publicado por N às 2013-05-18 11:56:54
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Mariana
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Mariana
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publicado por N às 2013-05-18 11:56:54
Acordar com um mau humor desgraçado!
Há dias assim... O meu é hoje!
Passem um bom fim-de-semana :)
publicado por Joana às 2013-05-18 00:00:07
Graças a esta minha introdução, a esta hora já devem estar todas trocadas e a chamar-me mil e um nomes, denominar-me de inculta para baixo (ou para cima, depende do ponto de vista de cada pessoa), mas eu passo-vos a explicar tudo direitinho: Como sabem, O Boticário é top dos tops no que diz respeito a surpreender fãs e amantes de cosmética. Não era de estranhar se a marca não tivesse preparado assim um grande lançamento para o Verão, logo ela que é a nossa maior ajudante em todos os momentos?! Era pois claro, dizem bem, era, porque eles já lançaram uma excelente colecção pronta a colorir o nosso Verão! E conseguem adivinhar o nome? Miami Sunset, pois claro! É claro que agora fica mais óbvio todas aquelas minhas trocas e baldrocas na introdução deste post.

Esta imagem és apenas um sneak peak da colecção vibrantíssima que acabou de aterrar em terras lusas, uma excelente alternativa à Miami americana, mais acessível e mais amiga da nossa beleza. Os vernizes já não vos são de todo desconhecidos, tive oportunidade mostrar um deles aqui, são de facto autênticas cerejas no topo de uma deliciosa e refrescante sobremesa de Verão, dão o toque de cor necessário às nossas mãos e completam qualquer outfit com a máxima distinção.
À semelhança do que acontece com os vernizes, destacam-se ainda os batons (que não podem faltar no cantinho de beleza de uma mulher), os glosses trifásicos (OMG, trifásicos! Cheira-me que algum deles vem parar cá a casa sem oportunidade para resmungar), o gel iluminador e o fixador de maquilhagem, que acredito que irá fazer um jeitaço enormíssimo a todas as mulheres.
Aproveito e deixo-vos dois tutoriais feitos com produtos desta linha, inspiração proveniente do maquilhador Fernando Torquatto que se encontra por terras lusitanas. Enjoy the tips! :)
publicado por Catie.♥ às 2013-05-17 23:10:29
Portanto hoje é finalmente sexta, estas semana têm sido para mim uma roda viva que não parece ter fim. Este fim-de-semana vai ser passado a fazer trabalhos e a fazer resumos para os teste. Só falta 3 semanas de aulas!
http://thegirlofthedreams.blogs.sapo.pt
publicado por Mafas às 2013-05-17 21:59:21
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publicado por Andrusca ღ às 2013-05-17 21:07:09
Como é que só tenho 2 comentários na DDO, hum? Como, leitores desnaturados? Ai...
Capítulo 10
- Tens a certeza que queres fazer isto? – Perguntou Jonah, que estava sentado na cama de Samantha, de costas para ela enquanto ela se arranjava para o grande baile.
- Tenho que o fazer, Jonah, senão o Will vai contar tudo – respondeu ela, suspirando de seguida – Já disse ao comandante que não me estava a sentir bem, e que ia ficar no quarto e não queria ser incomodada. O Samuel está na pausa, e a Samantha está… - nesse momento ela virou-se para o espelho e ficou espantada por alguns segundos. Pela primeira vez em muitos anos parecia-se com a verdadeira Samantha Kendric de Walcaster, uma verdadeira lady – A Samantha está pronta. E o Will tem o que quer, e o meu segredo continua a salvo. Já te podes voltar.
- Tratas o príncipe William por “Will”, é tão estranho de ouvir… - comentou Jonah, ao mesmo tempo que olhava para ela, ficando automaticamente boquiaberto com a beleza que tinha à frente – Uau… às vezes até me esqueço… que és uma rapariga. E uma bonita, para sermos sinceros.
Ela sorriu-lhe.
- Pareço a minha mãe – confidenciou, com uma certa nostalgia – Ela também prendia o cabelo assim…
Samantha tinha os caracóis loiros presos para trás, num carrapito, com um gancho com pedrinhas preciosas a condizer com as do vestido vermelho que William tinha mandado entregar naquele quarto, juntamente com uns sapatos pretos, de salto alto, e uma pulseira também com pedras preciosas. Agora sim, com aquela vestimenta, adornos e penteado, ela parecia alguém digno de ser da realeza.
- Bem… o baile já começou – disse Jonah – Pronta?
- Vai espreitar, para ver se vem alguém.
Assim fizeram. Jonah foi à frente e, quando o corredor ficou livre, Samantha saiu e caminharam rapidamente até à entrada para o salão de bailes, que consistia numa porta bem alta e larga, que dava directamente a umas escadas que tinham que ser descidas. Ao fim delas, o salão estendia-se, com o rei sentado num trono ao fundo da sala, juntamente com a rainha e William, e já várias pessoas a dançar. As mulheres envergavam lindos vestidos, os homens belos fatos e os soldados que não podiam pagar uma melhor vestimenta limitavam-se a usar a armadura.
Samantha estagnou à entrada, perto do lacaio que apresentava as pessoas que entravam em voz alta, e Jonah parou com ela.
- Passa-te alguma coisa?
- Vai entrando… eu vou já atrás de ti – assegurou ela, esforçando-se por sorrir. Mas, assim que ele foi apresentado como “soldado Jonah Godwyn” e desceu as escadas, voltou para trás e encostou-se à parede, vendo as pessoas a passar por si e a entrar no baile. De súbito o vestido tinha-se tornado demasiado apertado, não conseguia respirar, estava a ter um ataque de pânico – Vá lá Samantha, tu consegues, é só um baile… vá lá – repetia-se vezes e vezes sem conta.
Ao fim de alguns minutos tomou coragem e aproximou-se do lacaio e, chegando-se ao seu ouvido, apenas disse “Lady Samantha Kendric de Walcaster”. O lacaio bateu com o bastão no chão e, com a sua voz alta e grave, que persistia perante a música ambiente dos violinos, repetiu:
- Lady Samantha Kendric de Walcaster – ao dizer aquele nome, que no reino era como se fosse um tabu devido ao horror ligado a ele, todo o salão ficou em silêncio. Os homens pararam de tocar violino e o rei, anteriormente enfadado, levou os olhos até ao cimo das escadas, como todos os outros. Samantha engoliu em seco e sentiu a pressão dos olhares sobre si, porém continuou o seu caminho e andou directamente até ao rei, perante a surpresa e o choque de todos os presentes.
William saiu do seu lugar e andou até ela, parando-lhe a marcha.
- Estás linda – elogiou, dando-lhe um beijo na mão e brindando-a com um sorriso.
- Obrigado, e tu pareces-te mesmo com um príncipe – ela sorriu, e ele riu. Após trocarem um olhar, Samantha contornou-o e parou em frente ao rei, fazendo uma vénia – Vossa Alteza – cumprimentou.
Ele franziu as sobrancelhas e levantou-se, desceu os três degraus e ficou de frente a ela.
- Que brincadeira é esta, rapariga? – Perguntou, claramente perturbado – Gozar com os espíritos já perdidos não é admissível!
- Perdoe-me, rei Irinoi – disse ela, levantando-se. Foi então que ele arregalou os olhos. Ela parecia-se mesmo com a mãe –, mas não estou a brincar. Sou mesmo eu. Sobrevivi. Perdoe-me por nunca antes vos ter dito isto.
Até a maneira como ela falava, como sorria, como olhava, fazia lembrar Catherine Kendric. O seu cabelo, as suas bochechas rosadas. Irinoi perdeu a noção do decoro e, com os olhos enlagrimados, lançou-se à rapariga e agarrou-a num abraço bem apertado, apanhando todos de surpresa. William riu-se, enquanto a madrasta fez “cara feia” e as irmãs não compreendiam o que se passava.
- Como…? – Perguntou Irinoi.
- Noutra altura, hoje é uma festa. Ouvi dizer que queria uma mulher para casar com o Will – brincou ela.
- Estás-te a disponibilizar? – Ela riu-se e corou, ao mesmo tempo que William também o fez.
- Não, ainda sou nova.
- Parece destino, ele diz o mesmo – e então, ao perceber que toda a gente permanecia quieta, Irinoi voltou-se para os convidados e sorriu – Hoje aconteceu um milagre! A família voltou para casa! Temos mais um motivo pelo qual celebrar! Toca a tocar a música, toca a dançar e a comer e a beber. Hoje não há lugar para tristezas!
Tal como ordenado, a música voltou a soar pelo salão, e as danças prosseguiram de onde tinham parado. Samantha fez uma vénia e preparava-se para se afastar e se misturar na multidão, quando William lhe agarrou pela mão.
- Então e a minha dança? – Perguntou-lhe, com um sorriso encantador.
Ela respirou fundo. “O mais difícil já passou”, tentou convencer-se, sem saber ainda do que estava para vir.
- Vamos, vamos ver quão bem sabes dançar Will.
Ele sorriu em jeito de desafio e levou-a até à zona destinada à dança. Colocou-lhe uma mão na cintura e começaram a dançar ao som da melodia. Aos poucos os outros pares foram-se desviando, deixando-os apenas aos dois a dançar. Uns iam comentando o facto daquela rapariga tão misteriosa ter aparecido e parecer tão familiar com o rei e o príncipe, ignorando a sua identidade; outros admiravam-lhe a beleza; outros, conhecedores de quem era, davam graças por estar viva ou lamentavam esse mesmo facto, sendo crentes numa certa “maldição dos Kendric” e incapazes de acreditar que ela poderia ser feliz algum dia.
