O Futuro tem data uma dat(...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-24 08:15:33
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espaço amplamente aberto a opiniões construtivas sobre o mundo fantástico da 7ª'rte
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"E nenhum poema será tão grande, tão nobre, tão verdadeiramente digno do nome de poesia quanto aquele que foi escrito tão só e apenas pelo prazer de escrever um poema." EDGAR ALLAN POE
Nome
César
Apelido
Pereira
Telemóvel
91836626
Data Nascimento
29-01-1983
Sexo
M
Código Postal
4750-0
Localidade
BRG
Artistas / Bandas Favoritas
Bob Marley, Manu Chao, 1200 Mics, Goa Gil, Skazi, GMS, Prodigy
Músicas Favoritas
Duarte rosado-Na palma da minha mão
Programas TV Favoritos
não perco tempo
Filmes Favoritos
Vampiros, Renegados do Diabo, Apocalytico; DExter, Californication
Interesses
Mulheres...inteligentes, Musica, diversão, Filmes
Frase Favorita
"Todos nós nascemos originais e morremos cópias." Carl G. Jung
O Futuro tem data uma dat(...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-24 08:15:33

24 de maio e 22 de setembro. Dois dias que marcarão Lousada e o o seu Futuro.
Lousada Com Futuro.
O Futuro tem data uma data marcada: inicia-se hoje em Lousada.
LEONEL VIEIRA: APRESENTAÇ(...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-24 08:08:45
EXTRAORDINÁRIO! O QUE É E(...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-24 08:02:31
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Como pensam financiar-se (...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-22 19:43:06
Os portugueses são contra a austeridade, contra Gaspar, contra a troika, contra o aumento de impostos, contra a redução de pensões, contra o fim dos subsídios de Natal, contra a eliminação de verbas para a cultura e para o Património, etc., etc.
Em contrapartida, os portugueses são a favor das férias, do bom tempo, da anulação das dívidas, da felicidade, da saúde e da cerveja fresquinha no verão. Sobre isto estamos todos entendidos.
Por isso, e pedindo desculpa pelo muito que repeti esta ideia nos últimos tempos, não ligo muito àquilo que os portugueses são contra ou a favor. Gostava de me centrar nas soluções. Como é que os portugueses acham que se põe fim à austeridade? Como pensam financiar-se se a troika sair? Como evitam perdas brutais no caso de sairmos do Euro? Como, enfim, conseguem fazer crescer a economia de modo a acabar a austeridade e podermos viver felizes, saudáveis e a beber umas boas cervejas fresquinhas no verão? Pois, este é o problema. Perguntas simples, embora estabeleçam uma tendência, dão a entender que há respostas simples. Mas não há.
Assim, se me perguntassem se sou a favor da renegociação do acordo da troika a minha resposta honesta teria de ser: sim, e é o que vai acontecer, porque jamais teremos hipóteses de pagar a dívida monstruosa que o Estado contraiu. Mas, para podermos renegociar sem mais dores insuportáveis tem sido necessário um período de austeridade de modo a que os mercados voltem a ter confiança no país e que as instituições internacionais acreditem na nossa boa-fé.
É preciso restaurar o que em Direito se chama fidúcia, a confiança indispensável a qualquer negócio. Por isso a austeridade, por isso Gaspar, por isso a troika.
Não se trata de gostarmos ou não deles, isso é tão irrelevante como gostarmos de óleo de fígado de bacalhau. Trata-se de saber se isso nos fez bem.
E fez-nos? A resposta a isto já é outra conversa. O Governo cometeu inúmeros erros, como o de não entender que ter poder não basta, é preciso ter autoridade, ou, talvez sobretudo, não saber dialogar e chegar a compromissos; além da estupidez que foi não ter começado logo o mandato pelos cortes estruturais na despesa. Porém, tenho a certeza de que os caminhos de rasgar o acordo, de sair do Euro, de renegociar a dívida sem qualquer esforço prévio teriam sido muito piores.
Eis aqui, sem qualquer sondagem, aquilo que verdadeiramente penso. Nunca acreditei, nem acredito, que alguém consiga reformar sem cometer erros; erros graves. Daqui para frente, estes ou outros que os substituam hão de os cometer também. Apenas sei, por isso, que temos de escolher entre males menores, porque o bem nos está vedado por anos de irresponsabilidade. E tudo isto é complexo, como complexa é a situação.
Autarca ou pretendente a (...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-22 08:11:14
Zilda avança desorientada pela praça da igreja, passos maiores que as pernas. Faltam dez minutos para o início do turno mas só um nome é capaz de travar o passo corrido da varredora da Câmara de Oeiras. “Se pudesse, eu tirava ele de lá, ia lá com minhas mãos, arrombava os portões e tirava-o.” Isaltino Morais foi detido há quase um mês para cumprir uma pena de dois anos de prisão, e Zilda, nascida na ilha do Fogo, em Cabo Verde, ainda está revoltada. “Era um grande doutor, e vai ser preso assim como um cão, ali na praça? Não se faz assim, ao menos mandavam um postal a avisá-lo.” Zilda chorou quando Isaltino foi preso. Não percebe porque o aviso não chegou de mansinho, como um postal de Natal. Não percebe como o seu presidente pode ser preso e “porquê. Se não assaltou banco nem matou pessoa?”. Afinal, na cabeça dela, os homens bons não cometem crimes.
