Perfil

livros2amao

Porque a estante é limitada e a vontade de ler ultrapassa esses limites, há que ceder à tentação de guardar todos os livros e cedê-los a outros. Pedir LISTA completa (os preços incluem portes de envio para Portugal): livros2amao@sapo.pt


Posts dos Amigos


Gotinhas de Luz

Ingrata passagem do tempo...

publicado por Cris às 2009-11-22 22:49:35

 

  

 

      Relembrando a velha questão das horas que se alongam durante a semana, e dos dois dias de fim de semana que se esvaem entre os dedos, como se fossem duas horitas...

 


Arvore De Letras

publicado por AnnaTree às 2009-11-22 13:24:59

coisas lidas

Quando Simão Proença estava a ser concebido, deus chamou um dos seus colaboradores e disse-lhe:
- Põe umas asas naquela criatura, que vai precisar delas para pequenos voos.
O executivo, que era novo no cargo e estava pouco familiarizado com a linguagem metafórica de deus, pespegou-lhe dois rudimentos de osso na sétima cervical, que toda a vida causaram ao pobre Simão incómodos de varia ordem: dores de cabeça, vertigens e ate por vezes, já que a palavra de deus é irreversível, alguns vislumbres da quarta dimensao.


Escritos Dispersos

Pedido de autorização para a prática de actos pelo representante do menor de idade

publicado por Escritos Dispersos às 2009-11-22 02:43:30

 

Exm.º Senhor Magistrado do Ministério Público junto do Tribunal de Família e de Menores de Lisboa

 

 

NOME, viúva, residente em Rua do NOME, 0000-000 LISBOA nascida em 00 de Novembro de 1964, natural da freguesia e do concelho de Vila Franca de Xira, titular do bilhete de identidade n.º 00000000, de 00.00.0000, emitido pelos SIC de Lisboa, contribuinte fiscal N.º 000000000, na qualidade de representante legal de seu filho menor NOME, nascido em 00.00.2001, com 8 anos de idade, vem requerer, nos termos dos artigos 2.º, n.º 1, alínea b), e 3.º n.º 1, alínea c), do Decreto-Lei n.º 272/2001, de 13 de Outubro, autorização para a venda de bens do menor, nos termos e com os seguintes fundamentos:

 

I

 

O menor, nasceu em 00 de MÊS de 2001, sendo filho da requerente, tendo o progenitor falecido no dia 1 de Abril de 2009, conforme documentos n.ºs 1 e 2 que junta.

 

II

 

No processo de inventário instaurado por óbito de seu marido, NOME, e que correu termos no/na/em ___________, foi adjudicado ao menor ¼ do prédio urbano, MORADA, na freguesia de Santa Justa, concelho de Lisboa, descrito na __ Conservatória do Registo Predial de Lisboa, sob o número 0000, da referida freguesia, inscrito na matriz predial urbana daquela freguesia sob o artigo U-000.

 

III

 

Os restantes três quartos foram adjudicados a NOME, ora requerente.

 

IV

 

Aquisição essa que foi devidamente registada na respectiva Conservatória do Registo Predial pela apresentação n.º ______________ conforme decorre da certidão que se junta (doc. N.º 3).

 

V

 

Portanto o menor é comproprietário desse imóvel, detendo a quota de ¼.

 

VI

 

A restante comproprietária, que é mãe do menor, está disposta a vender a sua quota-parte e a quota-parte do filho menor, pondo termo à comunhão desse imóvel, a NOME DO INTERESSADO NA AQUISIÇÃO/COMPRA, que reside em MORADA, o qual oferece o valor total de 200 000,00 € (DUZENTO MIL EUROS).

 

VII

 

Valor este que é considerado compensador e ajustado ao preço corrente na localidade e tendo em conta as características do imóvel e o seu estado de conservação.

 

VIII

 

Assim o menor receberá a sua quota-parte que é de 50 000,00 €, valor este que a requerente se compromete a depositar numa conta a prazo, em nome do seu filho.

