publicado por LostDreams às 2013-06-18 21:59:30
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Martha Liu
Seguir Perfil »publicado por LostDreams às 2013-06-15 00:00:25
publicado por shems. às 2013-06-12 18:35:45
acho lamentável que duas pessoas vejam a sua amizade destruida só porque os outros não conseguem respeitar os limites. Não interessa se um está apaixonado pelo outro, mesmo não sendo correspondido. Isso é algo pessoal, só referente aos envolvidos. Se são felizes assim, por favor, não interfiram. Mais tarde ou mais cedo, só vão ajudar a acabar com a amizade.
Isto irrita-me.
publicado por happii às 2013-06-12 18:17:03
Depois de um ano letivo todo a ter somente uma disciplina, quarta-feira tenho exame. Sei que consigo ter positiva e até boa nota, e depois, depois acaba tudo, não, não quero continuar a estudar, para já fico-me pelo 12º e depois logo se vê.

publicado por shems. às 2013-06-12 17:07:27
e saio daqui, para bem, bem longe.
http://nina_tokio_hotel_7.blogs.sapo.pt
publicado por Nina_Kaulitz ☮ às 2013-06-11 16:04:24
Boa tarde meninas :)
I'm backkkkkkkkkkkkkkkk!!!
Espero ainda ter leitoras :c
Eu sou sempre a mesma...Mas mais vale tarde do que nunca :D
Leiam e comentem :)
Espero que gostem :3
[Nina]
Comecei a caminhar até ao elevador, entrei e carreguei no botão referente ao piso dos nossos quartos. Meti a chave na fechadura, liguei as luzes e de seguida fechei a porta. Decidi descalçar-me para andar mais à vontade.. Há um ligeiro problema quando me descalço. Exato…queijinho português (Pena não ser da Serra da Estrela. É óptimo!).
Fui meter as sapatilhas à janela para apanharem ar e para não deixar tanto cheiro no quarto, senão quando o Tom entrasse ainda ia achar que alguém morreu ali dentro. Estava uma noite fria, e tive de levar com a brisa. Ou era isso ou o cheiro cá dentro. Fui então lavar os pés (lá se foi o sabão todo *kidding*).
Entretanto ouvi a baterem à porta, ainda estava eu a secar os pés.
Fogo, escolhem mesmo uns momentos esquisitos para baterem à porta.
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- JÁ VAI! -eu ainda ia com a toalha a limpar os pés. A versão de minha pessoa ao pé-coxinho. - Que raio estás tu aqui a fazer? - disse-lhe boquiaberta ao vê-lo ali especado á minha frente.
- Vim ver-te amor. - disse-me ele sorrindo, beijando-me de seguida.
- Não estava à tua espera Tom…Pensava que tinhas ido com os outros.
- Então estavas á espera de quem? Do teu amante? – falou-me com cara de gozo. - Vim dar-te apenas um beijo e dizer-te para não te preocupares babe. – disse-me sorrindo. – Eu porto-me bem!
- Eu sei que te portas bem. – sorri-lhe de volta. - Amante? Quem precisa de um amante quando se tem um Tom Kaulitz? – falei-lhe por entre um beijo.
- Tens razão! – soltou uma gargalhada. - Bem, agora vou indo. Não te queria deixar sozinha, mas eles estão lá em baixo à minha espera. – fez beicinho. Ficou tão fofinho com aquela cara linda que ele tem.
- Não os devias ter deixado à tua espera amor. – sorri-lhe novamente. – Vai lá, que eu fico bem. – beijei-o e trinquei o seu lábio inferior. – Ah, quando chegares, tenta não voltares muito bêbedo e tenta não fazer muito barulho. – larguei uma gargalhada, sabendo perfeitamente que ele gosta bem de beber.
- Não te preocupes, Nina da minha vida. – disse-me tentando relaxar-me. – Até logo babe, amo-te. – beijou-me a testa e apenas o vi a correr pelo corredor. De seguida, fechei a porta e atirei-me para cima da cama.
- Então! A Nina está confortável? – levantei-me repentinamente, assustada ao ouvir aquela voz, pois estava sozinha no quarto. Bem, pelo menos, pensei eu! A voz vinha da direção da janela do quarto e apenas larguei uma gargalhada ao ver aquela figura de pessoa, que eu tão bem conhecia.
