia alimentar-se. – engoliu a seco e olhou nervosamente para a amiga
- Ah. – deixou escapar – Bom, vou dar mais uma volta pela festinha esta e retiro-me.
- Precisas de alguma coisa? – quis saber Nina
- Nina, hoje não trabalhas. Guarda a tua atenção para mim amanhã. Talvez vá ás compras e preciso de uma amiga para me acompanhar.
- Com certeza, Mestria. – fez uma vénia na brincadeira á outra. Abby riu-se.
O vestido vermelho escuro que Abby usava era deslumbrante, captava toda a atenção dos homens naquele salão e toda a inveja das mulheres. O corpo atlético de Abby, parecia ter sido esculpido (só poderia visto que ela dançava imensas horas hip-hop), os seus longos cabelos negros e lisos pareciam pura seda e libertavam uma fragrância tropical, depois eram os seus expressivos olhos azul esverdeado…tudo isto mais a fama que ela havia conquistado, era uma espécie de vampira diferente, não teve que aprender nada pois o seus dotes especiais haviam nascido com ela a partir do segundo que ela deixara de respirar e apenas bebia sangue…chamavam-lhe “Mestria” ou vampira perfeita, em 4 anos de existência naquele mundo ela era tão dotada como Tom que tinha 424 anos ou talvez um pouco mais, mas isso ela não se arriscava a comprovar. Todos a olhavam com cuidado e respeito.
Saiu do salão, indo para a grande varanda com uma vista deslumbrante para o mar, sorriu e respirou fundo (ou fez por o fazer), sorriu fracamente e debruçou-se sobre a parede da varanda. Instintivamente soube que iria ter companhia vampírica, olhou para o seu lado e não evitou arregalar os olhos, Tom juntava uma rapariga humana á parede pequena da varanda, o estalar dos seus caninos ouviu-se fracamente e a rapariga pouco demorou a soltar um pequeno gemido assim que foi mordida. Abby concentrou-se, era uma rapariga com o tipo de sangue B, notava-se que era novinha, não deveria ter mais de 19 anos, a brisa do mar fez o cheiro do sangue da humana chegar ao nariz da vampira, ele continuava a se alimentar e nem dava pela presença da…namorada….ali ao lado. A jovem humana contorcia-se e abraçou-se ao rapaz, gemeu mais uma vez, parecia que para ela, alimentar um vampiro dava prazer. Revirou os olhos e afastou-se da varanda, olhou uma ultima vez o alimento de Tom, era bastante atraente a rapariga. Abby decidiu que a festa já tinha dado o litro.
publicado por ♥ Sara às 2013-05-08 10:41:21

Yeeiii! \o/ Soube que Bruno Mars vem a Portugal no dia 16 de Novembro de 2013.
Oh meu Deus, se eu estiver a trabalhar até lá eu juro que faço a loucura de ir ver o concerto... Não é todos os dias que o nosso cantor favorito vem ao nosso país (se este for de outro :3). Queria tanto ir... mas por este andar parece que vou ficar só pelo "queria ir".
Bem, mas nunca se sabe. Mas se me quiserem oferecer como prenda de anos também será bem vindo ahahaha (Brincadeirinha eheheh quero ir às minhas custas e não às custas dos outros... só se for algum passatempo! Isso sim, seria bem vindo)
Eu nem sou de gastar dinheiro nestas coisas, mas.... É Bruno Mars... queria tanto... E uma loucura de vez enquando não faz mal a ninguém :| (mas isso só saberei se vou se tiver emprego e depende do preço dos bilhetes lol)
Ai Jesus † !!!! Este homem canta tão bem ♥
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-07 00:04:58
14 anos sem ti e continuo a sentir a tua falta como só tivessem passado poucos dias apenas. ='(
Não devias ter-me deixado...
As saudades continuam e irão sempre ser imensas.
