I really care about you..(...)
publicado por - cp às 2013-05-22 20:30:22
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apenas uma casa desarrumada, constituída por bases sólidas, uma aparência frágil, um telhado que consegue suportar tudo, uma porta grande que se encontra fechada a sete chaves. Apenas o meu blog - a minha verdadeira casa.
I really care about you..(...)
publicado por - cp às 2013-05-22 20:30:22
Capítulo doze
“Tem o teu tique”
Como devem reparar, os flashbacks não dizem nada demais, por vezes. Servem também para quebrar o ritmo aborrecido que isto pode estar a levar e assim. E também é porque se refere a momentos que vos possa levar a compreender melhor as personagens.
Espero que estejam a gostar!
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publicado por Andrusca ღ às 2013-05-22 20:14:41
Capítulo 21
Quando Tudo se Desmorona * Parte 1
Chelsea estava deitada de barriga para cima, apoiada nos antebraços, e a observar o céu. Não se via nem uma nuvem no horizonte, e o sol brilhava fortemente lá bem alto. Estava um lindo dia. Mais um lindo dia de férias. A primeira semana estava quase no fim. A rapariga respirou fundo e juntamente com o oxigénio veio o cheiro a maresia de que tanto gostava. Retirou os óculos de sol e pousou-os no cimo da cabeça, suspirando.
- Cuidado! – Ouviu, antes de levar com a bola de voleibol na barriga.
- Então pessoal?! – Reclamou, agarrando na bola e levantando-se, enquanto se ria. Revirou os olhos e começou a dirigir-se ao círculo formado por Tony, Helen, Richard, PJ e Jensen, que estavam a jogar voleibol.
- Eu avisei – desculpou-se Jensen, pondo-se à frente dela e rindo-se.
- Parvo – chamou ela, passando-lhe a bola para as mãos. Porém o sorriso desapareceu-lhe rapidamente dos lábios ao sentir um arrepio. Não era a simples sensação do frio a percorrer-lhe a espinha. Era mais que isso. Um mau pressentimento que já a acompanhava há poucos dias. Chelsea respirou fundo e olhou para a imensidade do mar – Eu vou dar um passeio à beira mar.
- Está tudo bem? – Preocupou-se ele. Ele notava que algo estava diferente, mas não queria que ela se sentisse obrigada a contar-lhe.
- Sim, claro – disfarçou ela, pondo o seu melhor sorriso – Eu não demoro.
A rapariga dos caracóis ruivos deu-lhe um beijo na bochecha e PJ, Tony e Helen estranharam. Eles já tinham percebido que havia qualquer coisa, mas ainda não lhes tinha sido dito exactamente o quê.
Chelsea dirigiu-se até à beira mar e deixou que a água salgada lhe molhasse os pés, sorrindo logo em seguida. Ela adorava a praia. Começou a caminhar sempre com os pés a levar com as ondas, e assim, devagar, deixou que os pensamentos tomassem conta de si.
A praia estava estranhamente vazia para a altura do ano, mas não tardaria estariam todos os turistas com as toalhas espalhadas, todos em cima uns dos outros.
Chelsea chegou às rochas, numa das extremidades da praia, e sentou-se em cima de uma, com as pernas encolhidas e os braços a abraçá-las. Voltou a olhar para o céu e viu algumas gaivotas a voar, até que uma pousou na areia.
- Gaivotas em terra… sinal de tempestade – Pensou ela em voz alta.
Estava a ouvir o barulho do rebentar das ondas e a levar com alguns salpicos que saltavam para ela por a onda bater na rocha, quando teve a súbita impressão que alguém a observava. Voltou-se para trás de repente mas não viu ninguém, por isso saiu de cima da rocha e ficou de pé na areia.
- Está aí alguém? – Perguntou, enquanto olhava fixamente para os arbustos que se encontravam um pouco mais à sua frente. De trás deles saiu uma rapariga bastante bonita. Envergava um vestido negro, de atar ao pescoço, e uma racha do lado direito. Nos pés tinha uns sapatos rasos, também escuros. Sorriu a Chelsea enquanto afastava o cabelo loiro platinado dos olhos. A Defensora do Oculto olhou para ela desconfiada, por trás de toda aquela beleza Chelsea sentia algo meio escuro – Posso-te ajudar?
- Sabes… ao princípio não encontrei as parecenças… mas agora… sim, pareces-te com ela – a voz tinha tanto de encantadora quanto de assustadora, e Chelsea sentiu o coração a disparar. Sentia que conhecia esta rapariga, mas não se conseguia lembrar de onde.
- Do que é que estás a falar? – Perguntou directamente.
- Os olhos são o que se nota mais… ela não tinha caracóis como tu… - a rapariga sorriu, e depois suspirou – Permite-me apresentar-me. Chamo-me Lyux – ao dizer estas palavras a rapariga do cabelo loiro deu mais um passo, e Chelsea retrocedeu impulsivamente – E tu és alguém de quem não gosto nada.
Todos os músculos do corpo de Chelsea lhe diziam para se transformar na Defensora. Que corria perigo. Que tudo estava errado. Mas ela estava de tal modo desprevenida que não conseguia fazer nada. Levou a mão ao pingente, a tremer, e apertou-o.
- Relaxa, não chegou a nossa hora… ainda – afirmou Lyux – Guarda as tuas forças para o fim.
