publicado por eva às 2013-05-20 00:37:36
perfil público
http://longocaminhopcasa.blogs.sapo.pt
A sina, o caminho,ou simplesmente uma história igual a tantos outros caminhos ou, semelhante a tantas outras vidas...
Nome
Maria
Apelido
Amélia
Sexo
F
publicado por eva às 2013-05-20 00:37:36
nimais
Que recolhemos
Que acolhemos
Mimamos e respeitamos
Nos seu hábitos próprios
Animais, flores, pássaros
Devotando carinho e ternura
Laços recíprocos
Enformam as relações
As emoções
Preenchem os dias
Momentos e ocasiões
E uma enorme ternura fica…
Mesmo quando tudo já se foi….
publicado por eva às 2013-05-19 18:35:11
ourado
Amarelo pintainho
Amarelo torrado
Amarelo alaranjado
Amarelo dourado
Cor brilhante
Inúmeros simbolismos
Significados variados
A mesma cor
O mesmo brilho
Para quem quer
Divino dourado
Ou simplesmente… amarelo.
publicado por eva às 2013-05-18 22:09:02
s sociedades começam e terminam em circunstâncias assaz diferentes.
A maior parte das vezes com prejuízos para alguma, ou algumas, das partes.
Estar bem informado sobre as vicissitudes com que se podem defrontar os associados é de vital importância para a boa prossecução dos negócios.
Tudo tem importância na consumação de uma vida: da vivência com naturalidade ao conhecimento mais apurado da realidade social e económica em que se vive, pois daí depende a valência da vida individual e da inter-relação com outros.
Ninguém deverá sair lesado de qualquer interação que venha a empreender pelos anos fora.
- eis o resumo dos vossos estudo para a próxima aula. Bom trabalho!
- Mas… o lucro tem relação com o prejuízo de outrem, ou não tem?
- O ideal será encontrar boas soluções para conseguir lucro sem fins prejudiciais, sejam estes quais sejam.
- Humm…
- Além de que existem bons exemplos a nível internacional. Viver à conta das desgraças doutrem não é uma decisão positiva.
- Humm… humm…
publicado por eva às 2013-05-17 12:05:01
-
ue estás tu a fazer de cabeça tão baixa?
- ‘tou a fazer uma coroa de flores!
- E para quê é isso?
- Para noiva é claro!
- Mas… não há nenhuma noiva nem noivado à vista!
- E depois?! Sempre gostei de ver os cabelos enfeitados com flores e parece que isso só acontece nas noivas…
- Realmente, aqui não há esse hábito, mas há países onde os cabelos se enfeitam de flores sem ser para casamento.
- Então quero ir viver para lá! Ficam longe?
- Não, não. Mas não se pode mudar assim de vida. Tens a família, o trabalho, enfim, tudo aqui…
- Pois, pois… mas as mudanças fazem bem.
- Certo, sim que são boas se são planeadas para isso. Apenas para pôr flores no cabelo se calhar não basta…
- Humm… então é uma questão a ser estudada, não é?
- Pois, sempre digo que é bom estudar as situações e agir em…
- Em conformidade. Neste caso começo pelo fim - a conformidade - e agora vou tentar justificar a situação. É igual, não é?
- Bem… sem dúvida é outro modo de tratar a questão…
publicado por eva às 2013-05-16 11:21:27
uventude em viver
Em ti e em mim
Em nós todos
Saibamos preservar
A juventude
A jovialidade
Usando o livre-arbítrio
Humanamente falando
Até ao último suspiro
E mais além
Saibamos preservar a
Juventude em viver.
publicado por Isa às 2013-05-16 11:08:39
publicado por eva às 2013-05-15 23:59:39
-
oma atenção, olha o fogo!
- Qual fogo, qual nada. Trata-se de uma fogueirinha para assar peixe, isso sim que é!
- Tanto faz, eu só vejo as chispas de fogo a saltar e bem!
- Qual! Tem calma e relaxa que foi para isso que viemos – para relaxares!
- Mas quem tem os nervos todos à flor da pele és tu!?
- Olha, vai arranjando a comidinha, isso sim que é útil.
- Ora, já vem toda preparada, pois já sei que a fome a todos aperta à mesma hora.
- Pois, pois… Vamos vendo… vamos vendo…
- O que eu vejo é - nada!
- Então fica no teu nada que eu vou comendo conforme está pronto, eheheh!
- Isso! Felizes os que têm fome e têm o que comer…
- Já viste como a paisagem e tudo está tão bonito, brilhante?
- A mim basta assim – está tudo pronto para comer e eu tenho fome.
