publicado por Viktor às 2013-05-23 13:18:31
perfil público

Sexo
F
Localidade
Sintra
Frase Favorita
Uma vida sem amor é como um ano sem Verão...
publicado por Viktor às 2013-05-23 13:18:31
Caros leitores,
Continuando a divulgação e a partilha de conhecimentos, informo-os que a agenda de formação em Junho é a seguinte:
Dia 9 – Curso de Reiki Nível 2, em Albufeira;
Dia 10 – Curso de Iniciação ao Reiki, em Albufeira.
Para mais informações e/ou esclarecimentos, poderá entrar em contacto comigo através do seguinte endereço de e-mail: mestreviktor@gmail.com .
Saudações Holísticas
NAMASTÊ
publicado por A-lupa-de-alguem às 2013-05-22 08:51:36
Porque é sempre uma tarefa difícil para a maioria dos clientes, cá vai a minha dica para melhor abrirem os sacos:
publicado por Viktor às 2013-05-21 13:15:42
Cada Ser humano tem as suas aprendizagens e vivencias. Há uma história a respeito de dois irmãos que lhes vou contar. Um deles era mau, porém, muito esperto, e o outro era muito teimoso e também muito estúpido. Um belo dia, estavam a correr num campo e o irmão maldoso resolveu divertir-se um pouco e disse: “Fica sentado neste vale, que irei para aquelas colinas e de lá vou-te mandar um grande presente. O presente fará estranhos ruídos e vais ouvir estalos e barulhos esquisitos, mas não deixes de o segurar até eu voltar”. De seguida subiu o morro, encontrou uma grande rocha branca, aqueceu-a até ficar vermelha e fê-la rolar morro abaixo, gritando: “Pronto mano, aqui está o teu presente. Agarra-o! Não o largues até eu voltar!”
O irmão estúpido estava tão ansioso por ganhar o presente que saiu a correr e agarrou a rocha. O pêlo do couro de animal que estava a usar estalou e chiou ao queimar-se. A rocha queimou a pele do animal e depois queimou-lhe o corpo, mas nem assim ele a deixou cair, supunha que ela fosse valiosa. Por isso falou, dirigindo-se à rocha: “Faça o que quiser comigo pois não vou desistir enquanto meu irmão não chegar”. E teimoso, continuou a mantê-la aconchegada a si, porque a julgava importante para si.
Nós apegamo-nos da mesma maneira a tudo o que amamos, ainda que isso pareça ser extremamente frustrante e doloroso. Também nos apegamos à meditação, desejando ver cores e visões, experimentar emoções e sensações quentes e conhecer as fases mais elevadas. A nossa mente ainda quer identificar, capturar e manipular a experiência, a fim de ter algo aprazível para relatarmos. Entretanto, quando nos livramos do nosso apego aos sentidos e sentimentos, podemo-nos tornar a própria experiência, e este é o verdadeiro processo da cura.
Tulku
Nota: Um tulku (tibetano: སྤྲུལ་སྐུ; Wylie: sprul sku; ZWPY: Zhügu; também grafado tülku ou trulku) é, no budismo tibetano, um lama que conseguiu, através da phowa e da siddhi, escolher conscientemente ser reencarnado, às vezes por mais de uma vez, de maneira a continuar seu juramento de bodisátva. [Fonte wikipédia]
Saudações Holísticas
NAMASTÊ
publicado por A-lupa-de-alguem às 2013-05-20 20:00:05
Certo dia, decidi ir comprar um iogurte para comer antes de começar o turno, porque o turno seria longo e sem pausas! Entrei no supermercado com um casaco meu que tapava a farda e levava a minha mala. Dava para ver perfeitamente que estava ali como cliente, mas mesmo assim, e porque os clientes já me conhecem, se me apanham aproveitam para fazer perguntas. Perguntas do que tipo em que corredor é que está isto ou aquilo, depois ainda me pedem para eu lá ir. Muitas vezes eu nem sei onde é que as coisas estão, porque passo todo o tempo na caixa. O que aconteceu foi que para não dizer, não às pessoas, acabei por perder o tempo que tinha para a minha compra e para comer. O tempo passou e tive de ir embora e deixar lá aquilo que ia comprar. Será que é pedir muito que respeitem o nosso direito a ser cliente.
publicado por Ni às 2013-05-18 14:46:21
Doem demais as dores dos nossos filhos. Senso comum, bem sei, mas não se apaziguam as dores com o hábito ou o tempo.
Hoje era dia de frenectomia (cortar o freio do lábio superior), para ver se os dentes da miúda ainda se conseguem aproximar o suficiente para não ter de vir a usar aparelhos.