- Está toda a gente a olhar para nós – comentou Samantha, um pouco embaraçada.
- Deixa que olhem. Tu mereces. Estás deslumbrante.
Bem até agora parece que tudo correu bem...
publicado por mysuperworld às 2013-05-17 20:00:41

Muito se tem falado, nos últimos dias, da mastectomia preventiva feita pela Angelina Jolie. Isso lembrou-me de uma questão importante da qual há já algum tempo que ando para vos falar.
Ali no fim de Janeiro, dias antes de fazer 18 anos, acordei com algumas dores musculares (não sei se devido às aulas de e.f ou se foi algum mau jeito de dormir). O que é certo é que comecei a tocar com a mão nas zonas doridas e detetei um nódulo numa mama. Fiquei desesperada! A minha mãe bem dizia que era para eu ter calma porque o mais provável era não ser nada de mau, mas eu queria lá saber!! Estava assustada e creio que, qualquer pessoa nestas circunstâncias também o ficaria. Fui logo ao médico, fiz uma ecografia mamária e finalmente respirei de alívio. É um fibroadenoma (um tumor benigno, o mais comum da mama e muito frequente sobretudo em mulheres com mais de 20 anos). Pode-se perfeitamente viver com ele, tendo apenas de fazer exames regulares para controlá-lo, mas também pode ser removido se o médico o achar necessário. Pelo que me explicaram, só costumam removê-los quando têm 3 ou mais centímetros. O meu tem 2cm o que já não é considerado pequeno. Daqui a uns meses vou fazer novos exames e se ele continuar a crescer o mais provável é que seja retirado.
E tudo isto para dizer o quê? Que, felizmente, isto não é nada de mau. Mas e se fosse? Se fosse eu não tinha descoberto precocemente, que é o que se quer, porque pura e simplesmente nunca me dei ao trabalho de fazer a palpação e não estava atenta às mudanças no meu corpo. Afinal, com esta idade quem é que se preocupa com isso? Mas é importante e agora eu aprendi com o meu erro e vou estar mais atenta. E espero que vocês também comecem a estar, caso sejam umas irresponsáveis como eu! Não custa nada! ;)
http://runlikethewind.blogs.sapo.pt
publicado por Andrusca ღ às 2013-05-17 14:27:54
Logo posso postar Armadura do Coração ^^
Comentem.
Capítulo 19
Seguir o Destino * Parte 2
As quatro horas da tarde estavam-se a aproximar e Chelsea não conseguia esconder o nervosismo. Tinha trocado de roupa três vezes e ainda não tinha a certeza sobre se eram mesmo aquelas calças pretas e a blusa lilás que queria levar ao encontro. Encontro… ela nem sabia se era um encontro. Uma parte dela dizia-lhe que sim, mas a outra gritava-lhe que não. E ela não sabia qual delas ouvir.
- Está atrasado – proferiu, quando viu no despertador a hora mudar para as quatro e um. A campainha tocou nesse instante –, mas não muito.
Saiu do quarto e deu de caras com Richard, que ia abrir a porta.
- Eu vou – disse ela – Volta ao que estavas a fazer, é para mim. E vou sair, e não sei quando volto. Adeus.
O irmão nem teve tempo de lhe dizer nada, pois ela desceu as escadas e saiu de casa a uma velocidade considerável. Andou apressadamente até à mota de Jensen, onde o próprio já se encontrava sentado, e sentou-se atrás dele, agarrando-se nele.
- Estás a gostar disto, não estás? – Perguntou ela, ao que ele se riu. E então viu o enorme cabaz que o rapaz tinha no braço – O que é isso?
- Não é óbvio? – Perguntou ele, enquanto punha a mota a funcionar.
- Já me estou a arrepender – murmurou a rapariga entre dentes.
Jensen conduziu por alguns minutos, e estacionou perto do parque de merendas de Diamond City. Os dois começaram a caminhar até lá em silêncio, e quando encontraram um sítio com relva e à sombra de uma árvore, Jensen estendeu uma toalha grande no chão e lá colocou uma garrafa de Coca-Cola, uma torta, e uma caixa de plástico com morangos.
- O que estás a tentar fazer? – Perguntou a rapariga, sentando-se numa ponta da toalha, de frente para ele.
- É o que mais gostas, certo? Torta de chocolate, morangos… Coca-Cola – disse ele.
- Nem sabia que sabias isso…
- Porque é que saíste tão à pressa de casa? Parecia que estavas desejosa para sair de lá – reparou ele.
- O Richard ia abrir a porta… se ele te visse, ou melhor, se me visse a sair contigo… ele ia começar a pensar coisas, e… tu sabes.
- Não contaste ao teu irmão
- O que é que era suposto dizer? – Lamentou Chelsea – Que vou a um encontro com um tipo que odiava na semana passada? Quer dizer… isto é um encontro? Porque sinceramente não sei…
- Faz sentido.
Começaram a comer e passado um bocado de tempo começaram a rir com as lembranças de várias batalhas que já lutaram juntos. Houve coisas bem ridículas, não o podiam negar. Chelsea já estava a ficar com dores de barriga de tanto rir quando comeu o último morango e respirou fundo. Contrariamente a todas as expectativas, estava-se a divertir.
- Isto está tudo fabuloso – elogiou Chelsea, enquanto respirava fundo e observava cada traço da face de Jensen, sem que ele reparasse. Quando ele a olhou, ela desviou o olhar.
- Obrigado – disse o rapaz.
- Não pensava que a tinhas em ti – Jensen franziu as sobrancelhas, não vinha dali coisa boa, mas mesmo assim decidiu arriscar.
- O quê? – Perguntou.
- Simpatia – Chelsea riu-se e deitou-lhe a língua de fora, e Jensen abanou a cabeça e suspirou.
- Tinhas que estragar tudo, não tinhas Cabeça de Fósforo? – Perguntou, agora quem se ria era ele.
- Não me chames isso – disse Chelsea, já séria. Ela odiava aqueles nomes, ele sabia-o bem.
- Porquê? É um nome carinhoso – afirmou Jensen.
- Jensen, a sério – pediu ela, fazendo beicinho.
Jensen riu-se.
- Obrigado por teres vindo comigo hoje – disse ele, um bocado sem jeito.
- Que mais teria eu para fazer num domingo à tarde? – Chelsea revirou os olhos, e Jensen pressionou os lábios.
- Sair com o PJ? – Chelsea olhou para ele em choque.
- Como é que tu… estavas a espiar? – Perguntou ela, incrédula.
- Não, ia buscar um copo de água à cozinha e acabei por ouvir a pergunta. E depois quis saber a resposta… não devia ter ouvido atrás da porta, desculpa…
Mais uma vez, Chelsea soltou uma gargalhada sonora.
- Até ficas engraçadinho quando coras – disse ela, fazendo com que Jensen corasse um pouco mais.
- Nunca ninguém se queixou do meu nível de graça – brincou.
Chelsea parou de rir. Sim, para ter tantas namoradas como tinha, tinha que ter alguma graça. Esse sempre fora um dos motivos pelos quais ela não lhe dava muita confiança. Nunca estava com a mesma rapariga mais do que uma semana.
- Sim, tenho a certeza que as peruas com que andas te acham imensa – murmurou.
- Senti ciúmes? – Perguntou ele, sentindo-se importante.
- Não…
- É engraçado, conhecemo-nos há séculos e nunca falámos de namoros…
- Isso não é bem verdade. Lembras-te de quando começaste a insultar o John enquanto eu estava a sair com ele? Estávamos na cozinha, e eu estava a fazer um bolo, e enervei-me tanto contigo que…
- Despejaste a farinha toda para o chão – riram-se.
- Continuei a encontrar farinha por todo o lado nas três semanas seguintes.
- Foi hilariante.
- Foi horrível! – Chelsea parou para pensar e viu as horas no ecrã do telemóvel. Seis horas, daí a pouco o sol começaria a desaparecer.
- Posso-te perguntar uma coisa? – Perguntou o rapaz, abanando a cabeça para que os cabelos negros lhe saíssem dos olhos.
- Diz.
- Se não tivesses descoberto que eu sou o rapaz mascarado… o que é que tinhas feito?
- Não sei… eu queria descobrir quem ele… tu, eras. Acho que me deixei afeiçoar demais…
- Eu acho que é como a Guardiã disse… já vem de outra vida. É o destino.
- E tu acreditas nisso? – Chelsea sentiu um aperto no peito. Ela continuava apaixonada pelo rapaz da máscara, e agora que sabia que ele era Jensen, os sintomas também já se deixavam aparecer quando ele chegava ao pé dela, mas ela tentava lutar pelo simples facto de se tratar dele.
- No destino? Acho que já vi demasiadas coisas inacreditáveis para não acreditar nisso – disse ele, observando-a com cuidado para ver a sua reacção.
Ela suspirou e olhou para o céu, fazendo um certo trejeito com o lábio.
- Onde é que queres chegar? – Perguntou, ainda a observar as poucas nuvens que se faziam notar.
- O que quero dizer é… eu também gosto da Defensora do Oculto. E se ela és tu então… acho que quer dizer que gosto de ti.
- Acho que tens razão… mas ainda não me disseste onde queres chegar.
- Eu gostava de tentar… se tu quisesses.
Chelsea olhou para ele e respirou fundo. O seu coração gritava-lhe para dizer que sim, a razão implorava-lhe que não aceitasse. Tinha o pressentimento que ainda ia sofrer muito com toda esta história. Afinal, se a antiga Defensora e o antigo Byron não ficaram juntos, é porque não estavam mesmo destinados, certo?