- Certo! Eu só ia dizer que estas lentes novas fazem milagres no olhar!
publicado por Isa às 2013-05-15 09:54:02
publicado por eva às 2013-05-14 00:22:05
antuários. Lugares sagrados
Conexões e reconexões. Grelha terrestre e cósmica
Onde estamos?
Onde é o nosso lugar de vida?
Precisamos de um lugar para estar?
Estamos ou voamos?
Quem somos, cósmicamente falando?
- este o tema para a próxima pesquisa. Divirtam-se a trabalhar, se possível…
…
- Hã… divertimento é diversão e trabalho é tarefa a realizar, ora!
- Acho que ele queria dizer que se pode tornar o trabalho agradável…
- E tu achas que isso é realista?
- Acho que é possível… sim, certamente é bom trabalhar e gostar do trabalho que se faz.
publicado por eva às 2013-05-13 00:14:17
átima
Lugar de devoção
Antes nome dos escolhidos
Em muitas religiões e lugares
Fátima
Nome sublime por vários modos
Conhecido em todas as línguas
Reconhecido por muita gente
Fátima
Da pessoa ao lugar de peregrinação
Do terreiro à fonte de água
Da catedral à singeleza da capela
Fátima.
http://www.santuario-fatima.pt/portal/in
Coisas bonitas que alegra(...)
publicado por eva às 2013-05-12 23:12:30
-
amos, toca a levantar!
- Ohh! Estava no meio de um sonho tão bonito… tens a certeza que é para levantar?... é só mais um pouquinho.
- Só mais uns minutos e aproveita-os para esse sonho…
…
- Vamos. Agora é que é!
- Ai ai, já vou!
- E afinal que sonho era esse?
- Ah, não consegui voltar lá! Era tudo tão lindo, tudo em azul e branco e rosa e…
- Tudo tinha essas cores?
- Tudo!
- Mas, que tudo é esse?
- Eram todos os fatos e roupas que vi, ora essa!
- Mas que tem isso de extraordinário se já sabias que eram as cores a procurar para irem de igual à festa?
- Então… mas não tinha visto as coisas naquela proporção… tão lindas todas!
- Todas as tuas colegas?
- Nada, não! Todas as roupas e adereços e…
- Ora, vem comer! Só pensas em…
- Em coisas bonitas que alegram a vida, isso sim! Não será melhor que pensar doutro modo?
- Parece que sim. Melhor pensar em algo bom…
publicado por eva às 2013-05-11 00:45:19
itas e missas
São as cerimónias dos estudantes
São os desejados fim-de-curso
São festas e beberetes
São alegrias e festividades
Cerimónias de estudantes
São partilhadas pelos pais
São um pouco do paternalismo
São votos devotados
Desde a maternidade
Fitas e missas
São as cerimónias dos estudantes
São bênçãos sentidas por todos
São augúrios e felicitações
São o princípio do resto da vida
Dos adolescentes que perfizeram
A sua grande primeira tarefa
A sua formação técnica
Fitas e missas
São cerimónias de Maio
São cerimoniais de estudantes.
Há 100 anos nasceu João V(...)
publicado por eva às 2013-05-10 15:26:03
João Henrique Pereira Villaret (Lisboa, 10 de Maio de 1913 - Lisboa, 21 de Janeiro de 1961)
Nas provas de admissão para o Conservatório, João Villaret recitou dois vilancetes e um soneto de Camões. "Recitei-os como eu os sentia e, no fim, o mestre, que era professor conceituado da casa, olhou-me com severidade e disse: O menino tem boa voz, mas os versos não se dizem assim, mas como se fossem prosa. E eu, muito pespinete, nervoso e irritado, respondi: Então porque é que são versos? E o mestre: O menino é insolente mas inteligente, está admitido."
in http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.a
Página de Folclore de António Botto
Fado Falado
Autoria de Aníbal Nazaré, António Porto e Nelson de Barros
[…E digam lá se pode ou não Falar-se o fado]
O nosso planeta reflete o(...)
publicado por eva às 2013-05-10 10:43:19
nosso planeta
Vive
Ao seu próprio modo de viver
O nosso planeta
Sobrevive
Conforme lhe provocamos
Desequilíbrios
O nosso planeta
Reflete
O que somos
Para nós mesmos, humanos
E para os outros seres
O nosso planeta
Viverá
Em realidade e
Em conformidade cósmica.
publicado por eva às 2013-05-09 00:37:09
lores
Pétalas
Somos todos tão belos
E leves
Como as flores e as pétalas
Poderemos projetar
Os perfumes de nossos ideais
Tão longe quanto o vento levar
Assim como o perfume das flores
Pode a nossa influência chegar a todo o lado
Tudo influenciar
Assim seja positiva a nossa consciência
Uma boa influência
Para a felicidade
Nossa e de tudo
Como as flores
Que são belas para todos
Os que ali passarem e souberem observar
Pétalas cheias de agradabilidade
Do belo e das flores…
Muito mais que dois grand(...)
publicado por PR às 2013-05-08 21:35:15
Não sei se existe um Céu. Ou um sítio qualquer com outro nome, para onde se vai, depois. A existir, confio que terá, ao menos, wireless. Assim sendo, espero que possas ler isto, meu Pai.