- Bill, assustaste-me parvo! – fui ao encontro dele, dando-lhe um soco leve no seu braço.
- Não deverias ter ido com os outros? – questionei-o, duvidando do seu repentino aparecimento, especialmente, no meu quarto. Presumo, que ele terá saltado da varanda do quarto dele, para a minha.
- Sim, deveria…Mas não fui. Não me apeteceu. – referiu ele, cruzando os braços.
- Esquisito! Ao Bill Kaulitz não lhe apetecer sair. Esta é nova. – gargalhei.
- Oh! Nem sempre temos só dias bons. Eu estou num dia mau. Simplesmente apeteceu-me ficar no meu quarto de hotel.
- Correção! No quarto de hotel do teu irmão. – gargalhei uma vez mais.
- Sim, tens razão. – sorriu. – Mas apenas vim para aqui, porque sabia que aqui estavas…sozinha…e então, pensei que poderíamos fazer algo juntos. – sorriu novamente.
- Por mim, é na boa. – pisquei-lhe o olho. – Só não sei o que tens em mente, isto, se é que tens algo em mente.
- Poderíamos fazer algo simples, tão simples, quanto ver um filme. – retribuiu-me o piscar de olhos.
- Hum! – sussurrei. – Parece-me bem. Mas que filme é que tu queres ver? – sentei-me em cima da cama à espera da sua resposta.
- Pode ser um filme porno. – gargalhou ele.
- Estou bem lixada com os gémeos Kaulitz! – gargalhei de seguida, sabendo que ele estava a brincar.
- Ver filmes porno nunca fez mal a ninguém, bem pelo contrário. – gargalhou uma vez mais.
- Tu hoje estás descontrolado… Já te dei a entender isso à bocado no hall. – ergui a sobrancelha. Não sabia o que raio se passava com o rapaz hoje.
- Não estou descontrolado! Simplesmente, estou a dar-te a conhecer a minha outra vertente. A vertente do Bill que é parecida com a do Tom. – sorriu e sentou-se na cama, à minha beira. – Já que gostas da vertente do Tom, automaticamente gostas da minha!
- AUTOMATICCCCCCC!!! – gritei. Amo dizer isto depois de as pessoas dizerem a palavra “automático” ou algo do género. Ele gargalhou comigo simultaneamente. – O Tom é ligeiramente diferente de ti. Essa vertente, como tu dizes, já é algo genuíno nele… E fica esquisito, dares a conhecer essa tua vertente, porque não soa tão genuína quanto a dele, talvez porque nem seja mesmo. – levantei-me, indo em direção à janela, fechando-a, porque por esta, entrava uma brisa fria, e voltei a sentar-me.
- Tudo no meu irmão é genuíno! Toda a gente repara nele. E eu? Ninguém repara em mim! – baixou o seu olhar, entristecendo assim.
- Bill, isso não é verdade! Até porque, sejamos sinceros, tu és quem dá mais nas vistas de vocês os 4. – sorri. – E tudo em ti é igualmente genuíno. Sempre te adorei por seres como és… Não tentes mudar agora, ok? – levantei o seu queixo.
- És sempre tão sincera e tão querida comigo, dizes-me sempre aquilo que necessito mesmo de ouvir na hora. – sorriu, abraçando-me de seguida.
- Então, os amigos servem para isso e sabes perfeitamente que podes sempre contar comigo. – levantei-me novamente e olhei através da janela, ficando a observar uns prédios altos, cheios de luzes acesas.
- Eu sei! – abraçou-me por trás. – Eu adoro-te Nina! – beijou-me a face.
- Oh rapaz, tu hoje andas muito carente. – gargalhei. – Andas muito dado a abraços e beijinhos. Que se passa contigo? – virei-me, ficando cara-a-cara, agora com um tom sério.
- Nem eu sei. Acho que preciso de alguém a meu lado. – encolheu os ombros.
- Mas tu já tens a Anna! – arqueei a sobrancelha, não sabendo ao que ele se referia concretamente.
- A Anna é novita, eu gosto dela, mas falta-lhe uma certa maturidade. Não sinto que seja um relacionamento sério e que seja algo para durar e dar frutos, tal como eu quero. – disse, coçando a cabeça.