- Está a ficar tarde… - murmurou a rapariga, vendo a desilusão instalar-se na face do rapaz. Mas mesmo assim ele disfarçou e sorriu.
- Pois está… vamos lá, eu levo-te a casa.
Levantaram-se e começaram a arrumar as coisas, para em seguida seguirem caminho. Jensen deixou a mota estacionada à entrada e acompanhou Chelsea até à porta, onde ela parou e se virou para ele.
- É um bocado difícil seguir o destino – murmurou a rapariga, enquanto pontapeava uma pequena pedra que se encontrava solta na calçada, ainda a pensar sobre a proposta do rapaz enquanto estavam no parque de merendas.
- Mas é ainda mais difícil lutar contra ele – pensou o rapaz em voz alta, o que fez com que rapariga olhasse para ele e corasse levemente. Ela já não sabia o que pensar, já não sabia o que sentir nem o que se passava com ela. Mas Jensen já o tinha aceitado. Agora via claramente que armar tantas brigas com ela era apenas uma maneira de tentar chegar a ela. Jensen já tinha percebido que, realmente, o sentimento sempre esteve com eles.
- Então devíamos deixar as coisas andar à medida que têm que andar – propôs a rapariga, sorrindo levemente.
- Concordo – afirmou o rapaz.
- Vês? – Perguntou ela, num tom espantado – Acabámos de concordar nalguma coisa.
O rapaz riu-se e abanou a cabeça.
- Até amanhã, caracolinhos. – Despediu-se, dando-lhe um beijo na pontinha do lábio e seguindo depois para a sua mota, na qual se foi afastando. Chelsea respirou fundo para tentar acalmar o ritmo cardíaco. “Isso não foi levar as coisas devagar”, pensou, “Caracolinhos… ah, que se lixe, ele nunca vai parar, por isso para quê reclamar? É um nome carinhoso…”.
publicado por Cate J. às 2013-05-17 10:15:21
publicado por Joana às 2013-05-17 07:00:03
Quando achávamos que o Sol ia dar finalmente tréguas, eis que surge um pequeno sinal de que ele ainda demorará a vir, pelo menos nos próximos tempos não o iremos ver.
Como o tempo arrefeceu, já é altura de tirar alguns agasalhos do armário e dar-lhes uso. Desse modo, trago uma sugestão de look que pode ser usada numa saída à noite, como por exemplo uma ida a um bar ou a um shopping, numa situação de trabalho ou simplesmente como opção de um outfit diário. O toque de cor neste look maioritariamente preto é dado através das leggins da Ellos, que podem ser facilmente substituídas por umas calças neste tom ou noutro à vossa escolha.

http://fashiondreamems.blogs.sapo.pt
publicado por fashiondreamems às 2013-05-16 21:08:55
Olá meninas. Hoje trago-vos dois looks primaveris de duas meninas famosas:
Ashley Tisdale
http://runlikethewind.blogs.sapo.pt
publicado por Andrusca ღ às 2013-05-16 19:10:25
Capítulo 19
Seguir o Destino * Parte 1
- E depois o que se passou? – Perguntou Cassie, excitada.
Chelsea suspirou e chegou-se à amiga, descansando da tarefa que estava a fazer. Levou as mãos à cintura depois de ter atado melhor o seu rabo-de-cavalo e deu um pontapé numa pedra solta que se encontrava perto delas.
- Chelsea, estamos a treinar – queixou-se Will.
- Tu cala-te, que ainda estamos chateadas contigo – disse Cassie, com cara de má – Não acredito que não lhe disseste isso. O amor da sua outra, e possivelmente desta, vida está mesmo ao lado dela, e tu ficas calado. Que tipo de amigo é esse?!
- Oh… o Will é um querido… - disse Chelsea, sarcástica – Depois o outro Guardião, Oyuan, apareceu. E começou a dizer à Clayde que não nos devia ter contado nada, porque agora a história podia-se repetir, e blá, blá, blá, e depois o Jensen gritou com ele e eu disse que ele não tinha o direito de nos esconder este tipo de coisas – Chelsea contava tudo, tintim por tintim, a Cassie, do que se tinha passado no dia anterior, enquanto tentava ao máximo não deixar escapar nenhum pormenor – E depois ela continuou a dizer-nos que estamos destinados a estar juntos, e a contar como o nosso amor salvou o mundo, e… E depois, quando fomos levados de novo para o parque, sabes o que ele me perguntou?
- O quê? – Perguntou Cassie.
- Sim, por favor, falem como se não estivéssemos ocupados nem nada – as duas ignoraram o comentário do rapaz loiro.
- Se devíamos falar sobre o assunto. Eu perguntei-lhe sobre o quê, e ele disse sobre o facto de estarmos destinados… achas normal? – Chelsea disse isto tão depressa e tão indignada que por momentos a rapariga dos piercings achou que não ia conseguir continuar a conversa sem se rir. Mas enganou-se, conseguiu aguentar-se.
- E tu?
- Eu não sei, eu disse-lhe que não conseguia pensar nisso agora. A sério… já não era estranho o suficiente ser uma rapariga que combate demónios? Agora o meu príncipe encantado… o meu salvador… é o Jensen?! Ele, entre todos os outros? Não soube o que pensar, claro que não podia dizer que sim, que devíamos falar sobre o assunto.
- Mas gostas dele?
- Quem se importa?! – Disparou Will, dando um murro numa árvore e bufando. Ele só queria treinar a Defensora, só a queria preparar para a Escuridão, nada mais – Tu tiveste sorte ao matares o Kayor, sabes disso? Sorte! Se não treinares, vais morrer. Inevitável. Parem de fofocar!
De novo, foi ignorado, e as raparigas continuaram como se ele fosse invisível e mudo.
- Não… - Chelsea foi rápida na resposta, e Cassie deitou-lhe um daqueles olhares que apenas as melhores amigas podem fazer umas às outras, por já se conhecerem bem demais. Chelsea revirou os olhos – Quer dizer, eu gosto do rapaz mascarado, mas agora que sei que é o Jensen, que dizer… é o Jensen, e eu nunca gostei dele… nunca, nunca. Estou confusa, esta situação está toda de pernas para ao ar e… estou confusa.
- Eu acho que tu gostas dele…
- Eu não gosto dele. Ele é o Jensen, por amor de Deus. Se soubesses metade das coisas que ele já me fez… é tão irritante. Oh Deus, e já o beijei uma vez…
- E não queres repetir? Sabes Chels, ele é um tipo bastante atraente…
- Sim, e chato, e convencido, e mais chato – ela não negava que ele era o tipo de rapaz com que muitas suspiravam, era um facto, não havia negação a fazer, por isso preferiu sobressaltar-lhe os defeitos.
- Já te ocorreu que ele pode ser assim para captar a tua atenção? – Cassie parecia completamente convencida da situação.
- Essa deve ser a pior suposição de sempre – disse Jensen, que apareceu por detrás de uns arbustos com uma cara de espanto.
- Mas o que é que estás aqui a fazer?! – Perguntou-lhe Chelsea, rapidamente.
- Oh perfeito, já estou a ver que o treino foi à vida – reclamou Will, ao agarrar na sua mochila – Quando o circo acabar, liga-me.
E começou a afastar-se, perante o olhar dos outros três. “Isto não é normal”, pensou Chelsea.
- Como é que vieste aqui parar? – Insistiu a rapariga dos caracóis ruivos com Jensen.
- Segui-te – disse ele, descontraindo.
- Então estás aqui deste… que chegámos? – Meteu-se Cassie.
- Sim. Vocês raparigas falam demais, sabiam? – Ele aproximou-se de Chelsea e cruzou os braços – Então é aqui que a Defensora do Oculto treina… sabes, tens estado a evitar-me.
- Não tenho nada – defendeu-se ela, fingindo-se chocada – Nós descobrimos as coisas ontem, e hoje tive aulas… como é que te estou a evitar?
- Viste-me a caminho da escola e correste. Tipo… mesmo rápido – disse o rapaz.
- Está bem… claramente que não faço nada aqui. Divirtam-se, treinem, façam… qualquer coisa. Adeus Chels – disse Cassie, que se levantou da pedra e desapareceu também entre o arvoredo.
- Perfeito! – Exclamou Chelsea, irónica – É incrível como consegues sempre estragar tudo. Como é que vou treinar agora? Afugentaste toda a gente!
Jensen riu-se e pôs-se à frente dela, de mãos abertas na sua direcção.
- Usa toda a tua força – disse-lhe, em tom de desafio.
Chelsea respirou fundo e depois deu um murro numa das mãos de Jensen, o que fez o rapaz rir-se.
- A sério? Como é que ainda estás viva? – Brincou ele.
Chelsea concentrou-se e uma força invisível mandou o rapaz contra uma árvore, deixando-o cair para o chão em seguida. Ele levantou a cabeça do chão e olhou para a rapariga, enquanto a abanava.
- Isso é batota – declarou, acerca de ela ter usado os poderes.
- Se salvar a minha vida… não me podia importar menos – disse ela, que, após agarrar no seu casaco, começou a caminhar para fora do bosque em direcção a casa.
O rapaz ainda ficou sem reacção algum tempo enquanto a observava a afastar-se, e passado poucos segundos esboçou um pequeno sorriso. Agora que sabia a identidade da Defensora, e que sabia quem foi no passado e o que tem que fazer, tudo fazia mais sentido. Bem, quase tudo. A parte de estar destinado à rapariga dos caracóis ruivos ainda não lhe tinha sido completamente entendida. Mas já estava a começar a ver. Agora ele conseguia ver claramente a rapariga por quem se começou a apaixonar, espelhada na que irritou e brincou durante tantos anos.