Hoje o iPod esbofeteou-me com aquela música do razoavelmente foleiro Fábio Jr, a canção "Pai Herói". E como sempre, quando isso acontece, fui-me abaixo.
É incrível como perdoamos e nos perdoamos, com o tempo. Não perdoei (falha minha, até porque perdoar ou não é miseravelmente igual) a tua violência com a mãe, mas desconto, à distância, vendo-te hoje, daqui, tão humano, tão afinal de contas aflito e frustrado...saiu-te tudo ao contrário não foi? Foste cruel, tantas vezes. Tonto, quase sempre.
Percebo hoje que sim, é possível sentir saudades do que não se teve, e saudades de ainda ir a tempo de fazer a nossa parte toda, para que tudo fosse melhor. Ou só diferente, que a esperança é uma forma de ingenuidade sonhadora, muitas vezes contra todas as evidências em contrário.
Sabes? Na segunda-feira queria ter-te tido ao meu lado na bancada. Não para me dares alento a mim, mas para eu te acalmar o teu ataque de fúria. E dizer-te que ainda nada estava perdido, tem calma; agora seria eu assumir um tom paternal, parece que é a ordem natural das coisas, acabarmos pais dos nossos pais.
Por estes dias queria contar-te da Maria e os dentes a romper. Do Gonçalo e a prova de português que correu bem. A primeira comunhão da Mafalda. Tudo o que aconteceu e tudo o que está a acontecer na minha vida. Os dias em que o chão me foge. Perguntar-te: "O que é que eu hei-de fazer, papá?"
Sei que não eras o Pai ideal para eu perguntar, e muito menos para me responder a resposta boa, aquela resposta que faz sentido e ilumina o caminho. Mas não tive outro pai, só tu. Não tenho ilusões. Hoje a música tocou, e chorei de novo.
Pai, eu cresci e não houve outro jeito
Quero só recostar no teu peito
Pra pedir pra você ir lá em casa
E brincar de vovô com meu filho
No tapete da sala de estar
Pai, você foi meu herói, meu bandido
Hoje é mais muito mais que um amigo
Nem você nem ninguém tá sozinho
Você faz parte desse caminho
Que hoje eu sigo em paz
Nem percebo muito bem porque mexe tanto comigo, tendo em conta aquilo que fomos um para o outro, enquanto cá andaste. Quando me despedi de ti, naquela sala dos cuidados intensivos daquele hospital em Coimbra, onde todas aquelas pessoas de bata eram figurantes fantasmas e só lá estava eu e tu, e tu eras ali o avó, igual a ele, velho, velho velho, nunca mais me vou esquecer, tão velho me pareceste, tão frágilzinho, tão criança perdida, aflita. Não sei se me sentiste. Não falámos, estavas sob o efeito dos medicamentos e da vida toda vivida e não cumprida, e tudo isso se misturava ali, na forma de uns sons que não chegavam a ser palavras, não falámos, não sei se percebeste que o teu filho Pedro estava ali. O único dos teus três filhos que foi lá despedir-se, sim, porque eu sabia bem que era a última vez que te via com vida, uma vida fininha e frágil, a esgotar-se como a areia numa ampulheta, o tempo está a contar, pai, estás a ouvir, vim saber de ti? perguntei, sem resposta.
Queria que no dia 15 pudéssemos ir os dois ver a Final. Lembras-te quando saí da Luz em lágrimas por causa do golo do cabrão do Lozano? E tu me disseste, enquanto passávamos junto do fogo preso, que preso e apagado ficou e que estava montado naquele placar do totobola, topo sul da antiga e eterna Luz?
"Eles é que ganham milhões e tu é que estás para aí a chorar?". Hoje percebo que eras tu a não querer desatar a chorar, querias tanto ver o Benfica ganhar uma final, e que eu visse como tu tinhas visto antes, há tanto tempo. Mas nunca deixarias cair a tua capa de super fanfarrão. Digo-o sorrindo, para que saibas.