- Eu também sou novita e, no entanto, o teu irmão não se queixou. Pelo menos, a mim não se queixou! – sorri nervosa, pensando se talvez ele já se tivesse queixado a alguém.
- És novita, mas és mais velha do que ela, mesmo sendo por pouco tempo. Tens maturidade. Tipo, sabes lidar com certas coisas, que provavelmente, ela não sabe…Ainda não compreende bem certas coisas, entendes? – disse ele, brincando com a sua pulseira.
- Sabes que a maturidade também depende do tipo de vida que cada pessoa leva, e eu já passei por coisas que ela nunca passou, nem tão depressa passará. Talvez seja por coisas assim. Mas que pretendes fazer em relação a isso? – olhei-o nos olhos encarando-o com uma face séria.
- Ainda não sei. Não a quero magoar Nina. Tenho medo que ela não me compreenda. – mordeu o seu lábio inferior.
- Bem, acho que é uma questão de falares calmamente com ela. – passei a minha mão pelo seu ombro, consolando-o assim.
- Obrigada pelo conselho Nina. – suspirou, talvez por alívio, por finalmente ter desabafado com alguém que o compreendesse.
- Sempre às ordens Bill. – esbocei um grande sorriso, o que fez o Bill gargalhar de seguida. Adoro o seu riso, põe-me tão bem disposta.
- E escolher mesmo o filme, não? – disse ele, fazendo aqueles gestos com as mãos, que só ele sabe fazer.
- Eu deixo ao teu critério. – sorri-lhe. – Temos gostos bastante similares, não te esqueças disso. – pisquei-lhe o olho.
- Disso eu não me esqueço, não te preocupes. Como poderia eu esquecer-me? – disse ele, dando-me palmadinhas nas costas, fazendo-me aquela cara de gozo.
- Como tu tens andado meio doido poderias esquecer-te. – dei uma pequena risada.
- Não me esqueço de ti, nunca! – beijou-me a face.
[Geo]
Pelo caminho, ia completamente nas nuvens. Não largava a minha princesa por um segundo, até que reparei na ausência do Bill.
- Onde está o Bill? – olhei para o Tom.
- Não sei. – respondeu-me encolhendo os ombros.
- Anna? – virei-me para ela, como é namorada dele, talvez soubesse do paradeiro dele.
- Ele ficou no hotel… Disse que estava cansado. – disse com um tom de tristeza.
- Esquisito! Logo ele que estava cheio de pressa para ir sair connosco. Que raio se passou com ele? – questionei confuso.
- Até eu que sou gémeo dele, não sei. – encolheu novamente os ombros. – Vou mandar-lhe uma mensagem a perguntar se pode fazer companhia à Nina, visto que eles ficaram os dois no hotel.
- Aposto que ele já está com ela. – falou a Filipa com convicção.
- Porque disseste isso com tanta certeza? – interrogou a Anna.
- Ora, queres ver que eu conheço melhor o teu namorado do que tu? – arqueou a sobrancelha. - O Bill sabia perfeitamente que a Nina tinha ficado no quarto de hotel. Achas que ele a deixaria sozinha? Óbvio que não!
- Claro que ele não a deixaria sozinha! Conheço perfeitamente o meu irmão. E ele adora ter companhia, especialmente a da Nina. Ele adora a cunhada. – sorriu orgulhoso.
- Esperemos que apenas adore a cunhada e a companhia dela, porque se for algo mais, vai haver merda com certeza! – a Filipa pronunciou-se baixinho para que os outros não a ouvissem, mas como eu ia abraçado a ela, ouvi-a na perfeição. Olhei para ela com cara de caso e ela limitou-se a responder-me com um encolhimento de ombros.
- Mesmo conhecendo o meu irmão, vou tirar a prova dos nove! – retirou o seu telemóvel do bolso e vi-o a digitar então a respetiva mensagem para o seu irmão. Não tardou a ouvir-se o telemóvel dele a dar um “bip”, ou seja, era certamente a resposta de Bill. – Ele está com ela. Parece que se puseram a ver filmes. Só espero que o Bill não mexa nas minhas coisas e não me desarrume o quarto senão eu mato-o! – soltámos todos uma gargalhada, sabendo perfeitamente que o mais desarrumado e mexerico do grupo é o Tom.