Um criminoso não pára o carro para perguntar se está tudo bem como Isaltino fazia enquanto ela varria os jardins; um criminoso não lhe dá 25 euros do pé para a mão só porque ela – que se gaba de falar cinco línguas – desabafa num francês macarrónico “Je ne peux pas manger, je n’ai pas d’argent”; um criminoso não move mundos e fundos para o seu filho, doente mental, conseguir vaga num centro e uma consulta num hospital. Nem constrói centros de dia, nem escolas, nem lares “para os velhotes”. Digam o que disserem, nada fará Zilda mudar de ideias. “Desculpem, meus senhores, mas eu tenho de defender o homem.”
Zilda não foi a única a querer resgatar o presidente recluso. Isaltino foi detido à hora de almoço na véspera do Dia da Liberdade e logo outras oeirenses começaram a traçar um plano: recolher assinaturas para um abaixo-assinado. Andaram pelas ruas do centro histórico, pelo mercado, de porta em porta. O objectivo era juntar uma catrefada de gente, encher autocarros e ir em romaria para a porta da prisão até que Isaltino fosse libertado. A ideia romântica, de um povo a lutar pela liberdade do seu presidente, acabou por não ir avante. “Pelo que ouvi dizer, o Vistas [o número dois que assumiu a presidência da autarquia por Isaltino estar impedido de exercer funções] não terá dado grande apoio, e a ideia morreu”, conta Otília, a peixeira mais tagarela do mercado de Oeiras.
O que leva um povo a eleger sete vezes consecutivas o mesmo presidente? O que explica que depois de ser dado como suspeito de corrupção, em 2005, e já sem o apoio do PSD, tenha conseguido, de novo, ser eleito? Que milagres fez por Oeiras para que após a condenação, em 2009, tenha conseguido ainda mais votos (41%)? E mesmo agora, atrás das grades, continue a merecer em todos os cantos a pena e o pesar por já não poderem votar nele? Que espécie de fenómeno é este a pairar naquela vila que transforma quatro crimes provados (três de fraude fiscal e um de branqueamento de capitais) numa insignificância na hora de eleger um líder?
José Gonçalves, de 70 anos, tem uma explicação: “Cheguei a ir ter com ele para marcar uma reunião e ele disse: não é preciso, às tantas horas esteja aqui.” Manuel Pereira, oeirense há 32 anos, tem mais uma: “Era uma pessoa muito educada e acessível. O resto, a gente só ouve falar.” E José Antunes ainda tem outra: “Trabalhei 13 anos com ele e só tenho a dizer bem”, conta o pensionista, enumerando os quatro “miminhos” que ganhou ao fim de dez anos de serviço – um almoço, uma tarde livre, um diploma e uma medalha de bronze. “Bronze do verdadeiro.”
Os dois Josés são ex-funcionários da autarquia e Manuel reformado do privado. Nenhum hesita: se Isaltino voltasse a ser candidato (não pode), votavam nele outra vez. No banco de jardim encostado à igreja onde se encontram todos os dias vão continuar a interromper-se e a desfiar argumentos na esperança de serem compreendidos. Manuel resume tudo: “A gente não pode dizer mal de quem nos fez bem.”
A táctica Atender pobres e ricos sem hora marcada, dar passeios, cabazes de Natal e cartões de descontos (em farmácias e lojas) aos reformados, medalhas aos funcionários leais, bons dias e boas tardes a toda a gente, magustos e almoçaradas umas quantas vezes por ano. Diz--se que Isaltino conquistou os oeirenses pela simpatia, e também pelo estômago. Todos os anos no dia de São Martinho o festejo repetiu-se: o presidente encomendava toneladas de castanhas da sua terra, Mirandela, e contratava uns homens para as assarem no largo da igreja. “A festa começava de manhã e só acabava quando já não havia uma castanha para contar a história”, recordam. Isaltino, que gosta de patuscadas, também não faltava ao magusto: chegava, sempre com o seu charuto, estendia a mão ao povo e sentava-se ali, a descascar castanhas e a beber um copinho de água-pé. “Sabia exactamente como ter as pessoas na mão”, confidencia um oeirense.
De Carnaxide a São Julião da Barra, dos bairros chiques aos pobres, o difícil é encontrar uma alma que diga mal do homem que comandou Oeiras durante 23 anos. Ou então quem concorde que crime é crime e merece sempre castigo. “Ele a mim não me roubou, ou se roubou a gente não sabe”, justifica um dos Josés. Isaltino não só não lhes roubou nada, como é um símbolo da riqueza e do progresso. Se a vida melhorou, o mérito não é só dos oeirenses, mas também de Isaltino. Se há 20 anos viviam numa barraca e agora têm uma casa, um bem-haja ao Isaltino. Se agora podem correr no passeio marítimo, fechar os olhos e imaginar que estão no calçadão de Copacana, abençoado Isaltino.
Há uma Oeiras antes de Isaltino e uma Oeiras pós-Isaltino. A pré-Isaltino é o retrato de um concelho pobre, resumido a pouco mais que o centro histórico – não importa se agora está deserto, se o comércio está moribundo e se sobrevivem lojas do passado como a Gordinha Pimentinha. O que importa é que o concelho cresceu. A era pré-Isaltino era a que tinha inveja da vizinha Cascais, a que tinha urbanizações ilegais e barracas, a que vivia entre o mar e Lisboa, mas fechada e triste, com sintomas de dormitório e de subúrbio.
