publicado por Tay ✿ às 2013-05-23 23:36:20
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Sê bem-vindo(a) ao mais recente site português sobre a banda norte-americana Backstreet Boys.
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12-03-1996
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A Menina Dos Meus Olhos † Jogo de Mãos † Sonho de Esperança
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† It is not too late. Never is too late! †
publicado por Tay ✿ às 2013-05-23 23:36:20
publicado por AnaFearless às 2013-05-23 21:20:19
Heeey! Bom, eu disse que se comentassem cedo também postaria cedo, portanto aqui está o vosso capítulo, yey! Posso dizer que adoro este capítulo, não sei bem porquê, mas adoro. E vocês ? Já agora, quero fazer-vos uma pergunta: vocês gostavam que (no final desta fanfic) eu escrevesse outra de inicio ou fizesse uma segunda temporada desta ? Não, esta fic não está a acabar mas gostava de planear já as coisas, portanto quando decidirem deixem no vosso comentário, pode não ser neste capítulo e ser daqui a vários, até porque vou perguntar todos os capítulos isto, portanto não se admirem xD. Obrigada a todas pelo apoio e comentários, continuem!
Deixo-vos com o capítulo 27, espero que gostem :D
um beijinho,
Annie ♥
Capítulo 27 - "Sair, tipo encontro?"
O médico paroximava-se cada vez mais. O coração de Andie tinha batimentos muito fortes e rápidos, não sabia ao certo o que ia aconteçer, sim, estava nervosa.
Médico: Há novidades, em relação ao vosso amigo.

Zac: Força, diga-nos!
Médico: O Robert acordou e neste momento está estável.
Andie: Meu deus, que alívio.
Zac: Podes crer. Quando é que pudemos vê-lo ?

Médico: Talvez amanha de manhã, vamos mudá-lo de quarto, e aí já podem ir vê-lo.
Andie (com um soriso na cara): Que bom, muito obrigada!

Médico: Não têm de agraderçer. Bem, então até amanha...
Andie/Zac: Até amanha :)
O médico afasta-se.
Andie: Olha Zac, vou ali dizer à Kelly que o Rob já acordou.
Zac: Para quê ?
Andie: Ela é minha irmã, e teoricamente gosta muito do Robert.

Zac: Como querias, eu vou mandar uma sms a eles a avisar.
Andie: Disse à Claire que lhe ligava...
Zac (amuado): Eu ligo então.
Andie vai ter com Kate (que está vestida como mostra a primeira imagem) e Kelly (que se veste como na segunda imagem).
![]()
Kate: Se vens aqui para me voltar a agredir então não o faças.
Andie: Tenho mais que fazer, mas enfim, Kelly, o Robert já acordou...
Kate (admirada): Já ?

Kelly: OMG, FINALMENTE +.+ (desata a correr pelos corredores do hospital).

Andie: Tanta admiração, Kate ?
Kate: Não, quer dizer, não esperava que ele acordasse tão cedo, mas fico feliz por saber que ele acordou.
Andie vira as costas e volta para o pé de Zac, este já tinha avisado os Jonas e a Claire, entretanto é Kate a ligar ao irmão:
> Inicio de chamada <
Kate: Justin! O Pattinson já acordou do coma!
Justin: E o que é que eu tenho a ver com isso ? Novamente, sim.
Kate: Eh páh, tu és um desinteressado por tudo!
Justin: Considero isso como um elogiu (?)
Kate: Não queres ter o Robert fora do caminho ?
Justin. Que queres que faça então ?
Kate: Que convides a Andie para sair, não ? O que queres afinal ?
Justin: Então olha, eu amanha vou aí e convido, feliz ?
Kate: Despacha-te, antes que o Robert saia daqui!
Justin: Ainda ontem estava em coma, não sai daí tão depressa, mas não te preocupes, tenho tudo controlado maninha!
Kate: Bem, eu vou andando, vou á procura da Kelly que mal soube que o Robert acordou desatou a correr xb , olha lá está ela! beijinhos mano.
Justin: Beijinho óh
> Fim de chamada <
Na manhã seguinte, Justin foi ao hospital e aproxiou-me de Andie:
Justin: Bom dia! Pudemos falar ?
Andie: Heey! Claro, então, tudo bem ? (vão para um canto)

Justin: Estou feliz, por o Robert ter acordado.
Andie: Eu também, estou ansiosa por vê-lo!
Justin: Vocês não se dão...
Andie: Tu também não, eu falei com o Zac, vocês nunca gostaram um do outro.
Justin: Ele embirra comigo, desde sempre, provavelmente.
Andie: Então não digas que ficas feliz. Porque é que se envolveram à porrada ?
Justin: Contas a ajustar, sabes ?
Andie: Nem por isso.
Justin: É... Bem, queres sair comigo ?

Andie: O quê ? Sair, tipo encontro ?
Justin: Isso mesmo.
Entretanto Justin aproxima-se muito de Andie e beija-a. Todos no hospital ficam boquiabertos.