Os procedimentos foram fáceis: mentalização da miúda, preparação da miúda, aliciação da miúda, com os gelados, os amigos que já fizeram e com o tão gira que ela vai ficar!! Enfim, na hora de partir para o dentista, a certeza de haver birra caso não se fizesse a cirugia era certa, tal era a mentalização da miúda. Convencida a filha, era hora de pensar na mãe... Ah! Raios! mais vale nem pensar no assunto. O coração fica tão, tão, pequenino que parece que vamos desaparecer a qualquer momento e não vale dizer que é uma coisa fácil, e são só uns pontinhos e uma intervenção a que os médicos estão habituados... mais vale não pensar no assunto.
Sou forte. Sou uma mãe daquelas que não se desmancha. Sou toda eu coragem e vamos lá, que o que tem de ser, tem de ser e na hora de os segurar para dar pontos ou espetar agulhas e dar antibióticos endovenosos de quarenta minutos(a pior experiência com a minha filha) quero ser eu a estar lá com eles... chamem-me louca, sei lá... sou a mãe má que os obriga a sofrer, mas também sou eu que estou lá para dar o meu colinho e colinho de mãe cura tudo.
Assim, hoje assisti a tudo: cortar, tirar, jogar fora o que estava a mais, suturar. E foi fácil. Viva a anestesia!
Pior foi uma horita depois. Choro, lágrimas, lágrimas, choro. Agora está a analgésicos, gelados, e colo, muito colo, e ainda bem, porque as dores deles doem-me a dobrar.
...aqui, deste lado da montanha.
Reflexão: Reiki, uma filo(...)
publicado por Viktor às 2013-05-17 13:30:26
Caríssimos,
Cada Ser humano tem as suas aprendizagens, as suas vivencias e a sua filosofia de vida. A filosofia de vida de cada Ser é inicialmente incutida pelos pais, depois pela sociedade (religião, estado, continente) onde residimos, através do nosso ensino, através das nossas amizades, enfim, são enumeras as coisas que nos colocam na mente e nas quais nos “fazem” acreditar. Estas coisas acontecem a cada um de nós até atingirmos uma certa maturidade, ou seja, quando atingimos uma certa idade que nos permite pensarmos por nós mesmos, agirmos por nós mesmos, sermos autónomos.
Ao alcançar essa autonomia, podemos fazer as nossas reflexões interiores, organizar as nossas ideias na mente separando o trigo do joio e assim podermos escolher a filosofia de vida que queremos, consoante a nossa consciência (crenças, aprendizagens, etc…). Assim, podemos concluir que, cada ser humano tem uma filosofia de vida própria, pautada pelas coisas anteriormente mencionadas, bem como pela sua própria maneira de ser (essência).
Após esta breve introdução, vou agora abordar o tema do título deste texto. Para a maioria das pessoa, quando se fala sobre Reiki, associam esta palavra a “terapia alternativa/integrativa”, “terapia energética”, “terapias orientais” ou “terapia holística”, mas o Reiki é muito mais que isso. Numa formação de iniciação ao Reiki, um dos ensinamentos transmitidos ao formando são os 5 princípios do Reiki. Estes ensinamentos são de grande importância, pois são o fundamento básico da filosofia de vida Reikiana, os quais devem ser aplicados diariamente em todos actos praticados pelo Reikiano. Esta é a mudança mais significativa, de maior vulto, mais positiva que o iniciado pode obter através dessa aprendizagem, pois redescobrir o amor incondicional dentro do nosso Ser e aprender a aplicá-lo diariamente em todos os nossos actos, empreende em cada um de nós grandes mudanças. Ao permitirmos que a filosofia de vida do Reiki se impregne na nossa vida, temos consciência das grandes mudanças que nos provoca inicialmente e depois em todos aqueles que nos rodeiam, pois a inesgotável fonte criadora de vida (Amor), é algo que apenas trás benefícios para todos nós. São inúmeros os relatos que ouvimos sobre isso, e acreditem que quando ouço isso fico muito feliz, pois é sempre bom saber que mais alguém aderiu a essa filosofia de vida, tornando-se assim um “pólo” difusor de amor incondicional, paz, luz, harmonia e compaixão pelos seus semelhantes.
Termino deixando uma frase para vossa reflexão: “Persistir na raiva é como apanhar um pedaço de carvão quente com a intenção de o atirar a alguém. É sempre quem levanta a pedra que se queima.” Buda.
Saudações Holísticas
NAMASTÊ
publicado por Viktor às 2013-05-14 00:24:53
Caríssimos,
Ao longo da nossa vida vamos encontrando variados obstáculos, uns surgem com o tempo, outros colocados por terceiros e ainda há aqueles que surgem colocados por nós mesmos. A vida é mesmo assim, e são esses “obstáculos” que nos fazem crescer e amadurecer, fazendo de nós aquilo que somos.