Na era pós-Isaltino, Oeiras tem um passeio marítimo de 3500 metros, uma piscina oceânica, polidesportivos, centros comerciais, parques tecnológicos, universidades e barracas nem vê-las. Recebe prémios como o “município de excelência” e o de “melhor concelho para trabalhar”. Oeiras é o segundo concelho mais rico do país e quem lá mora usa as estatísticas em defesa do autarca. “Sintra e Cascais ainda têm de comer muita fruta”, brincam alguns residentes. Têm tanto orgulho em Oeiras como num condenado.
A obra é grande e os elogios chegam a atingir o limite do absurdo. “O Isaltino foi como o Marquês de Pombal: um visionário”, remata, eloquente, a peixeira Otília, enquanto arranja um choco com cara de coelho morto. Há 40 anos a vender no mercado de Oeiras, Otília tem uma explicação para tudo. “O erro dele foi gostar de mulheres. Se não se tivesse metido com a secretária e contado o que não devia…” Há tentações que dão cabo da vida de um homem. Outros moradores, meio em surdina, tratam de pôr a coscuvilhice em dia: recordam como, nos tempos em que estava solteiro, os seus motoristas penavam com a sua apetência para o “forrobodó”. “Ia para as discotecas e eles tinham de ficar lá à espera até às 3 ou 4 da manhã. Ganhavam bem, não se podiam queixar.”
“Não está bem a ver como Oeiras era.” É por aqui que quase todos começam, como se precisassem de justificar a devoção a um político que se transformou num alvo de risota fora deste microcosmos. Otília vive na parte baixa da cidade, num rés-do-chão. Quando as chuvas alagavam as ruas e as casas, Isaltino nunca falhava. Fossem duas ou três da madrugada, aparecia, de galochas, para enfrentar as cheias ao lado dos moradores. Até o quotidiano de uma peixeira se alterou devido a um autarca generoso. “Guardávamos o peixe que não conseguíamos pôr na banca aqui em baixo, numas geleiras amarelas, sem condições. Queixámo-nos e ele ofereceu umas arcas frigoríficas.”
Otília, cabelo cinza, braços cheios, seios a boiar dentro da roupa como gelatina, óculos de ver na cabeça, faca a dançar de um lado para o outro, passa uma eternidade a enumerar obra de Isaltino enquanto as freguesas esperam. Das grandes vinhas que ele plantou à zona do Centro Comercial das Palmeiras, que antes “só cheirava a vacas” e se transformou num bairro rico. Tudo para chegar a uma conclusão: “Ele deixa pena a muita gente.”
Trafulha sim, patife não Isaltino pode estar a cumprir uma pena mas, palavra de morador, está longe de ser um patife. Pode até ser “um trafulha” – mas “o que o gajo fez a gente não fazia?”, “pelo menos ele sabe onde ir buscá-lo”. Há até quem diga que “o pobre homem” só “queria charutos” e “não roubou nada” – pouco importa se escondeu dinheiro que tinha na Suíça para fugir aos impostos no segundo concelho que mais impostos paga no país. O certo, insistem os moradores, é que é o único a cumprir uma pena de prisão. “E o Avelino Ferreira Torres?” “E aquela, a do saco azul?” “E o Valentim Loureiro?” Isaltino estava ali bem, a justiça é que se foi meter onde não devia. “Tinham de se vir meter logo com o segundo maior concelho do país”, refila o proprietário de uma loja que prefere não ser identificado porque é fornecedor da câmara e “não se sabe quem lá vem”. Do candidato do PS às próximas autárquicas, Marcos Sá, ninguém fala. Moita Flores “é um tipo simpático lá da televisão mas não é da terra”. Vistas era o homem de Isaltino, mas há quem esteja descontente por andar “com o rei na barriga” desde que ficou com o comando. “Ainda tem de comer muito feijão com arroz para chegar aos calcanhares do Tino”, protesta Otília.
Carla Teixeira, 32 anos, atravessa um Parque dos Poetas vazio e apressa-se a dizer que não percebe nada de política. Mas o que é que isso interessa? “Sou fã do Isaltino.” E fã que é fã tem sempre um sentimento meio irracional. “Quero lá saber que seja ladrão. Os meus pais foram funcionários da câmara e nunca lhes faltou ordenado ao fim do mês. Nasci aqui e tenho tudo à porta de casa. Abençoado Isaltino.” Se os moradores tiverem menos de 15 anos, talvez o mais certo seja não saberem por que razão foi preso o ex-presidente. “Na escola não se fala nisso. Ouvi na televisão que ele era corrupto… É verdade?”, pergunta António, 14 anos. Dezenas de manchetes de jornais, aberturas de telejornais, 46 recursos, e ainda há quem não conheça o cadastro do autarca. Paulo Renato passa os dias a arrumar carros em Santo Amaro de Oeiras, com um chapéu cabeleira de lã: “Só ouvi de surpresa que ele tinha sido preso, não soube bem o que se passou, mas não deve ter sido nada de grave.”