[Bill]
Apesar de cansados, estávamos muito animados.
Tínhamos visto um filme, mas a fome começou a apertar e então resolvemos ir ao Mac drive. Peguei no meu carro e meti a música ao máximo.
À chegada do Mac drive pedimos ambos um Mc Menu Big Mac, menu grande, eu pedi coca-cola e ela pediu Ice Tea (a sua bebida preferida). Pedimos ainda um Mc Flurry para sobremesa.
Parei num parque de estacionamento ali perto, para que pudéssemos comer à vontade e de preferência sem sujar o carro. Saímos do carro com a comida dentro dos sacos e sentámos na beira de um passeio.
Naquela hora estava tudo tão silencioso, e manteve-se assim, pois eu não encontrei assunto para quebrar o gelo.
Acabámos de comer e voltámos para o carro.
A Nina lembrou-se de irmos comprar pipocas e gomas, tipo…uma quantidade enorme!
Aproveitámos a ideia dela, visto que não faltava muito para o Shopping fechar.
Ri-me imenso com a situação, porque eu nunca tinha ido ao Shopping para comprar, propositadamente, apenas pipocas e gomas.
Apesar de todas aquelas risadas no momento, quando chegámos ao carro, o silêncio resolveu aparecer novamente.
Fomos o caminho de regresso ao hotel a ouvir música.
Olhei para ela e vi que estava muito sorridente, apesar de aquele silêncio todo.
- Estás toda sorridente! – toquei na ponta do seu nariz com o meu dedo indicador.
- Então…Estou feliz. – esboçou um sorriso de orelha a orelha.
- A menina está feliz devido a quê? – Penso que estará feliz por não ter passado esta noite sozinha, como ela esperava que fosse acontecer.
- Bem…Estou com o meu ídolo, uma das pessoas que mais amo na vida e adoro a sua companhia. – deitou a língua de fora, fazendo gracinha, e de certa maneira, um pouco envergonhada. - Matei as saudades do Mc Donald’s, graças a ti, meu cunhado fofo. – sorriu e beijou-me a face. – As coisas com o Tom estão bem. – pausou e suspirou. – Acho que não poderia pedir mais nada nesta vida. – aconchegou-se no banco do carro.
- Pois, entendo! Já eu não posso dizer o mesmo. – acelerei um pouco e não desviei o olhar da estrada.
- Tu tens tudo! Ou quase tudo. Pelo menos, eu não consigo ver o que te falta na vida. – olhou séria para mim.
- Falta-me amor, é o que me falta! Ou o que mais falta me faz, digamos assim. – desviei ligeiramente o olhar da estrada e peguei na sua mão. Eu sei que ela me compreendia.
- Mas tu tens o amor da Anna. – olhou para mim confusa.
- Sim, tenho! Eu sei que sou amado, mas eu tenho é necessidade de amar. – acelerei mais um pouco, visto que estávamos prestes a chegar ao hotel.
- Então porque é que estás com a Anna? – tudo o que a Nina expressava no seu olhar naquele momento, era confusão e confusão apenas.
- Acho que tenho medo de ficar sozinho. Chama-me egoísta ou o que quiseres, mas o meu medo de ficar sozinho é enorme. A Anna dá-me amor e carinho, apesar de eu não a amar, eu tento retribuir tudo o que ela me dá ao máximo. Mas eu quero amor verdadeiro, Nina. Não quero isto para a minha vida! Quero amar alguém que me ame também! – estacionei o carro e saí porta fora, a Nina já tinha saído também e fechei a Audi e fui ao seu encontro, visto que ela estava apressada. Talvez a conversa não lhe agradasse, visto que estávamos a falar do meu relacionamento amoroso (se é que realmente se pode chamar assim) com uma amiga dela, que por sinal não está a dar certo. – Nina, espera por mim! – gritei.
- Escusas de gritar…eu ouço muito bem. – parou e esperou que eu a alcançasse. – Só espero que o teu irmão já tenha chegado.
- Sei que a conversa não te agrada, mas também escusas de me mandar embora indiretamente. – meti as chaves ao bolso e fiquei a olhar para ela.
