Idk, hoje soube bem libertar um bocado e dançar Florence and the machine, a coreo está gira mas kinda difícil devido ao meu medo de mata-borrões mas enfim, eu vou lá chegar!
Vou fazer uma supresa aos meus grandes amigos, não posso dizer o que é se não ainda veem aqui e descobrem! Não é nada de grande aparato, é algo que fiz com grande amor e carinho e espero tê-los sempre comigo!
Nunca ninguém se atreveria a fazer aquilo no sítio onde ela se encontrava. Para falar a sério as pessoas tinham mais medo dela do que do diabo por isso deixavam na estar, nunca tinham visto ninguém assim por aquelas bandas e sabiam que ela era uma caixinha de supresas, valia mais não a encomudar...
Um homem entra na sala muito direito e firme, tinha umas mãos do tamanho de um primáta e uma cara de poucos amigos.
- Muito bem, menina... - mexeu nas folhas do seu bloco de folhas e voltou a olhar para ela - Scott.
Disse o seu nome com desprezo enquanto se encaminhava para tráz da secretária.
- Sim, xerife. - o gozo era notável no tom de voz da rapariga de braços cruzados sobre o casaco de cabedal.
Ele bateu com os punhos na mesa e baixou a cabeça ao nível dela.
- Eu sei bem o que andas a fazer e o passado da tua família, não me venhas com falinhas mansas que eu conheço gente da tua laia. - o seu bigode mexia-se enquando ele falava, apesar de o assunto ser sério ela não pode de deixar de se rir para si.
Tirou os pés de cima da mesa e bateu-os com força no chão, talvez um pouco de propósito, as botas eram pesadas, pegou no capacete em cima da secretária e virou-se para o encarar.
- Espero bem que saiba que quem brinca com o fogo, queima-se.
Dirigiu-se para a porta e abriu-a, toda a gente olhava para ela mas ela pouco se importava, sai pela porta principal da esquadra e subiu para a mota pregando a fundo.
Olhei para o horizonte e ele disse que eu estava bonita, como sempre não acreditei mas agradeci por cortesia, sentia-me bem mas o que eu queria era o que não me desejava a mim. A minha mente sempre fez jogo sujo comingo e com o que ela realmente deseja, por vezes fez me crer que estava bem que apenas existia aquela razão para eu ser feliz mas o tempo de me deixar trocada chegara e o meu coração muda conforme os ventdos da brisa que passa pelo alto de uma colina.
O que não te desija confunde-te e deixa-te possessa e maluca de tanto pensar porquê das coisas terem de dar voltas e não serem claras como a água, o que não te deseja deixa-te a escorrer lágrimas frias e tristes por dentro de tanto pensares no assunto, o que não te deseja trás de volta as vozes do passado que tentam deixar o teu ego tão baixo que provavelmente está mais pequeno que uma molécula, o que não te deseja deixa-te de rastos, deprimida, lunática e sem forças, o que não te deseja consome-te por dentro até à última gota como o fogo que arde no inferno.
Sei que passo a vida a dizer isto e reconheço o meu problema. Gostava que as pessoas olhassem para como eu olho para elas, como as minhas pessoas favoritas no mundo, mas o problemas é que as pessoas não olham e eu continuou de fora. Hoje a mãe puxou o assunto de quando eu mudo de escola que fico sempre com depressões e que me custa e wtv. E isso fez me pensar, se eu sou assim porque é que me ligo demasiado às pessoas? Bem, pensei que provávelmente preciso de alguém em que confiar em cada sítio que estou se não não saía do canto da parede, mas o problema é que acho sempre mais do que aquilo que é e isso magou-me. Por consequência, protejo-me e digo que já não quero saber, que a pessoa se foda, que ela tivesse pensado que talvez eu gostava de saber e que estava preocupada mas não, elas apenas contam aos outros, aos outros que não estiveram lá quando ela se teve de injectar, mas enfim, prosseguindo, até pode ser um mal entendo mas sabes que na minha cabeça nada tem retorno e eu vou sempre pensar no 'se foda'. Uma vez na vida gostava que alguma amizade estivesse no mesmo nivél que eu acho e a outra pessoa também, podia ser não apanhasse mais 'barras', se é que posso chamar assim.