publicado por sara folhas às 2013-05-23 23:54:20
perfil público
nora siobhan grey
Seguir Perfil »publicado por sara folhas às 2013-05-23 23:54:20
és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um nojo és um monstro. amo-te muito apesar disso.
publicado por Jules às 2013-05-21 20:54:45

Eu, sinceramente, pensava que ia ter mais tempo e motivação para ir ao ginásio. O que eu espero, nunca é o que acontece. Só me apetece comer chocolate, bolachas, pipocas, bolos, comida a monte. Ah, é comida e chorar, tudo me dá uma vontade enorme de chorar. Preciso de sair deste estado urgentemente!

publicado por LostDreams às 2013-05-21 18:00:47
http://somethingformyown.blogs.sapo.pt
Porque de algum lado tem (...)
publicado por Tokiohotelundcl às 2013-05-21 00:12:59
E tu chegaste tão pequeno, tão indefeso, tão débil. O pequeno rejeitado graças às cabeças pouco formadas de algumas pessoas, as mesmas capazes, certamente, de deixar os seus filhos na rua ou às portas da morte por darem demasiado trabalho, ainda que a curto prazo.
O "pinguim enjeitado" que tanto amor tinha para dar, e ainda tem, todos os dias! O meu orelhas, o meu patinhas, que agora tão crescido está, mas que eu tanto gosto de recordar como tudo começou.
Amo-te
publicado por LostDreams às 2013-05-19 21:55:45
publicado por ariana às 2013-05-19 12:42:14
Passo invernos sem me constipar, mas, quando as flores nascem e o vento sopra, as minhas gripes teimam em acompanhar a chegada do pólen.
Vou juntar uma caixa de lenços à lista do supermercado.
publicado por sara folhas às 2013-05-18 21:51:46
este texto é o elogio à pessoa eterna. é isso que és para mim. não és um caso perdido, não és uma miúda triste e doente, muito menos uma pequena princesa sem destino. se o dois-três-três não fosse apenas uma piada estúpida, responderia isso quando me perguntam um número que gosto. o impacto que tiveste na minha pessoa foi de maior intensidade do que a que imaginas. é bom pensar no mar e na praia e na areia e em todas aquelas rochas e ondas e raios de sol que ninguém nunca viu. devias sair mais, devias ir ao mar, á praia, á areia. devias pensar menos nas coisas. ia ajudar-te a pensar menos nas coisas se pudesse. a única coisa que fiz de bem aqui na terra foi ajudar-te e abraçar-te, por muito que tenham sido poucas vezes. gostava que estivesses mais perto. mas estás ao pé do mar e da praia e da areia! e um dia eu também vou apreciar esse espectáculo que é a natureza contigo. e nesse momento, não vai importar que os nossos pulsos estejam arco-íris e os nossos pulmões tão negros que não haverá volta a dar. vai ser tão bonito, que se tudo acabasse ali, naquele instante, teria tudo valido a pena.
porque fizeste coisas boas nesta vida. e quando pensares que não, volta a ler isto e lembra-te que, apesar de não ser muito importante, me ajudaste a mim, me mudaste a mim. tudo que fizeste teve relevância. és um caos, estás um caos, eu sei que és, eu sei que estás. mas isso não implica que eu não saibas mais viver, e não devas mais viver. os desastres são das coisas mais bonitas. é tudo uma complicação, mas pelo menos é complicado á tua maneira.
e vais sobreviver e vais rir e as coisas vão ficar melhores e voltar a piorar mas daqui a cinco anos e não te vais lembrar daquela vez em que pensaste que seria o fim. vais sorrir e sentir-te ainda mais forte. tu sobreviveste até agora, depois de toda a merda. tu vais sobreviver. eu acredito.