- Tu és uma das Bruxas – murmurou Chelsea – Como é que me encontraste?
- Deste um bom espectáculo naquele bar de meia classe. Não achas mesmo que mandaria o Gorman sozinho, achas? Tinha olhos em todos os sítios. Foi fácil.
- O que queres?
- Por agora… nada. Para mais tarde, bem… vais descobrir – Lyux estalou os dedos e desapareceu, enquanto Chelsea continuava a respirar pesadamente e a tremer por todos os lados.
- Oh Deus… - murmurou, antes de começar a correr de regresso ao sítio onde tinha deixado os amigos.
Correu com os pés dentro de água enquanto sentia o terror a absorvê-la por completo. O que quereria aquela Bruxa dizer com “ainda não”? O que estaria a planear? O que poderia Chelsea fazer para a impedir de pôr em uso qualquer plano que tenha planeado?
Quando os começou a avistar ao longe, na brincadeira dentro de água, sentiu um pequeno alívio, pelo menos ainda lá estavam todos. A rapariga dos caracóis ruivos foi à sua mala buscar o telemóvel, do qual telefonou para Will, que não atendeu.
- Raios, raios, raios – queixou-se ela, voltando-se para os amigos. Jensen notou que algo de errado se passava e por isso saiu de dentro do mar e correu um pouco até chegar ao pé dela.
- O que se passa? – Perguntou-lhe. Chelsea apenas o abraçou, e ele agarrou-a também.
- Temos problemas – proferiu a rapariga, quando o largou.
- Estás toda a tremer Chelsea… o que aconteceu? – Insistiu ele.
- Encontrei uma Bruxa – a face de Jensen tornou-se assombrosa, ele já sabia o que isso significava.
- Não estás pronta para lutar com eles – declarou, ao que Chelsea abanou a cabeça. Ela sabia que não estava.
Chelsea suspirou e olhou para o céu, vendo uma grande quantidade de nuvens a aproximarem-se da cidade a uma velocidade fora do normal.
- O que é aquilo? – Perguntou Jensen.
- Não sei. Temos que ir, temos que sair daqui, temos que os levar para casa ou… não sei, mas temos que fazer qualquer coisa. E temos que encontrar o Will, ele é o único que me pode ajudar…
- Está bem – Jensen voltou-se para o grupo, que tinha também saído da água e se estava agora a dirigir a eles – Pessoal, vamos embora.
- Já? Mas ainda é cedo – disse Helen.
- Explicamos depois – disse Chelsea, enquanto se vestia. “Se não morrermos”.
Eles agarraram nas coisas e começaram a andar sempre em silêncio. Nem Helen nem nenhum dos outros percebiam o que se passava, mas não ousaram perguntar. Tony reparou no céu, agora já coberto de nuvens negras. Algo estava errado. Chegaram a um cruzamento e Chelsea parou.
- O que foi? – Perguntou-lhe PJ.
- O Will… - murmurou ela, a olhar para Jensen – Tenho que ir à casa dele.
- Não vais sozinha – disse-lhe ele, num tom mais baixo.
- Tu tens que ir com eles. Deixa-os num sítio a salvo, por favor… eu vou e volto e…
- Eu vou contigo – meteu-se Richard – Não sei o que se passa, mas vocês parecem mesmo preocupados. Eu vou contigo.
A Chelsea não lhe agradava a ideia de pôr o irmão na linha do fogo, mas sabia tão bem quanto ele que Richard era de ideias fixas.
- Está bem – disse a rapariga dos caracóis ruivos – Jensen depois vai ter à minha casa, combinado? Garante-te que está tudo bem antes de os deixares…
- Combinado – Jensen deu-lhe um beijo ao de leve e depois Chelsea puxou Richard pela mão, fazendo com que o irmão começasse a correr ao seu lado.
- Vais-me explicar o que se está a passar?! – Perguntou-lhe ele.
- Mais tarde – prometeu.
Chelsea correu sempre a puxar Richard pela mão. Ela não se importou com os olhares menos discretos, e continuaram a correr apressados, enquanto o seu vestido branco, de atar ao pescoço, fazia companhia ao seu cabelo e ambos esvoaçavam ao sabor do vento causado pela velocidade. Chegaram ao prédio onde Will morava, Chelsea tocou à campainha e esperou.
- Se calhar não está em casa – opinou o irmão.
- Aconteceu alguma coisa… sei que sim… tenho um mau pressentimento – pensou Chelsea em voz alta, voltando a tocar várias vezes seguidas – Raios Will, onde estás?!
- Ei, acalma-te, não é o fim do mundo – disse Richard, pondo-lhe as mãos nos ombros numa tentativa falhada que relaxasse.
- É sim! – Gritou ela, arrependendo-se no momento a seguir ao ver a cara de espanto do irmão – Esquece… não posso explicar. Só… fica por perto.
Chelsea empurrou a porta com a mente e esta abriu-se, fazendo com que Richard desse um pulo e olhasse para ela alarmado. Ele já não estava a gostar nada do rumo que a tarde estava a levar.
Chelsea entrou para dentro do prédio mas ele ficou quieto, e ela voltou-se novamente para ele.
- Confia em mim – pediu, estendendo-lhe a mão.
Richard olhou desconfiado, mas aceitou e subiram os dois pelas escadas. Quando chegaram à porta do Will, esta estava toda escancarada e Chelsea sentiu um aperto no coração.
