Perfil

Light_pt

de nome Iuri Alexandre, nasceu a 13-02-1994 em Setúbal, do signo Aquário... é a nossa maior motivação e fonte de riqueza humana. Para ele este blog com todo o nosso amor e orgulho. Obrigado querido filho por nos teres escolhido.
Outros Autores: Cracking the Net


Angústia não advém do facto de ter uma criança autista mas sim da forma como ela é recebida no seio da comunidade.


Posts dos Amigos

Crónicas de uma mãe atrapalhada!

Sobre a Encoprese

publicado por Mamã Gansa às 2009-11-19 10:28:20

Deixo aqui este artigo do site Educare:

 

Serviço de Pediatria do Hospital de São Marcos de Braga| 2009-04-15

http://www.educare.pt/educare/images/transparent.gif

A prisão de ventre desenvolve-se lentamente quando a criança começa a associar a dor ao acto de defecar. Assim sendo, a criança, ao ter cólicas, evita ir ao quarto de banho para não ter mais dores.

http://www.educare.pt/educare/images/transparent.gifA obstipação, mais vulgarmente chamada prisão de ventre, é uma condição muito frequente nas crianças, sendo responsável por cerca de 3% a 5% das consultas ao pediatra e 35% das consultas de gastrenterologia.

A obstipação ocorre tanto em rapazes como em raparigas, mas após a puberdade é mais frequente no sexo feminino.

A maioria das crianças não tem qualquer patologia de base responsável por esta condição.

A prisão de ventre desenvolve-se lentamente quando a criança começa a associar a dor ao acto de defecar. Assim sendo, a criança, ao ter cólicas, evita ir ao quarto de banho para não ter mais dores. Ao reter as fezes, o recto começa a distender e a perder alguma sensibilidade. Com o tempo, o recto vai adquirindo uma capacidade maior de acomodar fezes sem dar sensação nem urgência de evacuar. Quando finalmente a criança vai ao quarto de banho, as fezes são duras e volumosas e a dor ao defecar é cada vez maior, criando assim um ciclo vicioso em que há agravamento progressivo. Ao fim de alguns anos pode haver uma distensão do recto e uma perda de sensibilidade tão grande que é possível surgir a encoprese, que é a incontinência do esfíncter, ou seja, a perda de fezes nas cuecas.

O que fazer se o seu filho for obstipado?
Compreendendo o ciclo vicioso que é a obstipação, a melhor maneira de o quebrar é actuando no ponto inicial, ou seja, na dor. Desde que a criança compreenda que ir ao quarto de banho não é doloroso, aliás se entender que quanto mais frequentemente for ao quarto de banho menos dores terá, aí deixará de haver obstipação.

Como deixar de ter dores ao defecar?
Quando a obstipação já está instituída, é necessário um tratamento mais intensivo.

No início é necessário limpar todo o cólon e retirar as fezes duras que estão acumuladas. Para isso deve fazer clisteres durante alguns dias até à limpeza total.

Posteriormente deve-se evitar que volte a reacumular fezes, o que significa tomar xaropes que tornem as fezes mais moles e obrigar a criança a ir ao quarto de banho todos os dias. Preferencialmente, a ida ao quarto de banho deve ser após o pequeno-almoço e após o jantar porque assim aproveita-se o facto de haver maior movimento do intestino após a refeição. É necessário ter em conta que, muito provavelmente, será impossível convencer a criança a ir ao quarto de banho na escola, por isso não vale a pena forçá-la.

A dieta também é um ponto importante. A alimentação deve ser rica em fibras (vegetais), açúcares não absorvíveis (frutas) e muitos líquidos.

Os pais devem ter consciência que o tratamento é longo, podendo mesmo prolongar-se durante meses. Só quando a criança tiver adquirido hábitos regulares de ir ao quarto de banho é que se poderá começar a pensar em diminuir gradualmente as doses de medicação. É também importante ter em mente que a qualquer momento, principalmente quando há alteração na rotina diária (como nas férias ou com a entrada na escola), o problema poderá surgir de novo e o tratamento terá de ser reiniciado.

Em suma, a obstipação é um problema muito frequente e grave uma vez que é responsável pela perda de qualidade de vida. A criança sente-se desconfortável, tem dores e se tiver encoprese terá mesmo problemas de adaptação social.