publicado por sara folhas às 2013-05-18 20:12:13
trocas as mãos pelos pés, não sabes bem por onde andas e tens uma certa dificuldade em percebes porque é que aqui estás e qual é o teu papel. eu percebo isso. segues ''a lei do menor esforço'', e só fazes o que és obrigado a fazer. não vais para além disso, e na tua cabecinha nem havia razão para o fazer, seja lá o que for. és incompreendido pelas pessoas, mas parcialmente, na minha opinião, isso acontece porque nunca ninguém te ouvi falar. quando te conheci achei-te piada, havia uma certa ironia na tua voz que me atraía, cada vez mais. achei isso apenas o começo, e que por detrás dessa tua faceta hilariante vivia uma pessoa que mal podia esperar para ter alguém com quem partilhar ideias, opinar. não pude ser isso para ti infelizmente, e acho que também ainda não encontraste ninguém para ocupar essa posição. considero-te na verdade uma pessoa um pouco perdida, mas sem qualquer noção do seu verdadeiro valor. tens noção das coisas. mas não corres atrás delas. tal como eu não corri atrás de ti, e talvez seja um disparate perder esta oportunidade de me aproximar, mas não vou correr atrás de ti.
não fazes ideia de como na verdade o teu sorriso é contagioso. tens uma posição elegante e é na verdade confortável olhar para ti. olhas para o telemóvel na esperança de encontrar uma mensagem da rapariga dos teus sonhos. contradizendo o que disse antes, tu não tens mesmo noção. tudo em ti é simétrico, a tua magreza acentua-se bem e não te imaginava de outra maneira, não gostava de ti de outra maneira. acorda para a vida, meu. todos te querem bem, todas as raparigas que nem conheces te querem bem. eu quero-te bem. não me vou aproximar mais porque não seria justo fazer isso a mim mesma. só queria ajudar. e acredita que mereces ajuda. vais longe. se pudesse ia contigo.
publicado por LostDreams às 2013-05-18 19:39:53
Sabes quais são os dias mais felizes da minha vida? perguntou-lhe ela um dia. Não. respondeu simplesmente aquela voz. Aqueles em que estou contigo... e se estiver todos os dias contigo então sou sempre feliz. respondeu ela.
Andava a ver alguns posts que tinha feito no ano passado e encontrei este que escrevi em Agosto, adoro-o o: e pronto, decidi postá-lo de novo
Ainda sobre a Constituiçã(...)
publicado por Gehenna às 2013-05-18 16:53:56
Artigos retirados daqui, Constituição da República Portuguesa, VII REVISÃO CONSTITUCIONAL [2005]
TÍTULO II
Revisão constitucional
Artigo 284.º
(Competência e tempo de revisão)
1. A Assembleia da República pode rever a Constituição decorridos cinco anos sobre a data da publicação da última lei de revisão ordinária.
2. A Assembleia da República pode, contudo, assumir em qualquer momento poderes de revisão extraordinária por maioria de quatro quintos dos Deputados em efectividade de funções.
Artigo 285.º
(Iniciativa da revisão)
1. A iniciativa da revisão compete aos Deputados.
2. Apresentado um projecto de revisão constitucional, quaisquer outros terão de ser apresentados no prazo de trinta dias.
Artigo 286.º
(Aprovação e promulgação)
1. As alterações da Constituição são aprovadas por maioria de dois terços dos Deputados em efectividade de funções.
2. As alterações da Constituição que forem aprovadas serão reunidas numa única lei de revisão.
3. O Presidente da República não pode recusar a promulgação da lei de revisão.
Em 2008, o projecto da nova Constituição equatoriana proposto pelo Presidente socialista Rafael Correa foi aprovado com 64 por cento dos votos no referendo, de acordo com os resultados oficiais de 80 por cento dos sufrágios. E em 2012 a Islândia referenda Constituição escrita pelo povo.
Tiremos as nossas próprias conclusões. Revoltemo-nos por não termos voto na matéria e por nos terem arruínado anteontem, no Parlamento, a chance de termos voto na matéria. Já Hannah Arendt dizia: The greatest evil perpetrated is the evil committed by nobodies, that is, by human beings who refure to be persons.
publicado por Jules às 2013-05-18 13:22:56

Epa, se há coisa que me faz arrepiar os pelos das sobrancelhas, são as pessoas que são frias e rudes a dar os parabéns a alguém no facebook. Não quero saber se conheces ou não, mas a partir do momento que te vais dar ao trabalho de teclar alguma coisa para essa pessoa, ao menos, tenta ser simpática. Não custa meter um smile, ou simplesmente um desejo ou uma entoação diferente na mensagem. Não me venham é com "parabéns" secos que nem bacalhaus, que a mim isso não pega!
publicado por Gehenna às 2013-05-16 23:42:23
Os exames de 4º ano foram reintroduzidos no sistema educacional português e em sua defesa surgiram várias vozes que afirmavam convictamente tratar-se de um meio adequado de avaliação, com o intuíto de estimular uma melhor noção de rigor, exigência e responsabilidade no ensino primário.