As armadilhas que surgem no caminho de cada um, podem ser das mais variadas formas e surgir dos mais variados locais, pois parece que o ser humano é uma “peça” de um jogo de poder. Esses jogos, para “infelicidade colectiva” da humanidade, verifico que a inteligência humana é usada maioritariamente com o intuito de ludibriar os mais incautos. Alerto-os que os piores embustes contra o ser humano, são aqueles que são executados sobre o plano mental, ao nível psicológico, tais como falsas crenças, dogmas, falsas verdades, entre muitas outras coisas. Pensem no seguinte: Quem age com amor em todos os seus actos pode entrar nestes jogos de poder? Certamente sabe que tal é impossível, pois quem age com amor partilha, esclarece e ajuda o seu semelhante, sem esperar benefícios económicos, pois observa o “outro” como um ser igual a si mesmo.
Ouve-se falar de evolução científica, evolução da espécie, evolução de gerações, evolução de consciência e de tantas outras coisas mas, na generalidade vemos que anda mais de metade da humanidade a tentar enganar a “restante” humanidade. Ao longo da nossa vida todos nós temos momentos nos quais nos encontramos mais em baixo, momentos em que estamos mais vulneráveis, psicologicamente abatidos, com falta de auto-estima e nesses momentos temos uma certa “mania” de procurar fora (ou nos outros) uma saída ou orientação que nos “sirva” para ultrapassarmos aquele momento difícil. É nessas alturas que o nosso Ser se encontra mais vulnerável àqueles, que por artimanha (gestos, palavras, textos, etc…) tentam vender gato por lebre, e devido ao nosso estado débil, acabamos por cair na “esparrela” ou “conto do vigário”. Para o seu bem-estar, se estiver num momento menos bom procure as respostas dentro de si mesmo e/ou peça auxílio apenas a alguém que o(a) saiba ouvir, compreenda e que sobretudo não seja alguém que aborde logo as questões monetárias sobretudo quando se tratam de valores algo avultados, pois quem ajuda por bem e com amor incondicional sente que o bem-estar do paciente vale mais do que um determinado valor monetário.
Termino deixando um alerta, dizendo que independentemente de como se sente (mais ou menos bem) paute-se sempre com a sua consciência não aceitando como 100% verdadeiro tudo aquilo que lhe dizem, analisando tudo em consciência e aceitando apenas aquilo que tem sentido para si mesmo.
Saudações Holísticas
NAMASTÊ
publicado por A-lupa-de-alguem às 2013-05-13 18:40:32
Tenho andado um pouco ausente aqui do estaminé, porque se viesse mais vezes, teria de contar episódios menos bons, e assim resumo tudo num só post. Ultimamente tenho notado as pessoas mais descontentes, desconfiadas, mal humoradas, a reclamar. É preciso não perder a paciência, mas por vezes, ela quase me falta. Exemplo:
Tenho sacos já abertos no tapete, porque os clientes estão sempre a pedir para lhes abrirmos os sacos. E vai uma cliente diz-me: "dê-me sacos novos se faz favor"! Ora os sacos que lá estavam eram novos, apenas já tinham a "boca" aberta para facilitar! Ouvir isto e agir com tranquilidade, não é fácil...
publicado por Ni às 2013-05-13 15:00:14
Primeira aula de BTT a sério, entenda-se, na terra, estradão, areia solta, caminhos de terra batida. Uma lição imensa sobre bicicletas, travões, caminhos... e a vida.
Querem ver? Tal como na vida:
Primeira regra: para voares sobre os obstáculos, primeiro tens de aprender a travar e a desviar-te deles;
Segunda regra: quando tens uma parede enorme(gíria para subida íngreme) pela frente, não te fixes no muito que falta para chegar ao fim, conta mentalmente cada pedalada que dás até lá chegar;
Terceira regra: há caminhos que, por muito longos que sejam, não te levam a lado nenhum, porque não têm saída e só te deixam uma hipótese - voltar para trás;
Quarta regra: quando superas um teu qualquer limite, é infinitamente melhor teres alguém ao teu lado!
Obrigada ao treinador por tão boa lição de vida...
...aqui, deste lado da montanha.
publicado por Ni às 2013-05-10 18:43:09
Cresci. Fiquei velha, não velha de velha, mas velha de cota, velha dos miúdos dos 12 aos 20. No entanto, ainda esta vontade de criar qualquer coisa, com as palavras, com as imagens, com as coisas. Criar, criar, criar. Uma flor que se troca de lugar, uma palavra que se reinventa, a matéria que se transforma, um bolo que nasce. Há dias em que parece que a criatividade não me cabe na pele da idade. Não resulta. Não devia ser. Há algo errado em certas vontades!
...aqui, deste lado da montanha.