Bem, queria dizer uma coisinha. Como já sabem, esta história tem 4 partes, e esta já está a terminar (só falta este capítulo mais o próximo, são 22), e já que estamos na recta final por amor de deus, pelo menos no último capítulo, deixem-me um comentário a dizer o que acharam, o que esperam da próxima parte, etc etc, está bem? Mesmo que não tenham blog, é super importante.
Kiss
ElectricVanilla - por Solange Fernandes
publicado por http://electricvanilla.net/ às 2013-05-22 19:15:22

Olá a todas! Sejam bem vindas mais uma vez ao blog. Hoje venho postar mais um outfit. O outfit que vos venho mostrar, foi utilizado ontem. Sei que deveria ter colocado ontem mas o cansaço era tanto que não consegui, pois estive na faculdade a trabalhar até tarde.
Gola - SAMMYDRESS
Camisola - BLANCO
Calças - PIECES
Botas - REFRESH
Colar - HLCOLLECTION*
*10% de desconto usando o código: vanilla
Comenta, a tua opinião é muito importante
publicado por Diana às 2013-05-22 19:11:39

Um marinheiro
Respira a nossa História,
Navega pelo Mundo Inteiro,
À procura da Glória.
Viajas pelos sete mares,
Enquanto eu olho o céu,
Sou feliz por me amares
E saber que ainda és meu.
Longas são as madrugadas,
Doloroso é o amanhecer,
Quando eu olho as almofadas
E não estás lá para me ver.
Enfrentando o perigo,
Por entre ventos e tempestades,
Sei que vens ter comigo
E matar estas saudades.
Não demores, meu amor
Não demores, por favor!
Vem que estou a morrer,
A morrer por não te ter.
Mas quanto chegares...
Não digas nada!
Basta me abraçares
E ja fico sossegada.
publicado por filipa às 2013-05-22 18:27:15
e após o cortejo só me pergunto: como se tira nódoas de cerveja do traje?
Aquelas coisas que me ati(...)
publicado por Bê às 2013-05-22 18:06:23
Há apenas três números com a capacidade de se exibir quatro vezes ao mesmo tempo num relógio e que se vêem no direito de se achar mais que os restantes números só por isso. 0. 1. 2. Depois de pensar nisso, achei fantástico. Não se sintam mal se acharem o post - ou eu - esquisito(a). (In)Felizmente, andar a matutar sobre coisas relacionadas com mente, e a nossa visão sobre o mundo e os mais variados assuntos, há anos, tem os seus frutos e dá nisto.
publicado por Rita às 2013-05-22 14:23:41
Quero escrever mais aqui, quero mostrar-vos mais sobre mim e do pouco que faço da minha vida. A verdade é que adoro este meu espaço e desiludo-me porque não tenho tirado o melhor proveito dele, por isso mesmo me comprometo a pregar mais nesta freguesia. Não vos prometo nada de interessante mas apenas momentos, imagens e peripécias desta minha inesperada jornada que é viver.
publicado por Dri às 2013-05-22 13:47:24
E vai começar a altura em que tentamos ter energia para estudar para os ultimos exames deste semestre!
publicado por Soraia às 2013-05-22 12:09:53
Ontem foi noite de Tunas e da Mónica Ferraz.
Quanto às tunas, os moços da Hinoportuna continuam sempre lindos.
Da Mónica Ferraz só tenho a dizer que ela canta igualzinho, mas tem uns agudos, vá, mesmo agudos.
a música que me faz andar(...)
publicado por AnaRosa às 2013-05-22 10:31:51
publicado por C. às 2013-05-22 09:53:16
A minha colega de quarto está cada vez mais insuportável. Até já a outra rapariga mais velha que está aqui no quarto comentou isso comigo. Está-se sempre, sempre a queixar. A vida dela é pior que a vida de toda a gente. O que ela tem para fazer é sempre mais do que os outros têm que fazer. Ela pode fazer o barulho que quiser e incomodar quem quiser, mas quando eu e a outra rapariga fazemos algum barulho, ela começa logo a suspirar alto e bom som, para saber que a estamos a incomodar. Só faz perguntas estúpidas. Do género "Porque é que têm as luzes apagadas?", se calhar porque ainda há luz no quarto e nós estarmos a mexer no computador não precisa de luz. Se precisássemos da luz acesa, nós acendíamos o raio da luz. Também está sempre a responder mal. No outro dia disse que no dia anterior tinha estado muito frio, ao que ela me responde "Tu lá sabes o que é frio". Pois bem minha amiga, eu sou do Alentejo. No Alentejo, ou está um frio de rachar ou está um calor que não consegues sair de casa. À bocado foi com a persiana. Disse-me "Porque é que não abriste a tua persiana?", ora, não abri porque eu nunca abro a persiana assim que me levanto. Mas respondi "Porque eu vejo bem assim" (faça-se notar que estão mais duas persiana no quarto e abertas, há luz mais do que suficiente) e ela responde-me "É até ao dia!". Se há claridade suficiente no raio do quarto, é até ao dia em que o quê? Que paciência. Também não posso dizer que estou cansada, porque ela está sempre mais cansada do que eu. Se digo que tenho sono, levo uma resposta super torta "Então porque raio te levantas tão cedo para ir correr?!", olha porque eu quero e não tens nada a ver com as horas a que me levanto. Agora tenho passado mais tempo fora de casa, para não a aturar. Quando venho almoçar à residência, levo com um "ah, tu agora nunca cá almoças". Mais uma vez, que raio tem ela a ver com isto?!