- Qual será a recção de Andie ? E se Robert souber ?
- Andie vai aceitar sair com Justin ?
- O que dirão os amigos ? E Kelly e Kate ?
- Será apenas 'embirração' entre Justin e Rob ?
Não percas o próximo capítulo para descobrir tudo isto e muito mais !
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-23 18:08:00
Porquê aquela infeliz está sempre a colocá-lo em comentários, mencioná-lo em estados e sempre...sempre incentivando "a retoma" dele com a ex? Está certo que ela é tipo best friend lá da outra mas porra...abusa um pouco.
Mas o problema realmente é ELE. Porquê?
Porque é confuso, não está totalmente dedicado a mim...é uma cena complicada. Eu sei. Mas pów....iria custar tanto assim ele não deixar que a amiga lá da outra se extendesse tanto nas conversas?
Será tão complicado assim? T-T
Por algum motivo distanciei-me e tornei-me muito fria com possiveis relacionamentos. Nunca trazem tudo de bom.
...e talvez eu não devia ter permitido a mim mesma voltar a encantar-me por alguém. De inicio não lhe dava importancia porque existem muitos contras, é um facto veridico mas...uma pessoa não consegue impedir tudo.
Agora nem sei o que fazer.
Parece que estou perdida. =/
Kisu <3
Inocência da Maldade - 11(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-22 16:06:44
Para quem não tiver conta ou blog sapo e utilizar o "não tem blog sapo" para desejar comentar e o tal "Publicar Comentário" não surgir...não se preocupe. No canto superior direito da tua tela de pc deves ter algo que indique para "diminuir o zoom" da pagina (normalmente isto está a 100%) e basta reduzir para 90% ou menos (caso o desejes) para que a "linha" que te permite publicar apareça logo por debaixo da area de comentário.
Fica só a dica. =)
O
11º
Nami continuava a não saber se aquela era a residência oficial de Reita, mas para já…estava na sala de jantar, um empregado havia-os servido e por fim se despedira; agora o casal estava sozinho naquela luxuosa cobertura, frente a frente à mesa e a morena aguardava saber um pouco mais da vida do seu…namorado yakuza.
- O meu trisavó era um yakuza….individual mas trabalhava para a Yamaguchi-gumi como recruta. – Nami reconhecia aquele nome, era a maior família, conhecida da Yakuza Japonesa. – Com o tempo e experiencia, ele ganhou o comando de um dos clãs…até por indicação do oyabun da Yamaguchi-gumi…ele criou uma nova família, afastando-se e entrando em total segredo. – suspirou – Daí foi crescendo por conta própria mas indiretamente…pertencemos à…
- Yamaguchi-gumi. – Nami completou-o
- Então a segunda maior família Yakuza descobriu a artimanha secreta. E do nada clãs descendentes da …
- Sumiyoshi-rengo. – a mulher deixou escapar e logo ficou pálida. Estava a interromper Reita…demasiado. Mas o loiro/moreno apenas gargalhou e mostrou-se satisfeito pelo vago conhecimento dela sobre o tema.
- Hai. A Sumiyoshi-rengo destacou um clã para nos matar. – anunciou – À três anos atrás… - silenciou-se por breves momentos e Nami imaginou que ele iria falar algo bem sério, então bebeu um pouco só para não ficar demasiado ansiosa. – criaram uma armadilha. – encarou Nami – Os meus pais e nii-chan foram mortos. – a mulher engoliu em seco e bebeu mais um pouco – O meu pai era um homem demasiado rígido e nunca fui o exemplar de filho para ele…não era ausente de sentimentos como ele, posso dizer que amava mais minha okaa do que meu otou. – aproveitou para dar uma pequena golada no seu saké – Meu nii-chan era o herdeiro do meu pai…sendo ele o mais velho e o mais dedicado à Yakuza. Em questão de arte marcial, manejo de armas e tudo o que ser Yakuza representa…eu fui sempre o melhor por mero acaso, mas liderança…era com o nii-chan. – sorriu vagamente. – Com a morte dos três…fiquei eu e vi-me obrigado a me tornar oyabun. O líder de clã mais forte que o meu pai tinha tomou posse da minha aprendizagem de liderança e exigiu-me resultados altos. Desde aí…sou dado como… - mordiscou levemente seu lábio inferior – o oyabun mais jovem de sempre, dos mais mortíferos e o mais estranho de todos.
- Sogoy. – Nami deixou escapar e ouvir aquelas palavras de Reita…excitaram-na. A adrenalina era imensa no seu interior, a vontade de ficar ao lado de um homem como Reita era extremamente perigosa mas de completa satisfação.
- Neste momento….Tonaco Takechi é o meu maior inimigo. Ele é o líder do clã da família inimiga de morte dos Yamaguchi-gumi e o responsável pela morte da minha família. – anunciou pesadamente – Takechi é mais velho que eu, inveja meu poder e inveja…a força da nossa área. Acho que é tudo isto que precisavas saber. Lamento não poder falar mais, Nami. – sorriu de canto – A não ser que te cases comigo, aí serás informada de tudo e serás Yakuza. – a mulher ficou boquiaberta.
- Reita… - corou imenso – assim deixas-me realmente incomodada. – fungou – Kuso. Como consegues deixar-me tão inquieta… - desviou o seu olhar do dele. – Bom, aprender a defender-me fisicamente e usar nunchaku… - abriu um sorriso traquina – deve ser porreiro. – falou num tom bem divertido que a fazia lembrar uma menina extremamente encantada.
Reita gargalhou e até baixou o olhar, mostrando-se tão divertido como orgulhoso. – Eu uso Sai. – informou-a. Os olhos cor de avelã de Nami ganhavam um novo brilho. Era tudo arriscado mas sentia-se feliz.
Por seu lado, o loiro/moreno sentia-se estranhamente motivado, pois Nami não se negara à conversa do “se casares comigo”, ela simplesmente desviara a atenção para a aprendizagem necessária para estar incluída na sua família. – Ano…não imaginei que a família Suzuki estivesse tão bem…posicionada. – a mulher comentou enquanto dava uma nova “vista de olhos” por aquela sala de estar.
- Aqui é onde encontro os meus kobun, basicamente aqui é onde os negócios são…apresentados. Claro que estou aqui maior parte do tempo. – suspirou – A casa da minha família…parece-me demasiado…grande, só vivo lá eu. Tenho empregados mas não estão 24h sobre 24h lá. – terminou de beber o seu saké e só aí Nami reparou que Reita também já havia terminado de jantar. – Porque te informas-te tanto sobre Yakuza, Nami? – ele perguntou então
- Como disse, assim que me mudei para o meu apartamento fui avisada e achei interessante saber exatamente o que era Yakuza. Sou mestiça. – indicou-se – Venho de uma pequena aldeia do sul e… - sorriu – até aos 12anos vivi em outro pais. – Depois, sendo eu uma…pessoa tímida demais e…frágil…a minha curiosidade sobre algo totalmente diferente do meu mundo…simplesmente atraí-me. – admitiu-lhe
- Não imaginas como me sinto…satisfeito por te ter conhecido. – ele confessou – Bem que digo e posso afirmar que tu és especial, Nami.
*
Inesperadamente, aquela noite de terça-feira tornara-se abafada e Nami agradecia o copo de sumo gelado, a parede da sala de estar totalmente em vidro e a varanda que ali havia em forma de meia lua; inspirou profundamente o ar da noite e sorriu para o brilho das luzes da cidade.
Reita surgiu a seu lado, apenas de calças vestidas; conteve um gemido e tentou procurar um tema seguro para conversar com aquele homem. O homem apanhou-a em flagrante quando Nami o olhava meticulosamente…ou melhor, olhava seu tronco. – Ano…não é tradicional vocês tatuaram o corpo todo…ou o tronco todo que seja? – foi o único tema seguro que se lembrou de tocar.
- Relembro-te que não somos…legais. – ele respondeu – Desde que o Dragão e a flor de sakura exista, basta. – informou a Nami. A mulher inclinou-se ligeiramente atrás, apenas para olhar a tatuagem que cobria toda a omoplata direita de Reita, sorriu. Era uma obra de arte…aliás…aquele homem, todo ele era uma arte. Humedeceu seus lábios inconscientemente e reparar que olhava a forma bem agradável do rabo daquele yakuza e este se dava conta…deixou-a inquieta. – Nami… - ele murmurou rouco.
- H..Hai… - falou ela de modo arrastado. Reita sorriu divertido e logo pousou o seu copo e o da companheira sobre a pequena mesa redonda que estava numa ponta daquela varanda em forma de meia lua.
- Estás a fazer de propósito. – ele anunciou assim que ficou frente a frente com aquela morena, a comprimiu contra o varandim em vidro e esta humedeceu seus lábios lentamente.
- Não estou a fazer nada. – ela defendeu-se assim. O homem pressionou mais as mãos contra a cintura de Nami e possuiu os seus lábios carnudos. A mulher queria reagir um pouco e ter noção que estava comprimida contra um varandim numa varanda no 10º andar não ajudava à tranquilidade. – Reita. – sua voz falhou graças aos nervos que se apoderavam de si.
- Confias em mim? – ele perguntou contra a sua orelha. Nami engoliu em seco e simplesmente assentiu positivamente. Reita conduziu as mãos dela até estas ficarem totalmente apoiadas sobre o varandim; do nada ele obrigou a morena a afastar suas pernas com um movimento do seu joelho esquerdo entre estas. – Quero-te. – anunciou contra a boca de Nami e logo ela lhe entregou um beijo.
Lentamente as mãos de Reita se arrastaram ao longo do corpo da mulher até abrir o justo colete que esta vestia e logo os botões da camisa foram desabotoados. Nami ofegou e não evitou fechar seus olhos de prazer quando aquele homem se apoderou dos seus seios, apertando-lhos e logo lhe puxar o sutiã para cima, deixando aquela zona do corpo feminino livre…recebendo a brisa da noite; a morena corou imenso quando sentiu seus mamilos se endurecerem, Reita acariciava-lhe o peito e o toque da brisa estimulava-a ainda mais. – humm… - gemeu Nami. O yakuza beijou a companheira e depois sua língua foi se arrastando da boca até um dos mamilos eretos dela; sua pélvis fisgou e sentiu-se desesperado…como poderia ser possível Nami o excitar tanto e tão depressa? Seria o gosto doce dela? Seria o jeito tímido dela?
Não interessava a resposta…interessava atender ao desejo.
Seus seios eram alvo da mais doce das caricias e Nami começava a se sentir extremamente frustrada e excitada, pois Reita provocava-a de tal modo que ela perdia possíveis forças para reagir. Respirou bem fundo, mordiscou o lábio inferior e sentiu-se cada fez mais quente no interior da sua feminilidade. Não poderia ser normal a atração entre eles ser tão voraz.
Afastou sua boca do mamilo rosado da companheira e procurou o olhar desta, ela estava acalorada e parecia mais que pronta para sexo. Reita sorriu de canto e a mulher ficou escarlate. – Tua expressão começa a me excitar demasiado, Nami. – ele falou contra a boca dela um pouco antes de a beijar selvaticamente.
Estava tarde mas quem era a mulher no seu perfeito juízo que tentaria impedir os avanços daquele homem que a beijava daquele modo e lhe indicava o quanto começava a ficar duro por si? Nami ofegou pesadamente e então foi arrastada para fora da varanda, entre beijos e caricias…ela viu-se completamente nua e sobre o sofá de couro da sala de estar. – Reita…não… - foi silenciada pelos lábios possessivos dele.
Sentia-se insuportavelmente excitado e ainda conseguia surpreender-se com a intensidade com que uma mulher tão simples e doce o conseguia enlouquecer daquele modo; Arrastou mãos e entregou beijos pelo corpo de Nami, tocou-a suavemente entre suas coxas e ela contraiu-se. – Koi… - murmurou num lamento assim que visualizou as pequenas marcas enegrecidas no interior de suas coxas – porque não me disseste que te estava a magoar… - mostrava-se realmente triste por ver que tinha marcado a mulher daquele modo.
- Sou frágil… - sorriu ela – e não me magoou…foi bom demais para sentir algo diferente de… - corou de novo – prazer, koi. – lambeu o lábio. Reita descaiu suavemente sobre o corpo da namorada, beijou-a demorada e sentiu-se animado quando as pequenas mãos daquela mulher aventuraram-se em despir-lhe as calças que ele estava a usar.
Ouviu como ele pigarreava quando lhe tocara a dureza do seu sexo e pouco depois o corpo de Reita tremelicou de prazer quando ela optara por estimula-lo. Os boxer’s foram junto com as calças e de momento apenas restavam as pequenas cuecas que Nami fazia uso entre seus corpos nus.
Era demasiado para ser impedido à última, Reita não queria ser tão apressado mas desde que estava com aquela morena…seu corpo deixava de lhe responder corretamente. Era…demasiada paixão. – Kuso… - murmurou entre dentes
- Fiz algo errado? – Nami questionou inquieta e abrandou de massajar o membro masculino.
- Koi…tu enlouqueces-me demasiado. – ele admitiu-lhe – E eu não posso continuar. – falou por fim
- Não podes… - procurou os lábios do homem entretanto, exigindo-lhe um beijo e esforçando-se para satisfazer Reita. Sem duvida ela estava a se esforçar o máximo que sabia…roçava seu corpo contra o do homem, entregava todo o amor que sentia em si na troca daqueles beijos minuciosos e acariciava-o o mais suave e agradável possível.
- …desculpa… - Reita murmurou contra a orelha dela e de súbito baixou-lhe as pequenas cuecas e penetrou-a a fundo. Nami conteve respiração e apertou-se contra o corpo do loiro/moreno; ele saiu dela e investiu de novo, criando um ritmo perfeito e criando movimentos extremamente apaixonantes.
A mulher sorriu, o receio de Reita era porque não se havia protegido mas Nami tinha noção do que deveria de fazer depois e certamente aquele homem jamais seria descuidado consigo caso a fizesse correr algum risco. Sentiu-se bem demais; entregou-se de corpo e alma a Suzuki.
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A Precious Vampire - 7º C(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-22 15:00:50
7ºcap
Bill começou a sorrir sacanamente assim que Abby surgiu á sua frente repentinamente, a rapariga vestia um simples vestido de verão de cor azul escuro, dando um certo tom místico ao olhar dela. Passou a língua por entre os lábios e ficou em silêncio a observa-la.
- Bem o Tom está amuado e não quer mesmo sair, portanto já se deve estar a deitar. – ela encolheu os ombros e olhou-o – E nós? Vamos?! – sorriu
- Mas é claro. – deu o braço a ela e ambos saíram do Hotel luxuoso.
Festa de vampiros era sempre algo estranhamente tentador, os humanos que tinham conhecimento daquela sociedade deliram completamente. Serem alvos das dentadas dos vampiros havia-se tornado algo extremamente excitante para os mortais. Abby sentiu imensos olhares sob si assim que se aproximava do centro daquela festa junto ao mar. Bill sorria e parecia procurar uma “presa” com o olhar, aquele olhar hipnotizante do qual era portador…era como se Abby estivesse a ganhar um certo rubor nas suas faces delicadas, aquele vampiro honrado apesar de procurar todos com o olhar não se afastava um milímetro dela, continuava de braço dado com ela e parecia exibir-se assim.
- Isto deixa-me um pouco nervosa. – confessou
- Porquê? – olhou-a com carinho – És uma Mestria, toda a gente tem que te apreciar.
- Não me refiro apenas a isso… - baixou o olhar – Não deve ser assim muito bom verem-me acompanhada por um…outro vampiro. – sorriu timidamente
- Por favor. – riu-se – Somos apenas 2 vampiros amigos e viemos aproveitar esta festa. Que parece estar a animar cada vez mais.
Não valia a pena ela estar-se a preocupar com o que os outros poderiam dizer, ela apenas estava ali a dançar e a bebericar na companhia de Bill, nada de mais. A sua sede apertou-se quando Abby pode sentir o agradável aroma de um rapaz loiro e da sua altura, que passara junto de si, humedeceu os lábios e sentiu uma imensa vontade de cravar os dentes no pescoço daquele atraente rapaz.
Bill deixou de responder ao tipo que falava com ele á cerca das belas humanas e vampiras que por ali passavam, observou muito atentamente Abby a caminhar calmamente até junto de um tipo loiro, este estava acompanhado mas logo ficou sozinho. Viu que o humano dizia algo a ela e os seus sentidos apuraram-se quando sentiu a transformação da morena, sorriu e começou caminhar para junto dela, ia nas calmas para puder dar tempo… Abby passou a ponta do nariz pelo pescoço do dito moço e logo cravou os seus caninos na pele do rapaz, este contorceu-se ligeiramente e parecia completamente embriagado com aquela sensação que lhe causava os dentes da vampira e o chupar do seu sangue. Naquele momento Bill desejava ser humano e assim deleitar-se com aquilo que lhe poderia ser proposionado com a mordida; a vampira afastou os seus dentes da pele do outro, deixando-lhe a marca perfeita da dentada no pescoço do loiro…a conversa fluiu.
- Divertida? – Bill falou perto da orelha dela
- Um pouco. – passou a língua pelos lábios – E tu? – sorriu-lhe
- óh negaste-me a tua companhia. – olhou o humano – Saboroso o seu sangue?! – perguntou a Abby
- Sim, muito satisfatório.
Bill afastou o longo cabelo negro dela do seu pescoço e aproximou os seus lábios da pele aparentemente muito suave, sorriu.
- Que me dizes de irmos aproveitar a agressividade que está a tomar o mar, Abby? – falou junto da sua orelha; ela arrepiara-se com o modo como ele havia falado e olhou de relance para o mar, começava a se agitar e isso significava que uma tempestade se iria formar brevemente. – Não tens noção da sensação de adrenalina que nos confere. – deslizou o lábio pelo pescoço da rapariga – Vamos?
A proposta era tentadora, Abby não imaginava como era nadar no mar quando este estava a se tornar agressivo. Cecill havia dito que é soberbo mas Abby nunca se havia aventurado, ainda para mais sozinha, Tom nunca se tinha mostrado interessado em tal.
- Não sei se será boa ideia, Bill. – reparou que o humano que havia provado já se tinha ido embora
- Claro que é. – afastou-se o suficiente para encará-la. – Anda… - deu-lhe a mão e puxou Abby consigo até á beira-mar.
As ondas terminavam fortemente, o estalar ouviu-se e ela olhou curiosa, Bill havia-se transformado e a visão que ele conferia de momento era absolutamente fascinante…os olhos castanhos avelã dera lugar a uns azuis muito claros (como típico nos vampiros), mas Bill aparentava algo mais…o azul claríssimo tinha uma mistura estranha com um certo prateado, algo completamente novo aos olhos de Abby. Aquele toque prateado nos olhos do moreno conseguia intimidar, percorrer e deixar a vampira nervosa; os caninos aguçados dele eram o normal. Inconscientemente também a rapariga se transformou e voltou a olhar para Bill.
- Porquê essa diferença na cor dos teus olhos, Bill? – falou curiosa
- Querida…passados os 450 anos, nós atingimos o máximo dos nossos poderes e o prateado demonstra-o. – sorriu
- Wow… - sorriu – Deve ser incrível atingir o limite. – sorriu
- Tu já tens metade do teu poder, Abby. Rapidamente chegarás ao limite, mesmo antes de eu atingir os meus 550 anos. – falou divertido – E eu espero ver isso…Agora… - olhou o mar cada vez mais agressivo -…o mar espera-nos.
Ambos correram assustadoramente contra as ondas e logo mergulharam nas águas mornas do mar, Abby sentiu a mão do rapaz a agarrar a sua e puxou-a para o mais profundo do oceano. Atravessaram a agressividade das águas e deixaram que as correntes abruptas os encaminhassem por caminhos tumultuosos, depois chegar á calma das mesmas águas…nadaram divertidos por ali, apreciando os seres que os contornavam debaixo de água, no mais profundo desta.
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A Precious Vampire - 6º C(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-19 16:17:09
6ºcap
Sentiu-se incomodado, Abby não tirava os olhos da mesa onde Bill e uma humana bonitinha jantavam e parecia atenta em perceber o que ambos falavam. Fungou e bebeu de um gole todo o resto do sangue que mantinha no copo grande.
- Nunca me falas-te no Bill. – ela recordou
- Não calhou em conversa. – ele suspirou
- Mas eu lembro-me de te perguntar nomes de vampiros…honrados…não referiste o Bill. Ele é mais velho que tu, se tu já metes respeito, imagino ele.
- Nunca fui muito dado…a amizade com ele. – murmurou
- Não sei porquê?! – encolheu os ombros – É simpático e uma espécie de VIP da comunidade vampírica, assim como tu.
- O que não significa que tenha que ser grande…amigo dele. – Tom falou inquieto – E porque estamos a falar do Bill agora?
- Porque eu comecei a falar dele. – ela riu-se – Parece-me que não gostas muito dele. – terminou a sua bebida
- É-me indiferente. – Abby olhou-o surpreendida – Que foi?
- Também não fales assim, Tom. – deslizou a mão pela face do namorado – Inveja-lo por alguma coisa, amor?
- Não que eu saiba. – respondeu devagar
- Então porque falas assim…eu pensei que vocês fossem amigos, quer dizer Nina disse-me que o são.
- Nina é apaixonada pelo Bill desde que veio trabalhar para este Hotel. No dia que abri isto, ele esteve cá, era convidado ilustre… - olhou Abby – e pronto.
- Ela também delira por ti, sabes. – brincou – Notei-o bem quando aqui cheguei pela 1ª vez.
- Mas eu sou só teu, Abby. O Bill é de todas. – informou
- Calma que até á pouquíssimo tempo tu também eras de todas. – advertiu brincalhona
- Isso era antes. Depois uma simples humana, como tu na altura, captou toda a minha atenção e paixão. – sorriu e beijou-a com doçura – E eu não mais posso sobreviver sem ti.
Foi Abby quem o beijou mas foram interrompidos…o beijo parou abruptamente e Bill surgiu mesmo em frente do casal, todo ele sorridente e animado.
- Desapareceram a tarde toda. – falou num tom provocador – Bom…enquanto andaram sumidos, eu tratei de me informar. E temos uma maravilhosa festa na praia mais a sul da ilha…afinal a aldeiazinha que fica também aqui tem pessoas.
- Vampiros, queres dizer Bill. – Abby informou – A ilha em si pertence á família do Tom, mas quando houve a dita revolta dos caças, ao que tu deves saber bem mais do que eu desse tempo…. – o moreno sorriu de um modo vitorioso – a família Kaulitz deixou que muitos viessem para cá.
- Abby és uma estudante e tanto. – olhou divertido para Tom, que se mantinha com cara de incomodado
- Bem faço por conhecer melhor a historia da…minha raça. – riram.
- Eu posso ensinar-te muito da nossa historia, linda. – aproximou-se subtilmente -Ofereço-me para teu professor particular. – os olhos azul esverdeado da rapariga ganharam um súbito brilho, um brilho que mostrava a “sede” que ela tem de aprender a verdadeira historia dos vampiros.
- Já chega de conversa, não?! – Tom meteu-se
- Bom, mas isto tudo…para…perguntar se não acham uma boa ideia de irmos até essa festa?
- Parece-me bem. – olhou Tom – Que achas?
- Fiz uma viagem longa hoje, Abby. – suspirou – Estou cansado.
- Bom…
- Nós 2 ficamos bem, na festa. – Bill falou sorridente e lançou um olhar brincalhão a Abby – Não achas, linda?
- óh… - evitou ficar concentrada naquele moreno
- Como queiram. – Tom levantou-se rapidamente e rapidamente saiu da sala de jantar.
- Mas que raio… - sentiu a mão de Bill pousar sobre o seu ombro
-Não te preocupes. Ele apenas anda…incomodado. – sorriu e deu um beijo carinhoso numa das faces dela
publicado por AnaFearless às 2013-05-19 14:50:18
Olá a todas/os! Obrigado pelos comentários, fico realmente feliz que estejam a gostar. Posso adiantar, em relação ao próximo capítulo, que vai ser muito melhor que este (este está super secante, não desenvolve nada, asério -.-), vai haver muita, muita emoção e não podem perder!
um beijinho,
Annie ♥
Capítulo 26 - "Prefiro o seu dinheiro."
No hospital, Zac e Andie estão a comer uma sandes e a beber um sumo quando de repente passa por eles um médico:
Andie: Desculpe, pode-me dizer se já sabe alguma coisa sobre a situação do Robert Pattinson ? Nós somos amigos dele, ele teve um acidente...