 

IX

 

Por isso, essa venda é vantajosa para o menor e acautela os seus interesses.

 

X

 

Como decorre do artigo 1889.º, n.º 1, alínea a), do Código Civil, não pode a requerente proceder à venda e outorgar na respectiva escritura pública de venda, em nome do menor, sem autorização de V.ª Ex.ª.

 

 

Nos termos do artigo 3.º, n.º 3, alínea b), do Decreto-Lei n.º 272/2001, de 13 de Outubro, indica-se como parente sucessível do menor [indicar NOME, PARENTESCO E MORADA do parente sucessível mais próximo do incapaz ou, havendo vários parentes no mesmo grau, o que for considerado mais idóneo]

 

 

Nestes termos, pede-se a V.ª Ex.ª que lhe seja concedida autorização para proceder à venda de ¼ do dito imóvel, em nome do menor, bem como para, em seu nome, outorgar na respectiva escritura pública de venda, a realizar por valor não inferior a 200 000,00 €.

 

Mais requer que, citado o parente sucessível indicado, para no prazo de 15 dias deduzir oposição, querendo, seguindo-se os ulteriores termos.

 

JUNTA:

- 3 Documentos e duplicados legais.

 

A Requerente,

 

 


Arvore De Letras

Rainbirds. Sea Of Time

publicado por AnnaTree às 2009-11-21 16:02:12

 

 


my so-called life

Medo

publicado por StAr às 2009-11-20 13:28:13

Tenho um medo enorme de que a minha mãe tenha uma recaída... Não sei se aguentaria tudo novamente.

 


Arvore De Letras

Pássaros de seda Rosa Lobato Faria V

publicado por AnnaTree às 2009-11-20 11:20:36

Coisas Lidas

 

Um ano inteiro vivemos juntos á beira do rio, nunca lhe pedi explicações porque o mistério é o mistério, da pele costurou o colete que nunca mais larguei, ensinou-me tudo sobre o amor, a terra, a floresta, a savana e o rio, ensinou-me, na verdade, tudo quanto sei e a paixão que tinha para viver, vivi-a toda naquele ano, naquela terra quente á beira daquele rio.
Uma madrugada, que recordo como a mais triste de toda a minha vida, não sentiu a sua cabeça na cova do meu ombro, nem na sua coxa sobre a minha coxa, nem a sua mão pousada no meu peito. Abri os olhos sobressaltado, sai da cabana, chamei. Mas apenas vi do outro lado do rio, uma zebra q eu se afastava na luz quieta da primeira manhã.


Horas Serenas

Prazeres compatíveis...

publicado por Cris às 2009-11-19 23:31:44

 

    

 


Gotinhas de Luz

Preciso...

publicado por Cris às 2009-11-19 23:08:38

 

     

 

      ... de um chá bem quente...

      Alguém me acompanha?

 


Crónicas da Margarida

Está a chegar...

publicado por Margarida às 2009-11-19 16:23:47

Costuma circular a ideia de que o Natal está a ficar cada vez mais consumista e as pessoas estão a esquecer o lado mais espiritual da época.

Para quem cresceu no espírito católico, mas na verdade não liga nenhuma à religião, o Natal não representa a comemoração do nascimento de Jesus, mas sim uma época dedicada à família e aos amigos e à celebração dos laços que nos unem. É o que significa para mim, pelo menos. E, há medida que os anos passam, começo a perceber como os presentes que recebemos têm cada vez menos importância.
Nunca pensei vir a ser assim. Mas a verdade é que me dá mais prazer andar em demanda de presentes para oferecer, fazer as listas e procurar o presente ideal, até o encontrar, finalmente; dá-me mais prazer decorar a árvore e a casa e fazer os preparativos para a ceia; do que propriamente aquele momento de euforia do desembrulhar dos presentes.
 