❦
Sábado tinha chegado, e Chelsea tinha decidido passar o dia em casa. A manhã passou-a a estudar, para ver se não tirava tantas negativas. E à tarde, enquanto os amigos de Richard e ele estudavam no quarto para os exames da universidade, ela tinha o computador portátil em cima da cama e via um filme deitada de barriga para baixo. Estava a meio de uma das muitas gargalhadas que o filme cómico lhe estava a causar, quando lhe bateram à porta. Ela parou o filme e disse para entrarem, ao mesmo tempo que se sentava na cama à chinês.
- Que andas a fazer? – Perguntou PJ, sorrindo-lhe e deixando a porta apenas encostada.
- Estava a ver um filme… como vai o estudo?
- Difícil… é difícil concentrarmo-nos quando só ouvidos gargalhadas – Chelsea corou, mas no fim acabou por se rir.
- Desculpa – pediu.
Houve um momento de silêncio. PJ não estava certo do que ia dizer, não sabia bem se fazia sentido ou não, sentia-se confuso apenas.
- Tu… - PJ sacudiu o cabelo com a mão, um pouco embaraçado, o que era raro acontecer – Queres ir sair comigo, um dia destes?
- Nós saímos o tempo todo – noutros tempos, Chelsea teria logo pensado noutra maneira de ver a pergunta, mas desde os últimos acontecimentos que tem estado meio distraída perante tudo.
- Não, eu quis dizer… só nós, como… um encontro? – Chelsea arregalou os olhos e ficou de boca aberta algum tempo, formulando depois um sorriso algo tímido, ignorando por completo que por detrás da porta do quarto, a ver através da parte que estava aberta, Jensen os observava com o coração nas mãos.
- PJ eu… devo estar a perder o juízo – murmurou ela, deixando PJ confuso – Na verdade, desde que te conheço que queria que me perguntasses isso, sabes? Mas acho que não tinha razões para isso. Nós conhecemo-nos todos desde sempre, crescemos todos juntos. Do nosso grupinho, tu foste sempre o qual de quem gostei mais – Jensen, do outro lado da porta, sentia-se a perder o controlo, e cerrou os punhos com bastante força, enquanto PJ se preparava para interromper a amiga. Não percebia o porquê daquilo o incomodar tanto, mas a verdade é que era quase insuportável.
- Era um pouco estranho gostares do Jensen, considerando tudo – disse ele, o que fez aparecer um sorriso irónico nos lábios de Chelsea. Pois, ela também pensava isso.
- Mas o que acontece é que nós… Eu gosto muito de ti. Adoro-te, mas… não estou apaixonada por ti. E tu não estás apaixonado por mim – continuou a rapariga, apanhando ambos os rapazes de surpresa – Nós somos familiares, temos aquele carinho especial. E só recentemente é que percebi que o que sinto por ti se aproxima muito do que sinto pelo meu irmão, percebes? Somos amigos há tanto tempo que acho que o devíamos a nós próprios tentarmos algo mais, entendes? Mas não devemos. És como meu irmão.
PJ sorriu, sim, ele percebia. Ele sentia-se também dessa maneira. Chelsea sempre fora importante para ele, mas nunca além de uma grande, grande, amiga.
- Sim, percebo – disse ele, sorrindo. Jensen, de fora do quarto, deu por si a respirar fundo e a parar de fazer força de punhos cerrados, e a perceber a quantidade enorme de ciúmes que o tinha atingido – Desde quando é que ficaste tão sábia, pequena?
Chelsea riu-se.
- Sempre fui, mas é segredo – disse ela, pondo o dedo ao lado do nariz em seguida e fazendo um pequeno: - Shh.
PJ riu-se, e Jensen decidiu ir fazer o que tinha saído do quarto de Richard para ir fazer: ir à cozinha.
Depois do amigo voltar ao estudo Chelsea suspirou e levantou-se, caminhando lentamente até à janela. Saiu e sentou-se com as pernas encolhidas no telhado, a pensar. “Recusar o PJ… se me contassem que isto ia acontecer ia dizer que era uma anedota”, pensou ela. Mas até para sua surpresa, não lamentava de o ter feito.
Quando deu por si já começava a escurecer e já se sentia um certo frio na rua. Tinha acabado de retornar ao quarto quando a porta se abriu e de lá viu aparecer Jensen.
- Eu bati – defendeu-se logo ele, pondo as mãos no ar como se estivesse a render-se.
- Não ouvi – disse a rapariga, calmamente – Precisas de alguma coisa?
- Sim – ele confirmou, mas depois calou-se, o que fez Chelsea ficar um pouco confusa.
- Estás à espera que pergunte? – Perguntou ela.
- Amanhã, quatro horas, venho-te buscar. Não há maneira de não aceitares – disse ele muito depressa.
- E vais-me levar…
- Amanhã vês. Tenho que ir, o PJ está à espera lá em baixo. Até amanhã caracolinhos.
- Até… - Jensen fechou a porta e Chelsea suspirou – amanhã. Mas o que será que aquele está agora a planear?
Ela não gostava da ideia. Não gostava mesmo nada.
Desculpem não ter postado ontem.
Vamos ver o que sai daqui... comentem!
publicado por mysuperworld às 2013-05-16 19:02:03

Eu acho que oss vernizes têm todos, mas mesmo todos, efeitos secundários. É que mal acabo de pintar as unhas das três uma:
- dá-me uma vontade louca de ir à casa de banho;
- dá-me alta comichão na cabeça e preciso mesmo, mesmo de coçar;
- acontece-me as duas situações acima descritas.
E depois lá tenho eu de aguentar, com muito sofrimento, até as unhas secarem.
publicado por Joana às 2013-05-16 00:00:16
Existem projectos tão nossos, ou seja, portugueses, e com grande qualidade, destacando-se e mostrando ao Mundo a qualidade que nós temos nas mais diversas áreas. Como já de vosso conhecimento, adoro dar a conhecer-vos projectos portugueses pois creio que é importante ajudar no desenvolvimento do país.
É deste modo que vos apresento a Naturessima, uma loja portuguesa que vende produtos 100% naturais, sem quaisquer químicos sintéticos, petroquímicos, conservantes químicos, parabenos, talco, álcool ou fragrâncias artificiais, ou seja, cosmética amiga do ambiente, inovadoras e, para além disto, excelentes para cuidar da nossa pele.
De modo a dar as boas-vindas a todas que gostam do conceito desta nova loja, a Naturessima está a fazer um sorteio de inauguração da sua loja online. Pode ganhar um prémio da loja! Quer saber como? É fácil:
Mime a sua pele ao mesmo tempo que mima o ambiente! :)
publicado por mysuperworld às 2013-05-15 21:37:00
http://runlikethewind.blogs.sapo.pt
publicado por Andrusca ღ às 2013-05-15 21:36:52
Ainda pensei em postar o capítulo, mas como só pouca gente é que leu o anterior, vou deixar um sneak peek e amanhã logo se vê.
Também têm Armadura do Coração postada ;)
- Chelsea, estamos a treinar – queixou-se Will.
- Tu cala-te, que ainda estamos chateadas contigo – disse Cassie, com cara de má – Não acredito que não lhe disseste isso. O amor da sua outra, e possivelmente desta, vida está mesmo ao lado dela, e tu ficas calado. Que tipo de amigo é esse?!
- Oh… o Will é um querido… - disse Chelsea, sarcástica – Depois o outro Guardião, Oyuan, apareceu. E começou a dizer à Clayde que não nos devia ter contado nada, porque agora a história podia-se repetir, e blá, blá, blá, e depois o Jensen gritou com ele e eu disse que ele não tinha o direito de nos esconder este tipo de coisas – Chelsea contava tudo, tintim por tintim, a Cassie, do que se tinha passado no dia anterior, enquanto tentava ao máximo não deixar escapar nenhum pormenor
(...)
- Como é que vieste aqui parar? – Insistiu a rapariga dos caracóis ruivos com Jensen.
- Segui-te – disse ele, descontraindo.
- Então estás aqui deste… que chegámos? – Meteu-se Cassie.
(...)
– Queres ir sair comigo, um dia destes?
- Nós saímos o tempo todo – noutros tempos, Chelsea teria logo pensado noutra maneira de ver a pergunta, mas desde os últimos acontecimentos que tem estado meio distraída perante tudo.
- Não, eu quis dizer… só nós, como… um encontro? – Chelsea arregalou os olhos e ficou de boca aberta algum tempo, formulando depois um sorriso algo tímido
publicado por mysuperworld às 2013-05-15 21:25:48
publicado por Catie.♥ às 2013-05-15 21:16:50
Daddy está de volta a casa e felizmente esta semana não tenho mais testes, graças a Deus!!
http://thegirlofthedreams.blogs.sapo.pt
publicado por Mafas às 2013-05-15 19:05:28
Acordei ainda sem mal acreditar que o dia tinha chegado. Ao longo do dia com as amigas e a televisão habituei-me à ideia. Estou confiante. Estou nervosa. Estou ansiosa.
http://runlikethewind.blogs.sapo.pt
publicado por Andrusca ღ às 2013-05-15 16:22:31
Desculpem lá o atraso deste capítulo é que não tenho tempo para nada...
Querem que poste DDO mais à noitinha?
Capítulo 9
Quando Samantha e os restantes soldados chegaram ao palácio real, o caos estava instalado. Membros do exército pessoal do rei estavam deitados, mortos, pelo chão.
- Vão, procurem sobreviventes! – Ordenou Raj.