Hoje, reprovou-se no Parlamento a proposta do PEV para introduzir o ensino da Constituição Portuguesa no 3º ciclo. Segundo o jornal Público online, Fernando Negrão, deputado do PSD, afirma que a Constituição da República Portuguesa é “datada” e, por isso, “tem uma carga ideológica muito forte”, considerando “excessivo começar com a leitura e o estudo” do documento.
Ou seja, para estes filhos da mãe os alunos do 4º ano têm estofo suficiente para fazerem um exame - esperem lá que os exames de 4º ano não são nada datados - com peso na avaliação idêntico a um exame de secundário, mas os alunos do 3º ciclo são burros ou imaturos demais para aprenderem a Constituição da República Portuguesa.
Está na hora de bater com a cabeça na parede para acordar, pá! Não é com exames que seremos mais responsáveis e rigorosos, nem com os outros nem connosco próprios. Portugal nunca foi responsável ou rigoroso. Portugal não é conhecedor, porque se fosse, não seria governado por uma cambada de oportunistas e de Migueis Relvas (que dividem o país em Norte, Centro, Sul, Alentejo e Algarve) como tem sido desde sempre. Se não evoluirmos enquanto cidadãos, se não formos interessados e conscientes, nunca teremos líderes igualmente dotados. Aqueles que nos governam são o reflexo do povo que somos, portanto, se exigimos a demissão do Governo, exigimos também a nossa.
publicado por sara folhas às 2013-05-16 21:55:17
gostava mesmo de poder ajudar. e acredita que todos os dias vou dormir com o pensamento de que amanhã vou ajudar, não só a ti, mas a todos. porque ser parte da sociedade é mesmo isso, ajudar. mas depois acordo no dia a seguir e é uma correria, nem me dão tempo para pensar nas coisas como deve ser. sei que odeio as coisas mas não tenho tempo para me mentalizar do porquê, então saio de casa estúpida, com o ''odeio-vos'' na ponta da língua. vejo o gonçalo e a soraia no autocarro e finjo que me apetecia mesmo vê-los, mas não. porque são as primeiras pessoas que vejo, e as que não posso de maneira nenhuma evitar, por muito que goste deles. chego á escola e são todos os dias a mesma merda. raramente há coisas novas. o tiago cardoso é muito querido e em geral a turma é nice, mas é sempre a mesma merda, nunca sabem inovar um bocadinho. os intervalos são sempre a mesma merda! não consigo ajudar, não consigo ajudar porque a essa hora ainda nem a mim mesma eu consegui desencadear, ainda não consegui ''estar bem''. é tudo uma farsa. acho-me muito linda em casa ás vezes até ver uma pessoa, seja ela qual for. e fico fria e até finjo que estou muito lindinha e feliz, mas não. ver o luís é merda, ver todas as opotunidades que não vou ter com o luís é merda. e o mesmo com eles todos, por muito que diga que isso não me magoa minimamente. é ridículo o quão eu queria ajudar-te, mas eu não consigo, porque nem eu consigo ou quero ser ajudada, só quero que me deixem em paz. mas que me deixem em paz contigo, com o carlos ás vezes, com a diana ás vezes, com o luís raramente, com as pessoas ás vezes. não consigo fazer nada a 100%. desculpa.
publicado por Gehenna às 2013-05-16 20:24:53
E o código já está feito. Agora vou recomeçar as aulinhas de condução, das quais, admito, já sinto saudades. Eu até que engraço com aquilo.
Episódio intrigante foi o de hoje, quando depois de já todos os instruendos terem saído da sala de exames, se ouviu um estilhaçar de um vidro. Vejam só, que alguém frustrado decidiu partir um vidro de uma porta ao murro e fugir, deixando um assustador rasto de sangue atrás de si. Veio a saber-se logo a seguir que essa pessoa, cuja identidade não cheguei a saber, havia andado a pontapear uns quantos carros num parque de estacionamento, depois de ter saído do centro de exames. E agora digam-me lá, se gente como esta merece conduzir algo potencialmente perigoso como um automóvel, se tão facilmente perde as estribeiras. Que parta vidros à vontade, que fique sem a mão se for preciso, mas que não pegue num carro sozinho, enquanto não aprender a controlar-se.