Amo-te pai
Kisu <3
Inocência da Maldade - 4º(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-05 16:12:42
Antes de mais... um GRANDE beijo para a tua mãe =D
Para quem não tiver conta ou blog sapo e utilizar o "não tem blog sapo" para desejar comentar e o tal "Publicar Comentário" não surgir...não se preocupe. No canto superior direito da tua tela de pc deves ter algo que indique para "diminuir o zoom" da pagina (normalmente isto está a 100%) e basta reduzir para 90% ou menos (caso o desejes) para que a "linha" que te permite publicar apareça logo por debaixo da area de comentário.
Fica só a dica. =)
4ºCapitulo
Voltava das compras e deparar-se com um envelope entalado na sua porta de casa, fez a mulher arrepiar-se. No envelope escrito em kanji negros e finos estava “Hoji Nami”; Nami olhou em redor e nada indicava a presença de alguém, seu vizinho de andar estava de férias e ela era a única naquele terceiro andar do edifício onde mora.
Agarrou o envelope e olhou-o mais atentamente; destrancou a porta do seu apartamento e entrou neste. Deixou a mala sobre o sofá da acanhada sala e foi colocar os sacos de compras sobre a bancada da pequena cozinha. Respirou fundo e foi sentar-se no sofá, podia ainda sentir no tecido deste o aroma do suave e embargante perfume de Reita, inalou lentamente o ar em redor e sentiu-se uma idiota por estar tão fixada em recordar aquele homem e adorar o aroma do seu perfume masculino. Humedeceu seus lábios e abriu o envelope onde seu nome estava escrito, pestanejou e junto com um pequeno bilhete vinha um convite para entrada vip num bar famoso da cidade.
“Nami-san, como melhor agradecimento pela prestação dos teus cuidados quero convidar-te para ires esta noite ao Riujii Bar. Espero ver-te lá a partir das 22h. Sozinha.
Reita”
A boca da mulher praticamente descaiu e seus olhos ficaram ainda mais redondos do que naturalmente eram. Reita queria-a naquele bar. Aquilo era um bar conceituado, não é para quem quer…é para quem pode. Nami não tinha salário suficiente para beber e desfrutar do ambiente daquele local de diversão noturna…depois…existia bailarinas, segundo o que Nadesko lhe dissera uma vez, era um local exótico fiel à origem japonesa.
Automaticamente olhou o relógio de parede que existe na sua pequena sala, acabava de marcar 20h. Não fazia ideia se teria coragem para ir ao Riujii Bar, não era de alta sociedade…não tinha comportamentos de excelência. Como podia ela ir a um local daqueles?
Agarrou violentamente o seu telemóvel e logo ligou para Erichi Nadesko. – Mochi, mochi! – falou nervosa – Nadesko…tenho um encontro com o sexo em pessoa. Que faço?- questionou logo.
*
Aquilo era um exagero mas Nadesko fizera-a prometer sobre tudo o que era sagrado que seguiria as suas dicas de produção para o “encontro”. Encontro? Reita apenas a havia convidado a ir aquele bar exuberante…provavelmente não iria ser nada de demoras. Afinal a noite é o reino da Yakuza.
Curvou os lábios e olhou-se, mais uma vez, ao espelho inserido na porta do seu guarda roupa. Estava a vestir um vestido vermelho e preto, algo que Nadesko lhe havia oferecido á mais de um ano mas Nami nunca tivera coragem de o usar, afinal o vestido era curtíssimo, costas ao descoberto e decote demasiado arrojado…Nami nem podia usar sutiã, tinha que confiar no delicado fio cravado em imitações de brilhantes/diamantes que evitava que a parte da frente do vestido expusesse os seios da mulher; ia de meia de liga e apenas porque apesar do Verão no Japão as noites estavam frias; a condizer a mulher calçava uns sapatos de salto, de plataforma e tudo de cor preto, maquilhagem era muito ligeira mas mesmo assim o facto de seus cabelos cor amora estarem com um jeito diferente…valorizando mais o seu jeito encaracolado, apresentava uma imagem meio aliciante de Nami que nem ela mesma conhecera até ao dia.