Queria levar-te a Amesterdão. Queria que tivesses conseguido falar, que tivesses conseguido ser melhor pessoa, e que eu tivesse ajudado. Pai eu fui lá, eu quis saber. Foi para meu conforto ou para o teu? Lembras-te das vezes que te levei comida, e tu sozinho em casa, dias a fio sem sair? A vida tão escura, os dias feitos de ressentimento e raiva já meia balhelhas. E lembras-te das pouquíssimas vezes em que até parecia que éramos possíveis, pai e filho, em bom?
Pai, me perdoa essa insegurança
É que eu não sou mais aquela criança
Que um dia morrendo de medo
Nos teus braços você fez segredo
Nos teus passos você foi mais eu
Sabes, Papá, porque não me aguento, quando esta música toca? Esta semana, um vizinho meu amigo lembrou-me as palavras do padre Tolentino Mendonça, que diz que "Somos mesquinhos, banais, egocêntricos, ressentidos. Se não tomamos consciência disso, não conseguimos a transformação. A primeira condição da transformação é a nudez. Ser capaz de contar a sua verdade." Quem me dera ter conseguido isso contigo. Termos conseguido isso um com o outro. A nossa verdade. Ele também diz isto: "Sermos nós próprios é percebermos o caminho da imperfeição. O que nos mata é essa perseguição da perfeição. Não temos de ser perfeitos. Temos de ser inteiros."
Gostava de ter falado contigo sobre isto. Podia ser que houvesse aí um caminho para nós. Que tivessemos conseguido o milagre de sermos ao menos inteiros, um para o outro.
Afinal fomos o que fomos, agora eu dou comigo a ouvir esta maldita música de uma novela antiga, do tempo antigo em que existias e eras horrível, e a pensar: não te conheci. Não deu. Mas tenho saudades tuas. Ou saudades de que existisses, pelo menos. E eu pudesse ter a ilusão ingénua de ser possível trocarmos umas ideias. Correu tudo mal, não foi? Tivéssemos tido nós a lucidez e a tenacidade para conseguirmos perceber, a tempo, aquilo que Dostoievski quereria dizer quando disse que "a maior felicidade é quando a pessoa sabe porque é que é infeliz."
Não creio que tivesses chegado a perceber. Hoje, quando aquela música tocou, pensei assim: não foi naquele hospital, nem nas irreprimíveis lágrimas naquele gelado crematório em Rio de Mouro ou Rinchoa ou lá o que era aquele fim do mundo, nunca mais lá fui, nem conseguiria se quisesse. Foi hoje que fiz as pazes com a minha ideia de ti. Percebi porque fomos tão infelizes. E está tudo bem. Está tudo bem, papá. Ainda bem que tivemos esta conversa. Quando voltarmos a falar, vai correr bem, vai ser mesmo bom. Começaremos daí. E sim, vamos ganhar. Vamos sempre a tempo de ganhar tudo.
E seguimos o nosso caminho. Em paz.
Seis recomendações para e(...)
publicado por Isa às 2013-05-08 17:38:53
publicado por eva às 2013-05-08 00:21:11
-
qui estou para mais um dia…
- Que negativo, credo!
- Isso conforme entendimento! Eu estou decidido a jogar como um louco para ganhar, comer bem e refastelar-me a seguir. Que tem isto de negativo, não sei, não… Acho que isso tudo são manias de classificar os outros, isso sim!
- Seja, a cada um o entendimento do que pode!
- Tal e qual! Vamos ao jogo, onde está a famosa e prometida bola?
- Hã? Nada sei disso. Temos a mesma de sempre, isso sim que é!
- Ai ai! Bom, vamos para o campo jogar à mesma…
- Humm… não podemos desistir por qualquer coisa.
- Nem por qualquer coisa nem por nada. E já vai a marcação… não te apresses não! Tu e as tuas filosofias!
- Golo!
- Golo!
- Hã?! Mas como…
- Humm… acho que ambas equipas correram para a baliza mais próxima e…
- Mas um jogo é uma reunião, não é cada um para o lado oposto…
- Cada um, não senhora! Foram em perfeita consonância de equipa. Uma equipa para a baliza que lhe competia para realizar um gooooolo!
- Outro?!
- Há os que só falam, os que ficam a pensar no passado e os que avançam sempre…
- Então, mas isto é ou não é um jogo?!!!
- Exatamente!
publicado por eva às 2013-05-07 00:30:19
aminhar
Sem caminho onde andar
Caminhar
Vendo o termo no horizonte
Que se desdobra em multicores
Multifacetado de acontecimentos
Emoções e sentimentos
As ações que se desenvolvem
Tantas vezes impensadas
Outras decorrentes de pensamentos organizados
Que somos?
Seres sem objetivo maior
Que a formulação de bem-querer
Sem egoísmo, nem interesses comuns
Seres em aperfeiçoamento contínuo
De bem ser
Em verdade e luz
De ser em Bem.