Isto ainda está a ser suportável, porque a outra rapariga está cá. Mas ela acaba o mestrado este ano e eu fico sozinha com a queixosa. Eu percebo que ela está longe de casa e precisa de alguém com quem falar. Mas responder mal, bater com gavetas e não me deixar estudar porque tem queixinhas para fazer, não é falar como deve ser. Eu juro que não acho isto normal.
publicado por meiopalmo às 2013-05-22 09:16:49
Preencher as falhas nas s(...)
publicado por Joana às 2013-05-22 00:00:37
Tal como as restantes partes do corpo, é importante depilar as sobrancelhas, para que a nossa aparência pareça cuidada e para que o nosso olhar possa destacar-se, com a condição de que a depilação é bem feita e de que não se tiram pêlos que não seriam necessários tirar.
Se por ventura removeu pêlos que não deviam ser removidos, não desespere! Existem dois pequenos truques que ajudam a preencher as falhas nas sobrancelhas sem comprometer o objectivo de ter uma imagem cuidada.

As Mentiras Que Te Vou Contando....
Jornalista de Supermercado #19
publicado por Marina Ricardo às 2013-05-21 23:57:29
Com o tempo aprendemos a relativizar as coisas. Os tipos de maçãs deixam de ser cruciais e se nos enganarmos somos capazes de -sozinhos, resolvermos o erro.
Sabemos códigos de cor e de como descontar os vales mais estranhos. Sabemos deixar o cliente feliz e a chefe descansada.
Estamos por nossa conta e cientes que há mais gente a tentar mandar em nós do que para fazer o nossa trabalho.
Vai haver sempre alguém que te vai dizer que o que estás a fazer está incorreto. Que não é assim, que é assado. E vais andar a fazer recados, no armazém, a carregar caixas e cestos e produtos e iogurtes rebentados e ovos podres.
Vai haver sempre alguém para te mandar fazer coisas - pouca gente para te ensinar.
É uma selva de gente maluca - uma selva boa, uma selva má. Depende do dia e da disposição. Depende sempre. O importante é relativizar tudo.

Get out Mickey, I need sp(...)
publicado por Bê às 2013-05-21 23:33:01
Ultimamente, a minha mãe anda interessada num programa do Odisseia que faz recriações de mortes que não lembram a ninguém - vi um relato de dois rapazes que morreram num jardim de cactos, ambos completamente bêbados ao ponto de começarem a ter alucinações; um morreu com um espetado no coração, outro foi contra outro que lhe perfurou os olhos e o cérebro (?) whatever, foi uma coisa esquisita. Em contra partida, o meu pai anda interessado num programa do História - que por acaso é giro - em que as pessoas vão a uma loja com pertences antigos para vender o que quer que tenham antigo. Pelo que eu entendi, são feitas licitações sobre os objectos que as pessoas vendem, e após os proprietários da loja comprarem, levam a leilão mais tarde. Na última vez que vi o programa havia um rapaz moreno com uns caracóis engraçados. Foi à loja para vender uns quatro telefones antigos do Mickey. Coleccionador. O que o levava a livrar-se dos telefones mais antigos que os meus avós era a mudança da namorada. Ele disse que os queria vender porque a namorada ia viver com ele e ele precisava de espaço para os sapatos. Oh-meu-deus. O que eu sei, é que temos aqui um namorado e pêras. É assim mesmo.
publicado por Soph às 2013-05-21 23:25:06
Já tudo por aqui sabe que tenho colesterol, que não posso comer nada, e ando-me a passar porque estou cada vez mais magra, e o colesterol a subir cada vez mais.
Estou a deixar de gostar de coisas que antes gostava, e agora prefiro muuuito mais um peixe cozido a um ovo estrelado com batatas e bife.
Por mim comia fruta, coisas verdes e peixe a toda a hora, e depois ando sempre a morrer de fome.
No verão passado pesava 58kg, agora peso 55 tão boooom.
E sim é mau porque eu meço 1.72 para aí.
Sempre fui daquelas pessoas que comia muuuitooo e não engordava, estava sempre bem, agora não como nada de jeito e emagreço.
Agora para melhorar pus-me a comparar fotos, por favor digam-meeee que nao estou assim tão mal :(
Sempre gostei do meu corpo, e agora pela primeira vez não gosto. Digam-me o que fazer para engordar, tendo em conta que não posso comer porcarias :(
Acham que estou muito mal?
publicado por `Na às 2013-05-21 22:08:48
«O que espanta num gato é a maneira como combina a neurose, a desconfiança e o medo - para não falar numa ausência total de sentido de humor - com o talento para procurar e apreciar o conforto e, sobretudo, a capacidade para... dormir 20 em cada 24 horas, sem a ajuda de benzodiazepinas.
O gato é neurótico mas brinca. Brinca com seriedade, mas brinca. Tem acessos, muito curtos, de loucura, em que se embandeira em saltinhos oblíquos. Mas, acima de tudo, descobriu o sistema binário da existência.