Gostava de pensar que estou a ficar madura e, finalmente, superior a essas mesquinhices consumistas. Estou a tornar-me uma benemérita. “Gosto mais de dar do que receber!”, como ouvi dizerem tantas vezes e sempre duvidei. E agora sou assim!
 
Infelizmente, isto não se está a passar porque a minha personalidade está a melhorar, mas sim devido a uma razão muito mais materialista: os meus natais têm sido uma sucessão de desilusões, ano após ano.
Ainda me lembro das primeiras vezes, quando idealizei receber um Nenuco, mas recebi um Barriguitas. Quando desejei receber uma bicicleta e, em vez disso, recebi um casaco. Quando queria tanto um cãozinho e recebi uma impressora para o computador.
Á medida que os anos foram passando, renovava a minha esperança, mas, depois dos 18, comecei a achar que talvez fosse melhor deixar de construir castelos no ar. Passei a pedir dinheiro. Lá houve um ano ou outro em que, por engano, por falta de tempo ou de imaginação, recebi uma ou duas notinhas.
Mas até 2008, mesmo passados 13 anos, normalmente recebo sempre imensos presentes, muito bem embrulhados com lindos papéis coloridos e laços brilhantes, por vezes maiores, outras vezes mais pequenos, mas que, no seu interior, guardam quase sempre o mesmo: coisas que não quero, que não preciso, que não compraria para mim, que não gosto, que só vão ocupar espaço na última prateleira da despensa, ou no topo do roupeiro ou no fundo de um baú.
 
Já pensaram a quantia que poderíamos receber se todas as pessoas que nos dão presentes juntassem o valor da prenda em dinheiro? Mesmo aquelas pessoas que só nos oferecem uma lembrancinha, como chocolates ou bijutaria ou meias?
O valor total era capaz de ser aliciante e permitiria fazer ou comprar algo mais ao nosso gosto. E até permitiria que a época natalícia se prolongasse por mais alguns dias!
Já cheguei a tentar esta táctica, mas não foi muito bem recebida pela família…
 
Neste Natal, só me apetece comprar presentes para oferecer, conviver em jantares de Natal com amigos, partilhar a ceia de Natal com a família, ver pela sexagésima vez o Senhor dos Anéis ou o Harry Potter, na televisão, com o meu pai a dormitar ao meu lado no sofá e a minha mãe e a minha irmã a conversarem na cozinha…
E não me apetece receber presentes coloridos, bonitos e brilhantes!
Mas ainda acalento a esperança de receber um chequezinho…


Arvore De Letras

'O sole mio - Ti lascio una canzone - cantano Boschetto, Ginoble e Barone

publicado por AnnaTree às 2009-11-19 10:22:32

bom dia com um dia de sol a despontar e com estes novos talentos

 


 

 


Gotinhas de Luz

Percebes que o Natal se aproxima...

publicado por Cris às 2009-11-18 23:27:22

 

       

 

      ... quando, a cada esquina percorrida, encontras um peditório, uma recolha de "o que puder dar", uma banquinha com bonequinhas, bolinhas, canetinhas e outros "inhas" para ajudar uma qualquer causa...

 

 

      E que tem isso de mal? Perguntam e muito bem... Não tenho nada contra ajudar o próximo, muito pelo contrário sempre que posso não deixo de ajudar quem precisa... O que me incomoda é ser pressionada desta forma a ajudar! Fazerem-nos sentir mal apontando os nossos filhos saudáveis em detrimento de outros que não têm o que comer, apanhando-nos quando fechamos a carteira numa qualquer caixa de supermercado... entre tantos outros exemplos que bem devem conhecer!

      Gosto de ajudar sim, mas gosto de o fazer com conta, medida e conhecimento do fim destinado à minha contribuição!

      Posto isto, tomei uma decisão que ponho em prática de há dois anos para cá: me perdoem estes jovens que o fazem com a melhor das intenções, mas não vou parar em qualquer dessas bancas, não vou contribuir sempre que me batem à porta com o calendário da praxe, não vou ficar com peso na consciência quando for censurada por esta atitude... Todos os anos escolho uma instituição, reservo um valor que considero justo ou os bens que fazem falta à mesma, e ajudo assim, com conta, medida e conhecimento do fim dado ao meu contributo!!