Se o seu filho for obstipado, vá ao seu médico e cumpra escrupulosamente o tratamento instituído. Não tenha receio de ter de fazer medicação durante muitos meses - há a noção errada de que os laxantes poderão causar dependência, mas é uma ideia falsa. Não há qualquer problema em tratamentos arrastados.

Confie no seu médico e ajude o seu filho.

Mafalda Paiva e Henedina Antunes,
Serviço de Pediatria do Hospital de São Marcos de Braga


Crónicas de uma mãe atrapalhada!

Vou guardar no meu coração...

publicado por Mamã Gansa às 2009-11-18 19:54:31

Entre o regresso das diabruras (não a fase calma não veio para ficar) , tenho oregresso das ternuras. Dou-lhe um beijo, ela passa a mão na cara coo se o retirasse, lha-me meiamente e faz o gesto de pôr no peito e aseguir diz:

-Vou guardar no meu coração.


Crónicas de uma mãe atrapalhada!

Lembram-se da família Barbapapa?

publicado por Mamã Gansa às 2009-11-16 12:49:29

Finalmente consigo vir aqui..mil desculpas de não escrever...mas tenho chegado a casa às oito e á vontade de escrever não é nehuma.Quero descontair a cabeça dos problemas do trabalho. dar atenção aomarido e filha que tem sido pouca e depois pomo-nos abrincar nas quintas do facebook e quando dou por ela já devia era estar a dormir... mas aqui vai o que interessa.Notícias da Bárbara.

 

Este ano para a Bá tem sido dificil começou o ano com uma Encoprese, o que a estar a levar a rejeitar aescola. ( espero conseguir de dicar um post a esse assunto). Está aser tratada com medicamentos, alimentação adequada e muito carinho.

 

O fim de semana passado fomo ao festival de BD da Amadora, no Sábadao tentei ir à Kidzania mas chegámos tarde por isso ela foi anadar nos pluri Robots, que são animais em que eles podem passear.Ela andou num elefante e adorou!Ahpasso a publicidade mas isto fica no Dolce Vita e é uma bioa alternativa aos parques em tempo de chuva.

 

No Domingo fomos ao Fórum, a Bá fez um lindo desenho colorido, pintou um golfinho brilhante na cara e por fim o papá e a mamã ofereceram-lhes recordaçãoes ada sua 1ª ida ao festival de BD.O papáa o livro comemorativo dos 50 anos do Asterix e a mamã um mealheiro do papá Barbapapa que a Bá adorou sem coonhecer os desenhos. Assim a mamã foi procurá-los aos Youtube e agora a Bá não quer outra coisa. Fica aqui o link para verem garanto que mmiúdos e graúdos vão adorar.

 

 

 http://www.youtube.com/watch?v=k2Xb4YK6Rt8

 


GAI - Gabinete de Apoio e de Intervenção

Depoimento

publicado por educação diferente às 2009-11-15 11:37:16

Hoje dia 15 de Novembro comemora-se o Dia da Língua Gestual Portuguesa (LGP). Língua Gestual Portuguesa (LGP) é a língua gestual através da qual grande parte da comunidade surda, em Portugal, comunica entre si. É processada através de gestos, como o nome indica e a sua captação é visual.

Nos termos da alínea h) do n.º 2 do artigo 74.º da Constituição da República Portuguesa, «na realização da política de ensino incumbe ao Estado (...) proteger e valorizar a língua gestual portuguesa, enquanto expressão cultural e instrumento de acesso à educação e da igualdade de oportunidades». Assim sendo, desde 1997, a Língua Gestual Portuguesa passou a ser uma das línguas oficiais de Portugal.

Numa época em que nada, ou quase nada se sabia acerca da comunicação entre os surdos, no Instituto Jacob Rodrigues Pereira (Casa Pia) as crianças surdas, nos seus tempos livres, comunicavam entre si numa "língua secreta, que as protegia dos ouvintes que as rodeavam": falavam com as mãos, falavam a Língua Gestual Portuguesa.

A expressão "língua gestual" refere-se à língua materna de uma comunidade de surdos. Esta língua é produzida por movimentos das mãos, do corpo e por expressões faciais e a sua recepção é visual. Tem um vocabulário e gramática próprios.