Separaram-se todos. E o tempo passou a voar. Samantha deu por si parada numa das amplas salas, sozinha, com uma grande dificuldade em respirar. Os gritos, as correrias, as pessoas mortas no chão. Tudo isso a levava de volta àquela noite. Era como se estivesse em transe, num ataque de ansiedade do qual não conseguia sair. Até que ouviu um grito mais alto que os outros que a fez voltar a acordar.
Saiu daquela sala a correr e no corredor juntou-se a Quorq e a Eresm, e correram os três até chegar à sala do trono. Era uma sala oval, com o trono em cima de um pequeno alpendre, com um mais pequeno de cada lado.
A rainha estava a um canto, assustadíssima, e Irinoi estava a lutar com a sua espada contra sete homens, sendo auxiliado por um soldado e por William. Samantha engoliu em seco e foi a primeira a juntar-se a eles, seguindo-lhe logo os outros dois. Em menos de nada os sete homens estavam mortos, e todos podiam voltar a respirar. Raj e os restantes soldados entraram no grande salão, fazendo-se acompanhar de mais pertencentes à guarda do rei, e sentiram também um grande alívio perante o que viram.
Samantha aproximou-se de um dos homens agora mortos, e baixou-lhe a gola da blusa, deixando à mostra um símbolo semelhante a uma cobra.
- As Cobras – Murmurou – Assassinos.
- Ezequiel, leva estes homens daqui – ordenou Irinoi, ao chefe do seu exército. Ezequiel, junto de outros soldados, obedeceu e começou a remover os corpos. O rei voltou-se então para os homens de Raj – Quanto a vós, devo-lhes a minha vida. Por favor, retirem os elmos para que possa ver a face daqueles que me salvaram.
Samantha engoliu em seco. Os três pousaram um joelho no chão, fazendo uma vénia em sinal de respeito e, enquanto os outros dois retiraram os capacetes – como a maior parte dos outros membros do grupo –, Samantha permaneceu quieta e com um nó na garganta.
- Então e tu? – Perguntou Irinoi, olhando-a directamente. Ela também ousou olhá-lo. Estava mais velho, mais abatido, já não era o rei de quem se recordava – Como é o teu nome?
- Samuel, Vossa Excelência.
Ao ouvir aquilo William olhou para ela pela primeira vez e abriu a boca de espanto.
- Tira o teu capacete, Samuel – pediu de novo o rei.
- Peço-lhe perdão, meu rei, mas não o posso fazer.
- É uma ordem do teu rei! – Gritou-lhe Raj.
- Não posso…
- Pessoas já foram enforcadas por menos. Não sejas idiota – murmurou Eresm entre dentes. “Se o tirar, aí é que sou enforcada”, pensou.
- Não faz mal, pai, eu conheço esse soldado – disse William, para surpresa de todos, o que fez com que Samantha respirasse de alívio – Ele tem um problema com a cara, é… uma história horrenda. Não pode retirar o capacete, mas asseguro-te que é de confiança. Não nos vamos esquecer de que acabou de salvar as nossas vidas.
- Hum… - fez o rei, engolindo em seco – Por isso, e por isso apenas, vou permitir que o mantenhas posto – disse, para Samantha, que assentiu com a cabeça.
A rainha correu para os braços do marido, ainda assustada, e ele abraçou-a.
- Agradeço, meu rei.
- Quem eram estes homens? – Perguntou William, para sair daquele tópico de conversa, ao comandante Raj.
- Eu…
- Assassinos pertencentes à Ordem da Cobra – Interrompeu Samantha, sendo olhada por todos –, Vossa Alteza.
- Vou mandar organizar um banquete – declarou Irinoi –, e vocês ficarão no palácio até que encontre outros membros para a minha segurança pessoal. Concorda, comandante Raj?
- O que Vossa Excelência desejar, está bem para mim – concordou Raj – Os meus soldados estão ao seu dispor.
- Óptimo. Falaremos desses… assassinos, durante o jantar. Tal como da sua obsessão de manter o elmo posto, Samuel.
- Claro, Vossa Excelência – concordou Samantha –, tudo o que quiser.
Em menos de nada tudo tinha voltado ao normal no palácio. Os guardas tinham-se livrado dos corpos, as empregadas tinham limpado o sangue do chão e das paredes, e as cozinheiras preparavam o enorme banquete.
Samantha não se conseguiu ver livre dos outros companheiros, pelo que William não foi capaz de a apanhar sozinha para que pudessem conversar.
Quando a hora do banquete chegou, foram todos para o maior salão do palácio, onde estavam várias mesas corridas já recheadas de comida e vinho. Sentaram-se onde calhou, tendo apenas o rei, o príncipe e as princesas, e a rainha lugares fixos.
- Então diz-me, Samuel, o que sabes sobre as Cobras? – Irinoi tinha pedido que Samantha, ou Samuel, se sentasse perto de si para que pudessem conversar. Esta levou o copo de vinho à boca, levantando ligeiramente o elmo, e deu um trago.
- Há pouco que se saiba, Vossa Excelência, apenas que são uma organização de assassinos que respondem a quem mais paga. Por anos estiveram na folha de pagamentos do… Lorde Marx, Majestade. Mas farão de qualquer coisa por um bom preço – explicou ela.
- Já os tinhas visto actuar?
- Sim, há muitos anos, quando era criança – disse, engolindo em seco – Vi-os dizimar uma casa inteira…
- Bem… não falaremos mais disto – Irinoi levantou-se e levantou também o seu cálice cheio de vinho – Amanhã à noite vai-se realizar um baile em honra do meu filho. As raparigas mais bonitas do reino vão cá estar, e com sorte talvez ele possa escolher alguém para casar – deitou um breve olhar a William, que revirou os olhos – Comandante Raj, você e os seus soldados são mais do que bem-vindos a este baile, e a comer tudo o que conseguirem e a terem todas as mulheres que quiserem. Estou em dívida para convosco.
Após o banquete, e longas horas de conversa, os soldados foram distribuídos pelos muitos quartos da zona este do palácio, sendo que cada um teve direito ao seu quarto para que, como o próprio rei disse, pudesse aproveitá-lo como entendesse, com, ou sem, companhia.
Samantha respirou de alívio quando finalmente entrou no seu. Não era nada de especial, nada como o dos reis ou príncipes, tinha apenas uma cama e um roupeiro, um pequeno espelho e uma mesa-de-cabeceira, mas servia-lhe bem. Os seus poucos pertences também já lá estavam. Tirou o capacete da cabeça e suspirou.
- Finalmente – murmurou, pensando que já podia respirar de alívio e descansar até que o próximo dia chegasse. Mas foi então que lhe bateram à porta – Quem é?
- O William. Venho sozinho.
Ela torceu o nariz e destrancou-a, para que ele entrasse. Assim que o fez, voltou a fechá-la.
- O que é que queres? – Ele sorriu-lhe e abraçou-a, para seu espanto, deixando-a sem saber o que dizer após a soltar – Obrigado por me ajudares, há bocado.
- O que estás aqui a fazer? Pensava que nunca mais te ia ver… pensei…
- Fomos avisados por espiões que o rei estava sob ameaça. Viemos para impedir o pior. E impedimos.
- Podias ter morrido, Sam… Aqueles tipos lutavam tão bem.
- Posso morrer a qualquer momento. Os meus pais estavam deitados na cama quando foram atacados e morreram. Nós podemos sempre morrer, Will. A não ser que escolhamos sobreviver.
- Bem… já que cá estás, o meu baile é amanhã à noite…
De novo, ela torceu o nariz. Já previa o que ele queria.
- Sabes que não posso ir. Sou um homem, um soldado.
- Não. Quero que vás como tu própria. Samantha Kendric de Walcaster.
- Perdeste o juízo? Após todos estes anos…?
- Sabes o quanto o meu pai amava a tua família. Quando descobriu do ataque ficou devastado. Quando descobriu que tu não estavas entre as vítimas deitadas no chão teve esperança, mas essa esperança foi passando com os anos até que se conformou com a tua eventual morte. Tens que lhe dizer que estás viva. Tens que lutar pelo teu título, pelo título da tua família.
- Eu estou a lutar pelo meu título! Como um guerreiro, como…
- Uma mentira – interrompeu ele – Sozinha. Mas se te revelares, se disseres que estás viva, podes lutar com um exército, o exército do rei. Não terias que lutar sozinha.
- Foi assim que escolhi viver, Will. Já não sou a Samantha Kendric de Walcaster, já não sei como ser ela. Sou o Samuel, o guerreiro.
- Vem ao baile.
- Não posso…
- Então vou ter que dizer a toda a gente quem o Samuel, o guerreiro, realmente é.
Ela olhou para ele completamente especada. Como é que lhe podia estar a fazer aquele ultimato?
- Estás-me a chantagear?
- Quero que venhas. Não quero que voltes a ir embora. Não te quero perder de novo, não percebes? Não te posso voltar a perder.
- Mesmo se considerasse isso… não tinha nada para vestir. Não trago roupas de rapariga para os combates, sabes?
- Eu arranjo-te o vestido – William agarrou-lhe na mão e olhou-lhe nos olhos, como se implorasse – Por favor. Por mim. Ninguém precisa de saber que és o Samuel, vem apenas, diz ao meu pai que estás viva, concede-me uma dança, e então vai embora com o teu segredo.
Tendências Primavera/Verã(...)
publicado por Joana às 2013-05-15 07:00:03
O estilo asteca, com detalhes coloridos que nos remontam às civilizações astecas, está mais em voga do que nunca, como se podem confirmar pelas colecções que vão chegando às lojas. É uma excelente opção e, caso goste desta tendência, não tenha medo em arriscar em acessórios ou até mesmo peças com este estampado. Use e dê largas à sua imaginação!