Humedeceu os lábios e vestiu o casaco de pano vermelho, agarrou sua bolsa e preparou-se. Ia ao Riujii Bar!
*
Saiu do táxi, pagou a viagem e caminhou para a entrada triunfante daquele bar. Fez exercícios de respiração e rezou para não tropeçar em fosse o que fosse e fizesse tristes figuras; retirou o convite da bolsa e quando conseguiu chegar junto do segurança apresentou-lho. – Hoji-san.- o homem murmurou num tom respeitoso – Sua entrada é a Vip. – indicou a porta mais afastada daquela que se dizia ser a principal. Nami corou ao se dar conta que era…Vip por uma noite.
- H..Hai. Arigatou pela indicação. – fez uma rápida reverência e encaminhou-se para a outra entrada no Riujii Bar. Entregou o convite ao segurança e este depois de lhe fazer uma breve reverência, abriu-lhe a porta e indicou-lhe para onde tinha de seguir.
Nami estava sem compreender o porquê de tanto respeito perante o seu convite, ela olhava o pequeno pedaço de papel de cor lilás e só então notou que havia uma assinatura…relembrando-se do bilhete que tinha vindo junto…a mulher confirmou que Reita deveria ter algum poder ali. – Yakuza. – deixou escapar num suspiro e logo um empregado se disponibilizou para a levar a uma mesa bem perto do palco onde cantores e dj’s atuavam e servir-lhe a bebida da casa…um saké especial. – Ano…eu não pedi nada… - ela falou para o empregado com algum receio
- Oferta da casa, Hoji-san. – o empregado respondeu com um enorme sorriso. – Suzuki-sama quer garantido o seu bem estar. – explicou
“Suzuki-sama”? Nami estava confusa mas por lógica o homem deveria estar a se referir a… - Reita-san está cá? – ela deixou escapar
- Creio que ainda não chegou. – respondeu-lhe ele. Nami assentiu desapontada e o empregado afastou-se da sua mesa.
Não conseguia explicar o porquê daquela ansiedade toda de encontrar Reita, o corpo dela parecia rogar-lhe que voltasse a sentir a presença daquele homem perto de si, queria inalar o seu perfume afrodisíaco, queria ficar alvo daquele olhar penetrante…queria sentir o toque daqueles lábios aveludados sobre sua pele. Nami arrepiou-se toda. Que sensações inexplicáveis eram aquelas?
publicado por ♥ Sara às 2013-05-05 12:10:00

Olá meus amores!
Quero desejar a todas a mamãs um Feliz Dia da Mãe.
Enquanto à minha mamãzita....
Acho que não preciso de dizer muito, basta dizer...
Adoro o teu sorriso,
adoro quando gritas comigo (ehehe)
Adoro as tuas comidinhas
Adoro o teu perfume
Adoro-te, adoro-te e adoro tudo em ti e tudo o que fazes por nós as quatro.
E por tudo o que já passamos,
E por todo o apoio que nos destes nos momentos mais difíceis,
Pelo carinho que nos dás
Por seres nossa amiga
Por seres uma Artista do caraças ehehe
Um GRAAANNNDEEE Obrigada por seres a minha Super Mãe
Amo-te Mãe ♥
Vou ser sincera, não sou nada boa a escrever estas coisas de sentimentos. Mas o que interessa é que AMO a minha mãe.
Esta imagem simplesmente adorei e foi retirada do Facebook da Aiaimatilde, vejam tem coisa tão lindas.
(Podia ter colocado uma foto como fiz no dia do Pai, mas... Não tinha nada preparado e tenho que vasculhar primeiro o "buraco negro" do meu quarto para encontrar alguma coisa, iria demorar um eternidade ahahah por isso coloquei esta imagem que fiquei encantada com ela *--*)