Médico: De momento não pudemos adiantar nada, o seu estado é muito critico... (continua a andar)
Zac: Então, já sabem alguma coisa ?
Andie (desanimada): Ainda não, só disse que o seu estado era muito critico, mais nada.
Zac: Esta situação está a deixar-me cada vez mais preocupado! Ele é uma espécie de irmão, eu não quero perde-lo.
Andie: Tu não vais perde-lo, vem cá...

Zac: Nós não vamos perde-lo.
Andie: Se quiseres podes ir para casa descansar que eu fico aqui...
Zac: Népia, achas mesmo ? Primeiro o Rob é um dos meus melhores amigos e em segundo, nunca te deixaria aqui no hospital sozinha...
Andie: Pois, eu percebo-te.
Zac: Ele estava tão entusiasmado com a história do caderno...
Andie: Do caderno ? O.O

Zac: Sim, do teu caderno!
Enquanto isso, Kelly estava com Kate:
Kelly: Não achas melhor irmos para o hospital ?
Kate: Para quê ? O homem está ali deitado na cama...

Kelly: Mas pode acordar a qualquer momento e se eu o quero conquistar, tenho de estar lá!
Kate: Pois, tens razão.
Kelly: Então, vens comigo ?
Kate: Kelly, quando ele acordar todo o mundo vai saber, não é preciso estares assim.
Kelly: Vá lá Kate, faz isso por mim.

Kate: A tua irmã está em vantagem, tens de tirá-la de lá!
Kelly: Mas como ?
Kate: Não sei, mas se queremos os Rob temos de pôr a Andie fora do caminho...
Kelly: Queremos ? Tu gostas dele ?
Kate: Prefiro o seu dinheiro....

Kelly: Porque é que não gostas da minha irmã ?
Kate: Não é não gostar, ela até é bonita, mas chega á escola e de um dia para o outro já é super popular. Ela conseguiu em uma semana o que eu não consegui em 2 anos.
Mais tarde, Claire liga a Andie.
> Inicio de chamada <
Andie: Estou ?
Claire: Oláááá.
Andie: Hey, honey!
Claire: Já há novidades?
Andie: Ainda não. Falei com o médico de manhã e nada...

Claire: Ouve querida, não era melhor vires a casa descansar e trocar de roupa ?
Andie: O melhor é que estar aqui !
Claire: Já vi que és teimosas e...
Andie (interrompe-a): Claire, o médico vem aí, já te ligo.
Claire: Ah ok, até já!
> Fim de chamada <
- Qual será a informação do médico ? Será que Robert morreu ?
- Como Kate vai tirar Andie do caminho ?
- Será que Robert se apaixonou pela rapariga do caderno ?
Não percas o próximo capítulo !
Inocência da Maldade - 10(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-19 14:23:06
Para quem não tiver conta ou blog sapo e utilizar o "não tem blog sapo" para desejar comentar e o tal "Publicar Comentário" não surgir...não se preocupe. No canto superior direito da tua tela de pc deves ter algo que indique para "diminuir o zoom" da pagina (normalmente isto está a 100%) e basta reduzir para 90% ou menos (caso o desejes) para que a "linha" que te permite publicar apareça logo por debaixo da area de comentário.
Fica só a dica. =)
10º
Sentia-se nervosa, a segunda-feira havia passado e fora o momento em que havia acordado ao lado de Reita…Hoji Nami não soubera mais nada dele e já estava no final de expediente de trabalho de terça-feira.
Então a morena recordou a si mesma que nem tinha um numero para onde contactar com o homem. Agora restavam as questões: ocupado com a Yakuza? Entretido com outros assuntos mais divertidos? Sem vontade de saber e estar com ela?... aquilo fazia a tranquilidade da mulher entrar em total colapso.
Caminhava pelas ruas do bairro, em breve o pôr-do-sol daria lugar no céu tranquilo de Tókio; algures na sua pequena mala o seu telemóvel começou a tocar, Nami alcançou o aparelho e estranhou a indicação de “número desconhecido”. – Mochi, mochi? – respondeu à chamada – R..Reita. – corou de imediato, até por telefonema a morena se sentia nervosa e intimidada com aquele loiro/moreno – Acabo de sair do meu empre… - calou-se subitamente – Nani? – pestanejou – Mas, mas…eu não sei o que… - sorriu timidamente – Hai. – disse por fim e desligou a chamada.
Um segundo encontro (isto porque o aparecimento do homem no seu apartamento não havia contado como um encontro, exatamente). Correu para casa, tomou um mimado duche e debateu-se com o que deveria vestir. Desconhecia onde Reita a levaria para jantar e temeu não ir adequada para o local.
Talvez o melhor de tudo era manter-se fiel a si mesma portanto Nami escolheu uma saia de pregas, uma camisa e fez conjunto com um colete justo; o mais fiel ao seu estilo normal. Deixou o seu comprido cabelo solto e até de jeitos mais rebeldes, apenas um toque de blush nas faces; sapatos calçados, mala ajeitada e saiu do apartamento. Segundo as indicações de Reita por telemóvel um hammer negro e vidros fumados deveria esperá-la mesmo à entrada do edifício; tal e qual.
Nami reconheceu aquele homem que a aguardava junto do carro, havia sido o mesmo que interrompera o primeiro encontro do casal; sorriu-lhe timidamente e mesmo sem obter um sorriso de volta, o homem assentiu tranquilamente e indicou-lhe que entrasse no hammer.
*
Orichi olhava por mera curiosidade pelo espelho retrovisor do carro do seu chefe, conteve um sorriso divertido quando pode distinguir naqueles olhos cor de avelã de Hoji Nami, alegria, inocência e muito carinho. Ela não era nada o tipo de mulher que os homens de Suzuki-sama haviam imaginado…ideal para o seu chefe, afinal…Hoji-san lembrava uma criança no corpo de uma mulher.
Recordara o dia em que Suzuki-sama ordenada a Taru que se informa-se sobre tudo o que poderia encontrar sobre a vida daquela jovem mestiça; Reita estava destemido e quando notara que os seus homens não achavam aquela mulher nada de especial…o ambiente na casa onde se encontravam ficou pesado e todos temeram dar a entender a opinião errada ao líder dos Suzuki. Á muito Orichi ouvira o antigo membro ativo da Yakuza falar que: por mais condenada que a alma de um yakuza seja ou por mais frio que seja seu sangue…o gosto da tortura inocente é o mais intenso de toda uma vida. Talvez em Hoji Nami, Suzuki-sama visse alguém que o afastava daquela vida violenta e carregada de males, talvez com aquela mulher o chefe de Orichi se sentisse docemente feliz e isso não o fazia pensar na sua condenada alma. – Chegámos Hoji-san. – o homem falou enquanto parava o carro que conduzia; olhou pelo espelho retrovisor e indicou silenciosamente à jovem mulher que saísse do seu lugar.
Nami agradeceu aquele homem o facto de ter sido seu motorista privado e saiu do carro; mal fechou a porta do Hammer soltou um longo suspiro. Desconhecia o local onde se encontrava, tudo o que tinha perante si era um enorme prédio de luxo com incontáveis andares. Engoliu em seco e logo o seu telemóvel tocou – H..Hai? – falou para quem lhe ligava – Informa-me o que faço à porta de um prédio de luxo no centro de Tokio? – pediu a Reita, que era quem lhe ligava – Sério? – começou a caminhar na direção da entrada em arco do prédio, ainda olhou atrás de si e já não restava sinal de Hammer negro algum.
Empurrou a grande porta de vidro do edifício e logo vislumbrou um homem negro, notavelmente segurança dali a olhá-la – Konbawa! – falou ela e mantendo ainda o telefonema com Reita – Hoji desu. – anunciou ela. O homem assentiu e logo lhe indicou o caminho para um dos dois elevadores do edifício.
Nami pestanejou e logo digitou os números código que Reita lhe anunciava por telefonema. – Certo. – falou ela assim que o elevador indicou que fora “desbloqueado”, chamou o dito elevador e pouco demorou para as portas metalizadas deste. Entrou e marcou 10º andar – Ja ne. – falou timidamente e desligou a chamada.
Se ali naquele edifício ficava a cobertura de Reita, então…sem duvida que Yakuza trabalha com muito dinheiro mesmo. Nami recordava as poucas histórias que lera sobre a máfia japonesa e então relembrou que nem todas as famílias “oficiais” da Yakuza eram conhecidas, obviamente…haviam vários nomes escondidos por nomes de grupo de máfia. Então Nami recordou tudo o que aprendera sobre a Yakuza…seria então que Reita, com meros 31 anos era o oyabun da sua família (era impensável isso).
O elevador anunciou chegada ao 10º andar. Nami saiu timidamente e logo se deparou com uma porta em madeira maciça e notou que esta estava entreaberta; Reita havia-lhe dito «vai entrando, koi», por isso…ela entrou sem se anunciar.
Seu corpo pareceu gelar quando passou o largo hall de entrada e se deparou com uma ampla sala, onde uma das paredes era uma comprida janela e dali se tinha uma paisagem estonteante; Nami continuava congelada à entrada, quatro homens estavam de costas para ela e o quinto, era Reita que se encontrava sentado num cadeirão de aparência muito confortável.
Os quatro homens mantinham-se de pé e olhavam o seu “chefe”, o silencio era tudo o que provinha deles e o próprio Reita se havia calado quando seu olhar encontrou Nami à entrada da sala. – Podem ir. – Reita falou confiante, sua voz parecia mais grave do que o habitual.
- Suzuki-sama. – os quatro homens falaram enquanto fizeram uma rápida reverência. Pareciam mecanizados aqueles homens, giraram em seus calcanhares e passaram por Nami sem se atreverem a admitir que seus olhares se encontrassem com os da mulher. A porta da cobertura ouviu-se fechar.
Reita elevou-se do cadeirão e chamou Nami para junto de si com um gesto, ela atendeu seu pedido e não tardou em se ver envolvida pelos braços daquele homem. O beijo entre o casal aconteceu o mais tranquilo e de total entrega, possível. – Reita…posso pedir-te que me esclareças umas coisas? – perguntou-lhe ela com receio, até seu corpo tremelicou de medo entre os braços dele.
- Se poder esclarecer… - ele falou tranquilo mas interiormente imaginou o que queria a morena saber.
- Tu és mesmo o…chefe…chefe…do teu grupo? Ano…és o oyabun? – seus lábios tremeram-lhe de receio. Não estava minimamente interessada em se meter no assunto do “trabalho” daquele homem mas…era curiosa por natureza.
- Hai. Eu sou o oyabun. – ele respondeu baixinho. Nami encarou-o
- Mas…mas…Suzuki não é o nome associado a nenhuma família reconhecida da Yakuza. – ela concluiu mais para si do que para ele.
- Quem disse que somos…reconhecidos, Nami? – ele provocou com um sorriso
- Na..ni…? – esbugalhou seus olhos – Mas..é um clã, ne? – ele afirmou com um gesto de cabeça – Então…
- Nós atuamos fora da lei ou longe do conhecimento público, koi. Por acaso têm acontecido muitas conversas protestantes pelo facto de tu me conheceres e saberes o que eu faço e tudo o resto. – franziu o sobrolho.
- Normal. No lugar de um… wakashu ou kyodai, também não ia gosta nada de uma estranha pelo meio…não fiz cerimonia alguma e tudo isso que se aplica ao conhecimento de um clã. Não tenho oyabun e isso… - baixava gradualmente o tom da sua voz. – Acho perfeitamente compreensível que desaprovem o facto de eu aqui…surgir, ne. Temem que eu…fale. – Reita começou a rir e a morena corou imenso.
- Andas-te a estudar o que é conhecido da Yakuza, Nami? – quis ele saber
- Não. Bom…estudei algumas coisas mas só desde que vivo no meu bairro, porque desde inicio que me informaram que é um bairro onde atua Yakuza e aparentemente sabia-se que lá…vocês atuam muito. Até existem estabelecimentos que proíbem membros de clã no seu interior. O que acho escusado mas pronto. – encolheu os ombros – Só estou a tocar no assunto…Reita porque não quero que os teus kobun, wakashu ou kyodai… - encolheu os ombros em sinal de indiferença para si – protestem.
- Nami…diz-me…quando estive junto de ti pela primeira vez, mesmo sem saberes que sou oyabun…imaginas-te desde logo que discretamente confirmei o que faço na vida..que…
- Jamais poderia fugir ou escapar da Yakuza. Sim. É isso que me assusta, sabes. Eu sei lá o que pensam de mim.
- Portanto…eu senti que podia confiar em ti e foi impossível afastar-me de ti. Simplesmente… - sorriu – apaixonei-me sem lógica por ti…civil. – suspirou – Claro que isso condenou-te a ficares em silencio sobre tudo o que tens vindo a conhecer de mim.
- Sério…podes condenar-me a isso as vezes que desejares…Suzuki-sama. – ela falou timidamente – Simplesmente…quero estar a teu lado. – o homem inclinou-se ligeiramente para ela e acabou por lhe exigir um novo beijo.
- Koi…vou contar-te o que posso sobre a minha vida. Suzuki não está associado à Yakuza…o meu clã é…secreto para a maioria dos clãs poderosos. Somos 190 membros, 990 homens e entre os quais existem 100 recrutados para “dominação de área”. Faz de conta que és uma delas…para já.
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-18 22:42:44
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-17 23:15:51
...e basicamente é apenas isso. Estou extremamente, completamentre, inexplicavelmente...aborrecida. Fim.
Kisu <3
publicado por AnaFearless às 2013-05-17 18:20:57
- Falas dele de uma maneira diferente que falas dos outros rapazes.
- Talvez porque ele seja diferentes dos outros.