Ernesto Monteiro, 79 anos e boné de Portugal na cabeça, está há 12 em Oeiras, no Bairro do Pombal, junto ao cemitério. Tudo graças ao “pai Isaltino”. “Dizem que desviou dinheiro. Tenho pena, por mim ele continuava lá, que trabalhava bem.” O seu passado pertence à era pré-Isaltino. Durante 27 anos viveu numa barraca em Algés. Faz parte do grupo que ganhou uma casa porque o autarca conseguiu erradicar todas as barracas do concelho até 2003. Por alguma razão, bairros como o do Pombal ou das Lajes são lugares temidos fora de horas por forasteiros, mas Isaltino era recebido como se estivesse em casa. Quando o presidente chegava era sempre uma festa: punha-se a música aos berros e dançava-se kizomba, hip hop e funaná. “Aqui no bairro toda a gente gosta dele”, conta Filomeno, que na paragem de autocarro espera a camioneta para Leceia, onde noutros bairros sociais Isaltino também era tratado como rei.
Será preciso chegar às Palmeiras e à Quinta do Marquês, zonas de vivendas e moradias mais próximas do mar, para que a justiça fale primeiro que a obra. Na esplanada de um café do shopping, quatro amigos juntam-se naquilo a que na brincadeira chamam “uma tertúlia pseudo-política, misturada com conversé”. “Um homem de visão”, “o melhor autarca do país”, “insubstituível”. Mas não é por reconhecerem a obra que votaram ou votariam nele. “É popular, simpático e competente. Aqui as pessoas não se indignam muito. Mas se cometeu fraudes que a justiça já provou tem mais é de pagar por elas.”
No centro histórico, José Arlindo é dono de uma loja que repara electrodomésticos mas já não está aberta ao público. É uma excepção num concelho que faz vénias ao seu ex-presidente. É da oposição? Não, mas podia, confiando no que os adeptos de Isaltino disseram: “Se quer encontrar quem diga mal dele vai ter de ir ali para os lados da câmara.” Que fez boa obra, lá isso fez, reconhece Arlindo. “E a má, ninguém fala daquele Satu?” O transporte futurista que anda sobre carris e sem maquinista lá permanece, vazio, abandonado, no meio de um concelho que fervilha. Não é estar contra por ser do contra, explicará o comerciante. “Ele pode ter tido sarilhos, o dinheiro não é meu, mas de onde é que ele veio? Como é que ninguém se indigna com isto?”
Não adianta ter pressa...(...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-22 07:56:53
"É muito difícil, para não dizer impossível, Portugal melhorar se a Europa continuar a piorar, porque boa parte das nossas exportações vão para a Europa", acrescentou.
Marcelo referiu-se igualmente à questão eleitoral, considerando que "a instabilidade provocada pelas eleições poderia ter repercussões nos mercados".
Para o professor de Direito e comentador televisivo, "daqui até 30 de junho do ano que vem, eleições antecipadas são mais um problema do que uma solução, porque já temos uma eleição em setembro".
Disse o comentador que "as candidaturas arrancam daqui a dois meses, isso significaria encavalitar uma eleição na outra ou fazer uma legislativa a seguir à local, numa altura em que o Orçamento de Estado para o ano que vem está em preparação".
Segundo Marcelo, as eleições antecipadas obrigavam que fosse o novo Governo "a fazer um novo Orçamento. Era preciso começar de novo, o que atrasava o começo do ano que vem," diz Marcelo .
LEONEL VIEIRA: APRESENTAÇ(...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-22 07:44:13
publicado por nelson camacho às 2013-05-21 23:53:58
Se fosse um texto de sexo, com uma gaja nua, ou dois gajos em melaços beijinhos toda a gente parava por aqui para ler mais uma das minhas históricas eróticas mas como hoje se trata de poesia, quero ver quantos vêm até mim como Nossa Senhora veio aos pastorinhos e deixem os vossos comentários.
Foi publicitado em um pagina do facebook este texto que não posso deixar de copiar para os meus amigos, descontraindo um pouco os nossos neurónios.
É a dança da vida.
Dançar é vida
"Se as pessoas Dançarem um pouco mais, cantarem um pouco mais, tornarem-se um pouco mais loucas, as energias delas fluirão mais, e seus problemas desaparecerão pouco a pouco.
Desse modo, eu insisto na dança. Dance até o orgasmo: deixe toda a energia tornar-se dança e, de repente, você verá que você não tem cabeça – a energia parada na sua cabeça está-se movendo em todas as direcções, criando belos padrões, figuras, movimentos. E, quando você dança, chega um momento em que seu corpo não mais é algo rígido, ele se torna flexível, fluente.
Quando você dança, chega um momento em que suas fronteiras não estão mais tão claras:
- você se dissolve e se funde com o cosmo, as fronteiras se misturaram."
De: Osho
Obrigado a Rita Eduardo em “Fonte eterna”
Dancem… dancem… um pouco mais ao som dos Gipsy Kings em Baila Me
"Obrigada por me lerem! Você estará sempre no meu coração"
Nelson Camacho D’Magoito
“Copy paste”
de Nelson Camacho
As Vitórias de Vítor Gasp(...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-21 16:57:10
Portugal sai do "clube da bancarrota".
Ao fim de três anos, o país deixa de estar no grupo das dez economias com maior risco de incumprimento para onde entrou no segundo trimestre de 2010.
A probabilidade de incumprimento da dívida soberana portuguesa num horizonte de cinco anos baixou hoje para 22,6% e o custo dos credit default swaps (derivados financeiros que funcionam como seguros contra o risco de incumprimento, acrónimo cds) desceu para perto de 290 pontos base, segundo dados da CMA/S&P Capital IQ.