Se quer saber algumas peças com esta característica e onde pode encontrar, espreite as minhas sugestões...

http://fashiondreamems.blogs.sapo.pt
publicado por fashiondreamems às 2013-05-14 21:43:23
Olá meninas :)
Hoje venho-vos mostrar a roupa que usei hoje. Usei as minhas mais recentes aquisições, sendo que é um look primaveril, versátil e confortável. Eu gostei bastante do resultado. Em geral a roupa é bastante confortável, pelo que é um look perfeito para levar para a escola.
publicado por Joana às 2013-05-14 21:00:34
Caso necessite de actualizar o seu estilo ou de dar uma nova vida ao seu outfit básico, saiba que os acessórios fazem autênticos milagres e que poderemos encontrá-los a preços baixos.
Neste post estão sugestões de bijutaria artesanal, todas elas abaixo dos 10€, da S i m p l e. Na loja poderão encontrar os mais diversificados acessórios, desde brincos a colares, para todos os gostos e carteiras, basta pesquisar e encontrar os acessórios que vão de encontro aos seus gostos. Confira as imagens! :)

Coisas que me chateiam (e(...)
publicado por mysuperworld às 2013-05-14 17:10:00
querer um destes:

e, por engano, trazer um destes:

Aconteceu-me hoje e fiquei furiosa. O caramelo faz toda a diferença!
publicado por Cate J. às 2013-05-14 15:19:46
Pensava que ia conseguir postar amanhã, mas aconteceram imprevistos, por isso só mesmo no sábado, ou quem sabe, na sexta. Beijinhos.

http://runlikethewind.blogs.sapo.pt
publicado por Andrusca ღ às 2013-05-14 15:13:59
Parabéns a quem acertou na identidade do rapaz.
Prontas para descobrir mais sobre a Faith? E de onde vem o "mascarado"? Isto vai ser meio cliché, mas força.
Capítulo 18
A História de Duas Vidas * Parte 2
O coração de Chelsea falhou uma batida. “Caracolinhos de fogo… oh meu Deus”, pensou ela, enquanto via os dois rapazes levantarem-se, “Não pode ser… ele?”. Por momentos Chelsea não viu nada à frente. “Caracolinhos…”, pensava ela. Só há uma pessoa no planeta que a chama daquela maneira. Era a única porque ela detestava, e por isso ninguém mais o fazia. Mas claro que ele gostava de a irritar.
- Byron, és um idiota! – Gritou Kayor, para o irmão, ou para Jensen, como é conhecido. Deu-lhe um empurrão que o mandou para bastante longe, e Chelsea gritou:
- Pára!
Levantou-se desajeitadamente e olhou para Jensen, estendido no chão, de barriga para cima. Kayor sorriu maldosamente para Chelsea, e depois criou uma Bola de Energia e mandou-a rapidamente a Jensen. Até que contra todas as expectativas, parou. Chelsea nunca tinha sentido aquele tipo de poder antes. Sentia-se quente, relaxada, em paz e feliz. Só sabia que acontecesse o que acontecesse, não podia deixar Kayor magoar Jensen. Kayor olhou surpreendido para a rapariga, nunca antes ninguém tinha paralisado um ataque seu. Chelsea apenas o olhou com uma cara séria, e mudou o trajecto da Bola de Energia contra ele, fazendo uma pequena explosão cheia de curtos circuitos. Chelsea deixou-se cair de joelhos no chão, esgotada. Sentia que ia perder as forças a qualquer momento, a sensação de força e paz tinham-na agora abandonado. De lá viu o corpo de Kayor ser electrocutado e explodir, desaparecendo em poucos segundos. Ninguém nunca desconfiaria do tipo de batalha que lá se passara, porque além das árvores partidas que podem ser explicadas como um ataque mais forte vindo do vento, não sobraram absolutamente provas nenhumas.
Chelsea queria fechar os olhos, queria repousar, não aguentava mais. Mas então viu Jensen imóvel no chão, e gatinhou até ele.
- Jensen – chamou, abanando-o para que acordasse. O rapaz não tardou a abrir os olhos, e logo depois gemeu – Estás bem? O que é que te dói?
- Estás em cima da minha mão – Chelsea sentiu-se tão envergonhada que era capaz de se enfiar dentro de um buraco e nunca mais de lá sair. Levantou os joelhos e Jensen tirou a mão, pousando-a depois em cima do peito – És mesmo desastrada.
Chelsea sorriu.
- Como é que isto aconteceu? – Perguntou, deixando-se deitar ao lado dele a respirar fundo.
- Eu disse-te para fugires, minha parva.
- Pois sim, e depois como é que ia explicar ao meu irmão e ao PJ a tua morte? Que o meu plano finalmente deu certo só que em vez de seres atropelado por um carro tinhas sido assassinado por um Príncipe da Escuridão? Isso faria sentido – disse ela irónica.
- Não acredito que és tu. Quer dizer, tu és… sem ofensa mas… - Jensen não sabia o que dizer, e Chelsea compreendia-o na perfeição.
- É melhor nem dizeres mais nada – ela já sabia que ele, mais cedo ou mais tarde, ia começar com as histórias de que ela tem medo de tudo e logo não faz sentido ser a defensora da humanidade.
- Pois, provavelmente.
- Gostava… gostava que alguém nos explicasse o que raio se passa. Afinal, quem és tu? O Kayor chamou-te Byron, Jensen.
- Eu nunca tinha ouvido esse nome antes. Já te disse, eu apenas… eu sinto quando a Defensora está em perigo, transformo-me, e venho.
Chelsea suspirou e sentou-se. Estava frustrada, queria saber quem era o rapaz mascarado mas nunca tinha ponderado a hipótese de ser Jensen, apesar de agora, falando-se em parecenças, fosse bastante óbvio. A rapariga viu a sua máscara no chão, e com o poder de telicnese trouxe-a até às suas mãos. Ao mesmo tempo estava orgulhosa de si mesma. Tinha destruído Kayor. “Tive sorte, foi o que foi”, admitiu.
- Chelsea Burke, a medricas da cidade… a Defensora – pensou Jensen em voz alta. Chelsea preferiu ignorá-lo.
Ao longe começou a ver uma luz brilhante a intensificar-se, e chamou a atenção de Jensen, que também se sentou. Conforme viam a luz aproximar-se, os dois levantaram-se e protegeram os olhos com o antebraço. Nenhum deles sabia o que se passava. Quando a luz se esgotou e sentiram que era seguro descobrirem os olhos, os dois observaram o sítio em que estavam.
- Onde é que estamos? – Perguntou Jensen, enquanto olhava em volta a contemplar o belo palácio da cor da pureza.
- Acho… acho que estamos na Casa dos Guardiães – murmurou Chelsea, dando poucos passos, fazendo com o barulho ecoasse, enquanto agarrava na máscara com força – Já cá estive antes…
- Os Guardiães? Ajudava-me saber o que isso é – murmurou o rapaz.
- O nome diz tudo – ouviu-se, por trás dele. Era uma voz madura, feminina. Os dois voltaram-se ao mesmo tempo para se verem em frente a uma mulher já com alguma idade, e um pouco curvada para a frente. Vestia um manto como o de Oyuan, as vestes características dos Guardiães com os adornos a roxo, a cor da Defensora, e tinha um cabelo loiro, muito claro, preso em dois carrapitos entrançados, atrás – Defensora do Oculto, é uma honra finalmente conhecê-la.
- Hum… sim, obrigado… a si também – murmurou Chelsea, sem saber bem o que dizer – Desculpe mas… é uma Guardiã?
- E uma das mais antigas, também – disse a senhora, mostrando um pequeno sorriso na face já engelhada da idade – Clayde é o meu nome.
- O que é que estamos aqui a fazer? – Perguntou Jensen, sem rodeios, sendo alvo de um olhar reprovador de Chelsea.
- Suponho que queiram saber mais sobre vocês, estou certa? – Perguntou a antiga Guardiã. Ela sabia que tinha razão. – Especialmente tu, jovem rapaz… não sabes porque fazes o que fazes, não sabes a tua ligação à Defensora do Oculto nem ao Reino da Escuridão. Ou estou errada?
- Não, não está – admitiu o rapaz – Ao princípio não sabia o que fazia, era como se não tivesse o controlo do meu corpo. Mas depois comecei a perceber que tinha que ajudar a Defensora do Oculto, apesar de nunca ter chegado perto de uma explicação para tal. É como… faço coisas que nunca imaginei… aquelas lutas, tudo aquilo é… nunca aprendi a lutar daquela maneira, vem tudo naturalmente, não consigo perceber.
“Algumas pessoas têm cá uma sorte”, lamentou-se Chelsea, “já eu tive que trabalhar no duro para conseguir aprender a dar um simples murro de jeito”.
- Porque está no teu sangue – disse a mulher, fazendo um gesto com a mão, que criou uma pequena bola entre eles. Uma ilusão, um globo transparente com neblina a criar-se lá dentro. E depois, o mundo.
- Vão-nos finalmente contar a história toda? – Perguntou Chelsea, reticente.
- Não queríamos que vocês se encontrassem. Da última vez… da última vez foi catastrófico. Mas acho que algumas coisas realmente falam mais alto, e cá estão vocês. Sim, Defensora, vou contar-vos a vossa história.
- Toda? Sem omissões? – Chelsea queria apenas conferir. Ela sabia que havia algo que o outro Guardião, Oyuan, não lhe tinha contado, e não queria que esse algo voltasse a não ser relevado desta vez.