um beijinho,
Annie ♥
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-17 18:14:25
...em que a pessoa me chama de "amor" mesmo que só na brincadeira. Acredito que o mundo deu uma volta ao contrário do habitual. O_o
Mas sabe bem essas coisas, mesmo que na brincadeira, neh. =P
Kisu <3
Inocência da Maldade - 9º(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-17 15:20:37
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9º
Por sua opção pessoal ficaria ali deitada naquela cama, continuando a sentir os braços definidos de Reita a protege-la no seu sono e a tranquila respiração dele a tocá-la ligeiramente…mas ela tinha que ir trabalhar. Beijou-o ligeiramente, garantindo que não acordava aquele homem; sorriu, foi tomar rapidamente um duche, vestiu-se sem grandes minuciosidades; confirmou que Reita ainda dormia tranquilamente na sua cama e saiu do apartamento.
Mal saiu do edifício assustou-se, dois homens estavam próximos da entrada do prédio e pelo facto de um usar um fato negro e camisa branca e o outro vestir-se maioritariamente de negro…confirmavam que seguiam ordens de Reita. Inacreditável, a Yakuza estava à sua porta de casa, cumprindo ordens de um chefe poderoso da máfia…garantindo que ninguém lhes faria mal. Sorriu tontamente e um dos homens acenou confiante para ela. Sentiu-se incomodada porque sabia que aqueles “seguranças” tinham noção do que o seu chefe tinha ido ali fazer. Sentia-se demasiado exposta mas pelo menos quem passava ali não desconfiava a origem daqueles dois homens. Seguiu seu caminho para a pequena padaria onde tomaria um rápido pequeno almoço na companhia de Ary e juntos iriam para o emprego.
*
Reita despertou lentamente, recordou que não estava em sua casa mas…na da sua…namorada. É, Nami era sua namorada e ele esperava que ela aceitasse isso de coração. Ele estava exposto aquela mulher, ela despertara-lhe o lado calmo e apaixonado e mesmo que fosse perigoso…ele queria mante-la a seu lado.
Vestiu as suas roupas e sorriu quando olhou uma ultima vez a cama da mulher, tinha-a arrumado o que sabia e pareceu-lhe aceitável. Colocou a faixa sobre o nariz e saiu do apartamento de Nami. Desceu as escadas até ao rés-do-chão; assim que encontrou a luz do sol, semicerrou os olhos pois ficara encadeado. – Suzuki-sama. – o homem simplesmente olhou para o lado, sem visualizar completamente a feição do seu homem – Hoji-san já está no seu emprego. – informou
- A guarda do meu falecido nii-chan…que seja destacada para Hoji-san. – o homem assentiu enquanto seguia dois passos afastado do seu chefe – Tonaco já deve saber da existência dela.
- Hai, Suzuki-sama. – um carro negro e de vidros fumados parou ligeiros metros à frente do local onde Reita parara.
- Que eles sejam discretos. Se aquela mulher sonha… - sorriu – é capaz de me marcar mais ainda. – falou já para si mesmo. Nami havia-o marcado violentamente nos ombros quando o alto clímax de ambos havia chegado; Reita estava disposto a ensinar mais aquela mulher, tornando-a numa parceira especial mas unicamente para si.
*
Conteve uma risada quando se olhou atentamente ao espelho da casa de banho da engomaria, Reita fizera-lhe um chupão sobre a curva do seu seio direito, um segundo no final do pescoço e um terceiro sobre a barriga. – Aquele sexo em pessoa…- murmurou para si. Seu corpo doía-lha, aliás…o interior de suas coxas doía-lhe e pelo que, só agora, ela reparara… o interior das coxas estava enegrecido graças às estocadas de que fora alvo. Era bom demais para ser um mero sonho. Podia estar marcada, mas fora marcada por prazer benévolo.
Baixou a blusa, ajeitou a bata de trabalho e saiu da casa de banho. Sentia-se feliz demais mas prometera a si mesma que não iria concentrar-se totalmente em Reita, ele era Yakuza e ela não queria sofrer a dobrar…não o merecia, portanto jamais iria firmar-se e achar-se senhora e detentora do máximo possível daquele homem.
*
Saiu da casa de Ary, onde ela e Nadesko haviam ido jantar; infelizmente não poderiam estender o seu jantar e pós tal, mas sempre servia para dar forças para o resto da semana. Esfregou rapidamente seus braços quando saiu da porta da casa do seu amigo na companhia de Nadesko.
- Verão e as noites continuam frias. – Nadesko comentou após cobrir seus ombros com um casaco fino
- Realmente… - Nami murmurou; por algum motivo sentia-se observada desde que saíra do seu trabalho, olhara sempre em redor mas nunca visualizava ninguém em especial a observá-la.
- Olha…estive a pensar. – a mais velha falou então – Porque não falaz com o teu “amigo colorido” Suzuki-san. É difícil conseguir entrada no Riujii Bar ao fim de semana e eu estou desejosa de conhecer o lado exótico e rico da noite em Tókio. – gargalhou
- Não tenho coragem para chegar ao pé dele e dizer «Olha meus dois melhores amigos querem aproveitar uma noite no teu bar. Podes dar-me convites?». – falou sarcástica e abanou ligeiramente a cabeça
- Chotto…ele deu-te bilhete VIP no sábado. Não lhe custa absolutamente nada dar mais dois. E depois só se tem direito a uma bebida ou uma garrafa, conforme o tipo de convite. – fungou Nadesko. – Ele ofereceu-te um convite.
- O que não significa que todos os fins de semana vá me oferecer…saídas requintadas ou seja lá como for. – fungou por sua vez – Suzuki pode não gostar da…ousadia.
- Ele anda a dormir contigo. – a outra atirou pesadamente. Nami corou automaticamente – E claramente está louco por ti…porque…minha amiga…esse chupão possessivo no final do teu pescoço… - estalou a língua – Hummm…parece-me que é um homem com tudo a tamanho e poder indicado. – adotava um tom sacana, agora.
- Óh…para com isso… - a mais nova falou envergonhada. – Tenho…o interior das coxas enegrecido. – confessou então. Nadesko parou de caminhar e sorriu abertamente
- Começo a ficar muito interessada em conhecer esse homem. Meu Kami…deve ser uma loucura, não é fácil ficar-se enegrecida com…uma vez. – deslizou a língua por entre lábios
- Sou branquinha. Delicada demais…até irrita. – fungou Nami – Temo não ter…como acompanhá-lo. – baixou o olhar – Vai aborrecer-se de mim, Nadesko. – lamentou
- Amiga… - passou o seu braço por cima dos ombros da mais pequena e nova – não admito que penses isso. – falou carinhosamente – Esse Suzuki-san deve gostar de ti. Do nada ele admite que te quer, demonstra total preocupação contigo e nem teme admitir que não suporta ficar muito tempo longe de ti. Homens desses…não se fazem mais. – sorriu – Suzuki é edição rara. – deu um suave beijo na bochecha de Nami – Boa noite, querida. – disse antes de ambas seguirem por caminhos separados.
Nami acenou um rápido “adeus” à amiga e seguiu seu rumo. A suave brisa que se fazia sentir parecia ter um efeito calmante para a morena, por isso…ela não teve pressa em regressar ao seu pequeno apartamento.
http://iamcarmen.blogs.sapo.pt
A Precious Vampire - 5º C(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-17 14:15:37
O
5ºcap
Se havia coisa que um vampiro, rapaz, aprendia logo que entra no mundo vampírico, é que Bill poderia ser um perigo imenso. Ele é um conquistador nato, para quem é dos mais velhos naquele mundo imortal…as vampiras fascinam-se com ele, morrem de amores por ele e oferecem-lhe todo o seu respeito e dedicação. Problema enorme para Tom. Abby continuava bela e erótica, como sempre o fora e ele havia se afastado da vida dela desde que ela tinha entrado nos últimos 2 anos de Universidade e mais ainda desde que se via envolvido em problemas superiores ao qual ele não gostava de se envolver, até um caça vampiros saber aquilo que Tom é e Abby.
Despertou do turbilhão de pensamentos que o atingia até ao momento, olhou devagar para o lado e viu-a, completamente perfeita e apenas em langerie.
- Demoras-te. – comentou lentamente, viu-a sobressaltar-se
- Pensei que havias adormecido aí. – olhou rapidamente para a cama de casal, sorriu e apanhou um vestido de cor lilás claro. Não o vestiu, pois Tom já a havia envolvido pela cintura com seus braços e beijava-a – Wow… - riu-se contra os lábios dele – que se passa?
- Tinha saudades. – beijou-a – Aliás ainda tenho muitas saudades. – sorriu e moveu o piercing de modo provocante
- Aí sim?! – falou divertida – E tens saudades do quê, exactamente? - ele colocou-a ao seu colo – Tom!
Levou-a até junto da cama, deixando que o corpo suave da namorada descai-se sobre a colcha da cama…juntou as mãos á anca de Abby e começou a cobrir o corpo moreno dela com o seu, beijando-a devagar mas com estímulo.
- Abby… - sussurrou – lembra-te que continuo e hei-de continuar a te amar. – falou junto dos lábios dela. Ouviu-lhe o suspiro fictício e recomeçou a beijá-la docemente, com total dedicação.
- Á que tempos que não me dizias isso. – ela murmurou
- Desculpa. Ando abstraído. – deslizou as mãos até junto do fecho do sutiã da vampira e abri-o, Abby moveu-se até que Tom retirou essa 1ª peça de roupa interior a ela. Arrastou as mãos por dentro da t-shirt dele até que lhe a despiu, ambos sorriram e sentiram que o desejo começava a despertar fervorosamente.
Viu-se sem as calças e vingou-se a deixa-la completamente nua para si, arrastou os lábios ao longo da barriga plana de Abby e começou a provoca-la com beijinhos molhados e sensuais, ouviu-a gemer, começou a deslizar a língua pelo peito da rapariga, acabando por vezes mordiscar-lhe os mamilos, um novo gemido escapou dos lábios dela. Sentiu a excitação dele a crescer e assim também a sua começava a aumentar gradualmente, havia perdido conta aos dias, talvez meses para ser mais certa, que não fazia amor com Tom e agora estava perto de tal e só o amor que a percorria fazia sentir-se quente e algo parecia apertar-lhe o estômago. Gemeu mais fortemente assim que Tom começou a deslizar uma mão pelas suas pernas, arrastando assim o que restava de roupa interior em Abby, sorriu meio nervosa quando ele voltou a tocar pontos erógenos que á muito não sentiam uma carícia. Voltou a sentir a pressão dos lábios dele sobre os seus, até que ela lhe ofereceu beijos intensos e excitante…soltou suave grito assim que se sentiu a ser penetrada, os corpos de ambos começaram a se movimentar conforme as penetrações o exigiam, continuavam coordenados, plenamente moldados um ao outro…o ritmo das penetrações aumentou e o friccionar de ambos os corpos criou um súbito calor e uma súbita paixão louca, algo que fazia com que eles prolongassem o máximo possível aquela entrega sexual. Passou a língua pelos lábios, fez os seus caninos sobressaírem-se, ouviu Tom a soltar um suspiro…Abby havia aprendido coisas interessantes que podiam levar o rapaz ao limiar do prazer…cravou os dentes na pele dele, bem no meio da lateral do pescoço dele, ele gemeu e penetrou-a com mais força…Abby desenterrou os dentes da pele dele, e esta começou a regenerar-se, elevou a anca e envolveu a cintura de Tom com as suas pernas, o ritmo e a profundidade das penetrações aumentou mais…ela soltou mais um grito, e voltou a cravar os caninos na pele dele, agora no ombro…
- Abby… - ele pigarreou
- Quero-te louco só para mim. – mordiscou a orelha dele depois de lho dizer; como ambos eram vampiros já não havia problema de se beijarem tanto um ou ambos em transformação, não se magoavam, então ela beijou-o subitamente. O calor que pareciam queimar as suas peles era estranhamente provocador e ao mesmo tempo faziam com que ambos os vampiros de desejassem ainda mais.
Gemeram ambos e mostravam-se ofegantes, sorriram e beijaram-se…Tom que já se havia transformado, deslizou os lábios pelo peito de Abby e mordeu-a logo a baixo do peito, ela arqueou-se e riu-se. O estalar em conjunto anunciou que por agora chegava de mordidas eróticas. Arrastou meigamente a mão esquerda pela pele cremosa dela, e beijou-a entretanto.
- Tens noção de á quanto tempo me mantinhas em celibato, Tom? – ela fingiu-se indignada. Ele riu-se. – Não tem piada, percebes! – beijou-o – Pensei que daria em louca muito em breve.
- Portei-me mal nisso, amor. Eu sei! – falou junto aos lábios dela. Abby fez por suspirar, á mais de um ano que não ouvia Tom a se referir a ela como “amor”. Tinha saudades de tal palavra. – Não volta a acontecer.
- Pois… - remexeu-se e ajeitou-se mais na cama – Tom? – sentiu o olhar intenso dele sobre si – Eu tenho mesmo que te perguntar isto, senão dá-me alguma coisa. – ele arqueou o sobrolho esquerdo – Tu…amh… - se fosse humana estava mais que corada
- Podes falar, Abby. – disse-lhe calmamente
- Sabes que á muito, mesmo muito tempo que não estamos, ou melhor, que não estávamos juntos…e…tiveste…com outras? – baixou o olhar e rezou para que ele não se irritasse.
- Claro que não, Abby. – elevou-lhe a cara e fê-la olha-lo nos olhos – Nunca te enganei, nem com vampiras nem com humanas. Eu amo-te.
- Na noite da festa…a humana de quem te alimentas-te…parecia…extremamente…excita
- Ela é uma daquelas miúdas que delira por ser mordida todos os dias, a bem dizer. Eu tinha era sede, mais nada. – sorriu – Eu nunca seria capaz de te enganar. Eu disse-te que não te irias livrar de mim na imortalidade, Abby.
- Isso foi á 4 anos atrás. – ela mexeu-se incomodada – Diga-se que não temos andado muito…amorosos um com o outro, ãnh!
- Já pedi desculpa. Mas tem surgido muitos problemas e o meu criador precisa da minha ajuda. – beijou-a
- Certo. – voltava a morder o lábio nervosamente – Bem…vamos alimentar-nos? – sorriu devagar
- Sim. Deixaste-me esfomeado. – riram-se
publicado por ~ inês às 2013-05-16 17:44:58
O que há em mim é sobretudo cansaço
O que há em mim é sobretudo cansaço
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.
A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto alguém.
Essas coisas todas -
Essas e o que faz falta nelas eternamente -;
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.
Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...
E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço.
Íssimo, íssimo. íssimo,
Cansaço...
Álvaro de Campos
Inocência da Maldade - 8º(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-15 18:18:14
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Fica só a dica. =)
O
8º
Terminou de arrumar as roupas no guarda-roupa e com uma ultima observação confirmou que não havia mais nada para arrumar ou colocar para lavar; espreguiçou-se demoradamente e recordou o novo dvd que comprara naquela tarde, ideal para fazer a sua noite. Saiu do seu quarto e justamente quando passava perto da porta do apartamento o toque tímido da campainha desta notou-se. Olhou a porta e aguardou um pouco, bateram suavemente à porta e a rapariga adquiriu coragem para abri-la.