- Só estou preocupada com o teu irmão! Não te estava a mandar embora coisíssima nenhuma, deixa de ser parvo Bill! – continuou a caminhar para o hall de entrada do hotel.
- Deste a entender isso. Pelo menos foi o que eu percebi. Ah! E nós não fomos comprar as pipocas e as gomas, para o lambão do meu irmão as comer e não deixar nada para nós! – ela gargalhou com o facto de eu ter chamado lambão ao Tom.
- Tens razão! – sorriu. – Já agora, não te esqueceste de nada no carro? – deu uma risada referindo-se às pipocas e às gomas.
- Merda! Esqueço-me sempre de alguma coisa. Estão na mala do carro. Não me queres vir ajudar? É que não é por nada, mas tipo… trouxemos um balde enorme de pipocas e uns 20 saquitos de gomas. – soltei uma leve risada. Apenas queria a companhia dela.
- Vá…Anda lá meu morcão, eu ajudo-te, meu poste de eletricidade. – riu-se e deu-me leves pancadinhas nas costas. Andámos até ao carro, abri a mala e retirámos de lá os sacos com as guloseimas e o balde das pipocas. Chegámos ao quarto do Tom e pousámos tudo na mesa que lá tinha. Estava exausto, mas ainda tinha energia para ficar com ela ali no quarto, na conversa, a ver filmes, ou o que ela quisesse fazer. – Vou só ao meu quarto buscar o meu pijama e volto já, ok?
- Sim, na paz. – sorriu. – Aproveito e enquanto vais ao teu quarto, eu fico aqui a vestir o meu pijama.
- Oh! Só vais vesti-lo quando eu aqui não estiver? – gargalhei, não apenas por ter dito o que disse, mas também pelo facto de ver a figura da Nina a correr na minha direção para me bater com uma pantufa. Foi então que saí janela fora em direção ao meu quarto.
- Que piadinha, ó azeiteiro! – gritou para que eu pudesse ouvir no meu quarto. Vesti o meu pijama e fui em direção á janela novamente. Muito calmamente, aproximei-me da janela do quarto do meu irmão e observei a Nina ainda a despir-se. Fiquei ali parado ao vê-la vestir-se. Ela é perfeita. Já tinha percebido à algum tempo a razão de o meu irmão a amar tanto, mas agora não restam dúvidas algumas. Ela é tudo o que um homem quer, deseja e pode ter. Esperei que ela terminasse de vestir o pijama para que eu pudesse entrar no quarto sem que ela se apercebesse de que eu a estivera a observar durante aquele episódio. – Eh lá, que ela já vestiu o pijaminha sexy. – olhei-a de cima a baixo.
- É um simples pijama, Bill! És tão trengo páh. Olha lá! E não achaste, melhor e menos perigoso, teres ido pela porta e não pela janela?- olhou para mim como se eu fosse um louco.
- Acho que já me habituei a ir pela janela. – gargalhei ao vê-la com aquela carinha.
- Não vais mais pela janela, ouviste bem? – ordenou ela.
- Tens medo que eu caia lá baixo? – aproximei-me dela.
- Claro que tenho! Não te quero perder. Qual foi a parte da conversa de à bocado, acerca de seres uma das pessoas que mais amo na vida, que tu não percebeste? – ficou com cara maliciosa. Pus-me atrás dela, abracei-a e beijei-lhe o pescoço.
- Pára Bill! O que raio estás a fazer? – ficou desorientada sobre o que ali se estava a passar comigo.
- Estava a mimar-te, apenas isso. Não te exaltes! – sentei-me no sofá. – Que filme vamos ver agora? – olhei para ela, esperando uma resposta.
- Nenhum! Acho que deverias ir para o teu quarto agora! – permaneceu em pé olhando para mim.
- Não, não vou! Não te vou deixar sozinha! Só saio daqui quando o meu irmão chegar…Desculpa, ok? Não fiques assim! Foi apenas um beijo no pescoço – sentou-se à minha beira.
- Amanhã, perguntas ao teu irmão o que ele acha acerca desse “apenas um beijo no pescoço”. – cruzou os braços. Acho que se zangou comigo.
- Não digas nada ao meu irmão! Ele mata-me! – agarrei nas suas mãos, como forma de pedir perdão.
- Não, não digo! Fica descansado. Mas não o voltes a fazer! – apontou-me o dedo.