Que é: dormir faz fome. Comer faz sono. Acordo porque tenho fome. Adormeço porque comi. Nos intervalos, faço as necessidades. Podem ser secundárias (cagar, mijar, amar, brincar, ansiar), mas são verdadeiramente necessárias.
Se não tem sono, é porque tem fome. Se não tem fome, é porque tem sono. Se não tem uma coisa ou outra, é porque tem de fazer as necessidades.
É ou não uma lição de vida?
Sim, é.»
"Como é linda a puta da vida", Miguel Esteves Cardoso
publicado por `Na às 2013-05-21 22:01:23
Public Service Broadcasti(...)
publicado por stipe07 às 2013-05-21 21:03:53
Fundados em Londres em 2009, os Public Service Broadcasting são a banda de J. Willgoose e Wrigglesworth, uma dupla com vários EPs, no cardápio dos quais se destacam War Room (2012) e que acaba de lançar Inform – Educate – Entertain, o álbum de estreia, que chegou aos escaparates no passado dia seis de maio, por intermédio da Test Car Recordings. Inform-Educate-Entertain é já um dos trabalhos discográficos mais originais e peculiares de 2013, devido ao conceito único que alberga, o de cruzar narrações de filmes antigos de propaganda dos arquivos do BFI (British Film Institute) com música. A ideia, explicam, é ensinar lições do passado com música do futuro, sendo esta, desde a estreia, a imagem de marca dos Public Service Broadcasting.

O grande segredo de Inform – Educate – Entertain não é propriamente a sonoridade, ou seja, se fosse apenas um álbum instrumental, teria momentos extraordinários, mas nada que, por exemplo, os seus conterrâneos OMD no Genetic Engineering e no Dazzle Ships ou, na atualidade, com uma melhor qualidade de produção do som, os Spiritualized, os The Avalanches, ou até os British Sea Power, com uma pitada de Kraftwerk, já não tivessem proposto. No ítem melódico o que impressiona é ser apenas uma dupla a estar aos comandos de toda a miríade instrumental que é debitada ao longo do disco.
O grande segredo, ou melhor, o ovo de colombo, digamos assim, de Inform – Educate – Entertain é a voz que, nos onze temas, se materializa em samples e trechos das vozes que narraram antigos filmes britânicos de propaganda, nas décadas de trinta e quarenta. Assim, Inform – Educate – Entertain, será, de certeza, o único disco em 2013 a solicitar créditos à BBC por se servir de Marie Slocombe, uma secretaria desse canal de televisão que acidentalmente descobriu nos arquivos da estação alguns dos filmes usados no álbum e, principalmente, por usarem a voz de Thomas Woodrooffe, antigo tenente e comandante da Royal Navy, autor da obra Vantage at Sea: England's Emergence as An Oceanic Power e comentador nos Jogos Olímpicos de Berlim, que decorreram em 1936.
A peculiar e distinta receita de Inform – Educate – Entertain acaba por ser eficaz e logo no tema homónimo de abertura, quer a fórmula, quer as intenções conceptuais do disco, ficam claras; As onze canções polidas do álbum assentam nos riffs de guitarra viscerais de Willgoose, nas batidas pulsantes, um baixo muitas vezes frenético e sintetizadores muito direcionados para o krautrock. Há também lugar para a eletrónica retro de The Now Generation, vestígios de vocalizações hip-hop na inebriante Night Mail e um certo folk rock fornecido por um banjo que se destaca, por exemplo, em Theme From PSB e em ROYGBIV, com a particularidade de, nesta última, esse instrumento de cordas misturar-se com teclados atmosféricos e elementos típicos do disco sound. No entanto, a hipnótica, acelerada e pulsante Spitfire, Everest e a luminosa Signal 30 feita de um intenso rock progressivo, acabam por ser sonoramente os meus grandes destaques do disco, com Everest, por exemplo, a ser suportada por belos arranjos que lhe conferem uma toada épica muito intensa.
A audição de Inform – Educate – Entertain acaba por não ser apenas um mero exercício de contacto auditivo com um disco pop, mas uma experiência mais alargada, visual e sonora, já que o álbum poderia muito bem ser um documentário sobre um dos períodos mais difíceis da história de uma Inglaterra orgulhosa do seu passado, mas que ruma decidida para o futuro e que nunca foi tão posta à prova, interna e externamente, como em determinados períodos do século passado, revistos nestes filmes. Já agora, os próprios filmes já feitos dos singles retirados de Inform – Educate – Entertain, Spitfire (a bird that spits fire, a spitfire bird) e Everest, seguem esta fórmula porque se servem de excertos dos filmes antigos narrados durante a canção.
Com Inform – Educate – Entertain os Public Service Broadcasting tornam-se nos novos gurús do post rock experimental, através de um compêndio sonoro que nos leva numa jornada pelo passado e que cumpre com distinção a missão de cruzar história, música pop, educação e entretenimento. Espero que aprecies a sugestão...
01. Inform – Educate – Entertain
02. Spitfire
03. Theme from PSB
04. Signal 30
05. Night Mail
06. Qomolangma
07. ROYGBIV
08. The Now Generation
09. Lit Up
10. Everest
11. Late Night Final
publicado por Jules às 2013-05-21 20:54:45

Eu, sinceramente, pensava que ia ter mais tempo e motivação para ir ao ginásio. O que eu espero, nunca é o que acontece. Só me apetece comer chocolate, bolachas, pipocas, bolos, comida a monte. Ah, é comida e chorar, tudo me dá uma vontade enorme de chorar. Preciso de sair deste estado urgentemente!