Corou automaticamente ao se deparar com aquele homem, Reita vestia umas calças negras meio justas, camisa branca com parte dos botões desabotoados, revelando assim ligeiramente o peito daquele homem, usava um casaco justo mas de mangas arregaçadas; depois o cabelo tinha aquele jeito particular, a faixa cinza que o homem usava para lhe ocultar o nariz dava sempre aquele jeito misterioso. – Reita. – ela deixou escapar e logo aquele loiro/moreno invadiu a casa dela, sem pedidos de licença…nada. Imediatamente tomou Nami em seus braços e a beijou, a porta do apartamento foi fechada bruscamente com um empurrão de pé dele.
- Não conseguiria aguentar até amanhã para te ver. – ele confessou-lhe. Nami riu-se animadamente e logo puxou Reita consigo até à sala de estar.
- De facto não esperava ver-te…tão depressa. – confessou ela
- Porquê? – falava junto da boca de Nami e não tinha forças para afastar aquele corpo do seu. – Diz-me porque não acreditas que me atrais realmente? Tudo se baseia em ti só de te olhar, Nami. – exigiu-lhe um novo beijo após falar tal coisa.
- Porque…porque…habitualmente este tipo de coisas não acontecem com…pessoas simples como eu. – ela falou cabisbaixa.
- És especial, não simples. E pouco me importa…desde que sejas minha, nada mais quero saber. – admitiu-lhe.
- Como é que alguém que faz o que tu fazes consegue ser tão caloroso com uma mulher? – quis Nami saber.
- Eu bem que te estou a informar que és especial, morena. – sorriu contra seus lábios carnudos e depois chupou-lhe o inferior.
Nami sentiu-se a fraquejar, de novo, aquela ansiedade por tudo o que Reita lhe poderia dar fazia-a ficar de corpo quente e nervosa devido ao desconhecido. Aquela atração sexual que surgia do nada entre aquele casal não era normal; a voracidade com que os beijos que trocavam aconteciam era bastante intensa, algo inexplicável.
A sua pélvis fisgava com o roçar do corpo daquela mulher contra o seu, era uma doce tortura que Reita gostava…era aquilo que o fazia diferente, fazia-o indescritivelmente apaixonado por Nami. Ela atraia-o de modo surpreendente, o desejo que crescia em si queria eclodir e tomar aquela morena só para si o quanto antes.
Os beijos que trocava naquele momento com aquela mulher inquietavam-no, excitavam-no imenso mas…surpreendentemente, Reita mantinha a calma e tentava não exagerar, não esforçar Nami…reparar na doçura com que ela se entregava, o carinho que se espelhava em suas rosadas faces…todo aquele jeito imaculado da morena…a noção da sua inexperiência era a tortura daquele yakuza, mas uma tortura que o satisfazia.
Nami foi carinhosamente abraçada mas podia sentir o seu interior a exigir-lhe que avança-se para o nível onde tudo havia sido interrompido na noite anterior mas…como fazia ela isso?! – Reita… - murmurou contra o pescoço dele, o homem fez por encara-la atentamente. – ontem à noite… - humedeceu os lábios – que aconteceu para tão subitamente…me teres desejado? – corou imenso ao terminar de falar aquilo. Era inexperiente, tinha total noção disso, mas também não queria ser medrosa.
- Geh…- ele pigarreou e passou rapidamente uma das mãos pelos seus cabelos – Nami…não é necessário fazer nada em concreto. Desejo-te imenso… - deslizou o polegar pelo lábio inferior da mulher – fazes-me sofrer por não poder tocar-te mais. – admitiu-lhe
- Não…poderes…tocar mais… - Nami balbuciou
- Minha alma está condenada…e não quero magoar-te, retirando-te essa inocência sem o desejares realmente. – então Reita havia-se apercebido que ela era inexperiente. Nami sorriu carinhosamente
- O que realmente importa para mim…é poder ter-te…de verdade. – ela confessou-lhe.
Olhar Nami era o mesmo que olhar uma menina mulher indefesa, ter noção que ainda existia pureza na alma de algumas pessoas. Ele não queria manchar aquela pureza mas seria impossível mante-la intocável.
Seu membro pulsou e seus boxer’s tornaram-se apertados demais; desistiu de poupar o corpo de Nami. Suas mãos invadiram a blusa que a mulher vestia naquele momento, passando a tatear cada centímetro de pele; ela ofegou timidamente e logo seu corpo passou a reagir ao toque daquele homem lindo. Reita deslizou ambas as suas mãos até ao encontro do rabo da mulher, apertando-a então contra si e revelando-lhe o quanto ele começava a ficar excitado; de súbito Nami viu-se obrigada a mandar um salto para o colo de Reita, enlaçando sua cintura com as pernas.
Suas bocas só se separavam para que o casal recuperasse folego, isso aconteceu até a mulher ver-se obrigada a descair sobre…a sua própria cama. Reita livrou-a imediatamente da blusa e dos calções de tecido que a mulher vestia para andar pela casa, arrastou uma das mãos pela perna fletida de Nami….excitando-a com o seu toque meticuloso; os beijos aconteciam com mais calma agora…mas mais demorados também; a mulher arqueou-se ligeiramente e fechou os olhos com força quando a mão exploradora do yakuza a tocara no interior das suas coxas.
Aproveitando-se, Suzuki decidiu estimular a companheira…massajando os dedos sobre o tecido delicado da peça inferior da langerie dela; a outra mão foi segurar um dos seios de Nami, apertando-lho e depois libertando-o do contacto com o sutiã. Deslizou sua língua pelo mamilo rosado da mulher, este enrijeceu de excitação; chupou ligeiramente aquele pequeno botão de rosa e mordiscou cuidadosamente. Nami gemeu e contorceu-se; suas cuecas ficavam cada vez mais molhadas com o estimulo de que aquele homem a fazia alvo naquela área do seu corpo. - …óh…Reita… - gemeu inconscientemente e ofegou quando ele decidiu que bastava de tecido e a livrou da langerie.
Timidamente a mulher livrou Reita do casaco e aproveitando que vários botões da camisa já estavam desabotoados…ela terminou rapidamente a tarefa; apreciou a firmeza do peito daquele homem, ficando ainda mais excitada com a imagem. Reita respirou fundo e desenlaçou a faixa que fazia uso sobre o nariz, viu o sorriso de menina estampar-se nos carnudos lábios de Hoji e não conteve a nova vaga de vontade de a beijar.
O homem afastou seu corpo ligeiramente, da carteira que tinha no bolso das calças retirou um contracetivo e aproveitou para despir totalmente suas calças. Olhou desafiante para a contida Nami e com o olhar indicou-lhe os seus próprios boxer’s. Nami estava escarlate e mais nervosa agora. – Tem calma minha linda. – ele murmurou-lhe. Tinha que espicaçar aquela mulher, libertá-la daquela timidez; obrigou-a a entreabrir os lábios e colocou o seu polegar entre estes; ela soltou um profundo suspiro e fechou os olhos com a intimidade, Reita deslizou a ponta do polegar sobre o inicio da língua da mulher, afastou-o depois e simplesmente humedecia os lábios de Nami com a sua própria saliva. Ela gemeu e sentiu-se insuportavelmente excitada.
Reita colocou-se de joelhos entre as pernas afastadas da companheira para que esta tivesse mais facilidade em o livrar dos boxer’s que já o magoavam de tão apertados que se encontravam. Nami engoliu em seco e decidiu ter coragem e aplicar algo que havia lido em várias revistas de “truques e dicas”. Elevou seu tronco e praticamente ficou sentada sobre a sua cama, agarrou os boxer’s negros do homem e começou a livrá-lo de tal peça; ele retirou totalmente a peça do contacto com seu corpo e preparou-se para se colocar sobre Nami e entrega-lhe todos os beijos que ela merecia, mas a mulher surpreendeu.
Arregalou seus olhos quando a viu a roçar seu tronco pela sua cintura e deixá-lo mais duro ainda; timidamente a mulher tocou o membro masculino e acariciou-o delicadamente, apertando uma vez por outra. – Nami… - falou rouco. Colocou de novo seu polegar entre os lábios carnudos da mulher, esta lambeu por instinto. Nami ia tirá-lo do sério depressa demais.
Preparava-se para sugar o membro de Reita mas este impediu-a, elevou seu olhar e mostrou-se tristonha – Não. Não tanto. – ele falou ofegante – Não deixo que te esforces tanto da primeira vez. – ele preocupava-se com Nami, preocupava-se de verdade. Poderia ela amá-lo com tão pouco tempo junto de si?
Reita empurrou-a contra a cama e abafou a boca da mulher com beijos, depressa se protegeu e logo fez Nami fletir as pernas ligeiramente; acariciou o interior das coxas da mulher à vez, esta pigarreou de prazer. – Nami…- falou contra os lábios dela e penetrou-a devagar, sentiu-a ficar tensa de súbito – por favor koi…relaxa. Não te magoarei, prometo. – falava em sussurros para a companheira. Ela atendeu seu pedido e relaxou o máximo que conseguiu o seu corpo.
Ele foi insistindo devagar, atento ao bem estar da parceira…amoroso como nunca imaginou conseguir ser.
- ..i..itai…Reita… - gemeu ela contra a curva do pescoço do homem – itai… - gemeu mais uma vez e cravou suas unhas nos ombros dele.
- Não koi. – ele murmurou – De certo modo gostas realmente de mim…eu sinto-o…então…deixa-me… - ela suspirou e sentiu que todo o seu interior tinha sido invadido em completo; era grande, duro…Nami persentia que era demais para ela aguentar. Sinto-o a recuar devagarinho e aí Nami ficou aliviada…o pior havia passado, a barreira havia sido ultrapassada.
- Sim, eu deixo. – ela falou suavemente. Reita beijou-a, foi mais atrás e penetrou com ritmo; espasmos de prazer identificaram-se pelo corpo da morena. Algumas vezes contidas e logo as estocadas se tornaram intensas e profundas.
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A Precious Vampire - 4º C(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-15 16:09:12
4ºcap
Abby não podia dizer que estava aborrecida ou só, aquele novo vampiro estava a ser uma excelente companhia. O facto das empregadas do Hotel suspirarem lentamente de cada vez que Bill passava por elas ou as olhava, só que fosse de relance começava a divertir Abby. Com Tom era a mesma coisa, todas as raparigas que andavam por aquela ilha não escapavam impunes á beleza dele e ao seu estilo único.
- Hummm que sorriso mais carinhoso. – voltou á real e olhou o moreno – Que te mete assim tão…encantada?
- Á muita coisa que me encanta, Bill.
- óh…como por exemplo? – mantinham-se ambos relaxadamente sentados nas cadeiras de praia, sobre a sombra do guarda sol, ambos de óculos escuros e atentos aquela maravilhosa praia
- Porquê essa curiosidade sobre o que poderá meter-me…encantada? – sorriu e olhou-o atentamente
- Porque o teu sorriso faz um tipo fazer tudo para te manteres encantada. – ele informou docemente
- Sabes Bill, tu realmente sabes o que dizer a uma vampira. – riram – Mas comigo não vale a pena persistires.
- Ninguém sabe o que possa acontecer de futuro. – sorriu e deu uma golada na sua bebida alimento – E existe alguma coisa divertida que se possa fazer á noite nesta ilha, Abby?
- Depende do que achas divertido, Bill. – falou num tom brincalhão . O rapaz ia responder, mas subitamente concentrou toda a sua atenção atrás de si, Abby também espreitou. – Voltas-te. – falou de sorriso resplandecente
- Ao que parece. – Tom respondeu devagar – Bem-vindo ao meu Hotel, Bill. Á anos que não te via. – sorriu rapidamente
- Sim. Tenho andado ocupado. Soube que ajudas-te no termino do Klaus. – bebeu mais um pouco – Parabéns!
- Não fui eu quem o matou. – o semblante do das tranças ficou rígido – Que fazes aqui, Bill?
- Férias. – o outro respondeu sorridente e levantou-se da cadeira. Abby não evitou apreciar as formas atléticas do vampiro mais velho, acabando por se sentir intimidada. – Penso que mereço.
- Sim, imagino que sim. – Tom apanhou o copo de Abby e bebeu o que restava neste – Começa a ficar demasiado calor, não? – deslizou o olhar pela namorada
- Um pouco. – recuperou a fala e também se levantou da sua cadeira – Vou só dar um ultimo mergulho. – falou animada, contornou o Tom e depositou um suave beijo no ombro deste. – Não precisam esperar por mim. – anunciou ao notar que Bill não fazia noção de sair dali e correu para a água.
Bill sorriu divertido, notou a fixação de que era alvo por parte de Tom Kaulitz. Bebeu o que restava da sua bebida e voltou-se para o rapaz.
- Nervoso? – sorriu divertido
- Que fazes aqui? – o das tranças ripostou
- O que te disse, Kaulitz. Estou de férias. – começou a focar o local onde Abby mergulhava habilmente, deixou escapar um sorriso.
- Estas a desejar demais, não achas? – o outro retorquiu irritado
- Caramba Tom! – esbugalhou os olhos – Desde quando és ciumento e… - voltou a olhar para o local onde a rapariga mergulhava – só de uma mulher? E que mulher a tua. – os seus olhos faiscaram
- Bill! – puxou-o pelo ombro e obrigou-o a caminhar para trás, uma vez que Bill já dava passos até á beira mar – Nem te atrevas a meter-te com a Abby!
- Á 200 anos que não “nascia” uma mestria, Tom. Eu tinha de ver com os meus próprios olhos. – começou a caminhar, contrariado, lado a lado com o outro – Crias-te uma vampira fascinante, meu amigo. – sorriu – Muito fascinante mesmo.
- Pára com isso. – falou carrancudo – Ela é minha.
- Criaste-a, completamente diferente de ser tua. – humedeceu os lábios – Abby é de quem quiser. Aliás… - falou travesso – ouvi umas conversas interessantes pelo Hotel.
- Que conversas? – olhou-o chateado
- Segundo o que ouvi, e olha que oiço bastante bem Kaulitz… - Bill riu-se – Quando ela era humana e 2 anos depois de a criares eram inseparáveis…mas ao 3º ano… - estalou a língua – começas-te a esquece-la! Para quem tu tinha descoberto o amor e não sei mais o quê!?
- Eu amo a Abby! – Tom afirmou – E não tens nada que saber da minha vida pessoal. – colocou as mãos nos bolsos das calças
- Ó tenho sim! Porque és um idiota pintado, Tom! Que a minha imortalidade me livre de perder o interesse numa mulher dotadíssima em todos os sentidos, como Abby Everton. – Tom barrou o caminho ao moreno e olhou fervorosamente – És mesmo idiota! Aposto que á meses que não estás de verdade com aquele…mulherão. – abanou a cabeça infantilmente e contornou o outro, foi agarrado subitamente pelo pulso
- Livra-te de te meteres a conquistador com ela.
- Se continuares a ignora-la e a deixa-la de parte nas tuas…aventuras mais recentes, Tom…ah…não será preciso muito da minha parte para conquista-la…totalmente. – sorriu e correu assustadoramente dali, deixando Tom especado a olhar para o ar.
publicado por AnaFearless às 2013-05-14 16:00:15
Hey! Eu sei que a fanfic está a tornar-se super secante, parece que nunca mais desenvolve, mas sei lá, na altura escrevia coisas assim, parvas. De qualquer maneira, não vou alterar nada, e espero que gostem á mesma. Deixem o vosso comentário, conto com ele :)
um beijinho,
Annie ♥
Capítulo 25 - "Ele está a fazer-se a ela!"
Justin chega ao hospital finalmente, e vai para o pé de Kate:
Justin: Então, alguém morreu ?
Kate: Não. O Robert está em coma! Ele foi atropelado...
Justin (irónio): Oh, que pena... O vampiro perdeu os dentes foi ? Ahah
Kate (começa a rir-se): Acho que não... Olha, se queres conquistar a Andie vai ter com ela agora. Neste momento ela está com o coração partido e vai precisar de um ombro amigo para chorar.