- Vou tentar. – gargalhei, para me descontrair, porém ela voltou a não achar muita piada. – Pronto, já entendi, não fiques assim! – sorri e pisquei-lhe o olho.
- Hum, vê lá! E escolhe tu o filme, antes que eu mesma, te leve para o teu quarto. – meteu a sua língua de fora.
- Até me podes levar, mas tens de ficar lá comigo. – olhei-a com o olhar mais sensual que eu consigo fazer.
- Hey, Bill pára com isso! – penso que ela estivesse escandalizada ao ver-me agir daquela maneira nada natural de minha pessoa. – Se tens esse tipo de brincadeiras perto do teu irmão, ele estrangula-te páh.
- Não te preocupes! Só terei estas brincadeiras quando estivermos sozinhos. – pisquei-lhe o olho.
- Eu acho que não quero ficar sozinha contigo mais vez nenhuma… Vou começar a achar que te apaixonaste por mim. – largou uma alta risada. - Bill, tu bebeste, snifaste, injetaste, ou fumaste algum tipo de substâncias ilícitas? Eu acho que tu não estás nada bem! – olhou-me preocupada.
- Não, eu estou bem! – sorri. - E se eu realmente estiver apaixonado por ti? – olhei-a sério. Deixei a dúvida no ar.
- Não, não podes! – levantou-se e começou a andar de um lado para o outro. Estava a deixar-me louco. Agarrei nela e sentei-a no meu colo.
- Bill, eu já te avisei relativamente a este tipo de brincadeiras. Larga-me! Por favor! – nada fiz, limitei-me a olhar para ela. – Bill? – cheguei-me mais perto dela. Já conseguia sentir a sua respiração alterada.
- Explica-me por que é que não pode ser! Olha-me nos olhos e diz-me a razão! Depois disso, eu largo-te. – sorri com cara de malandro. Eu estava a achar piada à situação, porém ela não e a razão disso era a existência do Tom nas nossas vidas.
- Não pode ser, porque desde novita… -pausou. – Eu era apaixonada por ti e quando eu e a Anna te encontrámos e começámos a ficar amigos, tu sempre lhe deste mais atenção a ela…Aí eu soube que não teria hipóteses…Não sei o que se passou comigo, para de repente amar tanto o Tom. Ele mudou muito ou então não demonstrava aquilo que ele realmente era, pelo menos eu não consegui ver o que agora consigo… Eu amo e namoro com o teu gémeo, Bill. – eu sabia que eu era o preferido dela, mas nunca soube que ela estivera assim tão apaixonada por mim. Agora penso que desperdicei o amor dela não lhe dando a atenção que ela precisara naquela altura…Só de pensar que ela poderia agora ser minha, estar nos meus braços e não nos braços do meu irmão. Eu sou, literalmente, um grande idiota!
- Porque não me disseste isso mais cedo? – baixei a cabeça, colocando as minhas mãos na mesma, e colocando os cotovelos nos meus joelhos.
- De que adiantaria? Sempre preferiste a Anna, e na altura viste-me como uma melhor amiga e nada mais. – mexeu numa madeixa de cabelo minha, para que eu olhasse para ela.
- Perdi o teu amor sem saber? E agora quero-o de volta? – tinha as lágrimas nos olhos.
- Não queres nada. Se não ficares com a Anna, encontrarás outra rapariga e serás feliz com ela. – sorriu para mim.
- Eu não quero outra rapariga! Tu és única! O meu irmão ganhou…Outra vez. Eu sou sempre o mesmo atrasado. – peguei nela e sentei-a no sofá. – Vamos ver o filme, não quero mais falar sobre isto.
- É, realmente acho que é melhor…Porque nota-se que tu já estás todo quinado páh. – aconchegou-se no sofá, mantendo o olhar na televisão.
- Não estou nada! Vou fumar um cigarro lá fora, preciso de pensar. – caminhei até à janela do quarto, que estava semiaberta, passei para a varanda e voltei a fechar a janela. Senti uma forte brisa fria e comecei a tremer, mas não me importei. Talvez o ar fresco da noite me fizesse bem. Retirei do bolso direito das minhas calças o meu maço de tabaco, o meu isqueiro e levei um cigarro á boca, acendendo-o de seguida. Estava uma linda noite de luar. Uma linda noite para ser passada com a pessoa que mais se ama no mundo e eu a armar-me em estúpido com a minha cunhada. Ouvi uma pequena chiadeira vinda da janela. Senti uma mão calorosa nas minhas costas e seguidamente um abraço.