http://runlikethewind.blogs.sapo.pt
publicado por Andrusca ღ às 2013-05-21 20:46:21
Capítulo 12
Quando Samantha e William retornaram ao salão onde o baile decorria, Irinoi estava sozinho no seu trono. A rainha e as princesas já se tinham recolhido, era tardíssimo, faltavam poucas horas para o nascer do sol e a música tinha agora acalmado. Os convidados que ainda restavam estavam de volta das mesas, nos petiscos e nas bebidas, e um ocasional bêbedo dançava sozinho ao som das vozes das conversas paralelas que soavam. Metade dos soldados já estavam caídos a um canto, perdidos de bêbedos, e dos poucos que restavam apenas Raj, o comandante, se mantinha sóbrio.
- Samantha, William, venham cá – gritou o rei, assim que os avistou, fazendo-lhes gestos com as mãos – Comandante Raj, você também.
Aproximaram-se os três e entreolharam-se. Samantha baixou o olhar, sentindo-se ligeiramente incomodada. E se ele a reconhecesse? E se reconhecesse os seus olhos?
- Sim, pai? – Perguntou William.
- Comandante Raj, não acho que já tenha tido a oportunidade de lhe apresentar a Samantha – disse Irinoi, sorridente –, de Walcaster.
- De Walcaster? – Surpreendeu-se o comandante, olhando para ela – Não me leve a mal, mas pensei que…
- Mas não – disse ela, forçando um sorriso – Houve uma sobrevivente.
- Bem, certamente o seu brilho e beleza tornam aquela Noite Negra muito menos escura – disse-lhe, soltando-lhe um sorriso genuíno, para depois lhe fazer uma vénia e lhe beijar a mão.
- Obrigado – agradeceu ela.
- Comandante, onde está aquele soldado que nunca tira o capacete? – A pergunta do rei fez com que Samantha ficasse mais rija – Aquele que tão incrivelmente nos salvou?
- Está nos aposentos, Vossa Majestade – disse a voz de Jonah, vinda de trás deles – Disse que não se sentia muito bem, esteve no baile apenas por momentos – Samantha respirou de alívio e ele virou-se para ela então – Não acredito que tenhamos sido ainda apresentados. Sou o Jonah, um simples soldado – disse, fazendo uma vénia.
- Samantha, é um prazer – alinhou ela, dobrando-se também – E não há nada de simples em se ser um soldado, Jonah, se não fosse por todos vós não teríamos um reino. Um rei sem um exército… é apenas um homem. Não concorda comigo, meu rei?
- Parece que cresceste para te tornares numa rapariga excecionalmente perspicaz – comentou ele, rindo-se – Sim, não poderia concordar mais. Diz-me, tens onde ficar…?
- Bem, eu…
- Então ficas aqui. Pelo tempo que precisares.
- Agradeço, mas na verdade não vou ficar por muito tempo. Depois daquela noite, fui acolhida por um mulher que me deu casa e comida… vim porque achei por bem avisar-vos finalmente de que estava viva. Mas não posso ficar.
- Bem, de certo que eu e os rapazes não nos importaríamos de a escoltar até à sua casa – ofereceu-se Raj, fazendo com que William engolisse em seco.
- Isso não será necessário comandante – meteu-se logo ele –, eu escolto-a eu mesmo. Mas não esta noite. Esta noite ela fica cá, e quando amanhã acordarmos tratamos disso. Que achas Sam?
- Parece-me um bom acordo. Mas agradeço a sua disponibilidade, comandante.
Nesse momento as portas do salão, já fechadas por se encontrarem já relativamente menos pessoas e já ninguém supostamente chegar àquela hora, abriram-se de repente e fizeram um estrondo ao baterem na parede. O rei era o único que estava de frente para ela, e os outros voltaram-se todos para averiguarem o que se passava. Estava um sujeito acompanhado por cinco guardas com armaduras personalizadas em cores de vermelho e preto no cimo das escadas. Irinoi levantou-se do trono, demonstrando uma postura territorial, e Raj levou a mão à espada que tinha no cinto. O impulso de Samantha foi exactamente o mesmo, porém naquele belíssimo vestido de baile não havia lugar para armas. Enquanto o via a descer degrau a degrau, Samantha sentiu-se incapaz, impotente. Via-o aproximar-se, com aquela barba escura e os olhos cheios de malícia, mas nada podia fazer para o travar. Odiou-o com todas as suas forças. Todo o ódio acumulado por dez anos estava agora a surgir. William, de um modo protector, colocou-se parcialmente à sua frente. Esta não tinha sido, de todo, a maneira como ela tinha idealizado vê-lo pela primeira vez após tantos anos.
- Deste um baile e não me convidaste – pronunciou o homem, quando chegou ao fim das escadas – Que rude.
- Não és bem-vindo nesta casa, Marx – apressou-se Irinoi a responder – Guardas!
Num momento os guardas que estavam de serviço puseram-se do seu lado, prontos a dar a vida pelo seu rei se tal fosse preciso, e Jonah desembainhou também a sua espada.
- Tem calma, não vim cá para isso – disse Marx, que avançou mais na direcção de todos e olhou directamente para Samantha – Os meus espiões disseram-me acerca de ti. A morte favoreceu-te, rapariga.