      Claro que isto não invalida as doações de roupa, calçado e brinquedos, de alimentos para o banco alimentar, de livros e objectos que já não uso, que também faço, com todo o gosto, ao longo de todo o ano!! 

     


O Diário da Pinkinha

Sinitta - Toy Boy

publicado por Pinkinha às 2009-11-18 18:43:21


Livros da Margarida

A Viagem do Elefante

publicado por Margarida às 2009-11-18 16:33:23

Numa altura em que se fala tanto do “Caim”, li “A Viagem do Elefante”.

Não gosto deste novo layout dos livros de Saramago. Gostava mais do outro, mais clean
Quanto à história escrita em si, bom, eu sou uma fã de Saramago. Gosto da escrita dele. É fluida, faz-me parecer que estou a ler ao ritmo do meu pensamento. No meu pensamento não faço pausas, não tenho uma pontuação correctíssima, como ensinam nas gramáticas da escola, não distingo maiúsculas e minúsculas… Por isso, gosto daquele ritmo de escrita.
A história é engraçada. Não é nada de especial, não merece a atenção de um grande romance clássico ou histórico. Não me deu vontade de chorar, não mexeu com o meu eu-interior, como algumas obras literárias fazem. Não me deixou confusa ou melancólica ou filosófica. É uma história, somente. Lê-se bem, tem momentos engraçados, outros de pensamentos profundos e algumas verdades interessantes – nomeadamente as ditas ou pensadas pelo personagem Subhro ou Fritz.
De resto, nada mais. É apenas isso.


Crónicas da Margarida

Tão simples como comprar o passe?

publicado por Margarida às 2009-11-18 16:26:58

Hoje foi dia de compra de passe de metro.

E aconteceu o mesmo que já tinha acontecido há uns meses atrás, situação que tinha conseguido contornar. Cerca de 3 ou 4 meses depois está tudo na mesma.
 
O meu passe tem dificuldade em ser lido pelas máquinas de carregamentos. Ou as máquinas de carregamentos têm dificuldade em ler o meu passe.
O que é que já me tinha acontecido? Estar na fila para efectuar o carregamento e não conseguir fazê-lo. Ir para a fila de outra máquina e não dar outra vez. Ficar irritada por estar atrasada e acabar por comprar um bilhete só para uma viagem, mais o estúpido do cartãozinho, que custa 50 cêntimos e que nunca chego a reutilizar, porque o perco ou deixo em casa ou me esqueço sequer que o tenho.
 
Desde há uns 3 ou 4 meses desisti das máquinas e dirigia-me logo ao balcão ou cabine, onde uma moça de ar enfadado lá me carregava o passe.
Ora, já há alguns dias que eu andava a reparar que, de manhã, em hora de ponta, quando vou para o emprego, a cabine estava fechada, sem ninguém para atender as pessoas. E andava a adivinhar: “estou mesmo a ver que, na altura em que tiver de comprar o passe, não vai lá estar ninguém.”
E assim aconteceu. No meu espírito esperançoso e optimista, achei que as máquinas já deveria estar arranjadas e super sensíveis à leitura de todos os chips. Por isso, lá me pus numa das filas, precisamente aquela onde o segurança estava a ajudar as pessoas a carregar passes e cartões – uma vez que mudaram outra vez o software e já se faz de maneira diferente.
Já agora, será que faz parte das funções do segurança da estação de metro prestar este tipo de apoio aos utentes do Metropolitano de Lisboa?
 
Adiante. Lá me pus na fila. Esperei. Uma senhora há minha frente não conseguia carregar o cartão que trazia com ela – como é habitual. Comprou um cartão novo, claro.  
 
- Imaginem isto a acontecer não sei quantas centenas ou milhares de vezes por dia. A história do recarregável deve ser efectuada 15% das vezes que alguém compra bilhetes!
 