Em virtude dessa descida, Portugal saiu do "clube da bancarrota", o grupo de 10 economias do mundo com mais alta probabilidade de entrarem em default (em incumprimento da sua dívida soberana). O Iraque tomou o lugar de Portugal, que ontem havia descido para a 10ª posição, com um nível de risco de 22,83%. A diferença com o nível de risco do Iraque (22,73%) é muito pequena, pelo que esta saída pode ser revertida.
O movimento no mercado secundário das yields das obrigações do Tesouro (OT) português tem sido de aproximação a 5%. Fechou ontem em 5,23% e está hoje em 5,22%, segundo dados da Bloomberg para as 12h30.
Portugal entrou para o "clube da bancarrota" no 2º trimestre de 2010 e chegou ao segundo lugar no 3º trimestre de 2011. Seria resgatado pela troika em maio de 2011. O pico do risco de incumprimento foi registado a 12 de março de 2012 com uma probabilidade de incumprimento de 64,55% e um custo dos cds de 1243,63 pontos base. Nesse dia, Portugal ascendeu à liderança do "clube", em virtude da saída temporária da Grécia, que foi declarada em default parcial aquando da reestruturação de dívida.
O máximo histórico, depois da adesão ao euro, das yields das OT no mercado secundário verificou-se a 30 de janeiro de 2012: 17,39% para as OT a dez anos; 22,87% para o prazo a cinco anos; 24,48% para o prazo a três anos; e 21,06% para o prazo a dois anos.
Dicotomia de risco
A descida das yields e da probabilidade de incumprimento da dívida está em flagrante contraste com o agravamento da situação económica do país, uma "dicotomia" para a qual a agência de notação Fitch já chamou a atenção como padrão de risco em todos os periféricos.
Os últimos dados provisórios do Eurostat apontam para uma contração homóloga do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,9% no 1º trimestre de 2013. Em cinco anos, desde 2008, a economia portuguesa esteve em recessão em quatro anos (2008, 2009, 2011 e 2012). Nesse período, a contracção acumulada foi de 5,7%. O hiato do produto subiu para 3,9% do PIB em 2012 e a dívida em percentagem do PIB subiu para 123% no final desse ano. O desemprego em janeiro de 2013, segundo os últimos dados do Eurostat, subiu para 17,5% da população ativa.
Os investidores estão a considerar que o risco de saída do euro por parte da Grécia e de Portugal, apesar da situação económica depressiva dos dois países, está em queda acentuada, em virtude da posição do Banco Central Europeu de prosseguir uma política monetária "acomodativa" e de poder vir a intervir no mercado secundário em determinadas circunstâncias através do instrumento conhecido pela sigla OMT.
Apenas Chipre, entre os resgatados pela troika, continua com um nível de risco de incumprimento da sua dívida acima de 50%. A Grécia desceu para o 3º lugar no "clube", registando um risco de 49,25%. As yields das obrigações gregas a dez anos estão em 8,13%. A partir de 6 de maio desceram do patamar dos 10%. A Argentina lidera atualmente o "clube da bancarrota", logo seguida de Chipre. Apenas dois membros do euro integram agora o "clube".
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/portugal-sai-do-c
publicado por Activestresss às 2013-05-21 13:09:43
Tenho medo... muito medo!
Antes do grande abalo na minha vida eu não tinha medo de nada... ou seja, tinha medo de perder os meus Pais, mas essa possibilidade estava tão afastada na minha mente que quase não sentia medo.
Depois... bem depois percebi que embora tenhamos a ideia de que somos donos de nós próprios, não estamos imunes a nada... de repente, acontece um adeus, uma partida, um acidente, algo que muda a nossa perspectiva de vida.
Perder a Mónica foi muito mais do que perder uma Filha... foi perceber que sou uma mera imortal, rodeada de gente igualmente imortal... foi perceber que por muito que se lute a batalha pode ser perdida e que apesar de termos gente que nos ama, nada nem ninguém pode fazer seja o que for para travar...
Perder a Mónica foi perceber que sou um fantoche desta vida... que não se trata de querer muito...
Antes, a palavra Lutar tinha sentido, pois dava-me a falsa sensação que era eu que decidia a minha vida... depois, entendi que não era bem assim!
Viver 32 anos a pensar que sou dona da minha vida e num segundo perceber o quanto estava enganada é um choque brutal... daqueles que deixam feridas abertas para sempre...
No dia 4 de Janeiro de 2006 conheci o Medo... aquele Medo real... e esse sentimento ficou...
Conheci também a Culpa.... aquela sensação de poder ter feito algo que mudasse todo o rumo da história...
Viver com o Medo e com a Culpa é brutal... é estar sempre com a sensação de que basta agirmos num segundo incorrectamente para tudo mudar... a nossa vida, o nosso "eu".
A Agência onde trabalhava com afinco, um local que me dava a sensação de estar segura, fechou em Novembro de 2011... e aí voltou a sensação de Medo e até de Culpa... de frustação, afinal mais uma vez a palavra Lutar deixou de ter todo o seu sentido...
Arranjei emprego logo a seguir... um emprego que não tem nada a haver comigo, um local fechado, com pessoas fechadas, com idades avançadas... tão diferente da agência. Um local onde a minha pessoa era desvalorizada onde eu era somente um número. 1 ano e meio foi bastante para me ir abaixo... afinal tinha um emprego, era paga, coisa que hoje em dia existe tanta a gente a implorar... e eu ali, a rogar pragas por aquilo que o universo me tinha propocionado... voltou a Culpa.