Depois da tempestade, a b(...)
publicado por Jules às 2013-05-15 23:19:48
O título não é o mais adequado, deveria ser "no meio da tempestade, acontece a bonança". Se eu acreditasse nos santinhos, agradecia a todos eles os amigos que me têm acolhido e ouvido nesta altura. Não sei o que seria de mim sem estes meus portos de abrigo.
Falling from the sky that(...)
publicado por coraline às 2013-05-15 18:20:57
publicado por Jules às 2013-05-14 21:59:33

Agora, solteira, chego à conclusão que toda a minha vida foi passada à procura de histórias de amor. Quer estivesse comprometida, ou não, em todos os cantos eu procurava um toque de fantasia à minha vida. Uma surpresa, um olhar indiferente, algo. Alcancei até o ponto de me questionar se, sem ninguém, seria alguém. Paro e penso. Não, não pode ser. Preciso de aprender a viver sozinha e por mim. Ainda hoje, dei por mim a rir-me para um cão só porque o dono era engraçado, cena mais cliché de todos os filmes. É dificíl conviver com a carência, só espero não chegar ao final da estrada completamente louca.
547:: mais vale ficar em (...)
publicado por LostDreams às 2013-05-14 21:21:05
Quando nada há a dizer apenas nos remetemos ao silêncio, este é sempre o melhor e nunca nos trai. As palavras acabam sempre por magoar mesmo quando por vezes essa não é a intenção, são traiçoeiras e quando damos por nós estamos a dizer exatamente o oposto daquilo que queriamos. Mais vale ficar em silêncio...
publicado por Gehenna às 2013-05-13 23:16:24
Eu não te posso ver. Imagino-te apenas. Tu apenas me imaginas. Escrevo-te estas palavras a imaginar que entendes aquilo que imagino por imaginar aquilo que és. Escrevo uma carta. Escrevo uma carta que é para ti e que é para mim por ser uma carta para aquilo que imagino que és.
José Luís Peixoto, narrador, poeta e dramaturgo português
publicado por ariana às 2013-05-13 21:55:28
Perdi a noção do que é um grupo de frases, perdi o sentido e, consequentemente, as aranhas apoderaram-se deste pedaço de brancura. Não sei que vos diga, não sei que vos conte, só sei que o tecto é branco e banhado por sangue de mosquitos.
publicado por ariana às 2013-05-13 21:53:01
O meu futuro trabalho enc(...)
publicado por Jules às 2013-05-13 20:36:27
publicado por LostDreams às 2013-05-12 21:29:13
Fartei-me do visual que tinha (como sempre) e pronto, tive de o mudar. Este é diferente e não sei, mas gosto bastante e espero que se mantenha por algum tempo. O que acham?
Ando sem ideias nenhumas para post's por isso é que ultimamente só posto quotes e assim, o que não me agrada muito porque gostava de postar aqueles textos escritos por mim, mas pronto...
Tenham uma boa semana!
publicado por Jules às 2013-05-12 18:33:43
Ontem à noite: Vou ser rebelde, pela primeira vez na vida. Vou chegar tarde a casa e beber!
Hoje de manhã: O que raio fui eu fazer...
publicado por ariana às 2013-05-11 13:55:10
E parece que do outro lad(...)
publicado por Gehenna às 2013-05-10 22:31:04
... alguém se queixa do mesmo que eu e outras tantas pessoas nos temos vindo a queixar por cá, nomeadamente nesta altura, onde cabecinhas pensadoras e não-pensadoras, também, se dobram sobre os polémicos exames de 4º ano.
Jeff Bliss, 18 anos, estudante de Duncanville High School, nos Estados Unidos, tornou-se num ícone da internet nestes últimos 2/3 dias à custa de uma gravação feita por um colega de turma, onde nos é possível vê-lo a discutir com a professora, depois de ela lhe ter ordenado que abandonasse a sala de aula. Ao contrário do que se possa pensar, não se trata de mais um caso problemático e violento no meio escolar, mas sim, de uma chamada de atenção para a incompetência de muitos professores e para a falta de qualidade do ensino, ensino esse que não está a conseguir responder aos problemas e às expectativas dos próprios alunos.