Bom, a senhora demorou bastante e já havia gente a reclamar.
“A culpa não é dela, bolas!” – apetecia-me dizer, alto. Mas fiquei calada, esperando, pacientemente, que chegasse a minha vez.
Lá fui. Claro que a máquina não leu o meu cartão. Nem de frente, nem por trás, nem dos lados. O segurança experimentou também. As pessoas da fila voltaram a reclamar. (Devia ser sempre a mesma velha, chata!)
E eu lá gastei mais 50 cêntimos a comprar mais um cartão, completamente irritada, farta daquilo tudo e super atrasada!
 
E agora eu pergunto: porque é que os sensores das entradas e saídas das estações lêem o passe e as máquinas de carregamentos não?
 
E pergunto mais: porque é que o Metropolitano de Lisboa não contrata mais pessoas para estar pelo menos uma em cada cabine de cada estação de metro?
Não seria uma boa maneira de combater o malfadado desemprego que assola o país?


Arvore De Letras

Pássaros de seda Rosa Lobato Faria IV

publicado por AnnaTree às 2009-11-18 10:51:36

Coisas Lidas
(...)
Uma vez em África andava eu no mato, quando vejo uma zebra maluca as cabeçadas as arvores e afligi-me todo porque o animal nao era dali e ia espatifar-se fora do seu horizonte.
Alto, bicho bonito! Vem ao pé de mim que te levo para a tua savana, nem que nessa caminhada demore o resto da minha vida. Olhou-me com os olhos tão meigos que vi logo que me tinha entendido, os animais entendem as palavras e as intenções por detrás delas, caminhou ao meu lado como burro doméstico, era uma fêmea, ao fim de três horas ajoelhou para que eu montasse. E assim andamos dois dias, dorme aqui, avança acolá, cheirávamos a água do rio mas não alcançávamos de lá chegar, ao terceiro dia, mais mortos que vivos, avistamos a margem e bebemos.
Do outro lado da savana, a zebra havia de atravessar a nado, eu voltaria para trás, mas não sei porque deu-me um nó na garganta e á zebra também, que me rodeava a cabeça no meu peito e não partia.
Fui á caça de alguma coisa para comer, depenei o meu pássaro, fiz uma fogueira para assa-lo, pensei. Agora vai fugir com medo do lume, mas não, deitou-se ao meu lado como se esperasse alguém ou alguma coisa. Porque já sabia que me escutava falei-lhe de manso, zebra minha amada, a tua vida não é deste lado do rio, tens que ir – te á procura dos teus, ninguém vive bem sozinho e uma zebra muito menos, tens a tua manada, todas as riscas bonitas como tu, pretas e brancas, a explicar aos homens que preto e branco se misturam na maior beleza, eu sei que és minha amiga e que me estas agradecida, mas chegou a hora de dizermos adeus. Correu um pouco pela margem, experimentou a agua. Agora é que vai, qual que, eu estava deitado com as mãos debaixo da nuca, voltou para trás, deitou-se, pousou a cabeça no meu peito e adormeceu.
Era um peso enorme, mas não quis enxota-la, havia de parecer – lhe ingratidão, lá adormeci e á medida que dormia o peso fez-se mais leve e no meio da noite acordei de repente e tinha uma mulher nos meus braços e uma pele de zebra a cobrir-nos aos dois. Ela era negra, linda, macia e cheirosa, apertou contra o meu o seu corpo nu e ali nos amamos e nunca, nos dias da minha vida, amei nenhuma que se lhe comparasse.

 



Adicionar como Amigo
Dados Pessoais

Ana F.

Feminino

livros2amao@sapo.pt

Interesses
» Frase Favorita

"Há livros que lemos até ao fim e queremos que continuem. Mas o livro fica-se por aí, continua em nós, que é a forma que os livros têm de acabarem bem” (Mª João Lopo de Carvalho - Adopta-me)