- Não fiques assim, Bill! – falou, encostando-se ao meu ombro direito. – Tudo se vai resolver e tu vais perceber que estás apenas confuso.
- Confuso já eu sei que estou! – continuei a fumar o meu cigarro sem mais nada dizer.
- Bill, arranjas-me um cigarro? Os meus acabaram. – disse, caminhando até á grade da varanda. Retirei um cigarro do meu maço e dei-lho. – Isqueiro? – pediu-me ela já com vontade de se rir. – Ou estás à espera que eu tente acender o cigarro com o poder da mente? – deu uma pequena risada e eu sorri. Retirei o isqueiro que tinha colocado no bolso de trás das minhas calças, e dei-lho. – Está uma bela noite, não está Bill? – falou, olhando diretamente para mim.
- Está sim! Também já tinha reparado nisso. – sorri-lhe. Apesar de a maior parte dos meus problemas serem relacionados com ela e com os sentimentos que tenho por ela, ela ainda me consegue fazer rir e sorrir. Apesar de me aturar a mim e aos meus devaneios e certas confusões, ela continua aqui à minha beira. Admiro-a! A ela e à sua paciência.
publicado por happii às 2013-06-10 22:40:15
Já está confirmadíssimo, vou uma semaninha de férias para a Espanha.
Gomas... wait for me
publicado por ariel às 2013-06-10 22:31:42
finalmente consigo sentir-me bem. as coisas estão a correr como era suposto. terminei uma fase da minha vida e consigo olhar para este último ano e sorrir, porque, maioritariamente, foi feito de positivismo. vou ter saudades de alguns momentos, é certo, mas preciso mesmo desta mudança. as coisas com o diogo andam perfeitas. tenho as melhores pessoas ao meu lado e, quando precisei, soube que estavam todas ao meu lado - e só tenho a agradecer por isso. sinto-me mais confiante, mais segura, deixei (totalmente) de me importar com terceiros. e sinto-me mesmo bem comigo mesma.
que isto dure para sempre,
ariel

publicado por LostDreams às 2013-06-10 15:43:22
As histórias começam sempre com o: Era uma vez e acabam com um: E foram felizes para sempre. Mas será que todas são assim?
publicado por shems. às 2013-06-08 15:18:42
e assim se passou um ano do maior turbilhão de sempre. Depois de perdas, pancadas de cabeça e muita luta para chegar até aqui.
Mas como é bom, chegar no último jantar, no último convivio, na última vez antes de 4 meses sem quas estarmos juntos e saber que tudo valeu a pena. É bom chegar no fim e ter alguém a abraçar-nos, a dizer que gosta muito de nós e que nos vai defender sempre. É bom olhar para trás e entender que nem toda a turminha ficou fã da sua personalidade, mas aqueles que ficaram são fieis e resistentes. 9 meses depois temos o nosso grupo, aquele que não dá para ficar sem.
Mas não tem problema. Se nos próximos meses ninguém ier a Coimbra, Coimbra irá a todo o lado.
E de facto, (clichés à parte), sente-se que os laços que se criam são longos e duradouros. Não é só beber 5L de vinho e ficar lá pra morrer. É aguentar a ressaca juntos e cuidar uns dos outros.
E assim se passa o 2º semestre, deixando saudades de algo que não está perto de acabar. Mas Coimbra é assim, deixa saudades.
publicado por LostDreams às 2013-06-08 13:13:35
Não gosto muito quando as pessoas respondem aos comentários nos seus próprios blogs, não é por mal... mas acabo por raramente ver o que me respondem porque me esqueço ou já não sei qual é o post.
ps: daqui a uma semana faço anos!
publicado por LostDreams às 2013-06-06 17:32:13
Um dia ainda hei-de conseguir dominar aquela pequena parte do mundo que me pertence. Por muito pouco e insignificante que possa ser eu sei que é o suficiente para me fazer feliz. Um dia vou conseguir...