As gravações de video e áudio podem ser proibídas durante as aulas, mas confesso que são precisas, não somente para mostrar o lado perverso, violento, disforme dos alunos e o horror pelo qual um professor passa durante uma aula, não somente para nos rotular como os maus da fita e como uma geração perdida, mas para provar aquilo que muitos de nós nos cansamos de dizer, sem que ninguém nos ouça e se disponibilize para nos ajudar. Para perceberem do que falo, basta terem em conta a atitude indiferente e ridícula da professora, enquanto Jeff tenta explicar-se.
(legendas em brasileiro disponíveis)
E já que estamos nesta onda, queria remeter-vos para a publicação de Daniel Oliveira no blog Arrastão (e no jornal Expresso online). Eu até podia escrever um longo texto argumentativo acerca destes exames e de toda a reestruturação evidentemente necessária na nossa educação, mas é que nestes últimos dias não tenho feito mais nada se não tentar com que, algures por aí na net, as pessoas vejam e tomem a perspectiva dos estudantes como sua, já que é deles que falam (falam demasiado superficialmente para o assunto em questão, como se não estivessem futuros em jogo) e que, portanto, não têm nada que vir com os previsíveis dizeres de que no meu tempo era isto, no meu tempo era aquilo e tinha de ser. Deixo, por isso, por estar cansada, o link para o texto de Daniel Oliveira, que reflecte bem aquilo que penso, com a óbvia diferença de atingir um patamar bem mais elevado em relação às minhas escrituras, quer a nível de escrita quer a nível de argumentação.
E, pronto, aqui estou eu, orgulhosa de Jeff e contente por ele ter conseguido em pouco menos de 2 minutos, expressar algo realmente importante, não só para mim, mas para todos nós. Contente, também, pela merecida atenção que tem vindo a receber por parte dos professores, da internet e da televisão. You go, Jeff!
[ Editado ]
Entrevista na Fox 4 com Jeff e a sua mãe, Rhonda Bliss.
É interessante: Jeff desistiu da escola para voltar mais tarde, empenhado em exigir dele mesmo e do sistema que o educa. Estas são as suas palavras: When I dropped out and decided to come back, I was determined to do better for myself, to build that future, 'cause before, when I dropped that, I didn't have a dream, I didn't have a vision looking in 5, 10 years from now. And when I think of that, I imagine how many other students out there in this country are faced with the same thing? And this is one of the key points.
545:: isto está a tornar-(...)
publicado por LostDreams às 2013-05-10 21:41:32
publicado por Jules às 2013-05-10 21:14:40
Aqui estou eu a tentar postar regularmente para vocês, com o meu copo de chá branco e o meu nariz entupido. Tenho recebido tantos comentários, e tenho tido tanta vontade de chorar ao ver o quão incansáveis são as minhas leitoras (sem querer ofender o possível público masculino que me siga) num momento de menos estabilidade. Adiante, para o assunto do título, tenho andado a ler 2 livros, o "The Great Gatsby" do Fitzgerald, e, o "Os 36 Homens Justos" do Sam Bourne. O primeiro é L-I-N-D-O, vou a meio e nunca pensei vir a gostar tanto de um livro clássico como estou a gostar daquele, é dar por mim a devorá-lo em qualquer sítio que tenha 5 minutinhos. Relativamente ao segundo, comecei a ler hoje porque a minha tia adorou e eu tenho outro livro do autor para ler cá em casa, daí precisar de um incentivo. Escusado será dizer que já vou na página 70 e muitos. O autor é fenomenal, não esperava uma escrita tão acessível e viciante. Tenho a acrescentar que tenho uma crush no protagonista. É tudo por agora.

publicado por ariana às 2013-05-10 18:07:52

Vou partilhar amor com a gigantesca lista do gave sobre funções de décimo ano, no entanto, questionarei-me muito mais sobre qual o motivo de os jovens do site se estarem a rir. Aposto nas drogas.