Há mais de 1 ano que vejo a minha Mãe a definhar... e não consigo fazer nada... a sensação de impotência é enorme.
Olho para ela e verifico que o brilho dos seus olhos perdeu-se... a força enorme, que tantas vezes me impulsionou, está a perder-se...
Está internada desde hoje de manhã, cheia do tal Medo... eu e o meu Pai perdidos, no meio desta impotência de ver quem amamos a perder o brilho... o nosso Pilar!
Fiquei em casa... não fui nem vou hoje ao Hospital... fugi somente... não quero que eles me vejam neste estado, afinal eu sou a Sandra, aquela que tem força para tudo...
Confesso que, a escrever isto, estou finalmente a chorar... coisa que já não fazia desde a partida da Alzira... julgava que já tinha gasto todas as lágrimas, que perdido a capacidade de chorar...
Tenho Medo... sinto-me sozinha e pela 1ª vez na vida sem a capacidade de Lutar, só porque descobri, nestes últimos anos, que Lutar não chega...
Preciso de um abraço, preciso que me digam que vai correr tudo bem, que é natural que tenha Medo... preciso de desnudar tudo o que me vai na alma... como o fiz aqui e agora...
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-21 07:32:46
Álvaro Cunhal – a minha h(...)
publicado por nelson camacho às 2013-05-21 06:13:59
100 Anos, Já é tempo para reconsiderarmos e ter respeito por um dos maiores políticos portugueses! Álvaro Cunhal.
Estou com este meu trabalho a juntar-me hás comemorações dos cem anos de Álvaro Cunhal relembrando a sua importância para a liberdade e a democracia conquistada em Abril de 74
Aconselho aos jovens deste pais a procurar a sua história livre de preconceitos. Pela minha parte só quero homenagear aqui o homem com quem tomei café duas vezes na sede do PCP e contrariamente ao que demonstrava quando politico - um homem duro -, na realidade, era dos mais afáveis e intelectuais com quem jamais privei.
Álvaro Barreirinhas Cunhal, Politico e escritor, nasceu em Coimbra a 10 de Novembro de 1913 e viria a falecer em Lisboa a 13 de Junho de 2005. Era filho de Avelino Henriques da Costa Cunhal, advogado, e de Mercedes Simões Ferreira Barreirinhas Cunhal, doméstica.
Aos onze anos, mudou-se com a família para Lisboa, onde frequentou o Liceu Camões. Daí seguiu para a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa onde iniciou a sua actividade revolucionária.
Em 1931, com dezassete anos, filia-se no Partido Comunista Português e integra a Liga dos Amigos da URSS e o Socorro Vermelho Internacional. Em 1934 é eleito representante dos estudantes no Senado da Universidade de Lisboa. Em 1935 chega a secretário-geral da Federação das Juventudes Comunistas. Em 1936, após uma visita à URSS, é cooptado para o Comité Central do PCP. Ao longo da década de 1930, colaborou com vários jornais e revistas como a “Seara Nova”e o “O Diabo”, e nas publicações clandestinas do PCP, o “Avante” e “O Militante”, com vários artigos de intervenção.
Em 1940, Cunhal é escoltado pela polícia à Faculdade de Direito, onde apresenta a sua tese da licenciatura em Direito, sobre a temática do aborto e a sua despenalização, tema pouco vulgar para a época em questão. A sua tese, apesar do contexto político pouco favorável, foi classificada com dezasseis valores. Do júri fazia parte, Paulo Cunha, Cavaleiro Ferreira e Marcelo Caetano, figuras destacadas do regime Salazarista.
Em 1961 é eleito Secretário-geral do PCP.
A parir de 1962 passa a viver na clandestinidade em vários países. Regressa a Portugal em 30 de Abril de 1974.
A 15 de Maio do mesmo ano toma posse como ministro sem pasta no I Governo Provisório. Mantém o mesmo cargo nos II, III e IV Governos Provisórios.
Em 1975 é eleito deputado à Assembleia Constituinte e até 1992, altura em que se afasta do cargo de Secretário-geral do PCP, é eleito deputado à Assembleia da República, por Lisboa, em todas as eleições legislativas (1976; 1979; 1980; 1983; 1985; 1987). Só por curtos prazos ocupará esse lugar.
Em 1982 torna-se membro do Conselho de Estado, cargo que abandona em 1992.
Em Janeiro de 1989 parte para Moscovo, onde será sujeito a uma intervenção cirúrgica cardiovascular. Já recuperado, regressa a Portugal em Junho do mesmo ano.
No ano de 1992 abandona o cargo de Secretário-geral do PCP, que passa a ser ocupado por Carlos Carvalhas, e é eleito pelo Comité Central para o então criado cargo de Presidente do Conselho Nacional do PCP.
Liberto das suas funções de liderança partidária, Álvaro Cunhal, a par da actividade política corrente, assume claramente a sua condição de romancista e esteta. Neste sentido, em 1995 reconhece publicamente ser o romancista Manuel Tiago e um ano mais tarde publica um ensaio sobre estética, onde apresenta as suas reflexões neste domínio.
Autor de vários romances e novelas, publicados sob o pseudónimo de Manuel Tiago.