Justin: Coração partido ? Eles não namoram para ela ter um coração partido. Por acaso, a menina Kate não tem nada a ver com o assunto do Robert Pattinson, não ?
Kate: Ai Justin, tu entendes-te. Eu ? Tu é que tinhas interesse em faze-lo !
Justin: Mas não, mana, não fiz. Vou ter com a Andie, até logo.

Com Kelly e Andie:
Andie: Ouve, isto não nos leva a lado nenhum, estamos zangadas à não sei quantos dias por causa de uma estupidez. Parecemos umas crianças...
Kelly: Isto começou tudo por tua culpa!
Andie: Olha, eu já não sei de quem é a culpa, não posso fazer mais nada, desculpa. Vou-me embora, adeus.

Andie vai-se embora.
Justin: ANDIE! Olááá ^^
Andie: Olá... Justin, certo ? Nunca me lembro do teu nome.

Justin: Certoo =D , então como é que estás ?
Andie: O Rob foi atropelado e está em coma, não estou lá muito bem não, e tu ?
Justin: Nem eu, foi um grande choque para mim.
Andie: Mas vocês nem se dão... olham-se tipo daquela maneira que se odeiam imenso...

Com os famosos:
Kevin: O Rob não ia gostar nada de ver a Andie a falar com o outro...
Zac: Eles estão só a falar...
Joe: Ele está a fazer-se a ela !
Claire: Joseph, pára de inventar histórias!

Joe: Já pensas-te se é verdade, já ?
Claire: Mesmo se fosse, o Robert não estaria cá para ver!
Nick: Parem de discutir, isso não leva a lado nenhum. Parecem umas crianças, meu.
Com Kelly e Kate:
Kate: Então, quero saber tudo! Ela foi violenta ?
Kelly: Só estivemos a falar, mais nada...
Kate: Sobre...

Kelly: Sobre os Jonas Brothers, o Robert, o Zac e tu e o teu irmão.
Kate: Mas, o que é que ela disse ?
Kelly: Disse que queria resolver tudo comigo.
Kate: Quer uma ova! Mentirosa!
Kelly: Eu acho que ela estava a ser sincera.

Kate: Então, se achas isso, porque não fazes as pazes com ela ?
Kelly: Talvez, não seja a melhor altura.
Enquanto isso, os Jonas e a Claire vão para casa descansar, e mais tarde Justin, Kate e Kelly também. Zac e Andie ficam no hospital, pois esta quer estar lá quando Rob acordar.
No carro dos Jonas:
Nick: Que dia!
Nenhum dos irmãos o tinha ouvido.