- Então talvez se devesse juntar a mim – disse ela, prontamente, com a voz segura mas os joelhos a tremer. Falar para ele, olhar para ele, e não o poder matar ali queimava cada fibra do seu ser.
- Cuidado com as tuas palavras, estás a falar com um rei – ralhou ele, fazendo William engolir em seco.
- Não há um rei. Há o rei. E o único que há está atrás de mim – respondeu ela, para surpresa de todos – Você é apenas um lorde rude e ganancioso, com castelos roubados.
Marx soltou um sorrisinho cínico e empurrou William, chegando-se o suficiente ao ouvido da rapariga que permaneceu impávida.
- Não sei como sobreviveste, e não sei como chegaste aqui, mas há uma coisa que sei: esse rei que dizes existir, não vai estar vivo por muito mais tempo, e nem tu. Quando te metes com uma cobra, tens que estar atenta ao veneno – sussurrou-lhe, ao ouvido.
Começou então a afastar-se, mas ao subir o terceiro degrau voltou-se novamente para eles ao ouvir de novo a voz da rapariga:
- Tanto veneno é tóxico, sabe? Talvez se envenene a si próprio – disse ela – Se não tiver cuidado, pode ser que morra do seu próprio veneno.
- Estás-me a ameaçar, rapariga? – Perguntou ele, a cuspir as palavras – Talvez devesses controlar as tuas raparigas, Irinoi, quem sabe o que eu poderia fazer desta vez.
Samantha ia dizer algo mais, mas William voltou-se a colocar à frente dela.
- O meu pai já disse não era bem-vindo aqui, lorde Marx. Por favor, saia – disse, com uma voz dura.
Marx assentiu com a cabeça.
- Vemo-nos em breve.
Ele saiu do salão e um dos guardas seguiu-o, retornando apenas quando ele saiu definitivamente das muralhas do palácio. Só então Irinoi se voltou a sentar no trono, com um ar perturbado, e Raj guardou a espada tal como Jonah. William olhou para Samantha com um ar preocupado e, ao ver o seu ar abatido, abraçou-a. Em vez de discutir, ela agradeceu-lhe mentalmente por o ter feito, já não sabia quanto mais tempo se ia aguentar em pé depois de tudo aquilo.
- Ficas aqui, não há mais discussão – disse Irinoi, com o tom severo que apenas utilizava quando grandes problemas estavam para chegar.
- Não vou discutir – acabou por dizer, quando se despegou de William – Agradeço.
- Agora que o Marx descobriu que estás viva, ficas em melhor segurança no palácio – pensou o rei, em voz alta.
- Concordo – disse ela – William, se não te importares, gostava que me guiasses ao meu quarto agora.
- Claro. Pai, falamos melhor amanhã?
O rei assentiu com a cabeça, Samantha fez-lhe uma vénia, despediu-se com um sorriso dos outros, e saiu com William ao seu lado. Juntos subiram as escadas e caminharam pelos corredores, sempre em silêncio. Ele levou-a até um quarto num andar acima daquele destinado a “Samuel”, um quarto muito maior, muito mais luxuoso, digno de alguém da realeza. Só após fecharem a porta, e de a rapariga dar voltas e voltas ao quarto, é que William arranjou a coragem de falar.
- Sam, ouve, o que aconteceu…
- Algo não está bem – interrompeu ela, de rompante.
- Sim, é claro. O Marx encontrou-te, não deves estar nada bem – disse ele, sem compreender.
- Não… quer dizer, sim, não estou bem mas… Como é que ele sabia que eu cá estava? Ele disse que os espiões lhe tinham contado… e isso significa que alguém neste palácio sabia que eu cá estava – continuou ela a pensar em voz alta, intrigando-o – Não percebes? Há um espião no palácio. Talvez me tenha visto a falar contigo há semanas e tenha sabido que eu estava viva… se calhar investigou-me e descobriu que sou o Samuel ou… mas então porque não me entregaria?
- Sam…
- Não, faz sentido. E ele falou de cobras. E foi essa a ordem que tentou matar o teu pai, não foi? As Cobras. Ele está por trás daquilo. Talvez me estivesse a testar, para ver se conseguia proteger o rei, talvez…
- Ei, Samantha! – Disse ele, num tom mais elevado, pousando-lhe as mãos nos ombros – Respira fundo. Eu sei que isto foi um choque, vê-lo após todos estes anos, não consigo imaginar como te fez sentir… mas se o que estás a pensar for verdade, então tens que ter cuidado.
- E tenho que descobrir quem é o espião. O teu pai nunca estará a salvo com ele aqui.
- Não querias ficar cá, nem querias aparecer no baile… porque é que aceitaste o convite do meu pai para permaneceres no palácio, Samantha? – Perguntou ele, já convencido de que sabia a resposta.
- O teu pai pensa que me está a proteger, mas a verdade é que eu o vou estar a proteger a ele.
Vêem? Eu disse que ia ficar mais interessante a partir daqui.
Vamos lá ver como é que a Sam se sai nesta busca ao espião.
Comentem, sim?
E leiam a DDO
publicado por cat às 2013-05-21 20:43:31
"Nos bons momentos verifica-se a quantidade, nos maus a qualidade."