Artes Plásticas
Traduções
Esta tradução foi realizada entre 1953 e 1955, quando Álvaro Cunhal se encontrava detido na cadeia de Lisboa A publicação foi feita como se da autoria de Maria Manuela Serpa
Textos de Álvaro Cunhal que você pode descobrir na Internet
Se você quiser saber mais sobre Álvaro Cunhal faça como eu, tenha um pouco de trabalho e pesquise pelo seu nome na blogosfera.
O outro lado de Álvaro Cunhal
"Obrigada por me ler! Você estará sempre no meu coração"
Nelson Camacho D’Magoito
“Homenagens”
de Nelson Camacho
E como a Activestresss nã(...)
publicado por Activestresss às 2013-05-20 21:00:46
... foi apanhada pelo cano!
Ah poizé...
A Gaja, dona deste boteco, ficou louca de vez... encontra-se com um desequilíbrio bioquímico dos neurónios responsáveis pelo controle do humor e que originou-lhe uma piquenina Depressão Bipolar.
Resumindo... às vezes, mas só às vezes, quando a irritam assim pró muito, pode morder ou pior ainda, partir os dentes a alguém!!!
No entanto, a Gaja Louca informa que por telefone ainda não consigue fazer mal a ninguém!
Mais... para ajudar à Festa de Arromba, a Mãe da Gaja continua doente, sem qualquer diagnóstico após 1500 exames e magra como uma tábua de Passar a Ferro vai FINALMENTE ser internada amanhã... que é como quem diz vai finalmente morfar ou buer soro até mais não e QUIÇA ter uma Diagnóstico à altura!
A Gaja Louca, a tal da piquena Depressão Bipolar, vai então ter 2 casas, 3 homens e uma Mãe internada para gerir, o que convenhamos é um tratamento de choque!!!!
... e pronto... a modos que é isto!
Happy Place sempre a bomb(...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-19 13:55:38
LEONEL VIEIRA: APRESENTAÇ(...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-19 13:40:53
Horizonte de durabilidade(...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-19 11:59:51
Observações, 1
Nas atuais circunstâncias, ou a coligação está unida – ou não vale a pena mantê-la só para produzir notícias. A declaração de Paulo Portas equivale a dizer, abertamente, que não concorda com as decisões tomadas pelo governo (e anunciadas pelo primeiro-ministro) e que, não satisfeito em ter esticado a corda no caso da remodelação, prefere também outras soluções para enfrentar a crise. Ou seja, por muitos prejuízos que a decisão possa causar ao país (e são muitos, sobretudo tendo em conta que o país é um protectorado sem dinheiro para pagar salários), é necessária uma clarificação.

Francisco José Viegas, in Origem das Espécies
Observações, 2
Há tantos comentadores televisivos, líderes da oposição e génios com soluções de algibeira, que seria uma pena o país não as aproveitar. O destino do governo, a partir de agora, é ser devorado lentamente, desmantelado até não sobrar senão a obstinação de dois ou três solitários completamente isolados, sem qualquer apoio. Mesmo que Marcelo tenha razão (televisão a preto e branco e a cores), trata-se de puro espectáculo, bom para ir fazendo humor negro. Esse espectáculo, penoso e degradante (para o governo, para a oposição, para a troika, para o Presidente), só pode ser evitado de uma maneira.
Francisco José Viegas, in Origem das Espécies

Mário Soares - remuneraçã(...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-19 11:46:39
Segundo o Jornal i, os três ex-presidentes da república – Ramalho Eanes, Mário Soares e Jorge Sampaio custam aos contribuintes cerca de um milhão de euros por ano.
A notícia refere ainda que dos três ex-presidentes, Mário Soares é o que tem a maior remuneração anual, no valor de 500 mil euros.
Insurgente— João Cortez
Marques Mendes descobriu (...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-19 11:40:31
Portugal vai ter quatro c(...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-19 11:27:31

Igreja: D. Manuel Clemente deve ser feito cardeal no início de 2016
O patriarca de Lisboa tem, desde 1740, direito ao cardinalato. D. Clemente vai juntar-se a D. Saraiva Martins, D. José Policarpo e D. Monteiro de Castro.
Dentro de três anos, Portugal pode ter, pela primeira vez na sua História, quatro membros do Colégio Cardinalício, embora nessa altura, apenas dois tenham direito a votar e ser eleitos num eventual Conclave.
Sendo certo que o novo patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, ontem nomeado, pode ser feito cardeal já no próximo Consistório, o mais natural é que o papa Francisco mantenha a tradição de Bento XVI, de não fazer cardeal o titular de uma diocese com esse direito antes de o antecessor atingir os 80 anos.
Dessa forma, D. Manuel só deve integrar o colégio dos purpurados no primeiro Consistório de 2016, aos 67 anos. Aliás, já D. José Policarpo foi nomeado patriarca em março de 1998 e só foi feito cardeal três anos depois, em fevereiro de 2001.
Assim, no início de 2016, Portugal deverá ter, pela primeira vez, quatro cardeais, embora só D. Clemente, que terá 67 anos, e D. Manuel Monteiro de Castro, com 78, tenham direito a participar num eventual Conclave. D. José Policarpo terá 80 anos e D. Saraiva Martins 84.