Luís Alves



Centro Recursos e Formação - Associação Portuguesa de Investigação Educacional

Avaliação da acção - A multideficiência no contexto educativo

publicado por educação diferente às 2009-11-14 13:02:30

Trabalho num agrupamento onde existe uma unidade de multideficiência. O trabalho aí realizado com os docentes e assistentes operacionais decorre bem se tivermos em conta alguns  constrangimentos. Na sala não existe  água, o wc para deficientes não permite as “manobras” das cadeiras de rodas e as tarefas de higiene dos alunos porque o espaço é reduzido. A realização de algumas actividades de vida diária estão limitadas pois não há espaços específicos para o efeito. A construção da escola terminou no início deste ano lectivo!

Há de facto muito por fazer na inclusão dos jovens e crianças com multideficiência nas escolas públicas d ensino regular, sob pena de não se desenvolverem  áreas importantes para uma maior autonomia dos alunos.

Anabela Leite (Professora)



Centro Recursos e Formação - Associação Portuguesa de Investigação Educacional

Avaliação da acção - PCT vs Adaptações Curriculares

publicado por educação diferente às 2009-11-14 13:01:17

Adaptações Curriculares

Apesar de se ter vulgarizado a expressão, na prática a maioria dos docentes continua   a sentir dificuldades na sua concretização. Nas reuniões dos Conselhos de Turma  para preparação/elaboração do PCT, tornam-se evidentes tais dificuldades : como adaptar sem pôr em causa as competências definidas no currículo?, como adaptar se depois há exames e provas nacionais uniformizadas?, como adaptar se todos os alunos têm perfis diferentes?, como adaptar se depois os critérios de avaliação estão uniformizados? Etc, etc. Estão são questões recorrentes nas reuniões. Quando nas turmas existem ainda alunos com necessidades educativas especiais de carácter permenente cujos programas educativos “exigem” adequações no processo de ensino e de aprendizagem, estas dificuldades acrescem. É de facto necessário retomar este tema mas de uma forma prática que permita pistas de apoio para os professores elaborarem e concretizarem as adaptações curriculares apesar de eventuais constrangimentos que possam na verdade existir. Esta acção pode ser um valioso contributo nesse sentido.

Anabela Leite (Professora)



Centro Recursos e Formação - Associação Portuguesa de Investigação Educacional

Avaliação da acção - A multideficiência no contexto educativo

publicado por educação diferente às 2009-11-10 20:58:55

Os alunos com multideficiência apresentam combinações de acentuadas limitações, as quais põem em grave risco o seu desenvolvimento levando-os a experienciar graves dificuldades no processo de aprendizagem e na participação nos diversos contextos em que estão inseridos: educativo, familiar e comunitário. Estas limitações e o seu nível de funcionalidade resultam da interacção entre as suas condições de saúde e os factores ambientais.

 

Segundo Orelove, Sobsey e Silberman (2004) e Saramago et al., (2004:213), as crianças com multideficiência, “...apresentam acentuadas limitações no domínio cognitivo, associadas a limitações no domínio motor e/ou no domínio sensorial (visão ou audição), e que podem ainda necessitar de cuidados de saúde específicos. Estas limitações impedem a interacção natural com o ambiente, colocando em grave risco o acesso ao desenvolvimento e à aprendizagem”.

 

Estes alunos podem apresentar características muito diversas, as quais são determinadas, essencialmente, pela combinação e gravidade das limitações que apresentam, pela idade em que surgem e pelas experiências vivenciadas.

 

De acordo com o Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de Janeiro (art.º 4.º, n.º 1-3) e com a Portaria 1102 alíneas b) e c) do número 1, as escolas devem incluir nos seus projectos educativos as adequações relativas ao processo de ensino e de aprendizagem, necessárias a responder às NEEcp das crianças e jovens assegurando a sua maior participação nas actividades do grupo ou turma e da comunidade escolar.

 

O conceito “escola inclusiva” (Unesco, 1994) tem orientado para o meio escolar grupos de crianças e jovens tradicionalmente “excluídos” do ensino regular. De tal forma que muitas das dificuldades encontradas pelas crianças e jovens com necessidades educativas especiais (NEE), foram agravadas por um processo de exclusão e institucionalização que surgiu da participação em sistemas separados de educação e formação.

 

Para colmatar essa exclusão dos alunos com NEEcp da escola regular, surgem novas políticas educativas orientadas pelo princípio da inserção social. Esta nova política inclusiva pretende garantir que a criança e o jovem com NEEcp participem nos serviços comuns de educação, formação e emprego. Deste modo, a actual política segue a teoria formulada por Vygotsky (1993) que propõe que a criança com deficiência seja estudada numa perspectiva qualitativa e não como uma variação quantitativa da criança sem deficiência. A pessoa com deficiência não é inferior aos seus pares, apenas apresenta um desenvolvimento qualitativamente diferente e único.