A velhota apenas lhe sorriu e, com outro gesto de mão, imagens começaram a aparecer dentro do globo. À medida que ela ia contando a história as figuras de Chelsea, e de Jensen, e de tudo o resto iam aparecendo e fazendo exactamente o que ela relatava.
- Há cerca de uma centena de anos, havia uma linda guerreira que lutava para proteger o Planeta Terra de todo o Mal. Era a heroína da população, a esperança do mundo. Sempre fez o seu trabalho e lutou para defender o bem sem pensar duas vezes, até que foi tocada pelo verdadeiro amor. A guerreira apaixonou-se pelo inimigo, um dos Príncipes da Escuridão, um dos encarregados de a matar. Por vários tempos andaram a evitar-se em confrontos, mas chegou a uma altura em que não podiam adiar mais. Seria um confronto que apenas acabaria com a morte de um. E quando se encontraram, frente a frente, após vários ataques a evitarem usar a força máxima, nenhum conseguiu acabar com a vida do outro. O poder do seu amor libertou o belo Príncipe da Escuridão, e ele passou a lutar ao lado da sua amada contra as forças negras. Mas a felicidade de ambos não durou muito. Uma das Bruxas do Mundo da Escuridão, apaixonada pelo príncipe desde sempre, roeu-se de ciúmes e jurou que se não o pudesse ter, ninguém mais o teria, especialmente aquela que mais odeia. A Bruxa reuniu uma grande energia, e atacou o planeta quando ainda ninguém esperava. E lutaram. Uma luta dura em que não se previa qualquer futuro para o lado do Bem. A Bruxa estava preparada, eles não. Tinha conjurado todos os tipos de demónios, e os restantes quatro Príncipes lutavam para defenderem a Escuridão. Para proteger a sua amada, o Príncipe atravessou-se no meio de um ataque mandado pela Bruxa, morrendo assim nos braços da Guerreira Defensora. Levada pelo luto, jurou vingança a todo o Mundo da Escuridão, jurou que o Bem triunfaria sempre. Ela ainda tinha um último recurso. Sabia que se libertasse todo o seu poder, tudo o que lhe ia no seu coração puro, poderia salvar o mundo do caos que se aproximava. E também sabia que se isso acontecesse, morreria. Mas não se importou. A partir do momento em que viu o seu Príncipe morrer nada mais importou. A Guerreira Defensora arranjou umas últimas forças e, pondo-se de pé, transportou toda a energia do seu amor para fora de si, criando uma luz clara que aos poucos foi afastando toda a escuridão da Terra. O amor dos dois venceu tudo e todos e, por algum milagre, os Deuses tiveram piedade e permitiram-lhes renascer com outras vidas. Umas vidas normais, pacíficas.
Chelsea e Jensen ouviam atentamente enquanto viam os bonecos transmitidos no globo a lutarem, ou a Defensora a chorar com o Príncipe sobre o seu colo, ou até a intensa luz livrar o mundo da escuridão das trevas. Chelsea achava estranho ver-se a si mesma naquelas situações, e Jensen estava apenas absorvido em toda a história.
- Até agora – interrompeu Chelsea – Clayde, quando falei com o outro Guardião, Oyuan… ele mencionou Byron como o quinto príncipe, mas não me quis contar o que aconteceu com ele - murmurou, hesitante – Ele é…
- O rapaz ao teu lado? Sim, esta é a vossa história. Uma história de como o amor vence sobre o mal. Tu, Guerreira Defensora, conseguiste salvar todo o mundo e aquele que amas apenas com o poder do teu coração puro. Mas infelizmente a Escuridão está a recuperar todo o poder aos poucos, e por isso foi preciso serem despertados novamente, e levados a lutar uma vez mais.
- Mas eu não… - Chelsea parou a meio da frase, e olhou hesitante para Jensen, que estava estático um pouco mais atrás. Estava a ser um choque mais forte para ele do que para ela. Até este dia ele nunca tinha arranjado explicação para nada, e ela já sabia algumas peças do puzzle. Chelsea arrependeu-se do que ia dizer, mas quando olhou para o rapaz este olhava para ela de uma maneira estranha. Ela apertou a máscara que tinha na mão direita com força.
- Nem eu. – Mas Jensen, como se soubesse o que a Guerreira Defensora pensa, decidiu também dizer-lhe o que pensava. Que ele também não a amava.
A velhota fez com que o globo desaparecesse com o mesmo gesto com que o fez aparecer e deu poucos passos na direcção deles, e pegou na mão de Chelsea, para em seguida colocar a de Jensen por cima da dela.
- Não acredito – proferiu ela, calmamente – O vosso amor sobreviveu a um grande acontecimento. E ainda hoje lutaram juntos. Defensora… de onde pensas que veio todo aquele poder que sentiste? Veio de dentro de ti… veio do teu coração, da tua vontade de protegeres quem amas. Não interessa o que pensavam saber um sobre o outro, porque no fundo acredito que apesar de todas as diferenças, o amor sempre aí esteve.
Chelsea retirou a mão de junto da de Jensen e desviou-se poucos passos, respirando pesadamente. Ela não sabia o que pensar, e muito menos o que dizer.
Métodos de depilação faci(...)
publicado por Joana às 2013-05-14 07:00:00
As sobrancelhas também querem-se bem tratadas, depiladas e com o formato que favorece cada uma, como podem consultar aqui. Uma vez que o pelo demora a crescer cerca de quatro vezes mais em relação ao resto do corpo, ele provavelmente só aparecerá passadas oito semanas depois de se ter depilado.

publicado por Joana às 2013-05-13 21:00:51
Uma vez que o ritmo dos testes abrandou um bocadinho (chego a ter 1 a 2 testes por semana que, comparando a semanas anteriores, são relativamente poucos, mas não menos importantes), o tempo para passear já se torna maior e a juntar a esta minha disponibilidade temos as temperaturas a subir (yes!), ou seja, roupa mais fresquita, Sol e boa luz.
Aproveitei e estreei algumas peças novas que vão aparecendo nos meus aposentos, mais concretamente a minha bijutaria (colar e pulseiras que não estão bem visíveis no look, que irei falar brevemente deles), bem como os óculos de Sol que já tinha apresentado aqui. Eles são da Brands In Fashion, uma loja que vende "réplicas espelho" dos produtos das marcas, isto é, quando comparado ao original não existem grandes discrepâncias. Realmente várias leitoras tinham-me alertado para este pormenor, mas quando conheci a loja desconhecia que ela vendia réplicas (não tenho nada contra, aliás, tenho uma opinião bastante dividida neste tema, mas isso seria/poderá ser, caso queiram, tema de outro post) e só soube após um contacto, via email, onde questionei à equipa se realmente a loja vendia ou não réplicas.

Apesar de ser uma marca que vende réplicas, ela é bastante credível e não existem motivos para desconfiar, pelo menos no meu caso tudo correu na maior das normalidades, sempre com a simpatia da equipa da loja.
Estes óculos têm sido bastante usados, uma vez que o Sol decidiu dar de si, finalmente. Veio tudo muito bem embalado e foi rápido até (cerca de uma semana), tendo em conta que eles vêm da China. Junto com os óculos veio uma caixinha para os colocar e lá dentro tinha um pano para limpá-los sempre que necessário.

Aproveito e mostro o detalhe das minhas novas plataformas da Tshugo, que certamente irão ter muito uso em ocasiões mais especiais, como galas e afins, visto que não sou propriamente uma experiente a andar nas "alturas".
http://runlikethewind.blogs.sapo.pt
publicado por Andrusca ღ às 2013-05-13 16:24:41
Capítulo 18
A História de Duas Vidas * Parte 1
- E depois beijámo-nos… - disse Chelsea, enquanto andava eléctrica de um lado para o outro e Cassie a seguia com os olhos, sentada num banco de madeira no parque – E eu senti-me tão… oh Cassie eu senti-me tão… tão bem. Sabes? Foi estranho, porque ele é praticamente um estranho mas… mas ele não é bem um estranho, pois não? Não pode ser… porque acho… Cassie, acho que sinto alguma coisa, acho… acho que apaixonada por aquele rapaz. Não consigo explicar, é como… é mais forte que eu. Como se não soubesse até ao momento em que o beijei, mas que o meu futuro é ao seu lado, percebes?
- Não… nada de nada – disse a rapariga dos piercings, abrindo mais os olhos. Chelsea suspirou e deixou-se cair ao seu lado. Ela não tinha palavras para explicar.
- Imagina a melhor coisa que alguma vez sentiste… e depois multiplica por mil. Foi assim que me senti. Tenho que descobrir quem ele é Cassie. Agora mais que nunca, não posso não saber.
- Posso ser sincera contigo? – A animação de Chelsea ficou reduzida depois do tom com que ouviu a amiga falar. Cassie estava feliz por ela, verdade que estava, mas a preocupação falava mais alto. Ela não gostava de ver a amiga tão concentrada num rapaz que não conhecia minimamente bem.
- O que foi? – Perguntou a rapariga dos caracóis ruivos.
- Acho que não te devias deixar levar tanto… percebo que ele seja a novidade, e que estejas curiosa mas… O que é que sabes mesmo sobre este tipo? Por tudo o que sabemos, ele pode ser um inimigo, não sabes. É óbvio que o Will não gosta dele, cada vez que falas ele contorce-se todo para não gritar… acho que devias ir com calma, não deites tudo a perder por um tipo numa máscara.