Palmas, o mundo consegui-o ou melhor algumas pessoas conseguiram. Conseguiram que eu criada para ser educada, calorosa, eu que sempre tive o coração quente muda-se. Acabou-se, eu que era a pessoa que mais acreditavas nas pessoas, que mais acreditava que elas podiam mudar, que não duvidava das pessoas que tinha ao meu lado, que lhes confiava a minha vida e que dava o corpo às balas se fosse preciso por aqueles que considerava meus. Agora tudo mudou, já não confio mais em ninguem, já não confio a minha vida a ninguem tirando aquela meia dúzia que permaneceu. A qual nao me arrependo de ter confiado por quem sou capaz ainda de dar o corpo às balas pois eles sim merecem, eles sim ficaram quando a tempestade foi forte demais e não não me venham com histórias ou mil e uma desculpas, jamais falhei para com aqueles que eram meus, estive presente quando lhes caiu o chão e o mundo se virou de pernas para o ar. O que eu mais queria era que retribuissem pelo menos 1/3 do que eu lhes dei, que pelo menos tentassem ficar contudo isso não foi possivel. E hoje sim sou capaz de lhes apontar o dedo por isso, bem me avisaram contudo nunca liguei acreditei sempre que tinha escolhido bem, efetivamente tinha apenas os melhores agora verifico que não foi bem assim.
Não me arrependo de lhes ter dado tudo, de me ter esquecido da minha própria vida, de ter feito deles as minhas prioridades, de estar disponivel 24h por dia, ou de atender telefonemas as 4h da manhã para do outro lado escutar desbafos e até lagrimas. Agora sei que não perdi tudo mas que apenas não tinham que ficar. Contudo já não interessa um beijo fofo para todos aqueles que conseguiram tornar-me mais fria.
http://andrusca95.blogs.sapo.pt
publicado por Andrusca ღ às 2013-05-21 20:15:06
Vi esta semana o filme Warm Bodies. Já sabia o que esperar, mas mesmo assim... acho que quem escreveu aquela história não estava bem.
Até é engraçado, mas nada, repito: nada, faz sentido.
Passa-se um bom tempo, mas não é filme que vá voltar a ver.

Agora quero ver o Tristão&Isolda, porque adoro esse tipo de filme de época, mas como já sei o final e me desanimou, só o devo ver daqui a muito muito tempo.
publicado por charlotte às 2013-05-21 20:12:41
"Se és trabalhador do privado, achas que na função pública só há malta que não faz nenhum. Se trabalhas para o Estado, achas que no privado é só chulos. Se estás desempregado, achas que quem se queixa do patrão fala de pança cheia. Se até tens emprego, achas que os desempregados vivem acomodados ao subsídio. Se és empreendedor, achas que o trabalhador por conta de outrem é um calão sem visão. Se não queres ter o teu negócio, achas que quem quer tem a mania. Se és de esquerda, a culpa é da direita. Se és de direita, a esquerda é que fode isto tudo. Se nem sequer votas, achas que quem o faz é quem mete lá os corruptos. Se és novo, não percebes porque é que andas a pagar as pensões dos velhos. Se és velho, não compreendes porque andaste a pagar os cursos que os novos nem usam. Se emigras, achas que quem cá fica se acomodou. Se continuas em Portugal, achas que quem baza é um fraco ou está armado em coitadinho. Se continuas a gastar dinheiro, achas que quem não faz o mesmo não estimula o consumo e nunca vamos sair disto. Se passaste a contar todos os tostões, achas que quem vai ao restaurante é um exemplo de como este país estourou o guito todo. Se és licenciado, achas que quem não continuou a estudar é burro que dói. Se não foste para a universidade, achas que aqueles armados em doutores é que são o problema. Se te orgulhas de ser português, és um nacionalista potencialmente xenófobo. Se criticas o país, és um traidor do tempo dos Filipes. Parabéns, conseguiram meter-nos a todos uns contra os outros. Com os problemas dos outros posso eu bem, né? Até porque o outro está errado de certeza. Era a conta e uma bica, espero que venha com um daqueles rebuçadinhos amorosos."
In Facebook
publicado por filipa às 2013-05-21 19:59:05
ainda sobre a queima, deitei-me às 5 da manhã e acordei às 12h30 a pensar "o meu telemóvel tem as horas mal...". pois, eram mesmo 12h30. nunca na vida dormi até tão tarde, mesmo assim encontro-me com uma moca descomunal! estou a ficar velha para isto.
publicado por Soraia às 2013-05-21 19:44:29
Está a decorrer a XXV Semana Académica do IPVC.
Amanhã é o cortejo, espero que corra bem e que ninguém caia do camião.
Vá, e que ele esteja muito bonito, senão os caloirinhos vão ter problemas.
publicado por filipa às 2013-05-21 18:51:49
semana da queima e a minha casa parece um hotel com os namorados das colegas de casa todos aqui. é mesmo caso para dizer: viva o não fazer nada da vida.
publicado por LostDreams às 2013-05-21 18:00:47
publicado por charlotte às 2013-05-21 17:30:06
Quero mimos, mimos, mimos! Quero deitar-me às 20h e acordar ao meio dia da manhã seguinte, enrolada nos teus braços, fazendo conchinha e recebendo inúmeros beijos no pescoço. Quero aproveitar cada momento da nossa vida a contemplar-te, a fazer de ti um rei, a amar-te como se não houvesse fim. Tenho saudades tuas, vem para aqui!