Em aberto estão agora os lugares de bispo do Porto e de presidente da Conferência Episcopal (CEP). A presidência da CEP deve ser assumida, dentro de dois meses, por D. Manuel Clemente. Quanto ao novo bispo do Porto, o nome mais falado é o de D. António Couto, atual bispo da diocese de Lamego.
in correio da manhã
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-18 22:10:42
Como o prometido é devido, assim canta Rui Veloso, aqui segue a minha primeira análise a um cartaz autárquico. O objecto de análise é o cartaz do PS na Póvoa de Varzim.
O concelho da Póvoa de Varzim foi durante muitos anos presidido pelo CDS, nos tempos da sua grande implementação autárquica, mas nos últimos 16 anos tem sido o PSD a gerir os seus destinos. No entanto desde 2001 que o PSD tem vindo a perder votos e o PS a subir. Este ano o PSD vê-se forçado a apresentar um novo candidato e certamente que os socialistas acreditam que é possível vencer as eleições apresentando Elvira Ferreira, anteriormente cabeça de lista dos socialistas à Assembleia Municipal mas como independente.
Este introito serve para enquadramento e para se perceber a dimensão da aposta de cada partido, o que dará noção de meios envolvidos e como tal ograu de responsabilidade.
Mas indo então para o cartaz, percebe-se o “cuidado” em fazer passar despercebido o símbolo do PS. (independentes a quanto obrigam). O uso da cor vermelha, muito usada em alguns cartazes socialistas, dá-lhe uma força e é inegável que chamará a atenção. Mas isso não basta. Interessante o uso como fundo do cartaz dos nomes das freguesias, numa procura de envolvimento de todos. Bem como igualmente interessante o apontamento do barco de pescadores como logo da campanha, assim o entendo, imagem muito marcante da história poveira. Considero o slogan fraco, pois “compromisso de mudança” é curto enquanto “mensagem percebível” do que pretende a candidata. Calculamos que queira mudar do PSD para o PS. De homem para mulher. Mudar por mudar? Mas que mais? Também podemos estar na primeira vaga de cartazes, e como tal é uma primeira afirmação. Um marcar de terreno que necessitará de mais afirmação. Aguardemos pois e mais tarde voltaremos a falar.
Em termos da imagem da candidata propriamente dita, houve um abuso do tamanho da foto o que origina uma sensação de “invasão” do nosso espaço. Torna-a muito pesada, muito vigilante. Não transmite empatia apesar da tentativa do sorriso. Os óculos acabam por ter um peso excessivo no impacto visual. O punho fechado remete-nos para a saudação socialista, mas acaba por ser o sinal mais leve do cartaz. E repare-se que a imagem sai para lá da zona vermelha, o que reforça a sua “gigante” dimensão. Claramente o lado mais fraco na construção deste cartaz.
Se desse uma nota, de 0 a 20, passaria mas ficaria por uns parcos 11 valores.
LOUSADA COM FUTURO - DIA (...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-18 20:23:09
Em Lousada paga-se a água(...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-18 20:15:55
Jorge Simão: automobilism(...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-18 20:00:17
Dois grandes Bispos. D. C(...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-18 19:54:48
D. PIO ALVES: Lúcido, Ass(...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-18 19:36:19
LOUSADA COM FUTURO - DIA (...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-18 11:22:45
Mário Soares - Da Má Memó(...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-18 11:01:13
FICAM TODOS MAL NA FOTOGR(...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-18 10:33:54
Há sérias dúvidas sobre quem é o autor da frase, mas provavelmente será de Lord Eldon, o Lord Chanceler britânico em 1820 (que na altura era também o presidente da Câmara dos Lordes). Perante uma proposta de reformas, ele terá exclamado: "Reform? Reform? Aren't things bad enough already?", ou seja: "Reforma? Reforma? Isto não está já suficientemente mau?".
Aposto que Lord Eldon tem inúmeros seguidores em Portugal. À medida que se acredita que podemos sair da crise deixando tudo na mesma (tudo, incluindo os desempregados, os pobres, os miseráveis, as mordomias, os lugares onde se ganha dinheiro sem trabalhar, os tachos, os boys) mais gente detesta reformas. O Governo começou por não as fazer quando devia - há dois anos! - e agora arma tal confusão que se confunde a palavra reforma com a expressão corte a eito.
O PS, que deveria ter interesse numa reforma que lhe propiciasse uma vida mais simples quando regressar ao Governo, empurrou, como os outros, com a barriga, aproveitando o facto de o PSD não lhe passar cartão. O CDS foi também sempre pensando mais nos votos do que no país.
Aos poucos, o país foi acreditando que podia voltar ao lugar onde estava... desde que a Europa o subsidie.
Foi uma ideia que começou pela esquerda e veio transitando para a direita. Assim como assim, o problema não é, nem nunca foi, de quem governa e dirige o país.
O grande problema é mesmo com os que ficaram sem emprego, sem casa, com os que emigraram. Mas para esses, e mais uma vez, arranja-se um subsídio temporário. Se se safarem, tudo bem, se não se safarem, esquecemo-los. Mais tarde gozaremos com o gosto estético dos emigrantes que voltarem com dinheiro para mandar fazer uma casa na terra.
A nossa história tem sido esta.
HENRIQUE MONTEIRO
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/reformas-nunca-r
LEONEL VIEIRA: APRESENTAÇ(...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-17 21:40:08
LEONEL VIEIRA: APRESENTAÇ(...)
publicado por José Carlos Silva às 2013-05-17 21:35:30