- Estás preocupada – afirmou Chelsea, suspirando e olhando o céu – Eu também. Não sei o que fazer… não consigo parar de sentir que o conheço. Mais, que ele e eu estamos ligados de qualquer maneira. E depois daquele beijo apenas… ficou mais forte. E assusta-me mais que tudo. Saber a maneira que me sinto por um tipo do qual nem o nome sei. Ele não me diz nada, Cassie. Nem nome, idade, onde vive. Só que sente que me tem que proteger. E eu sinto isso também.
- Gostava de te conseguir ajudar a descobrir alguma coisa sobre ele…
- Eu sei. Não te preocupes, eu fico bem.
- Está a ficar tarde… devíamos ir.
- Vai tu, eu quero ficar aqui mais um bocado. Não quero ir já para casa.
- Ficas bem? – Chelsea riu.
- Por favor, eu sou a Defensora do Oculto – gabou-se, fazendo a outra rir.
- Claro, quase que me esqueci… e no entanto ainda não sei como ainda não estás morta… com esse jeito todo…
- Ei! – Exclamou a ruiva – Estou a melhorar.
A rapariga dos piercings riu-se e levantou-se, acenando à amiga em seguida e depois seguindo o seu caminho. Chelsea riu-se em silêncio e depois pôs os pés para cima do banco, deitando-se de barriga para cima e pernas flectidas, a olhar o céu. Ela sabia o porquê de ainda estar viva. As aparições daquele rapaz.
Chelsea viu as nuvens a moverem-se lentamente no céu. A esta hora o parque estava praticamente deserto, há excepção de um ou dois sem-abrigos e algumas pessoas que passavam para cortar caminho até chegarem ao destino. A rapariga fechou os olhos e respirou fundo. De novo a imagem do rapaz misterioso invadiu-lhe a mente. Desde o dia anterior, desde aquele beijo, que não pensava em mais nada. Estava no meio de umas tréguas com as preocupações e a aproveitar um momento de paz quando lhe deu uma pontada no coração, que a obrigou a contorcer-se e, consecutivamente, cair do banco para o chão. Ela gritou, e quando se sentiu a aliviar apoiou-se no banco e levantou-se, sentindo outra dor em seguida que a fez cair de joelhos. Levou as mãos ao peito e fechou os olhos com força. Não percebia o que se passava, nunca tinha tido tal dor. Era um misto de preocupação com medo e necessidade. Imagens começaram a aparecer-lhe na mente, ainda de olhos fechados. Viu o rapaz misterioso ser mandado contra uma árvore e esta ficar com poucos ramos a menos. E viu o seu atacante. O Príncipe da Escuridão que já teve o azar de encontrar. Kayor. A dor parou de súbito e quando abriu os olhos é que reparou que estava com as vestes da Defensora do Oculto. O pingente tinha pensado por ela e feito tudo sem que se apercebesse. Este tipo de coisa nunca lhe tinha acontecido, mas era como o rapaz misterioso sabia quando ela estava em perigo. Era como se transformava antes de saber como o fazer. Automaticamente.
- Kayor – murmurou Chelsea, levantando-se com a ajuda do banco.
A rapariga correu com todas as suas forças, apesar de sentir que podia quebrar a qualquer momento. Esta aterrorizada, mas por aquele rapaz, por aquele mascarado que a fazia sentir-se como nunca antes, enfrentaria o mundo se precisasse. Ela reconheceu o sítio que vira como sendo uma das partes mais sombrias do parque, e como tal, encontrava-se ligeiramente afastada.
Um dos sem-abrigos que estava sentado no chão, encostado a uma árvore, abriu a boca de espanto quando viu aquela rapariga esbelta e veloz de cabelos de fogo a correr como se a sua vida dependesse disso.
Após a última curva e o último arbusto afastado, Chelsea viu-os. O rapaz da máscara no chão, e Kayor à sua frente. Tinha na sua mão o que lhe parecia ser um chicote, e no exacto momento em que o levantou e se preparava para chicotear o rapaz já sem forças no chão, Chelsea pôs-se à frente e levou ela com ele. Porém permaneceu de pé.
- Ora, ora, ora – disse Kayor, sorrindo – quem temos aqui? A Defensora do Oculto. Devia saber que não estarias longe.
O Príncipe da Escuridão mandou o chicote para longe e cerrou os punhos, pondo-se em posição de ataque.
- Agora queres uma luta justa? Pensava que não jogavas pelas regras – disse Chelsea. Cada palavra lhe saía destemida pelos lábios, mas por dentro o coração da rapariga estava a mil. “Nunca o vou conseguir vencer”, pensava ela.
- Foge… - murmurou o rapaz, que se levantou e se posicionou ao lado de Chelsea – Sai daqui.
- Não – disse ela.
- Devias ouvi-lo… - Kayor investiu em Chelsea e esta defendeu-se com um novo movimento que Will lhe ensinara na semana anterior, dando-lhe um murro na cara e um pontapé na barriga logo de seguida. Kayor recuou e sorriu maliciosamente – Tens razão… eu nunca jogo pelas regras.
O rapaz com olhos de maldade criou uma Bola de Energia nas mãos e mandou-a à árvore que se encontrava ao lado da Guerreira e do mascarado, fazendo com que alguns ramos caíssem.
- Não! – O rapaz gritou e mandou-se a Chelsea, empurrando-a para longe, ficando ele por baixo de um dos troncos. Chelsea levantou-se do chão e com o poder da mente retirou o tronco de cima do rapaz dos cabelos negros, porém ele continuou imóvel. Estava a fazer um esforço de outro mundo para se manter com todos os sentidos. Ela queria gritar o nome dele como sinal de aflição, mas não sabia como lhe chamar.
Chelsea dirigiu-se a Kayor com a raiva ao rubro e cerrou o punho, dirigindo-o à cara do inimigo. Mas sem saber porquê, o seu corpo parou por completo e Kayor sorriu. Ele tinha mais poderes que ela pensava. Mandou-a contra uma árvore e fez com que alguns ramos pequenos lhe caíssem em cima. Não se dando por satisfeito, ainda a fez levitar e ir de encontra a uma pedra, fazendo-a arquejar de dor. Quando viu que a Defensora não ia aguentar muito mais, diminuiu o ritmo. Deu-lhe um pontapé que a fez cair de joelhos. Chelsea encolheu-se, agarrada à barriga, com dores. Ela olhou para o rapaz que se apresentava à sua frente com o medo espelhado nos olhos, e ele gostou a sensação. Nunca fora olhado dessa maneira pela guerreira que tanto odeia.
- Vamos lá ver que rosto se esconde atrás desta linda máscara… - murmurou o Príncipe da Escuridão, fazendo Chelsea flutuar à sua frente.
A rapariga já estava praticamente acabada. Tinha a roupa toda rota e suja. Os joelhos sangravam e os cotovelos estavam todos esfolados. Tinha um arranhão na cara, perto do olho esquerdo. E além disso já não se sentia com forças. Kayor aproximou a mão do rosto dela e arrancou-lhe a máscara com toda a força, mandando-a para o chão. Chelsea como reflexo fechou os olhos com força, como se pensasse que se não os abrisse, o seu disfarce não seria arruinado. Mas abriu-os pouco depois, com um aperto no coração. Agora tinha as roupas, o pingente, os poderes… mas com a face descoberta sentia-se impotente. Era apenas a rapariga dos cabelos ruivos. Kayor sorriu ao observar os traços daquela feição.
- Bem, é uma pena desperdiçar uma carinha tão linda.
A rapariga engoliu em seco.
- Por favor…
- Vais suplicar? Mas nunca suplicaste – interrompeu-a Kayor, dando uma alta gargalhada.
O rapaz misterioso começou a levantar-se aos poucos, vendo a Defensora do Oculto à frente de Kayor, que estava de costas para ele. Ficou boquiaberto por poucos segundos. “Não pode ser”, pensou. Ele reconheceu-a. Não de uma outra vida, não como sendo a antiga Defensora. Conheceu-a como já conhecia desde bebé.
- Por favor, isso é algo que quero ouvir – insistiu Kayor, para Chelsea – Melhor ainda, tenta manipular-me… tenta… tenta fazer-me acreditar que te queres juntar a mim, por favor. – Chelsea sentiu as lágrimas chegarem-lhe aos olhos. Ela queria chorar mas não podia. Não devia – Qual é o teu nome?
- Vai pr’ó Inferno – retorquiu ela. Kayor riu-se e mandou-a para poucos metros adiante, fazendo-a cair com força no chão. Ela gritou, tinha-se aleijado bastante num dos ombros, mas não o tinha chegado a deslocar. Chelsea rodou sobre o corpo e ficou a observá-lo de lado, antes de se sentar toda torta agarrada ao ombro. Ao olhar naqueles olhos cheios de raiva e impiedade, viu que não tinha escapatória possível. “É mesmo o fim”, pensou para si.
- Chega de perder tempo – Kayor estava a formar uma das suas mortais Bolas de Energia para lhe mandar, mas algo o impediu.
- Não! – Gritou o rapaz misterioso mandando-se contra Kayor, atirando-os a ambos ao chão – Foge daqui caracolinhos de fogo!
E então, já sabem quem é?
Quero saber quem é que acertou :b
Eu já tenho uma mente per(...)
publicado por mysuperworld às 2013-05-13 15:14:34
"Benzeu-se a cruz no primeiro dia, enorme pau com cinco metros de altura, que daria para um gigante (...)"
"Tocava airoso o órgão(...)"
in: Memorial do Convento
E lá vou eu contendo o riso! É que como estas há muitas mais. O Memorial está cheio destas pérolas...Que ricas aulas de português!