 

O mainstreaming, designação actualmente utilizada para referir esta orientação, deve proceder de uma abordagem de nível sistémico que exige mudanças e ajustamentos às necessidades das pessoas com deficiências e incapacidade, promovendo a adaptação e a acção positiva.

 

Respeitar as diferenças individuais tem como principal objectivo a inclusão escolar que pressupõe a diversidade curricular, o uso de estratégias de ensino/aprendizagem diferenciadas e ainda uma gestão integrada dos recursos humanos e materiais. Fundamental ainda ao princípio mainstreaming é a participação e a implicação das instituições dirigidas a pessoas com NEEcp na construção do planeamento e na concretização de respostas e serviços comuns.

 

O Agrupamento de Escolas, com essa orientação integradora, representa o meio mais eficaz de combater atitudes discriminatórias, de criar comunidades acolhedoras, construir uma sociedade integradora e promover a educação para todos. Além disso, proporciona uma educação efectiva à maioria das crianças e melhora a sua eficiência com o recurso a serviços comuns.

 

Desta forma, a educação especial constitui uma resposta integrada da escola a alunos com NEEcp e a operacionalização destas prioridades implica uma procura constante de organização e funcionamento escolar, de modo a dar as respostas mais adequadas.

Portugal contempla, no seu quadro de política e estratégia educativa, o objectivo de inclusão das pessoas com deficiências e incapacidades, sendo patente a defesa de um modelo de escola inclusiva. A legislação em vigor reflecte essa orientação;

A Declaração de Salamanca (Unesco, 1994), o Decreto-Lei 3/2008 de 7 de Janeiro e Portaria 1102/97 alíneas b) e c) do número 1.

A Declaração de Salamanca recomenda especificamente às organizações não governamentais que fortaleçam a sua colaboração com as entidades oficiais e que intensifiquem o seu crescente envolvimento no planeamento, implementação e avaliação das respostas inclusivas às necessidades educativas especiais”;

- Toda a criança tem direito fundamental à educação, e deve beneficiar da oportunidade de atingir e manter o nível adequado de aprendizagem,

- Toda a criança possui características, interesses, habilidades e necessidades de aprendizagem que são únicas,

-Sistemas educacionais deveriam ser designados e programas educacionais deveriam ser implementados no sentido de se levar em conta a vasta diversidade de tais características e necessidades,

- Aqueles com necessidades educacionais especiais devem ter acesso à escola regular, que deveria acomodá-los dentro de uma Pedagogia centrada na criança, capaz de satisfazer a tais necessidades,

-As Escolas regulares que possuam tal orientação inclusiva constituem os meios mais eficazes de combater atitudes discriminatórias criando-se comunidades acolhedoras, construindo uma sociedade inclusiva e alcançando educação para todos.

 

O artigo 30º do Decreto-Lei 3/2008 sustenta o trabalho em cooperação e parceria, entre as escolas / agrupamentos de escolas e instituições de ensino especial – os CRI.

 

Atendendo a que as dificuldades de desenvolvimento dos alunos decorrem não só da sua problemática, mas também da forma como são aceites e compensadas pelo meio ambiente, é necessária a prestação de apoios diferenciados e adaptados a esta forma específica de pensar e de aprender.

 

Maria Manuela Esteves - Professora




Adicionar como Amigo
Dados Pessoais

Amélia Florindo

Feminino

964868336

Light_pt@sapo.pt

indigo.light@hotmail.com

10-06-1959

Localização

Setúbal

Interesses
» Frase do Dia

Os Homens não se medem pelas palavras mas pelas atitudes.

» Bandas Favoritas

Pink Floyd; Peter Murphy; Cake; Dears...

» Músicas Favoritas

muitas :-) tudo depende do estado de espírito

» Filmes Favoritos

Laços de Ternura; Despertares

» Livros Favoritos

Ensaio Sobre a Cegueira; Crianças Índigo

» Interesses

Política, Sociologia, Psicologia, Espiritualidade, Desenho e Pintura, Fotografia, Informatica, Internet...

» Frase Favorita

Se não fores o suficiente para alguém não fiques triste pois esse alguém jamais será o suficiente para ti.

ver mais »