- Porque razão não é a melhor altura para as irmãs fazerem as pazes ? O que as impede ?
- Kate, está a ser boa amiga ?
- Estará Justin, mesmo preocupado com Rob ?
- Quem terá atropelado Rob ?
Não podes perder o próximo capítulo para descobrir tudo isto e muito mais !
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-13 16:11:23
Eu tive infância, tive amigos de infância, colegas de escola, pessoal da minha idade e com quem lidei um bom tempo em 24 (ou 25) anos de existência. De repente toda essa gente ou maior parte dela está num relacionamento sério, casado, juntou-se...por aí...do nada todos tem alianças, todos tem uma casa só sua ou para dividir com o companheiro/a...e do nada... noto que sou a única que não tem porra nenhuma disso. o_O
Sério?
Casados, juntos, amigalhados, comprometidos e agora...para serem pais... =O sério...
Não que me sinta mal, não; apenas existiu qualquer coisa que escapou na minha vida nos ultimos anos e eu não me dei bem conta da situação.
Eu nem sequer sou comprometida por assim se lhe chamar; diz-se "complicado" ou mesmo "qualquer coisa" e agora aquele pessoal da minha infância já ganha para uma casa e filhos. A sério?
Choque. Medo.
Perdi algo e não me dei realmente conta.
Kisu <3
Inocência da Maldade - 7º(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-12 15:30:09
Para quem não tiver conta ou blog sapo e utilizar o "não tem blog sapo" para desejar comentar e o tal "Publicar Comentário" não surgir...não se preocupe. No canto superior direito da tua tela de pc deves ter algo que indique para "diminuir o zoom" da pagina (normalmente isto está a 100%) e basta reduzir para 90% ou menos (caso o desejes) para que a "linha" que te permite publicar apareça logo por debaixo da area de comentário.
Fica só a dica. =)
7º
O estomago dela parecia ter-se enrolado todo, tudo pelo que passara naquele sábado à noite fora coisa dita do outro mundo. Estar tão entregue a um homem, ser tocada e beijada de modo tão possessivo e erótico, ouvir palavras de carinho vindas de um Yakuza. Era demasiado para associar e mais ainda para contar a Nadesko e Ary que a olhavam expectantes naquela mesa de pastelaria…aguardando uma resposta a uma simples pergunta “Quem é o homem com quem saíste ontem?”. – Estás a me colocar nervoso. – Ary resmungou – Afinal desde quando tens um homem na tua vida que não eu? – indicou-se
- Que homem que o quê. – Nadesko protestou – És a bicha mais bicha da zona. – riu-se e em resposta levou uma palmada do outro. – Agora falando sério. Do nada telefonas-me e dizes que tens um encontro e…note-se…no Riujii Bar. – semicerrou os olhos
- Como de uma sexta para sábado encontras um homem e ele leva-te logo para a porra de um bar de elite? – Ary guinchou – Absolutamente bizarro. – moveu as mãos de modo teatral.
- Bem…ele…amh…nós conhecemo-nos na sexta-feira à tarde. – Nami começou a informar, tendo especial atenção em jamais referir a palavra tabu com os seus amigos…Yakuza. – Nada de especial. Depois à noite…vocês sabem que houve algo que envolveu… - baixou o tom da sua voz e olhou rapidamente em redor – a Yakuza. – Ary e Nadesko assentiram nervosos – Então, Suzuki-san estava de passagem no nosso bairro e viu-se no meio daquilo e fugiu atrás da primeira pessoa que viu…civil normal. Era eu. – suspirou – Ele fez-me companhia e eu dei-lhe lugar para ficar até a situação passar. Conversamos e algo…estranhamente inexplicável surgiu entre nós, sem ser referido. Claro. – mordiscou o lábio – A dita “faísca” da qual vocês tanto falam. – sorriu como uma criança e corou – Ontem ele convidou-me para sair. E…ele parece seriamente interessado em mim. – baixou o olhar e suas bochechas pareciam querer pegar fogo a qualquer segundo.
- Meu Kami… - Ary falou de modo arrastado – parece coisa de filme. Acontece assim…do nada…sem explicação logica, ne. – estalou os dedos – Acontece essa atração. Simples.
- Isso parece-me rentável, Nami. – a outra mulher falou animada – E que faz ele? – Nami apertou os lábios
- É…dono do Riujii Bar. – confessou então e rezou para que os seus amigos não tivessem ouvido falar em negócios de Yakuza naquele estabelecimento.
- Jura? – Ary e Nadesko guincharam alto, a amiga teve que lhes pedir calma. – Minha vida… - a mais velha dos três tomou liderança na continuação da conversa – O homem é rico! – entrou em hiperventilação.
- Nadesko, Nadesko…menos mulher…muito menos. – Ary pediu-lhe de um modo totalmente bicha. – Tens uma sorte absurda. Bizarro! – exasperou depois para Nami.
- E…parece…realmente…de facto…interessado em ti…em ti. Não em… - a outra continuou
- Em te foder. – Ary concluiu pesadamente. Nami revirou os olhos – Relembro-te que…nunca tiveste com nenhum homem nesses aspetos. – a outra corou ainda mais
- Eu sei. – murmurou – Mas não fales nisso aqui…assim…do nada. – pediu-lhe e voltou a elevar o seu olhar para os amigos.
- Bom, se for assim. Tem meu apoio. Mas… - Nadesko fizera até questão de elevar o dedo indicado direito para dar mais enfase á sua conversa – Mas…se ele for um filho da puta que tudo o que quer é brincar…pois ele que aguarde uma revolução. – soprou. Nami nem quis imaginar como Yakuza se defenderiam…pessoalmente. – E agora? – questionou de súbito
- Agora…o quê? – Nami mostrou-se confusa
- Agora…quando se encontram de novo? – piscou os olhos e olhou Ary que terminava o seu sumo natural.
- Não sei. Ontem com aquela urgência no…bar…Suzuki teve que me deixar, sobre um muro de pedidos de desculpa. – corou de novo ao recordar as palavras de dor de Reita – Não sei quando o volto a ver. – sorriu – Também não existe nada…concreto entre nós.
- Ainda. – Ary enfatizou – Liga-lhe. – indicou
- Não. Ele é de família abastada logo…deve ser mais ocupado, não só pelo Riujii Bar. – concluiu, mantendo afastada qualquer espécie de desconfiança daqueles dois.
- Mas tens que falar com ele. Não podem só encontrar-se ou falar de fim de semana a fim de semana, Nami. – Ary insistiu – Depois ainda hoje é domingo.
- …e amanhã trabalhamos. – semicerrou os olhos e o amigo encolheu os ombros como despreocupação.
*
Desconhecia quando ou se iria voltar a encontrar-se com Reita, mas o seu interior queria uma resposta positiva; queria sentir toda aquela excitação e desejo de novo, aquilo fora como uma droga para Nami. Reita viciara-a em si.
Ocultou o rosto com suas mãos, envergonhada por pensar tanto em cada pormenor do que acontecera entre si e aquele homem…se não fosse aquela “urgência”, provavelmente Nami ter-se-ia rendido totalmente a Reita, sem pensar duas vezes em erros ou arrependimentos depois. Mas pensado as coisas de outro modo…como poderá aquele loiro/moreno reagir ao facto de ela não ter a mínima experiencia naquela avançada área? Tinha sido tocada daquele modo pela primeira vez em 24 de vida por Reita. Será que ele tinha percebido a inexperiência dela?
Seu ventre fisgou, Nami pousou a mão esquerda sobre este…só de pensar naquele homem, seu corpo reagia…aquecia, seu interior dilatava-se e ficava húmido. – Kuso. – murmurou envergonhada e foi acalmar a sua ansiedade num duche frio.
*
Orichi olhava o seu chefe e podia sentir o quanto este estava maldisposto, depois do imprevisto da noite anterior que o havia obrigado a interromper o “encontro” de Suzuki-sama, o ambiente tornara-se frio, sombrio e facilmente mortífero. Reita era um assassino impiedoso e todos o temiam, irritado ou maldisposto…seria uma arma aniquiladora que podia mover montanhas. Orichi nem conhecia a jovem mulher que estava na companhia de Suzuki na noite passada de sábado, era uma mulher jovem sim, bastante atraente, simples e intensamente sedutora; fosse quem ela fosse, era diferente de todas as outras com que o seu chefe dormia, não dormia e dizia…fazer par com ela; aquela pequena morena era diferente…qualquer um senti-lo-ia e inacreditavelmente Reita não temia nada e queria tudo da mulher.
- Suzuki-sama. – falou cautelosamente; Taru olhou-o assustado – A situação está…controlada. – sua respiração estava entrecortada. Podia ser assassino, trabalhar à anos para a Yakuza mas jurara pela sua vida que jamais voltaria a duvidar da liderança e atuação de Reita.
- Sim. – a voz do chefe dos Suzuki saiu pesada, fria…mortal. – Acabem com aquele desgraçado. – anunciou – Quero a cabeça dele separada de seu corpo. – arreganhou dentes como uma fera – Comecem… - sorriu de canto então – pela sua aneue. – pediu – Quero que ele sinta o mesmo que eu senti quando ele acabou com a vida do meu nii-chan. – semicerrou os olhos – Quero-o no fundo, sofrendo…mas não lhe darei 3anos como ele me deu para sofrer a morte dos meus parentes.
Taru sorriu animado, o terceiro dirigente imitou e Orichi assentiu – Hai Suzuki-sama! – fizeram uma demorada reverência ao seu chefe e saíram daquela sala requintada.
- Higurachi! – Reita falou bem alto; um homem alto e de anos de experiencia surgiu como uma sombra à porta da sala – Vinga-te também. – o homem sorriu satisfeito – Cansei-me de brincar ao “toca e foge”. – suspirou – Minha vida e área tem coisas mais importantes com que se preocupar.
- Finalmente, Suzuki-sama. – Higurachi falou numa voz profunda
- Quantos foram ontem à noite? – lembrou-se de questionar
- 16, Suzuki-sama. – o homem informou
- Recrutem. – ordenou e o homem assentiu, fazendo uma rápida reverência…saiu dali. O sorriso frio dele sumiu então, dando lugar ao sorriso carinhoso que descobrira em si graças à mulher que lhe ocupava os pensamentos e chamava por seu corpo. – Nami-chan. – murmurou e olhou pela janela, era noite. Ideal.
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A Precious Vampire - 3º C(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-12 15:08:07
3ºcap
- Como foi embora? – falou irritada
- É que o criador dele chamou-o com urgência, Abby. – Nina respondia nervosa. O recepcionista que havia interrompido surgiu na sala
- Algum problema Miss Everton? – o homem falou friamente, não era segredo para ninguém que aquele homem não gostava muito de Abby.
- Sim. Tu… - os seus caninos surgiram
- Miss Everton…. – arregalou os olhos – Que se passou?
- Abby… - Nina advertia-a
- Começa a pensar no teu pescoço da próxima vez que interromperes um momento pessoal entre mim e o Tom e quando não me avisas das viagens dele. – os olhos azul claríssimos de Abby pareciam faiscar
- Por favor, Miss…perdoe-me. Mas o Sr. Kaulitz não me pediu para a avisar, sabe. – o rasgo de um sorriso apareceu nos seus lábios
Ela ia responder, de todas as formas também não gostava daquele homem, mas o toque do seu telemóvel interrompeu-a e o nome “Sabrina” surgia nele. Imediatamente Abby recordou, Sabrina certamente já não era mais humana…sorriu e afastou-se a uma velocidade assombrosa.
Tinha passado exactamente uma semana, desde que Tom havia saído do Hotel a pedido do seu criador, com urgência. Abby queria saber se estava tudo bem mas ele não lhe respondia ao telemóvel e ela não fazia a mais pequena ideia onde Tom pudesse estar. Saiu furiosa do seu quarto, estava possessa…nunca sabia de nada das viagens repentinas dele, era certo que antes não se importava, ela estava na Universidade mas agora…sentia-se meio abandonada. Uns passos de corrida despertaram-na, inspirou e logo soube que Nina se aproximava.
- Abby! Abby! – quase gritava de euforia
- Calma rapariga! – riu-se – Que se passa?
- Nem tens noção, um dos grandes, um dos mais velhos, um dos mais poderosos e respeitados dos vampiros vem para cá passar uns dias. – os seus olhos brilhavam – E ele é tão lindo!
- Quem? – estava surpreendida, Tom era o vampiro mais velho que ela conhecia pessoalmente
- Bill…Bill… - Nina estava ofegante da corrida – Ó Deus é o Bill que está aqui, cá, nesta ilha, neste Hotel. Deus ainda morro com emoção. – juntava as mãos ao peito
- Não conheço e acho que nunca ouvi falar nele. – Abby falou distraidamente
- Não? – a boca da humana ficou boquiaberta – Ele é amigo do Tom, sabes?!
- Não. Já te disse não conheço esse tal de Bill. – encolheu os ombros
- Podes conhecer agora…- uma voz suave fê-la arrepiar-se ao sentir que lhe sussurravam.
- Caramba! – sobressaltou-se e olhou logo atrás. Notou que Nina estava completamente petrificada – Quem…
- O meu nome é Bill. É de mim que a tua…amiga estava a falar. – o vampiro surgiu á luz, era bem alto, um pouco mais que Tom, os olhos castanho avelã do rapaz pareciam despontar o desejo mais escondido no corpo de uma mulher, humana ou não, os seus lábios eram cativantes, depois o cabelo negro e os olhos pintados de negro fizeram Abby suspirar inesperadamente. – Pareces mesmo humana…mestria. – ele sorriu
- Wow… - Nina deixou escapar, depois corou e afastou-se
- Não me consigo habituar a que me tratem por Mestria, portanto… - ela sorriu – o meu nome é Abby, quer dizer, Abigail Everton. Mas Abby é melhor. – sorriu timidamente
- Bom. – aproximou-se imenso da rapariga – Tal como te informei o meu nome é Bill. – Abby sentia o olhar dele e deixa-la como que hipnotizada, não conseguia deixar de se fixar naquele vampiro. – 21 anos para os humanos e 530 para os vampiros. – ele riu-se – Adianto-me á pergunta que sempre me fazem quando me conhecem.
- De facto… - parecia que corava perante ele, de verdade – Bem-vindo ao Hotel. Férias?
- Sim. – abanou a cabeça divertido – Estava fartíssimo de dramas familiares. – fez por respirar fundo – Parece-me que escolhi bem o meu local de férias. O sol não é abrasador, isto é longe de tudo o resto e bem… - deslizou o olhar por toda a rapariga – tenho visões maravilhosas. – deu a ver o seu piercing da língua, Abby humedeceu os lábios.
- Parece-me que sabes como e o que dizer, Bill. – sorriu divertida – Raro.
- Dizem que sim. Mas mais de 500 anos, dá para ensinar muita coisa. – o rapaz rodeou Abby pela cintura, com o seu braço, ela olhou-o surpreendida. – Prefiro que sejas tu mesma a me apresentar este hotel paradisíaco, Abby.
- Claro, Bill. – riram-se
- Diz-me…arriscarias ir até á praia comigo? – olhou-a atenciosamente – Tenho umas saudades daquelas de repousar numa praia. – sorriu
- Claro. Aliás desde que regressei de Roma também ainda não tive oportunidade de ir á praia.
- Isso é crime! – ele fez de falso chocado, a morena riu-se divertida
publicado por AnaFearless às 2013-05-12 11:30:06
Sei que tenho estado um pouco ausente, e tenho pena por isso, mas prometo que quando esta altura de stress passar, sou vossa, novamente. Mesmo assim tenho postado os capítulos da fanfic para que nunca percam o interesse. Vão comentando e divulgando, combinado ?
Tenho imenso para estudar, para a semana tenho vários testes, portanto: wish me luck.
Um pequeno exemplo da minha manhã:

--,--

Esta cachorrinho lindo, deseja-vos um óptimo Domingo :)
(um post totalmente desinteressante, sorry)
um beijinho,
Annie ♥
publicado por Tay ✿ às 2013-05-11 22:42:44
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-11 17:23:08
...é:
parvo
atrofia imenso
confuso
adora sorrir
mete-me nervosa
coloca-me fora de mim
complicado demais
tem o seu quê de sarcasmo
viciado em "LOL"
não gosta de demonstrar o que sente
demasiado parecido comigo
implica com cenas do mais estúpido que existe
tem o seu quê fofo que me deixa demasiado surpreendida
ciumento
preocupado
não me quer ver sozinha
prefere ver as minhas lágrimas do que saber que sofro em silêncio
...ele...isto e muito mais.
(tens ajudado imenso e agradeço-te sempre que poder; pode ser complicado mas mesmo assim conseguimos aturar-nos; seja como for...eu gosto de ti)
Kisu <3
Inocência da Maldade - 6º(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-10 21:12:21
Para quem não tiver conta ou blog sapo e utilizar o "não tem blog sapo" para desejar comentar e o tal "Publicar Comentário" não surgir...não se preocupe. No canto superior direito da tua tela de pc deves ter algo que indique para "diminuir o zoom" da pagina (normalmente isto está a 100%) e basta reduzir para 90% ou menos (caso o desejes) para que a "linha" que te permite publicar apareça logo por debaixo da area de comentário.
Fica só a dica. =)
Opa...eu gosto deste capítulo. Orgulho.
6º
Podia ouvir a musica que passava em pista graças a umas colunas especiais que ligavam o escritório ao local de musica, continuava de pé a olhar as pessoas no andar térreo, sorria sem se dar conta e sentia-se diferente…talvez mais animada do que o habitual. Olhou por cima do ombro, encontrando Reita encostado à mesa de secretaria, bem atrás dela…o homem terminava de beber o seu saké e mantinha o seu olhar atento a ela; Nami sorriu e rodou em si, encarando Reita. – Obrigada por toda a simpatia e…interesse, Reita-san.
- Reita…peço-te que pares com os honoríficos comigo. – sorriu ele após falar tal.
- Hai…Reita. – disse sorridente. Nami não se dera conta mas certo fora que…havia caminhado até junto daquele homem, seu coração palpitou mais depressa e mais um passo e poderia estender seus braços e tocar o corpo daquele yakuza. Ela deu o ultimo passo em segurança.
O homem alcançou a ponta do seu curto vestido e puxou-a subitamente para si, fazendo-a encaixar-se entre suas pernas e unir seu peito ao dele. Rapidamente as mãos de Reita alcançaram a lombar da mulher e juntou-a totalmente a si; ele exigiu-lhe um beijo e ela entregou-lho com todo o carinho que detinha.
A urgência dos beijos queria levar o casal ao limite do controlo da sua respiração; Nami sentiu-se abanada por um sismo de emoções, ofegou roucamente e logo seus lábios foram tomados de novo pelos de Reita; abraçou-se ao homem, esfregou seu ventre contra a cintura dele, gemeu de satisfação e o calor que seus corpos criavam juntos parecia sufocante demais. Reita apoderou-se do rabo da mulher, apertando-lhe a carne de modo possessivo…forte… - R..Reita… - ela gemeu ofegante contra a boca dele.
Entrelaçou seus dedos pelos compridos cabelos cor de amora negra de Nami, obrigando a mulher inclinar a cabeça atrás…arrastou seus lábios pelo pescoço esbelto desta, deixando um rasto molhado da sua língua e por fim mordendo-lhe a pele bruscamente. O corpo de Nami estremeceu de dor entre os braços do loiro/moreno, ouvi-o pigarrear contra sua pele e a dor da mordida passou de imediato. – Tão…suave…tão…saborosa… - ouviu Reita falar contra seu pescoço. O interior das suas coxas foi atingido por um forte calor e suas finas cuecas ficaram húmidas, Nami gemeu de gosto quando sentiu as mãos daquele homem a deslizarem do seu rabo para o final do seu vestido, puxando-lho ligeiramente para cima…o suficiente para revelar as ligas do qual fazia uso naquela noite. – Nami… - ouviu a voz rouca dele e logo suas bocas apoderaram-se uma da outra de modo voraz.
Era a primeira vez na vida que Nami se sentia tão excitada quanto o que estava de momento, era incomodo mas ao mesmo tempo despertava a necessidade, até à data, escondida da sua ansia. Afastou ligeiramente suas pernas, mas fora apenas para tentar aliviar o calor que sentia na área do seu sexo…mas aquilo era um convite para Reita, portanto sentir uma das mãos do homem a invadir suas delicadas cuecas surpreendeu-a mas por muitos escassos segundos. Desejava isso.
Suas forças ameaçaram faltar-lhe quando sentiu o seu interior a ser invadido pelos dedos de Reita, estimulando-a com movimentos repentinos e demasiado agradáveis. Reita arrastou seus lábios pela bochecha da mulher, indo por fim mordiscar a orelha de Nami, lambendo ligeiramente e provando assim a força das unhas da mulher em seus ombros. Ela era tão doce.
Nami mordeu seu lábio inferior assim que a sua perna roçou pela pulsante ereção de Reita; ofegou e por pouco não perdeu totalmente a força de suas pernas…estava a ficar de visão turvada e o calor começava a coloca-la louca. Ele desejava-a e isso bastava para a deixar feliz. A habilidade dos dedos no interior húmido dela ameaçavam leva-la a um expoente máximo de satisfação, Reita sabia como mover e sabia exatamente onde mexer. A cabeça de Nami descaiu ligeiramente para a frente, ficando de testa encostada ao ombro daquele yakuza, o modo alterado da sua respiração denunciava o quanto ela estava a desfrutar do toque de Reita.
Não se conteve e teve que deslizar pesadamente sua mão direita sobre a eminente ereção do homem, ele suspirou e deu bem a entender que a queria…mais.
O violento toque à porta do escritório obrigou-os a suster seus movimentos e a recuperar a tranquilidade de seus corpos excitados; o toque ouviu-se mais violentamente agora. Reita bateu com o punho na mesa e afastou-se de Nami, a mulher perdeu suas forças e acabou sentada na cadeira de secretária. Furioso, Reita dirigiu-se à porta do seu escritório, destrancou-a e abriu-a ligeiramente…seu membro masculino ainda estava pulsante. – NANI? – gritou irritado
- Problemas, Suzuki-sama. – Orichi, um dos seus altos dirigentes falou e claramente lamentava estar ali. – Lamento interromper. Mas trata-se de um assunto mesmo…urgente.
- Maldito! – Reita falou e empurrou o homem para longe da porta do seu escritório. – Três minutos! – resmungou e fechou a porta na cara do homem. Nami surgiu a seu lado e parecia…complacente – Gomen. – falou cabisbaixo.
- Não tem problema, Reita. – sorriu ligeiramente – Quando quiseres…encontramo-nos. – corava ao falar tais palavras.
- Kuso. – empurrou Nami contra a parede e apoiou suas mãos nesta, cercando a mulher. – Itai. – murmurou próximo da boca dela – Dói imenso afastar-me de ti e parar…o que estávamos a dividir. – Nami corou mais ainda.
- Não tem problema. – disse timidamente e apoiou sua palma da mão direita sobre o local onde o coração de Reita fica. – Outro dia… - humedeceu os lábios.
Reita beijou-a lentamente, revelando um extenso carinho e entrega naquela ação. – Depois procuro saber de ti, koi. – ele falou tranquilamente e saiu do escritório, deixando Nami a registar tudo e principalmente a confirmar a palavra “koi”.
http://iamcarmen.blogs.sapo.pt
A Precious Vampire - 2º C(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-10 21:06:59
2ºcap
Acabou de escovar o cabelo, olhou-se uma última vez ao espelho, continuava exactamente igual á 4 anos atrás, nada havia mudado, talvez em questão corporal…Abby sentia-se um pouco mais…atraente. Saiu da casa de banho privada daquela luxuosa suite, apenas destinada ao dono do Hotel, ou seja, Tom Kaulitz. Aproximou-se da câmara frigorífica, olhou atrás e concentrou-se na cama de casal, dita normal, soltou um longo e pesado suspiro. Á muito que nada acontecia de emocionante por aquele quarto e apenas e só dividia a câmara frigorífica com ele. Um gesto subtil da sua mão e a tampa da câmara abriu-se, deitou-se no lado direito, mais um gesto e a tampa voltou a se fechar.
Sentiu a presença dele no quarto, mas continuou a fazer por dormir, notou que a tampa da câmara era mais uma vez aberta e logo sentiu o corpo de Tom a juntar-se ao seu, estava quente, provavelmente do calor que se deveria sentir no salão…aquela sensação electrizante que sempre percorria o corpo de Abby de cada vez que sentia o corpo dele junto do seu, voltou a percorre-la…sentia imensas saudades de amar e ser amada, sentia demasiada falta dos momentos românticos e divertidos entre ambos, sentia a falta de tudo o que tinha feito por deixa-la apaixonada por Tom.
O que se havia passado entre eles? Onde estava aquela fúria de amor e loucura que sempre os domava cada vez que estavam juntos? Que tinha acontecido a Tom para se afastar tanto dela? A culpa seria dos anos de Universidade? Ele próprio tinha apoiado a rapariga para fazer a Universidade, isso não poderia ser ou…podia?!
Abriu os olhos devagar moveu a mão e saiu da câmara frigorifica. A porta da casa de banho abriu-se e ele saiu de lá só de calças vestidas, Abby engoliu a seco, cada vez parecia-lhe mais sensual aquele vampiro.
- Olá! – falou de sorriso nos lábios
- Olá, amor. – ele respondeu logo e juntou-se a ela, beijando-a muito suavemente. – Dormis-te bem? – sussurrou-lhe e deu um rápido beijo na orelha dela
- Sim. Deitas-te tarde. Divertida a festa? – mexeu-se incomodada
- Claro. Porque voltas-te tão cedo, Abby? - afastou-se dela e entretanto apanhou uma t-shirt
- Estava…cansada. – suspirou – Tens muito que fazer hoje? – olhou-o
- Não que eu saiba. Tenho uma imortalidade fácil. – riu-se – Porquê?
- Pensei que poderias…querer estar um bocadinho comigo, Tom. – sentiu-se estranha
- Claro. – voltou a se aproximar e beijou-a, pelo menos agora tinha sido um beijo e tanto.
- Tinha saudades tuas. – Abby falou contra o pescoço dele. Foi abraçada e os beijos voltaram a surgir, intensos e fascinantes, como sempre eram.
Juntos beberam um pouco de O+ na varanda principal, sobre as escarpas. O sol não estava muito forte o que tornava o dia ideal.
- Que me dizes de irmos até ali… - ela indicou a praia privada dos detentores de suites
- Saudades do mar? – sorriu e olhou-a
- Sim. – correspondeu ao sorriso – E também nunca quiseste ir para a praia comigo, Tom.
- Andei contigo num rio ou melhor atravessei um rio. – relembrou-lhe
- Foi diferente. – riu-se – Vamos?
- Pode ser. – levantou-se e aproximou-se da cadeira de recosto onde ela estava, inclinou-se – Tenho saudades de te ver em biquíni, querida. – passou a língua pelos lábios
- Ah sim?! – falou divertida, ele acenou positivamente – Não vês mais do meu corpo porque não queres…ultimamente. – baixou o olhar e se fosse humana estaria a corar imenso de momento
- Isso é uma proposta, Abby? – sussurrou-lhe e ela arrepiou-se toda
- Talvez… - voltou a encara-lo
Sorriu-lhe e beijou-a minuciosamente, Abby aproveitou para arrastar as suas unhas pela barriga dele, ao que ele pigarreou.
- Assim a praia fica para mais tarde. – advertiu-a baixinho
- Não me digas? – deslizou a língua pelos lábios dele
- Sr. Kaulitz. – a voz impessoal do recepcionista do Hotel interrompeu-os – Desculpe interromper…
- Que foi? – Tom falou impaciente
- Desculpe. Mas tem uma chamada urgente…Sr.
Suspirou e afastou-se de Abby, encolheu os ombros e ela recostou-se na cadeira. Voltou a ficar sozinha naquele Hotel.
